~annymos

annymos
I'M ON FIRE
Nome: ⌜kobayashi⌟ – (ノ・д・)ノ
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Indisponivel
Aniversário: 25 de Julho
Idade: 16
Cadastro:

Fly, little butterfly { stranger things }


Postado



"Não corra atrás das borboletas; plante uma flor em seu jardim e todas as borboletas virão até ela."

E x p r e s s o • D a s • B o r b o l e t a s ⌡



Will you stay by my side?
Will you promise me?
If I let go of your hand, you’ll fly away and break...
I’m scared of that...

{ b u t t e r f l y }

⌜ (n) o m e (c) o m p l e t o ⌟
Arisu Hana Sakamoto (アリス ハナ サカモト)
“ Arisu – variante de alice no japonês | Hana – graciosa; feliz; flor
O real significado de seu nome é flor de linhagem nobre. Ele lhe foi dado por sua avó que, muito tradicional, quis que tivesse um significado bom e bonito afim de que fosse "abençoada" por tal – a idosa sempre acreditou que o significado dos nomes definem o futuro de seu dono, entre outras coisas. Não há muito apelidos para serem dados à menina, todavia, é comumente chamada Ari ou Alice, bem como alguns chamam-na pelo segundo nome, Hana. Particularmente, a garota gosta bastante de seu nome composto.

⌜ (d) a t a (d) e (n) a s c i m e n t o ⌟
Dando ainda mais significado a seu nome, nascera na primavera, no dia 03 de Maio de 1998 o que faz dela uma bela tourina com seus dezoito anos; mas como não acredita em signos, não faz diferença.

⌜ (n) a c i o n a l i d a d e ⌟
Noventa e nove por cento japonesa, mas aquele um por cento coreana.

⌜ (g) ê n e r o ⌟
Feminino.

⌜ (c) i d a d e (n) a t a l ⌟



Teve a honra de nascer onde, atualmente, encontra-se o túmulo de Ieyasu Tokugawa: Nikko, Japão. Apesar de ser uma pequena cidade, suas paisagens e fontes termais são maravilhosas.


{ a p a r ê n c i a }


(hirai momo, twice)
Jovem de aparência angelical e que faz jus a tal. Destacando, desde já, com seus fios quase platinados de tão loiros, mudança feita radicalmente aos seus dezesseis anos de idade e mantida até os dias atuais. Lembrada, também, por sua inseparável franjinha que mantém desde oito anos atrás. A pele extremamente clara, livre de impurezas, tipicamente asiática, é marcada por alguns pontinhos pretos em locais aleatórios, sendo o que tem em sua pálpebra, seu preferido, afinal, só pessoas importantes têm a oportunidade de vê-lo. Sua baixa estatura entra em total consenso com o apelido dado por seu irmão: bolinho, é tão pequena quanto um, com meros 1,60 cm de altura, ou como gosta de brincar, de lindeza. Seu peso é caracterizado como “peso pena”: 46 quilogramas de massa corporal, sim, e tem que admitir tal coisa pois das varias vezes em que fora à praias, quando ventando em demasia, sentia seu corpo ser empurrado para trás como muita facilidade – confessa que tem um pouco de vergonha disso. Apesar disso, seu corpo não é lá grande coisas, não é totalmente cuidado da mesma forma que não é descuidado, mantém uma alimentação saudável mas às vezes não consegue resistir à uma bela pizza ou um belo churrasco. É uma daminha de ouro.



〈 P e r s o n a l i d a d e 〉



"Encantadora menina dos cabelos dourados, por favor, venha afogar-me em sua alegria e deixe-me descansar ao som de sua doce voz... pequena menina de pele clarinha, eu te peço, não deixe sua felicidade escapar, como uma borboleta, não a deixe criar asas e voar, ou tudo que lhe restará será somente... escuridão." — nam jun seok, supplication.


Conhecida entre seus amigos e entes próximos como a garota raio de sol ou mesmo pequena estrela, isso devido à sua personalidade tão acolhedora e brilhante. Sempre muito sorridente e alegre, a japonesa parece ter o poder de contagiar o estado de qualquer ambiente em que estiver com essa alegria notória. Gentileza que agrada, simpatia que encanta, as qualidades da mais nova são bem evidentes antes mesmo de conhecê-la. Educada, divertida, comunicativa, fofa, otimista são bons adjetivos para descrevê-la em um primeiro encontro. Seu quase eterno bom humor permite-a estar sempre fazendo piadas, ainda que sem graça, para deixar uma atmosfera leve a agradável onde quer que esteja, também sua habilidade para fazer imitações é outro motivo para provocar risos naqueles que estão ao seu redor. Uma garota que é bastante curiosa e não se permite descansar até que mate sua curiosidade, da mesma forma que também é muito preocupada e não consegue ficar em paz enquanto não sanar tal preocupação – exemplo disso é quando, em seu caminho, aparece pessoas sem felicidade; simplesmente, não consegue ter paz enquanto não tentar ajudar as tais. Quase no piloto automático, sua atenção tende a prender-se naqueles que não desfrutam da alegria que espalha por onde passa, naquele que parecem ter uma bolha invisível envolta de si que impede a passagem da felicidade – são esses que têm o prazer de ter uma “Arisu chata e incansável” lhe perturbando, afim de ajudar no que for possível. E, de certa forma, sabe bem como lidar com esse tipo de pessoa desde que não seja tratada com extrema grosseria, pode até aguentar um pouco, entretanto, quando há um exagero, geralmente, Junseok toma a frente da situação e afasta a irmãzinha do sujeito que está a machucando. Além de ser pacífica, também é pacificadora, uma coisa você pode ter certeza: uma briga não durará por muito tempo se ela estiver por perto, digamos que a loira sabe expressar-se muito bem com as palavras e, bem... persuadir alguém a parar de discutir não é algo ruim.

"Por que fingir ser feliz e esconder tua tristeza atrás de um sorriso desbotado?
Não ha necessidade de rir para não doer. Vai doer do mesmo jeito."
— BARTOLOMEU PARREIRA.

É daquele tipo de pessoa que tende levar dores alheias para si, empatia nunca foi um problema para ela mas incomoda o irmão mais velho que se preocupa quando esta vai pedir um abraço ou um conforto devido a problemas de outrem que tomou para si, de forma que pode sentir a dor o outro – não na mesma intensidade, claro. Chega a ser até um pouco cômico o jeito infantil que relata ao mais velho sobre o que está sentindo a respeito. Boa ouvinte e conselheira, compreensiva, gosta de ajudar; essas são outras qualidades da menina que você tem o prazer de descobrir ao conhecê-la um pouco mais. Entretanto, apesar de saber como ajudar outrem a resolver seus problemas, não sabe lidar com os seus próprios e, basicamente, acaba acumulando uma grande quantidade de 'sofrimento' dentro de si na qual disfarça com uma mascara de felicidade. Para ser sincera, talvez, Junseok seja o único que tem pleno conhecimento do grande buraco que a pequena carrega dentro de si, todavia, este não está vazia, pelo contrário e muito pior, está completamente preenchido... de lágrimas, tristezas, gritos, dores. Um verdadeiro inferno. Este que só vem à tona quando está a sós consigo mesma ou com o irmão, onde deixa essas lágrimas caírem sem pudor enquanto tem os encantadores fios dourados afagados pelo mais velho. Devido a um passado não muito bom, feridas profundas e não saradas foram causadas na menina, feridas que carrega até hoje apenas com um band-aid em cima dizendo "já já a dor passa" mas esse já já nunca chega. Esses ferimentos emocionais foram causados por diversas pessoas, desde aquele no qual não tem nenhuma relação de sangue até aqueles no possui essa relação, entretanto, não se deixou levar pela raiva e pelo ódio; prometera a si mesma que nunca faria mal a alguém por causa de pessoas que a maltrataram no passado, pelo contrário, iria dar o seu melhor para fazer a vida de alguém mais colorida, mais alegre – ainda que não recebesse um gesto de gratidão. Prometeu ser a mudança que quer ver no mundo.

"Focando em coisas que irão me animar cada vez mais;
Quer que eu diga meu segredo para a felicidade?"
— HAPPINESS.

Ari é uma pessoa de boa convivência, o pouco de sua presença é o suficiente para mudar um ambiente. Pode até não parecer de início mas detesta superficialidade, por isso pergunta demais, por isso é curiosa demais, gosta de se aprofundar nas pessoas, de conhecer seu mais íntimo. Logo, comunicação para ela não é algo complicado, é fácil até demais. Promessas para ela tem muito valor, principalmente as de dedos mindinho, então saiba que se quebrar uma promessa feita à japonesa, a confiança que talvez tenha posto em você também será quebrada e para reconstruir, vai ser complicado. Insegura, indecisa, desmotivada são adjetivos que descrevem bem a menina em seus defeitos. Costuma temer o futuro e por causa disso, tende a pensar demais antes de fazer qualquer coisa; principalmente se for de grande importância para ela, não consegue ser impulsiva. Normalmente, é muito ingênua e acaba sendo objeto de pessoas ruins, além disso, é crédula em demasia, acredita em quase qualquer coisa que falem para ela e isso é um grande problema. O que lhe falta em determinação, tem de sobra em dedicação. Não chega a ser perfeccionista mas gosta de fazer as coisas direito, gosta de receber elogios, então sempre dá seu melhor quando algo está sob sua responsabilidade. Podemos dizer que sim, a garota perdoa muito facilmente mas esquecer é outro caso, geralmente, quando é magoada, consegue até aceitar um pedido de desculpas mas será difícil acreditar, confiar e até mesmo conversar com a pessoa normalmente; precisa de um pequeno tempo para se recuperar. Honestidade e sinceridade poderiam ser seus sobrenomes, e olha que não o faz de forma grosseira, sempre escolha as melhores palavras para não machucar ninguém – a verdade é sua companheira, qualquer tipo de falsidade e mentira não é bem vinda. Como já foi mostrado, seu emocional não é um lá dos melhores, por isso, qualquer palavrinha dita com más intenções pode acabar marcando a menina – dependendo da situação – mas quando isso acontece, consegue aliviar um pouco da carga com o irmão; este está sempre pronto pra ouvi-la e ajudá-la como puder. Uma garota muito observadora e atenta, quando está concentrada, é difícil algo escapar de seus olhos. Dificilmente você a verá tendo atitudes ousadas, poucas são as vezes em que tem coragem para tal, porém, quando trata-se de ser a força de alguém, é certo que entregará todo seu coração nessa causa e fará o que for possível.


"Bom seria se eu não soubesse camuflar tão minhas emoções, bom seria se eu pudesse não ter mais medo de mostrar meus sentimentos. Sinto-me presa, como uma borboleta dentro de um pote de vidro, vendo o mundo passar sem poder acompanhá-lo mas bem, pelo menos, todos que olham esse pote pelo lado de fora podem desfrutar de sua beleza, da alegria que a pequena borboletinha transmite ao voar nesse espaço apertado. E até que alguém me liberte, pois não o consigo sozinha, permanecerei aqui... vendo você sorrir." — arisu hana sakamoto, exteriorization.

〈 H i s t ó r i a 〉



Era uma vez... uma jovem chamada Mari e um rapaz pelo qual se apaixonou. Ambos perderam-se no olhar um do outro durante a festa de recepção no local onde iriam trabalhar juntos. Com o tempo, após essa festa, eles se tornaram amigos e logo já estavam em um relacionamento sério, todavia, o que vem muito fácil, também vai embora fácil. Então chegou o dia em que eles se amaram e tiveram a chamada melhor noite de suas vidas; tudo estava bem até três semanas mais tarde. Com frequentes enjoos, cólicas e atraso menstrual, resolvera a jovem ir a seu médico e lá descobriu estar grávida. Ao contar a notícia para seu amado, não teve a reação que esperava e, no dia seguinte, ele não estava mais lá. Como um belo covarde, o rapaz sumiu do mapa. Após isso, mudou-se para a cidade de seus pais que ficava 140km de Tokyo, onde morava, e deu partida a sua vida como mãe solteira.


Em uma noite fresca de primavera, o desabrochar de uma belíssima flor começou no 獨協医科大学 (Dokkyo Medical University), exatamente às 20h00, uma linda menina dava seus primeiros sinais de vida ao chorar nos braços da mãe que somente sabia sorrir diante de tanta alegria. Atendendo ao último pedido de sua avó antes de falecer, sua progenitora batizou-lhe de...
A r i s u H a n a.

[...]

Talvez o período mais marcante de toda sua vida tenha sido, de fato, sua infância. Era uma boa época em que tinha amigos verdadeiros e uma maravilhosa qualidade de vida, junto de seu avô e de sua mãe, moravam perto de uma pequena mas densa floresta que era conhecida por causa de sua belas árvores floridas; por ela também corria um pequeno riacho que se encontrava com um dos lagos mais aclamados da cidade, a propósito, também havia um pequeno segredo: caso você atravessasse toda a floresta em sentido oeste, poderia encontrar as ruínas de um antigo templo. Por ser uma cidadezinha, boa parte das pessoas se conheciam e mantinham uma boa comunicação, eram poucos os que não se socializavam, e justamente por isso que vivia indo com seus amiguinhos para essa floresta durante a tarde depois das aulas. Contavam histórias, brigavam de esconde-esconde, penduravam-se nas árvores, tornavam-se verdadeiras crianças – às vezes, até passavam a noite na casa da Sakamoto por ser a mais próxima do local. Também havia momentos em que ela ia para lá sozinha, geralmente, quando estava triste ou magoada passava boas horas junto as árvores e desabafava tudo o que estava sentindo para elas; não há ninguém que tenha ouvido mais os problemas dessa menina do que aquelas árvores. Outra curiosidade é que a menina só conseguia se concentrar para estudar e fazer os exercícios escolares quando sentava-se sozinha debaixo de uma delas. Era um período de paz e harmonia consigo mesma que, se pudesse voltar, voltaria sem hesitar. Entretanto, quando tudo está bem, bem demais, a vida sempre dá um jeito de mudar e surpreender mas... nem sempre com coisas boas.

Tinha acabado de completar seus dez anos de idade e, como de costume, estava a caminho daquela floresta que tanto amava porém sozinha – a maioria de seus amigos já não moravam mais em Nikko, alguns haviam ido para Tokyo e outros até mesmo saíram do país, porém contentava-se com os poucos que permaneceram. Estava voltando da escola após passar boa parte da tarde estudando junto de um amigo chamado Hideki, amigo este também pelo qual era apaixonada desde seus sete anos de idade, tempo em que o conheceu. Seu objetivo era relatar à suas amigas inseparáveis sobre o que aconteceu enquanto estudava com ele e o quão fofas eram suas atitudes e ações para com ela durante os estudos, entretanto, tudo se corrompeu muito rápido. Em um momento, estava de pé com um sorriso nos lábios enquanto rodopiava olhando as copas floridas e no momento seguinte, estava jogada no chão com lágrimas nos olhos e tremendo de medo, enquanto um jovem de aparentemente dezessete anos lhe imobilizava com um terrível sorriso do qual jamais se esqueceu. Naquele final de tarde, sua inocência lhe foi arrancada. Era somente um garotinha feliz com seus meros dez anos de idade, ingênua o suficiente para acreditar que naquela cidade só havia boas pessoas com intenções agradáveis; só então percebeu o quão errada estava a sua forma de pensar sobre o mundo.

Como já dito, era uma pequena cidade então o culpado logo foi encontrado e julgado, mas as marcas permaneceram lá. Os pais, que antes permitiam seus filhos andarem sozinhos por aí devido a cidade ser tranquila, já não deixavam mais seus herdeiros terem a liberdade de brincar e correr por aí; os estabelecimentos passaram a fechar mais cedo que o normal; as pessoas não mais se cumprimentavam direito. Um acontecimento envolvendo duas pessoas, afetou toda a cidade de maneira gritante. Arisu já não podia mais estar na companhia de suas amigas árvores pois agora tinha medo... medo de estar lá e novamente ser atacada, não havia mais vontade de estar lá. Aos poucos, foi se isolando de seus colegas e amigos, da mesma forma, aos pouquinhos, eles também foram se esquecendo dela. Por dois anos manteve-se trancafiada dentro de casa pelo medo de sair novamente, ainda que acompanhada, e durante todo esse tempo, aqueles que chamava de amigos só lhe procuraram diretamente exatas quarenta e três vezes, indiretamente através de sua mãe ou seu avô, apenas vinte vezes, por ligações meras doze vezes e por carta somente três vezes, sendo essas três, todas de Hideki. Na primeira, ele escreveu sobre ela, dizendo o quanto era bonita e que não deveria se esconder mas sim que deveria se mostrar, se reerguer como uma linda flor – ou seja, expressou todos seus sentimentos para com ela, visando fazê-la se sentir melhor; e na segunda, ele escreveu sobre novos acontecimentos, dizendo como era seu dia a dia na escola e em casa, também relatou sobre os novos alunos que chegaram e ainda citou uma certa menina pelo qual começou a mostrar interesse; por fim, na terceira, escreveu seu adeus, o seu último amiguinho de infância estava se mudando para New York junto a família devido ao emprego de seu pai. Esse foi o marco inicial para começar tudo dar errado.

[...]



No ano seguinte, com o falecimento de seu avô, sua mãe tomou a decisão de voltar para Tokyo para que pudesse dar um melhor destino para sua filha. Morando em um apartamento no centro da cidade, a mulher começou a trabalhar como contadora na filial da empresa do famoso e poderoso empresário Nam In Seok, aos poucos, fora se mostrando cada vez mais eficiente e experiente no assunto, ganhando, então, várias promoções que lhe levaram até o posto de secretária do chefe – que, aliás, não era o senhor Nam já que este trabalhava na sede, em Seoul. Entretanto, por acontecer certos problemas com o chefe da filial, o próprio teve que fazer uma viagem até Tokyo para resolver os problemas com ele e nessa viagem, conheceu Mari; mulher que teve o potêncial perfeito para atrair sua atenção através da beleza e inteligência. Acabou envolvendo-se demais com ela e, quando menos percebeu, já havia tomado a decisão de tê-la para si – de qualquer forma, seu casamento já não estava dando mais certo e não havia como reparar. Por isso, ao voltar para a Coreia, levou Mari e sua filha junto.

[...]

Agora, com seus trezes anos de idade, havia ganhado um pai muito rico e conhecido além de, também, ter um meio irmão mais velho muito bonito – entretanto, de início, isso foi um problema pois desde aquele acontecimento, não soube mais como lidar com meninos senão Hideki. Foi necessário mais um ano até que se acostumasse com a ideia de que possuía uma "família completa": pai, mãe e irmão. De fato, até que era uma coisa boa, poderia comemorar o dia dos pais e o natal sem se sentir mal, poderia ir para a escola na companhia de um irmãozão animado e super protetor que lhe fazia sentir-se segura e o melhor de tudo: podia ver sua mãe com um sorriso que nunca vira antes. Estava feliz, realmente feliz, mas sabe como é né, a vida sempre dá o jeitinho dela. Depois que começou a frequentar a 반포중학교 (Banpo Middle School) começou a ter alguns problemas com alunos veteranos, mas não porque os atrapalhava ou algo semelhante, pelo contrário, sempre fazia o possível para não ser um peso para ninguém, entretanto, havia um pessoal que não gosta de si e estavam sempre lhe afortunando de todas as maneiras que podiam – não era mais tão temerosa quanto antes, às vezes até atrevia a se defender porém eles pioravam o tratamento quando o fazia, logo, o medo começou a voltar aos pouco e então já não ousava nem levantar a cabeça quando os insultos e brincadeiras de mal gosto iniciavam. E não contava para ninguém sobre, não pedia ajuda pois temia que piorasse, fazia o possível para aguentar a pressão toda sozinha, por mais que lhe rendesse noites em claro chorando; até que Junseok descobriu tudo.

Fora logo no inicio das aulas pós férias de julho, quando fora fazer uma surpresa a mais nova ao ir buscá-la no colégio e encontrou ela cercada por uma rodinha de alunos enquanto um grupinho de três estavam no meio junto à ela, insultando-a. Não deixou passar barato, depois de levar a menina para casa e obrigá-la a explicar o que estava acontecendo naquela hora, Hana contou tudo para ele desde o início até aquele momento e também disse os nomes daqueles que “lideravam” tudo após o mais velho pedir-lhe – este, contou a seus pais o ocorrido e logo os pauzinhos começaram a se mover, dentro de poucos dias, um dos garotos fora expulso pois este atreveu-se agredir a menina uma vez e os outros foram suspensos por uma semana, além de perderem pontos em comportamento. Então tudo se acalmou, mas depois disso tudo, eram poucos que se aproximavam da japonesa e por isso começou a se tornar solitária – mas como já dito, seu modo de enfrentar isso tudo era através de sorrisos e sendo agradável; no final, esse modo de ser começou a atrair pessoas e mais pessoas, logo, já estava “rodeada de amigos”, o problema era que ainda continuava sentindo-se só porém não expressava isso, apenas guardava para si afim de não perturbar ninguém. No seu último ano na escola fundamental, antes de completar quinze anos, conheceu um garoto chamado Park Hyun Woo; este aproximou-se de si pedindo informação por ser novo na escola e em pouco tempo, já estava bastante próximos por terem caído, ironicamente, na mesma classe – ele era bem divertido e tinha a habilidade de mudar o ambiente, além de ser muito inteligente e possuir uma beleza excepcional, não foi estranho ele ter se tornado o queridinho das meninas, e bem, nem mesmo Arisu conseguiu resistir: apaixonou-se por ele. Foi nesse momento em que errou. Não deveria ter deixado seu coração nas mãos dele.

Depois que perdera sua paixão (Hideki) de Nikko, nunca mais confiara seu coração dessa forma a ninguém, Hyunwoo fora o primeiro em muito tempo. Era início da primavera do ano seguinte, coincidentemente os dois acabaram indo para a mesma High School estudar o primeiro ano, lá acabaram ficando ainda mais próximos (mesmo que em classes diferentes dessa vez) e a menina cada vez mais apaixonada; eles passavam muito tempo juntos e Ari confiava muito no menino, às vezes, ele parecia corresponder seus sentimentos e por isso, nutria uma forma esperança em seu coração de que tudo iria dar certo... mas não deu. Um dia, ele chegou todo empolgado e anunciou sobre um namoro que havia acabado de iniciar: o dele próprio; era com uma garota de outra escola que vinha conversando fazia um tempo, estava tudo oculto porque não queria que ninguém atrapalhasse o provável romance dos dois – com essa notícia, o coração dela partiu-se em vários pedaços e não conseguiu mais guardar para si. Confessou tudo o que sentia para ele dois dias depois no jardim da escola e lá foi rejeitada por ele, também foi lá que a amizade entre os dois findou-se pois não conseguiram conversar normalmente após a confissão da japonesa. A propósito, fora aí que prometeu a si mesma que nunca mais apaixonar-se-ia novamente.

[...]



"Eu tenho escondido isso, vou te contar uma coisa
Apenas para deixar enterrado
Agora eu não posso mais suportar isso
Por que eu não podia dizer, então?
Tenho estado ferido, de qualquer maneira
Realmente, eu não posso suportar isso"
(stigma)

[...]

Após esse período, a relação com seu irmão acabou melhorando mais do que imaginava pois este passou a ser muito mais presente após o período em que sofria com seus colegas de escolas, então, rapidamente ficou sabendo sobre seu coração partido e passou a ficar ainda mais presente e ciente do estado emocional precário da mais nova. Começou a cuidar dela de tal forma que nem pareciam se filhos de pais e mães diferentes era como se, de fato, tivessem laços de sangue. Com sua decisão de enfrentar todos os seus pesadelos com um sorriso ainda de pé, o único que ficou sabendo de seu coração machucado fora Junseok, nem mesmo seus pais foram informados ou perceberam isso (apesar de estranharem o fato de ela não mais comentar sobre o tal Hyunwoo), e tendo seu irmão lhe sustentando em qualquer problema que aparecia, pôde levar sua vida um pouco melhor. Faltando pouco para o findar do ano, o mais velho sugeriu-lhe mudar de escola para que não precisasse mais enfrentar o rosto do coreano todos os dias e acabar fraquejando; sabia que estaria fugindo mas seria a melhor coisa a se fazer. Por isso, como lhe foi sugerido, o fez. No próximo ano, seria uma das novatas do internato Autumn Leaves.


E foi assim que a pequena flor começou a crescer e ficar cada vez mais bela, cada vez mais atrativa e cativante. Com doces palavras fazia amigos, com pequenas atitudes conseguia mudar a vida de pessoas, com coração aberto recebia os males alheios sem reclamar. Não espera que isso acabe tão cedo, na realidade, pensa em levar tudo o que lhe aflinge dentro de si para o túmulo porém se você acha que pode ajudá-la, por favor, o faça...



〈 F a m í l i a 〉


Sakamoto Mari • 41 anos • mãe (gong li)
“ I will become a flower and become your own flower path ”
Uma mulher de personalidade forte e decidida, que batalhou para ajudar sua família, que não teve medo de assumir a vida de mãe solteira. Fizera tanto por sua filha no passado que, atualmente, quando Arisu lembra-se disso, não consegue segurar as lágrimas; é extremamente agradecida a progenitora por não ter desistido de si, por não tê-la culpado, por tê-la amado como uma verdade mãe. A mulher é como sua melhor amiga, está sempre informada sobre o seu desempenho escolar e sabe também o quanto a menina ajuda seus colegas e amigos – entretanto, não tem conhecimento sobre os sofrimentos da filha pois esta decidiu não contar, por motivo de não querer preocupá-la uma vez que a mulher tem se mostrado feliz como nunca foi antes. Antes trabalhava de maneira rotativa, parecia que a cada dois meses era um trabalho em um setor diferente, mas depois que se casou com InSeok e mudou-se para a Coreia, fixou-se em um restaurante japonês onde, hoje, é chef e gerente – além de ter planos para abrir o seu próprio. Curiosamente, seu nome significa “perfeição” e a mulher é bastante rígida e perfeccionista em seu trabalho.


Nam In Seok • 40 anos • pai (jo in sung)
“ your beginning will seem humble, so prosperous will your future be ”
Homem de negócios. Pode até não parecer de início mas até que é um bom pai, mesmo que boa parte de seu tempo seja gasto dentro do seu escritório de presidente em sua empresa ou, então, no escritório de sua casa. Não conversam muito mas ele está sempre informado sobre seu dia a dia através da esposa, além de também ter Junseok que vez ou outra acaba falando sobre a mais nova durante suas conversas. Têm um relacionamento razoável, o homem é muito quieto e sua expressão facial é muito fria, o que acaba desencorajando a menina de se aproximar, todavia, é perceptível que ele se preocupa com ela como se fosse, de fato, sua filha de sangue – a propósito, ele tem a mania de deixar recados na geladeira e os mais expressivos, até escrito em um papel diferente, são direcionados a loira; que também sempre deixa sua resposta, logo, esse é o meio de comunicação entre os dois mais eficiente. Por causa dele, passou a ser classe alta (não que isso seja importante) e ela e sua mãe puderam desfrutar de uma vida muito melhor do que antes, tanto no sentido financeiro quanto psicológico/emocional; apesar disso, não gostam de ser extravagantes, o patriarca é o único que está sempre de terno e coisas assim.


Nam Jun Seok • 20 anos • meio-irmão (nam joo hyuk)
“ why is it so dark where you’re not here? ”
Assim como a menina, Junseok tem uma personalidade muito divertida e calorosa, uma criança grande como Ari gosta de dizer, a diferença entre os dois é que o mais velho tem um emocional mais forte e bem cuidado que o da irmã. Ele é filho de seu pai com a ex mulher. É incrível o quão boa é relação entre os dois visto que o patriarca separou-se da mãe dele por causa da mãe dela; ele sempre aceitou-a muito bem e prefere até que ela tenha o título de irmã e não meio-irmã, pois a ama demais independente de ser de outra mãe – é super protetor, muito ciumento e está sempre mantendo contato com a mais nova através de mensagens e ligações diárias. Eles também conseguem ser ainda mais estranhos e agitados quando estão juntos. Uma coisa fofa entre os dois é que ela o chama de gigante devido seus 1,88 cm de altura, enquanto ele a chama de bolinho devido ao seu grande gosto por cupcakes. Atualmente, ele está fazendo faculdade de Artes Cênicas e ainda, às vezes, trabalha como modelo para sua mãe – além da beleza, é outro motivo para ser famosinho entre as mulheres, logo, o sentimento de ciumes é recíproco.


⎾ ALERGIAS ⏌
Alergias Alimentares: leite de vaca, frutos do mar e nozes.
Alergia Dermatológica: picadas de abelha.
Alergia Respiratória: asma.


⎾ MEDOS ⏌

◈ Nictohilofobia — medo de florestas escuras
Desde o incidente em Nikko, ficou complicado para a garota colocar os pés dentro de uma floresta novamente, aliás, só faz quando está acompanhada de alguém em quem já depositou sua confiança, caso contrário, nem adianta tentar. Entretanto, quando se trata de florestas escuros, um arrepio sobe por sua espinha só de imaginar estar em um lugar assim sozinha – a propósito, é bem mais difícil de ela estar perto ou ir para um lugar assim mesmo acompanhada. O que vivenciou em Nikko está fortemente marcado em seu corpo, coração e alma; não é algo que conseguiu superar totalmente.

◈ Isolofobia — medo da solidão
É extremamente irracional o quão temerosa é sobre o fato de ficar sozinha. Junseok sabe exatamente o nível desse irracional. Às vezes, tem alguns pensamentos paranóicos de que todos aqueles que ama irão lhe deixar ou, então, piorando, irão morrer ou serão mortos de forma que ela ficará sozinha no mundo – são coisas mirabolantes que passam pela cabeça da menina e que, realmente, deixam-na mal ao ponto de chorar soluçando. Vez ou outra, acaba tendo crises e fica desesperada, geralmente, pessoas mais próximas à ela tem uma capacidade maior de acalmá-la, entretanto, nenhuma consegue ser mais eficiente nisso do que o irmão; para ele acalmá-la, basta permitir que ela escute sua voz (ainda que por telefone).

◈ Talassofobia — medo do mar
Não chega a ser tão grande e marcante quanto os dois anteriores, na verdade, é compreensível e até um pouco engraçado. Esse medo surgiu lá para seus oito a nove anos de idade, tinha ido passar o dia na praia junto de alguns amigos e de sua família, estava todo mundo brincando na água quando apareceu um cardume de peixes e ficaram os rodeando. Ela acabou ficando apavorada com isso e saiu da água aos choros – sem falar da vez em que foi em uma lagoa tomar banho e algumas algas se enrolaram no seu pé, deixando-a apavorada. Desde então, jamais pisou dentro da água de praias novamente, até comparece a esses locais mas não entra no mar.

⎾ GOSTOS & DESGOSTOS ⏌
( + ) anime/mangá; cafés temáticos; lugares aconchegantes; dias ensolarados; animais; ser prestativa; joguinhos de celular; estudar história; ensinar; conversar com o irmão; andar aleatoriamente; observar o pôr do sol; estudar astronomia; instrumentais de piano; jogar tênis e ping-pong; cozinhar (apesar de não fazê-lo bem); livros de suspense e mistério; tirar fotos; filmes de comédia e aventura; parque de diversões; doces; tomar banho; frutas.

( - ) dias de tempestades; cálculos; refrigerante; ir a hospitais; histórias de terror; locais muito barulhentos; altas alturas; escuridão; enfrentar a si mesma; dormir cedo; comida apimentada; sair sozinha; andar de barco; superficialidade e futilidade; ficar longe do irmão; olhar de pena; promessas vazias; falta de pontualidade; roupas apertadas; salto alto; bebidas alcoólicas; ficar doente; prepotência e grosseria; não poder ajudar; ser durona; mentiras.

⎾ HOBBIES ⏌

pesquisar sobre outros países | sonhar acordada
ler mangás/assistir animes | ir à biblioteca | brincar com seu gato
caminhar sem rumo | fotografar | contar estrelas | conversar com junseok
bater recordes de seus jogos | criar composições no piano
tentar aprender novos idiomas (vulgo, espanhol)



"Talvez eu nunca possa voar
Eu não posso voar como as pétalas de flor no ar
Ou como se eu tivesse asas
Talvez eu nunca possa tocar o céu
Mesmo assim quero estender minha mão
Quero correr só mais um pouco"

— AWAKE, Jin.


Par – [x] Sim [ ] Não || Cenas de sexo – [ ] Sim [x] Não



— fic favoritada com gosto e 100% de certeza de presença —
{ confiarei em você, cuide bem da minha neném }


| + M O R E |
Nunca foi muito bem aceita pelos membros da família de seu pai, nem sua mãe, pois estes diziam que elas seriam a desgraça da família e que os levariam a uma má fama por serem de classe inferior; bem, como sua mãe passa a maior parte do tempo trabalhando, o principal alvo é a menina.
Sua asma é bem controlada devido seguir rigidamente seu tratamento, logo, tem a alegria de praticar alguns esportes leves como tênis sem muitos problemas por um bom período de tempo.
Favoritos: amarelo (cor); fairy tail (anime); lírios (flor); primavera (estação); sukiyaki (comida); sete (número); lobos (animal); câmera (objeto).
Possui uma mania chata de adicionar um "ne" (sem acento) no final da maioria de suas frases cotidianas.
Sua voz é muito bonita, porém são poucos os que já ouviram-na cantar.
Gostaria de ser uma exploradora/aventureira.
Tem um pequeno gatinho chamado Happy.
Aprendeu coreano e inglês com Junseok.
Pode tocar piano excepcionalmente.
É de humanas.




@sommika


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