~Nary-

Nary-
Nome: Giraffa ❀ Naiara ❀
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: São José dos Pinhais, Paraná, Brasil
Aniversário: 4 de Setembro
Idade: 14
Cadastro:

𝓕icha ~ 𝓓𝓸𝓬𝒆 𝓑𝓸𝓵𝓸


Postado

σłá, мєυ ρє∂αcıηнσ ∂є cαяηє! ѵıм ρєgαя σ qυє мє ρєятєηcє, sнυυ sαкαмαкi.


•『Ŧιcнα ᑭαssαdσ』•




"Não importa o quanto tentem te derrubar, se você se levantar e manter-se em pé, mostrará à eles o quão inúteis foram suas tentativas de derrotá-la. Você vai vencer."


⊱𝓝σмε⊰
❧ ᗰαуυмเ 𝓢αкυяαเ. Significa belo poço da cerejeira.

⊱ᗩρεℓιdσ⊰
ᗰαуυ: Apelido dado pela família quando a garota estava em sua infância, o qual foi aderido por familiares e amigos próximos. É um apelido que a garota adora e vez ou outra até mesmo se denomina assim.

Ƴυмเ: Colegas de seu orfanato costumavam chamá-la assim, apelido o qual foi dado pelas mesmos. Eles o julgavam fofo e a dona do apelido compartilhava da mesma opinião, então não deixaram de chamá-la assim até que o contato entre os mesmos fosse quebrado. O apelido acabou sendo, de certa forma, esquecido.

𝓢αкυяα: Apelido dado pelo suposto amor de sua vida. Dentre todos os seus apelidos, este acabou se tornando o seu favorito por um tempo. Tempo o qual não pode prolongar-se.

⊱Ɨdαdε⊰
❧ 18 anos de idade. Nasceu no dia vinte e um (21) de Fevereiro, sendo ριѕcιαηα. Ela mais do que acredita em signos, sabe todas as características sobre cada um e costuma ler todos os horóscopos, como um passatempo.

⊱ᗩραяêηcια⊰
❧ Ҝυяιуαмα ᗰιяαι.







❧ Dona de cabelos rosados de tom claro, num corte curto, rente aos ombros. Contém uma franja de corte desregular que lhe cobre a testa, escondendo as sobrancelhas finas. Seus olhos são de uma coloração castanha claríssima, semelhante ao mel. Seus cílios são de um tamanho mediano e curvados, fazendo-os parecer maiores do que realmente são.

❧ Seus lábios são pequenos e rosados, tendo certo contraste na pele que beira a palidez. Sua estatura é baixa, medindo 1,56cm. Seu corpo é magro e desprovido de curvas acentuadas ou que sejam perceptíveis. Em resumo, sua aparência assemelha-se à de uma criança, apesar de ela estar longe de ser uma.

❧ Seus óculos de lentes grandes e armação avermelhada estão sempre presentes em seu rosto, assim como as blusas e as camadas de roupa, mesmo em dias que podem ser considerados quentes ela não abandona seu cachecol ou uma blusa. É extremamente sensível ao frio, por isto, é algo natural vê-la agasalhada mesmo no calor. Também contém um anel que está sempre presente em seu dedo mindinho, este dado por sua mãe.

⊱Sεxυαℓιdαdε⊰
❧ Bissexual.

⊱ᑭεяsσηαℓιdαdε⊰
❧ Dona de uma personalidade megane, sendo imensamente inteligente. Está sempre atenta à tudo o que ocorre ao seu redor, o que ajuda quanto ao seu lado desastrado. Atrapalhada, está sempre quebrando coisas e as derrubando. Vez ou outra consegue impedir que algo quebre ou que aconteça algo desastroso por sua causa, mas são situações raras.

❧ Sua intuição está sempre certa, e, tendo noção disso, ela sempre acredita na mesma. Numa vez acabou não seguindo seus intuitos e teve o pior dos resultados, acabou aprendendo a lição com isto. Apesar de costumar ser reservada e sempre permanecer afastada de tudo e todos, é apenas sua timidez sempre falando mais alto. Pode parecer extremamente antissocial, sempre evitando contato físico ou a aproximação de desconhecidos, mas há um grande motivo por trás disto.

❧ É incapaz de falar normalmente com desconhecidos. Sempre acaba gaguejando, corando mais do que perceptivelmente e vez ou outra falando coisas sem sentido. Por isto, se não houver muita insistência dentre o indivíduo que quer um diálogo ou uma aproximação verdadeira da mesma, não haverá progresso. Mesmo após convivência e a garota já ser capaz de conversar normalmente, a cor avermelhada nas bochechas demora a desaparecer.

❧ Ela prefere se esconder de tudo e todos e viver em seu próprio mundo, mesmo que este seja feito de histórias fictícias e finais felizes inexistentes. É uma garota criativa e que sempre que tem a chance, deixa sua mente e imaginação trabalharem juntas e irem longe. Não importa-se muito em não ter muitos amigos ou ser considerada estranha por boa parte das pessoas, quando se sente triste por conta de todas estas coisas, ela simplesmente esquece. Ocupa sua cabeça com outras coisas até que a tristeza se vá, não deixando nenhum resquício de que algum dia já esteve ali.

❧ Dona de uma calma praticamente inabalável, nunca se irritou o suficiente para levantar a voz para com alguém -e nem pretende- e sempre está disposta a resolver seus problemas com diálogo. Quando não se há colaboração, ela simplesmente deixa de lado. Não gasta seu tempo com causas sem solução, se acha que algo é muito problemático, evita ter de lidar com este das melhores formas possíveis.

❧ Pode parecer indiferente à tudo e todos ao seu redor, mas quando próximo à esta pode-se perceber que a mesma tem um grande coração; só faltam pessoas e coisas para ocupá-lo. Quando se tem a confiança da garota, ela se torna extremamente preocupada e amorosa. Claro, se esforçando para não deixar isto transparecer, apesar de ser óbvio.

❧ Sendo um tanto inocente, não é capaz de perceber as más intenções das pessoas e não tem tanta noção do mal que assola o mundo. Acaba confiando facilmente nas pessoas, mesmo que raramente seja capaz de se aproximar destas.

⊱Ħιsтóяια⊰
❧ Nasceu numa família pobre, um mês antes do esperado. Nasceu pré-matura, o que dificultou ainda mais a sua criação. A mãe teve de parar de trabalhar e os irmãos mais velhos, assim como o pai, passaram a trabalhar como nunca antes. Apesar de tudo, o nascimento da bebê fora uma bênção para a família. Acreditavam que a mãe, Hyoko, não seria mais capaz de ter filhos. Um acidente que poderia torná-la estéril ocorreu dois anos após do parto dos gêmeos mais velhos da família. Acreditavam que não seriam capazes de ter mais filhos, por isso, o nascimento de Mayumi foi uma grande felicidade para a família inteira.

❧ A garota teve uma criação tecnicamente normal; apesar da ausência de mimos e de todas as coisas boas que outras crianças eram capazes de ter, Mayumi era feliz simplesmente por ter a família ao seu lado, cuidando-a e amando-a. Mas, sua felicidade não pôde durar para sempre. Tudo começou quando o pai foi acusado de roubar de uma das casas na qual trabalhava. Foi preso e afastado da família que teve de passar pela pior das crises, tendo que cobrir os custos do que supostamente fora roubado pelo pai, Kousuke. Estavam sem dinheiro até mesmo para se sustentar e ainda deviam à família rica.

❧ Assim, ainda aos sete anos de idade, tivera de aprender a se virar sozinha. A mãe voltara a trabalhar e ela ficara como guardiã do lar, tendo que cuidar da casa principalmente no quesito da limpeza. Diferente da maioria das crianças, passou a se ocupar com afazeres na casa e com o tempo se acostumou com tudo: a ausência do pai, da mãe e dos irmãos em seu dia-à-dia, sendo capaz de ver a mãe e os irmãos apenas no fim do dia.

❧ Mas, num dia, também perdeu a mãe. Ela fora para o trabalho e nunca mais voltara. Assim, ela fora mandada para um orfanato e fora separada dos irmãos, Mamoru e Kuro. Passou a viver no orfanato, onde era obrigada a viver em condições piores do que as de casa. As freiras, voluntárias para cuidar das crianças, apesar de se denominarem seguidoras de Deus, maltratavam às crianças, sendo estas boas ou não. Não importava, as crianças, para elas, eram mais como um modo para descontarem o estresse acumulado.

❧ Mayumi fora obrigada a ficar no local, incapaz de viver a própria vida antes da maioridade. Então, pouco depois de completar seus dezessete anos, decidiu fugir. Viveu por diversos dias na rua antes de encontrar a mansão dos Sakamaki. Parecia vazia e abandonada, e a ideia inicial era entrar e ver se havia algo que pudesse ser útil à ela. Mas, não estava vazia, e ela não foi capaz de fugir. Apesar disto, foi lá que ela teve alguns dos melhores dias da sua vida, que acabaram da pior forma possível.

⊱ᑕσмσ sε sεηтιυ ηα нσяα dα sυα мσятε?⊰
❧ Ela ficou sem reação. De todas as situações de sua vida, aquela fora a que ela mais ficara desesperada. Ela queria fugir, pedir ajuda, se salvar. Mas suas pernas não pareciam mais ser capazes de sustentar seu próprio peso, e a luz parecia abandonar sua visão aos poucos, o mundo se tornando completamente borrado por conta das lágrimas que transbordavam de seus olhos. Então, após diversas tentativas de gritar ou tentar se levantar do chão frio, ela desistiu. Apenas se deitou no acúmulo de neve no chão, observando o céu até que a luz a abandonasse de uma vez por todas, a escuridão a qual ela achava que seria eterna tomou sua visão e seu último e inaudível suspiro pode ser solto. Em sua opinião, havia vivido bem. Não havia grandes arrependimentos e os momentos felizes em sua vida foram os que a fizeram sorrir pouco antes de seu coração parar de bater. Apesar de todos os problemas, teve uma boa vida. Foi o pensamento que manteve em seus últimos momentos.

⊱Ꮆσsтα⊰
ᗪσcєѕ. Apesar de estes não serem muito presentes em sua infância e boa parte da adolescência, sempre nutriu um amor secreto por este. Nunca quis incomodar os pais com seus desejos egoístas, por isso mantinha seu desejo pelos belos doces em vitrines de lojas escondido. Apesar disto, não era capaz de esconder a felicidade ao ganhar um doce, seja este qual for. O seu amor por alimentos açucarados nunca deixou de existir e provavelmente nunca deixará.

ᗩηιмαιѕ. Desde a primeira vez que viu um cachorro, passou a desejar ter um animalzinho para si. Claro que as condições não a permitiam e nunca teve uma situação boa para que pudesse ter um. Apesar disto, sempre que tinha a oportunidade para, brincava com algum animal, mesmo que fosse de rua. Não se importava de sujar as mãos, apenas queria dar um pouco de felicidade para os animaizinhos abandonados nas ruas.

ᗰυѕιcα. O menor e mais simples dos ritmos pode agradá-la de seu próprio modo. Fora assim desde pequena, quando via as "apresentações" de rua, sempre parava para ouvir. Mesmo que não fosse capaz de doar uma quantia para o suposto músico, sempre os cumprimentava e os elogiava pela coragem que tinha. Ela mesma, apesar do amor pela música, não teria coragem, por isto sempre admiraria aquelas pessoas por terem sido corajosas o suficiente para tomar iniciativa.

ᖇσυραѕ. Apesar de não parecer, é uma garota vaidosa, apesar de sempre ter de improvisar com o que tinha. Adora roupas, mesmo que na maioria das vezes pudesse apenas observá-las nas lojas e desejá-las. Não poderia tê-las, então apenas as olhava e vez ou outra até experimentava, mas sempre acabava recebendo das mais simples, vez ou outra até mesmo feitas em casa.

ᖴσтσgяαƒιαѕ & ∂єѕєηнσѕ. Sempre a agradara ver fotografias e desenhos, apesar de apenas ser capaz de fazer apenas uma das duas coisas que tanto adorava; esta era desenhar. O fazia consideravelmente bem. Na verdade, sempre foi muito elogiada pela família, mesmo quando pequena sendo capaz de fazer desenhos realistas muito bem. Mas nunca teve segurança o suficiente para exibir sua arte à outros. Ama artes em geral e se pudesse aprenderia tudo relacionado à isto, mas seria algo difícil principalmente por suas condições financeiras, por isso nunca sequer tentou.

ᖴιℓмєѕ. Apesar de raramente ser capaz de ver algum, sempre que tinha a oportunidade, assistia. Afinal, era uma das coisas que mais a agradava no quesito passatempo. Lamentável que ela não podia fazê-lo demasiadamente.

ᖴяισ. Apesar de ser sensível à este, sempre o preferiu, ao invés do calor. Nunca soube o motivo exato, mas o frio sempre a agradou mais. Neve também, principalmente por poder se divertir fazendo bonecos quando a neve acumulava.

⊱ᗪεsgσsтα⊰
Şεя ιηυтιℓ. Sempre procura o que fazer, algo em que possa ajudar, não importando o quão mínima a ajuda possa ser. Apenas ficar parada observando outros trabalhando de certa forma a irrita, fazendo-a se sentir inútil e desnecessária. Por isso, sempre se ocupa com algo.

Ŝιℓєηcισ. Simplesmente a incomoda. O silêncio genuíno, em sua forma mais pura, principalmente nas madrugadas, a incomoda, deixa-a nervosa, por algum motivo. Gosta da movimentação do dia, das vozes animadas, do som dos pássaros cantando.

€ѕcυяι∂ãσ. É mais para um medo, mas mesmo assim, a escuridão a desagrada bastante. Evita ao máximo ficar em lugares escuros, principalmente quando só.

Ŝσℓι∂ãσ. Apesar de ter se acostumar a ficar sozinha em casa quando pequena, nunca gosto disto. Preferia a companhia da família, mesmo que fossem apenas eles ao seu lado, sem diálogo. Mas, após perdê-los, teve de se acostumar forçadamente a real solidão.

ᗷяιgαѕ. Odeia brigas e conflitos, por isso os evita ao máximo. Prefere resolver tudo com diálogos civilizados, apesar de nem todos serem assim e que com alguns tenha de haver uma insistência muito grande de sua parte.

⊱ᑭαssαтεмρσs⊰
❧ Costuma fazer diversas coisas em seu tempo livre, sendo estas desenhar, ouvir música e vez ou outra compôr ou escrever, o que quer que seja; fábula, crônica, poesia. Também dança, apesar de fazê-lo apenas quando só ou quando não há ninguém para a ver. O mesmo é com o canto, o qual ela costuma fazer escondida.

⊱ᗰαηιαs⊰
❧ Estalar os dedos. Costuma o fazer quando nervosa, quando está prestes à fazer algo do que talvez se arrependa ou quando está perdendo sua paciência. De certa forma, isto a ajuda a recuperar sua calma.

❧ Retirar e colocar novamente o anel sempre presente em seu dedo mindinho. O faz quando pensativa e/ou distraída.

❧ Batucar ritmos aleatórios quando entediada.

⊱ᐯícισs⊰
- x -

⊱Ħαвιℓιdαdεs⊰
❧ Ela é capaz de fazer quase qualquer coisa relacionado às artes. Atuar, cantar, dançar, o único que ainda deve praticar é quanto à tocar instrumentos. Já sabe a teoria, o único que precisa é praticar.

❧ Cozinhar e afazeres domésticos. Acabou aprendendo, afinal, tinha suas obrigações em casa em sua infância.

❧ É extremamente inteligente e entende as coisas rápido, principalmente quando lendo e/ou praticando.

❧ Seus reflexos são bons, apesar de nem ela ter noção disto.

⊱ᗰεdσs⊰
❧ Ficar só;
❧ Escuro;
❧ Silêncio demasiado;
❧ Insetos.

⊱Ŧσвιαs⊰
❧ Aracnofobia;
❧ Monofobia.

⊱Tяαυмαs⊰
❧ A perda de sua família deixou um grande vazio em seu coração, então, passou a se excluir e afastar de tudo e todos. Não queria se afastar, se apegar e novamente perder alguém. Era o que ela menos desejava.

⊱ᑭαя⊰

❧ Shu Sakamaki.

⊱ᖇεℓαçãσ cσм⊰
•ᑭαя•
❧ Tudo parecia um mar de rosas, do começo até pouco antes do fim. Desde o início Shu chamara a sua atenção, por isso, não desistira dele. Acreditava que ele tinha um coração e que lá havia um espaço para ela, por isso, não deixou suas inseguranças falarem mais alto. Estabeleceu uma boa relação com ele, tendo ciência de suas semelhanças e diferenças. Mas sentia que, com ele, não importasse as diferenças, eles poderiam ficar juntos e tudo daria certo. Ao seu lado sempre era capaz de manter um sorriso no rosto, como se apenas sua presença fosse capaz de, mesmo que por pouco tempo, curar todas as feridas do coração frágil da garota.


Ƥαℓανяαѕ

Esperando por você
Tentando manter a cabeça forte
Sem nada a perder
Você levanta sua voz com algo a provar
E todas as coisas que você me diz
Eu não posso esquecê-las
Você não vai embora
Mas você me diz com os seus olhos o que precisa
Oh, por favor
Você acha que eu não sei o que isso significa?

Todas as coisas que você esconde de mim
Eu as aceito
Mas eu preciso de você ao meu lado

Se eu não puder te abraçar agora
Continuo pensando que você pode não vir
Fico sem palavras, fico sem palavras para dizer
Se eu não posso fazer você mudar de ideia
Continuo pensando, este é o nosso último adeus?
Você diz primeiro, você diz primeiro pra mim

Você está à salvo
Enquanto estou acordando para nada além de lágrimas
E você diz que falaram
Que eu sou a única que precisava mudar

Você sabe as coisas que você disse para mim
Você se arrepende delas?
Eu só preciso de você ao meu lado

Se eu não puder te abraçar agora
Continuo pensando que você pode não vir
Fico sem palavras, fico sem palavras para dizer
Se eu não posso fazer você mudar de ideia
Continuo pensando, este é o nosso último adeus?
Você diz primeiro, você diz primeiro pra mim

Então não consigo te esquecer, te esquecer
Não consigo te esquecer, te esquecer

Se eu não puder te abraçar agora
Continuo pensando que você não pode vir
Fico sem palavras, fico sem palavras para dizer
Se eu não posso fazer você mudar de ideia
Continuo pensando, este é o nosso último adeus?
Você diz primeiro, você diz primeiro pra mim

Se eu não puder te abraçar agora
(não puder te abraçar)
Continuo pensando que você pode não vir
(Pode não vir)
Fico sem palavras
Fico sem palavras para dizer
Se eu não posso fazer você mudar de ideia
(Se eu não posso fazer você mudar de ideia)
Continuo pensando, este é o nosso último adeus?
(Nosso último adeus)
Você diz primeiro
Você diz primeiro pra mim



ᖴєяє тασ вσм

Você me combate como um bombeiro
Então me diga porquê você ainda se queima
Você diz que não, mas ainda é um mentiroso
Porque é pra mim que você sempre corre
Por que você tenta negar toda vez
Quando você aparece todas as noites
E me diz que você me quer, mas é complicado
Tão complicado
Quando dói, mas dói tão bom
Você aceita?
Você quebrá-lo fora?
Quando dói, mas dói tão bom

Dá pra dizer?
Dá pra dizer?
Seu amor é assim
Seu amor é assim
Dói de um jeito tão bom
Seu amor é assim
Dói de um jeito tão bom

Toda vez que eu juro que acabou
Faz com que você me queira ainda mais
Você se afasta e eu chego mais perto
E tudo em nós fica despedaçado
Baby, eu não sei por que
Eu tento negar, quando você aparece todas as noites
Eu digo que te quero, mas é complicado
Tão complicado
Quando dói, mas dói tão bom

Você aceita?
Você quebrá-lo fora?
Quando dói, mas dói tão bom
Dá pra dizer?
Dá pra dizer?
Seu amor é assim
Seu amor é assim
Dói de um jeito tão bom
Seu amor é assim
Dói de um jeito tão bom

Acordada pela luz do dia
Você vai me abraçar como se tivéssemos uma luz amarela
Alcanço você com minhas mãos atadas
Estamos dançando como se estivéssemos queimando no paraíso
Quando dói, mas dói tão bom
Você aceita?
Você quebrá-lo fora?
Quando dói, mas dói tão bom

Dá pra dizer?
Dá pra dizer?
Seu amor é assim
Seu amor é assim
Dói de um jeito tão bom
Seu amor é assim
Dói de um jeito tão bom



•Øυтяαs Ꮆαяσtαs•
❧ Inicialmente pode querer evitar quaisquer contato, mas com tempo e convivência sua timidez vai se dissipando, sendo capaz de trocar mais de dez palavras com as garotas, o que já se é um grande progresso. Acaba se apegando à estas, passando a se importar com estas e as proteger, mesmo que de longe, sem interferir em praticamente nada.

•ᗩмιgσs•
❧ Os trata como se fossem sua própria vida. Está sempre disposta à ajudá-los e sempre com um olho nestes, os protegendo como se fossem uma mãe de olho em seus filhotes. E se assemelha à uma quando se trata de seus amigos, sempre querendo saber de outros amigos, sua relação com estes e se são boas pessoas. É mais como ciúme, neste caso. Mas, de qualquer jeito, quando ela se apega, é difícil se livrar desta.

•Ɨηιмιgσs•
❧ Inimigos são problemáticos. E, sabendo disto, ela evita ter. E, quando os tem, os evita. Quando não pode os evitar, resolve da melhor maneira possível, apenas desejando que no fim não se torne uma discussão ou até mesmo uma briga física, a qual ela com toda a certeza não venceria.

•ᗩүαtσ•
❧ Assim como com a maior parte dos vampiros, evita contato direto, principalmente quando estão à sós. Não poderia ser considerado medo; talvez, sua timidez atacando novamente. De quaisquer jeito, eles mantêm uma "boa" relação, mesmo que sem aproximações.

•ᛕαηαtσ•
❧ O acha, de certo modo, fofo. Por isto, apesar de não tentar quaisquer aproximações, se ele tentasse um diálogo, Mayu talvez se esforçasse para dizer mais de oito palavras, o que não ocorre com quaisquer desconhecidos. Sua relação com ele se assemelha à com a dos outros; quase não há relação, considerando a distância que Mayumi mantém entre estes.

•ᒪαιtσ•
❧ Este em especial é um que Mayumi mantém distância. A relação deles não pode ser boa, se considerar o ponto de vista da garota. Afinal, apenas de pensar o que se passa na mente pervertida do vampiro a faz corar, imagina estabelecer uma relação além de colegas que mantêm distância? Para Mayu, já basta corar naturalmente perto de qualquer um, não precisa de um incentivo à mais como comentários pervertidos para fazer isto.

•ᖇειјι•
❧ Ele pode ser considerado um dos que ela mantém uma boa relação. O acha responsável e inteligente, e até mesmo se esforça para não gaguejar ao falar com este. O que ela sente por ele se assemelha à admiração, e aos poucos, a admiração passa, apesar de tudo, para algo semelhante à amizade. Não que o sentimento seja mútuo.

•Sυвαяυ•
❧ Assim como Laito, Subaru, especificamente, é um dos que ela mais mantém distância. Seu temperamento faz o alerta de problema de Mayumi apitar sem parar, por isto, prefere apenas manter diálogos naturais quando tem obrigação de fazê-lo e evitar irritá-lo, afinal, não quer ver o resultado.

⊱ᗰυsιcα qυε α dεғιηα⊰




I don't know my name
Eu não sei o meu nome
Eu não jogo pelas regras
Do jogo
Então você diz que eu estou apenas tentando
Apenas tentando

Então eu ouvi que você
É amigo da minha irmã
Vocês se dão tão bem
Você perguntou por que
Eu cortei meu cabelo
E me mudei completamente

Estou perdida
Tentando me encontrar
Num oceano de pessoas
Por favor, não me pergunte nada

Haverá uma resposta válida, eu só vou dizer que

Eu não sei meu nome
Eu não jogo pelas regras do jogo
Então você diz: Eu só estou tentando
Tentando


Eu agora sei o meu nome
Eu não jogo pelas regras do jogo
Então você diz: Eu não estou tentando
Mas estou tentando
Encontrar meu caminho


⊱Ŧяαsε(s) qυε α dεғιηα ε ғαℓα⊰
❧ Sua frase "característica", a qual sempre fala, é: "Que desagradável".

As pessoas são confusas. Não podemos saber o que querem, mas querem que saibamos sem falarem. Querem que atinjamos suas expectativas apesar de não sabermos quais são. Querem que os amem mas nem sempre somos amados de volta.

⊱ᗪεsεјα qυε αℓgσ αcσηтεçα cσм α sυα ρεяsσηαgεм?⊰
- x -

⊱ᗩℓgσ мαιs?⊰

Este é o anel que sua mãe lhe deu, o qual ela sempre usa.


Só mais uma música, porque sim.



Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ✿ ¨*•.¸¸.•*¨¨*•.¸¸.•*¨¨*•.¸¸.•*¨*•.¸¸.•*¨¨*•.¸¸.•*¨¨*•.¸¸.•*¨*•.¸¸.•*¨¨*•.¸¸.•*¨¨*•.¸¸.•*¨¨ ✿Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ



•『Ŧιcнα Ŧυтυяσ』•



"Não entre no meu caminho, posso acabar pisando em você."


⊱Ňσмε⊰
✁ ᗩσi ᕼαrυмi ᗰσcнiʑυкi. Significam, respectivamente, Azul, Bela Primavera e Lua Cheia.
✁ Acha que "Aoi" se assemelha mais à um nome masculino do que à um feminino, por esta razão, ignora o seu primeiro nome, omitindo-o.

⊱ᗩρεℓιdσ⊰
ᗩσ. As pessoas que criaram-na e sempre estiveram presentes em seu dia-a-dia deram-na este apelido que ela amou simplesmente por conta das pessoas as quais deram-no. Não gosta de seu primeiro nome, mas o simples fato de pessoas amadas abreviarem-no simplesmente o fez parecer um pouco melhor, então ela acabou aceitando.

ᕼαrυ. Contendo o significado de "primavera", este fora dado por colegas de classe e utilizado por boa parte destes. Apesar de a maioria sequer ser próxima da garota, a mesma pareceu não se importar que chamassem-na deste modo.

ᗰσcнi. Mochi é uma comida japonesa, sendo um bolinho feito de arroz glutinoso moído em pasta e depois moldado. Uma das únicas amigas que pôde conhecer a verdadeira Aoi por trás da garota fofa dizia que ela poderia parecer tão fofa quanto um mochi, mas na realidade era dura como Mochi Ice Cream congelado. O apelido foi dado pela mesma amiga e usado apenas por esta. Aoi, sabendo do real motivo por trás do apelido, amou-o.

⊱Ɨdαdε⊰
✁ 17 anos de idade. Nasceu no dia oito de setembro, sendo ѵıяgıηıαηα. Não confessa isto, mas acredita em horóscopo.

⊱ᗩραяêηcια⊰
✁ ϒυทσ Ǥαsαi.









✁ Contém cabelos rosados, lisos e longos. Estes alcançam a sua cintura, sempre estando presos em dois rabo de cavalo baixos, um de cada lado de sua cabeça. Contém uma franja, a qual tem um corte desregular e lhe cobre a testa e até mesmo o olhos, quando a mesma abaixa a cabeça. Há também duas mechas as quais ficam soltas dos rabos de cavalo, estas sempre com laços vermelhos amarrados pouco antes das pontas.

✁ A cor de seus olhos se assemelha à de seus cabelos, sendo um rosado um pouco mais escuro, podendo assemelhar-se ao vermelho, dependendo da iluminação do ambiente. Sua pele é clara e bem cuidada, contendo lábios bem desenhados e pequenos, o inferior sendo mais carnudo que o superior. São naturalmente rosados, assim como as bochechas, as quais sempre têm uma coloração rosada clara.

✁ Seu corpo, ao contrário do que era no passado, contém curvas acentuadas e bem distribuídas, sendo estas perceptíveis mesmo com as roupas largas as quais Aoi normalmente usa. É magra e mede cerca de 1,60cm, sempre mantendo um sorriso gentil nos lábios, um complemento para sua aparência fofa, fazendo-a parecer inocente. Algo que certamente não é.

⊱Sεxυαℓιdαdε⊰
✁ Bissexual.

⊱ᑭεяsσηαℓιdαdε⊰
✁ Por fora, Aoi parece ser uma garota doce e educada. Um exemplo para se seguir: uma ótima estudante, bonita e sempre rodeada de pessoas. É extremamente sociável e faz amizades facilmente, conquistando qualquer um com um sorriso e palavras gentis que iludem à todos com uma facilidade incrível.

✁ E, se ver bem, ela realmente é um amor. Desde que não toque em suas feridas, não a irrite ou mexa com pessoas importantes para si. Sendo yandere, se algo é seu, simplesmente é seu e ninguém tem o direito de tocar a não ser que ela autorize. É ciumenta ao extremo e pode se irritar com uma simples aproximação de alguém que ela goste. Claro que em situações como essa sempre se esforça para se manter calma e evitar conflitos, mas, na maioria das vezes, não consegue se conter.

✁ Por de trás da garota educada que todos conhecem, está uma Aoi completamente diferente, esta sendo calculista, competitiva e impulsiva. Faz de tudo para alcançar seus objetivos; e quando digo tudo, é literalmente tudo. Quando irritada, esquece de todas as boas maneiras aprendidas e da máscara de gentileza e doçura. Ela age seguindo seus instintos, os quais estão sempre certos. Apesar de que para ela pareçam certos, nem sempre é o mesmo para os outros. Não que ela se importe.

✁ Além do mais, se não é sobre si ou sobre pessoas que ame, ela não dá muita bola. Cuidar da vida alheia lhe tomaria muito tempo, e acha isto realmente irritante; como sempre sente olhares sobre si ou como a maior parte das pessoas que se aproxima só deseja se aproximar de si por conta das posses da família rica. Odeia falsidade, apesar de ela ser quase como a falsidade em pessoa, fingindo ser algo que na verdade não é.

✁ Age como quer, quando quer, e ainda está para nascer alguém que irá a impedir. Vários a chamam de mimada por conta disto, mas seu pensamento se resume à: "se eu não quero fazer algo, simplesmente não farei. Não sou obrigada." Simples assim. Ela não se importa muito com o que as pessoas pensam sobre si, apenas mantém a imagem de garota fofa e inteligente pela imagem dos pais. Apesar de não ter quase nenhum tipo de afeição quanto à estes, estragar a imagem de família perfeita causaria inúmeros problemas que Aoi prefere evitar.

✁ Apesar de seu lado calculista e um tanto quanto sadomasoquista o qual pode ser considerado como "mal", quando alguém adquire sua confiança e/ou lealdade, ela fará de tudo para ver este alguém bem. Arriscaria à si mesma por aqueles com quem se importa sem nem pensar. E quase como se não ligasse muito para a própria vida; desde que todos ao seu redor estejam bem, está bem também. Desde que não toquem naquilo que lhe pertence, ela se mantém calma. Desde que não a irritem, nada de mal acontecerá.

✁ É direta e sincera. Expressa suas opiniões o mais claramente o possível e sempre fala o que pensa sem rodeios, não se importando se isto ferirá ou incomodará alguém. Como já dito, ela odeia falsidades. Então, pelo menos quanto à sua opinião, seus princípios e ideais... Com isto ela sempre é verdadeira. Insistente ao extremo, quando está decidida a fazer algo, vai até o limite para fazê-lo. É o mesmo com pessoas importantes para si; atingiria o próprio limite por estas sem nem pensar duas vezes. Pode não parecer, mas é muito resistente. Quando tem um objetivo, não para até alcançá-lo.

✁ Pode não parecer, mas ela é alguém extremamente confiável. Guarda segredos de outros como se fosse os próprios, nunca traindo a confiança de ninguém. Prefere manter-se calada até no mais extremo dos casos, não sendo realmente capaz de quebrar o possível laço de confiança que possa ter criado. Ela é como um detector de mentiras ambulante. Sabe facilmente das intenções alheias, por isto consegue saber quem é verdadeiro consigo ou quem não é. Não deixa transparecer nada. Do que pensa, do que deseja, do que não deseja.

✁ Seu "verdadeiro eu" também nutre um amor secreto por sarcasmo e humor negro, do qual constantemente utiliza quando não está em seu "modo fofura" on.

✁ Se perguntar o que ela quer para seu futuro, ela não será capaz de responder com exatidão. Afinal, ela observa tudo ao seu redor e presta mais atenção em outros do que em si mesma. É uma garota realmente talentosa e inteligente, mas não liga para isto. Se pudesse passar sua inteligência para outro alguém, e se este alguém quisesse, ela o faria. Como já dito, ela nota mais as pessoas ao seu redor do que à si mesma. Por isso, apesar de cuidar de todos, não cuida muito de si mesma. O que pode se tornar um grande problema.

✁ Pode ser um tanto misteriosa e reservada, não falando muito sobre si mesma. Parece estar sempre animada e, sempre brincalhona, mantém um senso de humor ótimo. Apesar de que, por dentro, sempre sentiu um vazio. Apesar de não confessar nem para si mesma, só queria que alguém realmente a entendesse. Que tivesse alguém que a ouvisse quando ela estivesse triste e pudesse ajudá-la, sendo esta a pessoa em quem ela mais confiara e confinaria todos os seus segredos e pensamentos obscuros. Mas sabe que qualquer um teria medo de si se ela se mostrasse, se fosse si mesma. Esse é o principal motivo por fingir ser o que na verdade não é. Não quer que as pessoas se afastem de si porque têm medo, por isso mantém tudo consigo mesma.

⊱Ħιsтóяια⊰
[Eu preferi deixar em primeira pessoa porque achei que assim facilitaria muita coisa, espero que não seja um problema.]

✁ Eu nasci numa família prestigiada. Há gerações rica e com posses diversas e incontáveis. Qualquer um invejaria o dinheiro que meus pais ostentam e gostaria de estar no meu lugar. Não os culpo. Sempre fui mimada e recebi do bem e do melhor. Mas o que eu realmente queria era que meus pais me dessem atenção quando eu fazia um desenho e queria os mostrar, quando pequena.

✁ Nunca tive meus pais ao meu lado. O máximo que tive foram empregadas e professores particulares os quais me educaram rigidamente. Um dia eu já fui uma criança inocente, gentil e divertida. Genuinamente. Não a farsa que me tornei com o tempo. Mas, aos poucos, mudei. Todas as amizades falsas, o fato de que todos pareciam ser bons comigo porque queriam ser beneficiados. Era simplesmente irritante, e num dia, joguei tudo pelos ares.

✁ Com apenas onze anos, eu fugi de casa. Até mesmo os seguranças não conseguiram me pegar. Já tinha um plano em mente, e ele seria perfeito se no caminho para a casa da minha avó não houvesse encontrado um grupo de jovens. Pareciam embriagados e me arrastaram consigo até um beco. Foi naquele dia que aprendi que, apesar de todos serem bons comigo, o tempero do mundo é uma salpicada de bondade e lavado na maldade. As pessoas não são boas comigo quando não sabem meu sobrenome.

✁ O grupo de jovens me estuprou e quando pareceram perceber o que estavam fazendo, fugiram e me deixaram naquele local. Eu teria morrido se as empregadas não tivessem sido rápidas o suficiente contatando a polícia. Fui encontrada e levada ao hospital, onde tive que ficar internada e até por visão psiquiátrica por um tempo. Eles me pediam para falar, mas não queria. Só machucava mais. Apenas chorar sozinha em todas as noites parecia melhor que falar com uma desconhecida que carregava consigo diplomas e formações.

✁ Após o ocorrido, quando voltei para casa, recebeu uma bronca de meus pais. De certa forma, fiquei feliz pelo simples fato de eles estarem finalmente me notado. Após isto, nada mudou ao meu redor. As empregadas pareciam ser as mais gentis dentre todos ao meu redor e que não se importavam de ouvir-me falar sobre meu dia. Sempre foram, praticamente, amigas próximas.

✁ Já nos doze anos, consegui uma amiga. Uma de verdade, que conhecia ambos os meus lados e não tinha medo de mim. Era nela em quem eu podia confiar e contar tudo, mas, quando tentei apresentá-la aos meus pais, eles simplesmente a negaram. Disseram que eu deveria me afastar e que ficar com alguém de classe baixa como ela não valia a pena. Mas, eu não joguei todos os meses de amizade fora. Mesmo sem permissão, escondida, ainda me encontrava com ela para nos falarmos. Ela foi a primeira pessoa que conheceu o meu verdadeiro eu e amei, até mesmo além de um amor de amizade.

✁ Mas ela sempre pareceu tão culpada em fazer isto às escondidas, e, de uma hora para outra, paramos de nos falar. Ela não respondeu mais minhas mensagens e passou a me ignorar quando me encontrava, como se eu não existisse. Após isto, não tentei novas amizades. Permaneci com as falsas e passei a me concentrar em cursos: aprendi a usar uma katana e até mesmo a atirar. Piano, balé, patinação no gelo, canto. Tudo o que me interessava, eu fazia. Meus pais não pareciam ter problemas com isso. E tudo aquilo me distraía, me fazia esquecer de minha vida e de meus problemas.

✁ E isso era o suficiente. Mesmo que eu não tivesse ninguém ao meu lado, tinha a mim mesma. E me contentava com isto. Ou apenas consegui me convencer de que aquilo era o suficiente após tanta insistência.

✁ O dia em que acabei na mansão Sakamaki foram dias depois de lembrar de minha outra vida. Eu simplesmente estava passeando com Kicchan, o cachorro da família, quando o mesmo fugiu. Tive que o perseguir e assim acabei na mansão. Após muito procurar, achei o cachorro. Decidi que voltaria outro dia, talvez com uma katana ou pronta para utilizar as facas de arremesso que havia ganho no meu último aniversário. O que aquele desgraçado havia feito... Haveria volta.

⊱ᑕσмσ sε sεηтιυ εм sε ℓεмвяαя dα тяαιçãσ?⊰
✁ Tudo aconteceu como se fosse um sonho. Quando Aoi acordou, estava assustada e sequer entendia o que havia acontecido. Se perguntava se aquilo havia sido real; afinal, foi o sonho mais realístico de sua vida inteira. Mas nada fazia sentido. E, todo o dia, memórias confusas lhe perturbavam. Em seus sonhos e em seu dia a dia. E então, ela finalmente conseguiu juntar as peças do quebra-cabeça. Tudo aquilo havia acontecido numa vida passada, como num daqueles filmes que só faz sentido quando se termina de assisti-lo. E então, seu primeiro pensamento foi que ela se vingaria. Faria Shu sofrer ainda mais do que ela sofreu, nem que fosse a última coisa que fizesse enquanto viva.

⊱ᑕσмσ sε sεηтιυ εм яεvεя sευ ραя?⊰
✁ Ela tinha um plano já feito em sua cabeça, mas, ao vê-lo, sua cabeça se tornou uma confusão. Perguntas e mais perguntas ocupavam sua mente, deixando-a distraída. Era para tudo dar certo, então por quê daquilo? Mesmo com sua cabeça uma confusão, manteve o plano. Agiria como era com todos: doce e inocente, sempre com um sorriso gentil em lábios. Se ela atuasse bem o suficiente, talvez ele acreditasse. Mas, à cada tentativa de executar o plano memórias boas vinham em sua mente. Então, como um contra-ataque à o que seu coração dizia, mantinha a sua morte em sua mente. O dia em que ele havia a deixado. O dia em que havia a matado. É isto que serviria como incentivo para sua vingança e expulsaria quaisquer dúvidas de sua mente.

⊱Ꮆσsтα⊰
ᗩrτєs. Em qualquer que seja o seu modo, as artes interessam a garota. Música, dança, pinturas, desenhos, literatura. Todas estas são coisas de extremo interesse para Aoi, e há pouca coisa que ela não saiba sobre estes. Também é muita habilidosa nestas coisas, tendo como um hobbie treinar todas estas coisas. É difícil encontrar algo que a garota não saiba fazer. Artes visuais, como animes, filmes, séries, mangás e etc são o que ela mais vê ou assiste, gostando de todos os gêneros.

Ðσcєs. Assim como em sua outra vida, ama doces. Comê-los é um ótimo modo para se acalmar, é o que a garota diz. Considerando a quantidade que come os doces, tem grandes chances de ter diabetes. É um milagre que ainda não tenha.

ണúsicαs. Contém um amor incondicional por músicas, pois estas sempre a "acompanharam", por assim se dizer. Sempre ouviu músicas, mesmo quando pequena. Estas sempre a acalmam e a distraem, em resumo, fazem bem para ela. Também costuma compôr para se expressar, mas sempre guarda as escritas consigo, as escondendo muito bem. Apesar de acreditar que nunca as usará para nada, as guarda.

₣riσ. Assim como em sua outra vida², ela mantém seu amor pelo frio. Nesta vida não é tão sensível ao frio, mas não é exatamente quanto aos outros neste quesito. Ou seja, mesmo sendo sensível, ainda mantém seu gosto para quanto temperaturas baixas.

ᑕσisαs ƒσƒαs. Seja o que for: uma pessoa, pelúcias, decorações, comidas. Qualquer coisa que seja fofa, Aoi quer. Apesar de que não possa ter pessoas fofas, ainda assim as quer para si para apertar e afagar como se fosse um animalzinho assustado. Ela simplesmente tem uma queda, vulgo precipício, por coisas fofas. E acredita que isto não vá mudar.

ᑭαʑ. É algo que presa e respeita, tendo noção de que, se fosse ela no lugar de alguém que deseja paz, ela odiaria não ter o que tanto quer. Então, nunca é bom incomodá-la quando ela está em "paz", ouvindo música, cantando, fazendo quaisquer coisa que ela goste. Além do mais, odeia ser interrompida. Ainda mais se a interrupção for relacionada à sua paz de espírito(?).

ᗩทiмαis. Eles poderiam entrar no tópico quanto à coisas fofas, mas a garota gosta até mesmo dos animais que não são tão fofos assim. Apesar de não gostar do fato deles estarem presos, zoológicos parecem a única maneira de ela poder observar à animais exóticos, ao vivo. Então, suas visitas à zoológicos sempre foram frequente devido ao seu amor por animais.

⊱ᗪεsgσsтα⊰
ᑕαℓσr. Simplesmente é algo incômodo de mais, na opinião da garota. Sempre acaba tendo enxaquecas ou passando mal em dias de calor, assim, nutrindo um ódio grandioso quanto à dias quentes.

Sєr iทτєrrσмρi∂α. Não importando a situação, odeia que interrompam-na. Principalmente quando se é algo que ela considera importante, ser interrompida é implorar para que seu lado "mal" dê as caras.

ᑕσмi∂αs αʑє∂αs. Não importando o que seja, se tem gosto azedo, não é algo que Aoi vá gostar. Mesmo que ofereçam e insistam, a garota irá recusar e utilizar de toda e qualquer desculpa que lhe venha na cabeça.

qυє σƒєท∂αм sєυ gσsτσ мυsicαℓ. Pode ofendê-la quanto à qualquer outra coisa, ela não ficaria tão irritada quanto fica quando ofendam as músicas que ela gosta. Como sempre diz, "críticas construtivas são aceitas, só não aceito que xinguem sem fundamento algum". Defende suas bandas e músicos preferidos com unhas e dentes.

ᑕнυvα. Não importa se seja fraca ou até mesmo uma tempestade, odeia a chuva. Não tem um motivo exato, simplesmente desgosta.

⊱ᑭαssαтεмρσs⊰
✁ Cantar, dançar, desenhar, compor, escrever -sejam poemas, crônicas-, costuma fazer todas estas coisas em eu tempo livre. Mesmo que, quando se tratam de desenhos e/ou escritas suas, se ela não se agrada, sempre acabam no lixo.

✁ Ouvir música. Até mesmo quando está com afazeres está com os fones de ouvido na orelha, podendo considerar que tenha uma boa audição, sendo que mesmo com os fones altos é capaz de ouvir tudo ao seu redor.

✁ Tocar piano. É uma das coisas que mais ama fazer, apesar de não ser o que ela mais faz em seu tempo livre, sempre que descobre uma música nova, a "passa" para o piano, treinando até aprender a tocar a canção em seu tão amado piano.

⊱ᗰαηιαs⊰
✁ Mexer em seu cabelo quando nervosa ou pensativa.

✁ Morder o lábio inferior quando irritada. Isto normalmente a resulta feridas no lábio.

✁ Estalar os dedos.

✁ Brinca com os próprios dedos quando está entediada, juntando o indicador da mão esquerda com o polegar da direita e assim continuamente.

⊱ᐯícισs⊰
- x -

⊱Ħαвιℓιdαdεs⊰
✁ Afinidade com armas brancas.

✁ Boa mira.

✁ É extremamente habilidosa quanto às artes, seja qual modo de arte seja.

✁ Persuasão.

✁ Percepção; raramente não nota alguma mudança, seja num ambiente que costuma vez ou em algum conhecido.

✁ Reflexos ágeis.

⊱ᗰεdσs⊰
✁ Aranhas.

✁ Escuro.

✁ Palhaços.

⊱Ŧσвιαs⊰
✁ Acrofobia.

✁ Monofobia.

⊱Tяαυмαs⊰
✁ Ela nunca ganhou a atenção que sempre quis. Não é exatamente um trauma, mas odeia ser deixada de lado. Odeia ser excluída e pode ser considerada até um tanto carente por isto. Seu trauma foi, tecnicamente, ter de passar a imagem perfeita e fingir ser algo que na realidade não é. Tudo unicamente para manter as aparências.

⊱ᑭαя⊰

𝓢нυ 𝓢αкαмαкi.

⊱ᖇεℓαçãσ cσм⊰

•ᑭαя•
✁ No começo, só quer que ele acredite que ela realmente seja uma garota inocente e indefesa. Uma tarefa difícil da qual ela acaba desistindo com o tempo, sentindo que sua mente se embaralhava cada vez mais. A relação de ambas pode ser considerada tudo, menos normal. Tecnicamente, Aoi só tenta o matar quando está perto dele. O fato de que seu coração acelera ao seu lado é como um incentivo para ela matá-lo. Se considera uma idiota por ainda manter sentimentos idiotas vivos em seu coração. Se eles desaparecessem, talvez ela nem notasse.

✁ Aos poucos vai desistindo da ideia de vingança. Acredita que seja impossível conquistar o coração de gelo dos vampiros, no caso, o de Shu. Quem estava se apaixonando ali era ela, recebendo o prêmio de melhor trouxa da década. Então, tentando impedir sua ruína, tentaria se afastar e esquecer dos sentimentos confusos. Mas, além de todas as brigas e desentendimentos, eles poderiam se dar bem. Se realmente tentassem; algo que talvez não ocorra tão cedo.

•Øυтяαs Ꮆαяσtαs•
✁ Inicialmente apenas as analisará e manterá o lado fofo perto destas, sem mostrar a verdadeira face. Mas, apesar de sequer desejar, aos poucos se aproxima destas e acaba se apegando. Mas, não desejando ter mais amizades falsas, ela dirá a verdade sobre si. Dependente da reação destas, isto irá decidir se poderá manter uma amizade com estas ou não.

•ᗩмιgσs•
Os protege e cuida até mais do que à si mesma, colocando o bem destes acima do próprio. Ela pode ser considerada yandere até mesmo quanto aos seus amigos, sendo extremamente ciumenta e possessiva. Claro que pode abrir exceções, dependente das pessoas relacionadas. Apesar disto, está sempre presente para seus amigos e é sempre sincera com estes.

•Ɨηιмιgσs•
Qualquer um que entra em seu caminho deve desaparecer, é este o pensamento que ela mantém, não importa o que ela tenha que fazer para que não atrapalhem-na. Seus modos de afastar seus inimigos vão de assustar, ameaçar, até ferir. Nunca chegou a matar ninguém, mas seria capaz de fazê-lo, dependendo da situação em que se encontrasse.

•ᗩүαtσ•
✁ Sua relação com ele se resume à diálogos "normais". Assim como com boa parte dos vampiros, apesar de estes saberem que aquela não é a verdadeira Aoi, ela é na verdade bem convincente. E assim, ela mantém o seu lado fofo à mostra boa parte do tempo, mantendo uma relação tecnicamente normal com Ayato.

•ᛕαηαtσ•
✁ Tem uma queda pela aparência fofa de Kanato, sempre desejando apertar suas bochechas e dizê-lo o quanto é fofo, apesar de sua personalidade. Mesmo sabendo o risco de seus atos, talvez não consiga conter à si mesma por muito tempo. De quaisquer jeito, sua relação com este pode ser considerada boa. Afinal, sempre é propositalmente gentil com este, contando que um dia ele vá permitir que ela aperte suas bochechas.

•ᒪαιtσ•
✁ Ele é um dos únicos a qual ela não exita em mostrar seu eu verdadeiro. Sempre lança à ele olhares mortais por suas piadas pervertidas e apesar de não surtirem efeitos, sempre tenta o atacar, seja com suas armas ou até mesmo por meio de chutes ou socos. De qualquer jeito, ele é rápido de mais, e, tendo noção disto. Ela apenas faz isto quase como um treinamento.

•ᖇειјι•
✁ Raramente fala com este, mas sempre utilizada de sua educação e aulas de etiqueta quando nota sua presença. Sua vida passada influencia bastante nisto, considerando que em sua vida antiga eram capazes de ter conversas que poderiam ser consideradas longas e com assuntos variados, mas Aoi estava muito mudada para que tudo fosse como na outra vida. É praticamente outra pessoa.

•Sυвαяυ•
Trata de nunca irritá-lo, tendo noção que com toda a certeza perderia para ele. Aoi não costuma entrar em batalhas para perder, por isso sequer tentaria iniciar uma briga com este. Este é outro o qual ela não tem receio em demonstrar sua verdadeira face, apesar de não o enfrentar.

⊱ᗰυsιcα qυε α dεғιηα⊰


"Há uma guerra dentro da minha cabeça
Às vezes eu gostaria de estar morta, estou quebrada
Então, eu ligo para esta terapeuta
E ela diz: Garota, você não pode ser consertada, só aceite

Estou cansada de tentar ser normal
Estou sempre pensando demais
Estou me tornando louca
Então, e se eu for uma louca ferrada
E não preciso do seu conserto rápido
Eu não quero as suas prescrições
Só porque você diz que eu sou louca
Então, e se eu for uma louca ferrada

Sim, eu vou te mostrar

Louca, maníaca, vadia doente, psicopata
Sim, eu vou te mostrar

Eu vou te mostrar
Sim, eu vou te mostrar
Mentalidade fora do meu cérebro, coisa ruim, enlouquecer
Sim, eu vou te mostrar
Eu vou te mostrar
Sim, eu vou te mostrar

Eu tenho procurado nas ruas da cidade
Tentando achar a peça desaparecida como você disse
E eu digo: Criança, não precisa chorar
Não há nada de errado com a minha mente

Sim, estou cansada de tentar ser normal
Estou sempre pensando demais
Estou me tornando louca
Então, e se eu for uma louca ferrada
E não preciso do seu conserto rápido
Eu não quero as suas prescrições
Só porque você diz que eu sou louca
Então, e se eu for uma louca ferrada

Sim, eu vou te mostrar

Louca, maníaca, vadia doente, psicopata
Sim, eu vou te mostrar
Eu vou te mostrar
Sim, eu vou te mostrar
Mentalidade fora do meu cérebro, coisa ruim, enlouquecer
Sim, eu vou te mostrar
Eu vou te mostrar
Eu vou te mostrar

Louca, louca
Sim, eu vou te mostrar
Louca, louca
Sim, eu vou te mostrar
Louca, louca

Estou cansada de tentar ser normal
Estou me tornando louca
E não preciso do seu conserto rápido
Eu não quero as suas prescrições
Só porque você diz que eu sou louca
Então, e se eu for uma louca ferrada

Sim, eu vou te mostrar

Louca, maníaca, vadia doente, psicopata
Sim, eu vou te mostrar
Eu vou te mostrar
Sim, eu vou te mostrar
Mentalidade fora do meu cérebro, coisa ruim, enlouquecer
Sim, eu vou te mostrar
Eu vou te mostrar
Sim, eu vou te mostrar"


⊱Ŧяαsε(s) qυε α dεғιηα ε ғαℓα⊰
✁ "Por fora, doce e inocente, como uma boneca de porcelana que facilmente pode ser quebrada. Por dentro, azeda e maléfica, tão resistente quanto um diamante."

✁ Costuma murmurar frases como "que incômodo", "problemático, muito problemático" e "eu preciso fugir daqui" quando está incomodada ou algo do gênero. Costuma falar muito consigo mesma, também.

✁ Fala muitos palavrões também, claro que apenas quando não está em sua "forma fofa".

⊱ᗪεsεјα qυε αℓgσ αcσηтεçα cσм α sυα ρεяsσηαgεм?⊰
✁ Sim ~. Quero que Shu a encontre tocando piano num dia, aí ele ilude ela e tal(?) e no fim rola suruba. Okay, o negócio da suruba não é pra acontecer.

⊱ᗩℓgσ мαιs?⊰
✁ Kicchan:



✁ Apesar de saber diversas coisas, cozinhar não é uma delas.


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