~NikyNeko

NikyNeko
I'm not strange, I'm special
Nome: Nicole
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil
Aniversário: 26 de Março
Idade: 16
Cadastro:

DECODE


Postado

✳ DECODE✳







✳Nome✳
•Jeslyn "Jess" Breeden•



✳Idade✳
•18 anos•



✳Aparência✳





•Jess tem uma cor de cabelo incomum, que começa castanho-chocolate na raiz e clareia a medida que chega nas pontas, onde é cor-de-areia. Seu cabelo lhe chega até o fim das costas, e ela os deixa presos em rabos e tranças com frequência, por gostar de fazer penteados. Ela tem um belo rosto, que parece ter sido cuidadosamente moldado, com olhos intensos de um azul profundo como o oceano, na luz fica claro como o céu de forma que as vezes você os encara para ver se consegue enxergar as nuvens passando. Seu olhar é intensificado por suas sobrancelhas expressivas, baixas. Seus lábios são róseos, pequenos e carnudos. Porque ela tinha que fazer exercícios com frequência para manter sua forma, assim como sua saúde, ela tem um belo corpo. Seu busto é mediano, mas ela possui quadris largos e coxas grossas torneadas. Apesar de sua aparência madura e fria, ela possui um olhar que aquece, um toque que conforta e um sorriso brilhante que alegra e salva.•



✳Artista que o representa✳
•Representada por Thylane Blondeau•



✳Sexualidade✳
•Heterossexual•



✳Personalidade✳
•Jess sempre foi uma garota doce e amigável, que sempre deu mais valor e consideração aos outros do que a si mesma. Porque, pode ser que ela não fosse uma criança saudável, mas quem chorava e sofria mais não era ela, então ela se tornou especialista em consolar as pessoas. Ela estava doente, mas muita das crianças boas no hospital estavam mortas. E também, ela não duraria muito mesmo, então claro que ela era menos importante que as pessoas ao seu redor, que ainda tinham tanto para viver e realizar. Mesmo quando adquiriu poderes e sua saúde estava nas alturas ela ainda manteve esse cuidado com as pessoas ao seu redor, com o comportamento maduro que uma garota da idade dela (que, do ponto de vista dos outros, na verdade é de pessoas bem mais velhas) deveria ter.•
•Ela não é boa em se relacionar com as pessoas, porque nunca sabe o que dizer e muitas vezes não entende o que os outros falam. Ela é mortalmente lerda e custa a entender qualquer coisa com duplo sentido (tenho nem que dizer que a pior matéria dela sempre foi interpretação de texto né?), graças a isso ela tem sua própria forma de ver as coisas. Inclusive a forma dela de ver tudo de certa forma pode te deixar envergonhado, porque coisas que você nunca notou ou deu muita atenção são vistas como coisas muito importantes do ponto de vista dela, porque ela vê tudo e todos como se fosse a primeira e última vez que fosse vê-los. Antes, isso sempre era uma possibilidade. Ela aprendeu a dar valor as menores coisas•
•Ela gosta de ajudar, mas fica extremamente frustrada por não saber fazer nada. No hospital ela não tinha nada que tivesse que fazer nem nenhuma obrigação, então obviamente ela não tem nenhuma habilidade além de seus poderes. Não que ela seja burra, ela aprende bem rápido, mas começar a aprender bem rápido depois dos 15 anos significa que ela tem o mesmo conhecimento que uma criança de 12 anos mesmo já tendo 18. Ela sempre gostou de histórias, principalmente as reais, e sempre adorou ouvir sua irmã contando casos, porque como Jess nunca experimentou muita coisa, quando ouve alguém contando de suas experiências, ela sente como se ela tivesse passado por tudo aquilo e se sente mais... viva.•
•Desde que recebeu seus poderes ela se tornou uma garota super animada, resistente e energética, porque como antes ela não podia fazer nada, agora que pode fazer o que quiser ela fica muito animada para aproveitar o máximo de coisas possíveis. Decidida e levemente teimosa, quando ela decide alguma coisa nunca volta atrás. A curiosidade dela é quase perigosa para ela mesma. Você ficaria surpresa com quantos "porquês" podem sair da boca dela num período de 5 minutos. Ela confia fácil nas pessoas e não consegue diferenciar ou odiar ninguém. É mais porque ela acha que nunca conhece alguém o suficiente para se sentir no direito de julgá-la, então ela da o mesmo sorriso que da para seus melhores amigos para aqueles que supostamente deveriam ser seus inimigos. Mas não se engane, ela pode não te odiar, mas ainda vai lutar com unhas e dentes para se defender de qualquer prejuízo que você queira fornecer a ela. Vai te perdoar, mas ainda vai lutar.•
•Tolerante, ela se conforma muito facilmente com quase qualquer coisa. Se algo ruim acontece, ela vai simplesmente superar e aceitar, e tentar fazer tudo dar certo daquele ponto em diante, mas se ela ainda pode fazer alguma coisa para resolver seus problemas ela vai dar seu máximo para conseguir. Ela se esforça dez vezes mais do que os outros em coisas simples, porque detesta fazer qualquer coisa pela metade, mesmo que não seja realmente importante pra ela. Ela vai sempre tentar resolver tudo da melhor maneira possível, porque acha que se conseguir algo pelos meios errados então ela simplesmente não conseguiu nada.•
•Brilhante e alegre, ela é aquela pessoa que, caso você pergunte "tudo bem?" ela vai responder um "tudo ótimo!" com um brilhante sorriso no rosto. Ela é aquela pessoa que vai alegrar seu dia só de estar por perto. Ela é extremamente realista, mas isso não quer dizer que desista de fazer um milagre acontecer, afinal, o que aconteceu com ela não foi um milagre?•



✳História✳
•Ela nasceu numa família de recursos. Seu pai era dono de uma grande rede de hospitais e sua mãe era uma organizadora de festas de grande porte, como casamentos e formaturas. Jess, desde que nasceu, foi uma garota de saúde extremamente fraca. Seu corpo era atacado por várias doenças e problemas, uma atrás da outra, fazendo com que desde que nasceu não saísse do hospital por um período maior que um mês. Ela só foi para a escola uma vez, no fundamental, e só frequentou durante o primeiro dia quando começou a ter convulsões e teve que voltar ao hospital. Como nunca saía ela não tinha amigos, e seus pais só apareciam por umas curtas horas durante a noite para vê-la. Seus amigos eram todos crianças que estavam no hospital, e mesmo assim ela só podia brincar com aquelas que tinham doenças não contagiosas ou apenas ferimentos, e essas crianças não ficavam lá para sempre. Após os 8 anos seus médicos simplesmente a proibiram de sair de lá, pois se esbarrasse em alguém com uma gripe na rua, acabaria voltando ao hospital após pegar uma pneumonia ou uma bronquite. Os anticorpos dela eram em muito menor quantidade que de uma pessoa normal, e muitos deles eram deficientes por alguma mutação genética. Os médicos disseram que se quisesse viver, teria que ser no hospital. E mesmo assim dificilmente passaria dos 10 anos.•
•Bem, ela quase não tinha onde contrair doenças, e quando a coisa era feia o hospital quase inteiro lhe dava preferência (lembra quando disse que o pai dela tinha uma rede de hospitais? Esse era um deles) e ela era rapidamente atendida e tratada pelos melhores profissionais. O mundo que ela via era apenas o que podia ser visto da janela. As pessoas que ela via normalmente eram médicos e enfermeiras, mas ao menos uma vez por dia seus pai apareciam para vê-la, assim como alguns membros da família mais próximos que vinham de tempos em tempos. Ela tinha uma irmã mais velha que era uma das enfermeiras do hospital, e quem mais cuidava dela. Lhe contava histórias e lhe ensinava algumas coisas como matemática e como a ler e escrever. Jess ficava tão encantada quando aprendia alguma coisa que queria aprender ainda mais. Queria ir pra escola, mas não poderia sair. Se sentia como a Rapunzel, olhando da janela, presa numa alta torre sem ter como descer. Mas não havia madrasta malvada, e nem um príncipe para salva-la.•
•Contrariando a medicina, ela viveu até os 15 anos ainda presa no mesmo hospital. Ela tinha tão poucas razões para andar que tinham que leva-la para fazer exercícios na ala fisioterápica diariamente, para que não atingisse sobrepeso e piorasse sua saúde. Ela não tinha nenhuma doença a tempos e pedia desesperada ao hospital para deixa-la sair, mas lhe negavam antes mesmo de pensar. Ela ter sobrevivido os últimos 5 anos havia sido um milagre. Mas ela não poderia olhar da janela por mais tempo, ela sequer sentia o ar no rosto.•
•Durante a noite, quando sua irmã saiu de seu quarto após fazer os exames diários, ela correu para apanhar algumas roupas. Ela não podia sair, mas sua mãe lhe comprava roupas de vez em quando para ela não ter que viver apenas com o roupão do hospital. Ela vestiu apenas uma calça, uma camiseta e um boné para cobrir seu rosto. De alguma forma ela conseguiu sair do hospital sem ninguém notar que era ela. Passear pela cidade a noite foi emocionante. Mesmo já tendo passado das 20h (horário que costumavam apagar as luzes de seu quarto e manda-la dormir) a cidade inteira estava iluminada com luzes brilhantes e as pessoas andavam rindo, se divertindo, tropeçando (ela não entendeu muito bem, mas algumas pessoas estava gargalhando ou chorando loucamente enquanto eram quase carregadas pelas pessoas próximas. Ela quase ofereceu a elas para ir ao hospital, mas como tinha muitas ela admitiu que fosse normal).•
•Ela passou por todas as partes. As vezes começava a tossir quando chegava muito perto do esgoto e tampava o nariz instintivamente quando via pessoas fumando ao redor (que eram proibidas de entrar no hospital, mas ela não estava mais lá). Ela começou a ficar exausta, acostumada a dormir cedo, e começou a se perguntar como chegar ao hospital. Na animação ela já nem sabia mais onde estava. Ela andava, hesitante, procurando onde ir, até que resolveu pedir informação. Cutucou um garoto bem na sua frente e perguntou onde o hospital ficava, e enquanto ele lhe dava as direções ele de repente começou a ter um ataque de tosse. Seus amigos começaram a perguntar como ele estava. Ela entrou em pânico, e mesmo dizendo que deveriam leva-lo ao hospital ela começou a gaguejar, se virou e saiu correndo na direção que lhe apontaram. Ao chegar ao hospital ela esqueceu de seu disfarce e apenas correu até seu quarto, quase sendo pega pelos seguranças. Qual era a possibilidade de ela ficar doente agora? Ele tossiu bem na direção de seu rosto, e parecia grave. O que aconteceria com ela?•
•No dia seguinte, apesar de assustada, ela tentou fingir que nada havia ocorrido. Antes do final do dia, ela teve um ataque de tosse. Ela não conseguiu evitar os milhares de exames após isso. Um após o outros, não descobriam o que ela tinha. Quando estava indo para seu quarto pôde ouvir os gritos dos enfermeiros e uma maca sendo arrastada. O garoto que pediu informação no dia anterior estava nela. Ouviu os enfermeiros dando as informações ao médico. Era tuberculose.•
•Jess fingiu não ter visto nada pelos próximos dias. Como os sintomas ainda eram fracos e os médicos não encontravam a causa os exames diminuíram. Ela lidava com os suores noturnos, segurava as tosses e ignorava sua febre. Se forçava a comer mesmo que não quisesse. Se forçava a se exercitar mesmo que estivesse morta de cansaço. Se contasse a doença teria que explicar o porque de pensar nela e contar que saiu do hospital e a segurança iria aumentar e ela perderia a pouca liberdade que tinha. Seus sintomas chegaram ao ponto que não poderia mais esconde-los e os médicos finalmente descobriram sua doença. Ela começou o tratamento imediatamente.•
•Ela não reagia ao tratamento, começou a ter alergia aos remédios e sintomas que não tinham absolutamente nada a ver com a doença, mas graças a ela seu corpo se tornou ainda mais frágil. Após um mês de tratamento seus médicos lhe disseram que ela desenvolvera Leucemia, por seu corpo estar fraco demais para lutar contra ela. Ela começou a viver presa a máquinas e não tinha chances de sobrevivência. As poucas células brancas que ela produzia eram defeituosas e ela adquiriria uma doença atrás da outra. Quimioterapia iria mata-la muito antes de acabar com o câncer. Seus pais entraram em pânico e não sabiam mais o que fazer. Jess nem podia acreditar. Ela nasceu, viveu e vai morrer no mesmo hospital, no mesmo quarto, sem nunca ter saído. Ela sequer viveu alguma coisa? Foi quando seu pai se lembrou de um cientista com um plano para criar seres humanos mais fortes, geneticamente perfeitos e resistentes a todas as doenças, que lhe havia pedido para ajuda-lo a desenvolver seu projeto. Na época ele obviamente rejeitou o projeto, mas será que daria certo? Tinha alguma possibilidade de esse projeto louco e impossível curar sua filha e deixa-la forte e saudável para sempre sem nunca voltar a pisar em um hospital?•
•Seu pai não resistiu, conversou com a esposa e a filha mais velha e lhes contou seu plano. Sua mãe já nem pensava mais, chorava loucamente pensando que todas as opções eram a morte quase certa da filha. Sua irmã mais velha protestava dizendo que ele a estava vendendo para ser uma cobaia de um projeto de laboratório como um animal. Mas ele não estava vendendo, e sim doando de mão beijada. Se ser uma cobaia de laboratório salvaria sua criança ele à daria naquele exato instante. Entrou em contato com o jovem cientista que levou a menina. Os testes renderam ótimos resultados. Seus células brancas se modificavam por si mesmas até se tornarem perfeitas e qualquer vírus, bactéria ou tumor em seu corpo era geneticamente alterado no segundo que entrava em contato com suas células. Ela não tinha mais sintoma de nada e sequer sentia alguma dor.•
•Quando o projeto foi um sucesso e ela voltou a sua família todos estavam em êxtase. Sua mãe a abraçou e chorou por horas, assim como sua irmã e até seu pai se rendeu a alegria. Infelizmente ela não conseguia acompanhar as aulas na escola, mas seu pai conversou com o diretor para que a deixasse frequentar as aulas sem a necessidade de notas, apenas para conviver com as crianças de sua idade, enquanto ela estudava em casa. Ela descobriu então que não era uma pessoa muito sociável e não ia falar com as pessoas a não ser que viessem falar com ela, e mesmo quando conseguia amigos ela não conseguia conversar com eles sobre nada. Afinal, foi mantida longe de informação por 15 anos. Tudo funcionou muito bem pela primeira semana, ela estava se adaptando rapidamente a vida fora do hospital (apesar de não saber fazer absolutamente nada e ficar frustrada com isso), mas logo começaram a acontecer coisas estranhas. Quando ela se feria, com qualquer coisa, seu ferimento desaparecia quase imediatamente. Qualquer dor desaparecia quase tão rápido. Mas isso não foi o mais estranho, as luzes começavam a piscar quando ela passava e as pessoas levavam choques apenas de ficar muito próximas a ela. Se ela ficava muito feliz seu cabelo começava a "frisar" e qualquer objeto eletrônico parava subitamente de funcionar (ou começava a funcionar muito mais do que deveria).•
•Algum tempo depois, um grupo de pessoas do governo apareceram do nada e a levaram porque ela era perigosa demais para viver em sociedade. Lhe disseram que tinha poderes. Eles levaram um bom tempo para apanha-la, porque qualquer arma com um milésimo de metal era simplesmente lançada para longe e eles não conseguiam tocar nela sem levar um choque mortal. Sentiu alguém aproximar por suas costas e colocar algo em sua boca e ela adormeceu. Quando acordou estava presa. Presa. Ela nunca teve saúde, amigos, força, resistência, e mesmo que odiasse poderia viver com isso, mas agora que ela tinha todas essas coisas eles queriam retirar dela? Se conseguissem ela morreria quase instantaneamente! Ela tinha que sair dali. O mais rápido possível. Em dois anos ela teve essa oportunidade.•



✳Vai querer par?✳
•Yep, deixo contigo•
•Seria legal se o par dela fosse um humano também (não tem necessidade de ser o que eu vou criar), porque eu acho super legal essa coisa de supostos inimigos acabarem jusntos, sabe? ^^•



✳E cenas hot?✳
•Talvez e.e•



✳Poderes/Habilidades✳
•Modificação genética: Ela pode modificar geneticamente qualquer coisa que toque, modificando sua composição (claro, dependendo dos elementos que ela tem a disposição. Ela modifica elementos, não cria), temperatura, estado físico e etc. Isso permitiu a ela manipular geneticamente qualquer agente patogenico em seu corpo e concertar as mutações em suas células, assim como movimentar mais rapidamente suas células e reconstruir quase imediatamente qualquer ferimento interno ou externo. Ela pode usar esse poder não só em si mesma como em qualquer pessoa com a qual esteja em contato.•
•Controle eletromagnético: Ela pode manipular e criar campos eletromagnéticos. Isso permite que ela consiga atrair, afastar e mover objetos metálicos (quase como uma telecinese metálica) e controlar objetos elétricos e eletrônicos, como hackear qualquer coisa e descobrir bugs só de tocar em um jogo ou ligar algum aparelho só de olhar pra ele (limitada pela capacidade do próprio objeto). Ela também pode utilizar seu controle sobre a eletricidade para controlar o próprio corpo, substituindo as funções de seu cérebro mesmo que ele não esteja em funcionamento (mesmo se for paralisada, ela pode usar esses "pequenos raios" para movimentar seus músculos). Ela pode fazer o mesmo com qualquer pessoa em contato ou ainda o contrário, fazendo com que seu cérebro e qualquer um de seus órgãos ou músculos pare de funcionar por terem sido sobrecarregados.•
•Imunidade: Ela não é imune apenas a doenças, como também a grande parte das habilidades alheias, pois assim que entram em contato com ela começam a ser bloqueadas e modificadas até não conseguirem mais atingi-la. Esse poder bloqueia principalmente ataques mentais, já que ela pode usar seu controle eletromagnético para substituir ou controlar suas funções cerebrais.•



✳Família✳
•Pai - Mathew "Matt" Breeden - 48 anos - Médico/Empresário•
•Representado por Hugh Jackman•

•Ele sempre foi, por fora, um homem rígido que não aceita defeitos e que sempre coloca o trabalho a frente de tudo. Bom, não era uma mentira, ele era exatamente assim quando estava trabalhando. Em casa ele sabia dar valor a outras coisas e, principalmente após o nascimento da filha mais nova, ele dava muito amor e carinho para a família, com medo de que qualquer uma de suas garotas (sua mulher e suas filhas) pudessem desaparecer em frente a seus olhos. Ele é um homem frio, porque está acostumado a lidar com crianças morrendo, famílias chorando e funcionários de bom coração sendo demitidos por ele mesmo por não serem bons em seu trabalho, além de que se estressa fácil por estar sendo sempre sobrecarregado. Mas apesar disso ele ama o trabalho e não o trocaria por outro, além de que seu perfeccionismo é apenas seu desejo de fazer tudo das certo. Se ele tem dificuldades, tem que supera-las.•
•A filha mais nova quase nunca via seu lado "macio", porque sempre que ia vê-la era quase sempre como um médico e quase nunca como um pai. Sentiu uma felicidade inigualável quando sua filha se curou, mas ficou preocupado quando ela começou a apresentar habilidades estranhas. Ele ligou para o maldito cientista várias vezes querendo explicações mas não conseguia mais entrar em contato com ele. A filha parecia nem notar as coisas estranhas que aconteciam ao seu redor (se notava, achava que era coincidência). Quando os agentes do governo entraram em sua casa para levarem sua filha ele não sabia o que fazer. O desespero fez as habilidades da menina aparecerem com maior ênfase e ele não sabia se ia contra o governo e mantinha sua filha, que sempre esteve presa, em casa, ou se deixava que a levassem para que estivesse com pessoas como ela e talvez pudesse apenas perder seus poderes e voltar a sua vida normal. Quando ele se tocou de que isso significaria a morte de sua filha ele tentou impedi-los, mas já era tarde demais e a menina já estava sendo levada. Ele sequer sabia onde encontra-la após isso e por mais que tentasse conseguir tira-la de lá pelo lado de fora era impossível. Ela teria que sair pelo lado de dentro.•

•Mãe - Tess Breeden - 47 anos - Organizadora de eventos•
•Representada por Naomi Watts•

•Antes ela parecia uma mulher sem fraquezas, divertida, engraçada e carismática. Ela simplesmente mandava na casa e o marido e a filha mais velha tinham que obedece-la se não quisessem sofrer cruéis consequências (para a filha, perder o celular, para o marido, dormir no sofá). Quando a filha mais nova nasceu ela descobriu o quanto era fraca. Mesmo que tentasse se manter de alto astral, qualquer tosse da menina a deixava em pânico. Seu trabalho, que era tão importante e amado por ela, era deixado de lado quando seu bebê contraía uma simples gripe. Sempre tentava achar soluções impossíveis para deixarem a filha sair ou deixa-la mais saudável.•
•Quando seu marido comentou sobre o cientista ela começou a chorar de desespero. Chegou a um ponto onde até Matt começou a pensar em soluções impossíveis com mínima possibilidade de darem certo para salvar sua criança. Ela já tinha admitido a morte da filha. Ela estava inconsolável. Quando começou a receber informações de que os testes estavam dando certo e sua filha estava sendo curada ela sustentou certa esperança, mas sua felicidade quando a filha chegou em casa saudável poderia tê-la matado. De certa forma ela continuou a segurar aquela insegurança, de que a qualquer momento o experimento pudesse falhar e sua filha poderia morrer bem na sua frente. Mas ela ficou mais confusa do que insegura quando coisas estranhas começaram a ocorrer ao redor de sua filha. Ferimentos simplesmente desapareciam de um dia para o outro e ela levava choques levemente fortes quando encostava em Jess. Quando o governo apareceu para leva-la ela entrou em pânico. Começou a tentar para-los com tudo que tinha. Lhe tiraram a filha desde que tinha nascido e agora que ela estava por perto queriam manda-la embora? Mas de repente as armas começaram a ser lançadas fortemente para todos os cantos. Guardas levavam choques mortais ao tentar tocar na menina. Ela ficou assustada e não conseguiu mais lutar, mesmo quando sua filha começou a lutar e gritar por ela, Tess simplesmente ficou olhando para ela, sem saber o que fazer, se desmoronando e admitindo a derrota como ela sempre fazia desde que achou que a filha ia morrer. Sua própria fraqueza a deixou decepcionada consigo mesma. Desde esse dia ela quase não sorri como antes, como se estivesse vazia, como se tivesse deixado tudo a perder.•

•Irmã mas velha - Evy Breeden - 27 anos - Enfermeira•
•Interpretada por Adriana Lima•

•Evy era uma garota levemente difícil de se lidar, durona, irritantemente responsável e sarcástica com quem não gosta ou quando está com raiva. Como o pai, ela sempre deu seu sangue, suor e lágrimas para alcançar seus objetivos, porque achava que não poderia ser feito de outro jeito. Ela era leal e divertida, fazendo com que você só tivesse duas opções: amá-la ou odiá-la. Ela não é exatamente uma pessoa arrogante, mas se considera superior aos outros pois se esforça mais do que eles. Não suporta pessoas que ficam paradas esperando as coisas acontecerem. Sua relação com os pais era ótima antes da irmã nascer. Suas únicas brigas com o pai era quando ele era rígido demais ou se focava demais no trabalho e brigava com sua mãe por tudo, simplesmente porque era teimosa e odiava receber ordens. Quando a irmã nasceu ela se tornou mais tolerante, e foi a irmã que a fez querer se tornar enfermeira. Apesar de ainda ser consideravelmente nova na época ela era uma garotinha genial, que aprendia muito rápido, e estudava muito para garantir que seu sonho se tornaria realidade, ao mesmo tempo que ensinava o máximo que podia para a irmã. Ela tinha notas o suficiente para se tornar médica, mas quis ser enfermeira para ficar mais próxima aos pacientes e interagir mais com eles, porque alguns precisavam mais dessa companhia do que do próprio tratamento. Mas apesar de sua relação com o pai melhorar após o nascimento da irmã ela começou a brigar loucamente com sua mãe. Sua mãe havia se tornado uma pessoa fraca e medrosa e Evy não podia apenas assistir isso, ver a mãe simplesmente esperar as coisas acontecerem e aceitar facilmente a derrota, coisa que antes ela nunca fazia.•
•Quando achou que sua irmã ia morrer ficou desesperada. Apesar de ser bem mais nova a garota era como uma grande amiga e mais próxima a ela do que qualquer um. Mesmo fazendo seu trabalho o melhor que pôde seu pai já havia dito que sua irmã não tinha chance de sobrevivência. Ela ficou com muita raiva dele por desistir. Afinal, Jess ainda estava logo ali! Na cama em sua frente, respirando e com o coração batendo! Quando seu pai disse que a última esperança de sua irmã era virar um rato de laboratório ela ficou ainda mais irritada, mas apesar disso ela tinha conciência de que não havia escolha. Estava frustrada, mas queria que Jess sobrevivesse. Quando a irmã voltou sã e salva ela não poderia se sentir mais feliz. Poder conversar com ela por longas horas sem falar sequer uma vez sobre sua saúde era como estar nas nuvens. Mas sua irmã desenvolveu poderes estranhos. Ela não sabia como lidar com isso e começou a tentar entender o que estava acontecendo. Leu todos os livros de medicina do pai mas já sabia que não existia doença capaz de dar habilidades para alguém, mas ela queria entender o que estava acontecendo no corpo dela. Quando o governo apareceu e teve a audácia de tentar tirar sua irmã de casa para prendê-la ela achou um absurdo. A coitada passou a vida presa dentro de um quarto e Evy era quem melhor sabia sobre isso, como podiam prende-la de novo? Ela faria qualquer coisa pra tirar a irmã de lá, mas o que?•



✳Trabalharia em equipe?✳
•Não se importaria, mas ela não é muito boa em se relacionar com pessoas que não conhece, então ficaria nervosa demais para conseguir manter uma conversa (e ficaria com medo de dizer bobagens)•



✳Concorda com todas as regras?✳
•Yep•



✳Algo mais?✳
•Noop•




✳Espero que tenha gostado da leitura✳


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Atualmente incompleto






✳Nome✳
•Jason "Jay ou J" Lothbrok•



✳Idade✳
•27 anos•



✳ Aparência✳






•Jay tem cabelos loiro-escuros, que vez ou outra deixa bem curto, por crescerem muito rápido. Seus olhos são de um azul-claro vibrante e são hipnóticos, nem um pouco confiáveis. Tem belos dentes brancos e seus lábios são meio finos, contornados por covinhas quando sorri e uma barba rala. Ele tem um sorriso que faz você se sentir confortável, como se dissesse que qualquer coisa ruim ocorrendo fosse apenas temporária e fosse acabar rápido, como se simplesmente não importasse. Ele mede 1,91m e tem um ótimo corpo, por sempre ter gostado de exercícios.•



✳Artista que o representa✳
•Chris Hemsworth•



✳ Sexualidade✳
•Heterossexual•



✳ Personalidade✳
•Jay é aquele cara que só te da duas opções: ou você o ama, ou simplesmente odeia. Ele está sempre de bom-humor e é aparentemente despreocupado com tudo que acontece a sua volta, como se nada tivesse muita importância, mas é extremamente individualista, sempre agindo da maneira que quer, quando quer e se quiser. Ele normalmente não impões sua liderança sobre os outros, mas acredite, ele lidera a si mesmo, e se quiser que ele faça alguma coisa saiba que, você sendo um superior ou não, ele vai simplesmente dar um sorriso e fazer de bom grado ou negar debochado, e você vai perceber que é impossível convencê-lo. Ele não insiste para mudar a cabeça dos outros, mas também é impossível mudar a cabeça dele. Quando ele tem uma opinião formada ele só vai mudar de ideia se descobrir sozinho que estava errado e encontrar uma razão plausível pra isso. Ele é extremamente sincero e as vezes grosseiramente direto, sem se importar em medir suas palavras. Ele fala exatamente o que passa em sua cabeça e normalmente sua fala é carregada de deboche ou sarcasmo, não por estar irritado, mas simplesmente porque ele adora irritar os outros. Ele é extremamente observador e atento, e normalmente ele pode conhecer alguém melhor do que a própria pessoa após uma conversa de apenas 5 minutos, e a pessoa nem precisa responder, porque ele vai ler suas expressões e suas reações, e após te conhecer ele vai saber exatamente como agir e o que falar para você reagir da maneira que ele quer. Basicamente, ele é bem manipulador e sabe se adaptar as pessoas ao seu redor, agindo de acordo com as ações delas.•
•Jay quase sempre fala de uma maneira irritantemente cientifica, com vários jargões e palavras e expressões que, a não ser que você seja do mesmo ramo e um estudioso de primeira categoria provavelmente vai ficar bem confuso e pedir para ele repetir várias vezes antes de conseguir entender. Isso na verdade é proposital, porque ele acha a expressão das pessoas quando ele fala de uma maneira "difícil" muito engraçada, mas quando ele não tem esse objetivo ele fala de uma maneira bem normal e fácil de entender (o que te deixa ainda mais irritado). Ele age e fala de uma maneira muitas vezes prepotente, não porque ele se acha um ser humano superior aos outros, mas porque se considera superior no que lhe diz respeito. Se ele quer fazer alguma coisa ele definitivamente tem que ser o melhor. Nesse quesito ele é bem competitivo e não aguenta ser pior a outro em algo que ele faz, mas ele respeita e da valor as coisas em que os outros são superiores, naquilo que se focam e se esforçam pra ser. Ele é o melhor no que faz, mas nunca vai tentar competir com um psicólogo no quesito de ajudar psicologicamente alguém, e vai respeitar esse talento.•
•Ele é extremamente estraga prazeres, daqueles que fica fazendo comentários quando assiste filmes sobre como a situação citada é impossível de acontecer, erros nas filmagens e dando spoiler de filmes que nem viu por considerar muito previsível. Ele considera filmes de terror e drama como se fossem uma comédia, e os livros best-seller que a maioria lê são, por ele, substituídos por teses de mestrado que ele lê para descobrir se ela é possível ou não (esse cara seria um professor de faculdade infernal). Ele consegue ser bem malvado de vez em quando, do tipo que vai te dar um susto de parar o coração quando você estiver assustado. Se quiser que ele te ensine a nadar, ele te joga na piscina, porque seus instintos vão te fazer aprender a nadar mais rapidamente do que se você fosse ensinado, e ele vai te salvar do afogamento várias vezes só pra te jogar na água de novo e repetir o exercício. Ele tem certos traços de sadismo, e pode ser bem tirano na hora de ensinar alguém, e vai assistir seu esforço comendo pipoca e aumentando interminavelmente a carga do ensino quando você estiver começando a se acostumar. Eu disse, você pode amá-lo... ou realmente querer matá-lo. Ele detesta injustiças, mas sabe tomar decisões difíceis. Ele coloca sua cabeça acima de seu coração e toma decisões baseadas na lógica, porque a lógica não comete erros. Ele pode ter esse jeito meio "adolescente rebelde" de agir, mas ele é um cara maduro e responsável, que sabe cuidar de si mesmo e sabe que o mundo nem sempre vai rodar a seu favor, mas se isso acontecer ele vai arranjar um jeito de se aproveitar do que pode da situação, mesmo que não esteja a seu favor. Ele sempre tem a cabeça erguida e é seguro de suas decisões. Você pode achar que o jogou contra a parede, mas ele sempre tem um truque na manga. Preste mais atenção na sua situação. Quem está contra a parede? Ele? Ou você? Ele é bom em lidar com pessoas difíceis, porque elas não podem atingi-lo.•
•Ele é daqueles amigos que vai rachar de rir da sua desgraça e seus momentos de vergonha, mas sempre vai te ajudar com tudo que tem a resolve-los, com um sorriso confiante no rosto para te mostrar que tudo vai dar certo. Ele sempre foi meio excêntrico, sempre agindo de uma maneira diferente dos demais, procurando uma solução oposta a da maioria. Quando criança, ele fazia isso pelo simples fato de sentir a necessidade de ir contra a maré só pra contrariar, mas ao crescer isso se tornou seu estilo de vida. Ela tem que ter uma razão lógica, por mais louca que a lógica seja, para fazer tudo o que faz. Ele é aquele cara que tem uma dieta completamente balanceada, com a quantidade ideal de carboidratos, proteínas, ferro e etc. Nunca ficou doente na vida, e não pretende. Se ficar, se recusaria a ir para o médico e arranjaria um jeito de curar a si mesmo, afinal, quem pode conhecer melhor sua própria doença do que ele mesmo? O médico não sente o que ele sente e só pensa no óbvio. Porque ele tem que pagar alguém pra lhe contar o que já sabe?•
•Jay é extremamente paciente, ao ponto de normalmente não procurar o que quer achar porque acha que uma hora ou outra vai inevitavelmente encontrar algo que provavelmente não acharia se ficasse procurando. Afinal, porque ele procuraria uma moeda de 10 centavos que caiu no chão se uma hora ou outra ele pode encontrar uma nota de 100 na rua? Ele acredita que a maior parte das descobertas mais importantes da humanidade foram descobertas ao acaso. Veja só: o fogo, a roda, o microondas, o aerogel, o fósforo, o viagra, o plástico e muitos outros foram só um acidente de percurso. Graças a isso, tudo que Jay faz é normalmente sem se importar com as consequências e sem realmente pensar muito. Claro que isso é meio que um defeito, mas você ficaria chocado com o que esse gênio pode fazer quando realmente se esforça e quando realmente quer. Coisas que você nem sonharia, para ele são apenas óbvias. Ele realmente tem dificuldade em achar coisas que o deixem interessado, porque acha tudo muito fácil. Então porque não virar cientista? Afinal, se outra pessoa já descobriu é muito fácil pra ele descobrir a mesma coisa, mas fica bem mais emocionante se ele descobrir coisas novas, porque nunca é fácil. Jay é o tipo de pessoa que resolve testes de QI no café da manhã onde a maioria se foca em palavras-cruzadas. Aqueles que não prestam tanta atenção em sua personalidade sentem realmente um enorme respeito por ele. Quanto mais difícil for fazer alguma coisa, mais ele vai querer fazer. Ele é despreocupado e relaxado (e muitas vezes até cara de pau), mas é confiável e eficiente, alguém com que você sempre pode contar e que quase nunca guarda rancor. Se algo da errado, independentemente do que seja, ele sempre vai culpar a si mesmo, porque acredita que com um pouco mais de esforço poderia ter resolvido. Ele é persistente e determinado, e quando realmente quer fazer alguma coisa ou quando simplesmente começa a fazer alguma coisa ele não vai lembrar de dormir ou comer até terminar.•



✳História✳
•28 de maio de 2153, nasceram duas crianças do signo de gêmeos, Joshua e Jason Lothbrok. Joshua era mais velho que Jason por apenas 12 segundos, e eles nasceram no mesmo dia, na mesma família e até com a mesma aparência, mas a diferença entre ambos era óbvia desde sempre. Joshua era um garotinho bem normal. Era meio tímido com as pessoas que não conhecia, mas tinha bom coração, era responsável e honesto e fazia amizade facilmente como qualquer outra criança. Jason já era completamente diferente. O garoto era extrovertido e cheio de energia, ele aprendia numa velocidade assustadora e tinha uma curiosidade quase perigosa para ele mesmo, mas diferente do irmão não era bom em fazer amigos, por não gostar das mesmas brincadeiras que as outras crianças e sempre querer fazer as coisas de seu próprio jeito. Os gêmeos se invejavam. Joshua tinha mais amigos e era adorado por todos que o conheciam, e essa quantidade extra de carinho que ele recebia deixava Jason frustrado, mas Jason era aquele que ficava marcado na cabeça das pessoas, seja como o pestinha problemático que era ou por sua enorme inteligência, aquele que quando alguém gostava dele nunca deixava de gostar.•
•Os pais amavam igualmente as duas crianças, apesar de não ser segredo que Jason ficava de castigo ou levava bronca com uma frequência bem maior. Ao saírem do primário e entrarem no fundamental, mesmo que fossem próximos em casa os dois mal se falavam na escola. A diferença entre eles ficava ainda maior na sala de aula. Joshua era o bom aluno, que sempre tirava notas boas e prestava atenção nas aulas, apenas vez ou outra conversando com os colegas do lado, mas Jason era o palhaço da sala, que fazia perguntas que o professor normalmente não conseguia responder, falava alto sem se importar em ser ouvido, dormia durante as aulas que não gostava... e tirava notas arrasadoras no final do semestre. Joshua se esforçava, mas para Jason era simplesmente fácil demais. O que não faltava ao garoto eram provas fechadas e parabenização dos pais (e largos períodos na diretoria). Se bem que ele não conseguia amigos. Jason fazia inimizades com as piores pessoas possíveis e mesmo quem gostava de sua personalidade expontânea não tinha coragem de se aproximar.•
•Havia apenas uma matéria que Jason arrasava (negativamente). História. Sua criatividade absurda fazia com que ele fizesse um estudo da história e a re-escrever-se da maneira que lhe fazia mais sentido. Seu professor ficava encantado com suas ideias, mas ainda tinha que lhe tirar pontos por não escrever da forma em que estava nos livros, o que sempre deixava o menino frustrado. Tirando isso Jason adorava o estudo. A medida que ia passando de ano ele se encantava com as dificuldades que apareciam. Perdeu as contas de quantas vezes explodiu alguma coisa nas aulas de química (porque tentava fazer alguma coisa diferente) e quantas novas fórmulas inventou para matemática (mesmo que elas só fossem simples pra ele). Seus professores começaram a se focar em seu futuro, assim como seus pais, desde cedo. Seus pais eram recomendados a focar a energia do garoto nos estudos e seus professores tentavam se focar em como funcionava a cabeça do garoto para ensina-lo da melhor forma possível, sem deixa-lo se prejudicar por sua personalidade rebelde.•
•Durante essa época Jason ficou muito conhecido, mas Joshua foi quase que deixado de lado. Na verdade, ele não recebia menos atenção do que antes e sua vida na escola era bem normal, mas ele não conseguia parar de se comparar com o irmão, e sabia que todos os outros também o comparavam. Quando brincava com seus amigos, era óbvio que outras pessoas apareciam para conversar com ele apenas para perguntar sobre seu irmão. O que ele faz em casa? É verdade que ele causou uma explosão na sala de química ano passado? Sério que ele fechou quase todas as provas? É verdade que achavam que ele era altista? Soube que o QI dele é superior ao de Einstein! É verdade que ele vai se formar ano que vem?•
•Você não sente ciúmes da atenção que dão pra ele?•
•Algumas perguntas eram apenas boatos, outras eram a mais pura verdade, e ambas deixavam Joshua muito irritado. Ele começou a se afastar do irmão, e esse último nem tinha mais tempo para pensar nisso. Joshua deixou de ser o garoto bonzinho e responsável de antes. Ele não se esforçava, porque mesmo que o fizesse não chegaria aos pés do irmão. Tudo que Jason fazia, Joshua encontrava alguma coisa que o frustrasse. O jeito excêntrico e prepotente do irmão o irritava. Aos 15 anos, os pais dos gêmeos receberam uma proposta de um cientista que disse que possuía uma vacina que poderia imunizar o garoto de qualquer doença. Os pais hesitaram, porque sabiam que a vacina poderia não dar certo, mas Jason ficou animado. Ele queria experimentar a vacina, e quem sabe até estuda-la? Joshua ficou irritado, dizendo que se o irmão ia receber a vacina, ele também queria. Jason o aconselhou a não ir por causa dos riscos, e quando Joshua perguntou, irado, a razão de Jason poder tomar a vacina, ele apenas respondeu com seu típico sorriso "Se for eu não tem problema, não se preocupe." Joshua não entendeu as palavras do irmão. Jason quis dizer que, caso a vacina o matasse, não faria falta. A única coisa que ele tinha era sua inteligência. Ele não tinha amigos e mesmo seus pais e professores davam mais valor a sua cabeça do que ele mesmo. Mas Joshua entendeu aquela frase como um sinal de prepotência. Ele desligou o despertador do irmão, usou suas roupas e fingiu ser o garoto. Ele prestava tanta atenção em Jason que conseguia imita-lo perfeitamente, e ninguém notou a diferença. Quando notaram que era o garoto errado Joshua já tinha tomado a vacina. Ele ficou de castigo um bom tempo, mas sobreviveu. Não levou nem uma semana antes de Joshua adquirir habilidades estranhas.•
•Joshua conseguia manipular o ar. Comprimi-lo, iniciar uma ventania, e até retira-lo de algum lugar. Ele se divertiu muito com seus poderes e começou a competir com o irmão. Jason apenas se divertia assistindo a animação de Joshua, feliz por ele ter ficado tão animado (e secretamente queria estuda-lo), e Joshua já nem se importava se era ou não melhor que o irmão. Ele se sentia importante. Mas Joshua perdeu o controle de seus poderes. Mesmo que no início eles pensassem que tudo estava dando certo, os poderes de Joshua se tornaram tão fortes que ele não conseguia mais controla-los. Um ciclone começou a se formar ao redor do garoto, retirando o ar de seus pulmões. Ninguém conseguia se aproximar. Jason pensou em mil e uma maneiras de salvar seu irmão, mas todas incluíam chegar mais perto, ou alguma ferramenta que ele não tinha no momento. Ele viu seu irmão ficar azul. Era plena luz do dia, e eles estavam na escola. Todos fugiam desesperados enquanto o que Jason mais queria era chegar mais perto. Quando o ciclone se desfez, Joshua estava morto.•
•Foi mais ou menos naquela época que criaram a DECODE. Porque eventos como o de seu irmão estavam ocorrendo em toda parte. Tente imaginar os rumores que rodavam sobre sua família. Todos juravam que seus pais tinham alguma relação com o cientista procurado e que tinham utilizado a vacina em ambos os irmãos. Seria a explicação perfeita para a inteligência de Jason. Algumas pessoas começaram a querer "fazer justiça com as próprias mãos" e ele e seus pais foram perseguidos, logo após perder um ente querido. Eles se mudaram e Jason começou a frequentar outra escola. Ainda tirava notas impressionantes, mas evitava chamar atenção de qualquer outra forma. Havia alguns rumores sobre ele, mas não passavam disso. Os eventos de crianças morrendo pela vacina e despertando poderes perigosos não parou de aumentar. Algumas pessoas xingavam essas crianças, dizendo que não deviam ter tomado a vacina, ou como esses "monstros" eram perigosos para a humanidade. Jason decidiu que resolveria isso. Ele se formou rápido, passou com honras na faculdade de biomedicina e começou a buscar algum jeito de reverter o processo da vacina, mantendo a imunidade que ela inicialmente deveria dar.•
•Aos 20 anos ele se casou com uma colega da faculdade chamada Sheila (que, de alguma forma, aguentava seu jeito de ser) e teve uma filha, chamada Sasha. Mas seu jeito obcecado pelo trabalho o levou ao divórcio dois anos depois, porque ele estava focado demais em sua pesquisa. Como ele não tem tempo, ficou combinado que ele ficaria com Sasha no final de semana. 3 anos depois, ele já estava desenvolvendo sua pesquisa, e agentes do governo chegaram em sua casa lhe oferecendo um trabalho na DECODE. Já haviam lido suas teses e se interessaram por seu trabalho. Jason se provou tão eficiente que foi subindo de cargo numa velocidade incrível. Ele já trabalha na DECODE a 2 anos.•



✳O que faz na DECODE?✳
•Ele é um dos principais cientistas (o que muitos tem dificuldade de acreditar ou aceitar)•



✳Família✳



✳Vai querer par?✳
•Yep, deixo contigo ^^ Não me importo se for normal ou geneticamente modificado ^^•



✳E cenas hot?✳
•Ele é um homem jovem e saudável. Claro!•



✳Concorda com todas as regras?✳
•Yep•



✳Algo mais?✳
•Se eu me lembrar eu falo ^^•



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