Fichas - Soul War


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Palavra-chave:

Hentia

Nome completo:

Lanccaster Diavolli Di Cristro, porém, tem a alcunha de Blackbullet

Idade:

23 anos, nascido no dia 13 de agosto, ou seja, um leonino.

Aparência:

Lanccaster é dono de cabelos castanho escuros e fundamentalmente lisos, embora seus fios tenham sido transformados em grossos e charmosos dreadlocks, seus cabelos são longos e por vezes aparentam estar meio rebeldes ou desorganizados, mas isso é descaso do próprio Lanccaster para mantê-los apresentáveis, e um reflexo de seu descaso com a opinião alheia num termo geral. Seus dreadlockscostumam estar amarrados para trás, ou presos parcial ou completamente num coque, embora soltos alcancem a cintura do caçador.
A pele de Lanccaster é naturalmente branca, mas por suas incontáveis e sequentes aventuras e explorações, sua exposição prolongada ao sol dá uma aparência "queimada de sol" para sua pele, o que é por muitas considerado algo extremamente charmoso. Suas costas são marcadas por cicatrizes irregulares, e uma enorme tatuagem tenta em vão cobrir algumas delas.
Os olhos de Lanccaster são provavelmente uma das coisas mais atraentes nele. Azuis e claros como o mais límpido dos lagos, são rodeados por cílios que muitas mulheres matariam para ter, mas que ele pouco se importa. É apenas olhando fundo em seus olhos que se percebe o quão inteligente Lanccaster de fato é.

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Classe:

Caçador

Armas:

Lanccaster costuma levar consigo apenas três armas de combate direto, um par de Uzis e uma pistola P-35 equipada com silenciador e lanterna, embora por precaução leve sempre consigo em suas costas um rifle DSR 50, também equipado com silenciador e mira telescópica. Em casa, guardada para usos circunstanciais, tem também um rifle AK-47. Além das armas de fogo, leva sempre consigo diversos explosivos, ácidos, óxidos, gases e outros, fabricados por ele mesmo com seus conhecimentos de química inorgânica e substâncias reativas.

História:

Lanccaster nasceu de uma família natural de Hentia, filho de um casal de Comissários da Paz, que, formados em relações exteriores, trabalhavam constantemente na fronteira para tentar fortalecer o acordo e manter a paz entre as duas nações de Hentia.
Lanccaster, contudo, apresentou desde pequeno um comportamento rebelde e ligeiramente agressivo. Era impulsivo e prepotente, fazia o que queria quando queria e não aceitava que algum acordo feito a décadas atrás pudesse impedí-lo de conhecer algo do mundo, ele se sentia preso, compelido e curioso sobre aquilo que não lhe era permitido conhecer.
Desde pequeno, Lanccaster fugia de casa todos os dias para ir até a Floresta da Solidão, foi praticamente criado naquele ambiente, mapeava-a constantemente desde seus dez anos de idade e conhecia parte dela como palma da sua mão, contudo, ainda perdia-se em seus pensamentos diante da impossibilidade de cruzá-la, "como eu não posso conhecer o mundo em que vivo?" ele constantemente perguntava-se, sem nunca ter uma resposta.
Quando atingiu a adolescência, doze anos, Lanccaster começou à ser treinado como um caçador. Aprendeu o manejo das armas de fogo, a fortificação física e mental e o domínio das ciências e tecnologias, sempre destacando-se entre os demais, era notório que sua motivação e sede por conhecimento proporcionavam-lhe aquilo que faltara em todo o outro explorador, dúvida, sede de saber, querer com intensidade imensurável aquilo que lhe diziam que não podia ter.
Ao atingir seus quinze anos, em uma de suas habituais expedições para a Floresta da Solidão, Lanccaster acabou cruzando seu caminho com o de Dýenel Heartlyne, uma habitante do outro lado de Hentia, e logo, da sede de conhecimento compartilhada entre eles, nasceu uma contínua e crescente amizade, a primeira amiga de Lanccaster, e até hoje provavelmente a única.
Lanccaster e Dýenel eram de mundos diferentes, literalmente, portanto, não podiam ver-se com tanta frequência, já que nenhum dos dois tinha permissão para ultrapassar a Floresta, mas Lanccaster passou a fugir com uma frequência ainda maior de casa e ir por ainda mais tempo para a Floresta, tudo pela chance de encontrar e aventurar-se com Dýenel, e segue essa rotina até hoje.

Família:



Pai
Nome: Gavriel Di Cristo
Idade: 50 anos
Relação: Gavriel é um tipo de pai muito preocupado e rigoroso, embora ausente. Entende que por conta da ausência dele e de sua mulher seu filho cresceu com seu temperamento difícil, e por vezes se culpa por isso. Mesmo sendo rigoroso e por vezes rígido demais, faz isso apenas por que ama Lanccaster, e ele sabe disso, embora raramente digam que amem um ao outro, preferem demonstrá-lo com gestos.



Mãe
Nome: Avani Diavolli Di Cristo
Idade: 40 anos
Relação: Avani é uma mulher vive de aparência, gosta de ela e sua família estejam sempre impecáveis, e condena Lanccaster pela maneira como sua aparência desleixada e seu temperamento forte abalam o perfeccionismo que ela tenta criar. Praticamente uma boneca de porcelana, usa tudo quanto é cosmético para parecer mais jovem e vive dando dor de cabeça à Gavriel com seus chiliques, ela e Lanccaster brigam muito nos raros momentos em que estão juntos.

Personalidade:

Lanccaster tem um temperamento forte e prepotente, faz aquilo que quer e quando quer, pouco se importando com o que os outros acham ou pensam sobre ele. Costuma ser direto e por vezes meio ríspido, mas não faz isso por mal, apenas nunca aprendeu a ser gentil com os outros, ele simplesmente é sincero e fala o que pensa.
Ele sempre fala como se sente e o que pensa, é extremamente sincero e dificilmente é visto mentindo, apenas o faz quando para proteger à ele mesmo ou seus amigos. Tem um estilo de vida meio underground e se relaciona pouco com pessoas do ciclo social que seus pais esperam que ele conviva, com as pessoas "chiques" da aristocracia, que ele simplesmente considera um bando de mimados que não sabem nada sobre a vida, mas convenhamos que ele fica bem de terno.
Apesar de sua personalidade meio explosiva, ele é extremamente inteligente, mesmo que não aparente, e em situações que exigem raciocínio rápido ou velocidade de aprendizado, sua face inteligente aparece, quem o vê assim chega até a pensar que é outra pessoa. Ele pode tratar alguém meio mal caso o julgue à primeira vista, mas se depois de uma conversa essa pessoa mudar seu ponto de vista e mostrar-se diferente do que ele pensou, como aconteceu com Dýenel, ele rapidamente passará à tratar essa pessoa bem melhor e gostar bastante dela, por vezes colocando o problemas dos outros acima dos seus.
Não suporta a sensação de estar preso ou de não poder fazer algo que quer, um dos motivos que leva-o à questionar a eficácia e necessidade da existência do acordo, ele gosta daquilo que não conhece, e tem uma sede constante por saber sempre mais de tudo, o que o leva à ter experiência básica em diversos assuntos, desde ciências exatas até questões sociais e psicológicas, o que o torna uma ótima companhia para todos os tipos de conversa, se você conseguir suportar seu humor sarcástico e por vezes negro e sombrio.

Gostos e desgostos:

Adora café e música, em especial rock grunge e reggae, além de amar fotografia. Tem uma enorme curiosidade sobre o lado mágico de Hentia e ama ler sobre os mais variados assuntos, tendo a leitura como um de seus passatempos favoritos além da exploração da Floresta da Solidão.
Detesta pessoas fúteis e desinteressantes, além de não suportar pessoas irritantes e que se acham melhores que outras. A ignorância é algo que também o irrita e tentar conversar sobre algo com alguém que fale merda sem discernimento do que está dizendo é algo que ele simplesmente não suporta de maneira nenhuma.

Como se sente em relação a Hentia?

Ele vê Hentia como provavelmente a coisa mais interessante que já ouviu falar. Leu tudo sobre o assunto e vive indo até a Floresta da Solidão, é, com toda a certeza, seu lugar favorito e que mais lhe desperta curiosidade e desejo de aventura, emoções estas que são as que praticamente guiam sua vida.

Como se sente em relação ao mundo moderno, ou seja, ao restante do planeta Terra?

Também é extremamente interessante, acha uma pena que, com a existência de Hentia, muitos dos humanos tenham voltado seus olhos apenas para lá e deixado de explorar a magia que existe em seu próprio mundo, mas mesmo assim ele considera a Terra igualmente mágica, apenas de maneira diferente.

Caso for um humano normal, como se sente em relação dos humanos hentianos? E aos seres mágicos?

Os vê com enorme curiosidade e sede de saber, e os tem como principal fonte de inspiração e poder sua atração, já que alimentam sua fome pelo desconhecido. Vê toda a Hestia e seus estranhos habitantes como uma nova realidade, na qual ele está desesperado para conhecer e se aventurar

Orientação sexual:

Heterossexual

Quer par? Se sim, como quer que seja a relação entre os dois?

Quero sim. A relação seria um tipo de convivência e práticas que estivessem o mais longe possível do tédio e da monotonia, com aventuras diferentes e planos diversos e variados a cada dia que se passasse. Definida por carpe diem, deverá ser uma relação extremamente intensa, com uma vontade compartilhada por ambos de viver cada momento como se fosse o último, já que, ao lado de Lanccaster, há sempre a possibilidade deste de fato o ser.

Alguma mania ou vício?

Maconha, além de por vezes ficar mordendo o próprio lábio quando nervoso ou entediado.

Traumas e medos:

Tem como único medo a ignorância, não quer morrer sem ser lembrado, e quer que seu nome esteja nos livros de História de séculos no futuro, quem sabe, como aquele que trouxe harmonia entre Hentia e o resto do mundo.

Quer acrescentar algo?

A tatuagem em suas costas







-- SEGUNDA FICHA --





Palavra-chave:

Hentia

Nome completo:

Dýenel Heartlyne Ignatius

Idade:

19 anos, nascida dia 13 de julho, portanto, uma canceriana.

Aparência:

Dýenel é dona de cabelos vermelho-escarlate que, em sua franja e parte das laterais, são naturalmente lisos e macios, em seu tom claro de vermelho que parece incendiar-se no sol, em contrapartida, em parte das laterais e em toda a parte de trás, ela transformou seus fios em dreadlocks, o que lhe dão uma aparência ao mesmo tempo desleixada e peculiarmente atraente.
Seus olhos são de um azul extremamente claro e vítrico, quase cinza, e são extremamente perspicazes e observadores, um reflexo de sua personalidade, eles sempre parecem brilhar um pouco, algo que aumenta ainda mais o charme da garota, seus olhos são adornados por cílios longos que são fruto da inveja de várias garotas.
O rosto de Dýenel é fino e bem delineado, tem lábios naturalmente avermelhados e um lindo sorriso, com dentes perfeitamente alinhados e brancos como neve, um piercing prateado enfeita o lábio inferior da garota.
Em termos de corpo, Dýenel é muito atlética pelas consequentes expedições que costuma realizar à Floresta da Solidão, tem uma barriga chapada e dura e seios medianos, mas igualmente firmes e arredondados. Bunda também média, uma das coisas que mais chamam atenção nela são suas pernas torneadas e atraentes, que costumam fazer-se visíveis em seus saltos e corridas através das saias longas e cortadas que costuma usar.



Classe:

Alquimista

Armas:

Costuma usar como arma de combate direto apenas um cajado, feito com madeira branca das árvores da Floresta da Solidão, e que conta com uma belíssima pedra-da-estrela em sua ponta. Usa esse cajado para condensar fótons e manipular o elemento luz. Além disso, seu amplo conhecimento alquímico permite-a criar e levar consigo poções injetáveis ou inaláveis que ela mesma cria, e que tem efeitos extremamente variados, alguns positivos (como injeções que aumentam temporariamente seus atributos físicos, como força e velocidade, ou que a tornam temporariamente capaz de fazer uso de outras capacidades mágicas, como as de Elementalista e Ilusionista, ou simplesmente injeções de cura rápida) outros negativos (normalmente em forma de gases, como gases que inibem a capacidade mágica de quem os inala temporariamente, ou mesmo gases venenosos, soníferos, inflamáveis ou sufocantes).

História:

Dýenel nasceu na parte mágica de Hentia, filha adotiva de um casal de mulheres, ela foi adotada quando muito pequena e não se lembra de sua vida, mas sempre sofreu certa discriminação por seus colegas pela orientação sexual de suas mães, o que acabou por torná-la reclusa da maioria de seus colegas, e a passar grande parte do tempo da Floresta da Solidão.
Por alguma razão, as mães de Dýenel sempre pareceram temer os humanos, Dýenel não era nascida na época das guerras entre os seres mágicos e humanos, mas imaginava que fossem sanguinários, bárbaros e assustadores pelo que suas mães lhe diziam, o que lhe levou à temê-los assim como ela.
Durante a infância, o potencial de aprendizado e velocidade de raciocínio de Dýenel já se faziam presentes, ela aprendia as coisas com enorme facilidade e adorava aprender coisas novas, sua paixão era a alquimia e o domínio das ciências da magia, e seu potencial logo foi convertido em experiência e poder, garantindo-a o posto como uma das mais jovens pessoas à tornarem-se alquimistas completos.
Ao atingir seus quinze anos, Dýenel estava em um de seus solitários passeios pela Floresta da Solidão, por mais redundante que isso possa soar, quando foi repentinamente surpreendida por um enorme Blood Dragon. Chocada com tão enorme criatura, Dýenel ficou paralisada de horror, e, incapaz de mover um músculo, se preparava para aceitar sua morte, até que algo a salvou e matou o dragão em frente aos seus olhos, não, não algo, alguém.
Foi nessa situação adversa que Dýenel conheceu Lanccaster, um humano, alguém que vivia do outro lado da Floresta, o lugar de onde ela nem em sonho poderia atravessar. Ele não era temível, não era cruel, não era bárbaro, era um pouco rude, de fato, mas era inteligente, amável, simpático e Dýenel amava estar junto com ele. Depois desse dia, Lanccaster e Dýenel passaram à encontrarem-se na Floresta da Solidão todos os dias, passavam horas juntos, pois sabiam que no final do dia cada um voltaria para a sua casa e ficariam mais horas sem se ver, assim nasceu a primeira amizade de Dýenel, com alguém que fora criada para temer.

Família:



Mãe adotiva
Nome: Laika Heartlyne Ignatius
Idade: 40 anos
Relação: Ela é a parte mais super-protetora de suas mães, preza muito pela filha e detesta vê-la pra baixo, mas ao mesmo tempo é meio rígida e tenta ao máximo evitar que ela faça burradas na vida. Ama tanto Dýenel quanto Kalishe e preza por sua família mais do que qualquer coisa, teve seus pais assassinados por humanos durante as antigas guerras, por isso os teme e detesta.



Mãe adotiva
Nome: Kalishe Ignatius Heartlyne
Idade: 29 anos
Relação: Sabe que muitos vêm com olhos preconceituosos a relação entre ela e Laika, e que isso pode afetar de maneira muito dura a vida de Dýenel, por isso, tenta ao máximo vê-la feliz e dá bastante liberdade à ela, para contrastar com toda a proteção que Laika insiste em impor. Ama sua mulher e sua filha mais do que tudo, e quer fazer seu máximo para evitar que algo aconteça com elas.

Personalidade:

Dýenel é extremamente inteligente e observadora, por vezes prefere ficar calada e escutar ao invés de falar e ser o centro das atenções. Muito observadora, ela sempre analisa de maneira extremamente detalhista tudo e todos, e repara muito bem nos detalhes de personalidade que esta pessoa venha à transparecer.
Por ter sido criada por um casal de mulheres, Dýenel é extremamente eclética, detesta julgar os outros pela aparência ou sem de fato conhecê-los, e detesta que façam isso com ela. É extremamente sentimental, ri e chora com facilidade, já chorou várias vezes por causa de uma resposta meio ríspida de Lanccaster e riu como uma louca várias vezes com as tentativas ridículas dele de pedir desculpas.
Muito corajosa e orgulhosa, quando se convence de algo, vai até o fim para provar que está correta, tem assim como Lanccaster uma enorme sede de conhecimento e sonha em conhecer o mundo além das fronteiras da Floresta, não suporta a ideia de viver em uma minúscula parcela de um mundo tão enorme. Prefere resolver as coisas com calma e diálogo ao invés de partir logo para briga, em contraponto de Lanccaster, e adora ter longas conversas sobre os temas mais variados, principalmente sociais, como preconceito e rivalidade entre raças.
Tem um senso de humor extremamente bobo e por vezes meio infantil, e vive sendo repreendida por Lanccaster, mas é boba e fofa à sua própria maneira, de fato, é meio infantil e ingênua, e Lanccaster vive tendo que tirá-la de situações perigosas por ela demorar muito à perceber as reais consequências de seus atos, mas no geral é uma pessoa boa e faria qualquer coisa por aqueles que ama.

Gostos e desgostos:

Adora doces e frutas, sabores doces são simplesmente a coisa que ela mais gosta no mundo. Também adora pessoas de mente aberta e que não julgam os outros, um dos motivos para ela amar crianças de todo o seu coração. Ama todos os tipos de pessoas sinceras, que segundo ela são três, bêbados, crianças e pessoas completamente insanas.
Não suporta egoísmo e pessoas ignorantes, detesta que falem de coisas que não tem conhecimento e fica muito irritada quando falam coisas preconceituosas sobre ela ou sua família, é o jeito mais fácil de levar porrada dela. Mesmo aparentando ser segura e ter personalidade forte, é extremamente sensível e se magoa com facilidade com comentários maldosos, algo que odeia em si mesma é sua incapacidade de segurar as próprias emoções, quando chora, chora rios, e quando ri, parece uma criança louca.

Como se sente em relação a Hentia?

Ama de coração a sua terra natal, mas acha que as pessoas de lá ainda são muito ignorantes e que deveriam estar abertos ao resto do mundo. Adora explorar os mistérios da própria terra natal, mas é inegável que o resto do mundo lhe desperta uma curiosidade muito maior.

Como se sente em relação ao mundo moderno, ou seja, ao restante do planeta Terra?

Quer do fundo do seu coração explorar esse mundo enorme, e não suporta a ideia de estar presa em uma parte tão pequena desse mundo colossal. Os mistérios da Terra a intrigam mais do que tudo, já leu tudo o que havia para ler sobre a Terra, mas seu sonho é conhecer e visitar aquilo que ilustra as páginas de seus livros, de preferência, ao lado de Lanccaster.

Caso for um ser mágico, como se sente em relação aos humanos hentianos? E aos humanos normais?

Cresceu sua vida inteira aprendendo à temê-los e odiá-los, mas conhecer Lanccaster mudou a opinião da garota, hoje em dia, ainda sente certo medo e inquietação diante de outros humanos, hentianos ou não, mas sente-se confortável com Lanccaster e sente que ele pode ensiná-lo à entender e viver em harmonia com os outros humanos.

Orientação sexual:

Bissexual

Quer par? Se sim, como quer que seja a relação entre os dois?

Pode ser, ela sente uma queda por Lanccaster. No geral, a relação entre ela e seu par seria algo de verdadeiro amor, ela veria seu par com enorme admiração e iria querer estar sempre ao seu lado, faria qualquer coisa por ele, e seria interessante se sua fofura imensurável fosse contraposta por um par meio ríspido, mas sensível por dentro, como o Lanccaster.

Alguma mania ou vício?

Tem a mania de ficar batucando suas unhas em qualquer superfície ou plataforma quando entediada, o que acontece com facilidade, também tem a mania de irritar Lanccaster sempre que pode, adora vê-lo irritado. Já provou maconha em um narguilé de Lanccaster, mas só fuma quando acompanhada dele.

Traumas e medos:

Ela tem medo de humanos, exceto Lanccaster, a mera aproximação de qualquer outro humano já é motivo para que ela queira fugir e se esconder, mas tenta combater esse medo em prol de seu sonho de viver em harmonia com eles, e, com a ajuda de Lanccaster, está lentamente apendendo a superar esse medo.

Quer acrescentar algo?

Acho que não, se lembrar de algo, aviso.


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