Ficha - Summer 2016


Postado

➸ Nome & Sobrenomes:

Connor Travis McLean

➸ Apelido:

Seu pai costuma chamá-lo de Travis, embora seja praticamente o único que faz isso além de outros quando querem irritá-lo.

➸ Idade:

18 anos.

➸ Data de nascimento:

13 de agosto, ou seja, um leonino.

➸ Aparência:









Connor é um jovem de cabelos loiros, que brilham dourados quando em exposição ao sol, olhos muito azuis, penetrantes e vítricos, do tipo que as pessoas gostam de olhar diretamente por um bom tempo, mesmo sem razão alguma. Algumas pessoas dizem que Connor tem o dom de conseguir sorrir com os olhos.
Seus cabelos são peculiarmente longos quando comparado ao dos outros garotos, passando dos ombros, e Connor os adora. Ama sentir a brisa e o vento balançar os fios de seus cabelos, mas mesmo assim, as vezes os prende num charmoso coque, tanto por praticidade quanto para evitar o calor que seus cabelos longos geram vez ou outra.
O corpo de Connor é um de seus pontos mais atraentes, embora magro e naturalmente ectomorfo, seu corpo é muito bem definido pela quantidade de esportes e atividades físicas que Connor costuma praticar. Tem braços, abdômen e dorsal definidos e musculosos, que não deixam que chamar atenção para si.
Em termos de medidas, Connor pode ser considerado relativamente comum. Tem 1,77 de altura, pesando 70kg bem distribuídos em seu físico. Pelo corpo tem espalhadas algumas tatuagens, a maioria feita por seu pai.

➸ Photoplayer:

Emil Andersson

➸ Personalidade:

Connor é o tipo de garoto que vive todos os dias como se fossem o último, já que, na verdade, as coisas são quase que literalmente assim mesmo.
Extremamente alegre, vívido e otimista, é quase sempre visto com uma expressão tranquila e um sorriso bobo no rosto, mesmo quando sóbrio. Tem um senso de humor contagiante e faz todos os tipos de piadas - desde as mais sujas e de humor negro até o típico humor bobo de alunos de quinta série - em todos os tipos de ocasião, pra ele, não existe hora ruim pro bom humor.
É um garoto extremamente tranquilo e muito dificilmente se estressa. Quando confrontado, ameaçado ou ridicularizado por alguma outra pessoa, ele leva na esportiva e ri junto da piada, o que normalmente desencoraja aquele que começou a provocação, sem a necessidade de respostas ríspidas ou atitudes agressivas, as quais ele repudia e só recorre muito raramente, em último caso.
Extremamente sincero e honesto, as vezes sua bruta sinceridade pode ofender as pessoas, embora ele deteste falar mal dos outros, quando perguntam o que ele acha delas, não consegue evitar sua honestidade bruta. Mesmo assim, sempre que percebe que algum comentário seu ofendeu ou feriu de alguma maneira outra pessoa, não tarda em ir se desculpar e explicar melhor sua intenção ao dizer aquilo.
Criativo e inteligente, tem um raciocínio rápido e sempre tem ideias do que fazer em todas as situações, somando isso à seu temperamento naturalmente divertido e otimista, as pessoas junto dele raramente ficam entediadas, e gostam de estar perto dele. Seu temperamento bem "de boa" e nunca pra baixo fazem dele uma pessoa que a maioria gosta, embora sempre vão ter aqueles que questionarão a genuinidade de seu temperamento, mas isso não é algo que de fato o abale.
Desafiador e corajoso, embora descuidado e prepotente, Connor raramente pensa antes de agir ou nas consequências que seus atos podem ter sobre si próprio, embora pense e se importe muito com as consequências que seus atos podem ter sobre outras pessoas. Faz o que quer e quando quer, vive como se não houvesse amanhã.
Despretensiosamente, e embora não goste quando dizem isso para ele, tem uma ótima oratória e costuma ter destaque nos grupos onde está, nem sempre chegando à agir como um "líder", mas sim destoando por seu humor, temperamento e conduta contagiantes.
Por fim, é um garoto extremamente forte, psicológica e emocionalmente falando, embora muito egoísta quanto à própria dor. Prefere carregar sozinho todos os fardos do mundo ao invés de entristecer alguém com eles.


➸ História:

Connor nasceu em Honolu, capital do Havaí, filho de Alessandra Travis de Almeida, uma bióloga marinha brasileira, que havia viajado numa missão de dois anos ao Havaí, porém lá conheceu o homem de seus sonhos, Christopher Goldvag McLean, um músico e tatuador americano que já vivia a três anos no Havaí, cuidando do pai, avô de Connor.
Christopher e Alessandra se casaram e um ano depois, Alessandra engravidou de Connor, uma criança aparentemente saudável, porém, numa reviravolta cruel do destino, o parto, que deveria ter sido normal, acabou por ter de ser uma complicada cesariana, a qual Alessandra não sobreviveu, nunca podendo ver seu filho, e, tampouco Connor sua mãe.
Seu pai nunca o culpou pelo ocorrido com Alessandra, pelo contrário, criou Connor com todo o amor e carinho do mundo, correndo, trabalhando e dando duro para ser um pai e uma mãe para Connor, que viveu até os quatorze anos junto do pai e do avô, no Havaí.
O avô de Connor era um ex-surfista profissional, que já havia ganho campeonatos internacionais, e ensinou Connor a surfar desde os quatro anos, fazendo de Connor alguém desde cedo já habituado ao mar e ao ambiente vívido do esporte e da praia, além de contribuir bastante para sua saúde e físico.
Faltando três dias para o aniversário de quatorze anos de Connor, seu avô faleceu de um ataque cardíaco fulminante, enquanto Connor estava no colégio. Um táxi buscou Connor no colégio e o levou até o hospital, onde seu pai o esperava em lágrimas para contar o ocorrido.
Alguns meses após a morte de seu avô, Connor se mudou com seu pai de volta para a América, mais especificamente, para a Califórnia, onde começou o ensino médio. Cercado de pessoas completamente novas e em nada parecidas com as que ele havia estudado quase que a vida inteira, Connor teve um pouco de dificuldade de se adaptar no início, se tornando um jovem recluso e mais isolado socialmente. Nunca sofreu bullying nem nada assim, apenas não se enturmava.
Com o passar do tempo, porém, como com todas as crianças, Connor foi se enturmando e se soltando cada vez mais, ao passo que, aos seus quinze anos, já tinha inúmeros amigos e até uma banda, Os Alquimistas. Que, convenhamos, acabou não tendo muito futuro.
Connor viveu uma vida feliz até os dezessete anos, vários amigos, festas, bebedeiras, próximo de concluir o ensino médio, planos para a faculdade - pretendia cursar biologia, assim como sua falecida mãe outrora fizera - porém, uma bomba foi jogada em seu colo e seus planos foram por água a baixo.
Numa visita rotineira de check-up no médico, fez um raio-X para checar um dente que pensava ter quebrado enquanto andava de skate, e o médico descobriu um tumor no cérebro de Connor. Ainda em estágio inicial, porém com um tratamento que custaria muito mais do que a humilde aposentadoria de Christopher e os salários de empregos de meio período de Connor poderiam pagar, Connor decidiu manter isso um segredo de todos, inclusive de seu pai, e viver o resto dos dias que lhe restam.
Connor continuou os estudos, decisão bastante apoiada por seu pai, que havia abandonado os estudos no segundo ano do ensino médio em sua adolescência, e passou a viver todos os dias como se fossem os últimos, já que, provavelmente, seriam. Hoje em dia mantém isso segredo até mesmo de seus melhores amigos e família, pretendendo aproveitar o resto do tempo que ainda tem da melhor maneira possível. Cercado de pessoas que ama.

➸ Gostos:

I. Se arriscar é provavelmente seu gosto principal desde que descobriu seu câncer. Todas as limitações que o medo de destruir um futuro causam em alguém deixaram de existir em Connor, e ele simplesmente faz o que quer e quando quer, quase que sem se importar com as consequências futuras.
II. Criado num ambiente praiano desde muito jovem, Connor ama praia, mar, sol e tudo que tem relação à isso, o faz sentir em casa, e o tranquiliza bastante.
III. Adora música, principalmente indie, reggae e ska punk não só ouvir como tocar e compor. Seus artistas favoritos são Forfun, Oasis, We The Kings e The Kooks.
IV. É um grande fã de cerveja, principalmente Corona Extra, sua favorita. Mesmo que tecnicamente não possa beber por causa de sua doença, ele já se conformou com a morte (ou pelo menos assim acredita) e sempre que pode está com os lábios no bico de uma garrafa de cerveja gelada.
V. Grande fã de festas de todos os tipos, principalmente raves de música trance progressivo ou psicodélico, das que duram dias inteiros, ou que começam num dia e acabam no outro. Ama "fritar" e pular enquanto dança aquelas músicas contagiantes, o faz sentir vivo.
VI. Em termos de culinária, não muito surpreendente, adora peixes e frutos do mar, além de serem saudáveis, Connor os acha deliciosos, principalmente camarões, seu crustáceo favorito.

➸ Desgostos:

I. São raras as coisas que o irritam, porém uma delas são pessoas deprimidas demais, que desperdiçam a própria vida se lamuriando pelos cantos e reclamando de barriga cheia. Com essas pessoas, tenta ajudá-las à ver o lado positivo da vida, mostrando o quão inesquecíveis os dias podem ser.
II. Pessoas falsas e manipuladoras o incomodam bastante, Connor é inteligente mais que o suficiente para saber quando estão mentindo para ele ou tentando manipulá-lo de alguma forma. Dessas pessoas prefere distância, embora não sejam raros os casos em que a bruta honestidade de Connor acaba por constranger pessoas dessa índole.
III. Embora ache extremamente charmoso, Connor simplesmente não consegue gostar de café. Conduto, toma suplemento em pílulas de cafeína, o que não acha nem de longe tão charmoso quanto. Simplesmente não consegue se acostumar com o sabor forte do café, e para "se passar" toma frapês com sorvete e creme para melhorar o sabor.

➸ Qualidades & Habilidades:

I. Além de ser um exímio surfista e skatista, também é bom em quase todas as atividades físicas à ele propostas, desde jogar futebol na praia até artes marciais ou free running. Tem um físico muito bom e preparado para esse tipo de atividade.
II. Graças ao seu pai, aprendeu a tocar violão muito bem, tática que, embora ele dificilmente vá admitir caso perguntem, Connor costuma fazer uso para encantar garotas, com canções charmosas em volta de fogueiras e esse tipo de coisa clichê. Além de violão, é um baterista e guitarrista competente.
III. Bom assador, sabe fazer ótimos churrascos com os mais variados tipos de carne. Muito elogiado por seu preparo com elas, inclusive, já trabalhou como cozinheiro em diversos food trucks de churrasco e hamburguerias. Além das carnes, na cozinha, também é bom no preparo de peixes e frutos do mar, além de manipulador profissional de microondas.


➸ Defeitos: 


I. Provavelmente seu maior defeito, sua tendência à sempre colocar os outros na frente de si mesmo, e querer carregar sozinho todos os fardos que a vida coloca em suas costas. Como a sua doença, por exemplo, e o fato dele querer carregar consigo toda a pressão e a dor da morte eminente, apenas para não perturbar sua família e amigos com seu estado e tratamento.
II. Embora seja bem inteligente, é desligado e se distrai com enorme facilidade, talvez fruto de um TDAH que ele nunca tenha ido confirmar num psicólogo, isso faz com que tenha que ter constantemente a atenção atraída numa situação que não seja de seu interesse, como uma aula, por exemplo.
III. Algumas pessoas podem considerar isso um defeito. Connor é excessivamente calmo e tranquilo, não se deixando estressar nem mesmo quando provocado por outras pessoas sem motivo algum, ele dificilmente reage com mais do que algumas risadas e tentativas de levar tudo aquilo na esportiva.

➸ Manias:

I. Batucar com suas unhas - estas também peculiarmente longas, já que ele toca violão e nem sempre tem palhetas disponíveis - sobre qualquer superfície quando entediado (o que acontece com frequência em determinados ambientes).
II. Quando soltos, mexer em seus cabelos, para tirá-los da frente do rosto, os penteando com os dedos para trás até que fique de saco cheio e decida prendê-los.
III. Morder os lábios quando pensativo ou indeciso, e coçar a própria nuca nas mesmas situações.

➸ Segredos:

I. Seu principal segredo, e um dos únicos realmente importantes, é o tumor no cérebro que Connor possui, que apenas seu médico sabe, e jurou não contar a ninguém. Connor não contou nem mesmo para seu pai, ou qualquer membro de sua família ou amigos, e guarda consigo esse fardo todos os dias, usando o otimismo para combatê-lo.

➸ Vícios: (se tiver) 


I. Cafeína (toma em pílulas, já que detesta café).
II. Cerveja (principalmente Corona e Heineken, suas duas marcas favoritas).
III. Taurina (que ele consome através de, pelo menos, duas latas de Red Bull por dia).

➸ Familia:


Christopher Goldvag McLean, pai, 55 anos. É um dos melhores amigos de Connor, ambos se amam e se respeitam muito, Christopher sabe que foi graças ao amor do filho que ele superou suas duas grandes perdas, sua mulher e seu pai, e ama imensuravelmente seu filho único, lembrete dos melhores dias que já teve em sua vida simples. Ensinou Connor a tocar todos violão e fez todas as tatuagens do filho.



Alessandra Travis de Almeida, mãe, atualmente teria 40 anos. Faleceu no parto de Connor, e ele a nunca a conheceu, porém sabe por seu pai e avô que ela era uma mulher muito alegre, altruísta e admirável. Connor a respeita e a ama, mesmo que nunca tenha tido a chance de criar real afeto pessoal por ela (a imagem abaixo é uma das fotos que Christopher guardou dela, a favorita de Connor).



"Bob" Alapaki McLean, avô, atualmente teria 75 anos, foi uma figura paterna complementar para Connor, e lhe ensinou algumas das lições mais preciosas que ele leva consigo até hoje, muito além do surf. Seu avô o ensinou a respeitar e amar o próximo, não se deixar levar pelas emoções ruins e que sorrir sempre vai ser o melhor remédio para qualquer mal.



➸ Grupo Social que pertence:

Populares (X)
Esportistas (X)

➸ Como agirá com os amigos?


Sempre tentando animá-los e melhorar seu dia com seu senso de humor e otimismo contagiante, gosta de ver todos sorrindo e se divertindo. Os levará consigo para raves, shows, festas, praias e os ajudará a aproveitarem suas vidas ao máximo, procurando passar com eles os melhores últimos momentos possíveis.

➸ Como será com os inimigos?


Raramente os fará, não tem tempo para perder sentindo ódio, mágoa, rancor ou alimentando outros sentimentos negativos por pessoas que, no final, são simplesmente vazias o suficiente para precisarem diminuir os outros para se acharem maiores. Na maioria dos casos, tentará incluir a pessoa em seu ciclo de amizade, ou ao menos mostrá-la o quão desnecessário é seu comportamento. Se acabar brigando de porrada uma única vez na fic, já vai ser muito.

➸ Relação com a Brooke: 


Connor a considera uma pessoa peculiar, embora ache completamente desnecessário e bobo o jeito durão, falso e manipulador que ela tenta externar para os outros, como uma casca, Connor ainda acredita que possa haver uma garota leal e amigável no interior de Brooke, e seria interessante para ele descobrir essa garota, mesmo que leve tempo, esforço e, definitivamente, muita paciência para lidar com suas mentiras e sarcasmo supérfluo.

➸ Sexualidade:

Heterossexual, embora não se importe de dar selinho em outros caras, circunstancialmente.


➸ Quer par?


Pode ser, se você achar que será interessante para a história.


➸ Relação com o par:

Será uma relação vívida, extremamente passional e fervorosa, Connor jamais deixará seu relacionamento cair na mesmice, já que ele realmente não tem tempo para desperdiçar. E, embora saiba o quão egoísta e cruel é deixar que alguém se apaixone por ele, mesmo ele não tendo muito tempo de vida, Connor tentará ajudar ao máximo a pessoa por quem se apaixonar de fato a encontrar o melhor lado da vida, aprender à aproveitar cada momento como se fosse o último, e se tocar que o único arrependimento que podemos ter é, de fato, ter arrependimentos.


➸ Roupas:


- Casual:







- Piscina:



- Festas:






- Pijamas:






- Bailes:



- Acessórios:









➸ Defina seu personagem em uma música:


Living Louder - The Cab:


➸ Defina seu personagem em uma palavra: 


Vivo

➸ Algo mais? 


Suas tatuagens.







➸ Sabe que seu personagem me pertence agora?

Sim, plenamente ciente.

➸ Está ciente que se seu personagem for aceito o rumo de sua história está nas minha mãos?

Yep, ciente também.

➸ Favoritou a fanfic?


Já sim.

➸ Sabe que seu personagem pode não ser aceito?


Claro, normal.

➸ Sabe que seu personagem pode morrer ao longo da história?


Eu imagino que ele invariavelmente vá morrer.

➸ Se precisar mudar algo no seu personagem está de acordo?

Contanto que me chame por mensagem antes para comunicar sobre a mudança, sem problemas.


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