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Theoria
Not men, fascists... 309
Nome: Ясмин Алвес
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Indisponivel
Aniversário: 11 de Março
Idade: 16
Cadastro:

Ficha 2 - Lágrimas de Sangue


Postado

Δ Nome e Sobrenome: Klaus Pfeiffer

Δ Sexo: Masculino

Δ Idade: 48 anos

Δ Nacionalidade: Alemão

Δ Etnia: Ariano

Δ Aparência: Seus cabelos tem uma forte tonalidade loira, seus olhos são azuis e sua pele clara. Tem um rosto com um forte semblante, transpassa superioridade e arrogância só pelo olhar. Possui 1.83 de altura, seu corpo é forte.

Δ Aparência:



Δ História:
Sua história inicia-se dentro de uma cesta de palha, amarrotada de lençóis diante a uma porta enorme da casa da família Pfeiffer, uma rica família da cidade de Munique. Era uma noite fria quando foi deixado ali, nevava bastante e graças a isso só foi achado durante a manhã quando uma empregada saía para comprar pães. Obviamente o susto foi enorme, contudo ela pegou o cesto e levou as pressas para dentro da residência. A família ainda dormia, os únicos acordados na casa eram os funcionários que ficaram sem saber o que fazer. Acordar os proprietários? Talvez não fosse uma boa ideia, senhor Wolfgang Pfeiffer odiava ser acordado.

Passaram-se algumas horas, a mesa já estava posta e amarrotada de alimentos. Hannah, a matriarca, foi uma das primeiras a descer para o café, seguida das três filhas do renomado casal, Wanda, Rosa e Lívia. Os funcionários só esperaram por Wolfgang e quando este apareceu eles decidiram chamá-lo educadamente e mostrar-lhe o bebê. A empregada contou-lhe que o bebê havia sido deixado na porta da casa e que como ela não sabia o que fazer, e pelo fato de estar frio, ela o trouxe para dentro. Entretanto disse que não soube o que fazer, apenas o alimentou e esperou para que seus chefes acordassem para que eles tomassem alguma decisão.

O senhor Pfeiffer pediu para que despissem o bebê, não se importando com o frio que fazia. Advertiu que se fosse uma menina, era para deixar no orfanato, mas, em contrapartida, se fosse um garoto ele receberia o sobrenome Pfeiffer e seria seu filho e ele cumpriu sua palavra. Aquele bebê a partir daquele momento era seu único filho homem. Recebeu o nome de Klaus. Klaus Pfeiffer. Embora que, dentro do cesto havia um bilhete escrito "Isaac", entretanto Wolfgang achou um nome muito mequetrefe e decidiu nomear o garoto como ele quisesse.

Klaus cresceu cheio regalias e mimos. Ser filho adotivo não mudou o fato de que era, obviamente, mais amado do que suas irmãs mais velhas. Teve uma infância feliz, teve como sonho seguir o legado de sua família: Ser um grande militar, servir ao seu país quando precisassem.

Entre 1914 e 1920, Klaus viveu em Viena, na Áustria, deixando de lado sua esposa e seu filho recém-nascido em Munique, fez isso graças aos estudos que seu pai lhe pagava. Lá, durante as noites, vadiava bastante e adorava frequentar os bordéis locais. As prostitutas austríacas eram ótimas, em especial Wilma, cujo tornou-se sua predileta. No final de 1920 voltou para sua cidade natal sem saber que havia deixado Wilma grávida.

Quando a Segunda Guerra iniciou-se, em 1939, Klaus não esperou muito para alistar-se. Deixou novamente em casa sua esposa, Ilsa, e agora não um filho, mas dois, um rapaz e uma moça (Ernst e Angela), que viam o pai como um grande herói da nação.

Por sua eficiência, por seu perfeito porte ariano e por sua frieza não demorou muito para subir de cargo. Foi enviado para a cidade de Dachau, desta vez convocou sua esposa e seus filhos, comprou na cidade uma bela casa onde sua família moraria a partir daqueles tempos. Klaus raramente parava em casa, se hospedava no local onde mantinha um emprego bom, feliz, o campo de concentração de Dachau. Mas bom? Feliz? Para Klaus o sofrimento de todas aqueles seres "inferiores" era algo prazeroso em demasia.

Δ Personalidade:

Klaus é o típico homem que aparenta ser o que não é. Tem sempre um sorriso debochado desenhado em seu rosto o que combina muito com suas atitudes sempre arrogantes e mesquinhas. É um ótimo ator, adora fingir ter compaixão, adora dizer doces palavras para suas vítimas antes de atirar em suas cabeças. Klaus é desprovido de sentimentos como a empatia, o amor, é um ser humano de coração gelado que pouco se importa com o que os outros acham ou deixam achar.

Klaus é um homem devasso e infiel, então não é surpresa ele te prometer algo e na última hora mudar de opinião e também não é surpresa nenhuma ele, sendo casado, aproveitar-se de mulheres judias ou deliciar-se com prostitutas ou funcionárias nazistas que também trabalham no campo.

É uma pessoa sincera e sempre diz o que acha a respeito de pessoas e situações, entretanto sempre prefere dizer verdades num tom de brincadeira ou de ternura. Seu tom de voz é sempre baixo, sereno e confortante, todavia se algo irritá-lo ele surta, berra, humilha e ofende, sem ressentimentos.

Δ Ocupação: Comandante no campo de concentração de Dachau.

Δ Gosta:
Mulheres, sexo, dor alheia. Se diverte muito em ver as pessoas implorando por suas vidas, gosta principalmente em ver o choque delas ao ter uma arma pressionada contra sua cabeça, ama apertar o gatilho e ver o chão pintado de vermelho. Seu gosto mais comum está pela música, em especial o piano, não sabe tocar, mas aprecia muito o som deste instrumento. Gosta de ler também, quando tem tempo. Ama seu uniforme nazista e a Ritterkreuz presente em seu uniforme.

Δ Desgosta:
Judeus, negros, gays, deficientes ou qualquer outro grupo que não se encaixe no modelo ideal ariano. Não gosta de alimentos doces, de se sentir sozinho. Não gosta de pensar em Wilma, aquela prostituta, pois, mesmo sendo apenas algumas noites ele realmente gostou dela e jamais se esqueceu de seu olhar, seu sorriso... Não gosta de se sentir assim, dependente.

Δ Medos:
De ser inferior e de ambientes muito fechados, é um pouco claustrofóbico.

Δ Manias/Costumes:
Tem a mania de rodopiar com a arma com seu dedo indicador, principalmente quando sabe que irá usá-la - geralmente, nesses momentos, abre um sorriso maníaco. Quando irritado, sempre suspira profundamente e morde a parte interior de sua bochecha. Costuma cantarolar o hino alemão quando distraído.

Δ Distração:
Gosta de tomar um whisky forte e escutar músicas em sua vitrola.

Δ Sexualidade: Heterossexual

Δ Se for Nazista, diga o que seu personagem acha das outras etnias. Se fizer parte dos outros grupos étnicos, diga o que acha sobre os nazistas:
Os acha menos que inseto, menos que lixo. Para ele os outros grupos étnicos merecem um só destino: A dor, o sofrimento e a morte. Ele e toda a raça ariana são superiores.

Δ Deseja um par?
Olha, desculpe, mas não vou assinalar nem sim nem não, deixo isso em suas mãos.

Δ Você arruma o par ou deixa para o autor (se arrumá-lo por si, coloque as características dele assim como fez com seu personagem)?
Ele é casado, entretanto é comum ele amanhecer com uma ou duas mulheres em sua cama (e é comum também ele agredir sexualmente prisioneiras)

Δ Se desejar o par e deixar o autor, quer que ele seja Ariano/Nazista?
Você escolhe

Δ Algo mais:
Klaus não sabe, mas é pai de Benedikt, seu filho bastardo com uma garota de programa chamada Wilma. Klaus também não sabe que é adotado e que sua família biológica é de origem judaica, seu verdadeiro nome é Isaac, porém seu pai adotivo optou por colocar o nome Klaus.

Δ Está de acordo que agora seu personagem pertence a minha história?
(X) Sim / () Não

Δ Está de acordo que ele pode morrer e/ou não ter um final feliz? (X) Sim / () Não

Δ Está de acordo que me sentirei no direito de mudar algo em seu personagem se isso for necessário para o melhor desenrolar da história? (X) Sim / () Não
[b]


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