~NikyNeko

NikyNeko
I'm not strange, I'm special
Nome: Nicole
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil
Aniversário: 26 de Março
Idade: 16
Cadastro:

Suicide


Postado

Nome:
Amaya Hyakuya

Idade:
17 anos

Aparência:




Par:
Subaru Sakamaki

Doença:
Transtorno de Personalidade Anti-Social (TPAS)

Personalidade:

Gênero Personalitivo:
Kamidere e, talvez, Mayadere

História:
Dizem que quando você está no fundo do poço, depois disso você só pode subir. Quem inventou isso se esqueceu que as vezes você pode simplesmente cavar ainda mais fundo. Amaya tinha a pior das vidas desde que nasceu. Seu pai era um homem extremamente infiel, e nem ela nem sua mãe tinham a menor dúvida disso. As brigas em casa eram contínuas e sem fim, até que chegou ao ponto que Amaya aprendeu a simplesmente ignora-las e continuar brincando. Seus pais gritavam tanto que numa cidade pequena como a dela era como se o mundo inteiro soubesse das brigas de seus pais. Na escola primária as crianças diziam coisas grosseiras sobre os pais dela, dizendo tudo o que ela já sabia. Ela já sabia também que o único motivo pelo qual seus pais estavam casados era porque ela tinha nascido. Sua mãe sempre teve um amor platonico por seu pai, e ficou grávida dele propositalmente, com ainda 16 anos, para força-lo a ficar com ela. Seu pai era filho de um empresário muito conhecido, então ele mandou o filho e a mãe de Amaya para morar com seu irmão em uma cidade distante, garantindo que ninguém descobrisse que o filho engravidou uma adolescente. Quando eles ficaram adultos e Amaya tinha 2 anos seu pai foi forçado a casar com sua mãe. Talvez porque sua mãe realmente gostava de seu pai e não era correspondida ela nunca estava satisfeita, sempre com raiva e ciúmes, e ela nem mesmo gostava da filha que afinal de contas havia sido inútil. Amaya estava sozinha em casa e na escola. No aniversário de 5 anos de Amaya ela ficou um pouquinho mais anciosa, pensando que talvez dessa vez seus pais se lembrassem dela, mas a única coisa que sua mãe pensava era em como seu pai estava demorando pra chegar em casa. Seu pai não voltou pra casa naquela noite. Normal. Mas ele também não voltou no dia ou na noite seguinte. Ele simplesmente desapareceu. Sua mãe ficou assustadoramente frustrada, fazendo Amaya resolver se esconder no quarto. Acostumada com o barulho ela não demorou a cair no sono. Quando ela acordou estava dentro do forno de casa. Ela começou a gritar e espernear, e colocou rapidamente o braço na brecha que ainda tinha, impedindo sua mãe de tranca-la lá dentro. Mas de certa forma ela entendia. O motivo da existência dela já não existia, e além disso sem seu pai para trabalhar quem sustentaria ela e sua mãe? Sem dinheiro e sem amor, simplesmente não havia motivos para ela viver. Sua mãe apertava a porta do forno com força e a dor em seu braço era insuportável. Ela só podia gritar, chorar e espernear. O que mais fazer? Ela ouviu a polícia arrebentar a porta. Os gritos provavelmente acordaram os vizinhos. Eles estavam acostumados com os pais da menina gritando mas jamais haviam ouvido Ela gritar. Sua mãe foi presa e ela foi para o hospital. Uma semana depois seu braço estava melhor e ela recebeu a notícia que sua mãe havia se enforcado na prisão. Ela foi para um orfanato depois disso, e era como se a vida dela finalmente tivesse começado a dar certo. As crianças do orfanato era simpáticas, assim como as tias do orfanato que eram especialmente legais com ela. Já que ela tinha passado por muita coisa todos a tratavam como se ela fosse especial, a defendiam e faziam tudo por ela. Ela foi adotada aos 6 anos, porque havia se tornado bem mais animada, e cá entre nós ela era bem fofa. Sua família nova era ótima e parecia ama-la de verdade. Os novos pais haviam sido avisados da história dela no orfanato e eles a tratavam de maneira especial, assim como todos os outros. Claro que ela era especial! Tinha alguma dúvida? Pelo menos sua mãe e seu pai inúteis haviam finalmente servido pra alguma coisa! Se ela estava triste por tudo que aconteceu? Porque estaria? Nenhuma criança com infância feliz era tratada tão bem quanto ela, e perder aqueles pais horríveis não era tão ruim. Talvez ela mesma tivesse se livrado deles mais tarde se a polícia não tivesse resolvido isso por ela. Ela era egoísta e mimada, mas e daí? Ela era animada e engraçada e a vida de todos seria um tédio sem ela por perto! Só aceitem seus defeitos. Ela está pagando pelo amor que recebe com a própria presença dela, e vocês ainda saíram no lucro! Se alguém a abandonasse ela tinha mais alguém na fila pra ficar com ela! Ela cresceu ainda sendo a mais amada de todas, com uma personalidade animada, alegre e divertida. Então porque vocês tinham que estragar tudo? Porque não simplesmente continuaram como eram antes e a abandonaram de novo? Acham que não vão pagar por isso?
Quando tinha 16 anos as coisas começaram a se complicar. Ela era extremamente inteligente e suas notas eram as mais altas da turma. Ela era a preferida dos professores, alunos e dos pais. Até que aquela maldita criatura resolveu interferir. Amaya nunca havia sido uma criança má, e seus maus pensamentos eram todos escondidos e esquecidos na parte mais funda de seu coração. Até que nasceu seu irmão, Soren. Seus pais de repente pareciam muito mais interessados nele do que na filha mais velha, e de repente todos os seus amigos queriam ir em sua casa, não porque ela estaria lá, mas para conhecer aquela maldita criança. Porque ele era o favorito agora? Ela estava lá a mais tempo! Amaya aguentou bem no início, afinal não se podia fazer nada a respeito. Precisavam nascer crianças, senão quem iria ama-la na próxima geração? Sem problemas! Se sua mãe não tivesse ido tão longe eles poderiam ter sido uma linda família de 3! Três? Isso mesmo. Seu pai morreu alguns meses depois da criança nascer. Todos ficaram arrasados, mas ela pensou que tudo ficaria bem. Afinal ele não era a única pessoa que estava lá pra ela. Mas depois daquele dia sua mãe só sabia pensar em seu irmão. Ela só conseguia ouvi-la dizer sobre o quanto ele parecia com o pai. Bem, sinto muito por não ser sua filha de sangue! Mas você ainda me ama certo? Não vai me deixar sozinha, certo? Me dê atenção! Eu que estava aqui com você esse tempo todo, então porque essa larva de gente é mais importante? É porque ele parece com o pai? Talvez eu devesse simplesmente desfigurar o rosto dele até que ele não pareça mais! Por algum motivo Amaya não ficou assustada quando todos esses pensamentos apareceram de repente em sua cabeça. Talvez porque eles já estavam lá a algum tempo, só esperando algum motivo plausível pra se mostrar. Se essa mulher ia deixa-la sozinha ela não era muito diferente de sua verdadeira mãe! Ela não conseguiu matar a mãe antes porque ainda era criança, mas agora era a hora perfeita pra se vingar! Aquele culpado por tudo, que causou sua solidão. Era assim que ela via aquela criança. Ele também não era muito diferente de seu pai. Enquanto desfigurava o rosto dele era naquele maldito que ela estava pensando. Será que ele estava morto também, assim como essa criança? Eles são iguais, então talvez sintam a mesma coisa! Ela jogou a criança no chão e olhou para a mulher que tinha o pescoço sendo esmagado por um fio de naylon. Suas lágrimas saiam loucamente pelo rosto, mas ela não conseguia gritar. Sua mãe morreu enforcada certo? Essa mulher deveria morrer do mesmo jeito! Eu disse a ela pra nunca me deixar sozinha de novo! Ah, a propósito... - Amaya disse se virando para a mulher e sorrindo enquanto estava indo embora - Te vejo no inferno, mamãe.

Gosta:

Desgosta:

Medos:

Fobias:

Traumas:

Alergias:

Cor Favorita:

Filmes e Jogos Favoritos:

Como trata...

O Par:

Os Funcionários do Hospício:

Os Amigos:

Os Inimigos:

As outras doentes(malucas):

Os Mukami:

Os Sakamaki:

Como foi parar no hospício?:

Como era sua vida antes de ir para lá?:

O que tem na sua cela?:

Frases que sempre fala:
"Te vejo no inferno" - Esse é quase o "tchau" dela.

Frase que define sua personagem:

Música que define sua personagem:

Música que define sua relação com o par:

Reações...

Se te levassem para a área de experimentos o que faria?
Ela faria o possível e impossível pra sair de lá, nem que tivesse que matar alguém pra isso. Afinal, mexeram com ela primeiro, assumam as consequencias.

Se fosse sequestrada o que faria?
Bem, ela ficaria curiosa do porque ter sido sequestrada, então ela aceitaria a brincadeira por um tempo. Se a tratassem de maneira que ela não gostasse ela faria a pessoa pagar. Se vão sequestra-la é bom saber que ela só vai aceitar ficar obediente se fizerem o que ela mandar (então qual o ponto em sequestra-la? Exato, não tem, já que ninguém vai fazer o que ela manda ela vai ter que acabar com todo mundo mesmo, mas caso se ajoelhem e implorem por perdão ela pode dar um punimento mais fraco e pode até deixar passar se a pessoa fizer algo que lhe agrade)

Se fosse estuprada pelo par o que faria?
Se vingaria. Poderia levar dias, ela planejaria cada detalhe pra garantir que ele se arrependeu de ter nascido. Onde já se viu, um cachorro se virar contra o dono.

Se fosse expulsa do Hospício, como reagiria?
Maravilha! Liberdade! Mas se a polícia tentasse levá-la seria outra história, o hospício lhe da ao menos um mínimo a mais de liberdade.

Sua personagem pode:

Morrer []

Ser "Violada" pelo par [X]

Ser "Violada" []

Cortar o cabelo []

Matar sua família [X]

Ser expulsa do hospício [X]

Ficar bêbada [x]

Engravidar [x]

Algo Mais?:
Noop


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