~mslawliet

mslawliet
Mad Hatter.
Nome: Luh/Lexie
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Indisponivel
Aniversário: 4 de Setembro
Idade: 20
Cadastro:

I N V A S I O N @; INTERATIVA


Postado


// OUTROS.

@; S U R V I V O R

Nome Completo: Na Ki Ryang (Humano)/Kira (Nome real)

Apelidos: Kira; conhecido como um apelido entre a espécie humana, "Kira" é o verdadeiro nome do habitante do corpo de Ki Ryang, dado pelo líder de sua espécie. Tendo a feliz coincidência do nome da humana começar com a mesma letra, não causara nenhuma suspeita.

Data de Nascimento: 08 de Agosto de 1992.

Idade: 24 anos.

Historia antes da Invasão: A grande monotonia da criação da vida não é algo de grande relevância para alguém como ela. Sua existência como todos os outros seres passara de um negrume infinito para um flash com mistura de cores intensas e ruídos, inicialmente, incompreensíveis. O tato viera logo em seguida, diversos pequenos choques úmidos em contato com a sua epiderme, fazendo um som estranho fosse emitido por suas cordas vocais jovens. Era um gemido? Um grunhido? A jovem mente ainda não tinha o conhecimento necessário para discernir o som estranho, bem como o que acontecia a sua volta. Naquele momento, bastava saber que ela existia.
Sua maturidade chegara cedo, os passos da aprendizagem começaram alguns dias humanos após a sua criação. Ela sabia quem era, o que era, o que faziam e o que estava destinada a fazer. Toda sua vida fora lhe entregue através de toques discretos com o membro principal da espécie. Ela não precisava preocupar-se, toda sua trajetória, existência e objetivos já haviam sido traçados, absolutamente tudo em prol da perpetuação e sobrevivência de sua espécie. A obediência e disciplina eram duas coisas indispensáveis, lhe fora dito, para sobreviver e garantir o sucesso de sua espécie. Tudo era sobre o bem de sua espécie.
Com a fase adulta atingida no que seriam dois meses na contagem humana, as habilidades físicas e psíquicas de Kira – seu nome honradamente dado por seu superior – começaram a mostrar níveis de crescimento avançados. Habilidades em combate eram altamente requisitadas, porém não somente a força física, que garantia grande parte do sucesso as invasões de sua espécie. Habilidades sensitivas eram muito raras entre os seus, para uma espécie em sua maioria com falta de empatia, possuir a capacidade empática era tanto um presente como uma maldição. A descoberta do dom se dera em sua primeira missão em campo, onde fora capaz de encontrar um grupo de “selvagens” em poucos segundos, escondidos no subsolo. Eram como estrelas em chamas no meio de um universo escuro, diria ela mais tarde, sobre como eram as emoções dos selvagens para ela.
Alguns dias depois um mecanismo seria adicionado ao organismo, especificamente onde sua parte consciente localizava-se, o cérebro como chamavam os seres humanos. Seu objetivo era controlar o recebimento de tais emoções, com a finalidade de não deixa-los permanecer dentro de sua consciência por muito tempo. Empatia era um presente e uma maldição entre os seus. Enquanto era útil para o extermínio dos “selvagens”, era uma ameaça ao sistema ditatorial imposto em sua espécie. Opiniões eram irrelevantes, somente o melhor para a espécie era o que sempre importava. Era o que ela diria mais tarde quando outra ordem de extermínio chegaria ao seu departamento.

Historia depois da Invasão: Não fora sorrateiro e calmo como em seu amago teria desejado, ela detestava tal alarde. Os gritos, a correria, a destruição. O desgosto fora ainda maior ao encontrar o estado degradante do próprio planeta, ela quase podia ouvir o grito da própria Terra em socorro. Como tais seres não poderiam ter apresso ou qualquer respeito por sua própria casa? Kira não tinha duvida de que se, sua espécie não teve agido antes – pela sede degradante de seus lideres de conquista – o próprio planeta se auto-destruiria para começar de novo.
Seu hospedeiro fora uma tarefa fácil, o que não surpreendera Kira. Passaram tempos observando o comportamento da espécie humana antes de tomarem a decisão de invasão. Apesar de todas as conquistas dos seres humanos, a extraterrestre ainda não compreendia a falta de poder psíquico da raça, para um grupo que se considerava extremamente avançado aos animais, os seres humanos realmente possuíam uma mente fraca e facilmente manipulável. Esta ultima parte fora o que recebera das memórias de sua hospedeira atual. Seu nome era Ki Ryang, uma feliz coincidência ao começarem o nome com a mesma letra. Aparentemente, a jovem estava em sua plena juventude, madura e extremamente bela, este ultimo no qual ela realmente se orgulhava e utilizava como arma para conseguir o que quisesse. Através de uma viajem minuciosa pelas memórias humanas mais tarde, Kira viria a descobrir que Ki Ryang nunca fora uma criança desejada. Os pais a conceberam em uma noite com desejos carnais movidos pela influencia do álcool em seu sistema. Como resultado de tal saber, Ki Ryang crescera em uma menina amarga, um tanto desprovida de remorso e a capacidade de saber que poderia tratar a os machos da sua espécie como escravo apenas com um sorriso inocente e olhos pidões.
A escolha para a hospedeira fora principalmente por sua aparência, não para se utilizar de prazeres carnais como a jovem Ki Ryang era muito bem conhecida a fazer. Para Kira, ela viu na jovem um rosto puro, inocente, jovem e gentil, um rosto que muitos julgariam inofensivo, incapaz de ferir ou machucar qualquer criatura viva, ainda mais pela aparência franzina e pálida. Um julgamento superficial com o qual ela contava para cumprir seus deveres para com a raça. Os seres humanos tinham o defeito de confiaram naquilo que sua visão lhes mostrava, um grande erro de fato, já que a visão é conhecida por ser o sentido mais fácil de ser enganado. A pratica mostrara o resultado, já que os pais de Ki Ryang mal notaram a mudança na jovem, preocupados com todo o caos instaurado pela espécie, mal notaram quando a menina abrira a porta dos fundos e deixara homens de aparência suspeita entrarem pelas portas dos fundos de sua residência. Era tarde demais, quando o primeiro tiro atingira a testa do pai da família.
Infelizmente, para Kira, a fachada de órfãos humanos era necessária para se aproximarem dos selvagens para o extermínio. Assim, o caçula da família fora o segundo dos Na’s a ser hospedeiro de um dos novatos do esquadrão de Kira, Newt, ou como era seu nome humano, Na Jaemin. A missão era clara, inserção da espécie ou extermínio, pois era tudo em prol da sobrevivência de sua espécie.

Por que concordou com a Invasão: A ordem de invasão chegara ao seu departamento de supetão. É claro que muitos ficaram confusos, o planeta que habitavam ainda era estável, rico e aparentemente seguro para sua espécie prosperar. Entretanto, segundo as palavras de seu líder uma forte "ameaça" vinda do infinito obscuro e silencioso no universo estava chegando a sua morada, para destruir e aniquilar tudo o que mais prezavam. Que ameaça? Bem, ninguém sabia além do líder e seu círculo de confiança, segundo o mesmo, quanto menos pessoas soubessem, mais seguro os seus estariam. É claro que, para os ouvidos e psique de Kira a situação em si era estranha, não houvera nem um alarde da equipe de observadores sobre uma nova ameaça, porém, logo um leve choque em sua nuca a fez parar de especular as ordens de seu líder. As palavras do líder eram sempre verídicas, não havia espaço para contestação. Seguir o líder era conseguir viver mais um dia. Afinal, o líder apenas fazia tudo em prol da sobrevivência de sua espécie.

Personalidade: Ki Ryang era conhecida por ter uma personalidade borbulhante, alegre, uma menina altamente popular, do tipo que flertar com qualquer um que use uma calça e tenha músculos abdominais. Egoísta, possessiva, capaz de fazerem todos a ama-la com um único estalar de dedos. A perfeita imagem de Regina George. “The Mean Girl” era seu título entre seu círculo de confiança, ela sabia muito bem ostentar uma máscara para conseguir o que queria, enquanto por dentro, sua aura era tão escura como a própria Malévola. Não que Kira realmente se importasse com sua aura, Ki Ryang fora jogada para o esquecimento no momento em que Kira assumira seu corpo por completo. Para os de fora, a mudança em Ki Ryang era sútil, não haviam mais gracejos ou sorrisos calorosos lançados aos rapazes do sexo masculino com o qual era vizinha, não mais sorrisos simpáticos, nem um sorriso em tudo. Mesmo seus olhos, sempre brilhantes, que pareciam esconder um segredo malicioso, perderam qualquer expressão. Eram de um vazio assustador. Pelo treinamento árduo com que fora submetida desde sua existência no cosmo, Kira aprendera a manter a expressão neutra, indiferente; como uma folha de papel totalmente em branco sem qualquer cor ou rabisco, uma superfície plana, sem amassados ou rasura. Perfeita. Inexpressiva. Desinteressante.
Expressões faciais eram raros, sorrisos de Kira eram verdadeiras “joias perdidas”; alguns membros de sua própria espécie duvidavam se ela mesmo sabia o que era sorrir, isso mostrou-se infundado já que alguns juraram ter visto uma pequena curva em seus lábios rosados no dia em que Newt fora inserido no caçula da família Na.
Kira é uma pessoa extremamente difícil de irritar, na verdade, ela é a pessoa mais irritante que alguns poderiam conhecer em sua vida. Sua falta de reação para com os outros ao seu redor era enervante, o simples olhar vazio e a face indiferente fariam qualquer um com bom senso tremer em sua presença. Alguns tinham suas duvidas se a garota era mesmo abençoada com o poder da empatia, sua falta de emoções era digna de um soldado perfeito, sem remorso ou pensamento algum em fazer o que lhe ordenavam, mesmo que seria a coisa mais horrenda possível.
O sarcasmo fora algo que adquirira após longas horas vasculhando as lembranças de sua hospedeira, apesar de não ter qualquer pingo de sentimento em suas palavras; apenas os muito observadores poderiam discernir uma pequena curva nos lábios rosados indicando, o que os humanos chamariam, de um sorriso zombeteiro sempre que fazia algum comentário insultuoso. Mas em geral, Kira admitia, com grande relutância, que ainda desconhecia os sentimentos humanos, por mais seja o tempo que explorasse as memórias ou lesse diversos livros de psicologia sobre o assunto.
O “amor” era seu maior mistério. Kira não conseguia entender porque os humanos gostariam de sentir tal coisa vil, segundo sua analise fria, o amor era o sentimento mais mortal, capaz de influenciar, machucar e destruir a racionalidade dos seres humanos. Ela suspeitava que jamais compreenderia tal emoção e também não possuía tal desejo, já que, como hospedeira de tal casaca humana, se recusaria a ser submetida a tal espécie de ilusão.

Posição entre os outros (ex: caçador ‘que caça os humanos’): Buscadora/Caçadora.

Aparência:
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Digna de ser dada o título de "rainha do amor e da beleza", a aparência de Ki Ryang bate contra os princípios humanos, indo de encontro a beleza etérea. Os olhos de um castanho claro natural, que a primeira vista passam por inocentes, dando mais veracidade a expressão angelical e frágil do rosto com nariz reto, lábios finos, rosados e bem desenhados; acompanhado de maçãs do rosto extremamente rosadas. A pele pálida e leitosa, contrasta com a cor cinza-roxeado de seus cabelos tingidos, que para Kira davam-lhe um toque agradável para demonstrar que, mesmo trajando uma casca humana, lhe havia um ar diferente. O corpo esguio e pequeno, porém com saliente de forma discreta, com seios médios e coxas torneadas, digna dos padrões de beleza de um país patriarcal como a Coreia. Possuindo apenas 44 kg e 1,61 cm de altura.

Amigos:

Kang Seulgi, hospedeira de Celine, 22 anos.
Kang Seulgi era amiga de infância de Ki Ryang. Bem, uma amizade estranha no mínimo, já que quando se conheceram as duas se recusaram a sentar perto uma da outra, tudo começara com um simples cupcake. Aparentemente, com a idade de 5 anos, Seulgi era uma criança meio selvagem, não tendo nenhum escrúpulo ao roubar o cupcake que Ki Ryang trouxera de lanche. É claro que isso gerara um enorme estardalhaço, o que levara ambas a se sentarem no "cantinho do pensamento", como chamava sua professora. Porém, nenhuma das duas eram boas em manter um silêncio harmônico e logo começaram a conversar, descobrindo que ambas possuíam muitos gostos em comum. Assim uma amizade forte florescera entre ambas. O fato de Seulgi estar na casa de Ki Ryang no momento da invasão fora pura sorte, pelo menos para Celine, a qual Kira, não tinha ideia do porque, a adorava completamente. Celine fora mandada em uma idade jovem para os treinamentos de campo, porém logo descobriu-se que a fêmea não poderia lidar com tal carnificina, assim, sendo Kira sua "capitã" em determinada época, ela conseguira que Celine fosse transferida para a profissão de professores. Desde então, Celine dedicara todo o seu tempo livre a passar perto de Kira, e isso incluía possuir o corpo da melhor amiga do "terno de carne" o qual Kira vestia. A relação de ambas se resume a tagarelice incessante de Celine enquanto Kira apenas balança a cabeça ou faz pequenos comentários por educação. Não que Kira detestasse Celine, pelo contrário, a buscadora achava a presença da professora extremamente reconfortante, porém, como de praxe, Kira era alguém de poucas palavras.

Kim Jennie, hospedeira de Akima, 21 anos.
Akima seria algo, que os humanos denominariam, sua "irmã de alma". Akima e Kira foram criadas no mesmo momento, sua existência deu-se sem uma "vírgula" de diferença entre os tempos. Calma, pacífica e com uma mentalidade fria que assustava muitos, Akima ficara sob o mesmo pelotão de treinamento físico antes de decidir seguir para a área medicinal de sua espécie, para tornar-se uma curandeira, responsável, principalmente, pelas inserções de sua espécie em "ternos de carne", como Akima gostava de denominar. Akima e Kira encontram o conforto na presença uma da outra, apesar de ambas ostentarem a dificuldade de comunicação. Akima fora a responsável pela inserção do mecanismo inibidor em seu cérebro e, muitas vezes, Kira jura ver uma pitada de tristeza em seus olhos quando o assunto é mencionado, como se Akima se arrependesse de ter feito tal coisa. Porém, Kira não dá a devida importância ao fato, apenas afirmando, e sua psique concordando que tal visão era apenas sua imaginação.

Inimigos (Nome, Idade, como se conheceram, relação com ela e porque viraram inimigos):

Ahn Ahreum, hospedeira de Ripley, 24 anos.
A inimizade de Ripley e Kira começara nos campos de treinamento. Para serem aceitos no programa de buscadores, todos tinham o árduo desafio de combaterem seus veteranos, para a infelicidade de Kira, Ripley era sua adversária. Era fácil notar a arrogância na outra fêmea, ela emanava como o cheiro de possas de sangue, ferro seco e nauseante. Porém, derrotar a veterana não demonstrara qualquer desafio para a novata Kira, que em poucos minutos tinham a outra fêmea rendida com as garras em sua garganta. Isso causou surpresa, vergonha e ódio em Ripley, que tornara a missão da sua vida destruir a existência de Kira. Claro que isso tornara-se cada vez mais difícil, Kira só demonstrava um excelente desempenho e ótimos resultados, a ponto de conseguir cargo a par com Ripley dentre os outros buscadores. Na maioria das vezes, Kira ignora os comentários nada agradáveis da outra fêmea, preferindo dar um olhar totalmente inexpressivo e desinteressado do que gastar saliva com Ripley, aparentemente o silêncio e a falta de reação de Kira, irrita mais a outra fêmea do que qualquer coisa.


Família:

Na Jaemin, hospedeiro de Newt, 19 anos.
A relação de Jaemin e Ki Ryang era a típica de irmão mais novo com irmã mais velha; Jaemin gostava de constranger sua irmã em todos os momentos ou ser sempre o "estraga prazeres" quando encontrava sua irmã aos amassos com algum cara qualquer. Uma relação simples e típica, o carinho entre ambos era demonstrando por seus comentários maldosos um com o outro, uma relação de afeto não compreendida pela maioria dos adultos, como de praxe. A conexão de Newt com Kira, assim como com Celine, ainda é um mistério para a fêmea. Diferente de Kira, Newt tem uma atitude positiva, sempre pronto para o trabalho. Para um buscador, ele é extremamente enérgico e possui uma capacidade concentração limitada, o que fez muitos dos seus colegas apelida-lo de "filhote de cachorro". Por ser totalmente empenhado em agir o mais humanamente possível, Newt é muito sociável e facilmente se torna amigo de quase todos. Talvez fora essa a habilidade que fizera com que Kira tomasse o jovem macho sob sua asa. Assim como Celine, Newt encontra a necessidade de falar desde um pequeno grão de areia ao que farão no dia seguinte; enquanto Kira apenas acrescenta respostas monossilábicas aos seus longos monólogos.

Tipo de pessoas que gosta: Kira é alguém que prefere ignorar a maioria das pessoas ou sua própria espécie, em suma ela não é uma pessoa sociável, traduzindo rudemente, ela não gosta de outras pessoas. Pessoas que adquirem seu favor ou talvez, um pouco de sua afeição, ainda são um mistério para ela mesma, como Newt (Jaemin) e Celine (Selugi), extremamente faladores e enérgicos; no fim, ela prefere pessoas calmas, suaves e frias, como Akira (Jennie), que procuram raramente preencher o silêncio confortável, apenas emanando a presença tranquila e calma, sem agitação ou excitação.

Tipo de pessoas que não gosta: Arrogantes. Uma palavra perfeita para aplicar-se Ripley (Ahreum); com uma necessidade incessante de pisar sobre os feitos dos abaixo de si, ou provar sempre ser a melhor em tudo. Para Kira, esse tipo de emoção fútil não é algo que deveria ter lugar entre os seus, sua espécie é racional e com a psique clara, e não impulsionada por tais sentimentos mesquinhos. Ou assim ela acredita.

Gostos: Kira se considera um ser simples de gostos simples. Ela gosta do silêncio, sendo uma pessoa extremamente antissocial, seria típico que a mesma encontra-se o conforto em ambientes vazios e silenciosos; Ela desenvolveu um estranho vício pela substância comestível que os seres humanos denominam como panquecas de mirtilo; Encontrou-se fascinada pelo estudo da psique humana, gostando de ler livros de filósofos, cientistas ou pesquisadores, como Aristóteles, Einstein e Freud; Também encontra distração nas leituras de fictícias, principalmente no gênero terror - este sendo um dos favoritos de Ki Ryang - do autor Stephen King.

Desgostos: Não há muitos desgostos na vida de Kira, ela é, praticamente, uma pessoa extremamente indiferente, não tendo vontade o suficiente para importar-se com coisas que a irritam. Em uma pequena lista, ela colocaria como coisas que ela desgosta, a planta alimentícia da espécie humana chamada de brócolis; ou aqueles que se atrevam a encostar o dedo em seu pequeno círculo (Newt, Celine e Akira), ela não é facilmente irritável ou desgostosa, porém é capaz de transformar-se em um ser inumano quando se trata destes três.

Manias: A mania fora adquirida das memórias de Ki Ryang, inconscientemente. Algumas vezes, Kira se pega mordendo as pontas das canetas de forma pensativa, sem perceber ou sentir quando a leva os lábios e usa os dentes para amassar sua ponta plastificada; Quando diante de algo que não compreende, os lábios rosados costumam formar uma pequena protuberância com o inferior - um beicinho como os humanos chamam; é difícil irrita-la, porém, quando chega ao estado extremo de sua irritação ao ponto homicida, Kira sempre costuma dilatar as pupilas de seus olhos humanos, deixando todo o castanho coberto de um negrume sobrenatural, muitos dizem que ela realmente aparenta uma ser uma besta neste estado.

Medos, traumas & fobias: Não classificado como medo em sua psique, Kira teme o dia em que sua espesse perecerá como tantas outras com as quais eles mesmos liquidaram; trauma adquirido de cheiro de clorofórmio, é incapaz de estar dentro de um ambiente hospitalar sem sentir-se tensa, sentia-se assim desde que o mecanismo inibidor fora posto em seu organismo; aracnofobia (medo de aranhas) fora adquirida inconscientemente pelas memórias de Ki Ryang.

Favoritos:
Cor: Lavanda; Música: Wreak Havoc, Skylar Grey; Filme: Gone Girl; Série: Supernatural; Personagem: L Lawliet; Animal: Pantera; Estação: Inverno; Número: 8.
(OBS: Gostos baseados em Ki Ryang, inconscientemente adquiridos por Kira).

Roupas:


Faça uma breve descrição de seu estilo: Diferentemente de Kiryang, que gostava de roupas mais ousadas com mais pele a mostra; Kira restringe-se a roupas confortáveis, como jeans e tênis, optando por algo extremamente mais social quando há missões ou reuniões na presença dos líderes de sua espécie, já que o código de vestimenta deve ser impecável quando em serviço.

Cuple/casal primário:
Kwon Jiyong/G-Dragon. (Big Bang)

Cuple/casal secundário:
Song Mino. (Winner)

Cuple/casal reserva:
Simon Dominic. (AOMG)

Como se conheceram? A primeira que fez que se encontraram, realmente não era algo que Ki Ryang – se ainda estivesse presente – classificaria como romântico. Houvera uma falha na segurança de sua base, alguém conseguira entrar e matar grande parte do esquadrão de buscadores presente naquele momento. Como? Isso ainda era um mistério. Alguns apostavam em um espião ou um traidor entre os seus, o que era difícil, já que se houvesse alguém com tal deslealdade ente eles seria logo detectado pelos outros, era difícil esconder suas intenções de sua espécie.
Ela lembrava do barulho incessante do alarme, a luz avermelhada refletindo contra as paredes brancas, a correria dos buscadores presentes no local naquele determinado momento; a descrença nos olhos de alguns, e todos pensavam o mesmo: quem era suicida o bastante para invadir sua base? Apenas um dos invasores humanos havia ficado para trás quando Kira chegara ao local, seu nome, mais tarde ela saberia, era Kwon Jiyong. Ele era feral, sua aura em si exalava um instinto puro e animalesco; era como se toda a racionalidade fora embora e apenas deixasse um animal em um corpo de homem. Ele havia matado o interrogador, o cheiro de sangue serpenteava pelo ar, deixando um oco no estômago de Kira ao sentir o cheiro de sal e ferro do liquido rubro. Ele estava em posição encurvada, como um animal arisco e respirava pesadamente, era possível ver o brilho de suor em sua testa contra as luzes fluorescentes. Não houve muito tempo para o humano erguer novamente a pistola, em poucos segundos era possível ver um dos buscadores ataca-lo pelas costas e injetar-lhe uma seringa do que, ela supôs, ser de tranquilizante. Mesmo assim, o garoto havia resistido alguns segundos antes de deixar as pálpebras cobrirem a escuridão de seus olhos castanhos. Naqueles míseros segundos, os olhos do humanos se conectaram aos de Kira, e naqueles míseros segundos, o mecanismo em seu cérebro emitiu uma carga elétrica que fizeram suas pernas tremerem e quase perder o equilíbrio. Ela não havia pensado em nada, nada que justificasse o comportamento do mecanismo, sua mente estava em branco. Então porque, quando os olhos de Kira olharam para os de Jiyong, o mecanismo reagira?

Relacionamento com ele: Aparentemente, no momento, Kira era a única qualificada para assumir o cargo de interrogador temporariamente, o que fez a fêmea soltar um suspiro de aborrecimento. O jovem era extremamente... irritante, ela sentenciou com a palavra agradável, já que muitos de seus colegas não poderiam aguentar seus insultos infantis antes de sentirem-se dotados de uma fúria assassina e partirem para sua aniquilação. Kira era a única que podia lidar com Kwon Jiyong. Nada do que o humano diria a ela era capaz de surtir algum efeito, isso, como a todos os outros que conviviam com a fêmea alienígena – especialmente Ripley – o frustrava. Era a rotina comum, Kira desceria para as celas, agarraria o humano pela lapela, arrastando-o sem cerimônia para uma sala privativa, onde faria as mesmas perguntas de sempre: quem o mandara? Como ele entrou? Como ele soube sua localização? Havia mais alguém que sabia? E como sempre, o rapaz replicaria em tons sarcásticos e zombeteiros, nunca respondendo as questões e frustrando-se por não conseguir qualquer reação de Kira. Mal sabia ele, o que realmente passava-se na mente da fêmea. Kira estava borbulhando, cada vez que ela olhava em seus olhos ou ouvia a voz rouca e firme, um choque em seu cérebro fazia sua espinha tremer e querer jogar-se contra o chão frio. Porque isso acontecia? Porque o rapaz possuía tal efeito sobre ela? Ela negava de todas as formas ser a chamada “paixão a primeira vista”, ela não possuía sentimentos humanos. Droga, ela nem mesmo era humana, era apenas uma alma do cosmos que ocupava um terno de carne que não lhe pertencia. Era frustrante para ambos. Mais frustrante ainda para Kira, que não podia se dar ao luxo de pedir suas questões particulares. Ela apenas... não conseguia, cada vez que abria a boca para fazer a questão que tanto assolava sua mente, as mesmas perguntas robóticas saiam de seus lábios. Era como se algo a impedisse de perguntar. Algo que a impedia de saber o que realmente estava acontecendo.

Quer ser mais próxima de uma das garotas? Depois de toda a questão alien não é tão diferente de humanos, talvez. Isso será um longo caminho. q

Alguma sugestão para a fic? Por enquanto não.

Algo a acrescentar? Mecanismo em seu cérebro: Eu pensei nessa parte da história em específico, como um tipo de ship de controle imposto na mente dela. No dia da inserção, ela resistiu, como se soubesse o que aconteceria, porém, é claro, não teve resultado. Eles, os superiores, apagaram parte de sua memória, deixando-a apenas supor que ela tinha aceitado esse mecanismo de bom grado. Esse mecanismo é fabricado com partes do DNA do líder, assim ele é capaz de manipula-la e impedir de ter "consciência própria".
Relação com Jiyong: Bem, você vai notar de cara que a relação em si já é complicada, ambos estão de lados opostos. Mas ainda mais, Kira não sabe definir o sentimentos de amor, é como uma criança perguntando pela primeira vez o porque de o céu ser azul. Sugiro que dê "passos de bebê" com esses dois, já que em si a relação já é complicada, com alguém extremamente aérea e sem noção aos sentimentos como Kira será difícil. Sugiro que ele seja o único a descobrir o que o ship faz com ela, o primeiro a sentir "afeição" em direção ao inimigo.

Posso modificar algo em sua ficha? Claro.



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