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Not men, fascists... 309
Nome: Ясмин Алвес
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Indisponivel
Aniversário: 11 de Março
Idade: 16
Cadastro:

Ficha 1 - Lágrimas de sangue


Postado

Δ Nome e Sobrenome: Benedikt Beckenbauer

Δ Sexo: Masculino

Δ Idade: 25 anos

Δ Nacionalidade: Austríaco

Δ Etnia: Ariano

Δ Aparência: Benedikt tem a pele alva, seus cabelos tem uma tonalidade louro escuro. Tem 1,79 de altura, seu corpo é esguio. Seus olhos são de uma tonalidade verde espectral, aproximando-se também do suave azul. Seus lábios são finos e seu nariz longo, seu rosto é ossudo e bem desenhado. Sempre anda na companhia de sua moleta, pois sem ela fica quase impossível andar (já que sofre de paralisia na parte esquerda de seu corpo)

Δ Aparência:



Δ História: Era noite e nevava muito em Viena, capital austríaca. As ruas estavam silenciosas e vazias, entretanto gritos incessantes eram escutados por todo o edifício de cor peculiar, vermelho. Dentro dele, num dos tantos quartos, uma mulher estava deitada e ao redor dela diversas outras moças a auxiliavam, dando apoio físico e moral. Wilma estava dando à luz ao seu primeiro filho e tão esperado filho.
As contrações duraram o dia inteiro e só durante a noite o trabalho de parto iniciou-se. O serviço no prostíbulo teve de ser parado pois todas as mulheres queriam ver a face do filho de uma das mais belas funcionárias, Wilma.
Os gritos duraram a madrugada toda e só quando o Sol começou a raiar a criança nasceu. Era um menino e ele não chorou o que preocupou a parteira, as garotas e a mãe. O bebê só chorou quando foi colocado sobre o peito da mãe, um choro baixo, estrangulado. Era óbvio que havia algo de errado, porém Wilma pareceu não se incomodar, seu filho, seu Benedikt era a criança mais bela que já tinha visto.
Infelizmente devido ao seu trabalho ela foi obrigada a entregar-lhe aos avós, estes, por seu turno, viviam na cidade de Estugarda, na Alemanha. Foram dias de viagem de trem até a sua cidade natal, Wilma pensava a viagem toda em como iria contar para seus pais que aquele bebê que ela carregava em seus braços era neto deles. Ela sabia que seus pais eram pessoas bastante rudes, em especial seu pai, o velho Roderich.
Quando chegou a casa de seus pais, mal conseguiu bater na porta, mal conseguiu falar ao ver a imagem de seu pai. Justo ele para abrir a porta? Com voz trêmula ela pediu para entrar e a resposta ela já imaginava: Um alto e sonoro "Não! Volte para Viena!"
Claro, era notável as lágrimas presentes nos olhos esverdeados de Wilma, mas ela tinha de fazer aquilo, não poderia criar seu filho entre homens sujos e prostitutas. Timidamente ela estendeu o bebê a Roderich, que pareceu espantado, mas pegou seu neto com todo o cuidado do mundo. Wilma explicou-lhe o que havia acontecido e que ela não poderia cuidar do filho e mesmo que fossem brigados, ela apenas confiava em seus pais. O velho homem aceitou cuidar de Benedikt, contudo fez um acordo com sua filha: Ela tinha de visitar o menino pelo menos uma vez no ano. Wilma não conseguiu esconder o sorriso. Apesar de seu pai ser um homem bruto, era bom.
O tempo foi passando, o pequeno Benedikt crescendo e sua deficiência ficando cada vez mais notável. O lado esquerdo de seu corpo era praticamente paralisado e isso causava-lhe muitas dificuldades. Sua infância foi difícil, não frequentou a escola e consequentemente não aprendeu a ler, não saía de casa para brincar com os outros meninos na rua, ficava apenas dentro de casa e sua única diversão era servir de modelo para as roupas que sua avó Marie fazia para sua pessoa e a ajudava a levar as roupas, já que a mulher trabalhava como lavadeira de ricas famílias da região e precisava transportar um amontoado de tecidos de quarteirão à quarteirão.
Benedikt podia ter muitas dificuldades, mas gostava de ajudar sua avó. Muitas vezes nos caminhos era alvo de zoação dos outros garotos, inclusive era comum cuspirem em sua pessoa, tacarem pedras ou outras coisas. Seus avós sempre lhe ensinaram a ignorar essas atitudes, pois tudo um dia ficaria bem, as coisas melhorariam e ele era igual a qualquer outra criança.
A única felicidade de Benedikt estava no piano que seu avô lhe ensinou a tocar e nas festas de fim de ano, pois eram as unicas vezes que via sua mãe. Ela sempre lhe trazia presentes e o tratava como a criança mais linda do mundo. Entretanto a vizinhança toda sabia da filha dos Beckenbauer, uma vagabunda, uma vadia. Era claro que a molecada da vizinhança quando soube destes fatos (por meio dos boatos que escutavam) não deixaram passar batido, intensificaram ainda mais as humilhações. Cuspiam na porta da casa, gritavam ofensas e Benedikt passou a se recolher ainda mais em seu quarto. Ele sempre escutou tudo que tudo que diziam eram as mais puras e doloridas verdades, principalmente sobre sua mãe, mas sempre negou para si mesmo.
1939 chegou e com este ano uma guerra. Em 1940 seus avós lhe obrigaram a ir embora para Viena e buscar o auxílio de sua mãe. O único lugar que Wilma poderia lhe abrigar era no lugar que ela trabalhava e morava, o prostíbulo. A cafetina, uma mulher espalhafatosa chamada Anneliese, disse que Benedikt só poderia ficar lá se fizesse alguma coisa. Obviamente Benedikt não se prostituiu, nunca. Seu trabalho lá era tocar diversas músicas no piano por diversas horas da noite, todavia quando as prostitutas e a mãe de Benedikt souberam que deficientes também eram caçados decidiram esconder-lhe no porão do prostíbulo e inventaram a desculpa que ele havia ido embora.
Todas as noites sua mãe o visita no porão onde vive escondido dos nazistas.

Δ Personalidade: Benedikt é um rapaz muito quieto e introvertido, entretanto por seu jeito dócil consegue facilmente conquistar a confiança das pessoas que o rodeiam. Apesar das dificuldades que enfrenta no seu dia a dia, Benedikt mantem o otimismo e sempre mantém viva a esperança de tempos melhores.
Perto de estranhos Benedikt se comporta de maneira muito educada, não gosta de ver pessoas tristes, gosta de animá-las - e mesmo que sua fala também tenha sido danificada graças a sua deficiência - ele não poupa palavras para ajudar quem necessita.
Raramente você verá Benedikt nervoso, ele é bastante paciente, entretanto é muito sensível e qualquer palavra pode ferí-lo, mas ele não demonstra, opta por se mostrar sempre bem. É daquele tipo de pessoa que prefere sacrificar seu bem-estar pelo bem de outras pessoas.
Benedikt sofre com um grave problema de auto-estima, muitas vezes se acha inferior e incapaz, nunca desabafou isso com ninguém e prefere chorar sozinho a ter que partilhar suas dores com as demais pessoas. É muito tímido e qualquer coisa se lhe deixa envergonhado.

Δ Ocupação: Trabalhava como pianista no prostíbulo onde sua mãe trabalha, entretanto não pode mais fazer isso então está escondido no porão do local que, por azar, é visitado frequentemente por muitos soldados nazistas em busca de diversão com as garotas.

Δ Gosta: Do céu azul, de música, da alegria. Aprecia muito chá quente e gosta de dias mais frios. Ama estar na companhia de pessoas queridas.

Δ Desgosta: Que o julguem como inferior, calor, comidas e bebidas amargas. Odeia se sentir só.

Δ Medos: Que machuquem as pessoas que ele ama.

Δ Manias/Costumes: Benedikt tem um tique no olho esquerdo que só aparece quando ele está nervoso ou com vergonha. Sempre esboça um sorriso de canto, meio desajeitado, quando tem que lidar com pessoas desconhecidas.

Δ Distração (algum hobbie): Benedikt ama tocar piano e aproveita para fazer isso durante a manhã, quando o prostíbulo está fechado.

Δ Sexualidade: Bissexual (não assumido)

Δ Se for Nazista, diga o que seu personagem acha das outras etnias. Se fizer parte dos outros grupos étnicos, diga o que acha sobre os nazistas: Benedikt acha que eles são pessoas que se fazem de cegas, são tolas por se acharem superiores. Não os odeia, mas teme e prefere manter distância.

Δ Deseja um par? (X) Sim / () Não

Δ Você arruma o par ou deixa para o autor? Você escolhe.

Δ Se desejar o par e deixar o autor, quer que ele seja Ariano/Nazista? (X) Sim/ () Não

Δ Algo mais: Benedikt é filho bastardo de Klaus, um dos Comandantes do campo de concentração de Dachau, na Alemanha. Porém nem Klaus nem Benedikt tem noção disso.

Δ Está de acordo que agora seu personagem pertence a minha história? (X) Sim / () Não

Δ Está de acordo que ele pode morrer e/ou não ter um final feliz? (X) Sim / () Não

Δ Está de acordo que me sentirei no direito de mudar algo em seu personagem se isso for necessário para o melhor desenrolar da história? (X) Sim / () Não


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