~LadyRawberry

LadyRawberry
Not the "lovey dovey" type
Nome: Strawberry
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Indisponivel
Aniversário: 3 de Maio
Idade: 15
Cadastro:

[Ficha] Kill or Die


Postado

[Ficha] Kill or Die

A alma é uma borboleta...
há um instante em que uma voz nos diz que chegou o momento de uma grande metamorfose...


Nome: Cheryl
Significado de seu nome:
"O nome Cheryl é para meninas, originado da cultura Grego. Cheryl significa frutos cereja".

Idade: 22 anos
Gênero: Feminino
Aniversario: 22/12
Signo: Capricórnio


♡ Aparência ♡



Cheryl possui uma pele muito clara, dispondo até mesmo de algumas poucas sardas em seu rosto. O cabelo da mesma possui um tom "acobreado" de ruivo, não muito carmesim sendo mais próximo ao alaranjado. Os impactantes olhos da jovem por sua vez, tem um tom amendoado de castanho e seus lábios de coloração rosada não são muito finos. Em relação ao seu físico, ela possui uma cintura bastante fina, pernas atraentes e busto proporcional ao seu corpo.

[Dados]
♡ Altura: 1,74
♡ Peso: 62 kg
♡ Cor do cabelo: Ruivo
♡ Cor dos olhos: Amêndoa
♡ Físico: Magra
♡ Pele: Clara


♡ Novato ou veterano? ♡
Novata


♡ História ♡


[Resumo]
Cheryl é filha biológica de Kristel e Steve, no entanto seus país não eram um casados e nem ao menos um casal. Kristel foi vítima de um abuso sexual quando tinha apenas 17 anos, o homem por trás deste crime hediondo era um caminhoneiro de passagem na pequena cidade onde a adolescente morava. O homem que até então era conhecido como "Steve" ficou na cidade durante apenas uma semana, e depois de abusar da jovem fugiu da cidade e pressionado pela polícia em seu rastro deixou até mesmo o país. Ele nunca foi preso, e nem ao menos imagina que tenha uma filha. Contrariando os médicos e seus país Kristel reusou-se a abortar a criança, que mesmo sendo fruta do maior trauma de sua curta vida despertou um grande sentimento nela. A jovem Kristel sabia que o parto seria complicado, e que as suas chances eram muito baixas, entretanto ela continuou dizer que jamais puniria a criança pelos crimes de outra pessoa. Como já era esperado pelos médicos durante o parto houveram sérias complicações que levaram a morte da jovem, porém a criança conseguiu sobreviver e mesmo prematura ainda era uma criança relativamente saudável.
Seus avós ficaram com a guarda legal da menor, porém a dor de sua perda era grande demais para ser superada tão subitamente, e apenas olhar para aquela pequena criança em seus braços era o suficiente para fazê-los amaldiçoa-la pela morte de Kristel. Aos dez anos ela foi deixada às portas de um convento no interior do país, onde ficou aos cuidados das freiras e noviças, até aos seus 15 anos decidir que tornaria-se uma freira assim como elas. A garota sempre teve fortes laços com algumas noviças como ela e freiras mais velhas, entretanto ela desenvolveu uma relação forte com uma freira em particular chamada Nora, que teve um papel materno para a garota desde o dia em que ela foi abandonada por seus avós, mesmo que tivesse por volta de 23 anos ainda assim era muito madura. Nora era uma pessoa muito amada e bem vista por todos que a conheceram, entretanto a mulher faleceu muito cedo de forma misteriosa em uma noite no mês de agosto. Ela havia sido envenenada e não existia pista alguma do responsável, os motivos pelos quais ela foi morta também permaneceram desconhecidos, Cheryl sofreu muito com sua perda e decidiu dedicar-se a vingar Nora, diante do sofrimento de todas as demais freiras e noviças assim como ela. A garota passou anos na pista dos potenciais assassinos, e deixou o convento aos seus 18 anos tornando-se uma assassina de aluguel tanto para bancar-se quanto para relacionar-se diretamente com oque a jovem chama de "submundo", um círculo bastante restito de "amizades" e informações. Desde seus 18 anos aos seus 22, Cheryl jamais esqueceu seu principal objetivo que era vingar a morte de Nora e sendo assim continuou a juntar as peças que faltavam, mesmo assim ela seguiu com seus "trabalhos" como uma assassina fria e bastante cara. Em uma conversa com um de seus novos "amigos" ela recebeu uma das peças que faltavam para ela, um jogo onde você deve matar ou morrer... Além de ser um lugar bastante previsível para um assassino, teria como participante o responsável pelo assassinato que tornou Cheryl oque ela é hoje. Mesmo que não soubesse o verdadeiro nome do culpado, ela sabia agora aonde ele(a) estaria e não perderia esta chance mesmo que precisa-se arriscar-se em meio a pessoas sanguinárias e perigosas assim como ela, Cheryl iria até o final, mesmo que para isto significasse sacrificar-se.


[Como entrou no jogo?]
Em busca do assassino(a) de irmã Nora, ela entrou no jogo por dicas de um informante conhecido apenas como "seven"
.

[Primeira pessoa/Extra - Morte de Nora]
"Quando eu a encontrei, sua pele estava tão pálida quanto o luar que estava sobre nós naquela noite... E seus lábios em um tom mórbido de violeta. Caída no chão daquele quarto sobre o frio assoalho de madeira, tudo aquilo parecia um pesadelo e eu apenas desejava acordar.
"Alguém nos ajude!" Eu gritava entre lágrimas segurando seu corpo frio contra o meu em desespero, os soluços dificultavam minha pronúncia entretanto algumas noviças ouviram meus clamores. Elas estavam tão assustadas quanto eu, ainda eu choque eu apenas conseguia escutar seus resmungos e preces quase que silenciosas. Então, era assim que uma vida terminava?
A xícara de chá em estilhaços pelo assoalho, que pareceu ter sido derrubada subitamente de suas mãos ainda estava ali, mesmo que em pedaços. O líquido de cor esverdeada que agora perdia-se no tom havana abaixo de nós encontrara-se com o carmesim de meu sangue, que em desespero não notei os estilhaços em meu caminho e acabei por ferir-me com os mesmos."


[Primeira pessoa/Extra: Borboleta carmesim]

"Este seria meu primeiro trabalho, sinto-me um tanto aflita eu nunca fiz algo assim antes... Porém não chegarei a lugar algum caso eu não me acostume com a ideia de ceifar a vida de algo ou alguém...
O som da chuva do lado de fora batendo violentamente contra o vidro era o suficiente para que meu coração batesse de maneira mais acelerada, e ao subir pela escadaria até a porta do que claramente era seu escritório, aquele sentimento continuava a atormentar-me.
Era certo? Eu deveria ir ou ficar?
Recordo-me de fitar a porta de madeira por alguns instantes em meio a toda aquela escuridão e silencio, era uma casa tão grande e tão vazia que apenas aquilo era o suficiente para deixar-me desconfortável, era uma atmosfera tão diferente de quando eu estive no convento... Eu não conseguia sentir aquela mesma paz. A única luz sobre o lado esquerdo de meu rosto vinha da janela ao fim do corredor que permitia à luz fraca do poste ao outro lado da rua entrar na casa que claramente foi abandonada por Deus... Naquele momento ninguém poderia salvar aquele homem ou até mesmo me deter, sinto como se parte de mim quisesse ser impedida antes de cometer meu maior pecado mas eu apenas entrei na sala com a arma em mãos e em um movimento subido estava tudo acabado, tudo que aquele homem ao chão havia sonhado foi despedaçado e seu futuro foi roubado dele por mim. Aquilo soava tão cruel, entretanto era como se eu sentisse um alívio em meu peito. Eu olhei brevemente ao meu redor, e notei os livros nas prateleiras e estantes... Ele parecia colecionar alguns insetos, pois eu os vi em pequenas molduras de vidro, eram diversas espécies de insetos... Todos mortos tais como ele também estava agora.
Quando virei-me rumo a saída ouvi um barulho fraco que recordava-me algo relutando e batendo-se contra o vidro ou algo do gênero, porém não vinha do lado de fora ou até mesmo da janela, eu segui o som até mais perto do corpo já sem vida daquele homem cujo os pecados eu jamais saberei... E em meio à aquele escarlate de seu sangue havia um pequeno pote de plástico com uma tampa de cor havana que prendia dentro de si uma borboleta ainda viva, as suas asas possuíam uma cor ainda mais viva do que o sangue ao seu redor. Mesmo cercada pelo caos e sem meios de escapar, aquela criatura parecia ainda estar disposta à lutar, algo naquela pequena criatura refletia algum aspecto que eu desconheço até o momento em mim. Eu abaixei-me e peguei em minhas mãos o pequeno pote manchado em sangue, e prossegui carregando o mesmo comigo a medida em que deixei a sala e abandonei a sena do crime, sem deixar nada além de uma nota digitada com antecedência para trás em meio ao sangue.
"Serei a luz em meio a escuridão e a punição para seus pecados." Demorei muito até conseguir acreditar nas próprias palavras que eu havia escrito, eu poderia mesmo ser a clareza em meio a toda aquela treva ou eu seria apenas mais uma sombra?

Na manhã seguinte, enquanto a velha televisão passava o noticiário dentro de meu pequeno quarto eu fitava a pequena criatura batendo-se contra o pequeno pote.
A chuva já havia acabado porém o céu ainda estava nublado, eu sussurrei comigo mesma palavras que não recordo-me e fui até a janela parcialmente aberta da qual eu podia ver a cidade ocupada com meus próprios olhos, com o pequeno pote em frente ao meu corpo e para o lado de fora do prédio eu tirei a tampa que prendia a borboleta deixando-a livre para voar. Pude ver aquelas asas no mais vivo carmesim perderem-se em meio aos céus acinzentados, aquela pequena porém valente criatura ainda refletia algo em mim que não se ao certo como explicar. Quem sabe, no fundo eu apenas desejasse voar para longe e fugir de tudo aquilo assim como ela. Eu sou como aquela borboleta carmesim que apenas quer voar para longe, porém algo a prende aqui..."


♡ Curiosidades ♡


[Curiosidades de seu passado]
♡ Ela passou a demonstrar um explosivo e violento comportamento em seu colégio antes dos seus dez anos, principalmente por conta do tratamento e descaso de seus avós para com ela. Que aos poucos despareceu com a ajuda de irmã Nora;
♡ Ela utiliza por vezes veneno em seus assassinatos, por conta da forma que Nora faleceu;


[Curiosidades gerais]
♡ Ela costuma rezar por suas vítimas;
♡ Ela faz referências e citações bíblicas com bastante frequência;
♡ Sua bebida favorita é o whisky (uísque);
♡ Ela é bissexual;
♡ Ela costuma deixar cartas ou notas nos bolsos de sua vítimas das quais assina como: "Crimson Butterfly", suas notas possuem poucas palavras, e procuram definir a pessoa aos olhos de Cheryl;
♡ Crimson Butterfly, significa "borboleta carmesim" e a escolha deste nome remete ao dia em que matou pela primeira vez dando começo a sua nova vida;
♡ Suas flores favoritas são rosas de cor vermelha;



♡ Armas que manuseia ♡


♡ Armas de Fogo (X)
♡ Espadas ( )
♡ Facas (X)
♡ Outro? Qual? (X) [Veneno]
Obs: Como ela utiliza o veneno? Bem, através de qualquer meio ao seu alcance desde seringas, até mesmo colocando-o no alimento de sua vítima. Ela é muito habilidosa ao manusear estas toxinas e pode ser bastante criativa em relação aos métodos de envenenamento.



♡ Personalidade ♡


[Antes de ir para o convento]

A garotinha sempre foi muito desprezada por seus avós maternos principalmente por considerarem que a criança era a razão da perda de sua filha. Este descaso acabou por torna-la uma pessoa imprevisível, explosiva e violenta, bastante frustrada e deprimida. Mesmo que estivesse bastante perturbada e irritada com seus avós, ela ainda assim compreendia os sentimentos dos mesmos e até mesmo culpava a si mesma pela morte de sua mãe.


[Enquanto noviça]

Durante o período em que viveu no convento após decidir tornar-se uma religiosa, a garota teve uma mudança drástica em seu comportamento, pois com a ajuda das freiras e especialmente irmã Nora, a garota aprendeu a controlar toda a sua frustração e adquiriu valores religiosos em sua vida que carrega consigo até hoje. Durante este período ela ainda carregava consigo algumas sequelas de sua infância, sendo muito tímida, reservada e mantendo-se a maior parte do tempo sozinha ou em silencio.


[Após tornar-se uma assassina (Atual personalidade)]

Atualmente Cheryl apresenta uma personalidade quase que oposta tanto a de sua infância quanto ao período que precedeu sua partida em busca de justiça. E o único resquício dessa sua antiga vida é perceptível através de algumas poucas manias e pensamentos religiosos que ela preserva em si, como rezar pelas pessoas que mata e até mesmo podendo tornar-se muito radical em relação a punição e julgamento divino, por vezes considerando a si mesma como "uma ferramenta para as obras divinas".
Em geral, ela que antes era muito tímida e reservada hoje possui grande senso de humor e aparenta ser muito espontânea, chegando por vezes até mesmo próxima ao sarcasmo e ironismo quando não está focada em seu trabalho. Sua personalidade tem duas faces principais, já que a jovem pode agir de forma madura e responsável quando é necessário, porém não perde a oportunidade de fazer comentários engraçados e por vezes irônicos independente da situação na qual esteja. Considerando seu passado vivendo a maior parte de sua vida com freiras e religiosos, ela considera a si mesma como uma "hipócrita", afinal costuma entregar-se a seus próprios desejos e vícios, sem falar é claro de seu trabalho atual.
Quando refere-se ao seu trabalho ou até mesmo está cumprindo uma "encomenda", como a jovem nomeia seus assassinatos é comum que ela diga coisas como:
"Eu faço oque precisa ser feito"
"Céus! Vocês são tão sem graça, se preciso fazer isto eu ao menos posso me divertir um pouco?"
"Reze para os céus enquanto pode, pois não serei tão misericordiosa quanto nosso criador."
Ela não é uma pessoa em geral "má" pois é capaz de apegar-se a pessoas e até mesmo sentir afeto e demonstrar piedade além de não matar civis quando não é contratada, porém caso irrite-se ela pode ser bastante cruel e apresentar sinais de sadismo.
Obs: Ela raramente fica impaciente ou irritada


♡ Patologia/Medo/Fobia/Trauma ♡


Patologia:

Epilepsia;


Medo:
Fracassar;


Fobia:
Lissofobia (medo de ficar louco);


Trauma:

Não possui traumas;




♡ Trilha sonora ♡


Tema da personagem: Fleurie - Sirens





♡ Senha ♡

"Eu aceito entrar no jogo, vou matar ou ser morto"



♡ Perguntas básicas ♡


Mataria alguém? Se sim, quais seriam os motivos?
Sim ela seria capaz de matar, os seus principais motivos seriam: Caso alguém tente matá-la ou ferir um de seus aliados, atrapalhar sua vingança, ser o alvo de sua vingança ou deixa-la verdadeiramente irritada (Oque é realmente difícil, afinal ela parece levar todas as ofensas contra si como uma grande piada, sem demonstrar importar-se muito com este tipo de coisa).


Mataria alguma criatura?
Sim, se for preciso ela fará.


Praticaria canibalismo num momento de fome?
Sim, porém apenas caso ela não tenha quaisquer outra opção e tenha certeza de que isto não fará mal para si.


Trairia um amigo? Se sim, pelo quê?

Em condições normais ela não faria isto, tanto por apegar-se as pessoas quanto por apreciar companhia. Entretanto caso um de seus "amigos" seja o responsável mesmo que indiretamente pela morte de Nora, ela não hesitaria em tentar matá-lo.


De 1 à 100, qual o seu medo das criaturas?
56, mesmo que sinta algum medo das mesmas ela procura manter-se focada e não demonstrar isto, guardando suas ansiedades para si mesma.


De 1 à 100, qual seu medo de morrer?

0, ela está decidida a fazer oque for preciso pra cumprir sua vingança e deter a pessoa responsável por sua perda mesmo que isto custe dua vida. Sendo assim, a jovem passou anos preparando a si mesma para qualquer coisa que pudesse acontecer, desconsiderando é claro os motivos religiosos da jovem, que tem plena convicção na salvação divina e acredita ainda a de ser salva.

Estupraria alguém?
Sim, ela não parece sentir-se culpada com este tipo de atitude e seria capaz de fazer algo assim independente do gênero da pessoa. Tanto por ter alguma relação com o a sua vingança, quanto por impulso, raiva ou até mesmo vontade. Porém, é mais provável que ela procure o consentimento do mesmo(a)


Oque faria por uma chance de sair dali?
Ela não tem grande desejo de sair de lá antes de completar seu objetivo, porém ela estaria disposta a ajudar alguém que deseje sair de lá (desde que ela tenha certeza do caráter e inocência do mesmo em relação ao crime que a trouxe para o jogo). Se ela cumprir sua vingança e continuar viva entretanto, ela seria capaz de usar violência para sair e qualquer método ao seu alcance, desde que não envolva prejudicar pessoas pelas quais ela tenha desenvolvido algum tipo de afeto, pois caso isto aconteça ela seria capaz de sacrificar-se para salvar seu amigo(a).


Seria capaz de tornar-se um monstro?
Isto é muito pouco provável, só aconteceria caso ela perdesse sua sanidade completamente.


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