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Angel
Nome: Nathália Santos
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: São Paulo, São Paulo, Brasil
Aniversário: 20 de Outubro
Idade: 16
Cadastro:

Ficha — The Choicen Ones


Postado

Ficha — The Choicen Ones

Nome:

Grace Annie Spence

Grace é de origem latina. Significa “graça”, “dom divino”, “ajuda espiritual”.
Grace nasceu no melhor auge do casamento de seus pais. Quando eles encontravam-se apaixonados, recém casados e sentindo-se extremamente felizes. Por esse motivo, quando nasceu, ao fitarem aquele rosto alegre, cheio de vida, a primeira palavra que veio na mente de sua mãe fora “graça”, e como a garota teria se tornado o laço do casamento, que juntava o casal apaixonado. Grace nasceu juntamente com Benjamin, seu irmão gêmeo.

O significado do nome do seu irmão significa “filho da felicidade” e “bem-amado”.

O mesmo significado é atribuído ao nome Annie; “graciosa”, “cheia de graça”.

O sobrenome “Spence” é uma pequena abreviação de “Spencer”, que significa por sua vez, “aquele que dispensa”, “mordomo”, caracterizando pela casta a qual Grace pertence.


Apelido:
Seus principais amigos a chamam de Spen, uma abreviação de seu sobrenome.
Seus pais e familiares a chamam de Anne, tornando-se então um apelido bastante exclusivo.
Formalmente, é chamada de Stra. Spence.
Contudo, dentro do castelo, pode-se chamar a garota por Anne, ou Gracie.


Idade:
18 anos.
20 de outubro de 1998 — Libra


Sexualidade:
Heterossexual


Casta:
Casta 6.


Profissão:
Antes de entrar na Seleção, Grace possuía diversos pequenos empregos para ajudar os pais com as despesas de casa. Ela muitas vezes passeava com cachorros e cuidava de criança de famílias de castas superiores. Todavia, seu emprego fixo baseava-se em cuidar de duas crianças pertencentes à uma família de casta três, filhos de um casal de médicos que quase não tinham tempo de cuidar das crianças de cinco e sete anos. Por esse motivo, Grace era contrata regularmente, ganhando uma boa quantia pelo serviço.
Além disso, a garota também ajudava os pais em seus trabalhos. Às vezes, limpava as casas e mansões com sua mãe, ajudava-a a costurar algumas roupas e a buscar alguns tecidos e ajudava seu pai na cozinha, em um restaurante aonde ele trabalhava como cozinheiro.
Apesar de dedicar-se bastante aos empregos e pequenos serviços e ser bastante feliz no que fazia, Grace sabia que não queria participar desse meio para sempre. A garota queria crescer, presenciar novos horizontes, viajar pelo mundo. Queria conquistar uma melhor condição, ajudar sua família, dar uma vida melhor à eles. E sabia que não conseguiria tudo aquilo apenas passeando com animais de estimação.



Província:
St. Andrews


▶ Aparência:


Photoplayer: Adelaide Kane.



Grace é dona de uma beleza sútil. Seus olhos são castanhos claros, mas não tanto. Sua pele é num tom rosado, se tornando fácil desvendar se a garota está com vergonha, ou tímida, visto que suas bochechas ficam ruborizadas quando acontece. Seus cabelos, um pouco abaixo dos ombros, são um pouco ondulados, num tom castanho escuro, clareando dependendo da luz.
Sua altura atinge 1,63, sendo considerada relativamente baixa, tendo dificuldade em alcançar determinados lugares e sempre ter de ficar nas pontas dos pés para fazer algo. Por isso, é alvo de muitas brincadeiras, principalmente de seus melhores amigos e de Benjamin, seu irmão gêmeo. Seu corpo possuí curvas bonitas, não muito exageradas, mas escondidas em cima de roupas largas, doadas, servidas exclusivamente para o emprego.
Apesar de características simples, Grace é considerada muito bonita. Dona de uma feição leve, gentil, juntamente com um sorriso contagiante. Sempre é elogiada por todos que a veem, admiradas pelas crianças que cuida e sempre alvo de ser uma das pretendentes para filhos dos amigos de seus pais.


















Personalidade:




Grace tem um problema com horários; nunca consegue cumpri-los. Isso significa que a garota sempre tem que correr para não chegar atrasada em seus lugares e compromissos. Antigamente, costumava levar sermão, tanto de seus chefes, quanto de seus familiares. Contudo, ultimamente, é quase como um charme da garota, apesar dela nunca fazer de propósito.
Grace adquiri uma personalidade leve e descontraída. Um coração enorme que faz com que perguntem-se como cabe em seu corpo de estatura mediana. É dona de uma risada alta e fácil, e um sorriso mais fácil ainda. Não é muito difícil arrancar um desses itens da garota. Sempre mantém de bom-humor, não importa como esteja o tempo lá fora. Nublado ou ensolarado, ela sempre está alegre.




Possuí uma boa lábia e é bastante sociável, ou seja, ela consegue facilmente conversar com todos, sobre todos os assuntos imagináveis. Desde os mais sérios, até os mais divertidos. Grace gosta de enxergar sempre o lado bom do mundo. O arco-íris no fim da chuva, uma luz confortante depois de um blackout assustador. Por esse motivo, é bastante difícil abalar a garota, mas isso não significa que Grace permite ser pisada pelas outras pessoas.
A garota não suporta injustiças, e sempre tenta lutar pela igualdade, mesmo que seja algo difícil de conquistar em um mundo dividido por números. É bastante empenhada e dedicada em tudo que faz. Possuí a graciosidade, a gentileza e a meiguice da mãe, e o bom-humor e força do pai. É destemida como a Georgie, sonhadora como Lucinda e destemida e teimosa como Benjamin. Além disso, segundo Charles, a garota possuí alguns trejeitos e mania de seu pai e avó paterno da garota, James.




Inteligente, sempre interessada em experiências novas. Bastante distraída, sempre perdida em seus pensamentos. Um pouco atrapalhada e desajeitada, podendo tropeçar em seus próprios pés, principalmente se a considerarmos de saltos, e em mobílias, principalmente quando está com pressa e atrasada.
Apesar disso, Grace sabe muito bem ser responsável e séria nos momentos que deve. É relativamente sensível, mas nunca deixa seus sentimentos serem expostos, apenas na frente de pessoas que realmente se importa. Não chora com facilidade. Quando está brava ou chateada com alguém, evita a pessoa, para não deixa-la magoada tanto quanto a garota está.




Apesar da personalidade risonha e extrovertida, Grace não gosta de ser o centro das atenções, e costumava ter suas bochechas ruborizadas quando recebe elogios ou quando é observada por muitas pessoas. É educada, mas também pode ser bastante sincera quando quer, mas sem magoar o indivíduo.
Quando está preocupada com algo ou chateada, costuma ficar ainda mais dispersa, sempre pensando no que está acontecendo e muitas vezes, não ouve os acontecimentos ao seu redor. Consequentemente, acaba tendo dificuldades para dormir.




Contudo, a garota é bastante orgulhosa quando se trata de pedir ajuda. Grace sempre acredita que consegue fazer as coisas sozinha, sempre alcançando a sua independência. Sempre adapta-se facilmente a qualquer ambiente, mas não é nada acostumada com as mordomias do castelo. A garota nasceu para servir, e a ideia de ser servida é completamente estranha.
Grace também não costuma usar maquiagem. Além de não dinheiro o suficiente para comprar, a garota não sabe como usa-las. Por esse motivo, vive sempre com o rosto limpo, natural. O máximo de maquiagem que usava era sempre algo simples, feito pela sua avó Georgie quando elas saíam juntas.




▶ História ◀





A vida de Grace sempre fora rodeada de simplicidade, porém, recheada de amor e carinho. Seus pais se conheceram nos tempos do colégio, apenas adolescentes apaixonados que faziam tudo por amor. Passaram por muitas dificuldades, para chegar aonde estão. Alessandra, sua mãe, era de casta cinco, uma pintora. Contudo, ao casar-se com Charles, um simples garoto de casta seis, adquire a mesma casta que o marido. Apesar de tudo, Alessandra não arrepende-se do que fez.
Desde criança, Grace deixava claro que não era uma garotinha frágil e indefesa. Ela e Benjamin eram extremamente unidos, correndo pela casa e brincando em bosques e jardins das mais variadas brincadeiras. Porém, com uma exceção; todas brincadeiras consideradas masculinas. Futebol, bolinha de gude, carrinho de rolimã, dentre diversas outras. Por todas as brincadeiras envolveram esforços físicos, a garota era rodeada de machucados, principalmente na região dos cotovelos e dos joelhos.
Grace não costumava brincar muito com outras garotas, já que, geralmente, elas compartilhavam gostos diferentes, o que dificuldade as interações. Por esse motivo, a garotinha sempre vivia ao lado do irmão, que, por sua vez, sempre recebia a companhia da irmã gêmea de braços abertos.
Eles eram crianças consideradas hiperativas. Corriam, brincavam, falavam alto e socializavam com todos e em qualquer momento. Grace e Benjamin traziam a luz para a casa da família Spence. No auge da infância, eles conseguiam esquecer todas as responsabilidades que aguardavam por eles.
Crescer como um seis não é fácil. Você é praticamente criado com duas ideias em mente; você nasceu para servir, e você nunca deve ser notado. Grace seguia a risca a primeira ordem, porém, a segunda era mais complicada de ser feita.
A garota sempre chamava a atenção por onde passava, fosse pela sua beleza, fosse pelo seu carisma e pela personalidade descontraída. Contudo, o coração de Grace, até então, pertencia à Cameron, melhor amigo de Benjamin. Até seus dezesseis anos, ela possuía uma paixão platônica pelo garoto, que nunca teria sido correspondida. Mas, claro, Grace superou a pequena atração que sentia por Cameron.
Para ajudar a família, Grace trabalhava criando de crianças, cachorros, além de ajudar os pais em seus respectivos empregos. Benjamin, por sua vez, fazia pequenos serviços de entrega, descarregando pacotes e ajudando moradores da província.
A família Spence passava por muitas dificuldades. Apesar de conseguirem uma certa quantia em seus empregos, os quatro membros da família passavam por alguns perrengues, em períodos difíceis. Já passaram fome e necessidade, mas nenhuma dificuldade era o suficiente para tirar o brilho da família, que sempre erguia-se, junta, para conseguir desviar de qualquer obstáculo.


Família:


Alessandra Georgie Peintres Spence, 38 anos — Mãe.
Casta 6 — Faxineira e costureira.
(Alicia Coppola)




Alessandra tinha uma promissora carreira de pintora de casta cinco. Porém, ela largou tudo pelo seu amor, Charles. Abaixando uma casta, tornando-se uma seis, Alessandra desde então começará a trabalhar como costureira e faxineira de algumas casas de famílias mais ricas.
Apesar abandonar sua casta, a mulher não arrependeu-se nem um pouco, visto que possuí uma família maravilhosa e que a ama incondicionalmente. Alessandra sempre acreditou que o amor era mais importante que dinheiro, e tenta passar isso para os seus filhos.
Está grávida de três meses.
Possuí cabelos castanhos escuros, o comprimento um pouco abaixo do ombro. Uma pele bronzeada e seus olhos são castanhos escuros, característica que Grace e Benjamin teriam herdado. Tem uma beleza única, e uma gentileza e graciosidade admirada por todos.
Grace e Alessandra são o exemplo de uma relação única entre mãe e filha. Melhores amigas, confidentes, companheiras para qualquer momento. Sua mãe sempre trazia conselhos para Grace, em tudo que a filha precisasse. Alessandra que trouxe à garota o amor pela arte.


(...)

Charles James Spence, 40 anos — Pai.
Casta 6 — Cozinheiro.
(Linden Ashby)




Às vezes, quando Charles fita a expressão cansada de Alessandra depois de um dia exaustivo de trabalho, ele pergunta-se se fez o certo ao deixa-la largar sua carreira, largar sua casta para viver com ele. Contudo, quando via os gêmeos correndo pela casa, rindo alto e abraçando os pais, a expressão de Charles suaviza-se. Ele a amava. Ele ama-os.
Seus olhos esverdeados, são uma parte da genética que não foi alcançada por Grace e Benjamin. Seu rosto é rosado, bastante semelhante ao rosto de Grace. Bastante alto e forte por conta dos trabalhos que prestava quando adolescente.
A relação entre Charles e Grace é extremamente divertida. Ele contava piadas e histórias engraçadas, que sempre fazia a garota sorrir. Apesar disso, Charles possui um senso de proteger Grace a qualquer custo. Ele é receoso com o tempo em que sua filha terá que casar.


(...)

Benjamin Stewart Spence, 18 anos — Irmão gêmeo.
Casta 6.
(Tyler Posey)




Benjamin é um garoto muito bonito, sempre chamando a atenção de garotas. Ele é bastante amável e gentil, sempre disposto a ajudar. Contudo, Ben também é considerado um pouco sério e sarcástico demais, e tem o péssimo hábito de sempre querer as coisas do seu jeito.
Seus olhos são escuros, assim como seus cabelos. É um garoto alto e forte, além da pele bronzeada por conta das horas de exaustão no soç. Todavia, ainda possui a sua beleza e charme.
Benjamin e Grace sempre foram bastante unidos, e isso vai além do fato de terem nascido no mesmo dia, com algumas horas de diferença. Eles sempre apoiam-se em mantém uma relação de sinceridade. Ben, assim como o pai, também é um pouco ciumento em relação à Grace e garotos. Os irmãos não têm segredos, e adotam uma condição; completa sinceridade. Eles são como melhores amigos, e sempre estariam ali um pelo outro.

(...)

Georgie Susan Peintres, 63 anos — Avó materna.
Casta 5 — Dançarina e pintora.
(Julia Andrews)




Enquanto Alessandra ensinava Grace a amar a arte, Georgie ensinava a garota, de fato, a arte. Entregava seus pinceis e lápis e insistia que a garota despejasse todos os seus pensamentos na tela, no papel. A garota possuía bastante talento para isso, mas, visto que não era a sua profissão como casta, Grace nunca insistirá no gesto.
Georgie era o tipo de avó divertida, que não possuía limites e falava tudo que pensava, mesmo que pudesse magoar alguém ou deixa-lo irritado. Era bastante sincera, o que às vezes, deixava as pessoas constrangidas.
A avó tentava transformar Grace num reflexo seu, assim como teria feito com Alessandra. Insistia que a garota praticasse balé, ginástica e que fosse uma moça comportada e fina. Por esse motivo, Georgie sempre levava Grace a pequenas festas, sempre fazendo questão de trazer garotos das mais diversas castas e status para conhecer a adolescente. Apesar de Grace sentir-se incomodada, nunca de falava de fato, com receio de magoar a sua avó.
Fora isso, a relação das duas era bem divertida, e dinâmica.
Georgie fica bastante alegre e orgulhosa quando descobre que Grace inscreveu-se na Seleção, já prevendo que sua neta ganharia e enchendo a garota de conselhos de etiqueta, de como portar-se.


(...)

Lucinda Bella Soilel Spence, 68 anos — Avó paterna.
Casta 6 — Criada.
(Meryl Streep)




O total oposto de Georgie, Lucinda é mais sútil, mais quieta em seus pensamentos e opiniões. Apesar disso, ainda é uma avó maravilhosa. Sempre disposta a ajudar Grace, seja com conselhos ou simplesmente oferecer um ombro para a garota chorar.
Lucinda sempre tentava fazer com que Grace sempre acreditasse no amor verdadeiro, de que sua alma gêmea estava em algum lugar por ali, e que ela o encontraria, na ocasião certa, no momento certo. É uma senhora extremamente romântica e cheia de vida.
Sente falta de seu falecido marido, por isso, sempre carregava consigo boas lembranças deles, sejam espirituais, como materiais.





▶ Gostos e Desgostos ◀

Gosta:

♣ Crianças e animais;
♣ Possuí uma paixão por arte, graças a sua mãe;
♣ De todas as estações. De acordar em uma manhã de sol, coletar folhas no outono, caminhar com uma coroa de rosas vindas da primavera e dormir com o barulho da chuva na janela, e tomar café quente no frio.
♣ Adora o gosto do café e o sabor do chocolate;
♣ Flores;
♣ Possuí uma paixão pelo céu e tudo que há nele; nuvens, estrelas, a lua e o sol;
♣ Ler, não importa o gênero;
♣ O som dos instrumentos, solo e tocados em conjunto;
♣ Caminhar, tomar um ar fresco;
♣ Ajudar as pessoas;

(...)

Não gosta:

♣ De usar saltos;
♣ O sabor do álcool;
♣ De pessoas que acreditam ser superiores às outras por conta da casta que pertence;
♣ De pessoas que maltratam, fisicamente ou psicologicamente outras pessoas;
♣ Do escuro. Não é considerado um medo, apenas um desconforto por não sentir-se segura em estar em um lugar onde não consegue enxergar o que está ao redor.
♣ Mentiras;
♣ Que a chamem de fraca, de que achem que ela não é capaz;
♣ Que tentem mudar quem ela é;

▶ Defeitos e Qualidades ◀

Qualidades:

♣ Possuí um bom coração, sempre acreditando no melhor que há em cada um;
♣ Criativa;
♣ Prestativa;
♣ Empenhada;
♣ Apesar de um pouco desperta, Grace consegue ler as expressões das pessoas. Saber se algo a incomoda, se a pessoa está chateada, irritada, algo assim. Costuma reparar nas pessoas que se importa;
♣ Bem humorada;
♣ Espontânea
♣ Carismática, gentil e educada;
♣ Uma boa lábia. Pode conversar com alguém sobre qualquer assunto;
♣ Calma, raramente perde o controle quando realmente se irrita;
♣ Inteligente;

(...)

Defeitos:

♣ Teimosa;
♣ Bagunceira;
♣ Ingênua;
♣ Um pouco desastrada;
♣ Sincera... até demais;
♣ Distraída;
♣ Quase nunca é pontual;

▶Medos | Fobias | Traumas ◀



♣ A garota possuí claustrofobia, o que significa que ela não aguenta ficar em lugares muito apertados e fechados. Quando ocorre, ela sente falta de ar e adquire uma pequena crise de pânico.

Possuí medo de trovões e tempestades desastrosas. Não há uma razão especifica, mas o simples som que o evento emite, e a sensação de que o mundo pode acabar, que o teto pode desabar em sua cabeça, assusta a garota.


▶ Manias ◀



♣ Quando vai brigar com alguém mais alto do que ela, fica sempre nas pontas dos pés, a fim de alcançar o rosto do indivíduo;
♣ Tem mania de colocar a língua entre os dentes quando ri, principalmente quando está brincando com alguém e sente-se à vontade com essa pessoa;
♣ Quando está envergonhada, suas bochechas ruborizam, atingindo um tom vermelho, que é fácil de ser percebido;
♣ Quando não sabe o que dizer, ela sorri sem mostrar os dentes;


▶ Hobbies ◀



♣ Grace gosta de caminhar, tomar um ar fresco com frequência;
♣ Ela gosta de cantarolar músicas, apesar de não saber cantar muito bem, e a atividade não ser um de seus talentos;
♣ Gosta de pintar e desenhar;
♣ Ler;
♣ Cozinhar;
♣ Ouvir música;
♣ Sempre busca fazer algo novo, diferente;
♣ Praticar esportes;


▶ Talentos ◀



♣ Graças ao seu pai, Grace possuí um certo talento para cozinhar;
♣ Graças à mãe, sabe costurar;
♣ Graças à Benjamin, Grace sabe jogar qualquer esporte muito bem;
♣ Sabe desenhar e cantar muito bem;
♣ Grace tem um talento para lidar com as pessoas, até mesmo com as personalidades mais difíceis e duras;
♣ Ela também tem um ótimo talento para cuidar de animais e crianças, que parecem se atrair pela garota, sempre gostando dela;
♣ Aprende as coisas rápido;


▶ Criadas ◀


Helena, 22 anos.
Photoplayer: Phoebe Tonkin
É responsável pela organização do quarto e vestuário de Grace.




Personalidade: Atraente, alegre, divertida, conselheira, misteriosa;
A relação entre Grace e Helena é leve. Sempre tenta aconselhar Grace em questões amorosas, principalmente em relação ao príncipe. Helena não hesita em falar sobre a beleza dos príncipes, sempre sendo repreendida por Katherine. Elas se dão bem, apesar de ambas discutirem algumas vezes por conta das roupas, já que Helena sempre tenta convencê-la a usar algo sempre mais “sensual”.

Katherine, 27 anos.
Photoplayer: Anna Katherine Popplewell
É responsável pela limpeza do quarto e pela parte estética de Grace.




Personalidade: Responsável, séria, tímida, calma, educada.
No começo, a relação de ambas é rígida, por conta do profissionalismo de Katherine. Contudo, depois de algum tempo, graças a personalidade descontraída de Grace, a criada acaba aceitando a intimidade. Por sua vez, Katherine tenta aconselhar Grace a como se portar, principalmente em frente à rainha, e perante aos outros membros da realeza. Muitas vezes será Katherine que acalmará Grace em seus momentos mais desesperadores.




▶ Objeto especial ◀

♣ Um colar com o pingente de uma flecha que pertencia à seu avô materno. Possuí um valor sentimental por ser uma herança de família. Era de seu avô, passou para sua mãe e agora, pertencia à Grace.
A flecha possuía diversos significados, dependendo do membro da família. Seu avô acreditava que a flecha significava conquista, força. Era uma forma de lembrar a si mesmo, ao olhar o pingente, que a força estava em suas mãos. Que tudo dependia exclusivamente de si mesmo para acontecer.
Para sua vó, todavia, significava a flecha do cupido. A flecha do amor. Que, usando o colar, Grace encontraria o amor da sua vida.
Já para sua mãe, significava destino. Ela acreditava fielmente que tudo acontecia por uma razão. Para alguma razão. Usar o colar lembraria Grace, até nos momentos mais difíceis, que tudo estava escrito. Que tudo acontecia estrategicamente, e que as coisas dariam certo. O colar ajudaria Grace a saber o caminho que seguir.





▪▪▪▪▪ Perguntas sobre a Selecionada ▪▪▪▪▪

▲ Príncipe escolhido ▼
Matthew Dylan James Gales de Cambridge

▲ Como agirá nas entrevistas? ▼


Na primeira entrevista, assim como todas as demais selecionadas, Grace estará nervosa. Afinal de contas, o quão assustador era estar ali, num castelo, disputando, na teoria, o coração de um príncipe? Estava tão acostumada em apenas assistir o programa, de longe, encolhida no sofá surrado de sua casa, que a ideia de ser assistida era totalmente assustadora.
Contudo, ela é sincera em suas respostas e responde tudo com um bom humor e com muita leveza, o que passa uma certa confiança para os telespectadores, a família real e para o apresentador, Augustus.
Depois, no decorrer das entrevistas, Grace solta-se mais, brincando e rindo abertamente do jeito divertido do apresentador. É sempre sincera em suas respostas, mas claro, não a ponto de revelar segredos, caso surja algum no decorrer da história, e tenta não ser muito aberta em relação aos seus sentimentos por Matthew. Deixa sempre um mistério. Para protegê-lo. Para proteger a si mesma. E seu coração.



▲ Qual o opinião dela sobre ser Selecionada? ▲

“Ser uma selecionada? O quão estranho e assustador poderia ser? O que significava, exatamente, aquilo? Ser escolhida para confinar-se em um castelo, perante a mordomias e uma vida diplomática de uma psico princesa? Não podia mentir, era uma pressão, um peso que não tinha certeza se conseguiria segurar. Eu teria sido selecionada, perante às tantas garotas, a conquistar o príncipe? Era sobre isso que se tratava? Um príncipe, uma coroa, uma cadeira confortável no castelo? Tinha passado tanto tempo ouvindo meus pais suspirando sobre amor verdadeiro, e agora, eu teria que acha-lo entre um uma pessoa. Um lado de mim agitava-se com a nova experiência que adentrava na minha vida. O outro lado, temia eu não conseguir sair do enorme oceano que estava mergulhando.”


▲ Como reagiria à um ataque rebelde?▼

“Tudo bem, tudo bem, não vou mentir, ficaria assustada. Afinal, de contas, o quanto você pode temer algo que nunca presenciou em sua vida? Porém, claro, manteria minha maior calma que conseguiria juntar. Caso houvesse guardas, seguiria suas instruções, indo até um local seguro. Contudo, caso estivesse sozinha, a mercê de minhas próprias ações, me esconderia no lugar mais seguro que conseguisse encontrar e esperaria tudo acabar. Ah, mas claro! Se estivesse acompanhada, levaria essa pessoa comigo, com toda a certeza.”



▲ O que pensa sobre a Seleção? ▼

“Lembro-me de ouvir, quando era criança, meu vô paterno, James, resmungando sobre a Seleção ser programa de reality show para um príncipe desesperado. E, sabemos muito bem qual é a principal função de um reality de show; entretenimento. Minha avó, Lucinda, por sua vez, acreditava que tudo era tão exótico, tão romântico.
Sempre vi-me perdida entre esses dois extremos. Mas, claro, nunca tinha parado para me preocupar com isso. Afinal, eu era apenas uma garota de dezoito anos, sequer tinha cogitado a hipótese de casamento e ainda pertencia à casta 6. A seleção parecia apenas mais um dos livros que gostaria de ler, apenas perdendo-me na ficção.
Porém, aqui estou eu.
Acredito que a Seleção é, por um lado, algo poético. Um método diferente de encontrar um amor, como em aplicativos de relacionamento, onde você tenta, num número limitado de pessoas, encontrar o amor da sua vida, a pessoa a quem você estará destinada a ficar junta. Contudo, por outro lado, é pressionador. Para os príncipes, para as selecionadas. Afinal de contas, há inusitadas formas de encontrar o amor da sua vida. E não há nada mais divertido do que uma história de amor que começou exótica. Você pode conhecê-la sentado na mesa de um bar qualquer, ou numa entrevista de emprego, dentro do colégio. Ou numa Seleção, assistida por milhares de pessoas, onde seu coração está a mercê de garotas que foram selecionadas, pelo destino ou não, a se casar com você.”



▲ Reação ao ser eliminada ▼

“Acho que sei bem lidar com términos, com pontos finais. Quero dizer, coração partido é inevitável. Todos já estamos pré-dispostos a ter nosso coração quebrado, rachado, lascado de alguma forma. Por algo. Por alguém. Mas, acho, que se amasse tanto o príncipe quanto permitiria-me amar, seria impossível não sofrer. Não podia culpá-lo por sua escolha, por sua decisão. Só poderia apoiá-lo. Amava-o. Amava-o o suficiente para aceitar sua escolha. E entender que a sua escolha não seria eu.”



▲ Teria coragem de trapacear? ▼

“Não, acredito fielmente em meritocracia.”



▲ Teria coragem de agredir uma Selecionada? ▼

“Hã... não. Não tenho coragem nem de agredir meu irmão *risadas*. Então, não. Não agrediria nenhuma selecionada, não importa o que ela fizesse comigo. As palavras têm poder. São tão dolorosas quanto um soco. E, pelo menos, não deixam hematomas.”



▲ Trairia o príncipe? E se amasse outra pessoa, contaria para ele? ▼

“Traição é algo horrível. Não deve-se trair ninguém, em todos os sentidos da palavra. Mas, caso sentisse que meu coração pertencia à outro, eu diria. Contaria com a compreensão do príncipe, e diria com a maior sinceridade que tenho. Afinal, não gostaria de ter meu coração quebrado. Que direito teria de quebrar o dele? Ele pode estar revestido de roupas caras e uma vida pesada das costas, mas ele é humano. Não o quebraria mesmo se tivesse vontade.”



▲ Príncipe, coroa ou outro motivo? [Se for outro motivo, diga qual] ▼

“Bom, se estamos falando do motivo d'eu estar na seleção, fora uma aposta. Apostei com minha melhor amiga que nos inscreveríamos na Seleção. Afinal, que chance teríamos? Que atenção chamaríamos? Não acreditava em meu auto-potencial em ser escolhida, ter meu dedo próximo de um anel de noivado. Fui bem tola. Se desconsideramos o 'azarada'. Afinal de contas, olha onde estou. Indo a uma guerra sem espadas, sem armas de fogo e sangue. Uma guerra cheia de vestidos, jóias caras e jantares em uma mesa gigante e numa cadeira confortável. Uma guerra que poderia ser tão catastrófica quanto às de filme, quanto às que o país estava presenciando.
E, bom, onde minha melhor amiga está? Em casa, provavelmente torcendo para que eu não faça nada de constrangedor na minha primeira entrevista.”



▲ Já esteve em outros relacionamentos? ▼

“Nenhum relacionamento “sério”, sabe? Já beijei alguns garotos, mas nunca namorei-os.”



▲ É virgem? ▼

“*risadas envergonhadas* Sim, sou.”



▲ Qual seria o projeto de filantropia da Selecionada? ▼

“Igualitarismo. Cambridge é ótima, não irei mentir. O rei e a rainha fizeram ótimos serviços, mas, não posso fechar os olhos. Afinal, a realidade está ao meu redor, todos os dias. Sei que não é tão fácil destruir as castas, mas, enquanto é algo distante, acredito que todos merecem as mesmas condições. Enquanto á pessoas que tem de mais, há uma enorme pessoas que tem de menos. Menos acesso à escolas, à fontes de educação, menos acessos à hospitais, a segurança, a uma vida digna. Se todos tiverem as mesmas coisas, que direito teriam de achar-se superiores?”



▲ Qual o lugar favorito no palácio da Selecionada? ▼

“O jardim! Sim, sim, além do meu quarto. Adoro inspirar ar puro, estar em um lugar calmo, sem muitas vozes, sem muitas turbulências, onde posso apenas ficar vagando em meus pensamentos. E meu quarto, onde posso me refugiar. Há Katherine e Helena comigo, e posso conversar com elas, além de poder ficar sozinha quando elas vão embora.”



▲ Qual é o melhor presente que ela poderia ganhar? ▼

“Algo sincero, que venha do coração. Que eu poderia olhar e facilmente lembrar-me da pessoas que deu-me o presente.”



▪▪▪▪ Opiniões e pensamentos da Selecionada ▪▪▪▪


▲ O que ela pensa sobre o governo atual? ▼

“Meu pai sempre tenta manter-nos atentos sobre o que está acontecendo. Suas críticas são sempre bem severas. No geral, é possível dizer que tudo está indo bem, nos eixos. Mas, claro, nada é perfeito. Sempre pode-se melhorar alguns aspectos. Ainda há muitos vácuos, mesmo nas maiores perfeições.”


▲ O que ela acha que tem que melhorar no governo? ▼

“Aos poucos, pequenas melhoras. Posso dizer que ainda há muitas pessoas que sofrem em Cambridge. É realmente triste ver pessoas passando fome, sem nenhuma condição, sentindo-se abandonadas. Essas dificuldades já fizeram parte da minha família e de uma parte minha. É horrível. Nunca gostei de números, então, é algo que poderia ser considerado a se retirar. Porém, enquanto trabalha-se nisso, ajudar as pessoas que precisam seria um bom começo.”



▲ O que ela pensa sobre a Família Real? ▼

“Parece ser uma família amável e boa, bastante respeitável. Contudo, a imagem de perfeição assusta-me um pouco. Tudo bem, talvez o tamanho poder me intimide também. Também assumo que sinto um pouco de falta do Rei Edgar, de ver sua imagem sorridente. Lamento não ter conhecido-o, mas sinto que seus filhos herdaram os mesmo trejeitos.”



▲ O que ela pensa sobre a rainha Bridget? ▼

“Ela é linda. Parece tão gentil e preocupada com o povo. Porém, há algo em sua feição que, mesmo com minha habilidade de ler as expressões das pessoas, não consigo enxergar. Talvez seja a televisão. Vovó Georgie sempre diz que a televisão deixa as pessoas estranhas.”

“Não entendo. Na verdade, consigo entender um pouco. Sua beleza na televisão some conforme sua expressão séria sobressai-se nos dias em que perambula pelo castelo. A forma como exala poder exageradamente intimida-me um pouco. E por que parece que alguns de seus filhos a temem?”



▲ O que ela pensa sobre o príncipe Nicollas? ▼

“Príncipe Nicollas parece ser educado, e, sem dúvidas, exala encanto, mesmo que involuntariamente. Parece alguém bastante interessante para se ter uma conversa.”

“Príncipe Nicollas é divertido, apesar da sua timidez ser algo que o afasta das pessoas. Ele também parece ter um relacionamento estranho com a mãe, mas, respeito-o o suficiente para não questioná-lo sobre o assunto.
É realmente divertido vê-lo arrumando o castelo, ainda mais sabendo que eu sou considerada a bagunça em forma humana. Ele é legal, e acredito que será um ótimo rei, assim como seu pai fora.”



▲ O que ela pensa sobre o príncipe Christian? ▼

“Príncipe Christian parece ser bem alegre e sorridente. Aliás, o garoto parece deslizar entre uma personalidade descontraída a postura de um líder.”

“Estar com Christian é bastante é bastante dinâmico. Ele é engraçado, sempre me faz rir. Claramente, um rebelde sem causa. Porém, noto que ele é meio impulsivo, lembra-me um pouco Benjamin por conta de sua personalidade. Ele age meio estranho com a rainha Bridget. Claro, não vou perguntar!”



▲ O que ela pensa sobre o príncipe Matthew? ▼

“Príncipe Matthew possuí uma expressão tão suave, serena. Parece ser tão calmo, apesar das turbulência que deve ser a vida de um príncipe.”

“Às vezes, na calada da noite, quando tento dormir na minha cama extremamente confortável pergunto-me: Qual o problema com esse garoto? Tudo bem, ele é lindo, um sorriso destruidor e sua voz tira-me do chão, seja falando, seja cantando. Mas, sério, como lidar? Às vezes estamos bem, rindo e conversando de maneira descontraída. Em outro momento, ele é totalmente grosseiro e tenho que segurar-me para não ser grossa de volta. Calma é uma das minhas qualidades, mas Matthew parece adorar testar meus limites.”



▲ O que ela pensa sobre a príncesa Audrey? ▼

“A princesa Audrey lembra, com toda a certeza, o rei Edgar. Os mesmos traços, tudo na questão física. Quando a vemos na televisão, posso ouvir mamãe suspirando e soltando um comentário sobre o doce reinado do rei Edgar. A princesa parece ser tão amável quanto o pai.”

“É divertido ver Audrey e Nicollas como uma dupla, quase um só. Eles são bastante unidos. Audrey tem uma personalidade incrível, mas misteriosa. Acho estranho como às vezes ela parece tão séria, silenciosa, e no outro momento, possuí um caminhar alegre, animado. Porém, ela é uma ótima garota, e uma boa amiga.”



▪▪▪▪ Relações da Selecionada ▪▪▪▪


▲ Qual a relação dela com as outras Selecionadas? ▼

“Não, não quero ver ninguém como uma inimiga. Tudo bem, estamos em uma guerra, como já falei anteriormente. Mas, não consigo olhar ninguém dessa maneira. Relaciono-me com elas, e convivemos tranquilamente. Mas, claro, não suporto que pisem em mim, ou se achem no direito de fazer isso. Não gosto de forçar simpatia, mas, também não serei a pessoa grossa e vingativa.”



▲ Qual é a relação dela com a Rainha Bridget? ▼

“A respeito. Afinal de contas, ela é a rainha de Cambridge. Mas, tento não pisar em seus calos nem meter-me em seu caminho. O fato de eu ser uma Seis faz com que a rainha também faça pouco caso de mim. Talvez não goste de mim ou simplesmente ignore-me, fingindo que não existo.”


▲ Qual é a relação dela com o príncipe Nicollas? ▼

“Minha relação com Nicollas era, no início bastante casual. Eu o respeitava, afinal, ele era um príncipe. Contudo, no decorrer do tempo, conversamos um pouco. Não somos exatamente bastante próximos, mas sempre matemos um diálogo quando nos vemos. Ele sempre recomenda-me livros para ler e sempre conversamos sobre alguns quando os leio. Sinto que consigo soltar sua personalidade tímida, sempre com piadas e um jeito descontraído que acaba, involuntariamente, soltando-o também. Porém, a armadura que segura e prende Nicollas é bastante rígida, mas, apesar de sempre querer ajudar os outros, deixo tal tarefa à garota que deseja conquista-lo. Porém, sempre estou a disposição quando ele pede-me conselhos. E Nicollas ajuda-me, ou pelo menos, tenta, a compreender a personalidade inconstante de Matthew.”



▲ Qual é a relação dela com a o príncipe Christian? ▼

“Tenho sérios problemas em ficar séria quando encaro Christian por mais de três segundos. O garoto sempre tenta fazer-me rir nos momentos mais constrangedores e indevidos, como quando estamos na sala de jantar e a rainha parece não estar tendo um dos bons dias. A amizade de Chris tornou-se algo bastante especial para mim. Nossas personalidades se misturam em bastante harmonia e conversamos sobre nossas opiniões e diversas outras coisas, apesar de as vezes discutimos por ele ser não reconhecer seus sentimentos e por mim ser tão ingênua. Sempre que nos juntamos é para fazer coisas idiotas, mas também conseguimos conversar seriamente. Nunca pensei que poderia ter uma relação assim com um príncipe, mas agrada-me muito tê-lo por perto. É como ter Benjamin, só que usando roupas caras. Ah, e claro, Chris também adora provocar-me em relação aos meus sentimentos por Matthew, e nosso relacionamento conturbado.”


▲ Qual é a relação dela com o príncipe Matthew? ▼

“Às vezes, pergunto-me se seria mais fácil se Matthew tivesse vindo embutido com um manual de instruções. Sua indiferença me intriga, seu jeito inconstante entre amor-de-pessoa e grosseiro-e-rude me frusta e sua voz me encanta, de todas as maneiras. Seja seu timbre falando normalmente, seja em provocações, seja gritando comigo com raiva, seja cantando. A voz dele me encanta. Sua risada nem se fala.
No começo, ele provocava-me levemente, e eu retribuía seus deboches. Tínhamos um relação um tanto quanto inusitada, visto que em uma hora ríamos, e, em outro momento, estávamos discutindo por coisas tão insignificantes. E, agora, as provocações são ainda maiores, nosso aproximamento também e meus sentimentos parecem me sufocar.
Apesar disso, apesar da personalidade difícil, e de como suas palavras às vezes me ferem como espadas, eu me importo com Matthew. O garoto é um livro que eu adoro desvendar. Adoro arrancar, aos poucos, uma parte dele, o que gosta, do que não gosta, de conhecê-lo mais, de ganhar a sua confiança.
Ver Matthew, ver todas as garotas que estão disputando seu coração, apenas lembra-me de como a Seleção pode ser uma caixinha de surpresas, de como às vezes, a sua flecha parece atingir o lado errado. Mas, quando você chega lá, percebe que, talvez, a flecha esteja indicando o caminho certo.”



▲ Qual é a relação dela com a princesa Audrey? ▼

“Audrey e eu temos uma relação que não sei se posso chamar de amizade. Conversamos, trocamos gostos em comum e debatemos sobre o que nos agrada e não nos agrada nessa enorme bola chamada mundo. Sei que a garota não confia em mim de fato, mas é bom saber que, pelo menos, faço-a sentir confortável, onde nos tratamos com intimidade e zombamos uma das outras, com bastante leveza.”


▲ Qual é a relação dela com os guardas? ▼

“Os respeito, e, insisto em trocar cumprimentos e pequenas saudações com eles.”


▲ Qual a relação dela com as criadas? ▼

“Também às respeito. Minha vó materna também trabalhava como criada e já trabalhei com minha mãe como faxineira, sei como o trabalho pode ser duro e como as pessoas podem ser cruéis. Por isso, trato-as bem, e sempre tento puxar assunto quando vejo uma. Até me voluntario-o para ajuda-las, mas, claro, elas negam.”


▲ Qual a relação dela com o apresentador Augustus? ▼

“Agradeço à Augustus por me ensinar piadas novas, e por ter o prazer de compartilhar as que meu pai contava-me com ele. Sempre o acompanhava na televisão, e admiro sua personalidade maravilhosa. Até que conversamos bastante sobre diversas coisas, claro, quando ele não tem shows para apresentar e eu não tenho que lidar com psico responsabilidades de uma princesa.”



▲ Qual a relação dela com a senhorita Margot? ▼


“Algumas vezes penso que Margot acha que eu sou um caso perdido, mas sei que não é verdade. Mesmo que às vezes ela solte um “Grace, você é um caso perdido!” *risadas*. Temos uma relação amigável, e ela é bastante paciente, além de ser bem compreensível.”



▪▪▪▪ Roupas | Acessórios | Estilo ▪▪▪▪

▲ Qual o estilo da Selecionada? ▼

Por possuir cabelos curtos, Grace prefere mantê-los, na maior parte do tempo, soltos, já que eles não a incomodam muito. Contudo, quando irá praticar alguma atividade que exige muito esforço dela, como ajudar sua mãe na faxina, e que seus cabelos podem começar a incomoda-la, ela sempre fazia um rabo de cavalo.
A condição financeira da família não permitia que eles usassem vestuários caras ou muito elaboradas. Na maior parte das vezes, as roupas eram doadas de outras famílias de castas superiores. Quando Grace começou a trabalhar, juntando seu próprio dinheiro, além de ajudar os pais com as despesas, quando sobrava, ela comprava alguma camiseta ou calça para ela. Contudo, eram poucas as vezes, e as roupas não eram caras.
Com isso, Grace costumava usar bastante calças e shorts jeans desgastados. Um par de tênis surrados nos pés e camisetas largas em seu corpo. Como eram doadas ou compradas por baixos preços, os tamanhos das peças geralmente variavam. Por isso, a garota sempre manteve seu corpo escondido embaixo de tecidos grossos e dois números maiores que o dela.







Estilos das calças:



Macacão:






▲ Tem algum acessório(s) que está sempre presente? ▼
Sim, o colar de herança da sua família.
(Objeto especial)

▲ Roupas ▼

•●• Que usará na primeira conversa com o príncipe:



•●• Que usará no primeiro encontro:




▶ Algo mais?

♣ Apenas seus pais e sua melhor amiga sabem sobre a aposta;
♣ A cor favorita de Grace é branco;


Escutando: James Arthur
Lendo: Sol e Tormenta
Assistindo: Flash
Jogando: Conversa fora
Comendo: Amendoim
Bebendo: Água

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