~exids

exids
.norman's gf.
Nome: Maggie, I'll find you.
Status: Usuário
Sexo: Masculino
Localização: Indisponivel
Aniversário: 23 de Outubro
Idade: 5
Cadastro:

Orfanato Peculiar


Postado

▲ Básico ▼

• Nome completo:

Olivia Arabella Mellet.

• Apelido:

Bella ― todos lhe chamam por Bella, já que a garota nunca fez questão de revelar seu nome completo para ninguém.

Mellet ― apelido usado para aqueles mais próximos, pois ela particularmente adora ser chamada pelo sobrenome.

• Data de nascimento e idade:

Nascida no dia 22 de outubro, Olivia possui 13 anos.

• Onde nasceu?:

Oxford, Inglaterra.

• Onde vivia antes de ir para o orfanato?:

Leicester, Inglaterra.

• Com quem morava?:

Avós.

• Qual sua peculiaridade?:

Tato aguçado ― Olivia NÃO nasceu com essa peculiaridade. Na verdade, já conseguia soletrar essa palavra quando descobriu sua anormalidade. Em resumo, seu poder consiste em tudo o que tocar, reconhecerá. Simples assim: se ela encostar em um microchip, até do que é feito e é para que serve Olivia saberá. Esse poder tecnicamente devolveu sua visão de uma forma diferente.

▲ Família ▼

• Mãe

Brianna Grace Mellet, morta.


Photoplayer: Lena Headey.

• Pai


Rixon Williams Mellet, vivo.


Photoplayer: Michiel Huisman

▲ Importante ▼

• Personalidade:

Pode parecer madura para a idade, com um modo frio e misterioso de se comunicar, mas não é assim que funciona. Olivia sofreu com uma mãe mentalmente problemática que a teria matado em sua primeira oportunidade se não fosse por seu pai e é uma cegueira que pode ou não ser definitiva. Com tanto desgosto, acabou por amargurar o coração.
Quando pedem sua ajuda ou opinião, ela não pensa duas vezes antes de o fazer. Sua capacidade de fazer o bem aos outros não mudou. Além disso, quase sempre usa várias palavras científicas e 'difíceis' para uma criança entender.
É persistente. Tanto que às vezes pega um dicionário e tenta de qualquer forma enxergar alguma palavra nele, até se esgotar e cair no choro.
A despeito de sua deficiência, Olivia não se dá bem com o fato de não enxergar. Seria muito mais simples se ela já nascesse assim, porque é muito difícil uma pessoa ter visto tudo perfeitamente bem e de um dia para o outro enxergar apenas vultos. Sofre muito com crises de existência e baixa autoestima, apesar da idade.
Observadora, não deixa nada passar por seus ouvidos. Está sempre muito atenta aos sinais do seu corpo, que indicam quando alguém ou algo está se aproximando. Não é porque não enxerga que Olivia irá se assustar com você vindo de fininho para assustá-la. Ela sempre saberá.
Sorrisos saem dificilmente de seus lábios. Quando digo difícil, é quase impossível. Sempre mantém uma expressão parcial e séria, a não ser que goste muito de uma pessoa a ponto de rir até do que é sem graça.
Está sempre em busca de coisas novas e aventuras, normalmente sozinha. Não gosta que a guiem, Olivia ainda tem esperanças de que não ficará assim até sua morte.

• História

Olivia descobriu sua peculiaridade assim que perdeu parcialmente sua visão, com oito anos. Isso já estava previsto pelos médicos desde seu nascimento, pois a mesma nasceu com uma deficiência que afetava a córnea, assim como há deficiências que fazem a vítima perder os dentes. Como a garota já tinha certo discernimento para saber o que acontecia, nada foi escondido dela. Em um dia tudo estava perfeitamente normal, e no outro, nada conseguia enxergar.
Sem um dos sentidos funcionando, vendo apenas alguns pontos onde a luz ambiente era mais forte, Olivia teve de aprender a se virar como pode. O que ajudou, foi sua peculiaridade, que se tornou seus olhos. Ela não sabe se adquiriu a especialidade de descobrir tudo sobre o que toca apenas praticando, ou se isso se degenerou no momento em que a visão foi perdida e o tato a cobriu.
Sua mãe, Brianna, jovem e aventureira, que engravidou por descuido, já não suportava a menina normal, então quando descobriu sua cegueira apenas pensou eu como seu trabalho como mãe aumentaria. Já o pai, só queria a filha por perto. Ele a amava, muito mais do que qualquer coisa, e aceitou tanto a deficiência quanto a peculiaridade. Olivia sempre foi sua garotinha.

• Aparência:

Com uma pequena estatura, de aproximadamente 1,57m de altura, Olivia nem demonstra ser uma garota tão psicologicamente arrasada e extremamente intimidadora. Magricela, sem excessos de gordura em todo o corpo, é fácil envolver seu antebraço com a mão. A pele pálida está quase sempre cheia de arranhões. O rosto é levemente arredondado, o que deixa sua testa parecer anormalmente pequena.
Os cabelos castanhos lustrosos caem como um tecido em seus ombros. Estão quase sempre presos em tranças ou em um rabo de cavalo.
Já os olhos, antes de um azul-acinzentado intenso e vívido, passou a serem brancos por causa da cegueira. Normalmente ficam ainda mais intensos quando Olivia usa sua peculiaridade, parecendo um feixe de luz.















• Defeitos e pontos fracos:

Insegurança;
Egoísmo;
Timidez;
Não saber controlar seus sentimentos.

• Qualidades e pontos fortes:

Inteligente;
Sincera;
Objetiva;
Fidelidade.

• Gostos:

Verão;
Sorvete;
Sense8;
Sherlock;
Game of Thrones;
Livros;
Tecnologia;
Serial killers;
Plantas;
Chinchilas e hamsters;
Cheetos;
Pipoca;
Preto, salmão e laranja.

• Desgostos:

Frio;
Água;
Galinhas;
Fofocas;
Refrigerante;
Amêndoas;
Rosa;
Exercício físicos;
Salada.

• Uma frase que o/a defina:

"Eu não desejo ser como qualquer garota que passa por essa rua. Eu não quero ser uma dama."

• O que pensa para si no futuro:

Olivia não é o tipo de pessoa que sempre está com a cabeça grudada no futuro. Ele é imprevisível. Então, para quê tentar? Sua preocupação está no agora, na sua cegueira, em sua peculiaridade.

• Qual seu sonho?:

Escrever um livro fictício.

• Traumas/Medos/Fobias:

Medos ― abelhas, se afogar, escuro.
Fobias ― palhaços, lugares pequenos e/ou fechados.

• Sexualidade:

Heterossexual.

• Par:

Sim (x) ou Não ()

Se estiver alguém de até 14 anos disponível, tudo bem. Do contrário, não faço questão de par.

▲ Relação ▼

• Com a família:

Olivia só tem o seu pai, e talvez alguns outros parentes muito velhos e que já foram esquecidos pela família.
Rixon é uma boa pessoa, de caráter admirável e atitudes belas para com os outros. Não há uma sequer criatura no mundo que ele faria mal ou que queiram o mal dele.
Como um bom pai, apesar de a filha não estar legalmente sob sua responsabilidade, ele não abre mão de visitá-la. Dizem que pode não ser bom para a criança se acostumar a não ter a família por perto, mas Olivia não se importa. Adora quando ele vai vê-la, e aproveita o momento como se fosse o último. Eles são muito amigos, compartilham segredos, brincadeiras, experiências... Olivia diz que não poderia pedir por um pai melhor.

• Com os outros do orfanato:

Ela é o tipo de garota mais reservada. Prefere ficar sentada em um balanço ouvindo os ruídos ao seu redor do que se enturmar em uma rodinha de jovens anos mais velhos que ela para falar sobre assuntos que com certeza não iria entender por causa de sua idade.
Obviamente há crianças, mas Olivia sente que parece amedontrá-las com seu olho branco e evita passar por esse tipo de situação. Além do que sua fala é tão limpa e clara, sem gaguejos e ela parece ser tão madura e séria que normalmente preferem não se aproximar.

• Melhor amigo/a:

Ela consegue ser muito mais natural e verdadeira com ele. Olivia não costuma sorrir ou se expressar alegremente com os outros, mas se sente confortável com esse alguém e faz isso livremente.
Por terem alguns interesses em comum, ela arruma algum assunto em que consiga desenvolver uma conversa produtiva mas sem parecer um robô ― o que normalmente parece.
Confia muito no seu melhor amigo a ponto de deixá-lo guiá-la pelos lugares, além de se sentir segura o suficiente para chorar tudo o que guarda dentro de si e desabafar.

• Inimigo:

Inimigo é aquela coisa, né... Todo mundo tem aquele que nos inveja e faz de tudo para nós não cair. A questão é que Olivia não sente que tem inimigos, já que é desgraçada o suficiente para ninguém invejar o pouco que tem. Não apoia brigas e prefere engolir qualquer coisa que falam dela para não provocar uma confusão.

• Par:

Olivia é só uma criança, assim como o par dela também deve ser. Eles não tem discernimento o suficiente para sair por aí se beijando ou fazendo tudo que adolescentes fazem.
Ela confiados nele e depositaria tudo do melhor que tem para vê-lo feliz. Brincariam como crianças normais, só que com aquele instinto de proteção mais evidente. (Like Eleven e Mike de Stranger Things)

• Diretora Anastácia:

Pensa em Anastácia como uma mãe que não teve. Não que confie 100% nela, mas sabe aquela pessoa que de longe parece uma das melhores que você pode conhecer? É isso que Olivia acha. Embora tenha um pouco de medo do seu poder, a garota é sempre muito educada e amável com a diretora, dentro dos seus limites, obviamente, para não parecer puxa-saco.

• Vice-diretora Margo:

Tem certo 'medo' dela. Não é exatamente medo, mas eu não tenho uma palavra em mente para resumir isso.
Digamos que Olivia tem receio de conversar com a vice-diretora, prefere um contato mais formal ou nenhum contato. Ela vê Margo como uma daquelas patricinhas mimadas dos filmes clichês ― apesar da idade. Seu pavor por sereias ajuda a explicar muita coisa também. Seu pai lhe contava que esse seres não eram exatamente como a Ariel, matando pescadores e qualquer um que passasse por elas. Eram assassinas.

▲ Probabilidades (De 0 á 100%) ▼

• Brigar: 40%

• Arranjar inimigos: 15%

• Sair escondido: 80%

• Mentir: 30%

• Manipular as pessoas: 10%

• Ser falso/a: 20%

▲ Curiosidades ▼

• Cor preferida:

Salmão.

• Cantor preferido:

The Clash. No caso não é um cantor, mas acredito que sirva.

• Musicas que o/a definem:

Final Song, Mø
R.I.P 2 my youth, The Neighbourhood
Warrior, AURORA
People Help the People, Birdy.

• Lugar preferido:

Qualquer lugar onde ela possa estar em contato com a natureza e seus barulhos naturais.

• Extras:

Lembrando que sua cegueira não é definitiva;
Seu pai perdeu sua guarda quando a mãe afirmou que ele agredia a criança verbalmente e fisicamente, além de abusar dela e conseguiu uma testemunha de sua confiança para dizer que tudo era verdade.


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