~scarlettow

scarlettow
(( jeongguk's mother; .\\
Nome: .potato leticia ou jujuba de morando ✧( ु•⌄• ) | te amo @jeongzguk ♡
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Indisponivel
Aniversário: 25 de Julho
Cadastro:

FICHAS ━ 𝒊𝒏𝒕𝒆𝒓𝒂𝒄𝒕𝒊𝒗𝒆 𝒇𝒊𝒄𝒔


Postado


1POR FAVOR, vamos respeitar as coleguinhas e não copiar o trabalho alheio, certo?
• Tenhamos bom senso e honestidade. :D

2 — As fichas estão em ordem da mais antiga para a mais nova.
• Para encontrar, use CTRL + F e escreva o nome da sua fic.

3 — Cada uma delas foi escrita e organizada com muito carinho, espero que gostem. ♡


𝐅𝐋𝐘, 𝐋𝐈𝐓𝐓𝐋𝐄 𝐁𝐔𝐓𝐓𝐄𝐑𝐅𝐋𝐘 { 𝐒𝐓𝐑𝐀𝐍𝐆𝐄𝐑 𝐓𝐇𝐈𝐍𝐆𝐒 }


"Não corra atrás das borboletas; plante uma flor em seu jardim e todas as borboletas virão até ela."
E x p r e s s o • D a s • B o r b o l e t a s ⌡


Will you stay by my side?
Will you promise me?
If I let go of your hand, you’ll fly away and break...
I’m scared of that...

{ b u t t e r f l y }

⌜ (n) o m e (c) o m p l e t o ⌟
Arisu Hana Sakamoto (アリス ハナ サカモト)
“ Arisu – variante de alice no japonês | Hana – graciosa; feliz; flor
O real significado de seu nome é flor de linhagem nobre. Ele lhe foi dado por sua avó que, muito tradicional, quis que tivesse um significado bom e bonito afim de que fosse "abençoada" por tal – a idosa sempre acreditou que o significado dos nomes definem o futuro de seu dono, entre outras coisas. Não há muito apelidos para serem dados à menina, todavia, é comumente chamada Ari ou Alice, bem como alguns chamam-na pelo segundo nome, Hana. Particularmente, a garota gosta bastante de seu nome composto.

⌜ (d) a t a (d) e (n) a s c i m e n t o ⌟
Dando ainda mais significado a seu nome, nascera na primavera, no dia 03 de Maio de 1998 o que faz dela uma bela tourina com seus dezoito anos; mas como não acredita em signos, não faz diferença.

⌜ (n) a c i o n a l i d a d e ⌟
Noventa e nove por cento japonesa, mas aquele um por cento coreana.

⌜ (g) ê n e r o ⌟
Feminino.

⌜ (c) i d a d e (n) a t a l ⌟



Teve a honra de nascer onde, atualmente, encontra-se o túmulo de Ieyasu Tokugawa: Nikko, Japão. Apesar de ser uma pequena cidade, suas paisagens e fontes termais são maravilhosas.


{ a p a r ê n c i a }


(hirai momo, twice)
Jovem de aparência angelical e que faz jus a tal. Destacando, desde já, com seus fios quase platinados de tão loiros, mudança feita radicalmente aos seus dezesseis anos de idade e mantida até os dias atuais. Lembrada, também, por sua inseparável franjinha que mantém desde oito anos atrás. A pele extremamente clara, livre de impurezas, tipicamente asiática, é marcada por alguns pontinhos pretos em locais aleatórios, sendo o que tem em sua pálpebra, seu preferido, afinal, só pessoas importantes têm a oportunidade de vê-lo. Sua baixa estatura entra em total consenso com o apelido dado por seu irmão: bolinho, é tão pequena quanto um, com meros 1,60 cm de altura, ou como gosta de brincar, de lindeza. Seu peso é caracterizado como “peso pena”: 46 quilogramas de massa corporal, sim, e tem que admitir tal coisa pois das varias vezes em que fora à praias, quando ventando em demasia, sentia seu corpo ser empurrado para trás como muita facilidade – confessa que tem um pouco de vergonha disso. Apesar disso, seu corpo não é lá grande coisas, não é totalmente cuidado da mesma forma que não é descuidado, mantém uma alimentação saudável mas às vezes não consegue resistir à uma bela pizza ou um belo churrasco. É uma daminha de ouro.



〈 P e r s o n a l i d a d e 〉



"Encantadora menina dos cabelos dourados, por favor, venha afogar-me em sua alegria e deixe-me descansar ao som de sua doce voz... pequena menina de pele clarinha, eu te peço, não deixe sua felicidade escapar, como uma borboleta, não a deixe criar asas e voar, ou tudo que lhe restará será somente... escuridão." — nam jun seok, supplication.


Conhecida entre seus amigos e entes próximos como a garota raio de sol ou mesmo pequena estrela, isso devido à sua personalidade tão acolhedora e brilhante. Sempre muito sorridente e alegre, a japonesa parece ter o poder de contagiar o estado de qualquer ambiente em que estiver com essa alegria notória. Gentileza que agrada, simpatia que encanta, as qualidades da mais nova são bem evidentes antes mesmo de conhecê-la. Educada, divertida, comunicativa, fofa, otimista são bons adjetivos para descrevê-la em um primeiro encontro. Seu quase eterno bom humor permite-a estar sempre fazendo piadas, ainda que sem graça, para deixar uma atmosfera leve a agradável onde quer que esteja, também sua habilidade para fazer imitações é outro motivo para provocar risos naqueles que estão ao seu redor. Uma garota que é bastante curiosa e não se permite descansar até que mate sua curiosidade, da mesma forma que também é muito preocupada e não consegue ficar em paz enquanto não sanar tal preocupação – exemplo disso é quando, em seu caminho, aparece pessoas sem felicidade; simplesmente, não consegue ter paz enquanto não tentar ajudar as tais. Quase no piloto automático, sua atenção tende a prender-se naqueles que não desfrutam da alegria que espalha por onde passa, naquele que parecem ter uma bolha invisível envolta de si que impede a passagem da felicidade – são esses que têm o prazer de ter uma “Arisu chata e incansável” lhe perturbando, afim de ajudar no que for possível. E, de certa forma, sabe bem como lidar com esse tipo de pessoa desde que não seja tratada com extrema grosseria, pode até aguentar um pouco, entretanto, quando há um exagero, geralmente, Junseok toma a frente da situação e afasta a irmãzinha do sujeito que está a machucando. Além de ser pacífica, também é pacificadora, uma coisa você pode ter certeza: uma briga não durará por muito tempo se ela estiver por perto, digamos que a loira sabe expressar-se muito bem com as palavras e, bem... persuadir alguém a parar de discutir não é algo ruim.

"Por que fingir ser feliz e esconder tua tristeza atrás de um sorriso desbotado?
Não ha necessidade de rir para não doer. Vai doer do mesmo jeito."
— BARTOLOMEU PARREIRA.

É daquele tipo de pessoa que tende levar dores alheias para si, empatia nunca foi um problema para ela mas incomoda o irmão mais velho que se preocupa quando esta vai pedir um abraço ou um conforto devido a problemas de outrem que tomou para si, de forma que pode sentir a dor o outro – não na mesma intensidade, claro. Chega a ser até um pouco cômico o jeito infantil que relata ao mais velho sobre o que está sentindo a respeito. Boa ouvinte e conselheira, compreensiva, gosta de ajudar; essas são outras qualidades da menina que você tem o prazer de descobrir ao conhecê-la um pouco mais. Entretanto, apesar de saber como ajudar outrem a resolver seus problemas, não sabe lidar com os seus próprios e, basicamente, acaba acumulando uma grande quantidade de 'sofrimento' dentro de si na qual disfarça com uma mascara de felicidade. Para ser sincera, talvez, Junseok seja o único que tem pleno conhecimento do grande buraco que a pequena carrega dentro de si, todavia, este não está vazia, pelo contrário e muito pior, está completamente preenchido... de lágrimas, tristezas, gritos, dores. Um verdadeiro inferno. Este que só vem à tona quando está a sós consigo mesma ou com o irmão, onde deixa essas lágrimas caírem sem pudor enquanto tem os encantadores fios dourados afagados pelo mais velho. Devido a um passado não muito bom, feridas profundas e não saradas foram causadas na menina, feridas que carrega até hoje apenas com um band-aid em cima dizendo "já já a dor passa" mas esse já já nunca chega. Esses ferimentos emocionais foram causados por diversas pessoas, desde aquele no qual não tem nenhuma relação de sangue até aqueles no possui essa relação, entretanto, não se deixou levar pela raiva e pelo ódio; prometera a si mesma que nunca faria mal a alguém por causa de pessoas que a maltrataram no passado, pelo contrário, iria dar o seu melhor para fazer a vida de alguém mais colorida, mais alegre – ainda que não recebesse um gesto de gratidão. Prometeu ser a mudança que quer ver no mundo.

"Focando em coisas que irão me animar cada vez mais;
Quer que eu diga meu segredo para a felicidade?"
— HAPPINESS.

Ari é uma pessoa de boa convivência, o pouco de sua presença é o suficiente para mudar um ambiente. Pode até não parecer de início mas detesta superficialidade, por isso pergunta demais, por isso é curiosa demais, gosta de se aprofundar nas pessoas, de conhecer seu mais íntimo. Logo, comunicação para ela não é algo complicado, é fácil até demais. Promessas para ela tem muito valor, principalmente as de dedos mindinho, então saiba que se quebrar uma promessa feita à japonesa, a confiança que talvez tenha posto em você também será quebrada e para reconstruir, vai ser complicado. Insegura, indecisa, desmotivada são adjetivos que descrevem bem a menina em seus defeitos. Costuma temer o futuro e por causa disso, tende a pensar demais antes de fazer qualquer coisa; principalmente se for de grande importância para ela, não consegue ser impulsiva. Normalmente, é muito ingênua e acaba sendo objeto de pessoas ruins, além disso, é crédula em demasia, acredita em quase qualquer coisa que falem para ela e isso é um grande problema. O que lhe falta em determinação, tem de sobra em dedicação. Não chega a ser perfeccionista mas gosta de fazer as coisas direito, gosta de receber elogios, então sempre dá seu melhor quando algo está sob sua responsabilidade. Podemos dizer que sim, a garota perdoa muito facilmente mas esquecer é outro caso, geralmente, quando é magoada, consegue até aceitar um pedido de desculpas mas será difícil acreditar, confiar e até mesmo conversar com a pessoa normalmente; precisa de um pequeno tempo para se recuperar. Honestidade e sinceridade poderiam ser seus sobrenomes, e olha que não o faz de forma grosseira, sempre escolha as melhores palavras para não machucar ninguém – a verdade é sua companheira, qualquer tipo de falsidade e mentira não é bem vinda. Como já foi mostrado, seu emocional não é um lá dos melhores, por isso, qualquer palavrinha dita com más intenções pode acabar marcando a menina – dependendo da situação – mas quando isso acontece, consegue aliviar um pouco da carga com o irmão; este está sempre pronto pra ouvi-la e ajudá-la como puder. Uma garota muito observadora e atenta, quando está concentrada, é difícil algo escapar de seus olhos. Dificilmente você a verá tendo atitudes ousadas, poucas são as vezes em que tem coragem para tal, porém, quando trata-se de ser a força de alguém, é certo que entregará todo seu coração nessa causa e fará o que for possível.


"Bom seria se eu não soubesse camuflar tão minhas emoções, bom seria se eu pudesse não ter mais medo de mostrar meus sentimentos. Sinto-me presa, como uma borboleta dentro de um pote de vidro, vendo o mundo passar sem poder acompanhá-lo mas bem, pelo menos, todos que olham esse pote pelo lado de fora podem desfrutar de sua beleza, da alegria que a pequena borboletinha transmite ao voar nesse espaço apertado. E até que alguém me liberte, pois não o consigo sozinha, permanecerei aqui... vendo você sorrir." — arisu hana sakamoto, exteriorization.

〈 H i s t ó r i a 〉



Era uma vez... uma jovem chamada Mari e um rapaz pelo qual se apaixonou. Ambos perderam-se no olhar um do outro durante a festa de recepção no local onde iriam trabalhar juntos. Com o tempo, após essa festa, eles se tornaram amigos e logo já estavam em um relacionamento sério, todavia, o que vem muito fácil, também vai embora fácil. Então chegou o dia em que eles se amaram e tiveram a chamada melhor noite de suas vidas; tudo estava bem até três semanas mais tarde. Com frequentes enjoos, cólicas e atraso menstrual, resolvera a jovem ir a seu médico e lá descobriu estar grávida. Ao contar a notícia para seu amado, não teve a reação que esperava e, no dia seguinte, ele não estava mais lá. Como um belo covarde, o rapaz sumiu do mapa. Após isso, mudou-se para a cidade de seus pais que ficava 140km de Tokyo, onde morava, e deu partida a sua vida como mãe solteira.


Em uma noite fresca de primavera, o desabrochar de uma belíssima flor começou no 獨協医科大学 (Dokkyo Medical University), exatamente às 20h00, uma linda menina dava seus primeiros sinais de vida ao chorar nos braços da mãe que somente sabia sorrir diante de tanta alegria. Atendendo ao último pedido de sua avó antes de falecer, sua progenitora batizou-lhe de...
A r i s u H a n a.

[...]

Talvez o período mais marcante de toda sua vida tenha sido, de fato, sua infância. Era uma boa época em que tinha amigos verdadeiros e uma maravilhosa qualidade de vida, junto de seu avô e de sua mãe, moravam perto de uma pequena mas densa floresta que era conhecida por causa de sua belas árvores floridas; por ela também corria um pequeno riacho que se encontrava com um dos lagos mais aclamados da cidade, a propósito, também havia um pequeno segredo: caso você atravessasse toda a floresta em sentido oeste, poderia encontrar as ruínas de um antigo templo. Por ser uma cidadezinha, boa parte das pessoas se conheciam e mantinham uma boa comunicação, eram poucos os que não se socializavam, e justamente por isso que vivia indo com seus amiguinhos para essa floresta durante a tarde depois das aulas. Contavam histórias, brigavam de esconde-esconde, penduravam-se nas árvores, tornavam-se verdadeiras crianças – às vezes, até passavam a noite na casa da Sakamoto por ser a mais próxima do local. Também havia momentos em que ela ia para lá sozinha, geralmente, quando estava triste ou magoada passava boas horas junto as árvores e desabafava tudo o que estava sentindo para elas; não há ninguém que tenha ouvido mais os problemas dessa menina do que aquelas árvores. Outra curiosidade é que a menina só conseguia se concentrar para estudar e fazer os exercícios escolares quando sentava-se sozinha debaixo de uma delas. Era um período de paz e harmonia consigo mesma que, se pudesse voltar, voltaria sem hesitar. Entretanto, quando tudo está bem, bem demais, a vida sempre dá um jeito de mudar e surpreender mas... nem sempre com coisas boas.

Tinha acabado de completar seus dez anos de idade e, como de costume, estava a caminho daquela floresta que tanto amava porém sozinha – a maioria de seus amigos já não moravam mais em Nikko, alguns haviam ido para Tokyo e outros até mesmo saíram do país, porém contentava-se com os poucos que permaneceram. Estava voltando da escola após passar boa parte da tarde estudando junto de um amigo chamado Hideki, amigo este também pelo qual era apaixonada desde seus sete anos de idade, tempo em que o conheceu. Seu objetivo era relatar à suas amigas inseparáveis sobre o que aconteceu enquanto estudava com ele e o quão fofas eram suas atitudes e ações para com ela durante os estudos, entretanto, tudo se corrompeu muito rápido. Em um momento, estava de pé com um sorriso nos lábios enquanto rodopiava olhando as copas floridas e no momento seguinte, estava jogada no chão com lágrimas nos olhos e tremendo de medo, enquanto um jovem de aparentemente dezessete anos lhe imobilizava com um terrível sorriso do qual jamais se esqueceu. Naquele final de tarde, sua inocência lhe foi arrancada. Era somente um garotinha feliz com seus meros dez anos de idade, ingênua o suficiente para acreditar que naquela cidade só havia boas pessoas com intenções agradáveis; só então percebeu o quão errada estava a sua forma de pensar sobre o mundo.

Como já dito, era uma pequena cidade então o culpado logo foi encontrado e julgado, mas as marcas permaneceram lá. Os pais, que antes permitiam seus filhos andarem sozinhos por aí devido a cidade ser tranquila, já não deixavam mais seus herdeiros terem a liberdade de brincar e correr por aí; os estabelecimentos passaram a fechar mais cedo que o normal; as pessoas não mais se cumprimentavam direito. Um acontecimento envolvendo duas pessoas, afetou toda a cidade de maneira gritante. Arisu já não podia mais estar na companhia de suas amigas árvores pois agora tinha medo... medo de estar lá e novamente ser atacada, não havia mais vontade de estar lá. Aos poucos, foi se isolando de seus colegas e amigos, da mesma forma, aos pouquinhos, eles também foram se esquecendo dela. Por dois anos manteve-se trancafiada dentro de casa pelo medo de sair novamente, ainda que acompanhada, e durante todo esse tempo, aqueles que chamava de amigos só lhe procuraram diretamente exatas quarenta e três vezes, indiretamente através de sua mãe ou seu avô, apenas vinte vezes, por ligações meras doze vezes e por carta somente três vezes, sendo essas três, todas de Hideki. Na primeira, ele escreveu sobre ela, dizendo o quanto era bonita e que não deveria se esconder mas sim que deveria se mostrar, se reerguer como uma linda flor – ou seja, expressou todos seus sentimentos para com ela, visando fazê-la se sentir melhor; e na segunda, ele escreveu sobre novos acontecimentos, dizendo como era seu dia a dia na escola e em casa, também relatou sobre os novos alunos que chegaram e ainda citou uma certa menina pelo qual começou a mostrar interesse; por fim, na terceira, escreveu seu adeus, o seu último amiguinho de infância estava se mudando para New York junto a família devido ao emprego de seu pai. Esse foi o marco inicial para começar tudo dar errado.

[...]



No ano seguinte, com o falecimento de seu avô, sua mãe tomou a decisão de voltar para Tokyo para que pudesse dar um melhor destino para sua filha. Morando em um apartamento no centro da cidade, a mulher começou a trabalhar como contadora na filial da empresa do famoso e poderoso empresário Nam In Seok, aos poucos, fora se mostrando cada vez mais eficiente e experiente no assunto, ganhando, então, várias promoções que lhe levaram até o posto de secretária do chefe – que, aliás, não era o senhor Nam já que este trabalhava na sede, em Seoul. Entretanto, por acontecer certos problemas com o chefe da filial, o próprio teve que fazer uma viagem até Tokyo para resolver os problemas com ele e nessa viagem, conheceu Mari; mulher que teve o potêncial perfeito para atrair sua atenção através da beleza e inteligência. Acabou envolvendo-se demais com ela e, quando menos percebeu, já havia tomado a decisão de tê-la para si – de qualquer forma, seu casamento já não estava dando mais certo e não havia como reparar. Por isso, ao voltar para a Coreia, levou Mari e sua filha junto.

[...]

Agora, com seus trezes anos de idade, havia ganhado um pai muito rico e conhecido além de, também, ter um meio irmão mais velho muito bonito – entretanto, de início, isso foi um problema pois desde aquele acontecimento, não soube mais como lidar com meninos senão Hideki. Foi necessário mais um ano até que se acostumasse com a ideia de que possuía uma "família completa": pai, mãe e irmão. De fato, até que era uma coisa boa, poderia comemorar o dia dos pais e o natal sem se sentir mal, poderia ir para a escola na companhia de um irmãozão animado e super protetor que lhe fazia sentir-se segura e o melhor de tudo: podia ver sua mãe com um sorriso que nunca vira antes. Estava feliz, realmente feliz, mas sabe como é né, a vida sempre dá o jeitinho dela. Depois que começou a frequentar a 반포중학교 (Banpo Middle School) começou a ter alguns problemas com alunos veteranos, mas não porque os atrapalhava ou algo semelhante, pelo contrário, sempre fazia o possível para não ser um peso para ninguém, entretanto, havia um pessoal que não gosta de si e estavam sempre lhe afortunando de todas as maneiras que podiam – não era mais tão temerosa quanto antes, às vezes até atrevia a se defender porém eles pioravam o tratamento quando o fazia, logo, o medo começou a voltar aos pouco e então já não ousava nem levantar a cabeça quando os insultos e brincadeiras de mal gosto iniciavam. E não contava para ninguém sobre, não pedia ajuda pois temia que piorasse, fazia o possível para aguentar a pressão toda sozinha, por mais que lhe rendesse noites em claro chorando; até que Junseok descobriu tudo.

Fora logo no inicio das aulas pós férias de julho, quando fora fazer uma surpresa a mais nova ao ir buscá-la no colégio e encontrou ela cercada por uma rodinha de alunos enquanto um grupinho de três estavam no meio junto à ela, insultando-a. Não deixou passar barato, depois de levar a menina para casa e obrigá-la a explicar o que estava acontecendo naquela hora, Hana contou tudo para ele desde o início até aquele momento e também disse os nomes daqueles que “lideravam” tudo após o mais velho pedir-lhe – este, contou a seus pais o ocorrido e logo os pauzinhos começaram a se mover, dentro de poucos dias, um dos garotos fora expulso pois este atreveu-se agredir a menina uma vez e os outros foram suspensos por uma semana, além de perderem pontos em comportamento. Então tudo se acalmou, mas depois disso tudo, eram poucos que se aproximavam da japonesa e por isso começou a se tornar solitária – mas como já dito, seu modo de enfrentar isso tudo era através de sorrisos e sendo agradável; no final, esse modo de ser começou a atrair pessoas e mais pessoas, logo, já estava “rodeada de amigos”, o problema era que ainda continuava sentindo-se só porém não expressava isso, apenas guardava para si afim de não perturbar ninguém. No seu último ano na escola fundamental, antes de completar quinze anos, conheceu um garoto chamado Park Hyun Woo; este aproximou-se de si pedindo informação por ser novo na escola e em pouco tempo, já estava bastante próximos por terem caído, ironicamente, na mesma classe – ele era bem divertido e tinha a habilidade de mudar o ambiente, além de ser muito inteligente e possuir uma beleza excepcional, não foi estranho ele ter se tornado o queridinho das meninas, e bem, nem mesmo Arisu conseguiu resistir: apaixonou-se por ele. Foi nesse momento em que errou. Não deveria ter deixado seu coração nas mãos dele.

Depois que perdera sua paixão (Hideki) de Nikko, nunca mais confiara seu coração dessa forma a ninguém, Hyunwoo fora o primeiro em muito tempo. Era início da primavera do ano seguinte, coincidentemente os dois acabaram indo para a mesma High School estudar o primeiro ano, lá acabaram ficando ainda mais próximos (mesmo que em classes diferentes dessa vez) e a menina cada vez mais apaixonada; eles passavam muito tempo juntos e Ari confiava muito no menino, às vezes, ele parecia corresponder seus sentimentos e por isso, nutria uma forma esperança em seu coração de que tudo iria dar certo... mas não deu. Um dia, ele chegou todo empolgado e anunciou sobre um namoro que havia acabado de iniciar: o dele próprio; era com uma garota de outra escola que vinha conversando fazia um tempo, estava tudo oculto porque não queria que ninguém atrapalhasse o provável romance dos dois – com essa notícia, o coração dela partiu-se em vários pedaços e não conseguiu mais guardar para si. Confessou tudo o que sentia para ele dois dias depois no jardim da escola e lá foi rejeitada por ele, também foi lá que a amizade entre os dois findou-se pois não conseguiram conversar normalmente após a confissão da japonesa. A propósito, fora aí que prometeu a si mesma que nunca mais apaixonar-se-ia novamente.

[...]



"Eu tenho escondido isso, vou te contar uma coisa
Apenas para deixar enterrado
Agora eu não posso mais suportar isso
Por que eu não podia dizer, então?
Tenho estado ferido, de qualquer maneira
Realmente, eu não posso suportar isso"
(stigma)

[...]

Após esse período, a relação com seu irmão acabou melhorando mais do que imaginava pois este passou a ser muito mais presente após o período em que sofria com seus colegas de escolas, então, rapidamente ficou sabendo sobre seu coração partido e passou a ficar ainda mais presente e ciente do estado emocional precário da mais nova. Começou a cuidar dela de tal forma que nem pareciam se filhos de pais e mães diferentes era como se, de fato, tivessem laços de sangue. Com sua decisão de enfrentar todos os seus pesadelos com um sorriso ainda de pé, o único que ficou sabendo de seu coração machucado fora Junseok, nem mesmo seus pais foram informados ou perceberam isso (apesar de estranharem o fato de ela não mais comentar sobre o tal Hyunwoo), e tendo seu irmão lhe sustentando em qualquer problema que aparecia, pôde levar sua vida um pouco melhor. Faltando pouco para o findar do ano, o mais velho sugeriu-lhe mudar de escola para que não precisasse mais enfrentar o rosto do coreano todos os dias e acabar fraquejando; sabia que estaria fugindo mas seria a melhor coisa a se fazer. Por isso, como lhe foi sugerido, o fez. No próximo ano, seria uma das novatas do internato Autumn Leaves.


E foi assim que a pequena flor começou a crescer e ficar cada vez mais bela, cada vez mais atrativa e cativante. Com doces palavras fazia amigos, com pequenas atitudes conseguia mudar a vida de pessoas, com coração aberto recebia os males alheios sem reclamar. Não espera que isso acabe tão cedo, na realidade, pensa em levar tudo o que lhe aflinge dentro de si para o túmulo porém se você acha que pode ajudá-la, por favor, o faça...



〈 F a m í l i a 〉


Sakamoto Mari • 41 anos • mãe (gong li)
“ I will become a flower and become your own flower path ”
Uma mulher de personalidade forte e decidida, que batalhou para ajudar sua família, que não teve medo de assumir a vida de mãe solteira. Fizera tanto por sua filha no passado que, atualmente, quando Arisu lembra-se disso, não consegue segurar as lágrimas; é extremamente agradecida a progenitora por não ter desistido de si, por não tê-la culpado, por tê-la amado como uma verdade mãe. A mulher é como sua melhor amiga, está sempre informada sobre o seu desempenho escolar e sabe também o quanto a menina ajuda seus colegas e amigos – entretanto, não tem conhecimento sobre os sofrimentos da filha pois esta decidiu não contar, por motivo de não querer preocupá-la uma vez que a mulher tem se mostrado feliz como nunca foi antes. Antes trabalhava de maneira rotativa, parecia que a cada dois meses era um trabalho em um setor diferente, mas depois que se casou com InSeok e mudou-se para a Coreia, fixou-se em um restaurante japonês onde, hoje, é chef e gerente – além de ter planos para abrir o seu próprio. Curiosamente, seu nome significa “perfeição” e a mulher é bastante rígida e perfeccionista em seu trabalho.


Nam In Seok • 40 anos • pai (jo in sung)
“ your beginning will seem humble, so prosperous will your future be ”
Homem de negócios. Pode até não parecer de início mas até que é um bom pai, mesmo que boa parte de seu tempo seja gasto dentro do seu escritório de presidente em sua empresa ou, então, no escritório de sua casa. Não conversam muito mas ele está sempre informado sobre seu dia a dia através da esposa, além de também ter Junseok que vez ou outra acaba falando sobre a mais nova durante suas conversas. Têm um relacionamento razoável, o homem é muito quieto e sua expressão facial é muito fria, o que acaba desencorajando a menina de se aproximar, todavia, é perceptível que ele se preocupa com ela como se fosse, de fato, sua filha de sangue – a propósito, ele tem a mania de deixar recados na geladeira e os mais expressivos, até escrito em um papel diferente, são direcionados a loira; que também sempre deixa sua resposta, logo, esse é o meio de comunicação entre os dois mais eficiente. Por causa dele, passou a ser classe alta (não que isso seja importante) e ela e sua mãe puderam desfrutar de uma vida muito melhor do que antes, tanto no sentido financeiro quanto psicológico/emocional; apesar disso, não gostam de ser extravagantes, o patriarca é o único que está sempre de terno e coisas assim.


Nam Jun Seok • 20 anos • meio-irmão (nam joo hyuk)
“ why is it so dark where you’re not here? ”
Assim como a menina, Junseok tem uma personalidade muito divertida e calorosa, uma criança grande como Ari gosta de dizer, a diferença entre os dois é que o mais velho tem um emocional mais forte e bem cuidado que o da irmã. Ele é filho de seu pai com a ex mulher. É incrível o quão boa é relação entre os dois visto que o patriarca separou-se da mãe dele por causa da mãe dela; ele sempre aceitou-a muito bem e prefere até que ela tenha o título de irmã e não meio-irmã, pois a ama demais independente de ser de outra mãe – é super protetor, muito ciumento e está sempre mantendo contato com a mais nova através de mensagens e ligações diárias. Eles também conseguem ser ainda mais estranhos e agitados quando estão juntos. Uma coisa fofa entre os dois é que ela o chama de gigante devido seus 1,88 cm de altura, enquanto ele a chama de bolinho devido ao seu grande gosto por cupcakes. Atualmente, ele está fazendo faculdade de Artes Cênicas e ainda, às vezes, trabalha como modelo para sua mãe – além da beleza, é outro motivo para ser famosinho entre as mulheres, logo, o sentimento de ciumes é recíproco.


⎾ ALERGIAS ⏌
Alergias Alimentares: leite de vaca, frutos do mar e nozes.
Alergia Dermatológica: picadas de abelha.
Alergia Respiratória: asma.


⎾ MEDOS ⏌

◈ Nictohilofobia — medo de florestas escuras
Desde o incidente em Nikko, ficou complicado para a garota colocar os pés dentro de uma floresta novamente, aliás, só faz quando está acompanhada de alguém em quem já depositou sua confiança, caso contrário, nem adianta tentar. Entretanto, quando se trata de florestas escuros, um arrepio sobe por sua espinha só de imaginar estar em um lugar assim sozinha – a propósito, é bem mais difícil de ela estar perto ou ir para um lugar assim mesmo acompanhada. O que vivenciou em Nikko está fortemente marcado em seu corpo, coração e alma; não é algo que conseguiu superar totalmente.

◈ Isolofobia — medo da solidão
É extremamente irracional o quão temerosa é sobre o fato de ficar sozinha. Junseok sabe exatamente o nível desse irracional. Às vezes, tem alguns pensamentos paranóicos de que todos aqueles que ama irão lhe deixar ou, então, piorando, irão morrer ou serão mortos de forma que ela ficará sozinha no mundo – são coisas mirabolantes que passam pela cabeça da menina e que, realmente, deixam-na mal ao ponto de chorar soluçando. Vez ou outra, acaba tendo crises e fica desesperada, geralmente, pessoas mais próximas à ela tem uma capacidade maior de acalmá-la, entretanto, nenhuma consegue ser mais eficiente nisso do que o irmão; para ele acalmá-la, basta permitir que ela escute sua voz (ainda que por telefone).

◈ Talassofobia — medo do mar
Não chega a ser tão grande e marcante quanto os dois anteriores, na verdade, é compreensível e até um pouco engraçado. Esse medo surgiu lá para seus oito a nove anos de idade, tinha ido passar o dia na praia junto de alguns amigos e de sua família, estava todo mundo brincando na água quando apareceu um cardume de peixes e ficaram os rodeando. Ela acabou ficando apavorada com isso e saiu da água aos choros – sem falar da vez em que foi em uma lagoa tomar banho e algumas algas se enrolaram no seu pé, deixando-a apavorada. Desde então, jamais pisou dentro da água de praias novamente, até comparece a esses locais mas não entra no mar.

⎾ GOSTOS & DESGOSTOS ⏌
( + ) anime/mangá; cafés temáticos; lugares aconchegantes; dias ensolarados; animais; ser prestativa; joguinhos de celular; estudar história; ensinar; conversar com o irmão; andar aleatoriamente; observar o pôr do sol; estudar astronomia; instrumentais de piano; jogar tênis e ping-pong; cozinhar (apesar de não fazê-lo bem); livros de suspense e mistério; tirar fotos; filmes de comédia e aventura; parque de diversões; doces; tomar banho; frutas.

( - ) dias de tempestades; cálculos; refrigerante; ir a hospitais; histórias de terror; locais muito barulhentos; altas alturas; escuridão; enfrentar a si mesma; dormir cedo; comida apimentada; sair sozinha; andar de barco; superficialidade e futilidade; ficar longe do irmão; olhar de pena; promessas vazias; falta de pontualidade; roupas apertadas; salto alto; bebidas alcoólicas; ficar doente; prepotência e grosseria; não poder ajudar; ser durona; mentiras.

⎾ HOBBIES ⏌

pesquisar sobre outros países | sonhar acordada
ler mangás/assistir animes | ir à biblioteca | brincar com seu gato
caminhar sem rumo | fotografar | contar estrelas | conversar com junseok
bater recordes de seus jogos | criar composições no piano
tentar aprender novos idiomas (vulgo, espanhol)



"Talvez eu nunca possa voar
Eu não posso voar como as pétalas de flor no ar
Ou como se eu tivesse asas
Talvez eu nunca possa tocar o céu
Mesmo assim quero estender minha mão
Quero correr só mais um pouco"

— AWAKE, Jin.


Par – [x] Sim [ ] Não || Cenas de sexo – [ ] Sim [x] Não



— fic favoritada com gosto e 100% de certeza de presença —
{ confiarei em você, cuide bem da minha neném }


| + M O R E |
Nunca foi muito bem aceita pelos membros da família de seu pai, nem sua mãe, pois estes diziam que elas seriam a desgraça da família e que os levariam a uma má fama por serem de classe inferior; bem, como sua mãe passa a maior parte do tempo trabalhando, o principal alvo é a menina.
Sua asma é bem controlada devido seguir rigidamente seu tratamento, logo, tem a alegria de praticar alguns esportes leves como tênis sem muitos problemas por um bom período de tempo.
Favoritos: amarelo (cor); fairy tail (anime); lírios (flor); primavera (estação); sukiyaki (comida); sete (número); lobos (animal); câmera (objeto).
Possui uma mania chata de adicionar um "ne" (sem acento) no final da maioria de suas frases cotidianas.
Sua voz é muito bonita, porém são poucos os que já ouviram-na cantar.
Gostaria de ser uma exploradora/aventureira.
Tem um pequeno gatinho chamado Happy.
Aprendeu coreano e inglês com Junseok.
Pode tocar piano excepcionalmente.
É de humanas.




@sommika


𝐈'𝐌 𝐒𝐎 𝐇𝐎𝐓 { 𝐆𝐎𝐒𝐒𝐈𝐏 𝐆𝐈𝐑𝐋 }


“Na verdade, não espere nada de mim; além de egoísta, tenho o costume de ser imprevisível.”



When you think it’s too late
You’ve already fallen for me, it’s out of your control
You knew everything from the start
And now you’re blaming it all on me?

{ p l a y b o y }

〈 NOME COMPLETO 〉
Leonardo “Leon” Nathan Wynn' Yokoyama
" Leonardo; valente como um leão | Nathan; dádiva, presente, dom "
O significado dado à junção dos dois nomes é dom da valentia de um leão. Claramente, quem lhe deu esse nome fora sua mãe biológica, uma japonesa tradicional que levava o misticismo a sério e, por isso, para ela tudo deveria ter um significado mais profundo. Esse nome lhe foi dado visando que, no futuro, ele se tornasse tão majestoso e forte como o rei da selva, o leão. De qualquer forma, Leon como prefere ser chamado nunca levou isso a sério e apenas deixa isso como o resultado de ter nascido em uma família de "loucos".

⦃ a p e l i d o s ⦄
Leon ▷ apelido que funciona quase como seu nome, também prefere ser chamado dessa forma; todos chamam-no assim.
Nate ▷ outra forma de chamá-lo, porém menos comum; geralmente, só os mais íntimos adotam esse apelido.
Storm ▷ devido à sua personalidade caótica, recebeu o título de tempestade de seus colegas; forma que é conhecido/identificado.
Xingamentos em geral ▷ bem, esse já se auto justifica.

〈 DATA DE NASCIMENTO 〉
Sendo do signo de leão com seus dezessete anos de idade, já sabemos
que nascera na data de 26 de Julho de 1999.


〈 SITUAÇÃO FINANCEIRA 〉
Devido ao emprego de seus pais, podem viver
muito bem na classe média alta.


〈 ORIENTAÇÃO SEXUAL 〉
Bissexual.

〈 GRUPO SOCIAL 〉
Bem, apesar de ser óbvio, é um playboyzinho de primeira.



(jeon jung kook, bts)
“De olhos castanhos e pele branquinha, Leon passa seduzindo as gatinhas!”
De fato, é um menino sedutor, não há como negar ainda que o deteste. A começar por seu corpo muito bem trabalho e definido, não existe um exagero, pelo contrário, é musculoso na medida certa – de forma que, mesmo que tenha um rostinho fofo, seu corpo mostra que é realmente um homem em andamento; isso é fruto dos esportes que sempre pratica, tendo uma leve ajuda da academia. Sua face é marcada por traços delicados mas, ao mesmo tempo, masculinos; é realmente interesse olhar para ele e ver um menino fofo aparentemente comportado e no segundo seguinte, ver um rapaz de olhar galante cheio de segundas intenções. Os fios curtos atualmente não carregam mais a cor preta natural, depois de clareá-los para um loiro acastanhado e não gostar, pintou-os de um castanho escuro que se assemelha ao preto, de forma que só percebe-se que é castanho quando está em um ambiente claro – manteve-o assim desde seus dezesseis anos, e não pretende mudar. Sua estatura não passa de 1,78 centímetros, bem como sua massa corporal está estagnada em 66 quilogramas. Os olhos puxados é outra característica marcante do menino, estes têm o poder de dar ao menino uma aparência mais fofa, mais gentil, entretanto, basta olhar no fundo de seu olhos para perceber que não é bem assim – todavia, há aqueles que não conseguem fugir e caem em sua armadilhas. Outra característica bonitinha em Leon são os seus dentes, eles não são perfeitamente alinhados, suas arcadas dentárias são levemente mais para frente na vertical e não perfeitamente reto, o que faz com que lembre um coelhinho ao abrir um meio sorriso, uma vez que somente os dois dentes da frente aparecem (xx). Suas roupas resumem-se a peças simples com cores neutras, apesar de ter dinheiro, valoriza mais seu próprio conforto – e geralmente, você irá encontrá-lo com blusas jeans ou jaquetas no estilo baseball, são suas peças preferidas; ah, outra coisa que é fundamental: óculos escuros, nunca sai de casa sem eles.



⎾ DIA A DIA ⏌


⎾ FESTAS ⏌


⎾ FORMAL ⏌


⎾ BAILE ⏌


⎾ PRAIA ⏌


⎾ PIJAMA ⏌


▷ (p)ersonalidade



Para você lembrar-se do asiático, basta não esquecer-se da palavra catástrofe. A melhor palavra que pode definir um dos meninos mais arteiros para se encontrar em seu caminho. Normalmente, costuma ser levado pelo calor do momento e acaba criando confusões por causa disso; aliás, confusões estas que, espertamente, consegue fugir e deixar a culpa cair nas costas de outro de forma que apenas assiste tudo de longe com uma taça de vinho em mãos. Esse é Leon Nathan.


Um garoto caracterizado por sua forma livre e aventureira de ser, um alguém que não teme o desconhecido e está pronto para enfrentar as consequências de seus atos, afinal, o objetivo é não se arrepender de nada no futuro. Leva sua vida despreocupadamente sem se importar com fofocas ou brigas cotidianas, isso não lhe interessa, basta ignorar que o autor disso tudo acaba levando um tapa na cara vendo quem realmente é – e bem, quando ele não perceber, basta liberar um pouquinho do “veneno” guardado dentro de si através do deboche, como ama fazer. Ele é como uma cobra: fica quieto esperando a hora de dar o bote. Ah, se as pessoas pensassem ao menos um pouco antes de tentarem ir perturbar o inglês; a vida dele seria tão chata... bem, Leon agradece.

A cobra simboliza a força vital, o renascimento, a renovação, a criação,
a vida, a sensualidade, a dualidade, a luz, a escuridão, o mistério,
a tentação, o engano, a morte, a destruição.

Independente, comunicativo, audacioso e prático são bons adjetivos para descrever esse menino, mas sempre há aquele que se destacam mais como, por exemplo, prepotente. Definitivamente, isso não tem nada a ver com dinheiro, na verdade, é a junção de sua inteligência com o fato de que sempre as pessoas de mente fraca estão se jogando ao seus pés, isso acabou dando-lhe um péssimo costume de sempre olhar para os outros com um olhar de superioridade – e bem, em uma parte da história, acabou sendo dominado por isso e carrega as marcas em sua personalidade. Uma rapaz que é decidido de seus planos e não os altera facilmente, isto é, a chamada famosa teimosia que leva ele ser bastante indisciplinado e rebelde para com suas decisões, principalmente quando relacionadas ao seu pai, ai mesmo que ele vai fazer de tudo para tomar o caminho contrário do qual o progenitor recomendou; digamos que Nate às vezes é, realmente, muito demente. É vaidoso, auto-suficiente, egoísta, egocêntrico – basicamente, é como se só existe ele e, sendo assim, fosse a coisa mais importante do mundo; o que sabemos não ser verdade. Todavia, na cabeça do Wynn, é só ele e mais ninguém. Na escola, apesar de seu comportamento não ser lá muito exemplar, pode ser considerado um dos alunos mais inteligente e eficiente uma vez que, para começar, ele aprende a matéria rapidamente só de prestar atenção nas aulas, além disso, seus exercícios estão quase sempre completamente certos e seus trabalhos são entregues na data pedida com exatidão; sem falar que são impecáveis. Possui um temperamento certo para liderar, entretanto, na visão dele isso é algo muito estressante então prefere apenas deixar isso quieto – apesar disso, é possível vê-lo sendo um ótimo estrategista e líder quando se trata de esporte, especialmente quando é basquete.

I’m still standing here with my eyes closed;
Lost between the deserts and oceans.
I’m still wandering...
Where should I go?

Leon é um serumaninho que ama usar e abusar do sarcasmo e ironia; caso um dia você não o veja usando ambos em suas conversão do cotidiano, das duas é uma: ou algo está o incomodando o suficiente para fazê-lo perder a vontade irritar as pessoas ou está doente ao ponto de não ter forças para pensar em como irritar as pessoas. Como já foi citado brevemente, ele não é de bater de frente com alheios devido a motivos fracos ou fofocas, tudo isso é simplesmente ignora, exceto quando trata-se de algum infeliz resolvendo abrir a boca para insultar sua falecida mãe – para falar a verdade, qualquer coisa relacionada a ela acaba mexendo com ele de alguma forma, por exemplo, no aniversário de sua morte (26/05) acaba ficando bastante melancólico e muito quieto, sempre preferindo esconder-se de todos. Quando quer, pode ser um alguém bastante cruel e frio, dizendo palavras ou citando certas coisas que ele tem completa noção de que irá atingir seu ouvinte; por isso, sempre bom mantê-lo como um bom amigo ou ter uma boa relação de colegas, afinal, quando resolve bancar o menino mau, não existe piedade em seu vocabulário – aliás, ele é vingativo e “garoto mau” acaba vindo à tona em suas vinganças. Apesar disso, é fácil de manter comunicação com ele pois o próprio sempre dá um jeito de continuar com a conversa, como já dito, ele é muito comunicativo e até gente boa se você também for com ele, todavia, um aviso para as meninas: tomem cuidado para não cair em sua lábia de galanteador. Ser sedutor é algo que está praticamente em seu sangue, como se tivesse herdado isso de seus pais – mais especificamente, do progenitor; Leon não possui dificuldade alguma em colocar me pratica seu olhar de galanteio pois é algo que já faz naturalmente, lembra-se bem de quando umas meninas chegavam para si do nada dizendo que eram apaixonadas por ele e etc, acabava por ficar com as que achava interessante e rejeitava as outras mas nunca foi sério ou durou muito tempo. Uma coisa que Nate prefere fugir é de relacionamento sério, além disso, não é de se atrair por alguém com facilidade; a não ser quando falamos do físico.

"Vai moleque! Entra na roda, dança a ciranda, a ciranda da vida.
Só não deixe que o tempo a rode rápido demais.
Leve, seja leve, leve na lembrança."
TÚLIO RIVADÁVIA.

Uma realidade é que sempre toma cuidado com o que fala, por mais que não pareça isso, é muito calculista e sabe escolher as palavras corretas para qualquer que seja seu objetivo com seu ouvinte – a verdade é que toma cuidado para que nada do que falar venha ser usado contra si depois, além disso, também é muito astucioso o que só lhe dá mais motivos. É extremamente impaciente quando se trata de esperar por algo mas não é nada pontual, eis a contradição no ser humano. Já foi dito que raramente se irrita mas quando acontece, sai de baixo; é bom acrescentar que nesses momentos acaba sendo muito impulsivo ao ponto de agir ou falar de coisas que pode vir se arrepender mais tarde. Entretanto, após passar por todos esse defeitos, você pode encontrar um menino extremamente leal, dedicado e até mesmo simpático – digo-te que são poucos os que já tiveram o prazer de encontrar esse lado do britânico. A verdade é que ele prefere esconder seu melhor lado pois o vê como sua fraqueza, já teve muitos amigos dizendo que isso não tem nada a ver ou que ele deveria ser menos, porém não é assim tão fácil. Desde quando descobriu que sua mãe estava morta, sua personalidade fora mudando aos poucos mas sem perder suas raízes, o jeitinho brincalhão e travesso ainda continuam lá, a diferença é que agora usa uma capa que dificulta o acesso das pessoas até seu lado mais sensível. Uma capa cheia de malícia que esconde um Leon extremamente carismático, determinado, compreensivo, otimista e até sensível muito diferente do que o normal mas outro fato é que ele não proíbe o acesso a esse seu lado, até porque já teve pessoas que o conheceu, entretanto, somente aqueles que têm o “potencial” certo que permite conhecer sua fraquezas e problemas – te digo que não é qualquer pessoa ou em qualquer outra. Se tem algo que é difícil de conquistar nele é sua verdadeira confiança, aquela no qual Leon não teme mais em mostrar sua alma, é necessário um pequeno trabalho árduo até que o moreno venha lhe considerar um amigo de verdade, em quem pode confiar.



"Eu sou como o fogo:
posso te queimar ou posso te aquecer.
Mas será você quem me dirá o que fazer.
Boa sorte!"



▷ (h)istória



Era uma vez... uma linda mocinha no auge de seus dezenove anos e um belo rapaz com seus vinte anos. Eles se chamavam Melina e Isaac, tinham um ponto em comum: apesar de terem nascido na europa, suas origens eram completamente asiáticas. Em uma festa de amigos em comum, se conheceram e lá, ela se apaixonou. O tempo passou. Entraram em uma mesma universidade e lá, ele se apaixonou. Os meses foram se passando e eles a cada dia ficavam mais próximos, mais apaixonados – até que ela se confessou e teve seus sentimentos tanto aceitos como retribuídos. A partir daí, eram namorados. Em uma certa noite que o rapaz fora visitá-la em seu apartamento, não resistiram aos seus impulsos e bem... tiveram a melhor noite de suas vidas. Três semanas mais tarde começaram coisas estranhas acontecerem. Cólicas, atraso na menstruação, náuseas, cansaço, entre outros. Então, o rapaz levou sua pequena ao médico a pedido da mesma e teve uma surpresa ao chegar lá, entretanto, a menina já desconfiava. Eles seriam pais.


Desde o seu nascimento, passaram-se dois anos e seis meses até que seu mundo começou a ruir, prestes a cair. Sua mãe sempre tivera problemas com a saúde e, por isso, a gravidez fora algo bastante preocupante por dois motivos: o primeiro que poderia complicar a situação dela, e o segundo é de que poderia acabar com a saúde igual a da mãe; entretanto, a mulher acabou dando à luz sem muitas complicações. Entretanto, é como dizem, “o diabo vem no sapatinho” e assim foi. Em dezembro de 2001, após a consulta mensal que sempre fazia, o médico de sua mãe disse a seu pai para manter-se de olho na mulher pois algo não parecia certo, tinhas suas suspeitas mas ainda era necessário alguns exames, então preferiu manter-se em silêncio para não apavorar ninguém. A partir de janeiro de 2002, as coisas começaram a ficar ainda mais estranhas. Melina começou a reclamar de dores na pélvis e se cansava com muita facilidade, porém, visto a mulher forte que era, mantinha-se firme apenas para cuidar de seu querido filho. Os meses se seguiram e a cada dia ela parecia pior, entretanto, recusava-se ir ao médico – tudo o que sempre queria era ficar o máximo de tempo ao lado do esposo e do filho. Em uma bela manhã de Sol, literalmente do nada, a mulher, enquanto regava as amadas flores de seu jardim, simplesmente caiu desmaiada sendo encontrada minutos depois por Isaac que levou-a as pressas para o hospital e fora lá que o seu mundo caiu. Após alguns exames e outras coisas que nada entendia, sua mãe fora diagnosticada com câncer de ovário em seu estágio final. Não havia como salvá-la. Não demorou muitas semanas até que ela que viesse a falecer com o pequeno Leon em seus braços.

[ . . . ]

“Acho que a mamãe dormiu, papai.
Mas ela está demorando tanto pra acordar...
Posso acordá-la? Eu quero muito brincar com ela!”
Pequeno Leon.
“Que estranho, mãe. Você me colocou no mundo mas...
parece que eu te tirei dele... por quê?
Eu te amava tanto...”
Leon N.
"Naquele dia... as estrelas falaram comigo, mamãe."


26 DE MAIO DE 2003
{ um ano após a morte de melina }

O pequeno garotinho risonho de três anos brincava no quintal de sua casa com sua tia e seu cachorro, seu amado King Lee. Um labrador branco. E no exato momento em que levantara seu super-man para o céu afim de fazê-lo voar, uma estrela cadente atravessou o céu negro, atraindo totalmente a atenção do menino.

— Tia! Você viu?! — ele falava animado enquanto apontava para o céu — Uma estrela se mexeu!

— É mesmo? — a mulher, tão parecida com sua mãe, sorriu-lhe terna — Que tal fazer um pedido?

— Por quêêê? — indagou confuso, tombando a cabeça para o lado. Fofo.

— Porque quando uma estrela se mexe, você faz um pedido e ele pode ser realizado, ainda que demore.

— Sério?! — inocente, acreditou na mentira da tia e, após alguns segundos de olhos fechados, abriu-os — Pronto!

— O que você pediu? — sua tia perguntou com curiosidade.

— É segredo, hihihi. — sorriu feliz da vida, voltando a brincar de onde havia parado.

[ . . . ]

"Naquele dia mãe... no aniversário de sua morte.
Eu pedi que pudesse te encontrar no futuro.
De fato, te encontrei... mas não como eu gostaria."

[ . . . ]

Após esse dia, o garoto passou a se interessar cada vez pelas estrelas. Todos os dias, durante a noite, olhava pela janela de seu quarto e fica observando a estrela mais brilhante, perguntando-se se sua mãe também estava vendo ela para onde quer que estivesse viajando. Sim, seu pai lhe omitira a morte de sua querida mãe, dizendo que ela havia viajado para outro país por motivos de trabalho. Durante anos essa mentira perdurou. Passara-se três anos desde aquela conversa com sua tia, e desde então viera estudando as estrelas e depois disso passou para os planetas, de forma que sempre tirava as melhores notas na escola quando o assunto era relacionado à astronomia. Manteve sua cabeça ocupada o suficiente para esquecer de sua mãe que ainda “não havia voltado da viagem”, mas seu pai preferia assim – ainda não estava no tempo de ele saber o que havia acontecido. Com seus seis anos de idade, decidiu que queria ser um astronauta pois, na sua concepção infantil, ele poderia visitar todos os planetas do Universo.

Todavia, nessa mesma época, Leon começou a ficar cada vez mais inquieto sobre a sua mãe, afinal, tinha colocado na cabeça que deveria dizer à ela sobre o seu maior sonho; definitivamente, ela tinha que saber. E quanto mais perguntava sobre a progenitora, mais seu pai se esquivava e afastava. Nem mesmo olhava o menino nos olhos. Os dias das mães ficava cada ano mais pesado sobre as costas do pequeno porque seus colegas sempre perguntavam o que tinha dado a sua mãe e a resposta era sempre a mesma: “não dei nada porque ela ainda não chegou”, e eles caçoavam dizendo que ela não ia voltar mais por ele ser muito chato. Isso machucava-o bastante. Tanto que até mesmo entrou em uma briga porque o irmão mais velho de um de seus colegas xingou a sua mãe de prostituta, dizendo que ela deveria estar por aí traído o marido. Foi um tempo difícil que teve de aguentar até seus dez anos de idade. Mais especificamente, 14 de Agosto de 2009.

Um dias antes, seu pai chegara do trabalho completamente feliz, até mesmo lhe afagou o cabelo, coisa que não fez durante os anos de sua vida. Era estranho vê-lo daquele maneira mas, de qualquer forma, estava gostando de vê-lo animado pois assim poderia ter um melhor relacionamento com ele – poderia não parecer mas era um de seus maiores desejos: ter um pai que agisse como tal. Apesar disso, ele, novamente, passou as horas restantes do dia trancafiado em seu escritório com seus afazeres da empresa; mas algo estranho aconteceu depois que ele saiu de lá para jantar. Enquanto comiam, percebeu que o mais velho não estava mais com a expressão feliz de antes e quando perguntou o que houve, ele apenas colocou seu prato na pia e avisou o filho para acordar cedo amanhã pois iriam encontrar com sua mãe. É claro que, depois de tanto tempo sem vê-la, faltou apenas soltar fogos de artifícios para comemorar.

[ . . . ]



“ Mais profunda, a ferida só fica mais profunda;
Como pedaços de um vidro quebrado que eu não posso reverter.
Mais profundo, é apenas o coração que se machuca todos os dias.
Você, que foi punida em meu lugar...
Você, que era delicada e frágil... ”
STIGMA.

[ . . . ]

Era praticamente de madrugada, mãe. Era muito cedo quando ele me acordou rispidamente, mandando-me ir me arrumar pois tinha o fazer muito rápido, afinal, ele teria um compromisso importante naquele sábado. Naquela merda de sábado. Eu estava animado, me lembro, eu estava realmente feliz pois iria vê-la... depois de tanto anos, eu finalmente iria encontrar minha mãe. Ainda me pergunto o quão burras as crianças podem ser, não é à toa que não me dou bem com ela. São todas um poço de burrice e ingenuidade. Idiotas. Naquele dia mãe, 15 de Agosto de 2009, às 05h45 da manhã eu estava dentro do carro luxuoso com um sorriso de orelha a orelha e olha que eu odeio acordar cedo, mas era um dia especial, não era? Exatamente 06h00, pelo o que dizia no painel do carro, quando o velho parou na frente daquele cemitério. Fiquei confuso. Iríamos encontrar você, por que estávamos ali? Ah, mamãe, se eu soubesse que de fato iríamos vê-la. Eu perguntava mas não recebia resposta, estava tão aborrecido que gritei e ele me mandou ficar em silêncio com uma expressão ameaçadora. Confesso, fiquei com medo e por isso me calei. E então... nós paramos. Estávamos na frente de um túmulo muito bem cuidado, com flores brancas – que hoje sei que eram lírios, suas favoritas – por todo o lado. Eu li o nome Melina Wynn' Nakamura naquela pedra e também vi as datas, fiquei ainda mais confuso com aqueles pontos e traços junto daqueles números. Olhei para o velho pedindo uma resposta e, incrivelmente, ela veio mas não era o que esperava: “Eu irei me casar novamente, Nathan”. Continuei sem entender, afinal, você não era esposa dele? Não estava de volta? Por que ele iria se casar com outra mulher? Então eu abri minha maldita boca, ah mãe, como me odiei por ter a perguntado. “Mas e a mamãe?” foi o que eu perguntei... “Ela está aí, bem diante de seus olhos” foi a resposta que ganhei... “Mas ali só fica que já foi embora, mamãe só estava viajando, né?” eu insisti... “Não, Nathan, sua mãe não está mais viajando, ela nunca esteve” ele respondeu com frieza... “Mas a gente ia se encontrar com ela hoje... não íamos?” comecei a chorar... “E nos encontramos...” ele fez uma breve pausa e, então, continuou: “Leonardo, é tarde para te dizer isso, porém a sua mãe está morta faz anos”. Foi aí, mamãe, diante de seu túmulo que o meu mundo cheio de cores se quebrou.
"Eu sabia que nunca mais seria o mesmo, mas tentei me manter forte.
Mas acho que me tornei um pouco mau, mãe. Desculpa."

[ . . . ]

Após esse dia, seu pai afastou-se de uma vez e o menino também não tentou se aproximar, na verdade, ele ficou tão deprimido que não queria saber de mais ninguém. Durante as duas semanas seguintes, não manteve contato com ninguém e saía de seu quarto somente para comer, faltou a escola sem se importar com o conteúdo perdido e todas as ligações ou visitas feitas por seus amigos eram ignoradas. Então, no dia 30 de Agosto, seu pai apareceu em casa na hora do almoço acompanhado de uma linda mulher com traços asiáticos. Estranhou-a por nunca tê-la visto, todavia, não estava com cabeça para aquilo então resolveu apenas ignorar a presença nova. Enquanto comiam, percebeu que ela conversava animadamente com seu velho ao ponto de fazê-lo sorrir, isso foi o que atraiu sua atenção, afinal, ele nunca sorria. Foi então que ligou os pontos. “Eu irei me casar novamente, Nathan”. Essa lembrança foi o suficiente para fazer Leon se levantar bruscamente e voltar a se trancafiar em seu quarto. Definitivamente, não estava nem um pouco afim de conhecer sua "nova mãe". Mas não pôde fugir por muito tempo, pois, mais tarde, já de noite, a mulher lhe encontrou no quintal de sua casa observando as estrelas como sempre fazia e mesmo tentando fugir da conversa (e dela), não conseguiu.

[ . . . ]

30 DE AGOSTO DE 2009
{ duas semanas após saber a verdade }

Estava sentado na escadinha da varanda dos fundos de sua casa, olhando o céu estrelado. Mais especificamente, o pontinho branco mais brilhante. Em sua mão, havia uma pequena caixinha que seu pai deixou na porta de seu quarto horas atrás, já tinha visto o que tinha dentro e no momento estava tentando parecer indiferente enquanto fixava os olhos naquela estrela. Não percebeu quando a porta se abriu e a mulher passou por ela, ficando de pé um pouco atrás de si.

— Não deve ser bom descobrir algo assim depois de tanto tempo, né? — deu um meio sorriso ao vê-lo sobressaltar com sua voz cortando o silêncio repentinamente.

— O que você quer? — foi ríspido — Não quero ver ninguém, muito menos você...

— Estava observando a mais brilhante, não é? — ignorou a resposta dele e caminhou mais a frente, sentando-se ao lado dele.

— ... — ele permaneceu em silêncio, olhando para ela de canto de olho, vendo-a olhar para o céu com um sorriso.

— Dizem que a estrela mais brilhante é a alma daquela pessoa tão importante para nós que já morreu. — disse com uma voz suave — Sabe, entendo sua situação, passei por uma bem parecida. Eu perdi meu pai e só me contaram depois de dois meses. — um pequeno sorriso surgiu em seus lábios enquanto ainda olhava para a estrela — Era muito próxima dele e bem... fiquei bastante deprimida e até mesmo tentei tirar minha vida, mas estou aqui, prestes a me casar com um homem maravilhoso que tem um filho ainda mais maravilhoso. — nesse momento, seu sorriso aumentou — Estava animada para conhecê-lo, Nathan, e prometi a mim mesma que não deixaria você cair na mesma escuridão que eu já caí um dia. — seu olhar ficou fora até o menino, percebeu que este apertava a caixinha em suas mãos — Leo, se você me permitir, gostaria de ser aquela figura feminina que você não pôde ter durante todos esses anos. Quero cuidar de você e te amar como meu próprio filho. — olhou em seus olhos vendo-os encher de lágrimas — Então, você me permitiria isso?

Não foi mais necessário respostas. O garoto jogou-se nos braços da mais velha chorando tudo aquilo que ainda não havia chorado. Estava libertando sua alma naquele momento. E a mulher, bem, como uma bondosa mãe faria, abraçou-o e começou a afagar os fios negros afim de consolá-lo. No final, ele ainda era apenas uma criança que precisava do colo de alguém, que precisava ter suas lágrimas enxugadas, que precisava ser entendida.




"Foi assim, mamãe, que eu acabei sendo resgatado por Hana.
No início, não achei certo te substituir mas percebi que não era esse o caso.
Ela estava me dando a chance de recomeçar e eu aceitei.
Hana me mostrou o caminho certo para seguir."

[ . . . ]

Dois meses depois dessa conversa, Hanami e Isaac se casaram numa praia, ambos dizendo o aceito bem no momento em que o Sol começou a se pôr; tudo fora muito bem organizado para que aquele dia fosse o mais mágico de todos e Nathan teve que confessar, gostou da ideia de tê-la como mãe – apesar de não ter gostado muito do fato de que teria uma irmã mais nova, não queria dividir nada seu. Eles permaneceram na Inglaterra só até janeiro de 2010 para se despedirem dos amigos, familiares e arrumar as coisas da mudança. Estariam indo para a América, mais especificamente, New York onde realizariam um novo começo na vida dos quatro. De início, Leon não gostou muito. Não queria se mudar e perder todos os amigos que já tinha feito, principalmente, Luke que era seu melhor amigo de infância, porém em hipótese alguma que poderia ficar em outro continente longe dos pais e também, Hana não queria deixá-lo por isso o convenceu a ir.

Os anos seguintes foram maravilhosos para o britânico, entretanto, um inferno para aqueles que eram seu alvo. O garoto começou a mudar sua personalidade ingênua para uma mais prepotente e intimidadora, sempre usando o poder de seu pai para colocar as pessoas debaixo de seus pés. Todo escola por onde passava era sempre odiado por alguém e com motivo, a escolha de quem seria seu novo alvo era extremamente aleatória, mas o importante é que nunca deixava de ter um e normalmente era alguém no mesmo nível que o seu no quesito financeiro. A diferença é que está mais para um playboy rebelde, “caguei pra ti, meu irmão” como ele diria, enquanto os garotos ou garotas que importunava eram do tipo filhinho de papai, que não sabe fazer nada sem colocar o pai ricasso no meio para resolver. Acabou se metendo em várias encrencas porém não se arrepende de nenhuma. Foram as melhores aventuras de sua vida.


Mãe, não se preocupe, minha infância foi muito boa. A tia cuidou bem de mim. Sempre tirei boas notas mesmo sem me esforçar muito, desculpe, não consigo ser alguém estudioso mas presto atenção nas aulas quase sempre e consigo entender rapidamente. Perdoe-me por ter te visitado somente duas vezes, no dia em que descobri que estava morta e depois antes de me mudar. Ainda que não te visse, queria poder ter te dado mais importância. Mamãe, peço que me desculpe se no futuro eu me tornar um filho ruim, não é sua culpa. É somente minha, apenas minha. Saiba que mesmo tendo Hanami ao meu lado, me apoiando, você continuará sendo aquela que me colocou nesse mundo e eu nunca te esquecerei. A propósito, obrigado pelo presente, tenho orgulho de estar sempre usando-o. Mãe... eu te amo.
— De Leon Nathan, para Melina.



▷ (q)ualidades & (d)efeitos

"Fun, fun, the engine is on; fun, fun, the speed is fast
Look at me, I’m gonna go crazy today, don’t stop me
Leave, if you don’t wanna, just go home"
— FUN BOYS.
☑ Independente.
☑ Autoconfiante.
☑ Comunicativo.
☑ Determinado.
☑ Audacioso.
☑ Habilidoso.
☑ Dedicado.
☑ Decidido.
☑ Prático.
☑ Leal.

"Even if you don’t like me, you know me
I like hate comments more than no comments
I don’t know you but you know my name"
— CYPHER PT 4.
☒ Auto-suficiente.
☒ Egocêntrico.
☒ Prepotente.
☒ Sarcástico.
☒ Persuasor.
☒ Insensível.
☒ Calculista.
☒ Vingativo.
☒ Teimoso.
☒ Egoísta.

▷ (g)ostos & (d)esgostos
( + ) astronomia; comida japonesa; praias e relacionados; Seattle (USA); carros esportivos; videogames; sair com os amigos; fliperamas; filmes de ação e aventura; disciplinas de exatas; aborrecer sua irmã; músicas calmas; fotografias; lugares grandes e abertos com piscina; garotas de personalidade forte; esportes em geral; cachorros; blusas jeans; óculos escuros; doces em geral; competições; bater recordes em jogos.

( - ) hospitais; lugares apertados demais; falta de originalidade; obedecer regras; cemitérios; comida muito apimentada; café; ficar parado; ser interrompido; disciplinas de humanas; felinos exceção dos selvagens; garotas melosas e grudentas; falar sobre sua mãe; 26/05; mentiras e traições; acordar cedo; intromissão em sua vida; dias de chuva; ficar doente; quebrar seus fones; olhares de pena; legumes e verduras; cozinhar; Dover (UK).

▷ (m)anias
⌈ ⏃ ⌋ Ir à qualquer praia quando está afim de pensar ou ficar só.
⌈ ⏃ ⌋ Usar seus fones mesmo que não esteja escutando nada.
⌈ ⏃ ⌋ Coçar a nuca ou a bochecha quando envergonhado.
⌈ ⏃ ⌋ Batucar os dedos na mesa, mas sem som algum.
⌈ ⏃ ⌋ Passar o braço sobre os ombros das pessoas.
⌈ ⏃ ⌋ Descontar no esporte (basquete) sua raiva.
⌈ ⏃ ⌋ Passar a mão no cabelo para bagunçá-los.
⌈ ⏃ ⌋ Desabafar com as estrelas.

▷ (h)obbies

estudar o universo | ouvir música
fotografar | praticar esportes | observar as estrelas
sair com os amigos | jogar no celular | colecionar conchas | tocar violão
aborrecer sua irmã mais nova | andar sem rumo por aí
ficar jogado em sua cama fazendo nada

▷ (m)edos
※ Nosocomefobia — medo de hospitais.
Isso é devido a vários fatores diferentes. Depois do episódio da perna quebrada pela primeira vez, o seu desgosto pelo local começou a crescer pois houve algumas complicações – vulgo, ele não parava quieto – que o fez voltar lá várias vezes e sempre tinha agulhas envolvidas quando aparecia. Ainda depois teve a vez do gato de rua, o que apenas piorou sua situação no caso de agulhas mas teve um porém. Nesse segundo caso, acabou tentando fugir e fora parar em uma ala hospitalar um tanto quanto proibida, porque era onde havia casos mais sérios e tudo mais; enfim, ele acabou vendo coisas que não deveria de forma que, agora, toda vez que vai no hospital lembra-se do que viu e acaba tendo calafrios por todo o corpo. Para finalizar, sua mãe morreu no leito de um hospital com ele no colo, e esse é o golpe final para fazê-lo nunca querer se aproximar de hospitais.

※ Elurofobia — medo de gatos.
Ah, felinos... o seu maior desejo era que sumissem da face da Terra. Leon costuma dizer que isso não se trata de um medo, mas sim de uma raiva interior que sente por eles – o que é mentira. Desde quando resolveu ajudar um gatinho que entrou na rua e acabou sendo arranhado lindamente por este, passou a odiar esses animais. Simplesmente, não consegue nem mesmo ficar num ambiente em que saiba que vive um gato. Também era pequeno quando isso aconteceu, uns nove anos que tinha mais ou menos, e sofreu com as consequências de ser arranhado por aquele gato; foram várias agulhas para prever todo tipo de doença. Então, resolveu que nunca mais se aproximaria de outro felino em sua vida e vem cumprindo isso a risca.

※ Acrofobia — medo de altura.
Pode até ser um pouco clichê mas é a realidade. Não chega a ser um medo irracional, porém o garoto definitivamente não sabe lidar com lugar altos demais, tanto que realmente há a possibilidade de ele passar mal caso permaneça muito tempo em um lugar assim, tendo vista para baixo. Esse problema começou pouco antes dos seus sete anos de idade quando viajou para casa de sua avó no campo – um lugar muito bonito e aberto, com direito a muitas árvores e árvores altas. Aconteceu que estava brincando com os primos de pique esconde e resolveu subir em uma delas para se esconder, todavia, não deu muito certo pois na hora de descer, pisou em um galho que não suportou seu peso e bem se esfarelou no chão onde quebrou uma perna.



Se fosse pra ser bonzinho com todo mundo, eu seria um príncipe. Se liga.

— αмigσs
Sortudo é aquele que tem o prazer de ser amigo do olhos puxados. O companheirismo e lealdade desse menino, visto sua personalidade, é impressionante para aqueles que veem de fora. Claro, a zoeira está em seu sangue então o que mais acontecerá entre ele e os amigos serão brincadeiras, piadinhas e “altos micãos” em momentos aleatórios mas, na maioria das vezes, quando aquela pessoa está por perto – vulga-se, a pessoa no qual seu amigo/a estiver afim. Apesar de não parecer, pode-se dizer que é do tipo protetor, ou melhor, “mexeu com meu amigo, mexeu comigo” e pode ter certeza que ele não deixa barato quando algo acontece. Não é muito de compartilhar segredos exceção se for amigo de anos então, raramente isso acontecerá, entretanto, não quer dizer que não confie neles. Numa roda de amigos, Leon definitivamente seria aquele que gosta de irritar uma pessoa em específico mas que alegra todo mundo com suas histórias travessas e ideias mirabolantes. É daqueles que corre atrás quando percebe que alguém importante está se afastando e que se mostra preocupado quando vê a amizade esfriando – ele realmente se importa muito com quem considera seu amigo; entretanto, é melhor nem pensar em traí-lo ou semelhante, você definitivamente não gostará do tratamento que irá receber.

— cσℓєgαs
Não muito diferente do relacionamento que tem com seus amigos, com colegas também é muito bom. Trata-os bem, sempre colocando suas piadinhas e/ou brincadeiras durante uma conversa afim de ter mais leveza ao conversar, entretanto, é claro, se for tratado bem. Irá ser legal se também forem legais com ele. Apesar de sua personalidade arrogante, costuma tentar ter uma boa conversa inicial para que, no caso das garotas, elas venham estar a seus pés mais tarde perdidamente apaixonadas, e, no caso dos garotos, sejam bons aliados no futuro se precisar fazer alguma merda.

— iทiмigσs
Bem, quem é seu inimigo saberá disso pois o Wynn sempre deixa bem claro as pessoas com quem não se dá bem. Geralmente, quando o sentimento de inimizade é recíproco, não tem hesitação nenhuma em mexer na ferida da pessoa quando esta entra alguma discussão consigo. Para eles, não há piedade. Se for preciso entrar no mano a mano para resolver, pode ter certeza que o garoto o fará; não tem nem um pingo de paciência para aturar gente indesejada por si. O deboche é completamente evidente quando está num diálogo com alguém que não cogita nem em sonhos ser amigo – e suas palavras nunca são agradáveis, de certa forma. A propósito, ele é um garoto mau, tanto que nem se importa de humilhar essas pessoas caso necessário, entretanto, geralmente só o faz quando se trata de um amigo que virou inimigo porque sua raiva não dissipa tão rápido quanto parece.

— ρrσƒєssσrєs
Há dois tipos diferentes de tratamento para com professores. Quando se trata daqueles que gosta, o garoto está sempre dando um jeito de irritá-los apenas para os fazer rir depois; os exercícios estão sempre feitos com dedicação e o próprio Leon até mesmo, dependendo de quem for, deixa saber sobre sua vida fora da escola contando suas aventuras e tudo mais – pode ser até que haja um professor no qual confie para contar seus problemas. Com professores que gosta, é um aluno exemplar que está sempre com todos os exercícios prontos, esforça-se nos trabalhos e se comporta nas aulas, mesmo que ainda converse e outras coisas, caso for pedido para parar, definitivamente ele irá ficar quieto. Entretanto, quando se trata daqueles que não gosta, ele sempre faz questão de atrapalhar a aula de alguma forma; geralmente, esses professores do qual não tem boa afinidade, são os que lhe colocam para fora de sala e os que mais fazem reclamações dele na diretoria. Ele costuma sempre desafiá-los na frente da turma e não hesita nem um pouco em ser debochado. Seus trabalhos e exercícios são feitos de qualquer maneira, mas tira eles do sério quando vai fazer a prova e tira uma excelente de nota – pois querendo ou não, é muito inteligente.

— ραr
Ah, assim como seus amigos, a garota que conseguir seu coração também será uma sortuda. Desde quando teve uma decepção amorosa na escola primária, decidiu que meninas são meras bonequinhas nas quais pode brincar sem temer nada; entretanto, esse pensamento irá sumir quando se apaixonar. Ela receberá um tratamento especial e as outras garotas não serão mais seu meio de diversão – afinal, estará ocupado com outro assunto mais importante. Sempre fora muito galanteador, todavia, isso irá triplicar quando for conversar com aquela especial e até mesmo seu cavalheirismo virá à tona de forma que, em algumas ocasiões, principalmente em eventos formais, será até algo estranho e extremamente incomum para quem vê de fora. Fará o possível para que ela se sinta bem e o contato físico será frequente, com abraços por trás e beijos na testa; caso venha se tornar sua namorado, ah, os lábios dela definitivamente não serão deixados em paz e suas mãos estarão entrelaçados ou, como prefere, os ombros dela sempre ocupados com um de seus braços. Claro, o lado zoeiro não vai ser deixados de lado. Não perderá uma oportunidade de deixá-la envergonhada com comentários ou então descrevendo o quão bonita ela é ou como seus beijos são incríveis – a propósito, isso inclui as cantadas bregas que serão frequentes e em momentos mais que aleatórios. Para finalizar, fará dela sua melhor amiga de forma que a confiança e lealdade dada à menina surpreenderá muitos; mas que fique claro: traí-lo não será a coisa mais inteligente a se fazer.



“ this is so fun, all fakeness has gone home ”

s e g r e d o
Enviado por MENSAGEM PRIVADA para não ser estraga prazeres. ♡

p a r ?
Com certeza, mas conforme a personalidade dele, ou seja, demorará.

b e b e ?
Sim, e apesar de ser forte para bebidas, não tende a abusar.

f u m a ?
Não é frequente, mas vez ou outra aparece com um cigarro na boca.

d r o g a s ?
Definitivamente, não. Nem agora, nem futuramente.


⌜ f a m í l i a ⌟


Isaac Wynn' Hemingway | 41 | empresário | pai (jo in sung)
“ i can only see our relationship withering ”
É incrível o quão ruim é o relacionamento dos dois, nem parece que têm o mesmo sangue correndo nas veias. O homem de negócios tem uma personalidade difícil, rígida e muito quieta, o próprio filho se impressiona com o fato de que ele casara com mulheres que eram/são seu completo oposto – ele raramente demonstra emoções e está sempre com uma expressão séria, junto isso com o terno preto que está sempre usando, você perde qualquer vontade de puxar assunto; bem, não se espera menos do presidente da empresa de construção Wynn. Entre eles não há nenhuma relação de pai e filho, aliás, é bastante raro eles continuarem a conversa depois do “como vai na escola?” já que um dos dois acaba se retirando do cômodo. A maior parte do tempo do mais velho é gasta com o trabalho, logo, ele está 90% do tempo dentro no prédio da empresa, os outros são assim: 8% dentro do escritório e 2% qualquer outra coisa; o herdeiro nem lembra mais quando foi a última vez que tiveram a oportunidade de saírem ou almoçarem em família. As poucas vezes em que fica junto do pai, madrasta e meia-irmã é quando tem algum evento importante na empresa e ele os convida a estar lá – fora isso, é bastante difícil pois, além do emprego do pai, ainda tem o da madrasta que ocupa ela por um bom tempo e Ayami, que já deixou bem claro não gostar do homem; a única vez que os viu trocando alguma palavra foi antes de ir para colégio no fundamental, os viu trocando um bom dia. Não entende bem o porquê do mais velho ter esse tipo de comportamento tão fechado com a família, aliás, já explodiu várias vezes por causa disso dizendo que “nem o podia chamar de pai já que não agia como um” e bem, diante disso, ele apenas manteve a expressão inexpressiva de sempre. Com tempo, apenas passou aceitar esse fato e trata-o da mesma forma que é tratado: com frieza. Um ponto a se destacar é que Leon pensa que o pai pode estar culpando-o pela morte de sua mãe, e por isso recebe esse tipo de tratamento, porém nunca verbalizou isso por medo da resposta, afinal, não saberia reagir.


Hanami "Hana" Wynn' Yokoyama | 40 | médica | madrasta (gong hyo jin)
“ you are forever my placebo ”
Trata a mulher como se fosse sua mãe biológica, é incrível o quão excelente é o relacionamento entre os dois. Diferente da filha, a mulher tem uma personalidade muito dócil e calma, raramente mostra-se irritada e sabe bem respeitar o espaço do enteado, apesar de lidar com situações estressantes todos os dias e passar muitas horas dentro do hospitais, ela está sempre com um sorriso no rosto e disposta a ajudar seus filhos com seus problemas pessoais de adolescentes, e também o marido com seus problemas na empresa. Sendo uma exímia psiquiatra com mestrado em psicologia, sabe identificar rapidamente quando eles estão metido em um, principalmente o menino que deixa isso mais explícito em suas expressões – e por isso confia tanto nela, pois, logo quando esta percebe algo, espera ficarem a sós para perguntar o que está acontecendo mas não o força a dizer, apenas se ele se sentir a vontade para tal; e esse jeito de agir, de não tratá-lo como uma criança porém não o ignorar, o fez criar uma grande afeição pela japonesa. Uma madrasta que considera sua mãe – tanto que até chama-a dessa forma naturalmente. A japonesa está sempre informada sobre os assuntos pessoais da vida do enteado, melhor, do filho por este contar à ela por livre e espontânea vontade; normalmente, ele só não conta quando está passando por uma situação ruim para não a preocupar mas acaba falando uma hora ou outra. Uma curiosidade: a mulher costuma chamá-lo de coelhinho na frente das meninas que ele está saindo para constrangê-lo propositalmente, mas ele não se irrita, pelo contrário, realmente expressa estar envergonhado e, no fundo, gosta desse tratamento dela.


Ayami "Anna" Wynn' Yokoyama | 15 | estudante | meia-irmã (kim so hyun)
“ you’re not normal, you’re abnormal ”
O relacionamento dos dois é estranho, algo parecido com o clássico cachorro e gato. Diferentemente da maioria das meninas asiáticas, Ayami tem uma personalidade muito forte e decidida, um pouco fria até, é aquele tipo de pessoa que tem opinião própria e que não muda seu jeito de pensar com qualquer argumento – ela, assim como Leon, tem fortes inclinações para a ironia e sarcasmo. E, talvez, seja por isso que vivem esse relacionamento estranho de irmãos no qual até um mísero bom dia é carregado de deboche e segundos significados. Os dois vivem trocando farpas e nunca deixam a casa passar um dia em paz, o que começa com tons de ironia, termina com gritos e objetos voando (geralmente, almofadas, mochilas e estojos). A garota nunca perde uma oportunidade de importunar o irmão e vice-versa. Entretanto, de certa forma, o amor fraternal também existe – talvez essas constantes “brigas” deve-se ao fato de que ambos eram filhos únicos até seus pais se casarem. Nate está sempre de lho na irmã, vigiando e protegendo-a de possíveis caras idiotas caso ela caia na lábia deles, também mostra se preocupar bastante com ela pois basta a própria reclamar de alguma dor física que ele é o primeiro a “examiná-la”, claro, tudo isso à sua própria maneira. Quando se trata de aprontar algo contra alguém, eles são uma dupla e tanto. A propósito, por viverem uma situação de vida parecida, eles também se entendem muito bem. Outra curiosidade é que têm o costume de se chamarem por "xingamentos", por exemplo, ela está sempre o chamando de "Manuke" (idiota em japonês) enquanto ele a chama de "Fea" (feia em espanhol).

⌜ c a s a ⌟


⌜ q u a r t o ⌟
obs; seu quarto é seu recinto e ninguém pode entrar lá sem a permissão do próprio (até mesmo a empregada), entretanto, de alguma forma, Anna tem uma cópia da chave e vive entrando lá para irritá-lo ou quando precisa de alguém para desabafar seus problemas.




Como ficɑrá ɑo sɑber que ɑ Gɑrotɑ do Blog está de voltɑ?
Ao mesmo tempo em que já estaria preparando a sua bacia de pipoca e refrigerante, estaria espreitando pelo canto dos olhos com receio de fazer alguma que pudesse ser explanada de forma errada por aí. A verdade é que gosta de ver as pessoas se ferrando desde que não esteja envolvido e, bom, digamos que há alguns segredos bem reveladores sobre si que preferiria manter em off.

Está ciente que seu personɑgem pode ser dono (ɑ) do Blog?
Completamente ciente.

Dê um motivo pɑrɑ seu personɑgem ser dono(ɑ) do Blog:
Bem, apenas um é o suficiente: gosta de ver todo mundo se ferrando
mas não gosta de se ferrar junto. Rç.


— fanfiction favoritada com gosto —
{ confiarei em você, meu neném está em suas mãos }



Forever, we are young
Under the flower petals raining down
I run, so lost in this maze
Forever, we are young
Even when I fall and hurt myself

I keep running toward my dream


+ M O R E
As poucas memórias que tem de sua mãe são muito vagas, na realidade, não se lembra realmente de ter passado algum tempo com ela antes desta falecer ou se apenas são fragmentos de sonhos que pensa ser memórias. Era muito novo quando ela se foi; o túmulo dela está em Dover (Inglaterra), sua cidade natal.
Recentemente, adotou um filhote de cachorro que encontrou machucado na rua. Batizou-o de Ling e este vivia em seu quarto, mas agora, passa o dia solto pela casa.
O presente dado por sua mãe fora uma pulseira, está sempre com ela no pulso.
Ainda mantém contato com seu melhor amigo Luke, este mora na Inglaterra.
É fluente em Espanhol e Francês, além disso, está aprendendo Mandarim.
Furou suas orelhas com quinze anos, no início, seus colegas lhe zoavam.
Mesmo que cozinhe raramente, possui um ótimo senso de boa comida.
Leon é de exatas, apesar de também ser bom nas outras disciplinas.
É um exímio fotógrafo, deixando isso explícito nas fotos de seu IG.
Pode tocar violão e cantar, mas não o faz com frequência.
Seu maior sonho é fazer uma visita a NASA.
Seu temperamento é o colérico.
Nasceu em Brighton (UK).




@sommika


𝐀 𝐋𝐈𝐓𝐓𝐋𝐄 𝐒𝐇𝐘 𝐅𝐋𝐎𝐖𝐄𝐑 { 𝐒𝐊𝐀𝐌 }

"A vidα é umα peçα de teαtro que não permite ensαios.
Por isso, cαnte, chore, dαnce, riα e vivα intensαmente!"


{ //wide awake... ∂σท’τ cry; //wide awake... ทσ ℓiє; }
iτ’s мy τrυτн
i ωiℓℓ вє cσvєrє∂
ωiτн ωσυท∂s αℓℓ σvєr
вυτ iτ’s мy ƒατє
sτiℓℓ, i ωαทτ τσ
sτrυggℓє αท∂ ƒigнτ
мαyвє i cαท ทєvєr ƒℓy
мαyвє i cαท’τ τσυcн τнє sкy
вυτ... sτiℓℓ i ωαทτ τσ rυท
נυsτ α вiτ мσrє

⌞ иσмє cσмρlєтσ ⌝
Chang Ji Yu ( 창 지 유 )
Jisabedoria; intelecto | Yurica; abundante
Em seu nome, carrega uma realidade: é rica em sabedoria; o ruim é que essa sabedoria só funciona quando falamos de escola, onde mostra sua capacidade intelectual através de suas notas impecáveis e comportamento exemplar em sala de aula. Devido ao fato de não conhecer seus pais ou família biológica, nunca soube o porquê de ter ganhado esse nome mas a verdade é que não se importa muito com isso – até ficou feliz ao saber do significado, todavia, atualmente, já não é algo incrível para ela então nem se preocupa com o tal.

◖ α ρ є l i d σ ร ◗
Jee ▻ a forma mais comum de seus amigos chamarem-na apenas pela primeira sílaba de seu nome.
Lily ▻ acha esse nome bonitinho, por isso, acabou adotando-o como apelido e às vezes até se apresenta por este.
Yunni ▻ é uma forma de chamá-la apenas pela segunda sílaba de seu nome de um jeito fofo, mais usado por crianças.
Chinesinha ▻ acabou ganhando de seus colegas de classe, que acham-na mais parecida com uma mulher chinesa do que coreana.
Red Lips ▻ seu meio-irmão gosta de irritá-la chamando assim, já que ela está sempre com algum batom ou brilho vermelho nos lábios.
Golden Brain ▻ é por esse título que é conhecida na escola, devido à suas notas invejáveis.

⌞ idαdє ⌝
O mês inicial da primavera marcou seu nascimento. Exatamente às 12h00, do dia 15 de Abril de 1998, a menina fora a pessoa mais jovem da Terra por um segundo. Sendo assim, hoje, já tem seus dezoito anos já completos.

⌞ αиσ єรcσlαя ⌝
Apesar de ter tido um atraso para entrar na escola quando pequena, quando estava na quarta série conseguiu adiantar um ano, ou seja, foi direto para a sexta série de forma que, atualmente, está cursando o terceiro ano do ensino médio.

⌞ σяiєитαçãσ รєxυαl ⌝
Por nunca ter se sentindo atraída por pessoas do mesmo sexo, é heterossexual.

⌞ clαรรє รσciαl ⌝
Era de classe baixa, entretanto, após ser adotada,
subiu para média-alta drasticamente.


⌞ clυbє ⌝
Participa do clube de teatro a mando de seus pais,
estes querem que ela se torne uma grande atriz.


α p a r ê n c i a ◢

(choi jinri a.k.a. sulli)
Com imperfeições e perfeições, a menina Jiyu consegue ser encantadora com sua beleza natural. Sua aparência física é a típica asiática: pele muito clara, olhos puxados castanho escuro, cabelo longo preto com franjinha (acima das sobrancelhas) mesmo não sendo natural e um rostinho fofinho de criança. Uma das poucas coisas que a diferencia das demais meninas coreanas é sua estatura e corpo. Dessemelhante a maioria das meninas asiáticas, sua estatura não estancou em 1,50 ou 1,60, na verdade, talvez puxando mais para o lado pai biológico, Jiyu conseguiu alcançar lindamente seus 1,70 cm de altura – e seu corpo não é extremamente magro ou sem curvas, por praticar muitos esportes e às vezes ir à academia, possui um corpinho bem definido e saudável; sendo um ponto quase invejável da garota. Um característica muito bonita é seu sorriso meio gengival que arrasa muitos corações por aí, os dentes pequenos deixam-na ainda mais fofinha e é fácil de se apaixonar, ou seja, cuidado hein ~ hahaha.


я o u p a s ◢
O estilo da menina varia entre o indie e o hippie/boho, geralmente, tende a pesar mais para o primeiro citado. É uma grande fã de estampas indianas, isso é perceptível através de seus incontáveis kimonos indianos – tem de vários tipos: dos que vão até o pé e os que são mais curtos; de tecido fino e de tecidos mais grossos e quentes; com estampa chamativa e estampa mais discreta; cheio de cores e de cores neutras; etc. Esta é uma peça de roupa no qual é extremamente comum vê-la usando, faça chuva ou sol. Também gosta bastante de usar chapéus nas cores marrom, marfim, cinza ou preta, entretanto, não é sempre. Não é lá muito apegada a vestidos, todavia, seu guarda roupa contém uma porção deles no estilo hippie, ou seja, a maioria possui algum detalhe com renda e é de cor clara – costuma usá-los mais quando vai à praia. Seu ponto alto são os acessórios: pulseiras e colares, principalmente; é muito difícil mesmo NÃO a ver usando qualquer um dos dois, suas vestimentas estão sempre acompanhadas de pelo menos um, aliás, sente-se nua quando não os usa. Apesar de usualmente ser vista de saia ou vestidos, sua maior preferência são shorts jeans. Em questão de sapatos, não se importa muito com eles, na verdade, geralmente é a ultima coisa a ser escolhida em toda sua vestimenta e costuma colocar o primeiro que acha que combina – não é de testar um por um. Suas maquiagens nunca são muito carregadas, exceção dos lábios que estão sempre enfeitados por um batom ou brilho vermelho. A realidade é que a menina acha-se mais bonita naturalmente, por isso se preocupa mais com roupa do que com maquiagem – a propósito, vale ressaltar que esta continua sendo simples mesmo quando comparece a festas, sejam elas informais ou formais.

⌠ C A S U A L ⌡


⌠ P A S S E I O ⌡


⌠ E S C O L A ⌡


⌠ F E S T A ⌡


⌠ B A I L E ⌡


⌠ P R A I A ⌡


⎾ 𝓗 I S T Ó R I A ⏌



Se tem algo que Jiyu não tem pleno conhecimento é do passado, sabe, aquele passado antes mesmo de ela vir ao mundo. Não sabe sobre qual circunstâncias nasceu muito menos onde nasceu, nunca conheceu seus pais biológicos nem por fotos ou cartas, para ela, o ponto inicial de sua vida simplesmente não existe pois não o conhece – isso tem de ser confessado: sente um aperto no coração quando pensa que pode ter vindo de uma gravidez indesejada. Segundo as mulheres do orfanato, eles encontraram-na dentro de um cesto na porta do prédio e tudo o que continha nele, além da criança e lençol, era um bilhete escrito em um hangul feio – como se tivesse sido escrito às pressas – no qual dizia:

“Seu nome é Jiyu.”

A verdade é que sempre teve muita curiosidade sobre isso, todavia, finge não se importar e tenta colocar em sua cabeça que não é nada importante, afim de ter um pouco de paz. Mas as coisas nem sempre funcionam como nós planejamos, e isso acabou afetando, de certa forma, a infância da garota.


Levava sua vida tranquilamente no orfanato, tinha problemas em se aproximar dos meninos mas sentia que estava melhorando, também tinha meninas que considerava suas irmãs mais velhas pois estavam sempre cuidado de si, logo, era muito mais fácil esquecer que não tinha uma família, ou melhor, pais porque sua família estava bem ali consigo. Todas as semanas sempre aparecia casais no local procurando “a criança de ouro”, foi assim que batizaram as exigências da maioria que, normalmente, eram: menos de três anos, saudável, personalidade amável e calma. Já estava tão frequente para as crianças que elas já nem se importavam mais em “serem comportadas” quando tivesse visitas, pelo contrário, continuavam sendo os pipolhos que sempre foram porém, diferente de seus irmãos, Jiyu preferia se esconder em seu quarto quando avisavam sobre a chegada de um novo casal. Claro, ela queria um pai e uma mãe, quase todos queriam, mas ainda não tinha o desejo de deixar seus irmãos.

Mas ela não poderia fugir para sempre, é claro.

[ . . . ]

Tudo aconteceu em uma fatídica tarde ensolarada, era 1 de Março de 2001, quando o orfanato recebeu uma visita surpresa de um casal que, aliás, estava acompanhado de um menino com seus oito anos de idade. Eles se apresentaram como senhor e senhora Chang, também apresentaram o garoto como filho de sangue deles, seu nome era Junseok. Eles logo deixaram claro que não estavam ali para deixar uma criança mas sim para adotar uma, e especificamente deveria ser uma menina. Todas foram apresentadas, mesmo as deficientes e as mais velhas, ao casal e estes recusavam alegando que estavam a procura de uma irmã a gosto do filho; era engraçado e revoltante pois pareciam estar escolhendo um brinquedo. Vendo o caminho que aquilo estava tomando, e já aborrecida com aquela situação, a senhora do orfanato resolveu que não poderia mais esconder a pequena Jiyu então, após persuadir a menina a descer para “brincar”, surpreendeu ao ver que o garoto havia ficado um tanto agitado, puxando a mão da mãe com um sorriso nos lábios enquanto apontava para a garotinha – esta que não entendia o que estava acontecendo. Logo ficou decidido que ela quem seria a irmãzinha do menino Junseok. Porém a pequena coreana não aceitou isso tão facilmente, afinal, era um garoto! Como iria brincar de boneca? Quem iria pentear seus cabelos? Ou fazer suas maquiagens? Ele não saberia o fazer! Queria uma irmã mais velha, não irmão. Todavia, após toda a burocracia e papelada que demorou alguns muitos meses, finalmente, Jiyu passou a ter posse de um sobrenome e teria uma família completa – apesar disso, ela não estava muito feliz e sua recusa em ser tocada por qualquer um dos Chang’s deixava isso bem claro; sem contar que ela havia chorado horrores na noite anterior do dia de sua partida. Deixou o orfanato e partiu para uma nova vida na manhã do dia 12 de Maio, dois meses depois, porém só ficou oficializada com filha dos Chang’s em Março de 2002, um ano após eles visitarem o orfanato.





{ c α υ g н τ iท α ℓiє }
ƒiท∂ τнє мє τнατ ωαs iททσcєทτ
i cαท’τ ƒrєє мysєℓƒ ƒrσм τнis ℓiє
givє мє вαcк мy ℓαυgнτєr



Sua adaptação na nova vida foi um tanto quanto complicada. Para começar com o pé esquerdo, fora bruscamente jogada no meio de tanto luxo que ficou até tonta, não sabia bem como se comportar na presença dos pais e seu irmão estava sempre em seu pé dizendo que “iria ser o melhor irmão do mundo” e coisas assim – nos dois primeiros meses, toda atenção do garoto parecia estar somente em si, não tinha paz um segundo se quer. As roupas, as regras de etiqueta, os livros, os brinquedos, tudo estava em um nível que não conseguia acompanhar ou entender; era como estar em outro mundo! Também havia “seus pais”, estes não brincavam ou passavam quase tempo nenhum com a menina, era sempre o garoto estava presente, e quando perguntou o motivo daquela ausência toda, apenas recebeu a resposta vazia de que eles tinham coisas mais importantes para fazer – apesar disso, havia diversas empregadas que melhoraram um pouco a vida da menina até ela se acostumar. Mas em compensação, percebeu o motivo de ter sido adotada:
Para fazer companhia ao Junseok.
Quando compreendeu isso, percebeu que estava fazendo o contrário do que eles queriam pois sempre afastava o menino, mesmo este sempre voltando a se aproximar mais tarde impertinente para tentar fazê-la interagir consigo. Acabou preferindo dar uma chance ao mais velho depois que quatro meses se passaram, e bem... não se arrepende de sua decisão. Através do mais velho conseguiu adiantar seu processo de adaptação à nova vida, por exemplo, ele lhe ensinou muitas coisas sobre exatas, regras e estilo de contas que, se tivesse frequentando a escola, iria aprender anos mais tarde; também lhe ajudou a gravar as regras de etiqueta que precisaria colocar em prática quando os progenitores estivessem por perto, como se comportar a mesa ou até mesmo dentro de seu quarto, já que eles poderiam aparecer a qualquer momento lá; disse-lhe em quais lugares da casa não deveria nem pensar em entrar ou levaria uma bronca daquelas; entre muitas outras coisas. Junseok foi o seu primeiro amigo menino e, atualmente, é o único.


Yѳu ɱɑkɛ ɱɛ ɓɛgiɳ
Yѳu ɱɑɗɛ ɱɛ ɑgɑiɳ


Lembra-se bem do dia em que fora a uma praia pela primeira vez na vida, na ilha de Jeju. Era seu aniversário de seis anos, logo, em 2004. Ficou extremamente encantada com aquele monte de areia e a vastidão do oceano, imaginando o que aconteceria se fosse além daquela linha que estava vendo, as ondas que se formavam e quebravam na areia deixando um ralo rastro de espuma para trás, a água bem clarinha que dava a impressão de ser tudo muito raso. De início, teve um grande receio em entrar na água e seus pais não ajudavam pois estes estavam mais afim de permanecer conversando debaixo do guarda-sol do que darem atenção à filha, todavia, Junseok estava lá para salvar o dia. Ele lhe deu coragem para entrar no mar. Na época, o garoto já tinha seus treze anos mas já era bastante alto para sua idade, de forma que podia ir um pouco mais para o fundo seguramente; e foi o que ele fez: levando a irmãzinha nos braços, fez com que ela perdesse o receio de entrar na água, e bem... o resultado foi melhor do que o esperado. Jiyu simplesmente quis ficar lá por um bom tempo, depositou sua confiança no mais velho e se soltou deste parcialmente pois ainda mantinha as pernas envolta da cintura dele para brincar mais livremente. Mais tarde, pediu aos pais para colocá-la em aulas de natação e estes atenderam o pedido após uma pequena súplica do filho de sangue – atualmente, é uma exímia nadadora e continua fazendo parte do clube de natação do qual fez aulas; seu desejo é se tornar nadadora profissional futuramente, ainda que não tenha o apoio dos pais para tal.


“Nas ondas da praia; nas ondas do mar; quero ser feliz; quero me afogar.
Quero ser feliz; nas ondas do mar; quero esquecer tudo; quero descansar.”
— MANUEL BANDEIRA


Por ainda não ter se adaptado ao meio social e ser muito tímida, seus pais deixaram que ela tivesse aulas em casa e contrataram um professor particular para ela. Mas chegou o dia em que eles resolveram lhe colocar em um colégio interno só para meninas, um dos melhores de Seoul – e ao ponto que isso foi bom, também foi ruim. Os fatores bons é que não teria de lidar com meninos e suas babaquices diárias, querendo ou não, o fato do seu irmão estar sempre enchendo seu saco acabou fazendo-a ter uma visão não muito agradável e generalizada sobre os garotos; também não teria que se preocupar com algum garoto espiando por seu quarto ou qualquer coisa do tipo, sem falar que não haveria briguinhas típicas de novelas entre duas garotas por causa de um menino. O fator ruim principal é que estaria extremamente afastada de Junseok, a única pessoa com quem criou uma relação forte e confiável desde quando saiu do orfanato, e além de ser um muito tímida, ainda tinha muita dificuldade em fazer amizades – mas, vendo que seus pais iriam prendê-la dentro de um campus escolar feminino, não lhe restou muitas opções.

O objetivo deles era que a menina ficasse mais a vontade para interagir com outras pessoas que não fosse seu irmão, e de fato conseguiram o que queriam porque ela se adaptou facilmente entre as meninas. Vendo esse bom resultado, eles acabaram iniciando um ciclo vicioso de colocá-la apenas em escolas direcionadas apenas para o público feminino, isso acabou gerando na menina uma zona de conforto no qual sente-se bem apenas na companhia de mulheres, como se o pessoal do sexo masculino fosse algum tipo de monstro que a devoraria caso se aproximasse demais – o que, de certa forma, é verdade né, convenhamos. Isso acabou tornando-se um grande problemas. O primeiro colégio misto que enfrentou na vida foi no primeiro ano do ensino médio, passou por poucas e boas lá, devo dizer. Uma coisa que é inegável é sua estonteante beleza e, bom, por causa dela acabou atraindo o interesse de muitos meninos; juntando isso com sua personalidade tímida e divertida, apenas fazia o interesse destes aumentar, logo, não demorou muito para que alguns tentassem se aproximar e cartinhas de declarações aparecessem em seu armário. Foi um ano realmente difícil para Jiyu por dois grandes motivos: o primeiro, era que Junseok não estava mais por perto já que havia se mudado pra um apartamento e o segundo é que os meninos foram inseridos no seu dia a dia bruscamente. Um ano realmente conturbado.

O segundo ano fora uma pouco mais favorável, havia se acostumado com a rotina e com os meninos daquela escola. Sabia os caminhos por onde fugir e eles também – de alguma forma – ficaram sabendo sobre seu problema para interagir com meninos, logo, a maioria acabou deixando-a em paz para que se sentisse mais a vontade. Teve somente um que insistiu na menina: Jung Woo Min. O garoto era meio desajeitado porém tinha um jeito muito brincalhão e houve um dia em que ele chegou para Jiyu, apontou o dedo para si mesmo e disse com um grande sorriso: “Eu serei seu amigo!” – a coreana jamais se esqueceu dessa frase, muito menos da atitude do garoto. E bem, ele conseguiu! Depois de muitas tentativas falhas seguidas de muita persistência, o moreno conseguiu a amizade da Chang , entretanto, para o azar dos dois, o garoto teve que se mudar para Busan no final do ano; de forma que não iriam mais estudar juntos. Apesar disso, ele fez o possível para ter todos os meios possíveis de contato com a mais nova, trocando número de celular, telefone fixo, email e endereço (assim poderiam mandar cartas também, hihihi). Atualmente, os dois mantém uma amizade muito saudável – ainda que Woomin esteja longe.


❝ Let me run more
Please let me run more
Even though my feet are full of scars
I smile whenever I see you ❞


Fazendo uma viagem até os tempos atuais, podemos dizer que a garota melhorou bastante em relação as suas falhas passadas e adquiriu talentos que nunca imaginou antes. Hoje, Jiyu já consegue se lidar um pouco melhor com a presença dos meninos desde que estes não se aproximem demais, ainda que sua androfobia seja bem forte, o fato de conseguir agir normalmente estando sob o olhar destes já é um enorme avanço. Também se tornou uma exímia nadadora, tanto que até mesmo já competiu e levou duas medalhas de prata e uma de ouro para casa – aliás, ainda que seja aluna no seu clube de natação, às vezes também instrui algumas alunas e é uma grande ajudante das suas professoras. Tornou-se uma menina independente de Junseok e isso é o principal visto que o irmão está em um relacionamento amoroso, logo, deu muito mais espaço para ele ao conseguir se desapegar e começar a caminhar sobre suas próprias pernas; todavia, ele continua sendo o irmão que tanto ama e confia, por isso não hesita em correr para seus braços quando está passando por momentos ruins ou quando tem alguma novidade para contar.

Mas, talvez, tenha pequenos problemas nesse novo ano. Por algum motivo desconhecido, seus pais resolveram tirá-la da escola particular em que já tinha se acomodado e colocaram-na em um colégio público: Elementary School. Não teve coragem de perguntá-los o porquê dessa mudança tão repentina e sem aviso, e realmente não conseguia ver motivo algum para que eles tivessem feito tal coisa, por isso, tem uma pulga atrás da orelha. E como não pode fazer nada a respeito senão aceitar, já tem planejado planos para fugir dos meninos e treinando em frente ao espelho para fazer novas amizades mais rapidamente; de fato, está bem nervosa de entrar em um novo colégio no qual não conhece ninguém, mas tentará mudar sua situação para uma mais favorável a si.



⎾ 𝓟 E R S O N A L I D A D E ⏌


O que dizer dessa menina que tem medo de garotos mas acha-os intrigantes e gosta de observá-los? O que dizer dessa adolescente cheia de problemas mas que continua tratando as pessoas de forma respeitosa e cordial? O que dizer dessa garotinha que passou e ainda passa por maus bocados sem pedir ajuda a ninguém? Bem, essa coreana é realmente complicada de se entender e, às vezes, de lidar mas calma lá, ela é um amorzinho. Basta conhecê-la melhor para saber que não passa de um ser humano perfeito, ou seja, cheio de imperfeições.


נυsτ givє мє α sмiℓє

Jiyu é aquela típica menina fofa e gentil que muito vemos em filmes ou animes, aquela inocente que no final acaba se ferrando devido a tal, na maioria das vezes, nas mãos de garotas más que se sentem no dever de “eliminar a concorrência”. Apesar disso, a garota sempre mantém seu comportamento bondoso para com todos, ou gostaria pois, por causa de sua androfobia, não consegue nem mesmo olhar direito para os garotos – passando uma imagem rude quando, na verdade, apenas sente-se intimidada. Geralmente, quando está em um ambiente no qual não conhece ninguém, tende a ser extremamente quieta e mantém uma postura reservada; além disso também é muito tímida e por isso, em uma situação normal, nunca iria tomar iniciativa para uma conversa. Mas quando está junto a pessoas que já tem certa intimidade e confiança, parece que vemos outras pessoa – a Chang torna-se uma menina bastante faladeira e risonha, quase como um alguém extrovertido agiria, todavia, tende a retrair-se quando há presenças de gente desconhecida pois não se sente a vontade. Ou seja, para ela deixar de ser retraída e tímida, precisa sentir-se confortável.

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Podemos dizer que ela gosta de passar despercebida, gosta de ser discreta entretanto seu estilo não permite isso, convenhamos, porém não se incomoda muito se não conseguir – desde que não seja o centro das atenções de todos ou de algum garoto, está tudo bem. Inteligente é um ótimo adjetivo para descrevê-la, justamente por não a aplicar somente em sabe de aula mas também em seu cotidiano; a coreana sempre toma muito cuidado com suas palavras e ações, sempre busca pelas certas afim de agradar a todos. Porém isso é um defeito e tanto! Por se preocupar demais com o que os outros vão pensar sobre si, acaba deixando de fazer coisas que iria adorar ou então de falar a coisa certa, por exemplo, em um debate. A propósito, podemos dizer que ela é um alguém muito volúvel, deixa as pessoas mudarem suas ideias facilmente mesmo que em seu interior ela ache aquilo errado; são realmente raras as vezes que se impõem afim de manter firme em uma opinião e, aliás, é extremamente difícil para ela tomar essa posição, sempre tem aquele famoso conflito interior. Logo, descobrimos o quão insegura e indecisa a coreana pode ser, qualquer pessoa que viva as custas de outras acaba se ferrando e é essa a realidade da Chang mais nova, tanto que até mesmo sente inveja ao observar gente auto-confiante – vale lembrar que isso é no geral: decisões, aparência, modo de agir, etc.

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Falando em observar, se tem algo que ela costuma fazer bastante é isso: analisar as pessoas e coisas, quase como um filósofo senta em uma cadeira e pensa “quem sou eu?”, nossa garota também senta-se em um lugar e observa as pessoas imaginando qual seria a história delas; principalmente, meninos, apesar de ter medos deles, acha-os extremamente intrigantes e gosta de observá-los (de longe). Mas há um ‘porém’, a mesma facilidade que tem para prender sua atenção em algo/alguém, também serve para se distrair durante alguma tarefa ou qualquer coisa, tornando-a um ser bastante avoado e desastrado – como por exemplo, se está andando e se distrai com a paisagem de um lugar, é certo que vai acabar caindo (ou atropelada). Juntando isso ao seu lado imaginativo, temos uma menina que vive no mundo da lua quando não tem nada para fazer, Jiyu gosta muito de imaginar como seria sua vida se tivesse outra personalidade ou outra história, é capaz de perder horas apenas perdida em sonhos na sua cabeça – mas somente quando não tem nada de importante para fazer. Ah, isso liga-se ao fato de que ela pensa demais, pode ter certeza que quando vê-la sozinha e em silêncio, em sua cabeça está acontecendo um furação. Não é à toa que tende a ser muito negativa e pessimista, porque a maioria desses pensamentos são do tipo “e se...” ou “gostaria de...”, geralmente focando em seus defeitos ou algo que nunca teria coragem de fazer, ou seja, são coisas que a joga de cabeça no poço da tristeza; a famosa auto-depreciação. Vale lembrar que, quando está muito sobrecarregada, tende a verbalizar todos esses pensamentos ruins de forma desesperada. Uma garota, infelizmente, muito desmotivada, qualquer besteira pode fazê-la desistir em um segundo e por isso precisa de pelo menos uma pessoa que a ajude na caminhada; antigamente, costumava ser Junseok e depois passou a ser Woomin – ironicamente, duas pessoas do sexo masculino – porém agora não há ninguém.

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Algo realmente admirável nessa criança é o quão empática ela pode ser e a facilidade que tem para tal, vemos nela somente uma menina que quer o bem para todos, não é à toa que sempre foi “classificada” pelas amigas como melhor companhia quando estão tristes – Jiyu não é lá a melhor conselheira/psicóloga, mas consegue entender o sentimento alheio e faz o possível para acolher aquela pessoa através de ações e não de palavras. Aliás, o faz com intensidade, é o que dá ser alguém tão emotivo; mas há o lado ruim, não é mesmo? Devido à essa sua característica, a morena não tem condição para suportar ataques à sua pessoa – agressões físicas, verbais ou o caramba a quatro, nada disso recebe uma resposta direta da garota, é como um gatinho indefeso diante de um dragão, o máximo que ela pode fazer é tentar fugir mas, na maioria das vezes, somente se encolhe diante de seu agressor. Mas digamos que sua paciência pode ajudá-la no processo, por exemplo, Jiyu realmente aguenta ouvir tudo o que outrem fala durante um bom tempo sem derramar nenhuma lágrima ou abrir a boca para dizer uma palavra – essa paciência também é perceptível em muitas outras situações, quando tem que lidar com algum esquentadinho ou esperar ser atendida no médico, por exemplo.

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Na maior parte do tempo, ela mostra ser um menina bastante calma e tranquila, não é de se irritar facilmente; é necessário mais que um xingamento, geralmente, tende a se estressar quando está em um momento ruim (triste/magoada/etc) e alguém que tenha intimidade ou que ela goste apareça para dizer abobrinhas, coisas como “ah, não se importe com isso” ou “não é nada de mais” quando para ela é algo enorme. Isso realmente irrita-a e, além disso, a magoa de tal forma que chega a surpreender os desavisados. É bom deixar claro que, mesmo não sendo uma pessoa orgulhosa e tendo total disposição para pedir desculpas quando erra ou mesmo quando não está errada mas entende que uma amizade é mais importante, a dificuldade que ela tem para perdoar e esquecer é o triplo da facilidade que tem para pedir perdão, ou seja, caso perca a confiança dela, prepare-se para um longo caminho que te espera. No geral, temos conosco uma menina introvertida muito curiosa que gosta de ser organizada e tem uma visão prática de como fazer suas tarefas, aliás, seria uma boa ajudante de líder em trabalhos em equipe. Se fosse para defini-la em uma lista de adjetivos, certamente, alguns como estes: leal, habilidosa, sensível, simpática, boa companheira, dedica, idealista, eficiente e como estes: amuada, pessimista, tímida, introvertida, temerosa, teórica, insegura, indecisa, desmotivada estariam nela.



⎾ 𝓢obre estudar em Elementary School
Será uma novata no terceiro ano do ensino médio, só por esse motivo já tem muito com o que se preocupar. Não sabe como são os professores ou como trabalham, irá chegar sem conhecer nenhum aluno e todos sabemos que o terceiro ano possui as famosas festas, definitivamente, não está nem um pouco afim disso – talvez se sentisse um pouco menos apavorada se estivesse na outra escola. Sente um grande receio sobre o que a espera por trás dos portões, não sabe se vai conseguir lidar muito bem com toda a pressão durante o início principalmente, mas irá tentar seu melhor para poder se adaptar ao lugar; se não for bem sucedida, basta aguentar até o final do ano, afinal, será o último. Entretanto, espera que a escola tenha alguma árvore grande, gosta de ficar sob elas para relaxar ou esconder-se atrás delas quando está fugindo.


ⓖⓞⓢⓣⓞⓢ & ⓓⓔⓢⓖⓞⓢⓣⓞⓢ
( + ) nadar; viajar para jeju; conversar com junseok e woomin; dar risada; água; assistir jogos de vôlei; correr; comidas estrangeiras; acessórios hippies; dias ensolarados; dormir; ir a parques de diversão; andar a cavalo; brincar na chuva; fast food e pizza; banheiros; árvores; meditar; escrever em seu caderno preto; usar chapéus; observar as pessoas; calmaria; músicas melancólicas; piano.

( - ) dias de tempestade; boates/festas; comida muito picante; não poder nadar; ficar doente; garotos bagunceiros; escuro; perfumes muito doces; café; dormir tarde; salto alto; roupa apertadas; coisas sombrias; desorganização; música eletrônica; bebida alcoólica; lidar com seus problemas; biologia; palavras de baixo calão; ficar sem luz; falsidade e traições; falar sobre seu passado.

ⓜⓔⓓⓞⓢ
∆ Isolofobia — medo da solidão.
O tempo em que passou no orfanato fora algo até bom, conheceu muitas crianças na mesma situação que a sua ou até piores, fizera amizades que não se esquece sem falar das mulheres que estavam sempre lá quando precisavam. Todavia, isso não apagava o fato de que havia sido largada naquele lugar por seus pais biológicos quando ainda era uma recém-nascida. A ideia de se livrar de alguém é algo tão simples aos olhos da menina que esta simplesmente não consegue mais tirar na cabeça o pensamento de que, algum dia, todos aqueles que ama irão embora para longe de si e isso é apavorante para a coreana, tanto que chega a ter crises de pânico por causa disso. Ficar sozinha em casa ou em qualquer lugar é impossível para ela, seus pais até mesmo contrataram duas empregadas com o propósito de fazerem companhia quando ninguém estivesse em casa e, por sorte, tem funcionado. Há dois métodos eficazes de acalmá-la quando estiver em suas crises: através de um abraço ou deixando-a conversar com o irmão mais velho, pessoa no qual é muito apegada.

∆ Androfobia — medo de homens.
Na verdade, seu medo é quase irracional, entretanto, tem um bom motivo por trás disso. Dos quatro anos em que vivera no orfanato, suas maiores amizades eram com garotas pois tinham muita vergonha de ir falar com os meninos e mesmo quando um vinha falar consigo, fazia o possível para recuar devido sua timidez. Após ser adotada, consegui ter uma boa relação com seu irmão mais velho o que mostrava que tudo aquilo não passava de timidez. Porém, os seus pais colocaram-na em uma escola somente para meninas durante o ensino fundamental I e II, de forma que nunca veio ter contato com nenhuma outra pessoa do sexo oposto senão seu irmão e seu pai. Além disso, era muito ingênua naquela época e acreditava nas histórias que suas colegas contavam sobre meninos serem maus com as garotas e quebrarem seus corações, essas coisas; o resultado disso é que não consegue ter um bom relacionamento com garotos, somente o fato de estar na presença deles lhe é um incomodo – trocar palavras é praticamente impossível, na verdade, o que ela costuma fazer quando um menino tenta conversar consigo é: ou ignorar e fugir ou paralisar quando não tem como fugir. Esse também é o motivo de nunca ter namorado ou beijado.

∆ Motefobia — medo de borboletas.
Não chega bem a ser um medo, está mais para nojo do que para qualquer outra coisa. Isso foi algo que adquiriu quando foi em uma viagem de sua escola no fundamental II, esta ocorreu em um campo onde passou um final de semana inteiro com suas colegas e professoras. No sábado, quando tiveram tempo livre durante a tarde, três meninas das quais era próxima lhe chamaram para fazer uma pequena trilha até uma clareira que tinha por perto de onde estavam e, como não queria ficar sozinha, mesmo não estando afim de ir acabou aceitando a proposta delas. Quando chegaram onde planejavam, foram surpreendidas pelas inúmeras borboletas das mais variadas cores que estavam voando sobre as flores e pousadas nas árvores. Depois de escolherem um lugar mais próximo à pequena cachoeira, sentaram-se em um circulo e começaram a conversar sobre coisas aleatórias, duas das quatro tinham irmãs mais velhas que contavam sobre suas aventuras fora de um colégio só para meninas e estas estavam compartilhando sobre isso. Em um determinado momento, uma borboleta acabou pousando atrás da cabeça coreana e esta, coincidentemente, resolveu encostar-se na árvore que estava atrás de si, ou seja, esmagou a pobrezinha ao fazê-lo. Quando passou a mão no cabelo sentindo o que estava ali, o nojo lhe dominou e precisou da ajuda das amigas para poder se livrar da sujeira. Desde então, nunca mais se deu bem com borboleta sou mariposas, sempre prefere manter-se o mais longe possível delas, afim de nunca mais ter essa experiência.

ⓜⓐⓝⓘⓐⓢ
⌈ ☽ ⌋ Gesticular enquanto fala principalmente quando explica algo.
⌈ ☽ ⌋ Batucar sua música preferida silenciosamente com os dedos.
⌈ ☽ ⌋ Imaginar cenas que gostaria que acontecesse em sua vida.
⌈ ☽ ⌋ Entrelaçar as próprias mãos quando está envergonhada.
⌈ ☽ ⌋ Tem a mania de mexer no cabelos das pessoas.
⌈ ☽ ⌋ Costuma sempre estalar os dedos e o pulso.
⌈ ☽ ⌋ Brincar com os dedos quando entediada.



"Talvez eu não saiba como lidar com garotos, mas... eles são intrigantes."

— ραr
De todos os tipos de relacionamento, esse vai ser o mais complicado e o mais demorado em existir. A garota gosta de observar romances, ler ou assistir filmes sobre, entretanto, a cruel verdade é que – pelo menos no seu estado atual – não conseguiria ter momentos fofos e bonitinhos como de filmes por causa de sua fobia para com meninos. Mas caso algum viesse a conseguir essa proeza, definitivamente o comportamento dela iria mudando ao poucos, ou seja, necessário muita paciência e compreensão por parte do garoto.
[...]
No início, o medo e o receio seriam duas coisas bem óbvias só de olhar suas ações extremamente calculadas e robóticas, afinal, ainda estaria acostumando-se com a presença e interação com o menino. Facilmente ficaria envergonhada e seria muito recuada em relação as atitudes dele, sem deixar espaços para que houve contato físico ou coisa do tipo – beijos seriam os principais de quais iria fugir. Dependendo do assunto, principalmente se for pra falar sobre ela, poucas palavras sairiam de sua boca e o fato de não se sentir a vontade seria bastante visível. À medida que o tempo junto e o relacionamento fosse evoluindo, as coisas iriam melhorando. Jiyu ficaria mais confortável, seria menos tímida e deixaria mais aberturas para contato físico como dar as mãos ou abraços – beijos ainda seriam um tabu, porém com menos intensidade. E bem, ao chegar no auge da intimidade, a liberdade para conversar com ela, para ficar por perto e outros seria algo surpreendente para aqueles que conhecem sua fobia e vissem, de longe, ela interagir romanticamente com um garoto. Iria parecer outra pessoa. Podemos dizer que ela seria aquele tipo de menina que é tímida normalmente mas que, quando quer provocar, não tem um pingo de piedade; estando muito mais a vontade para troca de carícias e contato físico ainda que em público não impediria mais os beijos de acontecerem ou abraços, pelo contrário, até mesmo os pediria. Demonstraria seus sentimentos através de pequenos gestos.

— αмigøs
Boa parte de sua roda de amigos são garotas, para ser sincera, 99% de todas suas amizades são somente garotas, afinal, consegue dialogar direito apenas com elas porém não vê nenhum problema nisso. Atualmente, os únicos amigos homens que possui são seu irmão mais velho, Junseok, e Woomin que foi morar em Busan – ela pretende ter pelo menos um amigo do sexo oposto na escola no terceiro ano, mas não sabe se conseguirá ser bem sucedida.
[...]
A verdade é que realmente tem dificuldades tanto para iniciar uma amizade quanto para mantê-la, sua timidez e receio de ser machucada muitas vezes impedem-na de confiar na nova conhecida e, bem, não há amizade sem confiança de ambas partes. Apesar disso, quando realmente gosta de uma pessoa, dará o seu melhor para que possam se tornar boas amigas futuramente – e acredite, Jiyu se esforça deveras quando há muita consideração por aquela pessoa, até mesmo tenta frequentar os mesmos lugares ainda que não goste destes que ela apenas para tentar se enturmar com a nova amiga. Entretanto, quando o ponto mais alto de intimidade e confiança é alcançado, pode ter toda a certeza de que não ganhou só uma grande amiga mas também uma irmã/mãe. Isso porque importa-se demasiadamente com o bem estar daqueles que ama, basta somente uma reclamação de dor ou expressão triste para Jiyu se prontificar a ajudar. Além disso, torna-se mais liberal em relação falar sobre si mesma para a outra, bem como os diálogos e interações serão bem maiores do que no início pois se sentirá mais a vontade para mostrar seus acertos e falhas. Em caso de brigas, definitivamente Jiyu será a primeira a se desculpar, não consegue dormir brigada com alguém que seja muito importante para ela, por isso, não hesita nem tem vergonha quando vai se desculpar ainda que esteja certa porque para a morena, uma amizade vale mais que seu orgulho. Aliás, além de faladeira, torna-se muito brincalhona e divertida, fazendo piadas sem graça mas que acaba fazendo os que estão em voltada rir devido ao jeito como conta-as. Definitivamente, você percebe de longe o quão mais aberta e leve a Chang mais nova quando está junto da presença dos amigos.

— ρєssøαs dα єscøłα
Não é muito de interagir com as pessoas das quais não é próxima. Vê-la falando com alunos aleatórios vai ser algo realmente raro ou quase impossível, professores definitivamente será somente para tratar de assuntos escolares – ela não é de ficar próxima a professores, as mesma coisa vale para coordenadores e diretores. A realidade é que Jiyu detesta envolver pessoas demais em sua vida pessoal, por isso, mantém certa distância.
[...]
Falando sobre os colegas, a interação com eles será algo realmente difícil de acontecer por causa de dois principais motivos: primeiro devido à sua timidez e segundo à sua insegurança. Estudar em um escola mista, para ela, já é um desafio por isso poupa esforços em se comunicar com todos mundo – geralmente, seus amigos são escolhidos a dedo – porque, além de saber que não irá conseguir, pensa que passar despercebida é muito melhor do que colocar a cara no sol; assim poderá evitar intrigas e outras coisas. Apesar disso, sua educação e gentileza permanece quando alguém vem falar consigo, exceção para os meninos pois ela foge (ou tenta fugir). Falando sobre os professores e coordenadores, manterá a típica relação formal sem intenções de se aproximar ou deixar que eles o façam. A última coisa que quer é seus superiores conheçam sua mente bagunçada e passado triste, por isso, tende a se afastar quando algum professor ou funcionário tenta dar um passo para uma relação mais íntima com ela. Claro, sempre busca fazê-lo de forma respeitosa para não constrangedor ou faltar com a educação para com ninguém. Apesar disso, geralmente, por causa de seu comportamento impecável e notas excelentes, tende a ser “a queridinha” deles; ainda que não goste muito disso.


⌈ Fatos & Curiosidades ⌋

The world is just another name for despair
My height is just another diameter for the earth
I am all of my joy and anxiety
It repeats everyday, the love and hate directed to me
REFLECTION

[...]
⊶ Mesmo que não pareça, é uma exímia cozinheira.
⊷ Suas disciplinas preferidas são as de exatas.
⊶ Nunca namorou ou beijou durante toda sua vida devido a sua fobia.
⊷ O único garoto que não possui problemas para conversar é seu irmão.
⊶ É alérgica a frutos do mar e amêndoas.
⊷ O mar foi o primeiro lugar que conheceu fora de Seoul.
⊶ Gostaria de se tornar nadadora profissional.
⊷ Competir nas Olimpíadas é o seu maior sonho.
⊶ Seu número favorito é sete e sua cor preferida é marrom.
⊷ Música preferida: Irreplaceable; Madilyn Paige.
⊶ Vai ao clube de natação todas as segundas e terças depois da escola.
⊷ Água é algo que lhe acalma, desde a do chuveiro até a do oceano.
⊶ Como presente nos seus 17 anos, ganhou permissão para fazer uma tatuagem.
⊷ Todo e qualquer tipo de música lenta ou melancólica lhe é agradável.
⊶ Tornou-se fluente na língua inglesa aos dez anos de idade.
⊷ Junseok e Woomin são os únicos garotos no qual conversa normalmente.
⊶ Está aprendendo os idiomas mandarim e japonês.
⊷ Já sabe dirigir mas não tem carteira.
⊶ Costuma escrever bastante em seu caderno.
⊷ Trabalha num pequeno café perto da escola todas as quartas e sextas.
⊶ É muito boa jogando dardos.


〈 + M O R E 〉
ᛜ Família: mãe, Alice Chang - 42 anos (han ji min); pai, Chang Dong Min - 43 anos (gong yoo); irmão, Chang Jun Seok - 23 anos (nam joo hyuk).
ᛜ A verdade sobre seus pais biológicos é que eles estão mortos.
ᛜ Dias que fica ocupada a tarde: segunda, terça, quarta e sexta.
ᛜ Sua mãe é médica, seu pai é arquiteto e seu irmão faz faculdade de direito.
ᛜ Casa dos Chang's: xx. Quarto de Jiyu: xx.
ᛜ Usa um caderno preto para fazer um relatório de seu dia ou momentos que passou, semelhante a um diário mas que leva pra todo lugar.
ᛜ Sobre o trabalho: é a cozinheira e trabalha das 14h até 18h.
ᛜ Sobre o clube: é de 15h até 17h, mas permanece por mais uma hora para relaxar.
ᛜ Vai ter bastante dificuldade para interagir com meninos, é bom lembrar.
ᛜ Mora em Gangnam-gu.
ᛜ A música tema dela é AWAKE do Jin (bangtan sonyeondan).




Comprometo-me em comentar sempre que puder.
© sommika


𝐈'𝐌 𝐆𝐎𝐈𝐍𝐆 𝐓𝐎 𝐁𝐑𝐄𝐀𝐊 𝐄𝐕𝐄𝐑𝐘𝐓𝐇𝐈𝐍𝐆 𝐍𝐎𝐖 { 𝐒𝐌 𝐓𝐎𝐖𝐍 }

youth (is not) never coming back; there aren't more dreams...


I ᴏɴᴄᴇ sᴀᴡ ᴀɴ ᴀɴᴛ ɢᴏɪɴɢ sᴏᴍᴇᴡʜᴇʀᴇ
Tʜᴇʀᴇ ɪs ɴᴏ ᴡᴀʏ ᴛᴏ ғɪɴᴅ ᴛʜᴇ ᴘᴀᴛʜ ᴀᴛ ᴏɴᴄᴇ
Cᴏɴsᴛᴀɴᴛʟʏ ᴄʀᴀsʜɪɴɢ ᴀɴᴅ ᴄʀᴀᴡʟɪɴɢ ғᴏʀᴡᴀʀᴅ
Tᴏ ғɪɴᴅ sᴏᴍᴇᴛʜɪɴɢ ᴛᴏ ᴇᴀᴛ, ʀᴏᴀᴍɪɴɢ ғᴏʀ ᴅᴀʏs
Yᴏᴜ ᴋɴᴏᴡ ᴛʜᴇʀᴇ ɪs ᴀ ʀᴇᴀsᴏɴ ғᴏʀ ᴀʟʟ ᴛʜɪs ғʀᴜsᴛʀᴀᴛɪᴏɴ
I ʙᴇʟɪᴇᴠᴇ ᴛʜᴀᴛ ᴡᴇ’ʀᴇ ᴏɴ ᴛʜᴇ ʀɪɢʜᴛ ᴘᴀᴛʜ

{ l o s t }


I. — nome • completo
Nicholas Baros Castellanos or Atlas;
Desde o dia em que fugiu de casa, decidiu que não usaria mais seu sobrenome e o mantém em segredo a sete chaves, preferindo não o trazer à tona nunca mais. Ironicamente, seu nome significa "o que leva o povo à vitória"; seria um significado muito bonito e encorajador se não fosse cômico. Pouco se importa com um povo que prefere se manter engaiolado à aproveitar a liberdade de voar. Da mesma forma que abandonou seu sobrenome, gostaria de também fazê-lo com seu nome, mas não consegue e sua solução fora um codinome. Àqueles que acabara de conhecer, identifica-se como Atlas.

II. — idade
O jovem homem está no auge des seus vinte anos, infelizmente.

III. — genero
Ao que tudo indica, é do gênero masculino.

IV. — capital • ou • cidade ao redor?
Nick não possui um lugar fixo de moradia, vamos dizer assim, mas por lhe passar um melhor sentimento de liberdade, prefere "morar" nas cidades ao redor – como um andarilho, cada dia em uma diferente.

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V. — aparencia


(byun baekhyun; exo)
Seu corpo sempre foi como uma tela de pintura,
no qual dois artistas trabalhavam todos os
dias em busca da obra prima final.
Esses artistas eram seus pais e o trabalho final ficara impecável.
Nicholas costumava ser um pequeno anjinho de pele pálida e imaculada, cabelos negros brilhantes e incomuns olhos de cor âmbar, o corpo pequeno e infantil marcado por sinais em lugares aleatórios como em seu dedão e orelha; de fato, uma criança muito bela. Mas um dia, esse anjinho fora marcado, por mãos violentas de pais perversos. Não pense em abuso sexual, mas em agressão física. Quase, senão tortura, de fato. As cicatrizes estão presentes até hoje em suas pernas e costas, piores do que estas, estão gravadas na alma. Desde o dia em que a magia em si foi ativada, algumas mudanças estranhas começaram a acontecer. Os olhos tomaram uma tonalidade tão negra quanto o ônix três dias após despertar a magia das sombras e o próprio nunca viu, mas quando utiliza essa magia seus olhos tornam-se tão vermelhos quanto seu cabelo. Já seus fios negros e sedosos, passaram por uma transição de cinco dias até atingir a atual cor vermelho sangue após despertar sua magia de defesa; curiosamente, depois disso nunca mais conseguira tingir o cabelo pois a tinta simplesmente desaparecia dois dias após a aplicação. Transformação estranha, mas que acha legal atualmente. É um garoto relativamente alto com 1,77 cm de altura. Seu corpo não é lá um dos mais trabalhados mas dá pro gasto. Com suas frequentes viagens a pé de cidade em cidade, acaba conseguindo manter seu peso entre 59 kg e 61 kg. Em um determinado momento de sua vida, acabou marcando seu corpo na região do pescoço, desenho de um pássaro voando com alguns detalhes coloridos no estilo aquarela – simboliza a liberdade que conquistou.


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Escreveu ᴡᴏʟғ ɪɴ sʜᴇᴇᴘ's ᴄʟᴏᴛʜɪɴɢ
❝ Aᴡᴀʀᴇ, ᴀᴡᴀʀᴇ, ʏᴏᴜ sᴛᴀʟᴋ ʏᴏᴜʀ ᴘʀᴇʏ
Wɪᴛʜ ᴄʀɪᴍɪɴᴀʟ ᴍᴇɴᴛᴀʟɪᴛʏ
Yᴏᴜ sɪɴᴋ ʏᴏᴜʀ ᴛᴇᴇᴛʜ ɪɴᴛᴏ ᴛʜᴇ ᴘᴇᴏᴘʟᴇ ʏᴏᴜ ᴅᴇᴘᴇɴᴅ ᴏɴ
Iɴғᴇᴄᴛɪɴɢ ᴇᴠᴇʀʏᴏɴᴇ, ʏᴏᴜ'ʀᴇ ǫᴜɪᴛᴇ ᴛʜᴇ ᴘʀᴏʙʟᴇᴍ
[centro]
Fᴇᴇ-ғɪ-ғᴏ-ғᴜᴍ, ʏᴏᴜ ʙᴇᴛᴛᴇʀ ʀᴜɴ ᴀɴᴅ ʜɪᴅᴇ
I sᴍᴇʟʟ ᴛʜᴇ ʙʟᴏᴏᴅ ᴏғ ᴀ ᴘᴇᴛᴛʏ ʟɪᴛᴛʟᴇ ᴄᴏᴡᴀʀᴅ
Jᴀᴄᴋ ʙᴇ ʟᴇᴛʜᴀʟ, Jᴀᴄᴋ ʙᴇ sʟɪᴄᴋ
Jɪʟʟ ᴡɪʟʟ ʟᴇᴀᴠᴇ ʏᴏᴜ ʟᴏɴᴇʟʏ ᴅʏɪɴɢ ɪɴ ᴀ ғɪʟᴛʜʏ ᴅɪᴛᴄʜ ❞

VI. — personalidade
“Só te dou um aviso, bebê: fuja enquanto tem tempo.”

Sabe aquela pessoa que você precisa quando está passando por um momento ruim? Essa não é o Nick. Ou aquela que está sempre pensando no bem de todos? Certamente, não é o Nick. Ou ainda, aquela que todo mundo adora estar na companhia? Ok, nenhuma molécula de Nicholas por aqui também. Se você quer alguém para compartilhar seus problemas, para manter um relacionamento estável ou para falar bem da capital, definitivamente você não deve procurar pelo garoto. Ele consegue chegar no ponto mais alto da estupidez humana. Um jovem que aparenta ter mais defeitos do que qualidades e, talvez, de fato seja assim porém como o próprio diria: “isso não é algo que eu me importe, de nada”. Para manter uma boa comunicação com ele, é necessário saber que irá enfrentar três coisas principalmente: deboche, palavras de baixo calão e alta sinceridade. Além disso, terá que lidar com sua irritabilidade que costuma aparecer sem aviso prévio e de forma brusca.

Primeira coisa que você deve saber sobre Nicholas: sua paciência praticamente não existe. Então se você está pensando em irritá-lo, saiba que não terá que se esforçar muito para tirá-lo do sério desde que esteja preparado para enfrentar a fúria do esquentadinho. Apenas torça para não ir parar em um hospital no processo – ah, vale lembrar que se quiser umas porradas grátis, basta falar sobre o passado dele em um tom sarcástico, aí sim, talvez você morra ou chegue bem perto. Segundo: apesar de ter a cabeça quente, está quase sempre bem humorado – ainda que seja um humor ácido – e caso você se aproxime fazendo piadinhas, é bem capaz que lhe acompanhe desde que não tenha a ver com coisas ruins por quais já presenciou ou vivenciou. Terceiro: ele late, mas também morde. Apesar de tudo, é um cara de palavra que busca cumprir o que jura/promete o mais rápido possível, logo, tenha cuidado com o que você o faz jurar ou pode se dar muito mal.

Nicholas é cruel. Sim, se tem que matar para sobreviver ou para proteger alguém que no caso seria o lector definitivamente ele o faria sem hesitar. Determinado e independente, leva uma vida na qual não quer se apegar a ninguém justamente pelo motivo acima, além de não estar afim de matar ninguém, não quer ter preocupações a mais do que a própria vida e a de seu cão. Teimoso que, pelos céus, dá até vontade de jogá-lo de uma ponte – costuma ser bastante inflexível e grosseiro com pessoas que lhe contrariam, não dá o braço a torcer e se estiver errado no final, ainda dá um jeito de jogar a culpa em outrem. Um garoto inteligente, não, melhor, é extremamente astucioso. Digamos que arquitetar planos maléficos ou fugir de alguma confusão que arrumou é a especialidade do ruivo, seu raciocínio pode trabalhar rapidamente sob pressão quando se trata disso, algumas desculpas chegam a ser cômicas. Esse raciocínio, infelizmente, não funciona muito bem em situações de vida ou morte.

É ciumento em demasia, tanto com coisas quanto com pessoas e, principalmente, com Lector. O cãozinho se adapta bem com pessoas novas desde que goste delas em uma primeira impressão, logo, isso causa um efeito muito grande em Nick como cara emburrada, respostas grosseiras e irritação – teria o mesmo comportamento se fosse com uma pessoa. Sendo muito vingativo, não tem o costume de deixar o vacilo de alguém passar em branco, sempre acaba devolvendo na mesma moeda; e dependendo de que lhe foi feito, pode fazer até pior. É válido dizer que se diverte com isso. Talvez devido aos maus tratos que recebeu, tornou-se um cara bastante insensível e extremamente egoísta, não pensando em ninguém além de si mesmo. É muito raro mesmo ele demonstrar algum tipo de compaixão ou empatia, o mesmo vale para demonstrar seus próprios sentimentos mais profundos. Atlas é, definitivamente, aquele tipo de pessoa que você não deve procurar para desabafar. Depois de ler isso tudo, não é nem necessário dizer que exala arrogância e possui um enorme orgulho, não é mesmo?

Sua auto-confiança é exacerbada. Conhecendo a si mesmo muito bem e sabendo quais são seus limites, geralmente, não tende a comprar uma briga que sabe que irá perder – pelo menos, não estando consciente, claro, porque caso esteja cego de raiva, cometerá o famoso suicídio burro, haha. Pode não parecer mas Nick é um alguém muito calculista e inteligente, ainda que seja na maior do tempo um jovem imaturo, demonstra saber das coisas quando tem de montar um plano sério para algum objetivo – ele é bastante cuidadoso, estando bem atento aos detalhes; além disso, já tem um certo conhecimento por causa de suas constantes viagens. Sendo assim, consegue ser bastante eficiente quando quer. Costuma sempre manter um pensamento prático visto que prefere não se preocupar de mais com as coisas, logo, vemos que Nicholas também é um cara de boas de hora em hora. Quando está em paz, busca continuar assim e ai daquele que resolver tirar essa paz. Aliás, são nesses momentos que as pessoas têm mais oportunidade de se aproximar dele para jogar conversa fora, trocar opiniões e ideias, essas coisas – o ruivo fica tão pacífico na vibe que nem se importa em estar certo. Geralmente, esses momentos são causados por situações boas que vive, por exemplo, ganhar dinheiro a mais, encontrar um bom lugar para passar suas noites ou quem sabe até um companhia para saciar suas necessidades.



Olha, não sou flor que se cheire. Tenho um passado desgraçado e agora me
transformei num pedaço de lixo, mas essa é a vida, certo? Então, se você não está
afim de lidar com gente como eu ou acha que sou um otário,
por favor, retire-se do meu recinto.

VII. — historia
⌊ I ᴀᴍ ᴍʏ ᴏᴡɴ ᴡᴏʀsᴛ ᴇɴᴇᴍʏ ⌉
Nicholas ainda leva as cicatrizes de um passado conturbado, passado este no qual tem o desprazer de reviver todas as vezes em que fecha os olhos para dormir, passado este que tenta esquecer ao montar um novo futuro. O garotinho que tanto sofreu, que cometeu o pecado de manchar suas mãos com sangue, agora é um jovem homem que tem seus próprios objetivos e ambições. Está firme em sua decisão de transformar seu destino e fazer com que sua marca seja fincada em Lucky. Não se permitirá morrer enquanto não cumprir o que planejou.

"Nᴏᴛʜɪɴɢ ʟᴀsᴛs ғᴏʀᴇᴠᴇʀ, ʏᴏᴜ ᴏɴʟʏ ʟɪᴠᴇ ᴏɴᴄᴇ.
Sᴏ ʟɪᴠᴇ ʏᴏᴜʀ ʟɪғᴇ Nᴏᴛ ᴀɴʏ ᴏᴛʜᴇʀ’s ʟɪᴠᴇs!
Tᴀᴋᴇ ᴄʜᴀɴᴄᴇs ᴀɴᴅ ɴᴇᴠᴇʀ ʀᴇɢʀᴇᴛ, ɴᴇᴠᴇʀ.
Nᴇᴠᴇʀ ʙᴇ ʟᴀᴛᴇ ᴛᴏ ᴅᴏ ᴡʜᴀᴛ ʏᴏᴜ ᴡᴀɴɴᴀ ᴅᴏ ʀɪɢʜᴛ ɴᴏᴡ!
Bᴇᴄᴀᴜsᴇ ᴀᴛ ᴏɴᴇ ᴘᴏɪɴᴛ ᴏғ sᴏᴍᴇᴅᴀʏ, ᴇᴠᴇʀʏᴛʜɪɴɢ ʏᴏᴜ ᴅɪᴅ...
ᴡᴏᴜʟᴅ ʙᴇ ᴇxᴀᴄᴛʟʏ ᴡʜᴀᴛ ʏᴏᴜ ᴡɪʟʟ ʙᴇ."

Vivera boa parte de seus anos de vida dentro do inferno que a capital oferecia. Seus pais não eram lá exatamente ricos mas podiam manter um estilo de vida favorável com direito até a alguns luxos triviais. Teria tido infância do mundo se não fosse por um única fator: era um menino. Tanto seu pai quanto sua mãe, principalmente ela, tinham o forte desejo de conceber uma menina como primogênita porém ao término dos noves meses, compreenderam que nem tudo é como queremos. Talvez, se tivessem visto o sexo do bebê antes, Nicholas nem teria nascido. O problema disso é que os progenitores não aceitaram muito bem o fato de ser um garoto. Desde quando foram informados pelo médico que era um menino, já mostraram negação pela criança, tanto que nem mesmo o nome escolheram; quem o batizou com esse nome fora avó materna. Também fora ela quem cuidou dele – durante quatro anos – até falecer de problemas de saúde e foi assim o início do pesadelo do pequeno. Sem a avó para cuidar de si, sua guarda voltou para os pais que ainda estavam abalados por não terem tido uma primogênita.

A volta da criança aos braços dos pais biológicos acabou criando um certo tipo de ódio gratuito por parte deles para com o garoto. Isso começou com pequenas demonstrações de desafeto. Coisas como gritar com a criança por nada, colocá-la de castigo por motivos pequenos, ignorá-lo quando este clamava por atenção, coisas assim. Mas após um ano de convivência, essas demonstrações de desafeto evoluíram para maus tratos. Eles lhe batiam pelo mais simples motivo e se chorasse – o que acontecia – se tornava ainda pior; no começo, eram tapas, beliscões e o uso de cintos para disciplinar a criança, porém as coisas fugiram do controle até se tornar algo semelhante a tortura. Os pais do menino estavam, de fato, liberando toda a raiva que sentiam em cima do garoto, que apenas aguentava tudo em segredo. Frequentemente era visto com hematomas e machucados, mas a desculpa que sempre dava era “por ser muito desastrado, se machucava muito fácil” e quando não tinha como dar desculpas, deve seu jeito para esconder.

Sofrera assim durante um ano, até que sua mãe engravidou novamente e veio a ter uma menina. De alguma forma, o fato do bebê ser do sexo feminino acalmou os ânimos de seus pais que passaram dar total atenção e dedicação à criação da pequena – apesar disso, Nick continuou recebendo o tratamento ruim por parte deles, o que o fazia pensar no porquê de seus pais amarem tanto sua irmã mas nunca demonstrarem aquele mesmo amor por ele. Houve um fatídico dia em que se envolveu em uma briga na escola. Estava em um péssimo dia e algumas crianças vieram encher seu saco quando apenas queria ficar quieto e sozinho. Nicholas acabou perdendo o controle quando um deles jogou-lhe um balde de água fria ao dizer que era tão ridículo que nem os pais dele o amava, com isso, atacou o garoto e fora parar na diretoria. Claro, seus pais foram alertados e até foram no colégio conversar com o diretor, coisa que nunca faziam. E obviamente, algo assim não iria passar em branco.

E assim se iniciou o cenário mais horrível de sua vida. Não fora somente alguns tapas ou cintadas que recebeu, muito além, seu pai fez questão levá-lo até um pequeno quarto de armazenamento que havia construído no porão, obrigou-o a ficar semi-nu e fez daqueles trinta minutos os piores de sua vida até então. O homem fora muito violento com tapas, chutes e cintadas sendo perverso o suficiente para até bater no mesmo lugar, afim de intensificar a “disciplina” – indo um pouco além, também mexera com o emocional e psicológico do menino proferindo palavras de baixo calão e comparando-o a um pedaço de merda, como se a criança fosse o lixo mais desprezível que pudesse encontrar. A partir desse dia, esse tipo de coisa começou a se tornar cada vez mais e mais frequente, para piorar, sua mãe muita da vezes era quem dava um jeito disso acontecer inventando estórias para que o marido pudesse castigar o filho – afinal, sempre ficou muito claro o quanto a presença do menino não lhe agradava. Mas nunca pedira ajuda a ninguém pois temia não ser levado a sério e seus pais descobrirem que havia pedido socorro, sabia que tudo se tornaria ainda pior.

Apesar disso tudo que sofrera durante anos, nunca odiou sua irmã. Muito pelo contrário, amava-a o suficiente para não a envolver nessas coisas que tirariam sua pureza e fazia todo o possível para que ela nunca visse seus machucados físicos ou sua alma quebrada. Sempre tratou-a com muita ternura e buscava o máximo cuidar dela como podia, ainda que seus pais vivessem mandando-o nunca se aproximar da garota – era uma das poucas regras, senão a única, impostas pelo casal que descumpria. Próximo aos seus doze anos de idade, então, toda aquela confusão começou a acontecer. Começando por seu pai sendo devorado por uma sombra estranha bem na sua frente, logo depois veio sua mãe começando a enlouquecer por causa do sumiço do marido, nesse ponto começara a cuidar de Julia com mais frequencia porque a mulher parou de se importar com os dois. Ainda tinha o fato de que sua aparência física mudou após ambos episódios onde despertou sua magia. Tudo estava literalmente de cabeça para baixo e sua família estava completamente destruída, o pior disso tudo era que se culpava: havia matado o próprio pai (ainda que por acidente), sua mãe estava ficando louca por esse motivo e sua irmã não podia receber a criação correta por esses motivos.

Após duas semanas em que despertara sua magia, analisando o quanto havia causado, tomou a decisão de fugir da capital – claro, antes disso, pôde ver sua mãe sendo levada embora como louca e poucos dias depois, sua irmã sendo levada para um orfanato; também seria seu destino se não tivesse fugido antes. Desde sua partida da capital, vivera por dois anos em uma cidade um tanto distante da capital que era conhecida por sua pobreza mas habitadas por pessoas gentis. Fora nela que encontrou um velho senhor que lhe cuidou por esses dois longos anos, onde pôde descobrir sobre o lado ruim da SM Town e então arrumar seu objetivo – ah, uma curiosidade é que fora nela que resgatou Lector, seu parceiro fiel, um cãozinho vira-lata. Desde então tem vivido como um nômade pela cidades que estão ao redor. Indo da mais rica, até a mais pobre. Tem como objetivo obter o máximo de conhecimento possível sobre esse mundo atual e passado, quer ter novas experiências e formar suas opiniões com base no que descobre e analisa. Todo seu foco agora está voltado para a construção de um futuro diferente. Somente espera encontrar a verdadeira liberdade nesse futuro.

VIII. — familia
Samuel Glavan Castellanos faleceu aos 39 anos de idade. Era um homem muito perfeccionista e rigoroso, entretanto, tinha um comportamento muito mais dócil quando se tratava da esposa ou da filha. Mesmo assim, foi pego tendo um caso com outra mulher – apesar de que essa informação nunca chegou aos ouvidos da esposa. O homem realmente parecia se divertir quando machucava o filho mais velho, e por causa da esposa, seu ódio pelo menino era ainda maior. Os dois nunca se entenderam bem, por mais que Nick fizesse de tudo para agradá-lo

Annabeth Baros Castellanos levada como louca aos 37 anos de idade. Costumava mostrar-se uma mãe muito cuidadosa e prestativa para com os filhos em público, mas quem a conhecesse sabia que só fazia no caso da menina que tanto desejou – nunca se importou de fato com o filho mais velho porque não queria um primogênito menino. Depois de duas semanas do desaparecimento do marido, começou a ter pequenos surtos; ao completar quatro semanas e cinco dias, a situação já tinha se intensificado para um nível assustador. Após o episódio de quando Nicholas despertou sua segunda magia, a mulher foi levada de casa e nunca mais teve notícias dela.

Julia G. B. Castellanos fora adotada aos seus 7 anos de idade. Uma menina que esbanjava carisma e tinha um comportamento extremamente dócil, era muito amada por todos e principalmente por seu irmão, de quem tanto gostava. Apesar disso, seus pais nunca deixavam eles se aproximarem demais por motivos próprios, estes que as crianças nunca souberam. A garota fora levada para um orfanato e pouco tempo depois, foi adotada por uma família da capital. Não tem mais nenhum tipo de contato com ela.

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IX. — medos
+ medo de escuro ironicamente, nosso lindo encrenqueiro aqui não se dá muito bem com o escuro, aliás, é um medo que vem de infância e que era muito pior nessa época mas o garoto vem evoluindo bastante; principalmente porque precisa do “escuro” para utilizar sua magia.

+ medo de pesadelos toda santa vez que fecha os olhos para dormir, e consegue, as memórias de sua infância perdida vêm novamente tirar-lhe a paz ao fazê-lo viver tudo aquilo de novo e de novo; o motivo de gostar de dormir em árvores é que esse sonhos ruins raramente acontecem quando dorme nelas.

+ medo de florestas nunca foi lá um grande fã de florestas, detesta ter que passar por elas pois sempre tem a sensação de estar sendo seguido ou observado; não consegue manter-se relaxado dentro de uma, está sempre em estado de alerta.

X. — qualidades & defeitos
Escreveu ᴀᴍ ɪ ᴡʀᴏɴɢ
Tʜᴇ ᴡᴏʀʟᴅ’s ɢᴏɪɴ’ ᴄʀᴀᴢʏ!
Hᴏᴡ ᴀʙᴏᴜᴛ ʏᴀ?
Yᴏᴜ ᴛʜɪɴᴋ ɪᴛ ɪs ᴏᴋᴀʏ?
I ᴅᴏɴ’ᴛ ᴛʜɪɴᴋ ɪᴛ’s ᴛʜᴀᴛ ᴏᴋᴀʏ.
☑ Bem humorado.
☑ Eficiente.
☑ Inteligente.
☑ Ousado.
☑ Independente.
☑ Auto-confiante.
☑ Determinado.
☑ Cumpridor.
☑ Sincero.
☑ Prático.

Escreveu ɴᴇᴠᴇʀ ᴍɪɴᴅ
Nᴇᴠᴇʀ ᴍɪɴᴅ ɪᴛ’s ɴᴏᴛ ᴇᴀsʏ!
ʙᴜᴛ ᴇɴɢʀᴀᴠᴇ ɪᴛ ᴏɴᴛᴏ ʏᴏᴜʀ ᴄʜᴇsᴛ.
Iғ ʏᴏᴜ ғᴇᴇʟ ʟɪᴋᴇ ʏᴏᴜ’ʀᴇ ɢᴏɪɴɢ ᴛᴏ ᴄʀᴀsʜ
ᴛʜᴇɴ ᴀᴄᴄᴇʟᴇʀᴀᴛᴇ ᴍᴏʀᴇ, ʏᴏᴜ ɪᴅɪᴏᴛ.
☒ Orgulhoso.
☒ Esquentado.
☒ Debochado.
☒ Cruel.
☒ Arrogante.
☒ Impaciente.
☒ Astucioso.
☒ Teimoso.
☒ Vingativo.
☒ Ciumento.

XI. — gostos & desgostos
G — viajar; assistir brigas; assustar as pessoas; brincar com Lector; banhos frios; lugares com boa iluminação; aventuras; comida; dormir em árvores; adrenalina; cor vermelha.

DG — sentir-se preso; pesadelos; dias chuvosos; andar pela floresta; escuridão; falar sobre sua família; companhia humana; mentiras; obedecer as regras; SM Town.

XII. — curiosidade
Apesar de não admitir nem buscar tratamento, ele sofre de estresse pós-traumático. Já passara por maus bocados devido a isso, mas tem conseguido lidar um pouco melhor por ter Lector ao seu lado. Não sabe o que será de si quando ele se for, no entanto.

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XIII. — gene • e • descoberta
As sombras.
1 — Assim como toda criança, Nicholas temia o escuro e as criaturas que nele habitam porém, diferentemente de quase toda criança, o menino jamais teve apoio de alguém para superar esse medo. Era início de uma madrugada, mais uma vez estava preso naquele quarto no porão – também conhecido como, literalmente, seu pior pesadelo – com seus pés presos em dois grilhões, impedindo a pobre criança de ir para qualquer lugar. Estava apavorado e desesperado, sentindo dores pulsantes e latejantes em suas pernas e costas, chorava compulsivamente enquanto desejava sair daquele local. Através da pouca luz que entrava por uma meia janela retangular, podia ver o chão ensanguentado tornando o cenário ainda pior. Abraçando a si próprio em um canto, mantinha a cabeça baixa e olhos fechados enquanto tremia de dor e de medo. Então ouviu o click da porta se abrindo, onde viu um homem (seu pai) adentrar o local com uma feição nada boa. Acusando o menino de não ter pagado o suficiente – havia desmaiado na metade do castigo anterior por causa das dores – disse que estava ali para o “segundo round” e fora nesse exato momento que Nicholas enlouqueceu, gritando que não queria mais aquilo, que queria sair; e devido ao seu surto, o patriarca lhe agarrou o pescoço afim de fazê-lo parar. Porém, antes que pudesse fazer qualquer coisa, olhou nos olhos do filho pela última vez e viu uma coloração avermelhada, logo em seguida, tudo o que Nicholas pôde ver fora uma enorme boca com dentes pontiagudos devorando seu pai, fazendo-o desaparecer. Como se nunca tivesse existido.

Seu próprio sangue.
2 — Novamente, sua mãe tinha mais um daqueles ataques de ansiedade devido ao desaparecimento sem rastros do marido. Nesses momentos, costumava sair de dentro de casa ‘no sapatinho’ e ficar junto com a irmã no lado de fora, na varanda dos fundos, até que a mulher se acalmasse – poderia demorar minutos, poderia demorar horas, mas eles nunca voltavam enquanto ela não parasse de gritar ou jogar as coisas. Nesse dia em especial, a mulher vira quando as duas crianças se dirigiram para a varanda e quando percebeu que o mais velho estava com a irmã, começou a culpá-lo sobre o desaparecimento do esposo. Ficou mais alterada do que o costume e aí que as coisas saíram do controle. Com um pequeno vaso de flores a seu alcance, lançou-o em direção do garoto que quase fora atingido no rosto se não fosse por seus reflexos ao colocar o braço na frente – mas com o impacto, obviamente, o vaso se quebrou e acabou cortando o menino, este que ainda fazia o possível para proteger a irmã. A mulher não deu descanso: estava louca! Quando esta se virou e alcançou um vaso maior, Nick aproveitou para empurrar a irmã pela porta virando-se a tempo de se proteger com os dois braços, formando um X na frente de seu rosto, colocando o não machucado na frente. A questão é que não havia sentido dor alguma ainda que tivesse ouvido o vaso se quebrar ao entrar em contato com sua pele. Assim que abriu os olhos e olhou para os próprios braços, viu-os completamente cobertos por um cor vermelha viva, como se fosse sangue. Quando outro objeto lhe atingiu sem aviso bem na cabeça e dor nenhuma sentiu, teve ciência de talvez tivesse ativado algum tipo de magia defensória.

XIV. — comportamento • da • magia
Elas se comportam de forma conjuntiva. Tecnicamente, uma (sombras) funciona mais para ataque e outra (sangue) funciona melhor para defesa. Mas vale deixar claro que, mesmo podendo usá-las ao mesmo tempo, isso lhe consumirá mais energia – por isso, irá dar intervalo de pelo menos dois segundos caso tenha que utilizar ambas em uma batalha.

+ SHADOWS — Nick pode controlar as sombras de um local a partir de sua própria, estendendo-a, fazendo com que tome desde um formato irregular até algo semelhante à pequenas mãos humanas. Tem o poder de manipular (puxar, empurrar, etc), cortar e devorar tudo aquilo que entrar em contato com suas sombras. Também tem a habilidade de controlar objetos inanimados ao “possuí-los” inserindo extensões de sua sombra dentro do corpo do objeto como, por exemplo, uma armadura ou um brinquedo. Porém há suas franquezas, claro, como a principal: ausência completa de luz ou presença completa de luz. Basicamente, se um local é completamente iluminado de forma que nem mesmo sua sombra pode ser formada, sua magia não terá utilidade alguma; da mesma forma, se estiver em um local completamente escuro, uma vez que precisa de algum ponto com luz para a sombra poder 'existir'. Caso exposto a uma fonte de luz muito brilhante ou luminosa, as extensões de sua sombra “se queimam”. Curiosamente, quando está em ação, olhos vermelhos e bocas com dentes pontiagudos aparecem nas extensões – a propósito, tem a capacidade de se comunicar e/ou observar através deles, entretanto, consome mais energia. Suas extensões, até atualmente, não mostraram nenhum tipo de limite em relação a distância, entretanto, o próprio já percebeu que quanto mais distante elas forem do ponto principal (ele), mais desgastado fica e menos eficácia elas possuem.

+ BLOOD — O seu sangue é o seu escudo. Como uma couraça, Nick tem a habilidade de se auto proteger ao concentrar seu sangue em uma área específica de seu corpo. Quando mais concentrado for, maior a proteção – ou seja, ele pode proteger mais de duas áreas ao mesmo tempo porém terão uma proteção menor do que em uma área somente. Também pode fazer com que todo o corpo seja completamente protegido, apesar de que apenas por alguns instantes devido a energia que lhe é consumida, geralmente, seria algo que usaria para escapar da morte em uma situação crítica. Não consegue controlar sangue alheio para fazer algo assim, somente o seu próprio, logo, a única forma de proteger outra pessoa é sendo um escudo humano, literalmente. Além disso há uma fraqueza principal: perda de sangue. Quando menos tiver em seu corpo, menor será a eficácia de sua defesa. Apesar dessa fraqueza principal, o fato de ele usar o próprio sangue para se auto proteger não afeta no funcionamento normal de seu corpo – não entende como isso é possível, só acontece.

XV. — armas • adicionais
Essas armas são raramente usadas pelo jovem, para falar a verdade. Geralmente, apenas tende a sacá-las quando precisa se defender de ladrões impertinentes ou quando precisa para algo do dia a dia, por exemplo, se não tiver uma faca normal para cortar uma maçã, irá usar a de caça mesmo, essas coisas. Nem o chicote, nem a faca possuem alguma coisa magica. Apesar de quase nunca utilizá-las, está sempre com ambas presas em sua cintura num cinto especial.


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XVI. — o • que • pensa • sobre • a • cidade?
Um bando de babacas escravizando um bando de idiotas”. Palavras dóceis de um afável menino. Costuma sempre deixar bem claro o quanto odeia a capital e seus habitantes. Não suporta nem mesmo ter que respirar o mesmo ar que eles. É uma tarefa difícil para Atlas e fora por esse motivo que fugiu de lá, tornando-se um andarilho. Não gosta de regras, desgosta mais ainda quando vêm de caras que não sabem o que é viver na miséria. Se pudesse explodir aquele lugar, certamente o faria sem hesitar. Nick não teme esses caras porém sabe que é suicídio tentar qualquer coisa se jogando de cabeça, então apenas sonha com a chegada do dia em que a liberdade chegará à SMT e ao restante. Se chegar.

XVII. — possui • bom • convivio • com • outrem?
Devido ao seu temperamento um tanto muito esquentado, é um pouco difícil manter boas relações com qualquer outro ser humano. Às vezes, quando acha alguém interessante, até se esforça um pouco para ser mais simpático e amigável porém não dá, é como se estivesse em seu DNA; na primeira discussão já corta todos os laços com a pessoa e não dá o braço a torcer – ainda que receba desculpas ou esteja errado. Seu orgulho é muito grande. Aliás, ele é quase um lobo solitário (se não fosse por seu cachorro) e gosta de viver assim, por isso tende a se afastar quando percebe que está se aproximando de mais do limite que separa os "conhecidos" de "amigos". Nicholas, definitivamente, prefere não passar desse ponto. Mas nem sempre tudo acontece como desejado, não é mesmo?

XVIII. — gostaria • de • ter • um • par?
Relacionamento sério? Não não, Nicholas não quer viver preso a alguém. Não gostaria que a meia liberdade por qual tanto sofreu lhe fosse tirada. Talvez até se entregue em alguns amassos ou noites, porém nada que venha de fato ser importante para o ruivo; e este sempre deixará isso bem claro para não dizerem que ele não avisou. Porque, por mais solitário que ele goste de ser, tem suas necessidades né.

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XIX. — (+) more
→ Curiosamente, a cor vermelha está associada ao poder, ao perigo e à violência.
→ Costuma usar uma capa com capuz em suas viagens para esconder o cabelo.
→ Seu fiel companheiro lhe acompanha desde quando tinha 14 anos de idade.
→ Junta dinheiro ao trabalhar em bicos rápidos em cada cidade que passa.
→ Às vezes, usa sua magia para assustar as pessoas por pura diversão.
→ Não costuma demorar mais do que um mês em um só lugar.
→ Tem uma mania irritante de ficar bagunçando o cabelo.
→ Seus romances nunca duram mais que três dias.
→ Tem alergia à nozes e amendoim.
→ Já não é mais bv, nem virgem.




+ I'll be the Lucky One;
©sommika


𝐖𝐎𝐋𝐅 𝐈𝐍 𝐒𝐇𝐄𝐄𝐏'𝐒 𝐂𝐋𝐎𝐓𝐇𝐈𝐍𝐆 { 𝐀 𝐖𝐎𝐑𝐋𝐃 𝐎𝐅 𝐒𝐄𝐂𝐑𝐄𝐓𝐒 }


Citação:
A frieza tem sido minha companheira. A indiferença anda do meu lado. A grosseria ás vezes resolve aparecer… E a ironia é minha melhor amiga. Eu mudei? Não. Só estou me poupando de sofrimento. (𝓓𝓪𝓷𝓭𝓪𝓻𝓪 𝓞𝓵𝓲𝓿𝒆𝓲𝓻𝓪)




ıllıllı 𝐍𝐎𝐌𝐄 𝐂𝐎𝐌𝐏𝐋𝐄𝐓𝐎 ıllıllı
✕ 𝓛𝓊𝒸𝒸𝒶𝓈 𝓛𝑜𝒽𝒶𝓃 𝓓𝒶𝓇𝑒𝓁𝓁 𝓢𝒶𝒾𝓃𝓉𝑒-𝒹'𝓐𝒾𝑔𝓃𝒶𝓊𝓍。✕

━ O ɴᴏᴍᴇ Lᴜᴄᴀs ᴛᴇᴍ ᴏʀɪɢᴇᴍ ɴᴏ ɢʀᴇɢᴏ Lᴏᴜᴋás, ᴜᴍ ᴀᴘᴇʟɪᴅᴏ ᴅᴏ ᴏʀɪɢɪɴᴀʟ Lᴏᴜᴋᴀɴós, ǫᴜᴇ ǫᴜᴇʀ ᴅɪᴢᴇʀ "ᴅᴀ Lᴜᴄâɴɪᴀ, ʟᴜᴄᴀɴᴏ". O ɴᴏᴍᴇ Lᴏᴜᴋᴀɴós ᴠᴇᴍ ᴅᴀ ʀᴀɪᴢ ʟʏᴋᴇ, ʟᴜᴋ ᴏᴜ ʟᴜᴄ, ǫᴜᴇ ᴏʀɪɢɪɴᴀʀᴀᴍ ᴀ ᴘᴀʟᴀᴠʀᴀ ʟᴜx, ǫᴜᴇ sɪɢɴɪғɪᴄᴀ "ʟᴜᴢ", ᴘᴏʀ ɪssᴏ ᴛᴀᴍʙéᴍ é ᴀᴛʀɪʙᴜíᴅᴏ ᴀ Lᴜᴄᴀs ᴏ sɪɢɴɪғɪᴄᴀᴅᴏ ᴅᴇ "ʟᴜᴍɪɴᴏsᴏ".


ıllıllı 𝐀𝐏𝐄𝐋𝐈𝐃𝐎𝐒 ıllıllı
O garoto não é muito fã de apelidos, prefere que seja chamado somente pelo primeiro nome pelos amigos, mas alguns são insistentes nessa questão. Costuma ser frequentemente chamado de Luke ou Lucky por aqueles que já conhece há algum tempo, e geralmente aqueles que conheceu mais recentemente optam pelo Lohan, seu segundo nome. No caso de professores e funcionários, estes parecem ter preferência por chamá-lo de Sr. Darell que é o sobrenome de sua mãe.


ıllıllı 𝐃𝐀𝐓𝐀 𝐃𝐄 𝐍𝐀𝐒𝐂𝐈𝐌𝐄𝐍𝐓𝐎 ıllıllı
Atualmente, Luccas está caminhando para seus 18 anos de idade no qual irá, oficialmente, ter no dia 11 de Junho. Logo, seu signo do zodíaco é gêmeos♊ porém astrologia não faz diferença para ele.


ıllıllı 𝐒𝐄𝐗𝐔𝐀𝐋𝐈𝐃𝐀𝐃𝐄 ıllıllı
𝓗𝑒𝑡𝑒𝑟𝑜𝑠𝑠𝑒𝑥𝑢𝑎𝑙. Nunca teve dúvidas quanto a isso, sua preferência sempre fora mulheres porém não tem problemas com pessoas de opções diferentes. Na verdade, nem liga muito para isso.


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Mᴀs ᴀᴘᴇsᴀʀ ᴅᴇ ᴛᴜᴅᴏ sᴇᴍᴘʀᴇ ɢᴏsᴛᴇɪ ᴅᴇssᴇ ʟᴀɴᴄᴇ ᴅᴇ sᴇʀ ᴜᴍ ʟᴏʙᴏ sᴏʟɪᴛáʀɪᴏ.
ᴅᴇ ᴛʀɪʟʜᴀʀ ᴍᴇᴜ ᴄᴀᴍɪɴʜᴏ sᴏᴢɪɴʜᴏ. ᴘʀɪɴᴄɪᴘᴀʟᴍᴇɴᴛᴇ ǫᴜᴀɴᴅᴏ
ɴᴇᴍ ᴇᴜ sᴇɪ ᴘᴀʀᴀ ᴏɴᴅᴇ ǫᴜᴇʀᴏ ɪʀ.

ıllıllı 𝐀𝐍𝐈𝐌𝐀𝐋 & 𝐑𝐄𝐋𝐀𝐂𝐈𝐎𝐍𝐀𝐌𝐄𝐍𝐓𝐎 ıllıllı
✕ 𝓛𝑜𝒷𝑜 ━ 𝓒𝒶𝓃𝒾𝓈 𝓁𝓊𝓅𝓊𝓈。✕
𝓝𝓪𝓸 𝓼𝒆 𝓹𝓸𝓭𝒆 𝓲𝓻 𝓵𝓸𝓷𝓰𝒆 𝓷𝓪 𝓪𝓶𝓲𝔃𝓪𝓭𝒆 𝓼𝒆𝓶 𝓼𝒆 𝒆𝓼𝓽𝓪𝓻 𝓭𝓲𝓼𝓹𝓸𝓼𝓽𝓸
𝓪 𝓹𝒆𝓻𝓭𝓸𝓪𝓻 𝓸𝓼 𝓹𝒆𝓺𝓾𝒆𝓷𝓸𝓼 𝓭𝒆𝒇𝒆𝓲𝓽𝓸𝓼 𝓾𝓶 𝓪𝓸 𝓸𝓾𝓽𝓻𝓸.

Inicialmente, eram como gato e rato dentro de um mesmo cômodo sem passagem para sair, viviam brigando dentro da mente do garoto e este tinha que estar sempre extremamente atento pois, cada vez que se distraía, Autrox tentava tomar controle de seu corpo. Em hipótese alguma poderia haver qualquer tipo de relação amigável entre os dois, devido ao jeito autoritário do lobo e da teimosia do menino. Entretanto, conforme os anos foram se passando, as coisas começaram a melhorar entre dois uma vez que Luccas era a única companhia do animal e este, por sua vez, era a única companhia do humano – acabaram se entendendo melhor em algum ponto não específico da linha do tempo. Atualmente, ainda é possível ocorrer várias briguinhas desnecessárias entre os dois já que Autrox vive provocando Luccas, todavia, este primeiro começou a ter um pequeno senso de proteção para com o menino, de forma que sempre está – indiretamente – aconselhando-o sobre como e quando fazer as coisas. Aliás, às vezes até se oferece para ajudar o menino a se livrar de enrascadas com planos mirabolantes e perigosos, que, por algum motivo, o Darell acaba acatando. São bons amigos que ainda estão construindo um forte laço de amizade.


ıllıllı 𝐏𝐄𝐑𝐒𝐎𝐍𝐀𝐋𝐈𝐃𝐀𝐃𝐄 𝐃𝐎 𝐀𝐍𝐈𝐌𝐀𝐋 ıllıllı
No início, Autrox mostrava um comportamento agressivo e cheio de sede por brigas e confusões, tinha como objetivo tomar o corpo do humano afim de usá-lo para se ver liberto e fazer tudo como, quando e onde quisesse. Não era à toa que o próprio Luccas o temia. Entretanto, com o passar do tempo e relação sendo formada entre os dois, esse espírito rebelde do lobo foi se acalmando só que sem perder a essência da rebeldia. Ainda é extremamente autoritário e gosta de impor medo – por mais que não tenha mais efeito no menino –, é caracterizado principalmente pelo sua humor ácido beirando ao negro. Sincero, direto e realista, está sempre dizendo sua opinião sobre algo mesmo sem o Darell pedir. Gosta de resolver as coisas através da força e não admite quando “seu mestre” simplesmente ignora insulto de alguém – enquanto Luccas está calmo e sereno, em sua mente Autrox está dizendo o quão idiota ele é e os mais derivados palavrões, visto o quão boca suja é. Mesmo que apaziguado, o jeito agressivo e dominante do lobo ainda é presente. Se fosse um humano, definitivamente, seu temperamento seria o colérico. Expressa sua raiva e indignação do jeito mais sincero possível, da mesma forma em que – quando quer – também é honesto em relação ao seu senso de proteção para com Luccas.


ıllıllı 𝐂𝐎𝐍𝐓𝐑𝐎𝐋𝐄 𝐒𝐎𝐁𝐑𝐄 𝐎 𝐀𝐍𝐈𝐌𝐀𝐋? ıllıllı
A única coisa que sabe fazer com perfeição é comunicar com o animal, de resto é um completo fracasso. Uma vez que já está há um ano no colégio, até melhorou em alguns pontos porém ainda continua sem saber como controlar Autrox. Até chegou a tentar algumas vezes mas falhou miseravelmente. Entretanto, já tem certo domínio sobre as habilidades oferecidas por este em sua “forma” humana.


ıllıllı 𝐍𝐎𝐕𝐀𝐓𝐎 𝐎𝐔 𝐕𝐄𝐓𝐄𝐑𝐀𝐍𝐎 ıllıllı
Uma vez que está somente em seu segundo ano no colégio, se considera um novato.


ıllıllı 𝐀𝐒𝐏𝐄𝐂𝐓𝐎 𝐅𝐈𝐒𝐈𝐂𝐎 ıllıllı
↳ 𝐟𝐚𝐜𝐞 𝐜𝐥𝐚𝐢𝐦: 𝑗𝑒𝑜𝑛 𝑗𝑢𝑛𝑔 𝑘𝑜𝑜𝑘; 𝑏𝑎𝑛𝑔𝑡𝑎𝑛 𝑏𝑜𝑦𝑠. ↲
Um garoto com características puras de coreanos, apesar de ter nascido no Sul dos Estados Unidos. Os olhos, assim como os de um asiático nativo, têm os cantos externos puxados e são de uma cor castanha muito próxima ao preto. Os fios curtos e lisos também carregam uma tonalidade escura de castanho, entretanto, foram ligeiramente tingidos de um castanho mais claro quando atingiu seus quatorze anos de idade e vem mantendo a cor desde então. Devido aos muitos exercícios e esportes que praticou durante as muitas viagens com seu pai, conseguiu um corpo atlético no qual é possível ver certas definições – não exageradas. Tem uma estatura de aproximadamente 1,79 cm e sua massa corporal tende a manter em 66 kg. Por ter frequentado praias algumas vezes, sua pele que antes era tão branquinha e macia como um bumbum de bebê, atualmente possui um leve bronzeado que dá até certo charme ao garoto. Ambas orelhas são furadas sendo um furo na direita e três na esquerda, geralmente, enfeitas por alargadores de 4mm ou pequenos brincos de argola – os quais o próprio troca. Suas roupas, em sua maioria, são de cores neutras ou escuras com o objetivo de ser discreto no meio de uma multidão e quase sempre está usando casacos. Em sua face, a expressão mais frequente é a séria ou de ironia.



ıllıllı 𝐇𝐈𝐒𝐓𝐎𝐑𝐈𝐀 ıllıllı
Nosso garoto iniciou sua história de um jeito difícil, com a perda de sua mãe. Ela sempre teve uma saúde muito fraca e ficou ainda pior depois que engravidou, porém, mesmo com os médicos sugerindo um aborto por ser uma gravidez de risco, a mulher não aceitou. Decidiu que se fosse necessário morrer para salvar seu filho, assim o faria. E, de fato, o cumpriu. Pouco tempo depois que o parteiro colocou a criança suja e chorando em seus braços, a progenitora se foi com um sorriso nos lábios. Por esse e outros motivos, teve de ser criado por seus avós maternos. Nos outros podemos encaixar seu pai que, de certa forma, culpava a criança de ter lhe tirado a esposa mas por outro lado, não tinha coragem de abandoná-la completamente – pois, querendo ou não, era seu filho e era por ele quem sua amada tinha dado a vida. Sendo assim, o progenitor não teve uma grande presença durante o crescimento de Luccas, entretanto, aparecia vez ou outra para visitá-lo.

Em comparação ao menino de atualmente, no passado era completamente diferente. Costumava ser bastante tímido e tinha medo de tudo, não ousava nem mesmo olhar para os caras mais velhos de sua escola por, além de respeitá-los, também temia o que estes poderiam fazer caso os encarasse – basicamente, era um filhote de cachorro em meio a tantos lobos. Não sabia falar em público porque tinha vergonha e muitas vezes fora alvo de piadinhas de seus colegas por esse motivo, gaguejava demais e ficava vermelho o que lhe rendeu o apelido de “Pimentinha Gaga”. Era tratado como pano de chão por muitos (não por todos). Entretanto, devido a excelente educação que recebia em casa de seus avós, pôde conviver bem com isso sem retrucar ninguém até certo ponto. Conseguia lidar com as provocações e humilhações que aconteciam vez ou outra em seu dia a dia porque acabou de acostumando também, dessa forma, não era afetado grandemente também pelo fato de serem superficiais.


Isso começou a mudar por volta de seus seis anos de idade. Mesmo sem nunca dizer em palavras, o garoto sempre demonstrou um certo ressentimento para com o pai justamente por este ser ausente propositalmente, escolhendo viver a vida e deixando o filho de lado – logo, Sebastian era um assunto evitado por seus avós. Porém, após dois anos sem ver seu velho, ele apareceu na sua casa após um dia estressante na escola. Juntando o aborrecimento que havia conseguido na escola com a raiva de vê-lo ali, sentado no sofá da sala como se sempre fizesse aquilo, finalmente estourou a bomba relógio que era o Luccas. A partir desse dia em diante, algumas mudanças começaram a acontecer no comportamento do garoto, principalmente diante do fato que seu pai começou a aparecer mais frequentemente por algum motivo pessoal – o que irritava profundamente a criança. Aos poucos, fora tornando-se cada vez mais rude e recluso de forma que era difícil até para seus avós, os quais tanto respeitava e confiava, descobrirem o que estava pensando.

Apenas piorou depois que seu animal despertou, nessa época tinha seus nove anos de idade e já possuía um jeito mais grosseiro de ser. Lembra-se bem de como aconteceu. Estava jogado na cama de seu quarto após aturar durante horas da manhã a galera que não sabia viver sem lhe perturbar ao menos um dia, e ao chegar em casa, ainda deu de cara com seu pai conversando alegre e casualmente com seus avós. Esses dois fatores juntos deixou-o extremamente aborrecido, mas, como sempre, estava reprimindo sua raiva com medo de fazer ou falar alguma besteira. Foi quando ouviu uma voz grave em sua mente dizer-lhe claramente: “deixe-me assumir por um momento” e em seguida, tudo tornou-se escuro como se estivesse entrando em sono calmamente. Quando acordou, estava preso em uma cadeira com os pés amarrados nas pernas do móvel enquanto suas mãos estavam amarradas para trás, sem entender o motivo daquilo, sentiu o medo subir e arrepiar cada pelo de seu corpo ao olhar todo o cômodo e vê-lo em um estado caótico. Mas, para juntar ao medo que sentia, a raiva deu olá no momento em que seu pai entrou em seu campo de visão.


O homem lhe explicou que o motivo daquela confusão era ele, o próprio Luccas, e depois de perceber que provavelmente iria traumatizar a criança sendo direto daquela forma, já avisou que não havia acontecido nada demais – estava todo mundo bem e o máximo que aconteceu fora ter arranhado o braço de seu pai. Quando finalmente perguntou o porquê e como tinha feito aquilo, o mais velho lhe explicou, então, que ele era mais um dos, e provavelmente o último, sortudos da família Sainte-d'Aignaux. Um Shifter. Ele seria “mestre” de Autrox, um lobo independente e agressivo. Toda aquela bagunça havia sido feita após o animal tomar temporariamente o controle do corpo do menino no momento em que, finalmente, ‘despertou’ sedento por liberdade – entretanto, havia voltado depois de tantos anos justamente para ajudar o menino no novo caminho que sua vida iria tomar. Então, Sebastian explicou para o filho o que passaria a ser frequente com Autrox desperto, como um voz autoritária na sua cabeça, teria sonolência constante já que o objetivo do animal era ter o corpo do menino, entre outras coisas nas quais deveria se manter atento. Vendo que era perigoso demais ficar com os dois avós, Lohan acabou decidindo ir com seu pai nas constantes viagens deste afim de aprender a controlar melhor o animal que vivia dentro de si.

Nessas viagens, descobriu o porquê de ser um shifter: seu velho também era um, porém fora sorte também carregar um lobo dentro de si uma vez que somente seu pai era, sua mãe era apenas uma humana comum. Pôde entender melhor como funcionava um shifter após seu pai lhe explicar várias coisas mas, apesar disso e de estarem sempre juntos por causa das viagens, não quer dizer que tinham o melhor relacionamento da face da Terra – Luke ainda tinha seus ressentimentos assim como Sebastian tinha seus receios, ou seja, não teve muito progresso de nenhum lado. E por ter passado a viver longe daqueles com quem já tinha intimidade, começou a se fechar cada vez mais em seu próprio mundo visto que se recusava a ter qualquer tipo de aproximação com seu pai. Ainda durante essas viagens, também pôde “conhecer” melhor a alma do animal que estava dentro de si e conseguiu até mesmo iniciar uma certa relação mais amigável com este após três anos viajando, não necessariamente controlá-lo mas conseguia conversar com este e fizeram um “acordo de paz”. Talvez, o próprio animal tenha sido o alguém mais próximo a Luccas em todo esse tempo.


Quando estava com seus quinze anos de idade, eles pararam em uma nova cidade chamada Chance Harbor em Washington onde, por algum motivo pessoal do mais velho, iriam viver por um tempo antes de reiniciarem suas viagens. Um ano se passou e, em um dia como qualquer outro, o menino chagou em casa mas não encontrou seu velho como sempre. Procurou-o por toda a casa achando que aquilo era algum tipo de brincadeira porém nada, nenhum sinal de Sebastian – nem mesmo sua roupas ou pertences pessoais. Foi quando Autrox lhe mandou a real e disse diretamente que ele deveria ter ido embora enquanto estavam fora, e, para confirmar as palavras do animal, entrou uma carta perdida entre os vários papeis na escrivaninha do seu pai onde ele dizia sobre um colégio chamado Mercy Hunter – para o qual deveria ir após se organizar – e também avisava sobre estar em um viagem pessoal, que logo voltaria e até lá, teria de permanecer nesse tal colégio. Desde então, tem vivido nessa cidade e colégio desde então. Seu principal objetivo é dominar completamente o controle sobre seu animal e, de certa forma, já conseguiu em partes uma vez que já tem certa confiança do lobo, entretanto, ainda tem seus problemas pessoais. Conseguira certos inimigos na cidade após fugir da escola durante uma noite, logo, seu segundo objetivo é tornar-se forte o suficiente para lidar com eles.


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Luccas é o verdadeiro significado da expressão tanto faz. Esse seu jeito complexo e rude de ser é devido a todos os acontecimentos marcantes de sua história, desde a perda da mãe até o pseudo-abandono de seu pai. Não que tenha se tornado um alguém completamente frio e sem sentimentos, pelo contrário, ele os tem e até de mais, o problema é que tende a tentar ignorá-los enquanto esconde de tudo e todos como realmente se sente. Isso, na realidade, é somente uma capa de proteção por não estar mais afim de ser fraco na frente de outrem.

A atmosfera antissocial que exala é porque quase nunca se permitir abrir um sorriso em público e por querer sempre fugir da companhia de seus colegas e amigos, preferindo ficar sozinho em um canto qualquer. De mesma forma, ele não é misterioso de propósito, apenas não gosta de ficar tagarelando seus problemas e história de vida por aí – as pessoas que são curiosas demais e querem saber além do que convém. Não tem paciência para gente que chega perto de si e diz que ele é uma pessoa tímida, porque essa não é a verdade. Seu problema não é querer falar com as pessoas e não conseguir, somente não se comunica direito com as pessoas porque não quer.

Aliás, não é impaciente somente no caso acima. É no geral, porém ele não costuma demonstrar seu aborrecimento em forma de palavras ou ações, o que deixa claro que está estressado é o tom de voz mais firme e a expressão séria em seu rosto. Entretanto, não é de seu feitio permanecer irritado pra sempre. É realmente bem difícil ele continuar estressado depois de três horas após o ocorrido, não porque esquece e perdoa facilmente mas porque não vê sentido em perder o resto de seu dia só por ter esquentado a cabeça. No geral, é bastante calmo e tranquilo evitando discussões, brigas, etc ao máximo, também tem o costume de separar os conflitos quando os presencia, afim de permanecer em paz.

Tem muita inclinação para a ironia e o sarcasmo, sempre fazendo uso destes principalmente quando alguém está enchendo o seu saco, como forma de tentar afastar essa pessoa. Dependendo de seu dia, também pode ser extremamente cínico. Como um excelente observador e calculista, suas inclinações para a crítica são enormes, aliás, tende a por isso em prática durante 60% de seus diálogos sobre assuntos mais sérios ou em relação a trabalhos. Porém ele é um crítico analista, sempre apresenta seus argumentos com precisão, deixando claro o porquê de sua crítica sobre aquele assunto – de mesma forma se fosse para opinar sobre algo no dia a dia, como as vestimentas de um colega ou um texto.

É um garoto com um modo de pensar extremamente prático: se quer, vai e faz; se não conseguir, tenta outro método; se continuar sem sucesso, deita e dorme. Não tem uma força de vontade muito extensa, é realmente bem raro vê-lo se esforçando com tudo que possui para conseguir algo. Normalmente, é preciso que amigos lhe dêem um sacode para que perceba estar perdendo uma boa oportunidade, porém, por ser uma cara realista com um pé no pessimismo, tende a continuar sem fazer nada até que alguém lhe motive a tal pois, por si só, apenas observaria a chance passar direto. Costuma ser muito reprovado por seus amigos mais próximos por causa dessa característica em especial.

Sendo muito quieto e recluso, são poucos os que têm o prazer de conhecer sua excelente comunicação e os mais diversos conhecimentos sobre o mundo em geral. Ainda que não pareça, Luccas é daquele tipo que estuda além do necessário e pesquisa bastante com o objetivo de obter o máximo de conteúdo possível, dessa forma, pode dialogar mais facilmente sobre qualquer assunto. Não o faz por obrigação ou no objetivo de ter as melhores notas, não, simplesmente o faz porque gosta. Apesar disso, dentro de sala de aula não é o aluno mais dedicado e exemplar. Os professores tendem a classificá-lo como desleixado, todavia, suas notas estão sempre acima da média pois consegue entender as matérias sem dificuldades.

Jamais deixa sua sinceridade e a forma direta de ser de lado, ele sempre expressa suas opiniões – quando pedidas – da forma mais clara e nua possível, nunca se esquecendo de ser verdadeiro com suas palavras por mais que saiba que o que outrem espera ouvir é outra coisa. Detesta mentiras por isso não as pratica sob nenhuma circunstância. Pode até omitir algo, mas nunca irá tentar mudar os fatos para se dar bem. Aliás, não é de se chatear ou entristecer facilmente quando alguém comete algum erro para com ele, exceto em caso de amigos mais próximos. Traições, mentiras, falsidade e etc. Quando acontece essas coisas em alguma amizade de longa data, pode ter certeza de que ele será muito negativamente afetado.

Costuma ter um comportamento muito orgulhoso quando se desentende com alguém. Dificilmente ele irá tomar a iniciativa de ir pedir desculpas, e podemos esclarecer em dois casos: primeiro, se estiver certo ai mesmo que não irá tomar a iniciativa e segundo, ainda que esteja errado, dificilmente o fará mas por conta da vergonha e do medo. Seus amigos costumam dizer que, nesse quesito, Luccas é muito complicado. Mas isso somente quando se trata de pessoas mais próximas a ele porque, geralmente, quando se desentende com pessoas que não tem intimidade, não lhe faz nenhuma diferença. Simplesmente deixa estar e segue sua vida como se nada tivesse acontecido.

Apesar de seu comportamento introvertido afastar muitas pessoas, Lohan gosta de ser assim pois é exatamente dessa forma que perceber quem, de fato, quer estar em sua companhia e são essas pessoas que permite passar da linha de “conhecidos” para colegas e, então, amigos. Por mais solitário que goste de ser isso, não quer dizer que vá impedir todos que quiserem tentar uma aproximação de chegar nele. No final, tudo que você precisa é saber como lidar com uma pessoa que gosta de ser mais reservada. Luccas não é um bicho de sete cabeças para se entender, longe disso, é até simples demais, o problema é que são poucos que se dispõe a isso.
𝓝𝒐 𝒈𝒆𝒍𝒐 𝒅𝒂 𝒊𝒏𝒅𝒊𝒇𝒆𝒓𝒆𝒏ç𝒂, 𝒐𝒄𝒖𝒍𝒕𝒂𝒎-𝒔𝒆 𝒂𝒔 𝒑𝒂𝒊𝒙õ𝒆𝒔.


ıllıllı 𝐋𝐔𝐂𝐂𝐀𝐒 𝐒𝐎𝐁𝐑𝐄 𝐑𝐎𝐌𝐀𝐍𝐂𝐄 ıllıllı
𝓢𝒾𝓂, 𝓆𝓊𝑒𝓇𝑜 𝓆𝓊𝑒 𝓉𝑒𝓃𝒽𝒶 𝓊𝓂 𝓅𝒶𝓇 𝓂𝒶𝓈...
Luccas não é uma pessoa que se interessa por qualquer coisa, e o romance é uma delas. Geralmente, você o verá fugindo desse assunto em questão por achá-lo extremamente chato e sem necessidade de ser discutido. Por isso que nas vezes em que garotas apaixonadas chegaram para ele confessando sua paixonite, todas foram rejeitadas. Porém, não somente por achar desgastante, é também porque não tem nenhuma experiência no amor. Não teve sua mãe para falar sobre e as poucas vezes em que conversou com seu pai durante esses dezoito anos de vida, ele sequer tocou no assunto. Logo, já temos uma noção de que – pelo menos no início – Luke em uma relação amorosa seria, no mínimo, um desastre cômico.

Uma vez que não tem experiências, até ele perceber seus reais sentimentos para com uma garota ou vice-versa seria demorado e, provavelmente, quando percebesse, sua reação seria fazer o possível para se afastar ao máximo da menina. A personalidade rude e distante dele ainda seria predominante, de forma que a garota teria que ter bastante paciência e persistência para ir derrubando aos poucos essa muralha que o próprio construiu em volta de si. Conforme o tempo fosse passado e a relação se aprofundando, algumas mudanças incomuns apareceriam no comportamento dele. Ciúmes, insegurança, uma certa dependência, as incertezas e essas coisas todas, porém, principalmente, o medo de perdê-la. Aos poucos, Luke iria começar a mostrar seu lado mais fragilizado pois estaria confiando na menina, e por isso se sentiria mais a vontade para se expor. Mas não espere o romantismo de filme vindo dele, afinal, como já dito, ele não tem experiência alguma – só que isso não quer dizer que não tentaria. Lohan iria se esforçar para fazer com que sua garota se sinta amada e querida por ele, com pequenas ações a mostraria o quanto gosta dela, todo seu sentimento seria expresso através de suas atitudes. Não se negaria a usar seus talentos para presenteá-la, e talvez até tentaria se expressar com palavras – por mais péssimo que seja com elas. Como uma criança que é ensinada pelos pais a andar, Luccas deixaria que ela lhe ensinasse a amar.



ıllıllı 𝐆𝐎𝐒𝐓𝐎𝐒 & 𝐃𝐄𝐒𝐆𝐎𝐒𝐓𝐎𝐒 ıllıllı
( + ) 𝓖 » literatura em geral; música country e folk; lugares calmos e silenciosos; viajar; melancolia; vencer Autrox nas discussões; corrigir professores; dormir; pessoas com senso; disciplinas de humanas; ouvir histórias; andar sem rumo; seu quarto; bibliotecas; praticar seus talentos; ouvir Bach; esportes em geral; aprontar com seus amigos; carne; bebidas quentes; mitos e lendas; animais; carros antigos; observar as estrelas.

( - ) 𝓓𝓖 » doces em geral; gente intrometida; comida vegetariana; locais barulhentos e cheios; dormir pouco; escândalos; violência desnecessária; falta de educação; lugares escuros; dias extremos (muito frio ou muito quente); bebidas alcoólicas; sujeira; insetos em geral; agulhas; ficar muito tempo parado; disciplinas de exatas; ser interrompido em seu momento de paz; mexam em seu cabelo; arrogância; ser forçado a algo; falar no telefone.


ıllıllı 𝐌𝐀𝐍𝐈𝐀𝐒 ıllıllı
Bagunçar o próprio cabelo.
Revirar os olhos em qualquer situação.
Gesticular quando explica algo.
Brincar os brincos em suas orelhas.
Morder a ponta do dedão direito.
Andar aleatoriamente por aí.


ıllıllı 𝐌𝐄𝐃𝐎𝐒 ıllıllı
→ 𝓟𝑒𝓇𝒹𝑒𝓇 𝓅𝑒𝓈𝓈𝑜𝒶𝓈 𝒾𝓂𝓅𝑜𝓇𝓉𝒶𝓃𝓉𝑒𝓈: desde que cresceu sem a presença materna ao seu lado e só descobrira anos mais tarde que a causa da morte de sua mãe foi seu nascimento, um medo irracional de perder todos aqueles que ama por algum descuido seu, cresceu em seu coração – nunca revelou isso a ninguém, entretanto. Somente Autrox tem consciência disso.

→ 𝓞𝒷𝒿𝑒𝓉𝑜𝓈 𝓅𝑜𝓃𝓉𝒾𝒶𝑔𝓊𝒹𝑜𝓈: nunca entendeu bem o porquê de sentir tanto pavor diante de objetos pontiagudos – agulhas principalmente –, somente tem medo deles e prefere mantê-los longe de si. Pode-se ter certeza que, estando lúcido, uma agulha nunca chegará perto de sua pele por mais necessário que seja.

→ 𝓛𝓊𝑔𝒶𝓇𝑒𝓈 𝒻𝑒𝒸𝒽𝒶𝒹𝑜𝓈: uma vez, na escola, alguns caras terceiranistas da época começaram a pregar peças em alguns alunos mais novos antes de se formarem e Luccas fora um dos alvos. Ele foi trancado dentro de um armário pequeno e deixado lá até a hora da saída, ou seja, quase sete horas preso num local escuro e pequeno. Desde então, não sabe lidar com lugares fechados e/ou apertados.

→ 𝓑𝑜𝓃𝑒𝒸𝒶𝓈: da mesma forma que os objetos pontiagudos, é algo mais semelhante a uma fobia irracional pois não tem qualquer motivo para tal medo e aversão as brinquedos. Talvez, somente porque quando era pequeno tinha a paranoia de que elas eram vivas e estavam lhe observando, não há nenhum outro motivo além deste.


ıllıllı 𝐇𝐎𝐁𝐁𝐈𝐄𝐒 ıllıllı
{ observar o pôr do sol | dormir | matar aula escondido na biblioteca }
{ ler livros de fantasia | andar pelo colégio | ficar sozinho | escrever poemas }
{ discutir sobre a vida | irritar Autrox com piadinhas | ouvir músicas }



[ᴠá ᴇ ᴀᴛʀᴀᴠᴇssᴇ ᴅɪʀᴇᴛᴀᴍᴇɴᴛᴇ ᴘᴇʟᴀ sᴜᴀ ғʀᴜsᴛʀᴀçãᴏ ᴇ ᴇsǫᴜᴇçᴀ-ᴀs]

ıllıllı 𝐎 𝐐𝐔𝐄 𝐏𝐄𝐍𝐒𝐀 𝐒𝐎𝐁𝐑𝐄 𝐄𝐒𝐓𝐔𝐃𝐀𝐑 𝐍𝐀 𝐌𝐄𝐑𝐂𝐘 𝐇𝐔𝐍𝐓𝐄𝐑? ıllıllı
Não tem uma opinião formada sobre o lugar, sabe que ali habita pessoas semelhantes a si mas cada uma tem seu próprio animal, cada um com sua própria personalidade marcante e tudo mais. Tirando algumas pessoas de personalidade complicada e pouco educada, até que vê o local como uma bom lugar para se viver e de certa forma, é seguro estar ali então não tem muito o que reclamar. Apesar disso, ainda não conseguiu formar um circulo de amizade pois na maior parte do tempo está se escondendo na biblioteca ou em lugares menos frequentados pelos outros alunos afim de ficar só.


ıllıllı 𝐑𝐄𝐋𝐀𝐂𝐈𝐎𝐍𝐀𝐌𝐄𝐍𝐓𝐎 𝐂𝐎𝐌 𝐎𝐔𝐓𝐑𝐎𝐒 𝐀𝐋𝐔𝐍𝐎𝐒 ıllıllı
Devido sua personalidade fechada, não é muito de interagir e prefere que as pessoas mantenham distância – tenta passar essa mensagem ao manter uma pose desinteressada e um olhar distante. Geralmente, só tende a trocar palavras com alguém que não conheça ou que não tenha intimidade caso precise passar algum recado e situações semelhantes em que se é necessário interagir, entretanto, nunca deixa a pessoa se aproximar além do necessário. Gosta de manter distância para não se ferrar – emocional e psicologicamente – mais tarde. Já ouvira os mais diversos comentários sobre si, desde os acusatórios aos defensivos, porém o mais comum é de que ele é extremamente antissocial e misterioso. Em relação a estes, apenas ri pois o primeiro está completamente correto e sobre o segundo, não há nada de interessante em sua vida ou história para ser revelado, logo, as pessoas estão criando expectativas pra nada.


ıllıllı 𝐑𝐄𝐋𝐀𝐂𝐈𝐎𝐍𝐀𝐌𝐄𝐍𝐓𝐎 𝐂𝐎𝐌 𝐎𝐒 𝐀𝐌𝐈𝐆𝐎𝐒 ıllıllı
Diferentemente das outras pessoas, Luccas tem um comportamento mais relaxado e divertido na companhia de pessoas íntimas. Apesar de não ser o mais falante numa roda de amigos, não seria o mais quieto. Piadinhas sem graça, zoações, trocar de farpas amigáveis e essas coisas seriam bem frequentes por parte do Darell que iria perder quase toda a mascara de indiferença e seriedade de sempre. Permitiria seus amigos conhecerem um lado mais divertido seu, da mesma forma que não se importaria em falar algumas coisas mais pessoais como a relação difícil que tem com seu pai ou sobre sua mãe. Faria o tipo típico de amigo leal e presente, sempre pronto para entrar no mano a mano para defender, caso necessário, e claro, também disponível para cometer as loucuras de sempre como sair do colégio sem permissão ou aprontar algumas dentro do próprio estabelecimento escolar. Claro, teria essa mesma relação com um melhor amigo, porém, obviamente de forma mais íntima, permitindo que este conhecesse até seus pensamentos mais profundos.


ıllıllı +𝐌𝐎𝐑𝐄 ıllıllı
𝓕𝓪𝓿𝓸𝓻𝓲𝓽𝓸𝓼livro: voyage au centre de la terre; lugar: telhados; objeto: lápis; cor: preto; número: cinquenta; animal: cachorro; artista: the lumineers; música: runaway, aurora; flor: hortências; estação: outono; esporte: basquete.
𝓣𝓪𝓵𝒆𝓷𝓽𝓸𝓼desenho; pintura; piano; violão; banjo; canto; poemas; artesanato; mecânica de carros; construção de pequenos objetos.
Luccas tem um pequeno bloco de notas onde anota o acontecimento que mais lhe marcou no dia, colocando a data e possível hora em que vivenciou. Por ser algo pessoal, ninguém nunca teve permissão para ler o que já anotou.
Está sempre com uma pulseira em especial no seu pulso esquerdo, que lhe deu foi seu pai e, por algum motivo que desconhece, o pedido dele fora para nunca deixar de usá-la.
Possui algumas características lupinas mesmo em sua forma humana como uma maior agilidade e bem olfato mais apurado.
Já passou por todos os cinquenta estados dos EUA, em pelo menos uma cidade.



Confiarei meu personagem em suas mãos.
Porém, qualquer alteração feita, favor avisar-me.
©sommika


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