Concurso de OC CDZodíaco Debates - Amazona de Câncer


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A personagem é inserida em uma linha temporal alternativa pós-Prólogo do Céu. Depois de sentir a energia divina de Atena falando mais alto em sua consciência e recobrar parcialmente a memória, Saori pede a Zeus para que os deuses libertem seus cavaleiros de ouro, mesmo que eles sejam proibidos de usar suas armaduras. O deus está no ponto mais afastado do céu, mas seu cosmo ordena os outros olimpianos para que libertem os cavaleiros. Contrariados, fazem isso, mas não deixarão por isso. Zeus acatou o pedido por Atena ser sua filha favorita. Nisso, os antigos dourados têm de treinar uma nova geração para enfrentar a próxima investida do Olimpo. A fanficagem é mahomeno assim.

Nome: Thalia (nome real, apenas 3 pessoas sabem), Mors (codinome usado frequentemente, em alusão ao deus da morte na mitologia romana)

Idade: 18 anos

Armadura: Amazona de Ouro de Câncer

Deus ao qual serve: Athena, mas é protegida de Hécate.

Local de nascimento: Rodório - Santuário/Grécia

Data de nascimento: 7 de julho

Local de Treinamento: Catânia - Sicília (Itália)

Relações ou Laços afetivos: Hécate (Deusa das encruzilhadas, dos feitiços, dos mortos. É a patrona e parcialmente mestra da amazona), Máscara da Morte (mestre), Lisandra (falecida irmã, sua motivação para seguir como amazona).

Golpes/Técnicas básicas:
* Necromancia completa
* Conhecimento de ervas e magia de cura
- Ondas do Inferno
- Chamas Demoníacas [Roubei do Mani na cara de pau mesmo]
- Hecatombe dos Espíritos [Roubei do Mani na cara de pau mesmo 2.0]
- Purificação Divina/Theía Katharismoú
- Portas do Tártaro/Gates of Tartarus

Viajei nessas técnicas, eu sei <3

Resumo: As mulheres ancestrais da família de Thalia eram todas sacerdotisas dedicadas à deusa Hécate, e seus papéis como guardiãs dos mistérios da deusa são passados de geração em geração. Na geração do Santuário do século XX, Lisandra é a mulher da família que detém todo o conhecimento passado, dona de uma fé fervorosa. As duas são órfãs e são extremamente unidas. Entretanto, o Santuário na época era controlado por Saga em seus momentos finais antes da batalha das 12 casas, e a jovem mulher sabia que uma entidade maligna estava presente no solo sagrado. Tentou avisar a todos para provocar uma rebelião, e tinha provas muito concretas, e a população a respeitava por ser devota à Atena e Hécate, sem divergências. Mas Saga, controlado pela insanidade, descobriu a trama e fez cair uma terrível punição sobre a mulher: Mandou seus melhores soldados para humilha-la e executa-la. Lisandra fora espancada e violada sexualmente diante do altar de sua deusa dentro da própria casa, e obrigaram Thalia a presenciar todo o ocorrido. Uma parte da alma da garota se rompeu naquele dia, impedida de agir ou gritar devido aos sentimentos de ódio, tristeza, desespero e nojo que trazia na alma. No final, espalharam o sangue da mais velha pelo altar sagrado e a decapitaram ali mesmo, intencionados a levar a cabeça para um determinado homem que Saga havia indicado. Thalia no mesmo instante, tomada pelo impulso, se moveu e protegeu a parte decapitada nos braços, mesmo sendo constantemente agredida. Tomada pela raiva, sua aura começou a vibrar de modo extremamente pesado e agressivo, e o brilho púrpura luminoso começara a invadir o local. Assustados, os soldados recuaram, mas ainda assim incendiaram a casa em plena noite, com a esperança de exterminar qualquer ser vivo ali e deixar aviso aos futuros conspiradores. O corpo de Lisandra fora carbonizado, mas Thalia escapou, andando mecanicamente com a cabeça nos braços e um amuleto de proteção* no pescoço, banhado em sangue.

Não havia um lugar para onde ir, e seu inconsciente gritava com milhares de vozes que a garota jurava serem reais, a guiando para uma encruzilhada afastada. Chegando ao local escuro, presenciou um cão negro deitado ao lado da encruzilhada, a observando. Thalia não se importou, se ajoelhando no meio e depositando a cabeça no chão. Com a voz rouca, orou a Hécate e implorou para que a deusa guiasse sua irmã para um local de merecimento por sua fé. Estava quase desistindo, e as vozes guturais começaram a gritar em sua mente, sussurrando coisas odiosas e desesperadoras sobre morte e suicídio. Tudo se dissipou em um instante, percebendo o silêncio da floresta e das vozes, e a lua estranhamente menos brilhante no céu. Um frio quase enlouquecedor percorrera por seu corpo, e quando abriu os olhos, estava diante de uma figura majestosa que irradiava uma aura ancestral demais para um mero mortal, cercada de fantasmas de todos os tipos. A deusa Hécate em todo seu esplendor apareceu para a garota, trajando uma belíssima e ao mesmo tempo simples armadura negra, com detalhes em púrpura, vermelho e prata. "Tuas preces serão atendidas, criança. Minha mais adorável sacerdotisa fora morta injustamente, um destino que não pude evitar. Desejo justiça, e te darei o poder necessário para subjugar todo o mal. Não preciso me manifestar entre os mortais, mas você é uma humana que dará continuidade ao legado dos mistérios da morte, do oculto pensamento primitivo dos seres humanos. Te iniciarei em meus conhecimentos, mas jamais saberás tudo o que sei. Serei tua guia presente nesta jornada que se chama vida".

A partir daquele momento, a garota absorveu o conhecimento sobre o oculto, feitiços, natureza e necromancia por cinco anos, também amadurecendo o próprio cosmo. Seu domínio sobre as almas se tornou poderoso, e já havia se acostumado com os murmúrios do além que a perturbavam. Se tornou devota à deusa, fazendo os rituais nos determinados dias, e honrando seus ensinamentos. No último ano, a deusa a atentou sobre o destino e suas três faces - passado, presente e futuro -, instruindo Thalia a abandonar o passado e se renovar através da nova visão da morte, como uma mera passagem aos mistérios que tanto protegia. Hécate disse que iria presenciar a tudo do inconsciente da jovem, que seria sua voz guia, mas que só se manifestaria se assim fosse permitido. Thalia indagou o porque da deusa pensar que ela não a permitiria. Hécate apenas respondeu: "A loucura do inconsciente silencia a voz da própria alma".

Quando encerrou seu aprendizado com Hécate, a feiticeira predestinou que em pouco tempo, embora o poder de um necromante ficasse mais forte na presença da Lua, Thalia vestiria o próprio sol. Na época não entendeu que estava destinada a usar uma Armadura de Ouro. Se despedindo da deusa em sua forma humana, saiu da clareira onde treinava e acabou sentindo a vontade de vingança retornar. Foi diretamente até cada desgraçado que havia maculado o corpo e a alma de sua irmã. E um por um, os destroçou com as próprias mãos, e com requintes de crueldade dignos de uma verdadeira assassina. Porém, não fizera aquilo por vontade própria. Quando o ódio retornou em seu coração, as diversas entidades malignas a influenciaram a tal ponto, que a insanidade fora inevitável. Como uma segunda face na mesma moeda. Quando deu por si, sua boca estava úmida de sangue assim como suas roupas, e os pedaços dos corpos espalhados pela clareira onde estava. As almas dos mesmos estavam densas de miasma extremamente negativo. Thalia não conseguiu sentir arrependimento, mas ainda assim os enviou para o Yomotsu com a técnica que mais tarde viria a ser seu Ondas do Inferno. Hécate lhe disse que o submundo estava em escombros e completamente desgovernado, com exceção do Tártaro, personificado pelo deus primordial.

Com 15 anos, já andava sem rumo pelas cidades, testando o limite das próprias capacidades psíquicas. Queria evitar a qualquer custo os momentos de dominação do seu eu mais primitivo, a escuridão em seu interior que Hécate tanto falou que as almas iriam insistir em libertar. E para isso, o convívio em sociedade como uma pessoa normal teria de ser útil. Mas não. A dor e a confusão venceram, fazendo com a que a garota se perdesse do caminho prometido, se envolvendo em apostas de jogos de azar - furtava dos passantes na rua para conseguir o dinheiro - e atividades nada saudáveis para qualquer ser humano, como por exemplo, invadir cemitérios e invocar as almas dos mortos a seu bel prazer, ou então para realizar ritos de passagens. Hécate havia lhe ensinado tudo, mas não para se tornar algo corriqueiro. Quando em um de seus jogos o adversário ameaçou matá-la e abusar de seu corpo quando saíssem do estabelecimento, o sangue ferveu e a influência negativa atuou mais uma vez. O corpo do malandro fora achado em plena manhã feito em picadinhos. Thalia decidiu tentar suprir seu Sekishiki para evitar o contato com as almas e orou para que Hécate afastasse as malditas. Mas no fundo sabia que a deusa ensinou seus conhecimentos, em especial os de necromancia, para um propósito maior, e que já sabia demais até mesmo para uma serva da feiticeira. Tentou utilizar de recursos humanos, como entrar em um colégio - fingindo que tinha família - ou colocar uma ficha de adoção no orfanato, mas no fundo, sabia que em algum momento ia mandar os pais para o Yomotsu.

Dois meses depois, o amuleto em seu pescoço reagiu e conseguiu ouvir a voz de Hécate na mente depois de muito tempo, mas a voz lhe parecia preocupada: "Retorne ao seu local de origem, minha criança. Está no tempo de seguir o ponto imutável do seu destino, onde todas tuas escolhas desembocariam. Rume ao Santuário e diga à Atena que terá aliados valorosos para a próxima guerra. Que a deusa das encruzilhadas enviou a melhor das melhores para representá-la no solo sagrado. Envergue a Armadura de Câncer". Thalia sentiu em anos, a primeira relutância para uma ordem de sua patrona. Teria de matar mais pessoas? Já há sangue demais em suas mãos. Porém, se conformou que não havia mais um lugar para uma adolescente ir. E foi para o Santuário, pensando em mil discursos para falar. No final, acabou se animando de tal forma, que a musa de seu nome parecia encarnada.

Ela chegou lá, tudo bem. Porém os guardas não aceitaram muito os argumentos da garota, e acabaram por chamar o homem que era um dos 12 Cavaleiros de Ouro, Shiryu. Quando ele se aproximou da presença da jovem, sentiu o cosmo forte, mas ao mesmo tempo, uma grande pertubação. Ele indagou os motivos de ela estar ali, e Thalia não poupou os detalhes, afinal, não gostaria de ser barrada pela segunda vez. Shiryu quase não acreditou, mas o cosmo onipresente de Saori se fez ali, avisando-o para guiar a menina até o Templo de Atena. Atravessaram as 12 Casas, onde residiam os antigos Cavaleiros de Ouro e seus discípulos, que concordaram totalmente em dividir o local com seus mestres. Atravessou as três primeiras casas com facilidade - embora não quisesse olhar na cara de Saga -, mas quando chegou na Casa de Câncer, o ambiente extremamente carregado quase a fez desmaiar, embora seus sentidos de necromancia estejam diminuídos. O dono não estava lá, e não possuía nenhum discípulo. Shiryu apressou o passo ajudando Thalia, se perguntando o por quê (sou burra, não se se tem esse ^ asibvuasbaiu) do Cavaleiro de Libra agir assim. Quando chegaram ao Salão, Saori já estava os esperando, e o Dragão perguntou a ela o motivo de ter permitido a entrada da garota. A deusa disse calmamente: "Porque ela é a Amazona de Câncer, cavaleiro". Shiryu ficou pasmo, porém evitou falar algo. Sem rodeios, Saori abraçou a garota, surpreendendo a mesma. "Você está tão cheia de dores e mágoas, tão confusa. Agradeço a Hécate por me enviar você, Thalia. Prometo cuidar de você, assim como sei que você também me apoiará nos momentos mais difíceis". A jovem canceriana não conseguiu falar de tamanha emoção, e sabia que no fundo as palavras da deusa são verdadeiras. Lutaria por esse cosmo cheio de justiça, por mais que o próprio cosmo seja impuro. Athena ouviu atentamente os detalhes sobre os estudos com Hécate, e determinou que o treinamento específico para uma Amazona seria feito pelo guardião da quarta casa, Máscara da Morte. Shiryu perdeu a compostura facilmente, se intrometendo para criticar MDM, por mais que soubesse que ele estava aparentemente inofensivo, e havia o perdoado parcialmente. Mas Saori deu a ordem. No fim, a deusa apenas disse para que Thalia esperasse o mestre na Casa de Câncer.

A relação dos dois acabou sendo conturbada no começo, ainda mais com a mescla de personalidades, embora não fosse raro os momentos em que ambos concordavam com as mesmas coisas. Foram treinar na Sicília, especificamente na Catânia, por ser uma cidade próxima ao Monte Etna, e o local onde em eras mitológicas, Hécate ajudou a deusa Deméter. A barra foi pesada, intensa, e por várias vezes a garota foi obrigada a passar quase três dias no Yomotsu aglomerado de almas para treinar com o fogo-fátuo (só queimava as almas dos malandrões, claro -q). Máscara da Morte não mais permitia que ela bloqueasse o poder, e para forçar a liberação, teve de fazer uma pequena "encenação de ameaça de morte". Acabou com uma costela trincada e um susto tremendo. Não podia controlar os momentos de crises agressivas dela, mas no fundo acabou se orgulhando do legado da Casa de Câncer: Teria mais uma boa lutadora e assassina, embora a garota fosse frouxa demais, logo em seguida tentando se purificar. O treino se completou em alguns anos, e retornou ao Santuário para se sagrar como Amazona de Ouro. Perguntaram se ela usaria alguma máscara, e ela apenas respondeu que usaria, mas não a comum e de modo não comum.

Quando a declaração de guerra dos deuses do Olimpo se concretizou, Thalia acabou sendo uma das peças-chaves, pois seu poder trancafiava as almas dos guerreiros imortais do Olimpo em uma urna preparada especialmente para abrigar almas. Em um dos casos, onde enfrentou um guerreiro extremamente maligno conjurado do Tártaro pela deusa Ártemis, fez questão de usar seu golpe mais poderoso, o qual abre uma passagem justamente para esse mais profundo abismo, mas não sem antes liberar toda a sua fúria sobre ele, batalha decisiva para que abrisse os olhos para o próprio destino e superasse a insanidade, trazendo à tona os ensinamentos da deusa patrona. A nova geração, com apoio dos antigos, conseguiu evitar uma grande catástrofe ali, embora soubessem que a real guerra não ocorreu, o que envolveria todos os deuses. Prevendo um bom tempo de paz - passageira, mas um bom tempo - e com os poderes ampliados, pôde recuperar a alma da irmã, que havia sido aprisionada por Ártemis, sentindo o mais profundo dos alívios que um ser humano poderia ter. A partir desse momento, conseguiu entrar em equilíbrio com a própria psiquê, atingindo a maior compreensão que uma sacerdotisa de Hécate pode ter. (Esses paranauês da Hécate são complicados. Todos esses acontecimentos, só fanfic pra explicar mesmo sjiashashua, mas tentei. Porque é sério, feras... É uma das deusas mais complexas que existem no panteão grego, isso se não é ela a mais complicada mesmo :v)

Aparência: É uma jovem de estatura mediana e corpo esbelto - esbelto só graças aos treinos físicos com MDM - e pele consideravelmente pálida, visto que prefere ser ativa nos momentos noturnos. Os cabelos no começo eram longos, mas quando se sagrou amazona, não hesitou em cortá-los. São negros e lisos, porém com camadas, e os olhos são acinzentados. Algumas cicatrizes pequenas são presentes nos antebraços e nas costas, porém nada que estrague - não muito. De forma simbólica - e ao mesmo tempo porque a coisa realmente fica feia -, as íris dos olhos, quando está no estado de total desequilíbrio mental e espiritual, adquirem um tom vermelho sangue quase brilhante, dando um ar extremamente macabro para a canceriana.

Curiosidades:
- Como uma boa necromante/feiticeira, Thalia tem mais afinidade com a noite, já que os domínios de Hécate abrangem elementos obscuros. A Lua é sua principal fonte de poder, embora o poder de sua armadura seja alimentado pela luz solar.

- Poucas pessoas conhecem seu verdadeiro nome. Apenas Shiryu, Máscara da Morte e Saori. Prefere deixar o mistério no ar para os outros.

- Embora domine todas as forças trevosas da existência, possui um bom senso de humor, sendo ele negro ou não. É bem mais amigável que Máscara da Morte, e tenta manter uma boa relação com todos baseada em brincadeiras - piadas toscas ou inteligentes - e respeito. Porém paciência tem limites, e como boa canceriana, tem seus dias de flutuabilidade, oscilando nos humores. No geral, é uma pessoa sensível e se esforça para compreender a todos, até mesmo seu mestre, com quem criou uma forte ligação.

- Thalia não conseguia manter a mente sã com sua afinidade fortíssima com o mundo espiritual. Os fantasmas do passado a atormentavam com suas vozes, e quase sempre conseguiam tomar a sua razão em casos extremos, como uma possessão que se ligava até mesmo ao seu cosmo, dando origem à seus instintos homicidas. Conseguiu superá-los, guiando-os para o mundo dos mortos que aos poucos ia se reerguendo em uma nova faceta.

- O amuleto de Hécate em seu pescoço a protegeu e amparou diversas vezes, sendo uma conexão com o cosmo de sua deusa. Através dele, Hécate conseguia sentir suas emoções e se comunicar com a garota. Eis o amuleto: https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/736x/17/b9/52/17b952888788c9c05149214b8cead89d.jpg Mais conhecido como A Roda de Hécate, tem seu significado espiritual e é símbolo utilizado para induzir a meditação do ser. O significado dele é bem complexo. (Impossibiru explicar aqui)

- É viciada em jogatina, principalmente os que envolvem baralho. Vira a noite jogando isso com o Máscara da Morte.

- Usa uma máscara só para não causar problemas, mas com um porém: Usa quando quer, e usa apenas pra se "divertir". A máscara não é a normal das amazonas, e sim uma máscara dourada de comédia, assim como a Musa da Comédia, Tália (só pra diferenciar). A máscara consegue ser mais bizarra do que qualquer outra coisa, assustadora. Utiliza mais em momentos de batalha, mas não demora muito para tirar. Acha a lei das máscaras uma idiotice, e tenta convencer Saori disso.

- Além de presidir alguns funerais por vontade própria, Thalia ainda faz o Deipnon de Hécate dentro a própria Casa de Câncer, dizendo que parece mais uma necrópole do que um templo tamanha a quantidade de miasma que ainda vaga por ali. Quando Máscara da Morte chega sem avisar da Itália, é expulso do templo na mesma hora.

- Após recuperar a alma da irmã, implorou para que a deusa Hécate a aceitasse como sua "assistente", nas palavras da Amazona. A deusa normalmente refletia sobre os pedidos dos mortais, mas abriu uma exceção considerando a bravura e fidelidade de Thalia. Lisandra permanece ao lado da deusa, e ligou sua alma ao strophalos, para guiar a irmã assim como faz a deusa.

- Tem um cão negro imortal, presente de Hécate. O nome dele é Somnus ihsasbiaushj ♡

Maaaano, tem muita coisa sobre ela que só fanfic pra detalhar. Sério, ainda sinto a personagem incompleta demais :v


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