~feecasanova

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Valar Morghulis
Nome: Fernanda Casanova
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Sexo: Feminino
Localização: Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil
Aniversário: 18 de Fevereiro
Idade: 20
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Scholomance - Durotan Isaacs III


Postado

#NadaMenorQue18Cm






Nome completo
Durotan Isaacs III

Apelidos?
Than; Jesus.

Idade aparente:
27 anos

Idade real:
27 anos

Sexualidade:
Bissexual.

Photoplayer:
Jared Leto

Nacionalidade:
Norte-americano

A qual clã pertence?
Nenhum

Deseja ser líder? Se a resposta for não, diga quem é o líder de seu clã:
Não.

Tem namorado/cônjuge?
Não.

Tem algum interesse amoroso?
Sim (Deixarei em aberto os pretendentes para que possa colocar Than com um personagem do seu agrado.)

História: (Fiz uma especie de cena, espero que não se importe)
Movia-me de um lado para o outro pelo altar, apagando vela por vela que iluminavam a igreja fria. Finalmente havia me desfeito da minha batina para missas e esperava, sem nenhuma paciência, que Tracy viesse logo. Odiava ter que espera-la, mas não havia nada melhor para fazer.
Desde que havia sido ordenado para aquela paroquia que não conseguia pensar em outra coisa que não fosse sexo. New York tinha esse efeito sobre mim, despertando o pior que havia em minha alma.
Bufei quando recebi a mensagem que ela não poderia vir. O marido a tinha pedido que ficasse em casa e fizesse um belo jantar romântico. Merda, eu nunca tinha nada que queria. Era sempre assim.
Primeiro tinham sido os meus pais, que insistiram até que eu entrasse na escola de padres; depois haviam sido os bispos e párocos que insistiram até que eu tivesse as minhas primeiras relações sexuais com homens e mulher, sem nenhuma distinção; e agora, era Tracy que estava me obrigando a voltar para casa sem nem mesmo um maldito sexo oral.
Tranquei a porta da igreja enquanto xingava mentalmente todos os imbecis que haviam saído de casa para me ouvir aquela noite e praguejando Tracy que havia me deixado na mão, literalmente.
– Padre. – Uma voz me chamou enquanto eu caminhava distraidamente para meu carro. Voltei-me para a figura esguia e pálida, que estava no meio da rua. Abri o meu “sorriso acolhedor”. Fazia tanto tempo que eu fingia que era um homem de Deus que estava quase acreditando no meu personagem. – Perdoe-me porque pequei.
– Está perdoado, meu filho. – Sussurrei e voltei para o meu carro. Pude ver que não havia ninguém no reflexo do meu carro, apenas eu, que trajava preto e tinha os cabelos presos em um coque frouxo. – Diga-me o que aconteceu.
– Eu matei um homem, padre. – O homem estava sibilando e quando voltei-me para ele, percebi que estava muito próximo de mim. A pele era pálida e ele fedia como uma velha decrepita. Segurei a respiração por um tempo. – E eu adorei. – Ele abriu um sorriso malicioso, os dentes dele eram assustadoramente pontiagudos e feios, além de estarem sujos por uma camada nojenta de algo que eu acreditei ser sangue.
– Deus lhe perdoará se pedir de todo coração. Ele é nosso pai e todos seremos recebidos de braços abertos na casa do Senhor. – Tentei argumentar, mas o ser das trevas parecia se divertir com a minha cara de espanto. Fiz menção de pegar meu crucifixo, mas o ser foi mais rápido que eu e segurou ambos os meus braços. Senti seu hálito quente e fedorento em meu rosto.
– Ya no hay perdón para nosotros , Padre. – “Não há mais perdão para nós, Padre”, ele sussurrou perto ao meu ouvido, enquanto passava a língua pelo meu lóbulo. Senti um arrepio passando pela minha pele.
Queria dizer que não, mas meu pau subiu quase imediatamente. Ali, preso entre o carro e o corpo daquele ser estranho, me senti estranhamente em casa. Ele roçou o corpo no meu, sem pressa, sentindo a minha excitação e aproveitando um momento que ele tinha ali entre “predador e presa”, e então afundou os dentes em meu pescoço.
Não me lembro da dor. Era prazeroso e sensual. Ele sugava a minha pele e era como se me desse pequenos chupões. Aquilo podia não ser um orgasmo, mas se parecia muito e era tão forte que me fez perder o chão.
Não apenas o chão com a consciência. Lentamente e prazerosamente.
Se morrer fosse assim... Morrer era delicioso.

Tem parentes vivos? Ou amigos?
Durotan tem toda uma paroquia que acredita que ele está desaparecido, por isso é comum ver por New York fotos do pároco espalhadas por toda a Manhattan.
Também têm pais ainda vivos no Texas.

Como lida com membros do submundo? E Caçadores de Sombras?
Muito mal. Than não tem nenhum tipo de experiencias com o submundo ou com os caçadores das sombras, então sempre tenta começar a rezar quando vê um deles. Mas, como é esperado, acaba se machucando quando tenta proferir o nome de Deus.
Mas depois de "bater muita cabeça", acaba aceitando a todos e os tratando com igualdade e respeito. Como espera ser tratado também.

Fobias:
Coulrofobia - Medo de Palhaço

Coisas que gosta:
Cheiro de sangue
Coisas quentes
Roupas caras
Sexo
Agulhas

Coisas que não gosta:
Cheiro de de pessoas velhas
Políticos
Gatos
Luz
Cheiros muito fortes
Comida em geral
Coisas santas

Parentes/Amigos Vivos:
Silvie Isaacs; 55 anos - Mãe
Carlo Isaacs; 60 anos - Pai
Tracy Mordane; 45 anos - Beata fervorosa e Amante
Bobby Carpe; 20 anos - Amante

Descreva a personalidade de seu personagem:
Durotan nunca foi um padre normal. Ele tinha aquele olhar sensual que despertava a atenção de seus fieis, havia nele um sorriso que conseguia provocar qualquer um. Talvez fosse por causa de sua sexualidade aflorada ou por seu enorme poder de manipulação, mas Than sempre consegue tudo o que quer.
Usa de sua aparência para ganhar as coisas que quer. Além atrevido, autoritário e arrogante, Than também é conhecido por sua teimosia e seus lapsos de violência instintivos.
Sempre foi interesseiro e ardiloso, mas sempre foi bom em disfarçar seus defeitos com falsos sorrisos e bons modos. Mas apesar de ter defeitos tão marcantes, também há uma certa bondade em seu interior.
Ele é leal aos que lhe conquistam e seria capaz de dar sua vida para defender alguém que gosta. Costuma ser carinhoso e bondoso quando alguém lhe mostra fidelidade e confiança. Curioso, extrovertido e irônico, as relações com Than costumam ser de amor ou de ódio.

Frases/Bordões:
"Eu não devia estar fazendo isso."
"Eu sou padre, pode confiar em mim"
"Isto é... Sangue?"
"Gosto de como sua pele cheira!"
"Eu jurei celibato, mas..."

Tem algo a acrescentar?
Foi abandonado por seu criador assim que renasceu.
É responsável pelo assassinato de 32 pessoas.
Se transformou em vampiro a menos de dois meses, então ainda não sabe muita coisa sobre o submundo.
Than dificilmente consegue conter seus instintos, sejam sexuais ou fisiológicos.
É um mentiroso de talento.
Adora pregar peças as pessoas.

Espero que goste do Than.



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