~kiuki-san

kiuki-san
Everything is blue
Nome: ✶ мαяιηα ✶
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Aniversário: 17 de Dezembro
Idade: 14
Cadastro:

☀ Ficha - Falling love - Camélia Janell Patel Oswald ☀


Postado

‘’Ela é a vida após a vida, despedida pros seus dias mais normais... Pra que mais?’'




Nome & Sobrenome』Camélia Janell Patel Oswald

『Apelido → opcional』Ela nunca gostou do próprio nome; quem diabos se chama Camélia? Por isso, desde criança, usa um anagrama; Micaela. Insiste em ser chamada de Micaela, e o nome acabou pegando. Quando tratada por Micaela, tem apelido de Mica, Mia e Ella ou Elle. Quando tratada por Camélia, que seus avós insistem em chamar é; Cami, Amélia, Mia, Lilica, Li, Elle ou Ella.

『Idade & Data & Signo』Micaela nasceu dia dezenove de outubro, ou é o que a mesma supõe- não disseram a data de nascimento quando foi deixada no orfanato-, e está no auge de seus 18 anos, fazendo tudo que a mesma tem direito. Seu signo é libra. ‘’ Aprenda o valor do silêncio. Ocasionalmente, deixe suas ações falarem por si mesmas. Equilibre seu desejo de ser independente com sua necessidade de companhia. Não pense que as pessoas sempre a perdoarão.’’


『Sexualidade』Mica é Panssexual- gosta de pessoas. Costuma a ser um conceito difícil para muitos entenderem, como o gênero pode ser irrelevante para ela na hora de se apaixonar ou relacionar sexualmente. Mas da mesma maneira que não se olha aparência antes de se apaixonar- e sim a personalidade-, não olha para o que a pessoa carrega dentro das calças.

『Casta & Trabalho』Pertence a casta Dois- desnecessário dizer que viveu com diversos privilégios- e cursa faculdade de atléticas, pretende ser jogadora de handebol.

『Província』Labrador.

『Aparência & Descrição』É alta e esguia, sempre praticou esportes e comeu bem, então está impregnado em seu biótipo ter uma cintura fina, pernas longas e magras e abdome padrão. Não que ela se importe com essas coisas, claro. Mas não confunda sua magreza com falta de curvas, pois já recebeu poemas de ficantes sobre suas coxas, quadril e bunda, e parece ter bastante orgulho desses. Os seios não são grandes, isso é verdade, mas não é como se ela não pudesse usar um decote partir para cima; sex appeal não é sobre corpo, é sobre personalidade.
Como se para combinar com a bela forma, possui cabelos negros e longos, que descem até os seios em ondas perfeitas. A pele negra faz contraste com qualquer cor, e lhe faz se destacar entre todos, como se sua bela figura já não fosse um farol o suficiente. Os olhos amendoados são negros, mas também poderiam ser transparentes de tantas verdades que deixam passar. O nariz fino e empinado poderia lhe fazer parecer esnobe, mas o sorriso alegre e despreocupado mostra o contrário, sempre bem moldado por lábios cheios e amarronzados. Não possui aura visível, mas sempre transparece alegria tão intensa, que algo azulado parece lhe rodear quando está em um ambiente ensolarado.
















Modelo: Yasmin Christe



『Personalidade』Ser complexo. Sua maneira de pensar é diferente da comum. Tem mania de ver beleza em tudo e todos, como nas gotas de chuva escorrendo pela janela, mas olhar para o por do sol clássico e alaranjado e achar sem graça.
Tem um senso de moda peculiar. Não olha direito as roupas que está vestindo, então sempre com pares de meia trocados ou blusas do avesso. Mas ainda assim se veste bem, por conta da variedade de roupas que tem, formando um estilo quase único.
É uma pessoa alegre, feliz, confiante, altruísta, feminista e engraçada. É inteligente, pode parecer sábia pela maneira que fala ou dá conselhos e definitivamente é esperta. Tem um senso de humor sarcástico e simples. É educada e respeitosa, mas questiona a autoridade e quer saber os porquês de tudo. Muito curiosa, se não faz a pergunta seus olhos a fazem. Se ninguém lhe fornece respostas, ela vai atrás do que quer.
É perfeccionista, mas apenas com suas criações e projetos. Corajosa, luta pelo que acredita e bate o pé forte. É desencanada, fala o que for e doa em quem doer. É espontânea, não vê porque guardar todos seus pensamentos para si.
Pode perder o interesse por algo que falava de súbito. O brilho em seu olhar é constante, e varia de acordo com o humor. Quando se empolga com algo, gesticula muito falando e fala alto e rápido. Pode ser considerada louca pela maneira que faz tudo o que lhe passa na cabeça. Segue suas emoções, razão era para fracos. Claro, na hora de uma decisão muito importante, pensa. Não espera matemáticos e livros lhe ajudarem, assim como não quer nenhum sinal divino lhe dizendo o que fazer. A vida é sua e ponto!
Não fica triste. Chora? Sim, chora, se emociona e sofre como qualquer um. Mas tristeza, aquele sentimento avassalador, lágrimas sem fim, desespero e falta de vontade de viver? Nunca. Acredita que há magia em todas as pequenas coisas, seja no bater de asas de uma borboleta ou um trovão iluminar o céu, então não vê porque desistir de tudo ou algo. Mesmo que a ciência lhe conte e explique tudo, ela está atrás das respostas definitivas e complexas. É hiperativa, tem que falar e se movimentar enquanto faz algo.
É apimentada, com certeza, nunca traiu ninguém, veja bem. Mas também não vai ficar sentada fazendo nada nas festas! Gosta de beber, mas não tem nenhum tipo de vício. Quer experiências novas, pegar dois de uma vez, sexo com meninos e meninas, pensar em coisas sujas em público, só porque sabe que ninguém pode ler sua mente e lhe repreender.
Brincar e se divertir é tudo para ela, não importa o método! Seu otimismo chega a ser duvidoso. Para ela, tudo fica ruim antes de ficar bom; ‘’ Primeiro a chuva, depois o arco-íris’’ é um de seus lemas.
Sabe quando é hora de ser educada ou barraqueira, fofa ou expressiva, séria ou descontraída. Não se irrita. Podem gritar com ela, lhe xingar e sua expressão e interior continuarão impassíveis, se ama demais para deixar a opinião de alguém interferir no seu senso próprio.
Responde a altura, se for o caso, e vai se defender em uma briga. Mas estará sempre indiferente. Porém, quando se trata dos direitos de outros, ela fica sim furiosa, e faz de tudo para ajudar quem quer que seja.
Não costuma a congelar em qualquer situação de medo. Adora a adrenalina, então quando assustada com qualquer coisa apenas concentra essa em alguma estratégia- se esconder, fugir, atacar e etc.
Mentirosa de primeira quando quer, é um livro aberto para quem quiser ler. Sempre sabe seus podres, mas não vai usá-los a não ser que seja necessário.
Miacaela não é bipolar, mas em um momento está fria e distante, e outro está te abraçando e demonstrando amor. Isso é porque, dentro de sua cabecinha misteriosa, um milhão de coisas e sentimentos já ocorreram, e ela resolve demonstrá-los. Quando fica envolvida em uma música, fecha os olhos e dança pela sensação, não importa como esteja. Tem a mania de sorrir quando aprecia qualquer coisa, então está sempre feliz.
Ela é uma pessoa de contato físico (apenas com quem é mais íntima), não necessariamente sexual. Gosta de dar mãos, distribuir abraços sem motivo ou ordem, andar abraçada, se pendurar no branco das pessoas mesmo que elas não queiram, tocar o rosto delas aleatoriamente, porque algum detalhe capturou sua atenção, mas depois se afastar. Dá toques sem nem perceber, quando gesticula esbarra delicadamente em todos.



『 História』Sua primeira memória não envolve professores de creche, estar no colo dos pais ou brincar com os irmãos. Na verdade, sua primeira memória está nos beliches do Orfanato de Melinda Stuart para Crianças Sem Lar- um nome tão ruim quanto a localidade. Foi lá que recebeu o nome de Camélia, e ficou até os três anos de idade.
Na verdade, não sabe o dia do próprio aniversário, foi deixada lá sem qualquer dado. Foi deixada no mês de novembro, e os médicos supuseram que devia ter nascido no dia vinte de outubro pelo seu tamanho. Do contra por espírito, achou que vinte parecia certinho demais; 19 seria mais apropriado.
Seus irmãos, Katrina- vulgo Kat ou Taniark, anagrama- e Ray- com anagrama Ary- também foram adotados, todos no mesmo ano. Todos foram adoções, sendo a de Ray a única aberta. Seus pais decidiram adotar os três sem especificação de etnia, então o grupo ficou diverso.

A família rica lhes deu tudo que precisavam enquanto cresciam, podendo estudar nas melhores escolas, fazer todos os cursos e desenvolver-se como ser sem parâmetros. Seus pais nunca acreditaram propriamente no sistema Monárquico. Não ache que desprezavam a família real- pelo contrário, aprovavam diversas medidas dos monarcas-, mas acham que concentrar poder demais e sem limites para qualquer coisa é um problema. Por isso, ensinaram os três filhos a questionar todas as verdades impostas e descobrir os próprios ideais.
Quando criança, Micaela fazia bastante sucesso na escola. A personalidade cativante, a família rica e os dois irmãos irritantemente lindos e amigáveis tornavam a menina predileta de todos, assim como Kat e Ray.
A vida em casa era harmônica. Pais liberais e presentes, que poderiam trabalhar em casa quando quisessem. Os fins de semana era divertidos, sempre envolvendo mergulhos na piscina, guerras de lama, correr e brincar nos jardins, explorar o pequeno pomar e visitar toda extensão do sítio até as cercas brancas e altas.
O ambiente natural fez os três crescerem sem frescuras e com grande apreço pela natureza. Micaela sabe nomear basicamente todas as flores, e distinguir cogumelos venenosos de normais co um simples olhas- tarefa difícil até para especialistas. Os três irmãos sempre sonharam em ter um animal de estimação, mas Ray tem alergia á pelos, então não foi possível.
Já quebrou o braço duas vezes caindo do telhado, onde fica com os irmãos, e quebrou um dente cavalgando. Pode parecer confuso porque Dois teriam uma fazenda, característica dos Quatro. Mas eles não viviam da propriedade, apenas possuíam apreço pelo campo.
Quando adolescente nada mudou. Exceto que, talvez, os três tenham virado alvo de paixões e declarações de amor. O apelido era trio Oswald, quando andavam recebiam suspiros nos corredores, sorrisos nos vestiários e amor de todos os lados.
Desenvolveu uma paixão por paixões, por assim dizer. Viciou-se em amar, em namorar e descobrir prazeres que até então lhe eram inexistentes. Namorou muitos, e partiu o coração de outros. Garotas e garotas receberiam um olhar sugestivo durante uma aula, e já sabiam estar namorando Micaela, que não é nenhum pouco discreta na hora de amar. Em certo ponto, desistiu de apresentar namorados para a família, que também parou de se interessar na vida romântica da moça.
Querida por todos, aprendeu a fugir pela janela do quarto altas horas da madrugada para uma festa suspeita, aprendeu a ir nos protestos mais duvidosos e aprendeu a viver o máximo de cada situação que o mundo lhe apresenta sem hesitar. Tem o perfil de revoltada por questionar tudo, mas foi o que lhe ensinaram. Tem uma ficha policial, embora não extensa, que envolve principalmente álcool, manifestações e desacato a autoridade. Muito desacato a autoridade.
No último ano de escola, descobriu-se em dúvida do que fazer da vida. Os irmãos tinham a carreira decidida e encomendada da fábrica, enquanto Micaela fazia sorteios com nomes de faculdade para descobrir o que cursar. Um dia, sentada no telhado da casa com os irmãos- algo que fazia com desnecessária freqüência- decidiu atléticas. Como sempre fora boa em handebol, começou a praticar com voracidade, e assumiu capacidade de profissional rapidamente.
Passou na faculdade, encontrou uma colega de quarto bem interessante chamada Rosa e só voltou para casa nas férias de verão. Um dia, assistia o Jornal Oficial com os pais no jantar, quando ouviu mais um anúncio sobre a Seleção. Revirou os olhos escuros.
- Eu juro que se ouvir mais uma vez sobre essa caça-a-esposa do Alexandre, eu vou cortar meus pulsos com uma colher- falou entre uma garfada e outra. Kat ergueu-lhe uma sobrancelha.
- Você é muito cínica. Não acredita no amor?
- Claro que acredito. E acho lindo, mas isso empurra o amor em cima da gente, tem que vir mais naturalmente do que por uma carta- retrucou.
- Vocês receberam cartas, meninas. Achei que fossem participar- falou Paola, a mãe, se intrigando com a situação.
- Elas duas? Por favor, mãe, não sei qual é mais louca, Kat ou Mica- comentou Ary, recebendo em seguida dois chutes por baixo da mesa- Ai!
- Você me subestimam. Eu me inscrevi, na verdade. Só não acho que vou entrar, então nem comentei nada- explicou-se Kat- A Micaela só não entra porque é medrosa.
Ela abaixou os talheres, fitando seriamente a irmã.
- Isso é um desafio?- indagou. George revirou os olhos.
- Katrina, por favor não...
- Sim, é um desafio. Por quê? O que faria sobre isso?- ignorou o pai.
- Você não perde por esperar! Vou não só me inscrever como entrar!- ela levantou e correu até a pilha de cartas na mesa da sala, e pegou a do palácio real. Agarrou uma caneta qualquer e correu para mesa, afastando o prato de comida. Sua refeição não era mais tão interessante- Vejamos... Nome? Camélia, por algum motivo infeliz...
- Micaela, você ta escrevendo com uma caneta rosa?-indagou Ary.
- Shiu. Idade; dezoito. Casta... por que diabos isso seria relevante? Ok, Dois. Província? Cachorro. Desculpa, Labrador.
Katrina riu, espiando o que ela escrevia.
- Ella, eu não acredito que você ta escrevendo isso!- exclamou a ruiva.
- Deve ser engraçado ver alguém se enrolando para ler isso- admitiu Ray.
- Será. A Kat acha que eu não vou entrar, então eu decidi que vou- corrigiu o irmão- Certo, interesses. Sexo.
- Micaela!- repreendeu Paola rindo.
- Ah, já sei, coloca drogas ilícitas!- intrometeu-se Taniark apontando para a linha de respostas.
- Sadomasoquismo!- exclamou Ary rindo.
- Certo, o que mais, povo? Preciso de ideias!-exclamou.
- Práticas satânicas- sugeriu George, ignorando o olhar repreensivo de Paola.
- Ok, temos uma menina interessante aqui! Mãe, alguma sugestão?- os quatro olhares voltaram-se para a mulher, que ficou em silêncio, como se não fosse se render a pressão. Depois de segundos de silêncio, resolveu se pronunciar.
- Vocês me envergonham- disse por fim- Não acredito que não colocaram morte a monarquia.
Eles riram. A noite seguiu agradável, e criaram a personalidade mais diversa possível na ficha, como se não fosse um documento enviado aos líderes políticos mais importantes do país, talvez do mundo. Enviou a carta na manhã seguinte, e em poucos dias esqueceu-se do incidente, concentrada demais em ficar com a família antes de voltar para o campus. Era bem característico seu, fazer algo impulsivo em nome de uma aposta e esquecer-se do fato minutos depois.
Já de volta à faculdade, comia uma pizza com Rosa quando ouviram uma batida na porta. Era Kayla, uma colega de sala.
- A gente ta vendo o anúncio da Seleção no lobby, topam?- indagou, desceram com a amiga para a sala lotada, quase todas as meninas inscritas no sorteio. Só naquele momento ela lembrou-se que era uma delas.
Conversava com as amigas mais do que prestava atenção nos rostos bonitos na tela. Eu determinando momento, voltou sua atenção para a televisão, no exato momento em que seu rosto sorridente e insano aparecia. Sua audição foi ferida completamente pelos gritos agudos a seguir, todas gritando e lhe abraçando, nenhuma imaginando que ela entraria.
Embora sua mente devesse pensar nos vestidos chiques, nas comidas refinadas, nas meninas, nas maneiras, no príncipe ou nas mudanças drásticas na sua vida, seu único pensamento era bem simples; eu ganhei a aposta.

Família:
Mãe: Paola Linda Reynold Patel Oswald- 42 anos

Paola vem de uma família Dois rígida e controladora. Sempre sentiu-se presa perto dos irmãos, dos pais, dos tios e primos. Era como se estivessem tentando moldar sua mente. Então ignorou todas as ordens de ser modelo e virou jornalista, ignorou os apelos para ser atriz e escreveu matérias, ignorou as sugestões de abraças a própria beleza e abraçou o psicológico.
Entrou para um jornal famoso por expor fraudes e mostrar toda a verdade ao mundo, criando quase que um divórcio informal de sua família quarada. Lá, conheceu George. Em pouco tempo se casaram, e decidiram comprar uma casa em uma cidade pequena, onde ainda poderiam escrever, mas viveriam longe do caos.
Em determinado momento, decidiram ter filhos. Paola e George eram férteis, verdade. Mas não viam porque gerar uma criança; Paola considerava um processo invasivo demais. Além disso, haviam tantas crianças sem lar por aí, por que não adotar? Pesquisaram os três orfanatos com menos índice de adoção da província, e preencheram as fichas para uma criança em cada.
O primeiro a chegar foi Ray, do terceiro orfanato menos popular. Não especificaram nada além do gênero e idade, então ficaram surpresos ao conhecer o menino extrovertido e padrão. Uma semana depois, chegou Camélia, com uma aura de aventura em volta de si. E, do orfanato menos popular, uma semana após Micaela, veio Katrina.
Paola sempre amou os filhos igualmente, mas acabava passando mias tempo com Kat porque essa era mais tímida, e considerava importante socializar com a pequena. Perto da família conservadora, quem mais sofria era Micaela, pelo simples fato de ser negra e desde criança explicar gostar das coleguinhas com naturalidade. Ela nunca se deixava abalar pelos comentários, mas Paola nunca evitaria o instinto de defende-la.
É uma mulher protetora com os filhos. É gentil, mente aberta, amigável, encantadora e um tanto inocente. É corajosa e inovadora, sempre pensando no que fazer para quebrar paradigmas ou padrões. Vive nem, co dinheiro a mão quando precisa, mas geralmente gasta boa parte da renda com caridade e projetos sociais. Não poderia estar mais orgulhosa dos filhos.
Pai: George Phillip Collins Oswald- 45 anos

George vem de uma família Dois rica e liberal. Os pais eram atores, e o levaram para viajar consigo ao redor do mundo, então conhece muitas culturas e países. Inteligente, isso é fato. Ver o mundo abre os olhos de uma pessoa, e lhe dá dons para diversas coisas, ele não sendo exceção.
Filho único, sempre aprendeu a apreciar a companhia de outros, costumava a ficar solitário em quartos de hotel, e ao quer que ninguém próximo a si sinta o mesmo que já sentiu. Pode ser meio rígido, mas apenas porque espera que a pessoa atinja todo o seu potencial para tudo.
Na adolescência, viveu alguns anos com os avôs, para estudar e poder passar em boas universidades com bolsa, enquanto seus pais viajavam o mundo. Cursou jornalismo, e virou colunista de um jornal que sempre adorou ler quando criança. Lá, conheceu Paola.
Irmão: Ray Andrew Patel Oswald- 18 anos

Sua primeira memória consiste em duas figuras chorando e lhe abraçando. Em seguida, só se lembra dos colegas no orfanato e ir para a casa dos pais. Entre os três filhos, Ray é o único que tem todo o histórico da família biológica a disposição. Sabe que tinha um irmão gêmeo, nome ao qual desconhece, que morreu. Seus pais não suportavam a dor da perda, só ter um dos filhos, e apenas vê-lo lembrava-os do filho. Então colocaram-no em um orfanato qualquer, com registros bem específicos.
Nasceu dia dois de janeiro, capricorniano, e seu nome foi dado em homenagem a um avô. Adorou sua família de cara. Garoto alegre e simpático, se deu bem com os pais e com as irmãs, que logo chegaram. Gostava dos jardins da casa, de jogar bola com a mãe e aprender matemática com o pai.
Desenvolveu-se um menino carismático, alegre, inteligente e um tanto vaidoso. Logo criança percebeu que era bonito, então não exista em estampar um sorriso perto da câmera, e todos adoram os cabelos louros e sorriso branco do garoto- inegavelmente atraente.
Não levou muitos anos para querer ser modelo; fotogênico e rico, tinha tudo para a carreira. Assim como as irmãs, tem uma lista longa de envolvimentos amorosos, e sempre tem alguma pessoa querendo ser adicionada na história. Atualmente, namora uma menina chamada Adeline, e se as coisas derem certo, devem se casar em breve.
Cursa faculdade de artes cênicas, pois quer ser realmente experiente diante das câmeras, não só um rosto bonito.
Irmã: Katrina Anna Patel Oswald- 18 anos

Kat só não viveu com os pais biológicos porque eles sofreram um acidente de carro, e não havia família próxima para cuidar dela. Entregada às mãos do estado, ela pulou de lar adotivo em lar adotivo, nunca se adaptando as famílias que encontrava. Por isso, virou uma menina tímida e recatada; decepções e mudanças demais desde sempre.
Quando chegou no último orfanato, as opções de família para a garota de três anos estavam quase esgotadas. Era quase que um veredicto que ela não seria adotada, passou por quase meia centena de famílias em Labrador e nenhuma a quis. Porém, um dia lhe acordaram, fizeram as malas e colocaram-na em um avião com um representante do orfanato. Chegou em casa rápido, e foi bem recebida pela família amorosa.
Seus novos irmãos eram divertidos, seus pais eram carinhosos e queriam ficar com ela para sempre, se ela quisesse também. Quando o assistente social chegou para avaliar as crianças, foi uníssono a resposta afirmativa para ficar com os Oswald.
Taniark sempre foi a mais tímida dentre o trio, mas isso nunca prejudicou sua relação dentro dele. Ela e Micaela são melhores amigas, e por vezes esquecem que não são irmãs de sangue de tão forte que é sua conexão.
Foi um prodígio na escola, ser quieta lhe fazia assistir atentamente todas as aulas, o que lhe fazia gabaritar todos os exames. Mas não a confunda por santa; a sua vida amorosa é tão ativa e divertida quanto a dos irmãos.
Quanto mais crescia, mais percebia a diferença de tratamento entre ela, sua família branca e irmã negra. O racismo incomodava sua irmã sem lhe afetar emocionalmente, acabava pensando mais no efeito que isso tinha em outros, com pouca autoconfiança. Porém, Katrina queria mudar aquilo para a irmã.
Com o currículo brilhante e desejo de melhora, desde cedo resolveu se política e resolver questões sociais. Passou em primeiro lugar no concurso que realizou, com bolsa de cem por cento e futuro promissor. Atualmente, cursa Direito- com principal curso direitos humanos.
Os cabelos ruivos chamativos talvez nãos sejam a melhor opção para uma menina que odeia chamar atenção para si, mas a cada dia a cor parece ficar mais vibrante.


『Gostos & Desgostos』 Gosta: Alegria em coisas pequenas. Sentir as primeiras gotas de chuva quando ainda está sol, correr e andar descalça, deitar e rolar na grama, nadar ou de roupa ou pelada, bebidas, adrenalina. Correr sem rumo, gritar para o nada, correr por aí em florestas, madeira, animais, amigos, festas, vestidos, estrelas, beijos roubados e roubar beijos. Pipoca, azul, mel, comida japonesa, escrever, passar o tempo, acordar sem ideia de que horas são, estar de madrugada sem o mínimo sono, dançar loucamente, velas e cera. Piqueniques, jantares, pessoas de outros países, outras culturas. Sexo, meninos e meninas, rir até a barriga doer e o primeiro fôlego depois de uma grande risada. Maratonas de séries, dormir de conchinha, fazer algo escondido, cozinhar, andar no escuro, sensação dos pés no mármore gelado ou nas pedras e na grama. Piscina, praia, rios lago, subir em árvores, mexer com terra, cavar buracos, guerras de lama e barro. Fazer as pessoas rirem, estar tão feliz que não se importa com a aparência, olhar-se no espelho e sentir-se linda, amar a todos, protestos, fogueiras, doces e salgados. Gosta também do sorriso do príncipe. Gosta de falar por horas, voar de avião, girar e rodopiar de olhos fechados, rodopiar em saias, tropeçar sem se machucar, cair na gargalhada em momentos inconvenientes e não parar. Cafunés, que mexam em seu cabelo, fazer tranças, balanços, gangorras e trepa-trepa (esse é só porque o nome a faz rir).
Não gosta: Machismo, homofobia, transfobia, pedofilia, pimenta demais, pombos, injustiça, se sentir impotente, frutos do mar (menos ostras e peixes), areia dentro do biquíni e calcinhas que entram entre a bunda enquanto anda. Não gosta que lhe digam o que fazer ou que a diminuam. Não gosta de ver pessoas sendo rudes, falsas ou qualquer tipo de preconceito. E, acima de tudo, odeia racismo.



『Objeto especial → opcional』
Possui esse colar de concha desde sempre, é a única coisa que possui de seus pais biológicos. Mas não possui nenhum desejo arrebatador de conhecê-los, apenas guarda o objeto por ter um apreço ao mesmo; já é parte de sua essência.


『Hobbies』
Gosta de dançar, cantar- mesmo que não seja nem ligeiramente afinada e saiba disso-, praticar esportes, desenhar, observar estrelas. Gosta de estudar plantas e ervas- sim, nesse sentido também-, animais, procurar formas nas nuvens, corrida, sexo, apaixonar-se, fazer combinações de roupas. No geral, seu maior hobbie é divertir-se, seja como for.

『Medos & Fobias』
Tem medo de acabar sozinha, que sua paixão por descobertas novas nunca lhe fixe em um lugar ou que nunca consiga amar alguém o suficiente para se casar. Tem medo de ver alguém que ama morrer, e não saber seguir em frente. Mas pior do que tudo, tem medo de, no final de tudo, não ser feliz.

◤O P I N I Õ E S -|- P E R G U N T A S◥

➽ O que ela pensa sobre a Seleção?
É um processo complicado, no qual meninas são expostas à humilhações, brigas, corações partidos, entrevistas invasivas e um contrato para lá de antiquado. Mas ainda assim, você se apaixona, conhece gente interessante, come, bebe, dança, vive a mil e ganha a aventura de uma vida. Então acha válido, e iria para o castelo com a ideia de se apaixonar e simplesmente se divertir. Mas acha que deveriam haver mudanças, evoluir.

➽ O que ela pensa sobre o príncipe?
Gostoso é a primeira palavra que vem a mente, sendo honesta. Micaela gosta bastante do sorriso de canto, porte, cabelo e brilho nos olhos de Alexandre. Observa os detalhes com olhos de águia, desde a maneira que respira até o sorriso honesto e o falso. Não faz voluntariamente; a sua cabeça só absorve as informações mais inúteis com os olhares mais leves. Ainda assim, o verdadeiro príncipe ainda lhe é um mistério. Não sabe se é bom, divertido ou frio, e gostaria muito de descobrir.

➽ O que ela pensa sobre o governo da Família Real?
O governo em si acha bom, decisões que aprova no geral, e provavelmente votaria neles se concorressem para presidente. Votar. Acredita em democracia ou monarquias constitucionais, quer limites para o governo; não é certo o poder estar nas mãos de um só. Precisam de plebiscitos, assembléias, votos e opiniões. Sangue, cor de pele ou criação não devem definir o futuro de uma pessoa, isso é errado tanto para o povo, aprisionado-o a uma família que facilmente pode virar egocêntrica e violenta, quanto para crianças que crescem com apenas uma opção a frente; ser rei. Se lhe perguntassem, ela apenas daria um sorriso sarcástico e responderia; abaixo a monarquia absolutista.
➽ Se ela se tornar a rainha, que benefícios/mudanças faria para o país?
Projetos sociais seria o primeiro fato. Ajuda á população pobre, negra, deficiente, idosa ou sem oportunidades para tudo. Segundo, manteria a Constituição e as funções do Primeiro Ministro sempre atualizadas.
Mensalmente, haveriam plebiscitos em todas as cidades para decidir coisas, fossem elas no país ou em uma pequena cidade, e todos os votos seriam levados em conta- ninguém sendo obrigado a votar.
Gostaria de abolir algumas leis, como a penalização de práticas sexuais fora do casamento ou mulheres rebaixarem de casta pelo casamento- a maior casta prevalece. Política inteiramente focada para o povo, com pensões ajudando os menos favorecidos.
A educação seria outra questão. Escolas públicas em todo município. Se uma criança estivesse tendo que abandonar a escola para ajudar a família, poderia informar o governo e ou receber pensão ou freqüentar um internato público, evitando despesas para a família. Inicialmente, haveriam prejuízos na economia do país, mas a longo prazo, seria uma população educada com futuro próspero, aumento os índices de faculdade e dando oportunidades mais justas a todos.
Saúde pública permitiria tratamentos mensais em todas as províncias para trabalhadores de risco, como minas e usinas, e tratamento de doenças. Todas as crianças do sul teriam acesso a medicamentos para reduzir chances de radiação ou infertilidade, por toda a radiação da guerra. Idosos receberiam apoio para dores musculares, e doenças degenerativas – como câncer- seriam financiadas com carinho. Instituições para doenças específicas seriam cláusulas bem claras de sua política.
Uma questão importante seria a desconstrução de pensamento fechado- racismo, machismo, homofobia... Para garantir que todos professores fossem mente aberta e quebrassem paradigmas com os alunos, ela escolheria profissionais a dedo. Esses profissionais escolheriam outros, que escolheriam outros... Finalmente, seriam escolhidos os professores, e seria como se esses tivessem sido selecionados por ela por conta do controle de padrão instituído no início.
E por fim, o projeto clássico/clichê de oitenta anos para remoção de castas. Começaria de baixo, e a cada década uma casta seria retirada. Um processo lento para qual ela não viveria para contar o resultado, mas que permitiria calma e execução perfeita por ser lento.

➽ Está pelo príncipe ou pela coroa?
Ela é impulsiva, então está por uma aposta feita com a irmã. Porém, é umas daquelas pessoas mágicas que acredita no amor vindo nos lugares mais improváveis, então consegue se visualizar se apaixonando no palácio. Sempre achou Alexandre lindo, e a personalidade é bastante cativante.
Embora implique com a Seleção, acha que o processo realmente dá certo, e está empenhada a se apaixonar, de maneira definitiva, em algum momento da competição- seja pelo príncipe, por uma selecionada, guarda, rebelde... Enfim, por qualquer um.

➽ Trairia o príncipe com alguém?
Para Micaela, essa é uma pergunta um tanto complexa. Não gostaria de ser traída e nunca traiu. Mas isso porque nunca viu necessidade, nunca teve que se manter em um relacionamento quando gostando de outra pessoa. Agora, por outro lado; o que é traição durante a Seleção? Sim, assina termos de que será exclusiva do príncipe, mas enquanto isso ele faz o que quiser com outras 19 meninas, qual seria o problema dela se envolver com outre se estivesse apaixonada? Ora, não ficar com alguém que ama é pior do que trair alguém; é trair a si mesma.

◤R E L A Ç Õ E S◥

➽ Com as outras Selecionadas:
Sua personalidade cativante provavelmente lhe arranjaria amigas, que seriam bem vindas. Estar cercada de gente é algo que adora, e ser amiga de todas as selecionadas seria um grande objetivo para ela. Porém, sabe que é difícil, principalmente com tantas personalidades diversas e interesses misturados no mesmo ambiente.
Nunca faria nada ruim para qualquer uma, mesmo que completamente apaixonada por Alexandre, quer que ele goste dela por natureza, não porque a outra menina caiu da escada e morreu.
Porém, se alguém começasse a jogar sujo com ela, com certeza não seria simpática. Provavelmente não revidaria ou deduraria a menina, apenas mostraria um sorriso, ergueria uma sobrancelha e a desafiaria com o olhar para o segundo round. Em algum momento, após todas as investidas sem efeito, a garota provavelmente desistiria sentindo-se péssima.

➽ Com o príncipe:
Hum... Bem, amizade é o primeiro passo. Quer descobrir quem ele é, avaliar se deve deixar-se amá-lo ou sair do palácio o mais rápido possível. Quer uma conexão mais do que física, mesmo que adore beijos suaves e abraços aconchegantes. Quer que ele lhe conte seus sonhos, pensamentos malucos, memórias estranhas e pesadelos aterrorizantes. Assim como quer criar um ambiente bom o suficiente para ela poder fazer o mesmo com ele.

➽ Com o rei e a rainha:
Não espera ser amiga e confidente de nenhum, mas também não quer ser só mais um rosto para os monarcas. Seria gentil, cordial, não puxaria-saco e não forçaria limites. Torce para que sua presença, sua aura seja o suficiente para lembrarem-se dela se for embora, que sua personalidade diária seja um marco para não esquecerem o nome Camélia- mesmo que esse seja o nome errado.
Se chegar na Elite, aí sim tentaria ser próxima a rainha. Não como uma filha, isso ela já tem. E não como amiga, porque convenhamos, seria estranho. Mas se apaixonada por alguém da família real, gostaria de ser vista como nora, alguém que a rainha e o rei possam ver como extensão se sua família.
E não quer ser subestimada, acima de tudo. Quer ambos saibam que ela é mais do que um belo rosto. Que ouçam seus projetos, entendam sua linha de raciocínio e talvez até acatem suas ideias revolucionárias. Quer que saibam que pode ser uma boa rainha.

➽ Com a princesa:
Assim como todos os outros, inicialmente Micaela nem faz ideia de que Ashley é lésbica, assim como não acha a sexualidade relevante. Entende que não se deve forçar limites, e que apenas deve falar com ela se a mesma parecer interessada ou com humor para tal. Seria educada e cordial a ponto de dar boa tarde, bom dia e boa noite, faria reverências quando necessário e seria simpática sem ser invasiva ou irritante.
Se fosse conversar com ela, sempre procuraria um momento em que a mesma não estivesse ocupada e perguntaria se poderia ou não lhe ‘’perturbar’’ antes de desenvolver um diálogo. Se virassem amigas, muito provavelmente perceberia logo a orientação sexual da princesa, mas guardaria o fato para si até que ela resolvesse se abrir sobre o assunto.

➽ Com Caster:
Adora amizades, isso é um fato. Mas entende que existem limites para amizades, e que forçar a barra com o filho do Primeiro Ministro não é uma ideia muito boa.
Por outro lado, se não estiver forçando nada, gostaria de ser sua amiga. Nunca se sabe quando uma briga gigantesca com as outras selecionadas vai acontecer e ela vai precisar de um ombro amigo- não o futuro marido de uma delas, obrigada. Carter lhe parece muito simpático, e se estiver certa, ele também não se incomodaria com uma amiga a mais no Palácio.


◤ R O U P A S → vestidos, por favor◥
➽ Para a primeira entrevista → 1


➽ Dia a dia → 6







➽ *Encontros → 5 vestidos e 2 calças.
Calças:



Vestidos:







➽ Jornal Oficial de Illéa → 5







➽ Bailes → 5





E esse último de lado, com cauda




➽ Halloween → 1
É uma fantasia só, mas formei a partir de várias imagens, então são vários links :D







➽ Natal → 1



➽ Pijamas → 2 “normais” e 1 sexy.
Normais:


Sexy:



➽ Casuais → 2 (bota o que quiser)



Então, todas as imagens dela ela ta usando roupas fofinhas, porque a mina é blogueira de moda. Então todas as imagens dela já servem só pela roupa :3


【É virgem?】
KKKKKKKKK. NÃO.

【Tentaria ter relações com o príncipe?】
Micaela não é de ficar forçando os limites alheios, então provavelmente guardaria qualquer tentação para si. Provavelmente. Ela é boa lendo pessoas e ambientes, então se sentisse que o sentimento é mútuo, não se incomodaria de dar um passo para frente na relação. Isso, claro, quando já tivesse bem íntima do Príncipe e em um estágio avançado da competição, se chegar lá.

【Como seria o encontro perfeito?】
Estariam na estufa, não em seu primeiro encontro, e ainda não teriam se beijado, com Micaela provavelmente problematizando a situação.
- Alex, eu concordo que é uma estufa linda, que tem plantas lindas e é tudo lindo. Mas porque uma estufa em Angeles? Tipo, aqui é muito quente, não precisa de uma estufa!- falaria levantando os braços e rindo. Alexandre sorri.
- Micaela, aqui tem inverno frio, sabia?
- Mas nem neva! Sejamos honestos; é desnecessário e puro capricho! É só para poder dizer ‘’eu tenho uma estufa. Muahaha’’- fala passando a mão nas folhas enquanto anda pelos corredores de flores, os pés descalços sem sonoridade no solo.
- Ninguém na minha família diz muahaha. E é sim necessário!- ele ri de novo, como um ser humano pode ser tão teimoso?
- Eu acho bobo, me desculpe. Acho que a sua única opção agora é me mandar para casa, eu não gosto da estufa estupenda real. Já está na minha hora de sumir!- diz dramaticamente enquanto se senta em uma das prateleiras de flores. Ele endurece o rosto.
- Camélia, insisto que deixe o palácio imediatamente, como pode não gostar da estufa estupenda real?- ele fala furioso. Micaela dá ombros.
- Não gosto, acho muito antiquado- ela finge desinteresse, desviando os olhos. Ele dá um passo para frente.
- Observe essas violetas, como não gostar disso?- ele aponta para a flor, ainda na brincadeira.
- Isso são orquídeas- corrige.
- Que seja! Olhe essas tulipas, senhorita!- ele aponta para outras flores, avançando ainda mais. Ela cruza as pernas em lótus.
- Hortênsias, Alexandre. Você é péssimo com flores, sabia?- indaga rindo. Ele ignora. Sua careta de raiva forçada faz Micaela não conseguir parar de sorrir.
- Olhe as margaridas e repitas esses insultos, jovem insolente!- seu rosto estava vermelho e forçado, ficando pior a cada segundo. Ele literalmente tremia.
- Agora você ta realmente fazendo de propósito! Isso são gira-sóis!!- exclamou olhando para cima e jogando as mãos para o alto. Ele dá mais um passo, ficando em frente a jovem sentada. Quando Micaela abaixa o rosto se depara com os olhos claros lhe observando, já sem a expressão forçada.
Ela não teria como fingir estar surpresa com sua proximidade, além de não ser de seu caráter, já havia escutado sua respiração próxima. Alex observa as mechas encaracoladas com certo fascínio, enquanto Micaela inspecionava seu olhar. Nenhum silêncio entre os dois tinha costume de ficar desconfortável, e passavam das mais vigorosas conversas para um pesado silêncio com extrema facilidade.
Havia respeitado todos os limites do príncipe até aquele momento. Correspondia seus toques e tomava iniciativa para as interações apenas mais suaves. Mas naquele momento, ela não conseguia, ou sequer queria se controlar. Delicadamente, levanta o queixo do príncipe para que ele volte a olhar em seus olhos, e o beija.
Deveria levar um susto, se aquele momento já não estivesse no ar fazia muito tempo. Suave e calmamente conheceram os lábios um do outro, enquanto as mãos dele passeavam de sua cintura até o quadril. Quando se separaram atrás de ar, sorrisos sinceros combinavam perfeitamente com a ternura nos olhares.
Ele dá um leve passo para trás, como se indicando que deveria levantar. Com um salto tanto cômico quanto fofo, Micaela sai das prateleiras, e segura a mãos de Alex enquanto ele lhe guia por entre as flores.
- Nossa, olha que rosas bonitas!- ele exclama apontando para o lado. Micaela sorri.
- São Copos de Leite.
- É, que seja.

Tipo, a poderia acabar aí mesmo ou seguir para uma outra cena, eu só tinha pensado na parte da estufa, então fica com você >.< e se tiver exigente ou ruim nem hesite em mudar!


【Como age nos encontros? → desde como seria o primeiro, até quando ela já estiver mais a vontade com o príncipe】
É simplesmente ela mesma, quer que gostem dela pelo que é, não pelo que finge ser. Mas de novo com o papo de respeitar limites.
No primeiros encontro gostaria apenas de fazê-lo rir, e decifrar um pouco de sua personalidade. Mais adiante, gostaria de aprofundar a relação e descobrir as suas camadas mais profundas, por assim se dizer.
O momento em que estivesse mais a vontade com o Príncipe para mim poderia ser a cena da estufa, mostrando que ela já trata ele 1000% de igual para igual e não hesita em corrigir ele só porque é da realeza.

Como na ficha dela estava escrito um bando de loucuras, acho que seria bem interessante fazer, na entrevista dela, ela se desculpando pela personalidade, e etc.

【Qual seria a proposta da Selecionada no projeto de filantropia?】
Aaaaaaaaah. Eu meio que joguei todas minhas ideias políticas naquele outro tópico, mas tudo bem, espero que não tenha problema eu repetir.
Escolas públicas, no seu projeto, seriam estaladas em todo município. Se uma criança estivesse tendo que abandonar a escola para ajudar a família, poderia informar o governo e ou receber pensão ou freqüentar um internato público, evitando despesas para a família. Inicialmente, haveriam prejuízos na economia do país, mas a longo prazo, seria uma população educada com futuro próspero, aumento os índices de faculdade e dando oportunidades mais justas a todos.


【Local preferido no castelo】
Provavelmente o estábulo, com os cavalos. Sempre adorou equitação, e se for permitido, gostaria bastante de passar tempo com os animais. Mas o lugar favorito mesmo seria sua aconchegante cama.


【 Qual seria o discurso dela
‘’Pele. Provavelmente uma das coisas que notamos mais inconscientemente nas pessoas. Por uma origem histórica que não compreendo porque ainda não acabou, pessoas de pele escura, parda e mulata não recebem um tratamento igualitário quando comparado com as pessoas de pele clara.
Eu sou um caso a parte, fui adotada por uma família branca e rica, com dois irmãos brancos e ricos, mas ainda assim, crescendo percebi que meu cabelo crespo e o cabelo liso de minha irmã não eram vistos da mesma maneira. Isso uma garota de Casta Dois com diversos privilégios. Então por favor, imaginem como a situação é para crianças negras, pardas e mulatas nas periferias, favelas, subúrbios e na rua, imaginem o quanto esse racismo não é ampliado.
Por sua cor de pele, crianças serão privadas dos direitos mais básicos e obrigatórios, por sua cor de pele crianças serão impedidas de estudar. E já que eu sozinha não tenho a capacidade de mudar o ponto de visto das pessoas privando essas crianças, o que eu gostaria de fazer é dar a oportunidade dessas crianças o fazerem.
O meu projeto de filantropia é focado apenas para educação, pois desconstruir um pensamento fechado começa nas salas de aula. Escolas públicas seriam estaladas em todos os municípios. Se uma criança estiver tendo que abandonar a escola para ajudar a família na renda, poderia informar o governo e ou receber pensão ou freqüentar um internato público, evitando despesas para a família. Inicialmente, haveriam prejuízos na economia do país, mas a longo prazo, seria uma população educada com futuro próspero, aumento os índices de faculdade e dando oportunidades mais justas a todos.
No meu projeto, as crianças poderiam estudar e ter um futuro independente de seu tom de pele, e mostrariam sua total capacidade como profissionais. Essas mesmas crianças que foram privadas de algo por sua pele, estariam agora desconstruindo esse pensamento racista que se enraizou na sociedade faz tantos séculos.
Mas para isso acontecer, pessoas tem que se comprometer a ajudar, a financiar instalações ou impedir discriminação no dia a dia. Para isso, Illéa tem que, finalmente, unir-se como nação, como um povo. Obrigada e boa noite!’’

Pode alterar o que quiser, cortar uns pedaço e etc. <3





【Presentes que gostaria de ganhar → opcional】

Um colar de cisne de origami. Não sei nem pensar num motivo só achei fofo. Mas sempre dá para fazer eles terem 1) visto cisnes ou 2) feito uns origamis meio zoados XD.


【Poemas? → opcional】
Atenção- nenhum dos poemas a seguir é de minha autoria <3
Notas sobre ela
“Ela foi alfabetizada pela vida,
Antes de escrever um futuro bom,
Ela aprendeu a ler
Todos os erros do passado’’
"Ela é força, mesmo com tantas quedas, aprendeu a ficar de pé, sem cair aos pés de ninguém. ♥▶"
‘’meu amor não depende
do seu "sim"
ou do seu "não"
da sua presença
ou da sua ausência
da sua voz
ou do seu silêncio
aprendi que meu amor
é - existe
não insiste
não é hábito
habita.
eu sinto
independente
do seu sentir.’’
‘’Teu jeito rima com o meu
O tom albino da tua pele me contrasta
Meu toque até te escolheu
Pra te fazer casa

Meu bem tu tem minha saudade
Minha verdade, meu querer
Então se deixa ser
Mais de mim ter
Mais de mim que já é
Que já tem

Eu não me importaria
De dividir um colchão com você
Dá meu cabelo pra de nós tu encher
E me afogar no teu corpo
Metido a travesseiro
Não contestaria
Um pedido de carinho teu
Café mais amargo
Tua toalha jogada no quarto
Nenhum traço do que é teu

Meu jeito rima com o teu
O tom de noite da tua pele me contrasta
Teu toque até me aprendeu
Em ti fiz minha casa

Meu bem tu tem minha saudade
Minha verdade, minhas canções
Então me deixa ser
Mais de ti ter
Mais de ti que já sou
Que me deu

Eu não me importaria
De dividir um colchão com você
Dá meu cabelo pra de nós tu encher
E me afogar no teu corpo
Metido a travesseiro
Não contestaria um pedido
De carinho teu
Café mais amargo
Tua toalha jogada no quarto
Nenhum traço do que é teu

Tua toalha jogada no quarto
Nenhum traço do que é teu

Tua toalha jogada no quarto’’
‘’Amor é mar...
Por isso não me contento com quem só quer molhar os pés.’’

‘’ela administra bem
as suas finanças
não deve perfeição a ninguém’’

Tua eu sei que você queria para a carta, então se quiser pode desconsiderar :3 mas os dois principais são esses aqui!!
‘’Seu coração é um rosto exposto em pleno baile de máscaras.’’
‘’Ela não é exagerada
Dizer isso seria diminuí-la
Ela só tem a mania
De sentir tudo infinitamente.’’

Pronto, agora foi!! :D




【Música que define a personagem → opcional】
A Belle to remember – Hayley Kiyoko
https://www.youtube.com/watch?v=LFG-qAGyXRw
Eu sei que é só uma, mas essa aqui também <3, porque, Jesus, MAS QUE MÚSICA!!!
Thumbs – Sabrina Carpenter
https://www.youtube.com/watch?v=roFCeI4Zroo&index=4&list=RDCT2wgON_rzQ
Ela só quer paz – Projota, cover da Mariana Nolasco
https://www.youtube.com/watch?v=aMHshiU9Bmo



【Playlist da personagem com o príncipe】
Colors – Halsey
https://www.youtube.com/watch?v=JGulAZnnTKA&index=10&list=RDH2lzxGcbz-g
Ghost – Halsey
https://www.youtube.com/watch?v=ao4o-XRU_KM
All we have is love – Sabrina Carpenter
https://www.youtube.com/watch?v=lUotEgzKmG8&index=21&list=RD7WvvhUjV6I8
Drive – Halsey
https://www.youtube.com/watch?v=2oI-BsWbIg4
Talk me down – Troye Sivan
https://www.youtube.com/watch?v=yT8h-ku17Wc
Friends – Ed Sheeran
https://www.youtube.com/watch?v=tw6e0EiZZW4
Hayley Kiyoko – Rich Youth
https://www.youtube.com/watch?v=CbNTV-XaKb4
Tua – Anavitória
https://www.youtube.com/watch?v=VuZvrMWwQiY




〖Sabe que pode não ser Selecionada?〗
Sei, mas já to fazendo uns rituais satânicos para entrar! Brincadeira. Sei que você que decide que personagens tem um futuro com o Príncipe, e acho que uma Seleção com personagens ruins sempre fica ruim, então só espero que a Micaela tenha ficado boa.

〖Sabe que pode ser eliminada?〗
Sim senhora, infelizmente.

〖Como lidaria com isso?〗
Se fosse bem no início da competição, Mica voltaria para casa um pouco decepcionada com a falta de experiências, mas feliz por ganhar a aposta com a irmã. Só que quanto mais para frente no processo, mais ela estaria próxima do Alex e das meninas, então doeria muito mais ir para casa.
Caso estivesse em um nível de amar o príncipe, seria basicamente devastador ir embora, principalmente para uma garota não acostumada a partirem seu coração. Mas o amando, iria querer que ele fosse, em primeiro lugar, feliz. Então entenderia porque o fez, só não deixaria de ser uma merda e doer para caramba.

〖Sabe que pode não ser a Escolhida?〗
Sim, eu sei.

〖Caso chegue a Elite e não ganhar, qual rumo a personagem tomaria?〗
Tá, então, se ela tivesse tido um interesse romântico no Palácio, gostaria que ela ficasse com a pessoa, se casasse, dois filhos, um cachorro e todo aquele clichezinho fofo.
Se ela só for embora, retornaria normalmente á faculdade de Atléticas, mas ia ser tratada tão privilegiadinha e etc por ser ex-selecionada, que desistiria do curso.
Pegaria seu dinheiro da Seleção ( já que a família não precisava), sua poupança de infância e compraria um apê em alguma cidade simpática. Se fosse amiga de alguma selecionada, Carter, Ashley ou até mesmo Alexandre, manteria contato. Com o tempo acharia uma profissão legal, e alguém legal para construir uma vida.



『Algo mais & Curiosidades → opcional』
Então, ela possui uma marca de nascença no estômago:

Ela sempre sonhou em fazer uma tatuagem de mapa-mundi em algum lugar, mas nunca teve paciência ou tempo para ir em um estúdio.


E é ambidestra, escreve, segura o garfo comendo (nossa, mas que informação relevante, né kk) e desenha com ambas as mãos.
E, por fim, espero que você tenha gostado, flor! Beijossss.

I will be the next queen


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