Ficha - Não Acredite em Fadas


Postado

Nome completo:

Blake Dreemur Ellis

Tem algum apelido?

É chamado por seu pai por Ellis, nome divino de sua mãe, por ser considerado pelo mesmo um "velho" em termos de amargura e maturidade.

Idade:

16 anos

Nacionalidade:

Ravenscar

Parentes vivos:

Ignatius Dreemur



Ignatius Dreemur, 39 anos (teoricamente), Embaixador do Distrito de Ravenscar.

Conheceu Ellis, a mãe de Blake, com apenas 23 anos, apaixonou-se perdidamente por ela no momento em que a viu. Investiu em dezenas de tentativas para tentar conquistá-la durante meses, e, no fim desde mesmo ano, Ellis e Ignatius começaram a namorar, contudo, sem nunca manterem relações sexuais, por desejo de Ellis.
Um dia, porém, Ignatius, com muito esforço e lábia, conseguiu seduzir e convencer Ellis, e, após essa noite, Ellis engravidou.
Ignatius começou à notar que envelhecia muito mais rápido do que as outras pessoas, e que Ellis cada vez mais se afastava dele, como se sentisse culpada. Após o nascimento de Blake, Ellis sumiu para sempre, porém, Ignatius criou o garoto mesmo assim, e nunca o culpou.

Sexualidade:

Sapiensexual.

Tem alguma espécie que você tenha inimizade?

Terá inimizade com qualquer um que o incomodar, independentemente de qual espécie seja, porém, tem uma inimizade especial com Vampiros, por constantemente ser incomodados por gangues destes, que coincidentemente frequentam os mesmos lugares que eles.

O que você é?

Semideus (filho de Ellis, deusa nórdica da velhice).

Photoplayer:

Ash Stymest







Sua história:

Blake nasceu de um relacionamento muito complicado entre seu pai, Ignatius Dreemur, que tinha apenas 23 anos na época - um jovem alegre, apaixonado e inconsequente - e Ellis, a deusa nórdica da velhice, que, em uma de suas visitas ao mundo dos homens, conquistou o amor de Ignatius, um mortal, e, quem diria, acabou cedendo à ele e gerando um filho bastardo que nunca deveria ter nascido, Blake.
Seu pai, afligido pelas chagas de envelhecimento precoce resultantes do envolvimento com Ellis, continuou envelhecendo rapidamente, muito mais do que um humano comum, tornando-se cada vez mais limitado e incapaz de curtir sua juventude e ter uma vida normal, porém, nem por um momento sequer pensou em abandonar Blake ou culpá-lo pelo ocorrido, pelo contrário, o criou como um pai - ou, em certa perspectiva, avô - extremamente presente, carinhoso e dedicado, mesmo com as óbvias limitações de sua condição.
Blake, contudo, se sentia culpado não importando quantas vezes seu pai insistisse em dizer que não era, nunca saiu para festas de colégio, arrumou namoradas - mesmo sendo considerado bem atraente pelas garotas que com ele estudavam e conviviam - ou fez amigos, sempre preferiu estudar o quanto podia para deixar seu pai orgulhoso, trabalhar onde quer que fosse para ajudar seu pai à levar alguma renda para casa, e ficar em casa retribuindo como podia a atenção e carinho que recebia de seu pai, atitudes estas que o transformaram em alguém pouco sociável, embora muito inteligente e astuto.
Enquanto morria por dentro assistindo tristemente seu pai - fonte única de suas experiências com sentimentos sinceros e abstratos como amor, carinho, cuidado e valorização - definhar e chegar cada vez mais perto da morte, Blake não conseguia aguentar sentir que parte daquilo havia sido sua culpa (embora outra parte, esta muito maior, fosse culpa de sua mãe, de quem Blake desenvolveu um sincero e profundo ódio e rancor) e começou à interessar-se por rituais alquímicos, ocultistas, científicos e até mesmo religiosos para, em uma busca veemente, descobrir alguma maneira de reverter, combater ou ao menos atrasar o desenvolvimento da condição de envelhecimento acelerado, contudo, sem chegar à resultados consideráveis.
Em um ato de desespero, ao atingir a maioridade (considerada esta na cidade onde vive), despediu-se tristemente de seu pai em Ravenscar, partindo para Connowayland, que, por ser a mais industrializada e densamente populada, era o local mais provável para encontrar algum tipo de cura ou tratamento para a condição de seu pai. Ignatius, porém, nunca teve muita fé que Blake fosse de fato conseguir, porém, apoiou o plano de Blake simplesmente por querer que seu filho deixasse de perder a vida em função do pai. Ignatius acreditava que talvez, em uma cidade grande, cheia de pessoas e culturas diversas, Blake talvez se apaixonasse por alguém, ou encontrasse algo que o fizesse feliz.
Em Connowayland, Blake passou à frequentar os mais propensos lugares para encontrar pessoas que talvez pudessem ajudá-lo com seu problema. Desde bares vampíricos underground, com grande concentração de clãs e seitas de estudo ocultista ou ritualístico, até convenções, escolas e universidades alquímicas, científicas e de estudo das Marcas nephilim, tudo em busca de uma solução para os problemas de seu velho e amado pai.

Personalidade:

Por sua criação quase que desprovida de contato social com outras pessoas além de seu pai e os colegas com quem era obrigado à conviver por algumas horas durante seus estudos formais, não é uma pessoa muito sociável, adotando facilmente um comportamento desconfiado, frio, sarcástico ou ignorante ao menor sinal de hostilidade vinda de outros.
Costuma tratar a maioria das pessoas com quem não tem muito interesse no momento de maneira silenciosa e sem puxar assunto, porém, caso essa insista, a excessiva sinceridade de Blake podem ofender com facilidade e fazê-lo se passar por uma pessoa rude, quando ele apenas prefere ser sincero e direto com todos ao invés de suavizar suas palavras, esperando que todos possam aguentar sua bruta sinceridade.
É um rapaz extremamente estudado e inteligente para a sua idade, leitor e re-leitor de todos os livros da biblioteca pública de Ravenscar, é dotado de raciocínio extremamente rápido e uma habilidade quase anormal de planejamento e reposta em situações de alta pressão.
Costuma ser calmo e silencioso, porém, quando mechem com ele, não tem estribeiras e tampouco auto-controle, não vai hesitar em utilizar sua língua afiada à seu favor, muito menos iniciar um combate ou intimidação. Mestre em leitura à frio, é capaz de deduzir o que uma pessoa está pensando ou sentindo pelas contrações de sua pupila e pálpebras, movimento dos olhos, braços, dedos e etc, tendo nisso uma facilidade para arrancar informações de outras pessoas através de sua intimidação e pressão psicológica.


Coisas que gosta:

I - Estar com seu pai.
II - Cigarros.
III - Livros, principalmente de temáticas alquimistas, ocultistas, religiosas ou políticas.
IV - Música, é um exímio tocador de piano e trompete, além de um violinista competente.
V - Bares underground no submundo da sociedade de Connowayland.
VI - Bebidas alcoólicas fortes (principalmente uísque e licores).
VII - Assistir à aulas e palestras em escolas, universidades e afins.
VIII - Pintar e fotografar (um dos poucos momentos em que dá alguma atenção às garotas que dão em cima dele são para convencê-las à serem suas musas, às quais pinta ou fotografia, normalmente nuas, de vez em quando traça só para passar o tempo, e depois nunca mais fala).

Coisas que não gosta:

I - Que desrespeitem seu pai.
II - Que o desrespeitem.
III - Pessoas que bebem demais e acabam ficando insuportáveis.
IV - Quando vampiras tentam lhe drogar (já aconteceu mais de uma vez, e ele já chegou à reagir agressivamente em algumas delas).
V - Ser incomodado quando está tentando ler ou prestar atenção em algo.
VI - Que digam-no que o que ele tenta alcançar é inalcançável (novamente, já chegou à agredir e quase matar pessoas que o disseram isso no momento errado).

Fobias:

Não tem exatamente uma fobia, mas sim, tem um medo primordial e incomensurável de falhar em seu objetivo.

Manias:

I - Estralar os dedos quase que compulsivamente.
II - Dedilhar superfícies quando entediado, movendo os dedos como se estivesse tocando as teclas de um piano.
III - Fumar.
IV - Falar dormindo, normalmente lamúrias e frases como "a culpa é sua" enquanto tem pesadelos, o que acontece frequentemente.
V - Morder os lábios ou franzir o cenho quando pensa sobre algo, como quando lhe fazem uma pergunta complicada ou lhe perguntam o que ele quer beber.

Diga os dons de seu personagem:

Através do toque (quando em estado mental estável) ou simplesmente pela mentalização (quando irritado ou sob emoções fortes) é capaz de avançar os efeitos do tempo sobre qualquer substância, sejam objetos inanimados - como enferrujar até tornar pó espadas e outras armas - ou até mesmo outros indivíduos - tanto parcialmente, gangrenando membros, por exemplo, quanto plenamente, envelhecendo em tempo indeterminado seus alvos.
Quando utiliza seus poderes, as veias de seu antebraço saltam, o ar ao redor tende à ficar mais frio e pesado, dificultando a respiração e concentração alheia, e os olhos de Blake tornam-se completamente negros (como na primeira imagem do Photoplayer).

O que já te contaram sobre as fadas?

Já leu tudo que havia disponível em Ravenscar para ler sobre elas, sabe tudo que os livros contam. Seu pai, porém, diz que ele não deve acreditar somente no que livros velhos dizem sobre uma raça que ninguém presenciou e voltou para afirmar qualquer coisa concreta sobre.

Liste os motivos que levaria seu personagem a dizer “eu acredito em fadas”?

I - Caso seu pai o fizesse, coisa que Ignatius já brincou que faria. Mais de uma vez afirmou à seu filho "talvez, quando estiver chegando a minha hora, eu diga que acredito, só pra ver se essas fadas são como todos dizem. Não vou ter nada à perder mesmo."

II - Caso creia que de alguma maneira, as fadas possam ter meios de curar a enfermidade de seu pai, aí não pensaria duas vezes antes de dizer que acredita.

Frases/Bordões:

I - "Não fale o que não está preparado para ouvir."


II - "Você só pode atirar se estiver pronto para levar o tiro."

III - "Não sei, só acho que eu e a sorte nunca nos demos bem."

IV - "Primeiro a chuva, depois o arco-íris. Se acostume, a ordem é essa, e não é garantia que você esteja aqui quando o arco-íris chegar."

V - "A única coisa que nós torna diferente dos animais é nosso altruísmo, nossa capacidade de ajudarmos o outro sem esperar nada em troca. Então nunca desperdice essa habilidade na minha frente."



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