~SamaraSachiko

SamaraSachiko
It's Just Me, Myself and I
Nome: Micaela
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Indisponivel
Aniversário: 7 de Novembro
Idade: 16
Cadastro:

Rea Mariko


Postado

Rea Mariko

"Não deixe para amanhã o que pode deixar para lá."

Nome Completo:
Rea Mariko
Idade:
Recentes 20 anos.
Apelido:
Riko-chan (Kusanagi Izumo)/ Ma-chan (amigos)/ Rea-san/ Aneki-Macchan (Sukuna Gojo)

Personalidade:
Ela é uma pessoa muito séria, digna, calma e colecionada; tendo uma preferencia por resolver na conversa e não em batalha; mas se tiver de lutar, não dá para trás; poendo ser sádica e cruel. Normalmente séria, sua risada é quase que uma lenda pela pouca quantidade de pessoas que já a ouviu. Rea tem um dom especial de conseguir arrancar informações de pessoas alheias, às vezes, sem que essas percebam. Mariko tem também habilidades de acalmar as pessoas com apenas algumas palavras e ações, o que, junto a suas habilidades médicas, são útimas para cuidar de pessoas feridas. Ela consegue manter a calma em situações de risco extremo onde o nervosismo pode ser geral.
Sabe lidar com 95% de todos os tipos de pessoas, normalmente mantendo uma expressão de indiferença. Por mais que possa conversar tranquilamente com a maioria das pessoas, isso se dá ao fato de que Rea se importa minimamente com a personalidade alheia. Ela não se importa com relacionamente e não costuma aprofundar suas relações; acredita que pode se virar sozinha.
Seu pensamento é rápido e Mariko consegue encontrar soluções que favoreçam a si ou da Catedral em instantes. Ela é inteligente é se sobre sai quando o assunto é memoria.
Não fala muito sobre si e normalmente desvia perguntas das perguntas que lhe fazem sobre si própria.
Alguém se a mínima esperança na humanidade, Mariko pode surpreendesse facilmente com qualquer, por mais simples que seja, coisa que façam para si ou por si.
Sendo considerada algo fria por isso, Rea não tem o costume de abraçar as pessoas ou fazer outras demonstrações de carinho. Sendo algo tímida com isso, ela teme que o individuo possa interpretá-la mal.

Aparência:
Medindo 1,73, Mariko pesa 51kg e tem longos cabelos negros que chegam ao seu quadril. Sua pele é branca e, às vezes, ela odeia essa tonalidade. Não possui peito ou bunda farta e nunca se importou muito. Seu cabelo longo e liso é cortado de modo que haja uma fanja que lhe cubra a testa, mas do lado direito, às mexas são mais grossas do que no lado esquerdo. Seus cílios são longos e ela tem os olhos vermelho sangue.


Nacionalidade:
Russa
Pais de Origem e Cidade Natal:
Rússia, Moscow
Historia:
A família Rea era uma das maiores impressas alimentícias de toda Rússia, sendo rica. A garota cresceu em uma mansão com seus dois irmãos mais velhos, sua mãe e seu pai. Rea Otto, era um homem tradicional, racista e homofóbico; dando a melhor educação para seus filhos, era o tipo de pai que não os parabenizava, sempre com aquele “não fez mais do que sua obrigação” e seu um de seus filhos tirassem menos de total em uma prova, este seria castigado; isso só ocorreu uma vez, com Minako, a irmã mais velha. A mãe era uma alcoólatra tarada que vivia traindo o pai das crianças, conseguindo dinheiro com isso é comprando bebidas ou vestidos. Ela também era alguém fascinada em dança, assim como Matiwo. Já Mahiro, o irmão do meio, era fascinado em teatros e Mariko em livros. Como pais ricos (-_-), Otto e Agatha colocaram Mawiko em uma aula de dança –onde está conheceu Cecil-, Mahiro em uma aula de teatro –onde ele conheceu Atsuya- e Mariko em uma aula de literatura –qual ela eventualmente cabulava. Quando Matiwo tinha 17 anos. Mahiro 15 e Mariko 13, a mais velha viu-se apaixonada por sua colega de dança, Cecil, e o do meio viu-se apaixonado por outro homem, Atsuya. Eles sabiam que seu pai iria contra isso e que sua mãe não se esforçaria para detê-lo, já que nunca se importou com as crianças, as vendo como troféus para exibir para as amigas.
Matiwo começou uma relação com Cecil, às escondidas, assim como Mahiro com Atsuya. Relações essas que duraram apenas um ano, pois no seguinte, Otto descobriu e como era contra homossexualidade, se opôs aos seus filhos, irritado, proibindo-os de voltar a ver a namorada e o namorado. Magoado e sentindo falta de Atsuya, Mahiro tentou ir argumentar com seu pai e o homem disse que se o filho o vencesse em uma luta de esgrima, poderia ir com o namoradinho. Acontece que era algo mais do que injusto, pois 1) Otto praticava esgrima desde o início da adolescência, 2)Ele estava usando proteção e Mahiro estava com a roupa que usava quando fora falar com o pai 3) Mahiro não sabia, mas a espada do pai podia matar com mais facilidade do que a dele poderia machucar. A batalha teve início e Matiwo viu quando começou, logo correu para o quarto de Mariko, sendo que a casula sabia da homossexualidade de seus irmãos e não via problema. Mariko soube da espada do pai assim que a viu, na porta de área onde eles lutavam e, quando ia ir até eles para deter Otto, o mais velho perfurou o próprio filho com a arma, acertando o coração do garoto. Mahiro caiu no chão morto.

O Rea assassino dirigiu o olhar para as duas filhas assustadas. “Você é a próxima, Matiwo.”, foi o que ele disse, fazendo a loira ficar congelada no lugar. Mariko pegou o pulso da irmã e começou a puxá-la poderem fugir dali. Haviam conseguido distância, mas ao chegarem na escada e Mariko começar a desce-la, soltou a mão da irmã que caiu, próxima ao primeiro degrau, mas ainda fora da escada. Mariko estava no segundo degrau, mas não conseguiu pegar a mão da irmã a tempo, pois Otto havia levantado a garota e perfurando o pescoço desta de modo que parte do sangue manchasse a pele pálida da casula. O homem jogou Matiwo longe como se ela fosse uma boneca de pano e, Mariko descendo a escada de costas, apavorada, olhava para seu pai que vinha descendo em sua direção, limpando o sangue da espada com a mão e sacudindo está. “Você tem alguma namoradinha, Mariko?”, perguntou e a garota sacudiu a cabeça negativamente com frequência. “Mas sabia dos relacionamentos dos seus irmãos.”. Com aquela afirmação, a Rea de 14 anos paralisou na escada e antes que pudesse fazer qualquer coisa, Otto lhe deu um junto no estomago, mandando-a longe. Mariko caiu no chão e seu pai foi até si, pegando-a pelo pescoço e a levantando, estava prestes a quebra-lo (o pescoço), quando ouviu a voz de Agatha e suas amigas na porta do jardim –que era um pouco mais longe-, pedindo que ele fosse recebe-las com risadas. Ele rosnou para a filha e foi até lá, sabendo que teria de dar um jeito de mandar as mulheres embora para que pudesse limpar a bagunça que fizera. Nesse meio tempo, ignorando a dor, Mariko subiu as escadas correndo, foi até seu quarto no segundo andar, pegou todo o dinheiro que tinha mais o de seus irmãos, seu celular e um fone e pulou a janela. Fugindo em direção ao aeroporto, onde pegou um avião para o Japão.
Família:
Pai-> Rea H. Otto, atuais 49 anos.
Relação -> Otto era quase que um professor particular para Mariko, ensinando quase tudo que a garota sabia. Mas após a morte dos irmãos da garota, ele tornou-se a causa dos pesadelos dela.
Emprego-> Chefe da empresa alimentícia Hammy's Food.


Mãe-> Rea Agatha, atuais 45 anos.
Relação-> Agatha adorava exibir a inteligencia e talento da filha para as amigas, mas dentro de casa nem a cumprimentava, agia como se a garota fosse uma estatua.
Emprego-> Assistente particular de H. Otto.


Irmã mais velha-> Rea Matiwo, morta aos 18 anos.
Relação-> Era muito boa, pois Matiwo era alguém apaixonada em coisas fofas e viviam agradando sua irmã, quase como uma mãe, e apertando as bochechas desta. Conversavam sobre tudo e, quando Mariko era mais nova, Matiwo lia para ela dormir.
Emprego-> Início a faculdade de dança.


Irmão mais velho-> Rea Mahiro, morto aos 16 anos.
Relação-> Mahiro era quase um guarda costas de Mariko e costumava encenar as cenas preferidas dos livros que a garota lia. Ele era quem mais lhe dava livros.
Emprego-> Estudante.


Como se uniu a Catedral:
Ao chegar ao Japão e transferir o dinheiro que tinha para yen, conseguiu uma grande quantia e viveu três anos em uma casa pequena que comprara, com poucas roupas e comendo comida congelada barata. Aos 17 anos, descobriu sobre os reinos e analisou-os. Ela acabou por decidir entrar no clã Dourado, onde ficou dois anos e saiu, aos 19, entrando na Catedral quase que em seguida. Somente Aira sabe sobre sua áurea dourada, qual ela raramente usa.

Arma:


Do que..
Gosta:
-Ler,
-Fazer fan art,
-Missões difíceis,
-Frutas e sucos destas,
-Doces,
-Locais desconhecidos,
-Adrenalina,
-Persuadir.

Não gosta:
-Bebidas alcoólicas,
-Lugares altos,
-Escândalo,
-Intimidade,
-Missões fáceis.
Hobbies:
Ler.
Manias:
Não possui.
Medos:
Seu pai e altura.
Quer Par?
Sim, Kusanagi Izumi

Relação com...

Kaido Aira/Rainha Cinza:
Mariko a trata bem e não se importa em ter de resolver coisas sérias para ajuda-la com o clã.
Rokudo Alice, Miuru Felipe e Fernandes Matheus:
Gosta de trabalhar com eles e ver como são amigos de verdade (eles são, né?). Consegue aconselhá-los e ajuda-los, sem se sentir incomodada.
Kaido Haru:
Ela conversa mais com ele do que com outros membros do clã e, quando tem alguma duvida, sobre Aira ou algo do clã mais relacionado a rainha e não se sente muito a vontade para perguntar diretamente a garota, pergunta para Haru.
Membros da Catedral:
Os trata como colegas de trabalho, tendo uma relação mais próxima há amizade do que há indiferença ou ódio. Confia neles em geral, mas não faz nada que possa vir a compromete-la se o membro não for de confiança.
Membros da Homra:
Apesar de saber que Aira e Mikoto se dão bem, ela ainda tem receio em entrar no território mais violento dos sete reinos e mesmo em conversar com alguns membros, por mais que Totsuka e Izumo digam para Rea com frequência que eles a tratariam bem.
Membros de outros clãs:
Pode conversar com eles normalmente, mas não se dá muito bem com os do clã dourado. Não tem muito intimidade e não consegue guardar os nomes,
Seu Par:
Conheceram-se uma vez em uma lanchonete na área mais perigosa de Shizume. Akuro estava lá para cobrar uma divida com o dono, assim como Kusanagi. Como a lanchonete estava um pouco cheia, sentaram-se na mesma mesa e o loiro conseguiu, gradativamente, iniciar uma conversa com a de olhos vermelhos. Eles conversaram até quando deu a hora da lanchonete fechar, o que já era lá pelas 20h (a lanchonete fechava cedo, pois não dava movimento à noite; sendo uma área perigosa, quase ninguém ficava nas ruas após 20:30). Izumo disse que Mariko deveria conversar com o dono primeiro por ter chegado antes. Ele se manteve sentado em uma mesa afastada, mas continuava observando; pensou ela lhe tivesse parecido delicada e, por conhecer a bipolaridade de Ronald –dono da lanchonete- manteve o olhar sobre eles. Rea se aproximou do caixa, onde o dono se encontrava.

Sem olhar para a garota, Ronald disse, “Desculpe, vou fechar.”. “Eu sei,” foi o que a do clã cinza disse que fez com que o dono do estabelecimento lhe dirigisse o olhar, “mas vim cobrar uma divida.”. Obviamente, Ronald reconheceu a garota e não tinha como fugir daquela situação, sendo ela um membro do sexto clã poderia detê-lo facilmente. Logo, optou por agir na ofensiva e pegou a garota pelos cabelos, forçando o rosto dela contra o balcão e o cano da arma –que estava na barra de sua calça- contra a temporada da garota. Ronald não havia visto Kusanagi, por isso se assustou ao ser mandado longe por um poder de fogo. Rea havia caído sentada no chão e o loiro foi ajuda-la, lhe estendendo a mão. Mariko se xingou mentalmente por agir como alguém fraco e se levantou sozinha, ignorando a ajuda oferecida. “Sei me virar sozinha.”, disse calmamente “Não precisava da sua ajuda.”. Um leve sorriso nasceu no rosto do segundo no mando do terceiro clã que apenas disse “Basta agradecer, Riko-chan.”. Estalando a língua, Mariko dirigiu-se até a caixa registradora e pegando o valor que o homem lhe devia, logo perguntou, “Quanto ele te devia?” Kusanagi respondeu e a de cabelos escuros pegou a quantia certa e entregou ao outro.
Desde então, sempre que se vêm, Izumo a chama de “Riko-chan” como se a conhecesse há anos. Com o loiro a tratando com tanta intimidade, Rea não percebeu quando se tornou realmente mais próxima ao loiro.
Outros Reis:
Não chega muito pero, pois não os conhece suficientemente para prever como agir com ela. Porém, se estiver com seu clã, se sente menos ameaçada.

Sua opinião sobre os outros Reis e seus deveres:
Mariko tem plena ciência de que pode estar errada, mas taxa como invejoso aquele que, não é rei e julga os reis. Acredita que cada rei tenha um dever diferente, tipo: o do 3º rei é fazer bagunça para o 4º arrumar. Ela ainda não tem uma opinião claramente formada sobre o dever de sua rainha.
Se seu rei estive-se em perigo:
Tentaria ajuda-la, mas não como se sua vida depende-se disso. Aira é uma rainha e se ela não conseguir se salvar, Mariko acha que como um membro do clã pode não ser forte o suficiente para salvar a Kaido.
Se seu rei morre-se:
Poderia perder toda a vontade de continuar no clã e visita-la algumas vezes no cemitério, mas não choraria.
Se ameacem alguém querido para você:
Ela acabará com algo querido para o ameaçador.
Se lhe desafiasse:
Ela provavelmente negaria, mas se estiver entediada pode chegar a ver uma batalha como uma forma de se divertir.
Quando em uma luta com alguém como age:
É nesses momentos onde é possível ver um sorriso no rosto pálido da garota. Ela age de forma sádica e não se importa com sofrimento do outro, focando-se apenas em seu sucesso.

Se ofender seu Rei:
Ofender Aira (ou qualquer outro rei, na verdade) faz com que a pessoa se torne automaticamente um dos 5% da população com quem Rea não consegue conviver. A menos que seja um rei falando de outro, mas se for algo inferior que critica um rei, pode estar errada, mas Mariko taxa o individuo como invejoso e lesado.
O que acha do fato de sua Rainha, Kaido Aira levar a vida como leva e de seu humor e amor por jogos:
Não tem certeza, mas acredita que é por ser gamer que Aira consegue ser boa em batalhas e saber lidar com vários tipos de situações (se isso não for ela, desculpe). Mas, enfim, Mariko acredita que é algo bom.
O que seu oc acha do relacionamento da Aira com o Eric?:
No começo ela desconfiava do loiro e pensava que ele era apenas um espião do clã vermelho, mas com o tempo percebeu que ele não era esse tipo de pessoa e que, talvez, o que ele sente por Aira seja um dos últimos amores verdadeiros que o mundo possa presenciar.

Musica que lhe difine:


Comida Preferida:
Queijo quente (tipo misto sem presunto)
Filme ou Serie preferido:
Gotham
Livro Preferido:
Maze Runner -> A Cura Mortal
Bebida Preferida:
Cappuccino
Algum Vicio:
Ler.
Como age quando esta a Trabalho/Missão:
Mariko é totalmente séria e alheia aos “direitos humanos” já que os métodos utilizados por si nem sempre são os mais recomendáveis, apesar de não envolver violência. Seus métodos incluem: prejudicar pessoas ou objetos queridos por quem deseja afetar (tipo, ela precisa de uma informação, mas a pessoa não quer falar. Aí ela pega o celular do individuo, colocar ele na janela e fala que se a pessoa não falar ela solta o aparelho.), fingir ser outra pessoa, invadir redes, usar de drogas ou algo como hipnose.

Amigos:
Plisetsky Yuri -> se conheceram uma vez quando a mãe de Mariko a levou até o estúdio da avó do garoto, junto a irmã da garota, pelo fato de que a loira era fã da antiga bailarina. Enquanto a dançarina conversava com a Rea mais velha e Matiwo, Mariko ficou mais afastada conversando com Yuri, sobre como tudo aquilo era meio que um exagero. Deram-se bem, mas nunca mais se viram. Mesmo assim, quando se reencontraram, se reconheceram e continuaram amigos. Se tratam bem e, quando Yuri tem ideia para alguma dança e quer mostrar para alguém, faz isso primeiro para a de olhos vermelhos, para que se houver algo em que ele tenha se equivocado, possa melhorar antes de mostrar para Awashima.
Sukuna Gojo -> se conheceram em uma loja de doces, onde por coincidência, Mariko foi a centésima cliente do dia e acabou por ganhar, de graça, um doce muito caro. Acontece que ela havia entrado ali apenas para poder pedir que trocassem uma nota de vinte por duas de dez- pois Rea detesta chocolate. Sukuna que estava dentro da loja não parava de babar na sacola que as vendedoras haviam entregado para a de olhos vermelhos. Percebendo o olhar do de cabelos brancos, Mariko lhe deu o doce, importando-se algo equivalente a nada com quem era o garoto. Depois disso, voltaram a se encontrar em um fliperama, onde Mariko ajudou Sukuna a conseguir uma pelúcia de um Pikachu na garra. Ele meio que a admira e costuma chama-la de Aneki.
Totsuka Tatara -> se conheceram na primeira vez que Rea esteve no bar do Homra e, como ela quase não conversava, Tatara se aproximou dela e por mais que apenas disse monossílabas a Totsuka, se sentiu bem conversando com ele.

Inimizades: Yukizome Kukuri -> se conheceram em um mercado, onde repentinamente Kukuri começou a falar com Mariko, que deu as costas para a garota. Yukizome ficou intrigada e, na fila do caixa, ficou atrás de cabelos negros e voltou a falar com ela. Após pagar Rea ia sair do mercado quando a estudante a segurou pelo pulso. Rea se aproximou dela e disse “Sabe, você é realmente um estorvo. Entenda que quando é ignorada é porque não querem saber de você.”, desde então, quando a vê na rua, Kukuri a chama de “moça má”.
Yata Misaki -> se conheceram quando ela estava no território vermelho o garoto estava fazendo escândalo por alguma coisa. Rea não gosta de ficar perto dele pelo fato de achar o garoto muito escandaloso e barulhento. Casualmente há troca de farpas entre eles.
Awashima Seri -> a primeira vez que a viu foi quando estava indo em uma farmácia no território azul, onde a loira estava. Seri sabia que ela era do sexto clã e começou a fazer perguntas sobre o que a dona dos olhos vermelhos fazia por lá. Mariko respondeu a verdade, disse que havia ido apenas comprar um remédio, mas Awashima não acreditou e ficou interrogando a garota até que se distraiu e Rea aproveitou para sumir da vista da tenente do Scepter4.
Neko-> a conheceu na rua e a acha escandalosa e grudenta. Prefere mantes distância.

Roupas..
Sair:

Luta:

Festa:

Habitual:


Trairia a Catedral:
sim.
Morreria pelo seu Clã:
não.

Algo mais que queria acrescentar:
(Obvio que somente se você conseguir colocar a cena no roteiro da fanfiction)
Mariko nunca comentou de sua história com ninguém. Então que, antes dela começar a relação com o par, ambos estejam caminhando por ai, conversando e de um bar (qualquer ou do Homra, você que sabe) apareça Rea Agatha, bêbada, e comece a falar com a filha e de seu passado, incluindo a morte dos irmãos, isso na frente do loiro. Com a cabeça baixa, Mariko lhe perguntaria o que ela estava fazendo ali, no Japão. A mulher não responderia e começaria a falar qualquer coisa sobre como a filha era patética e que se Otto descobrisse que ela estava ali, em Shizume, viria mata-la. Nesse momento, a de olhos vermelhos saiu correndo e o par foi atrás dela. Acho que seria legal se a relação deles começasse ai.

"Não me julgue só porque o meu pecado é diferente do seu."


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