~exids

exids
.norman's gf.
Nome: Maggie, I'll find you.
Status: Usuário
Sexo: Masculino
Localização: Indisponivel
Aniversário: 23 de Outubro
Idade: 5
Cadastro:

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Postado

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Nome Completo
Riley Evans Thompson.

Apelido
Riles ― um apelido carinhoso que seus amigos lhe deram.

Idade
Dezessete.

Sexualidade
Heterossexual.

Cidade e país de origem
Leeds, Inglaterra.

Profissão
Estudante do último ano do Ensino Médio.

Aparência
Willa Fitzgerald. De pele branca, pode-se dizer até pálida, seria difícil distingui-la entre a neve. A textura é tão macia que assemelha-se a um veludo. As pessoas tocam-lhe o rosto como se fosse algo de porcelana, frio e claro, e que pudesse rachar-se a cada movimento brusco.
O cabelo é algo bonito de se ver. De uma cor loiro-acastanhado, não chega a ser castanho. São medianos e caem como uma cascata de fios rebeldes e levemente ondulados em suas costas.
Os olhos são como uma bela pintura, de tão impressionantes. De um verde vibrante, em alguns segundos pode tornar-se verdes azulados ou algo semelhante ao castanho-claro, tão vazios e profundos que se olhar os detalhes, é capaz de poder ler sua alma. Revelam muito mais do que suas palavras poderiam dizer, assim como escondem muitas coisas também.
Com um rosto e oval, ela não possui bochechas salientes e muito menos um rubor natural. O nariz é pequeno e delicado, enquanto os lábios são assimetricos, sendo ambos levemente grossos, e rosados, tão infantis que nem parecem soltar palavras tão grosseiras.
Riley é alta, com cerca de 1,69m de altura e 50kg. Com uma barriga negativa e bem desenhada, e pernas ligeiramente grossas (quase nada), atrae muitos olhares para si.











Personalidade
Riley possui personalidade forte e que não cai no clichê da “mocinha-chorosa-e-amedrontrada-dos-filmes-de-terror-que-precisa-ser-salva”, também não cai no clichê do personagem que “sabemos-que-vai-morrer-porque-anda-por-aí-desarmado”, como acontece com os aspirantes a sobreviventes do apocalipse zumbi.
É importante ressaltar que apesar de parecer bastante ― ênfase no bastante ― mimada, assim que você a conhece percebe que é muito mais do que uma simples interpretação de arrogância. Riley é misteriosa, decidida e extremamente inteligente. Suas colocações são bastante intrigantes, diretas e calculadas, como se a própria tivesse estudado para falar aquilo a vida inteira. Fora esse aspecto, não tem nenhuma característica de nerd.
Sabe construir uma conversa divertida com qualquer pessoa que tenha vontade de falar com ela. Talvez por isso seja tão comunicativa e consegue amizades facilmente.
A despeito das amizades, não tem muitas ― por mais incrível que pareça. Colegas, talvez haja a escola inteira, mas amigos ela consegue contar nos dedos. Riley tem certa dificuldade em confiar nas pessoas que demonstrem suas reais intenções ― porque se a pessoa fingir ter bom caráter, ela vai acreditar ―, mas é bem fácil distinguir quem são seus amigos e quem não são. Riley é bastante seletiva nesse quesito.
Não julga sem conhecer, até porque todos fazem isso com ela e bom, uma hora a pessoa se cansa. Prefere conversar primeiro, para depois formar sua opinião. E não faz distinção nenhuma: se esse alguém é emo, patricinha, atleta, esquisito, tem problemas com raiva... Ela até prefere pessoas mais diferentes.
É bastante calma, paciente e centrada, a não ser que passem muito dos limites. Ser paciente não quer dizer que nunca se estresse. Na verdade, Riley fica explosiva quando mexem com ela, ficando irreconhecível e precisando de alguém para contê-la e poupá-la de um vexame.
Apesar de bonita e ligeiramente rica, não é o tipo de garota que goste de viver rodeada de pessoas que dizem ser suas amigas e fica bem desconfortável com isso. Prefere andar sozinha, livre, ouvindo uma boa música e sem a pressão dos outros. Independente, nunca precisou de alguém para tomar suas responsabilidades pois ela da conta disso.
Além disso, possui uma auto-estima muito alta, sempre recebendo um elogio ou outro e respondendo com um 'Eu sei' irônico. Nunca sofreu crises existenciais ou qualquer crise que exista em relação à aparência. Muitos acham isso algo ruim e egoísta de sua parte, mas ela chama de amor próprio.
Parece não ter medo de nada, sua coragem pode parecer até ser mesmo uma teimosia lendária, já que ela não aceita que a bloqueiem e dizer simplesmente que é perigoso, ela não liga, não tem medo de morrer.
Riley pode muito bem te surpreender a cada dia. Você pode pensar que uma menininha frágil e fraca não é capaz de fazer algo grande, mas ela sempre provará o contrário.
Não é muito adepta a brigas sem motivo algum e tenta parar uma sempre que possível. Mas, quando está envolvida, não quer que ninguém a pare.
Normalmente, costuma ser bem doce e educada com todos, mas há casos específicos em que é obrigada a tratar a pessoa do mesmo jeito que é tratada.

História
Riley nasceu em Leeds, mas se mudou com pouco menos de quatro anos. Filha de um padeiro com uma investigadora criminal ― esquisitices acontecem ―, não nasceu em berço de ouro mas seus pais fizeram o que puderam para vê-la ter uma boa infância.
Se mudaram para o Colorado por causa de uma proposta de trabalho melhor para Clarisse, sua mãe. Isso pode ter sido a pior decisão para seu pai, que foi trocado por um policial cinco meses após sua mudança. Divorciado de Clarisse, ele acabou por sair de casa e procurar um outro local para sua estadia.
Com a vida estabilizada no novo lugar, estava na hora de a mulher matricular Riley em uma escola. Foi enquanto estava fazendo a matrícula na escola que conheceu a mãe de Sophie, que por algum motivo estava lá no dia.
Na escola, Riley sempre foi uma aluna exemplar. Procurava prestar atenção nas aulas, respondia ás perguntas dos professores assim como tirava dúvidas e se interessava em pesquisar mais sobre o que era passado em aula. Foi ajudando Sophie em um exercício de matemática que a garota conseguiu sua primeira e inesquecível amizade.
No 4° ano, já podiam considerar-se muito amigas, mas apenas no 6° a amizade realmente se aflorou. Elas passaram a trocar confidências, saírem juntas e a medida que cresciam, até ir em festas juntas. Sophie sempre foi uma pessoa incrível.
Riley, com quinze anos, procurou um emprego temporário ― onde trabalha até hoje ― em uma cafeteria um pouco longe de sua casa, mas não se importa com a distância. E foi lá onde conheceu Noah.
Entrou na academia de dança aos dez e se apaixonou perdidamente pelo gênero contemporâneo. Uma vez ou outra, moralmente a cada dois meses, ela sai para disputar algum concurso, enquanto suas competições de equitação são no Colorado mesmo.

Gostos
Sleeping with Sirens, The Clash e qualquer rock com vibe antiga;
Verde é sua cor preferida;
Ama discos de vinil;
Gosta dos quadrinhos da Marvel;
Primavera;
Pássaros e cavalos são seus animais favoritos;
Biologia ― a melhor aluna nessa matéria;
Tardes no shopping;
Dias com sol mas sem calor;
Game of Thrones;
Literatura ― Riley ama ler;
Star Wars;
Refigerantes.

Desgostos
Fofocas;
Aglomerações;
Cinza;
Dias muito quentes;
Ratos;
Rap ― por não conseguir cantar;
Óperas;
Romance meloso;
Drama.

Manias
Batucar os dedos em quaisquer superfícies que encontre disponíveis;
Não olhar as pessoas diretamente nos olhos.

Hobbies
Cavalgar é seu principal hobbie. Aprendeu com oito anos e, desde então, vem competindo com seu cavalo apelidado de Flash;
Dançar vem em segunda posição. Não é ballet nem zumba e sim, dança contemporânea. Já ganhou muitos prêmios de competições internacionais representando a sua academia.

Vícios
Nenhum.

Medos
Mariposas;
Se afogar.

Fobias
Acrofobia;
Claustrofobia.

Significativos

Noah Waters ― 18 anos ― heterossexual ― desempregado ― vivo ― ex-namorado.

Noah é sempre muito bem visto pelos outros por ter um ótimo caráter e raramente perder a paciência. Honesto, ganha tudo o que consegue com esforço e dedicação, além de ser extremamente confiável e uma ótima pessoa para desabafar. Com tantas qualidades, é difícil entender porque Riley se separou dele.
Bom, apesar de lindo, simpático, independente e extremamente leal, Noah também é muito possessivo. Na verdade, o relacionamento deles se resumia em o garoto estar sempre arrumando confusão com outros garotos que ousassem falar com Riley, sempre afirmando que era por causa do amor que sentia pela adolescente. Chegou a um ponto em que Noah passou a proibi-la de sair de casa, a agredia fisicamente quando ela brigava com ele e estava sempre tomando seu celular.
Como relacionamento não é prisão, ela resolveu terminar tudo com ele. Porém, Noah continua perseguindo-a implorando por seu perdão.



Curiosidade
Riley tem uma cicatriz na barriga, próxima do umbigo. Não é grande, nem escura, e conseguiu ela quando Noah a atacou com uma faca. Ela nunca contou para alguém sobre a existência da marca antes, apenas Sophie, e quando a mesma encostou, memórias ruins e tenebrosas invadiram sua mente.
Ela também possui TEI - Transtorno Explosivo Intermitente.

Quer par?
Eu gostaria, mas fica a seu critério.

Se sim, quem?
Não sei, quem estiver disponível.

Algo mais?
Não.

De onde conhecia a Sophie?
Riley conhecia Sophie desde a terceira série e, portanto, eram melhores amigas.

Qual era sua relação com ela?
Eram muito próximas. Tão próximas que Riley é capaz de afirmar que Sophie a conhecia melhor que ela mesma. Vê-las juntas era a coisa mais casual possível. Andavam de mãos dadas, comentando algo sobre os outros, soltando gargalhadas. Riley se sentia muito confortável perto da amiga.

Qual foi sua reação ao descobrir a morte da menina?
Foi mais dolorido do que perder um parente muito próximo. Riley chorou dias, faltou aula por uma semana e ninguém sequer tinha coragem de perguntar como ela estava, já que todos sabiam: estava arrasada.

O que dirá aos policiais?
'Sophie não era o tipo de pessoa que alguém conseguiria odiar, assim como era feliz demais para poder se suicidar. Ela estava um pouco estranha alguns dias antes de morrer, mas nada que parecesse depressão ou algo do tipo. Ela disse que me amava, independente do que acontecesse a ela, mas eu NÃO posso acreditar que agora a vida dela foi tirada. Sophie estava tentando parecer normal e como sempre. Como a melhor amiga que eu conheço. Mas, infelizmente, era muito difícil fingir que nada estava acontecendo.'


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