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Curiosidades de Doble Shot 02


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Curiosidades de Doble Shot 02

DS Talk Show

- Boa noite a todos! Começa agora o nosso programa favorito! Eu sou Mikayla, a sua entrevistadora que mora no seu coração. O DS talk show traz para uma curta entrevista os gêmeos maravilha. (risos) Quer dizer, os Hernadez. Sejam bem-vindos meus queridos!
Ambos entram na sala de entrevistas super animados, acenando para a plateia e manda beijos. Raul está de calça jeans azul escura, botas e camisa polo preta. Pietro veste calça preta jeans, botas e uma camisa polo azul.
- Holá, cariño! – falam juntos.
- É muito bom poder recebê-los! As fãs que o digam, não é? Esta é uma das mais esperadas entrevistas!
- Nós ficamos felizes em poder vir aqui. – falou Raul.
- Sim, é uma honra poder participar de um talk show com uma entrevistadora tão querida. – falou Pietro.
- Oh! Assim fico com vergonha! (risos) Muito bem, vamos começar com as perguntas que as fãs enviaram para vocês.
- Estamos prontos! – falaram juntos.
- Ramon foi um vilão ardiloso e que usou muito dos seus contatos para tentar se livrar do nosso doce Elion. O que não sabemos é como foi que vocês o conheceram, e o que levou Pietro a namorar com ele.
- Eu e Pietro seguíamos grades curriculares diferentes na escola. Praticamente turmas diferentes. Só alguns passeios fazíamos juntos, mas a grande maioria das coisas eram separadas mesmo.
- Foi num desses passeios que conheci Ramon. Era um acampamento de verão com a minha turma da escola. – respondeu Pietro. – Naquele ano dividíamos o espaço com a turma de uma escola próxima. Ele parecia divertido e por um tempo foi, acho que comecei a sair por sair e quando vi éramos namorados. Foi assim.
- Você diria que foi natural?
- Não, não. – Pietro respondeu. - Foi mais um caso de puro comodismo.
- E para me irritar, é claro. – falou Raul.
- Em partes, eu diria. Afinal nós dois não estávamos indo bem naquela época. – comentou Pietro.
- Verdade. - Concordou Raul.
- Falando em seu passado, como foi lidar com os seus sentimentos um pelo outro durante a infância e a adolescência?
- Eu diria que esse sim foi um relacionamento que cresceu naturalmente. – respondeu Raul.
- Desde pequenos nós sabíamos que gostávamos mais um do outro do que de outras pessoas. – contou Pietro. – só não entendíamos qual era exatamente essa diferença.
- Quando chegamos à fase dos hormônios (os dois riram) é que percebemos o quão diferente e estranho era esse sentimento – completou Raul – E só mais tarde pudemos aceitarmos isso.
- Como foi que isso aconteceu exatamente? Sabemos que abuela teve uma participação fundamental nisso ao trancá-los no quarto, mas nãos os pormenores.
- Ficamos trancados lá o dia inteiro! – falou Pietro. – Abuela era a única que podia entrar e trazer comida.
- E toda vez mandava a gente conversar de verdade. – completou Raul.
- Aí eu me cansei de ficar emburrado, de não falar com o Raul. Era chato e eu ficava magoado quando ele também me ignorava. Perguntei por que ele estava me tratando daquele jeito e tal.
- E eu respondi que não gostava do Ramon, ou de qualquer outro cara que ele saísse.
- E eu falei que eu também odiava as namoradas do Raul.
(ambos suspiram)
- A gente pediu desculpas um pro outro. E prometeu tentar não ser tão chato por conta dos namorados e namoradas um do outro. – Falou Pietro.
- E então nos abraçamos. – contou Raul sorrindo. – E era tão bom, tão gostoso. (risos)
- Rolou beijo... – Sorriu Pietro. – E então nos perguntamos juntos por que um beijou o outro! Ficamos quietos por algum tempo, e então eu perguntei se ele gostou tanto quanto eu.
- E eu respondi que gostei mais de beijar ele do que qualquer uma das garotas com quem sai. – falou Raul.
- E eu disse que eu também me sentia assim com relação a ele. – terminou Pietro.
- Perguntei se queria tentar algo só entre nós. Sermos namorados, sabe?
- E eu disse sim. – respondeu Pietro sorrindo. – E desde então estamos juntos.
- Vocês nunca tiveram receio sobre esse relacionamento, ou dúvidas? Afinal, é o tipo de relação que a sociedade em geral não leva bem.
- Sim tivemos. – Falou Raul. – Mas o que sentimos é maior e mais forte que nós dois.
- Sempre foi. – respondeu Pietro segurando a mão de Raul. Ambos trocam sorrisos.
- Que lindo! Vocês São tão fofos! (risos) E quanto a se revelarem para a família? Pietro foi antes, já que namorou alguns antes de Raul, certo? Como foi a aceitação da família?
- Sim. – respondeu Pietro. – Eu me assumi antes do Raul. Foi um pouco depois da abuela dar um basta e falar com a família para tratar com respeito o Rafael, e isso fez com que aceitassem bem.
- Eu só me assumi bem depois. Foi quando passei a namorar com Pietro, mas para todo mundo ficou como se gostássemos de sair em trio, não um com o outro. Também foi tudo bem. Sem problemas com nossos pais, e nossa irmã sempre nos apoiou.
- Vimos que no casamento vocês meio que se revelaram, né?
- Sim. Eu me esqueci de onde estávamos. (Riu Pietro)
- E a abuela ajudou a manter as coisas calmas. – comentou Raul. – Percebemos que ficam meio sem graça conosco, mas não nos tratam mal. Acho que estão assim porque nunca pensaram na possibilidade.
- E quando foi que perceberam que faltava algo? Que precisavam de um terceiro?
- Quando vários de nossos amigos encontraram suas cara metades e diziam o quanto se sentiam completos. – respondeu Pietro.
- Aí sentamos e conversamos. – completou Raul. – Tinhamos medo que o fato de não nos sentirmos completos era porque não éramos para ficar juntos.
- E conversando percebemos que não aguentaríamos nos separar, mas ainda faltava alguém. E foi assim, simples e complicado. (risos.)
- Verdade. (risos) Vocês chegaram a namorar outros? Terceiros como Elion?
- Na verdade sim, mas não conte para o gaito, ok? – sussurrou Pietro.
- Bobo. – riu Raul. – Ele está assistindo ao programa também.
- Droga! Ele vai nos matar. (risos)
- Não vai não. – falou Raul. – Ele entende que passado é passado. Voltando para sua pergunta Mikayla, sim namoramos alguns. Só que eles não nos levavam a serio.
- Para eles éramos somente curtição. Algo exótico para se dizer que fez uma vez na vida. – explicou Pietro.
- Quando conheceram Elion ele tinha um pouco de resistência a relacionar-se com vocês. Se ele escolhesse apenas um, o que fariam?
- Olha iriamos tentar fazer com que gostasse dos dois, mas se não fosse possível iriamos desistir. – falaram juntos ainda de mãos dadas. – Somos um pacote completo. Não conseguiríamos viver sem o outro. Poderíamos recuar para o outro ser feliz se isso fosse possível, mas sabemos que não é.
- Que bom que ele os aceitou não é? Bom agora uma pergunta um pouco forte. (risos) Qual é maior fantasia sexual de vocês com o Elion?
- Já realizamos na lua-de-mel. –responderam juntos com sorrisos enormes.
- Uau. (risos) Nem precisa falar mais nada. Agora outra pergunta: quem é o mais forte, o que manda em casa?
- Esse seria eu, - respondeu Raul. – mas deixo Elion pensar que é ele.
- Exceto quando o gatito diz que vai ter greve de sexo, aí é o gatito que manda. (risos.)
- Mudando um pouco de assunto, sua família é bem grande, mas percebemos que vocês tem uma relação mais estreita com Rafael. Algum motivo em especial?
- Não. – respondeu Pietro. – Tadeu é o único próximo em idade e nós não nos dávamos bem durante um tempo por conta das “atitudes de eu sou bom” dele. Os outros eram muito mais novos e nós achávamos mais legal andar com o Rafa, porque o Javier não tinha muita paciência com a gente.
- Afinidades então. E sobre a época do exercito, como era a interação de vocês com a equipe?
- Muito boa. – respondeu Raul. – Éramos todos como irmãos. Brincávamos quando podíamos, e procurávamos nos ajudar sempre.
- Recentemente descobrimos que vocês ficaram uns tempos com o serviço secreto. Podem nos contar algo sobre essa época? E seus apelidos?
- Poder, não podemos. – respondeu Raul. – O que posso dizer é que nossa missão era parar certos grupos de assassinos de aluguel. Devido a nossa organização e tática para alcançar esse objetivo nos deu o apelido.
- Certo. E como foi a transição do grupo secreto para trabalhar com os Harris?
- Nós já havíamos deixado o exercito há um ano, - respondeu Pietro. – então foi bem fácil.
- Nós gostamos do ritmo despreocupado por lá. Fora o fato de que é como se estivéssemos em família.
- Dá para perceber isso, já que a família Harris os apoiam muito. (sorriso.) Infelizmente nosso tempo acabou. Temos mais de 1400 palavras! Ficamos por aqui, sendo esse o ultimo jornal, pois iremos começar com outro nome, seremos CH Talk Show. Não fiquem tristes fãs, e nem se perguntem por que apenas dois ao invés de cinco como antes. A autora já adiantou que teremos uma oneshot para completar o DS e outra para o HMC que serão inclusos dentro do volume de Doble Shot em seu formato pdf, além de ser publicado aqui no SS. E quanto a vocês, meus gêmeos maravilha, algo para os fãs?
- Agradecemos seu amor e apoio. – falaram juntos. – Foi muito bom ter a companhia de vocês ao longo da nossa temporada!
- Bom mesmo foi tê-los aqui. (risos) Bom, terminamos aqui. Até o próximo show. Um beijo da Mikayla!


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