~Princess_France

Princess_France
Orochi
Nome: Frances
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Indisponivel
Aniversário: 13 de Janeiro
Idade: 19
Cadastro:

~ Amor Sobre Escamas - Helena Anne Bolton [Ficha]


Postado

~ Amor Sobre Escamas - Helena Anne Bolton [Ficha]





Nome Completo:
Helena Anne Bolton.

Apelido:
Anne.

Razão do Apelido:
Helena era o nome de sua avó materna, fazendo com que sua mãe sempre a chamasse de Anne.

Data de nascimento:
01 de Janeiro.

Idade:
20 anos.

Signo:
Capricórnio.

Gênero:
Feminino.

Orientação Sexual:
Heterossexual.



Personalidade:
“Uma mulher fria”, esse é o pensamento que todos que a conhecem tem, mas apenas os íntimos sabem como Helena Bolton realmente é. Sem papas na língua, não tem medo de falar o que pensa, sendo sempre “da sinceridade” e acha isso uma qualidade maravilhosa em si. Sempre tem uma resposta, nunca perde uma discussão, usa e abusa da ironia, “Helena tem língua afiada” é o que todos dizem. Leva a vida de maneira séria, apesar de gostar de rir. Realista ao ponto de beirar ao pessimismo, acaba lidando melhor com as situações em que se encontra por conta disso, com seu pensamento rápido sempre acha uma solução para seus problemas.
Por conta de sua impaciência, costuma explodir com facilidade, raramente se importa de verdade com as consequências disso, a não ser quando se trata de alguém muito próximo. Odeia isso em si mesma e sempre tenta se controlar.
Tenta ao máximo parecer durona e sem sentimentos, prefere ignorar a opinião alheia a ficar remoendo um assunto que acha desnecessário. Mas ao contrário do que tenta passar, guarda todos os seus sentimentos para si, o que acredita ser o melhor a fazer. Não vê necessidade em perder tempo com drama, quando a única solução é seguir em frente.
“Como se eu me importasse.” É o que sempre diz.
Independente e desconfiada ao extremo, ninguém a conquista de primeira, isso de fato demora um bom tempo. Mas, apesar de tudo, tem um lado gentil e meigo (que não vê necessidade em expor para todos, mas tem), que realmente se importa com os seus amigos, e é leal para com eles acima de tudo.


Qualidades:
Sinceridade
Independência
Lealdade
Seriedade


Defeitos:
Frieza
Desconfiança
Impaciência
Orgulho


Maior força em tempos difíceis:
As últimas palavras de sua mãe: “Não tenha medo de seguir em frente”. A memória mais bela do dia mais triste de sua vida a faz pensar que não deve desistir de nada, independente da situação, apenas pela fé que sua mãe sempre colocou em si.

Maior fraqueza em tempos difíceis:
Sua impaciência. Helena acaba se arrependendo por explodir com facilidade.



Aparência:
Helena Bolton sabe muito bem que seus olhos verdes chamam atenção em qualquer lugar. Mas também sabe que não é isso a primeira coisa que os homens – e algumas mulheres – reparam em si. Um corpo esbelto, seios e coxas medianos, pernas longas, de dar inveja a muitas, pele branca e um sorriso encantador, isso é, quando ela resolvia mostrá-lo para desconhecidos, maxilar bem marcado, sobrancelha reta, nariz fino, lábios largos e rosados. Os cabelos negros e ondulados até a abaixo dos seios é o que mais lhe agrada depois de seus olhos. Em meio disso uma cicatriz na lateral do abdômen, pequena e não muito visível, mas que sempre a lembrava de ser mais rápida e esperta do que já é.







Altura:
1,72.

O que a personagem pensa de si mesma (a níveis psicológicos e físicos)?
Ela realmente odeia a cicatriz deixada em seu abdômen. Apesar disso, sabe que é uma mulher bonita, mas faz pouco caso disso. Realmente gosta de seus cabelos negros, ama exibi-los ao vento. Helena sabe muito bem de seus problemas, das suas dificuldades e do seu temperamento, porém prefere fazer o mesmo que faz com a sua aparência “pouco caso”. Tenta viver a vida do modo que mais lhe interessa, ignorando os “detalhes” – como ela gosta de dizer.

Vícios:
É viciada em qualquer tipo de doce, fazendo questão de sempre estar degustando um. Tem a extrema mania de estalar os dedos quando está nervosa, além de fechar portas, não gosta de mantê-las abertas.

Fobias:
Autofobia: medo de ficar só, ser abandonado.

Medos:
Perdas e uma morte lenta e dolorosa.

Tem algum trauma?
Sim, por mais que não goste de admitir, Helena carrega consigo a dor de seu pai ter abandonado sua mãe quando ainda era criança. Por mais que não saiba (conscientemente), esse acontecimento foi o que deu início a sua fobia, seguido pela morte de sua mãe.

Tem algum transtorno psicológico? O que o causou?




História:
Helena Anne Bolton nasceu numa pequena cidade na Inglaterra. A pequena não sabia que tinha viajado por tantos lugares até chegar ao Caribe. Por conta da insistência de sua mãe, Eleonora, decidiram estabelecer-se ali. Seu pai era dono de uma loja de armas, o que não agradava muito a sua mãe, mas como era o sustento da família, não poderia reclamar.
Ainda pequena com cinco, quase seis anos de idade, Helena viu seu pai partir, e só mais tarde descobrira que seu pai era um “aventureiro”, e queria continuar viajando pelo mundo. Não suportava a ideia de ouvir sua mãe chorar as noites e manter um sorriso cansado ao longo do dia como se estivesse tudo bem em ser mãe solteira e cuidar de uma loja de armas, pois não estava. Mesmo assim, Eleonora era atenciosa e serviu como os dois: “mãe e pai”.
Aprendeu cedo com sua mãe a cozinhar, e ao longo do crescimento, quando finalmente já tinha firmeza em suas mãos, aprendeu a tratar de ferimentos, não que sua mãe fosse uma médica, mas seu avô foi, e assim sua mãe sabia de muita coisa, até mesmo a fazer cirurgias, como fazia de vez em quando com as vítimas que eram saqueadas por piratas. Helena sempre esteve ali, observando e aprendendo tudo que sua mãe tinha a lhe ensinar. Um dia, quando piratas haviam saqueado uma loja perto de sua casa, Eleonora viu-se sem tempo e escolhas ao ter que salvar uma mãe e seu filho. Instruiu a filha a tratar do garoto, enquanto ela salvava a mãe, e assim Helena fez sua primeira cirurgia. Com sucesso.
Piratas roubavam, e dessa vez precisavam de armas, que infelizmente encontravam na pequena loja do pai de Helena, que agora era sua mãe que administrava. Sem dó, saquearam a loja e atiraram em quem estava lá: Eleonora e Carmen, a mesma mulher que sua mãe salvou naquele dia em que Helena fez sua primeira cirurgia, mãe de seu melhor amigo, Miguel.
Helena estava perto, e ao escutar os tiros, correu até a loja, sendo seguida por seu amigo. Lá encontrou sua mãe, agonizando entre a vida e a morte, a mãe de Miguel já estava morta, e Helena fez de tudo para salvar a sua, e mesmo que Eleonora tivesse ensinado tudo que sabia, não foi o suficiente. Helena não suportaria perder, de novo, alguém tão importante, a mais importante.
Não suportaria ficar sozinha, por isso passou a viver junto com Miguel, os dois não tinham ninguém, cuidavam um do outro, ensinavam coisas um ao outro. Até conhecerem Julieta, uma garota mais jovem que eles, mas que apesar da personalidade excêntrica, tinha um bom coração. E um lugar onde morar, que prontamente ofereceu aos dois. Helena pôde voltar a estudar, já que a mãe de Julieta praticamente adotou os dois. E assim ela procurou aprender mais sobre a medicina, pois não poderia deixar que sua falta de conhecimento e habilidade a fizessem perder alguém importante novamente.
Os três amigos viviam bem, e até mesmo felizes. Enquanto Julieta falava coisas sem sentindo sobre o mundo, Helena ensinava a Miguel como tratar de pequenos machucados, o suficiente para não pegar uma infecção, por exemplo, e Miguel ensinava à ela tudo sobre lâminas, mas Helena tinha se adequado bem com o uso das lâminas pequenas que eram as adagas, sabendo onde escondê-las e como manuseá-las com precisão. O que Helena não poderia prever era que seu amigo, tão inteligente, era tão aventureiro quanto seu pai. Um dia ele resolveu partir atrás de um tesouro, e Helena sequer ligaria para isso se não fosse o fato de que ele estava falando sério e partiu com piratas. Miguel foi a terceira pessoa que Helena perdeu em um piscar de olhos.
Anos depois, por mais que ainda tivesse Julieta, Helena não conseguia suportar a dor de estar longe de seu amigo, ela não conseguia aceitar o fato de que tinha sido deixada. Até que junto de Julieta, que trabalhava em um bordel, ouviu uma conversa de piratas, que estavam recrutando tripulantes para o navio, e os mesmos falavam sobre um tesouro, o tão aclamado tesouro, o mesmo que Miguel tinha ido atrás. Sem pensar duas vezes e sem se importar em ser massacrada por sua audácia, Helena foi até a mesa dos piratas e se ofereceu a ir com eles atrás do tal tesouro. Ela imaginava que não deveria ser tão difícil.
O capitão riu incrédulo com a audácia de Helena, que logo foi segurada por tripulantes do navio. Mas ela foi mais rápida dessa vez, ameaçando puxar a adaga contra os pescoços dos homens. O capitão de cabelos vermelhos percebeu, partindo para cima dela, segurando seus pulsos, e talvez, só por conta da coragem de Helena, perguntou o que ela tinha a oferecer para o Capitão Castiel e o navio Treasure. Ela falou de sua habilidade com adagas e com cirurgias, e no mesmo instante percebeu que chamara a atenção de Castiel, mas ele não poderia acreditar na garota. Porém, Julieta vendo toda a confusão, confirmou que era Helena quem cuidava dos feridos naquela região. O capitão ameaçou machucar alguém ali, apenas para ver se o que falavam era verdade, mas não seria tão imprudente e precisava de um cirurgião para Treasure. Não perderia nada levando a garota consigo.
E assim Helena começou sua jornada no navio pirata, não era o lugar que gostaria de estar, mas estava disposta a – pelo menos tentar – viver uma aventura.


Posicionamento na sociedade:
Terceiro Estado.

Bens econômicos:
Pobre.



Breve descrição dos pais ou dos responsáveis pela personagem:
Eleonora (mãe): Helena mantém viva a imagem do doce olhar que sua mãe sempre a lançava. Herdou os olhos verdes da mesma. Uma mulher de sorriso gentil e cabelos castanhos, que andava sempre com vestidos longos e simples, não gostava de chamar a atenção. Apesar de ter sido abandonada pelo marido, dedicou-se exclusivamente a sua única filha, ensinando-lhe tudo que sabia, inclusive suas habilidades médicas.

Galileu (pai): Um aventureiro. Galileu Bolton amava mais o mundo e as aventuras que este pode lhe oferecer do que à Eleonora. Abandonou sua família para “viajar por aí”. Um homem bonito e com um sorriso jovial, de cabelos e olhos castanhos, que sempre chamava a atenção das mulheres, principalmente as que trabalhavam em bordeis.


Qual era a relação da personagem com aqueles que a criaram?
Helena sempre considerou Eleonora seu porto seguro, não havia intrigas ou desavenças entre as duas. Sua mãe sempre a apoiou em qualquer decisão e fez questão de ensinar tudo que acreditava ser útil. Por mais que repreende-se Helena às vezes, Eleonora sempre soube que ela era independente, mas era seu instinto de mãe a proteger. Helena fazia questão de ser extremamente carinhosa apenas com a mãe, pois era a única que, na sua concepção, realmente merecia.
Prefere não pensar muito em seu pai e muito menos em como poderia ter sido a sua vida caso ele não tivesse abandonado a família.


Tem irmãos?
Não.

Tem ou teve amigos importantes na sua vida?
Sim, Miguel e Julieta.

Se sim: Qual era a relação da personagem com eles?
Miguel: Helena o conheceu de uma forma nada comum. Ele ainda era um garoto, da mesma idade que ela, quando foi ferido por um pirata, e após ter sido salvo por ela, sempre fez questão de estar perto dela como forma de agradecimento. Construíram uma amizade forte durante os anos, compartilharam alegrias e tristezas, como a morte de suas mães no mesmo dia. Acharam que não poderiam lidar com a situação, porém, em meio as dificuldades se sustentaram um no outro para que pudessem reconstruir suas vidas do zero. Miguel tornou-se o novo ponto seguro de Helena, e passaram a se olhar com outros olhos e interesses.



Julieta: Trabalhava em um bordel, onde conheceu Miguel e consequentemente Helena, gostou imediatamente dos dois, porém apesar de sua personalidade agitada e amável, ela realmente queria ajudar os dois quando soube da história que eles compartilhavam. Com o tempo conquistou a confiança dos dois, e ofereceu sua casa como moradia. Julieta se apegou muito a Helena. Já Helena, não gostava que Julieta trabalhasse em um bordel, e queria muito ajudar financeiramente à ela e sua mãe, que a adotou como filha.




Teve algum animal de estimação?
Não.

Qual a sua relação com os animais?
Apesar de gostar muito de animais e querer muito ter um, tem medo de se apegar a algum e sofrer com uma futura perda. Porém, se dá muito bem com o papagaio falante da casa de Julieta, Kobi.



Filosofia de vida:
“Não tenha medo de seguir em frente.”

Crenças pessoais:
Helena acredita que tem que viver da maneira que acha correta, sem intromissão de, absolutamente, ninguém.

Tem alguma religião?
Não, nunca se importou muito sobre o assunto.

Caso não tenha ou esta não esteja na base do cristianismo, a personagem esconde a sua posição religiosa das outras pessoas? Tem medo de expor e sofrer as consequências que podem advir daí?
Não, ela não faz questão de esconder, não tem medo e está disposta a arcar com todas as consequências de seus atos.

Costuma ser preconceituosa no geral?
Não, Helena é de boassa.



Do que a personagem gosta (quanto a questões artísticas e culturais)?
Sempre gostou de belas pinturas e esculturas, admirando muitíssimo as obras de Michelangelo.

E o que ela menos gosta?
Tem repulsa a flauta de pã, pois se lembra vagamente de seu pai tocando o instrumento.

Gosta de ler?
Ninguém sabe, mas Helena adora ler sobre coisas fantasiosas, como criaturas mitológicas.

Gosta de música?
Adorava ouvir sua mãe cantar e gosta muito de ouvir a bela voz de Julieta, mas nunca se interessou diretamente.

Tem algum passatempo?
Gosta de desenhar, literalmente faz isso em qualquer lugar, sempre que tem a oportunidade está, no mínimo, rabiscando.

Estudou?
Estudou muito pouco em escolas e aprendeu tudo que sabe com sua mãe e nos livros lhe eram oferecidos.

Trabalhou?
Trabalhou apenas na loja de armas do seu pai até a morte de sua mãe. Depois apenas como médica clandestina da região, cuidando das vítimas dos piratas.



→ Favoritos

Cor:
Azul e preto.

Animal:
Lobos e ovelhas.

Estação do ano:
Verão.

Comida:
Frutas, peixes e doce.

Sabor:
Doce.

Aroma:
Terra molhada.

Outros:
O anel de sua mãe.

→ Desgostos:

Cor:
Verde e Amarelo.

Animal:
Aranhas.

Estação do ano:
Outono.

Comida:
Queijo e comidas com pimenta.

Sabor:
Amargo.

Aroma:
Canela.

Outros:
Excesso de perguntas.



A personagem é virgem?
Não.

Se não: Com quem teve a sua primeira experiência sexual? Como foi?
Helena só confiava suficientemente em uma pessoa para que pudesse se entregar dessa maneira: Miguel. Os dois estavam com os hormônios à flor da pele e acabaram por confundir a amizade que tinham com paixão, mas não passou de uma atração carnal. Helena achava Miguel incrivelmente bonito e ele achava o mesmo sobre ela. Por ter sido a primeira vez dos dois, foi um pouco complicado, pois não sabiam direito o que fazer e como fazer. Não se arrependeram disso.

Se sim: Quais são as suas expectativas?


Já teve o seu primeiro beijo?
Sim, com Miguel.

O que a atrai numa pessoa?
Bom humor acompanhado de um belo sorriso, sinceridade, e ah, belos ombros.

O que não gosta numa pessoa?
Hipocrisia, nada é pior para ela do que uma pessoa hipócrita.

Quanto ao amor, a personagem já se apaixonou? Ela acredita no amor?
Por mais que tenha gostado muito de Miguel, acredita que tudo não tenha passado de uma grande atração. O único amor que ela acredita é o qual tem pela sua mãe e vice versa.

Acredita em amor à primeira vista e em destino?
Não, ela acredita ter motivos suficientes para achar tudo uma grande bobagem.

Como seria o parceiro(a) ideal?
Alguém que a entenda, aceite como ela é. Que saiba respeitar sua privacidade e que a respeite.



→ Paquera:

Nome:
Castiel.

Apelido dado:
Normalmente chama-o pelo nome, não vê necessidade em apelidos.
“Vermelhinho”: o chama assim quando quer irritá-lo, pois ele não gosta de diminutivos.
“Capitão Castiel”: com o tempo ela percebeu que ele gostava quando ouvia ela o chamar assim, normalmente quando estão a sós.


O que a personagem gosta no paquera?
Para Helena, nada se compara ao contraste de seus cabelos vermelhos, com sua pele marcada por tatuagens. Apesar de não admitir, gosta de seu jeito mandão, e sua aura selvagem. Seus olhos cinzas chamam bastante a sua atenção, pois acha que é a combinação perfeita com seu olhar intenso e seu sorriso de canto.

O que não gosta?
Não gosta de ser intimidada por ele, apesar de ser o capitão do navio, Helena gosta quando se tratam de igual para igual. Não gosta de seu jeito grosseiro, o que faz com que perca a paciência e exploda facilmente em questão de segundos.

Como é a relação entre eles(as)?
Explosivo deve ser a melhor definição. Apesar das desavenças e farpas trocadas, costumam se entender. Helena compartilha o necessário com Castiel, e ele não força para arrancar informações dela, e isso a agrada. Em certos momentos, sem perceberem, os dois relaxam enquanto aproveitam a vista do mar.

Quais foram as primeiras impressões?
Por mais que soubesse que o jeito grosseiro de Castiel a irritava, preferiu ignorar os instintos de não gostar dele, pois toda vez que o olhava, sentia que valia a pena a convivência. No início, não abusou da sorte, pois ela sabia que ele era o capitão. Não queria achar que ele era apenas mais um pirata, talvez por tê-lo achado deveras atraente e por ter aceitado a sua estadia no navio.

Os pontos em comum:
Os dois são impacientes, não que isso seja bom. Também são orgulhosos, e isso também não é bom. Porém, são sinceros e isso faz com que se entendam de alguma forma.

As divergências:
Helena não suporta a impulsividade de Castiel, por mais que também seja impaciente, normalmente pensa – nem que seja por milésimos de segundos – antes de agir, tomando a melhor decisão ou dando a melhor resposta. Castiel já não gosta da seriedade de Helena e de como ela sempre tem uma resposta na ponta da língua.



Como a personagem reage a desconhecidos?
Um olhar e ela consegue distinguir se a pessoa vale ou não a sua saliva, raramente está errada. Mas independente disso, sempre é educada e tenta manter o bom humor.

Já sofreu assédio? Como reage a tal?
Por andar sempre com Miguel, raramente passava por esse tipo de situação. Porém, certa noite em que seu amigo não lhe acompanhou e ela não quis esperá-lo, três homens a abordaram. Ela sabia que deveria se proteger, já tinha matado homens antes (na companhia de seu amigo), tinha habilidade o suficiente com adagas e eles não sabiam disso, mas a quantidade de homens a assustou e por alguns segundos ficou sem reação. Quando sentiu um de seus braços ser agarrado, rapidamente fez o que tinha que ser feito, puxou a adaga que tinha escondida na manga da roupa e rasgou o pescoço do primeiro homem. O segundo ainda alheio à situação também fora atingido da mesma forma, já o terceiro, o mais atento, segurou o braço armado, impedindo-a de se defender. Bom, isso era o que ele pensava, pois ela sempre andava com duas adagas, e com a outra mão livre pegou sua outra adaga escondida na cintura e o acertou no tórax, não antes de ser atingida no tórax também. Foi o suficiente para se desprender do homem, mas não para matá-lo. Com sorte, Miguel chegou no exato momento e quebrou o pescoço do abusado. Ela jurou nunca mais ser tão lenta e burra como tinha sido, e naquela noite ele cuidou dela e de seus ferimentos, e não o contrário.

Acredita em criaturas mitológicas?
Não. Considera-se racional demais para acreditar em coisas fantasiosas.

Como reagiria caso encontrasse uma?
Susto seria sua reação inicial, surpresa por descobrir que estava errada e euforia por poder encontrar uma criatura semelhante as suas histórias prediletas.



Quais são as suas motivações?
Recuperar, de alguma forma, todo o companheirismo que sempre teve. A necessidade de não se sentir sozinha sempre fala mais alto. Salvar o máximo de vidas que conseguir também está na sua lista. Pretende sempre seguir em frente, sem medo.

Por que quer descodificar a mensagem? Quer encontrar o tesouro? Por quê?
No começo, queria apenas encontrar o tesouro porque tinha a esperança de encontrar Miguel junto a ele. Porém, ao entrar no navio e avaliar suas reais necessidades, queria encontrar o tesouro para dar uma vida melhor a Julieta e a si mesma.

Por que está disposta(o) a entrar num navio pirata ou num navio real?
Saindo da rotina, acreditou que seria o melhor para si viver uma aventura, apesar de não gostar muito da ideia.

Como uma tripulante, sendo mulher, iria mascarar-se? Ou assumiria o seu gênero sabendo da futura discriminação?
Não. Helena não se importa com que o acham dela, então a discriminação não faria diferença.

Você quer cenas de sexo explícitas?
Sim.

Tem noção que pode haver cenas de hentai/lemon/orange explícitas com outros personagens?
Sim.





Daddy!

Escutando: Awake - Jin - BTS.
Bebendo: Nescau.

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