~Nary-

Nary-
Nome: Giraffa ❀ Naiara ❀
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: São José dos Pinhais, Paraná, Brasil
Aniversário: 4 de Setembro
Idade: 14
Cadastro:

[ нı∂є αη∂ sєєk ] ☾Ficha☽ ✓


Postado

Lєτ's ρℓαy нi∂є αท∂ sєєк, Sнυ.


『F I C H A』

『Nome Completo:』
Nanami Kurosaki.

『Apelido(s):』
Nana: O apelido fora dado pela irmã mais velha, quando Nanami tinha aproximadamente dois anos de idade e aprendia a falar. Sempre foi o apelido pelo qual ela era mais chamada, utilizado principalmente por sua família.

Kuro: Recebeu o apelido de uma das colegas de classe, nos seus primeiros anos ginasiais. Ele acabou pegando e ela passou a ser chamada assim por boa parte dos seus colegas, normalmente usando o sufixo "san".

Nami: O apelido foi criado por sua melhor amiga, sendo sempre usado como "Nami-chan". A garotinha deu à ela este apelido com o intuito de que apenas ela pudesse usá-lo.

『Idade:』
18 anos de idade. Nasceu no dia 10 de Abril, sendo ariana.

『Aparência:』
Chidori Takashiro, Kiznaiver.















Nanami tem cabelos avermelhados e lisos, os quais normalmente ficam presos num rabo de cavalo alto, num elástico amarelo. Utiliza também uma presilha da mesma coloração do elástico, o qual prende a parte direita de sua franja. Seus olhos são do mesmo tom do cabelo e a pele é bronzeada. Suas curvas são bem distribuídas, mas em tamanhos não tão satisfatórios.

Nana usa uma blusa preta simples com um suéter verde água de mangas grandes por cima. Uma saia com babados rosa bebê e uma meia preta 3/7.



『Personalidade:』
Nanami era normalmente evitada pelas pessoas por aparentar ser agressiva; pelo menos era assim nas escolas que ela frequentou. Perde a paciência tão facilidade quanto recupera sua calma após espancar algo ou alguém. Pode parecer ser fraca, mas seus socos e chutes doem, e bastante.

Mesmo depois de se apegar ou confiar em alguém, continua a mesma no quesito "agressividade". Mas, passa a ser um doce. Adquirir sua confiança significa tê-la grudada em si boa parte do tempo, sendo amorosa e gentil. Mas, não se adquire sua confiança tão facilmente.

Aparenta ser bobinha, mas seus sorrisos e piadinhas sem graça escondem seu lado sombrio, por assim se dizer. Ela desconfia de qualquer um, não importe o quanto ele pareça ser inocente. Aprendeu com sua vida que nem tudo é o que parece, por isso não acredita muito nas pessoas. Conhece as pessoas e suas façanhas, fora obrigada a aprender com o tempo que nem tudo são flores.

Ela faz o que acha ser certo. Se arrisca, acreditando nos próprios instintos. É orgulhosa o suficiente para não admitir que está errada mesmo quando sabe que está. Até ela mesma tem consciência de que este seu lado é irritante; mas faz parte de si, não há como mudar. A não ser que você seja muito importante para ela, ela não se desculpará na hora, mesmo estando erradíssima. Normalmente, com o tempo, ela acaba cedendo e se desculpando. Mas as vezes o tempo foi o suficiente para que ela não possa mais ser perdoada.

Vive cada dia como se fosse o último. Faz o que quer, quando quer. É um tanto quanto imprevisível, mas é transparente para os que realmente a conhecem. É muito forte sentimentalmente. Odeia chorar, e raramente o faz. E, quando o faz, não gosta de o fazer na frente de outros. A não ser que não consiga se conter, ela procurará um lugar onde possa chorar silenciosamente, sem olhares de pena ou consolos que ela considera apenas palavras vazias e sem significado.

É atenciosa o suficiente para perceber a menor das mudanças na aparência, humor ou qualquer coisa. Está sempre atenta à tudo e todos ao seu redor, por parte pela desconfiança, parte por ser simplesmente um costume. Ela tem seu lado sombrio, mas seu lado amoroso normalmente é o que as pessoas mais veem. E ela prefere que permaneça assim.

Ela se constrange facilmente quanto a coisas e assuntos pervertidos, por assim se dizer. Ela poderia ser comparada a um tomate, quando ouve falarem coisas de duplo sentido ou pessoas se agarrando por aí. Tem a boca suja e odeia que digam coisas como "mocinhas não deviam falar palavrões!". Isso a irrita extremamente. E, não importa o quanto digam, xingar é até um modo de fazê-la manter a calma -apesar de que ela nunca consiga mantê-la por muito tempo-.

『História:』
Nana, tecnicamente, foi a causa da morte da mãe. O casal sabia que ter outra filha era arriscado, mas mesmo assim, quiseram tê-la. Mas, a mulher, Lisa Kurosaki, não aguentara e faleceu no parto. Claro, Nanami sobrevivera, apesar de todas as complicações durante o parto. Ela carrega o peso da culpa da morte da própria mãe até os dias atuais.

O pai sempre a culpou. Desde a morte da esposa, passou a ser mais rígido com ambas as filhas. Nana foi criada por babás. No plural, pois ela teve várias. O motivo de serem demitidas sempre era o mesmo: elas se "metiam" na vida alheia. Dizia para o pai das garotas, Ken Kurosaki, que ele devia tratar melhor as próprias filhas. Que deveria ser melhor para elas. Um pai mais amoroso, mais presente para as pequenas.

A infância de Nana se resumiu a isso. Babás, tendo sua irmã sempre ao seu lado, como sua melhor amiga, como sua única companhia durável. Mas não durou para sempre. Quando sua irmã, Hana Kurosaki, tinha seus treze anos e Nana seus dez, ela não aguentou mais. Ser pressionada pelo pai. A saudade da mãe. Os problemas escolares. Então, ela saltou do terraço do prédio vizinho à casa em que eles moravam. Deixou uma carta de despedida, com poucas palavras.

"Sinto muito, mas eu não aguento mais tudo isto. Nana, não queria te abandonar... Saiba que eu te amo e sempre estarei contigo! Espero que seja mais forte que eu. Aguente, viva, seja livre, seja feliz! Por mim, pela mamãe, e por si mesma.
Adeus."


Aquilo ferira Nanami de modo que ela se afastou de tudo, de todos. Sua rotina se tornou casa, escola, casa. Quando em casa, ela apenas se trancava no quarto e ficava lá, só. Não comia, não se relacionava com as pessoas, não fazia nada. Aquilo começou a preocupar os colegas. Nana, a garota extrovertida e briguenta, havia perdido todo seu brilho e se tornado apenas escuridão.

Quem a salvou foi um garotinho de sua turma. Quando Nana tinha seus quinze anos, o conheceu. Seu nome era Yuuki Yoshida. Ele era novato e tímido, mas logo conversava normalmente com todos na turma. Menos com Nana. Ela apenas ficava quieta em seu canto. Não conversava com ninguém, não olhava para ninguém, apenas respondia à chamada e prestava atenção nas aulas. Num dia, na saída, ele a perguntou porque ela era assim. Sua resposta foi direta.

"Não tenho motivos para sorrir." Foi sua resposta. Ele jurou à ela que a daria motivos para sorrir. Então, todos os dias, ele ficava com ela. As vezes conseguia trazer mais colegas consigo para tentar animar Nana, mas nunca deu certo. Depois de exatamente cinco meses de "amizade", ele conseguiu arrancar um sorriso dela. Então, com o tempo, ela voltou a ser a Nanami de sempre. Recuperou o peso perdido, voltou a sorrir e socar os garotos que a irritavam como sempre fazia. E eles se apaixonaram.

Quando Nana se declarou, eles começaram um namoro. Fora com o garoto que ela perdera todas as suas "primeiras vezes". Perdeu com ele, inclusive, a virgindade. Eles se amavam como um casal clichê de um filme de romance de Hollywood. Mas não durou para sempre. Após dois anos de namoro, ele terminou com ela, relatando ter que mudar de cidade. Ela insistiu, mas para ele, já tinha acabado. Eles deixaram de se ver e falar, e tudo o que aquela relação resultou foram belas memórias e dois corações partidos.

Sua vida correu normalmente. Voltou a rotina de antes, mas agora não era mais a garota triste e solitária de antes. Ela havia voltado a ser a mesma, mas... Sentia falta de seu primeiro amor. Ela superou, continuou sua vida, mas não foi capaz de esquecer.

Passaram-se alguns anos, quando ela voltava da escola. Como sempre, os fones de ouvido conectados a seu mp3 tocavam uma música no último volume em seus ouvidos. Ela saiu mais cedo, já que eles haviam feito uma "simulação de incêndio". Quando ela entrou na casa, seu pai beijava uma mulher com paixão e retirava sua roupa. Eles pareceram não escutar o barulho da porta, mas, a garota correu. Correu, com todas suas forças, para bem longe. Para ela, aquilo era a pior das traições. De tudo que seu pai havia feito para si, aquilo era pior. Já faziam anos, ele devia ter superado, mas Nana não aceitava. Foi assim que acabou numa floresta desconhecida, num lugar desconhecido, com os fones ainda em suas orelhas.

『Personagens da História:』


Lisa Kurosaki. Morreu aos vinte e sete anos de idade, durante o parto de sua segunda filha. Foi uma mulher gentil e calma. Uma ótima mãe e conselheira, que deu muita atenção à sua filha mais velha, a única que foi capaz de conhecer. Nana sabe pouco sobre ela, só viu uma foto ou outra e comentários da irmã que não se lembrava muito bem dela, afinal, só ficou com a mulher por três anos de sua vida, quando era uma criancinha; não conseguia se lembrar.


Hana Kurosaki. Morreu aos treze anos de idade, suicidando-se. Era uma garota divertida e sorridente, mesmo nos momentos mais difíceis. Foi uma das pessoas mais próximas de Nanami; também uma das que ela mais amou.





Ken Kurosaki. Vivo, quarenta e seis anos de idade. Antes era calmo e educado, mas, após a morte da esposa, tornou-se exigente com todos. Um homem cruel, calculista, impiedoso. Foi o que ele se tornou. Ele e a filha nunca tiveram uma boa relação, por isso, Nana sempre o evitou, queria que todas as brigas deixassem de acontecer; mas ele parecia querer mais delas, não diminui-las. Sempre achava um motivo para julgar as próprias filhas, tentava sempre achar um jeito de irritar ou magoar elas.


Yuuki Yoshida. Vivo, dezoito anos de idade. É uma garoto tímido e gentil, "uma graça", na opinião de Nanami. Eles já foram bem próximos, namoraram por anos, mas, quando os pais do garoto anunciaram que eles se mudariam, ele achou que terminar fosse o melhor para os dois, e o fez. Atualmente, eles não se falam mais.

『Gostos:』
Nana ama coisas fofas como pelúcias, animais, crianças...;

Ela acha infantil seu gosto por pelúcias, mas nunca abandonaria suas amadas pelúcias fofinhas e maciais. As cuida muito bem e as mantinha como decoração nas prateleiras de seu quarto;

Sempre quis ter um animal de estimação, mas seu pai não me permitia. Por isso, sempre simpatizou com animaizinhos de rua. Sempre que encontrava um, não importasse a situação, ela parava, alimentava com o que tivesse e acariciava. Lhe doía o coração ver os animaizinhos abandonados, mas não podia trazes consigo;

Crianças. Mesmo que as ache irritante, na visão de Nanami, são todas uma graça. Cada uma com seu charme, com sua inocência e as brincadeiras bobinhas. Outra coisa que sempre quis ter: uma irmãozinho mais novo. Outra coisa que provavelmente nunca poderia ter, mas ainda assim desejava.

Ela poderia ser considerada uma formiga, de tanto que ama doces. Principalmente aqueles com decorações fofas e bem feitas, são os que mais a chamam atenção. Seu doce preferido é bolo de morango com chantili. Mas ela sempre diz que sem uma decoração aqui ou ali não é o mesmo, por isso, sempre que compra ou faz, é obrigatório que seja bem decorado. Mesmo que não mude o gosto; ela sempre insiste.

Fazer compras. Nana é uma consumista, mas não confessa isto. Adora fazer compras, principalmente quando se trata de roupas ou comida -ela é do tipo "magra de ruim", que come, mas não engorda.-, outro de seus amores. Ela pode passar horas observando vitrines ou provando roupas. É como um costume;

Comer. Para Nana, comer é uma das sete maravilhas. Ela, tecnicamente, aprendeu a cozinhar por conta de seu amor por comidas, tudo para aprender a fazer uma das coisas que tanto ama. Ela, assim como em relação a compras, pode fazê-lo por horas -claro, com intervalos e se duvidar até idas ao banheiro para vomitar-, de tanto que ama;

Ler também é uma das sete maravilhas, na opinião da jovem. Ela é capaz de ler um livro de duzentas páginas num só dia; mas passará o dia apenas lendo. Talvez uma pausa para banheiro ou comida, mas quando realmente se interessa por um livro, pode acabar de ler ele em pouco tempo.

Nana normalmente não é muito criativa, mas quando se trata de desenhos, ela consegue fazer isto com facilidade: pode copiar algum, fazer um "original", pintar. Pode-se dizer que ela tem um dom natural para isso. Usa isso como uma fuga da própria vida. Algo para se distrair, para se alegrar, para se acalmar.

Apesar de não saber nada sobre música, ela adora escutar. Em suas caminhadas, quando voltava da escola; os fones sempre estavam presentes em seus ouvidos. Conhece várias músicas, mas remixes a agradam mais.

『Desgostos:』
Ela mantêm a distância de insetos. Os acha nojentos e desnecessários. A maioria, pelo menos. Não é exatamente um medo, ela poderia se aproximar naturalmente e simplesmente matá-lo. Mas ela prefere simplesmente se afastar e fugir;

Coisas azedas, em geral. Comidas, "pessoas", cheiros. Amar doces foi o que influenciou seu desgosto por coisas azedas. Nem doces azedos ela gosta, pois a enojam;

Pessoas mal-humoradas ou sérias de mais a irritam. "Está certo que há momentos em que precisa, mas não é necessário ficar com a cara séria o tempo inteiro!" é o que ela diz. Simplesmente não admite que as pessoas não fiquem felizes com sua presença ilustre. Não exatamente com sua presença, mas sim suas piadas e gracinhas. Arrancar um sorrisinho de pessoas assim é como um prêmio para si;

Odeia que a provoquem. Afinal, quem gosta? Ela odeia, de verdade. Mas não deixa barato para quem a provoca. No melhor de seus dias, apenas xingaria e deixaria para lá. Mas, se pegá-la de mal humor, provocar provavelmente resultaria num olho roxo.

Não gosta de falar de seu passado. Evita até mesmo pensar nesse assunto, pois a entristece.

『Manias & Hobbies:』
Ela movimenta as pernas; muda de posição continuamente quando nervosa, impaciente ou simplesmente para aliviar o estresse. As vezes nem percebe que está o fazendo, é automático;

Batucar ritmos aleatórios ou de músicas que escuta quando está com tédio ou sem o que fazer. Ela não o faz tanto, na maioria das vezes apenas quando está sozinha, para não incomodar as pessoas.

Por ser sinestésica, ela enxerga cores e vez ou outra sente sabor ao ouvir vozes. Ela sempre diz ás pessoas as cores de suas vozes, apesar de nem sempre as pessoas acreditarem que ela realmente vê.


Ela cozinha bem, mas não o faz sempre. Gosta, mas não é uma das coisas que mais gosta de fazer. Só faz quando é preciso, quando acha realmente necessário, ou simplesmente quando quer comer algo específico e não quer ou não pode sair para comprar;

Ela considera isto um hobbie: ela cria apelidos para as pessoas. A maioria é engraçado e bobo, e normalmente não agradam a pessoa para qual o apelido foi criado;

Desenhar é seu hobbie preferido. Ela o utiliza tanto para passar tempo quanto para expressas coisas que não é capaz de dizer, coisas que não quer dizer, utiliza da arte também para se acalmar, alegrar a si e a outros;

Ler, como já citado acima, é uma das sete maravilhas para ela. Com a leitura ela consegue imaginar outros mundos, outras realidades com fins felizes, com casais inseparáveis e famílias felizes; algo que sempre quis para si.

『Medos / Traumas / Fobias:』
Aracnofobia: Aranhas são os únicos insetos dos quais sente medo, é o tipo de pessoa que não a mata; pede para alguém matar. Nem que seja a menor das aranhas, Nana irá gritar e pedir proteção para a primeira pessoa que surja em sua frente.

Ela tem muito medo de se apegar a alguém e ser abandonada, como muitos já fizeram consigo. Tem medo que ela seja a culpa do abandono, que por não cuidar o suficiente da pessoa que lhe é preciosa, ela tenha que partir.

Ficar sozinha é relacionado ao medo de ser abandonada. Tem medo de que todos a deixem e assim ela não tenha, literalmente, ninguém. Ninguém pra falar, compartilhar as tristezas e alegrias, as conquistas e as derrotas. Completamente só, como um dia já fora.

『Par:』
Shu Sakamaki.

『Relação Com o Par:』
Nanami sempre o considerou quieto de mais. Mas ao notar os fones e o fato de que ele parece estar sempre ouvindo algum música, a fez pensar melhor. Talvez esse fosse o motivo de toda a sua quietude, mas não explicava a seriedade, então, ela passou a tentar fazê-lo sorrir ou o ver sorrindo. Ela gostava de sua companhia, para ela, ele meio que transmitia tranquilidade, apesar de ser um vampiro babaca como todos os outros. Ele não a incomodava; ela era considerada um incômodo por sempre tentar fazer ele rir. E, também, sempre insistir para que possa ouvir o que ele ouve. Não é como se ela se importasse que fosse um incômodo, afinal.

『Relação Com os Vampiros:』
Ayato: Eles não se dão muito bem. Ele é o principal alvo de chutes, tapas e socos de Nana. Uma pena que ela sempre erre. Ela diz que o odeia, mas o único motivo disso é que ela o ache um babaca por si só e pelas provocações. Então, ela o apelidou simplesmente de Babaca, por não ter conseguido pensar em algo melhor.

Subaru: Ela mantém distância dele, pois ele realmente lhe dá uma pontadinha de medo com aquela expressão sempre fechada em sua face. Não tem nada contra, nem nada a favor, mas não acha que ter um papo com ele resultaria em algo amigável, por isso nem tenta se aproximar.

Kanato: Nana o acha fofo, mas considera sua personalidade a de uma criança psicopata, mas isso não a causa medo, não como acontece com Subaru. Ela simplesmente acha que ele tem uma aparência fofa, mas a personalidade não contribui para que ele permaneça fofo. Não consegue se irritar de verdade com ele pois na opinião de Nana, a fofura é grandiosa o suficiente para evitar as agressões.

Laito: "Hentai-san" foi o apelido da vez. Os comentários pervertidos e até mesmo atos de Laito a deixam envergonhada, por isso ela prefere distância. Bastante distância. Apesar de ela o achar legalzinho e não ter nada contra, ficar corada o tempo todo não é bom, segundo Nanami.

Reiji: Ela sempre adiciona o sufixo "-sama" ao seu nome, e não é sarcasmo nem nada. Ela realmente o respeita por o achar inteligente e educado, o acha sem graça também, mas diz que ser inteligente como ele é vale em algo.

Ruki: Ela se sente um tanto intimidada com ele por perto, mas não deixa transparecer. Vez ou outra tenta piadas ou de algum modo conversar com ele, mas ela não sabe lidar com pessoas sem graça. Pelo menos, é o que ela diz.

Kou: Ela nunca se deixou levar pela alegria do vampiro. Todos eram estranhos pervertidos, então, por que um deles seria gentil e divertido como ele fora? E quando comprovou que estava certa, soltou fogos de artifício em sua mente. Ela prefere mil vezes que ele finja ser alegre, pelo menos assim ela se sente um pouco mais confortável de seu lado. Ela acha seu teatro quase perfeito e até gosta de sua companhia.

Yuma: Nana acha Yuma tão babaca quanto qualquer um, mas não o apelidou assim, não saberia como o vampiro brutamontes poderia reagir. Ele é outro do qual ela prefere manter distância e que não é o alvo de suas tentativas falhas de fazer sorrir.

Azusa: Apelidado de "SM-kun", Nanami normalmente está com o rosto vermelho perto dele, sempre o xingando de pervertido e o espancado. E ela não faz por querer, simplesmente por não gostar de suas atitudes que ela considera indecentes.

『Relação Com Yui:』
Elas já se conheciam; uma vez se esbarraram na rua, e assim passaram a se falar, mesmo que por celular. Nana a considera uma amiga fofa e próxima e sempre diz que protegerá a inocência e a fofura da amiga, mas isso apenas deixa a outra constrangida e não muda praticamente nada. São quase como melhores amigas, Nana confia bastante nela.

『Relação Com as Garotas:』
De início estava tão confusa quanto um cego num tiroteio e não conseguia saber o que pensar das garotas. Não confiava ou falava muito com qualquer uma, mas com o tempo reconheceu que todas estavam na mesma situação e passou a ser mais gentil com todas, sendo um amor com todas. Claro, desde que não "tocassem quaisquer ferida" dela, estava tudo bem e ela ficaria junto destas e as protegeria do modo que pudesse.

『Hentai / Ecchi?:』
Mas é claro.

『Algo a Mais?:』
É sinestésica; enxerga cores nos sons e vozes, as vezes até sente o sabor.

『Reações Ao...』

• ...Se perder na floresta?
Os fones permaneciam em suas orelhas, tocando uma música agora num tom mais baixo. Mas, de repente, o bom e velho MP3 pareceu pifar e parou de funcionar. A música era o que a acalmava, mas quando esta parou, ela passou a ouvir barulhos estranhos ao redor da floresta. Só queria encontrar uma saída logo, mas ao perceber que os sons só aumentavam e sentir o gosto azedo das folhas se movendo, passou a correr desesperadamente.

• ...Entrar para a " brincadeira "?
Ela achava aquilo loucura, um jogo psicopata. Ela estava com medo, tanto quanto em qualquer outra vez em sua vida. Não admitia aquilo nem para si mesma, mas as mãos tremendo e o suor frio que escorria por suas costas deixava isto óbvio. O nervosismo tomava conta de si enquanto ela tentava pensar em algo que não fosse "estou na merda".

• ...Conhecer o Par?
Ela o achou um tanto curioso. Ele a chamou mais a atenção dela do que qualquer um; por mais estranho que parecesse ela queria vê-lo sorrir. Toda a sua quietude e seriedade a dava arrepios. Cada vez que ficava perto dele queria conhecê-lo, conversar com ele sobre diversos assuntos e até descobrir o que ele ouvia por tanto tempo nos fones. Ela sequer percebia os próprios sentimentos e se perguntava o por quê quando seu coração acelerava ou sentia borboletas no estômago. Com o tempo, acabou notando e foi como se o constrangimento surgisse repentinamente enquanto ela estava perto dele.

• ...Sentir Ciúmes?
Antes:
Ela se recusava a acreditar que estava realmente sentindo aquilo. Ela ria da própria desgraça e descontava a raiva em qualquer coisa que não fosse a causa de seu ciúme; árvores, paredes e até mesmo travesseiros. Preferia não ficar olhando pois tinha um pouco de medo de que explodisse de raiva e pudesse socar pessoas sem realmente querer fazê-lo.

Depois:
Ela deixa óbvio o que está sentindo. Não é como se antes não ficasse óbvio, mas, depois faltasse ela falar em voz alta seus sentimentos. Claro, ela não falaria, afinal é muito constrangedor para ela, mas deixa óbvio justamente para que percebam e parem antes que cabeças rolem.

• ...Se Apaixonar?
Nana não conseguia acreditar em si mesma, que aquilo estava acontecendo. Tantas pessoas para se apaixonar, por que ele? Ela se perguntou por um bom tempo qual era seu problema, mas acabou aceitando a sua triste realidade. Ela não diria com palavras. Sabia que era algo difícil até mesmo para ela, então tentaria ao máximo demonstrar com atos.



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