~SoulleCyberPunk - Clan Fantasy

SoulleCyberPunk
Garota Criatividade Em Ação.
Nome: Allanna | Docinho | Nana - Naninha | Alã (direitos autorais da Tia-Ana)
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Curitiba, Paraná, Brasil
Aniversário: 13 de Julho
Idade: 14
Cadastro:

Miss Robichaux's Academy For Young Ladies | Ficha


Postado




✘Nome completo:
Draenei Valeryous


✘Apelidos:
Dani - Haven


✘Idade:
19 anos


✘Aparência:







Mesmo tendo 19 anos, pode aparentar ser mais velha, de certa forma lhe dá uma aparência de alguém experiente com a vida. Dani possui cabelos castanhos ondulados, os quais por vezes formam cachos mais definidos, fazendo um belo par com pequenos e amendoados olhos de um tom verde (variável conforme a luminosidade do ambiente). Dispõe de sobrancelhas grossas porém espaçadas, lábios alvos e abundantes, um nariz diminuto e um tanto achatado, um rosto de pele rente, com maxilar quadrado e queixo redondo, seios medianos, corpo bem desenvolvido, desfrutando de 1,71m como altura e uma cintura fina. Sua expressão calma por vezes se faz distante, e quem observa-a se perde junto ao seu olhar miríade. Ela tem a mesma aparência desde os 14 anos, a única mudança que houve em seu corpo foi o aumento da altura, o qual não foi muito notável.


✘Photoplayer:
Astrid Bergès-Frisbey



✘Personalidade:
À primeira vista é uma jovem paciente e de poucas palavras, sempre agindo de forma muito calma, não exibindo uma inquietude que guarda dentro de si. Tranquila, possui um olhar gentil, mas uma expressão séria, mais séria ainda quando está meditando, e também absorta, contudo estando sempre pronta para ouvir desabafos e dar conselhos, os mesmos sustentados pelo seu único ponto de vista um tanto tradicional, naturalista e religioso. Ela é alguém educada, trata a todos de modo cortês e formal, pode parecer insensível e dura como as muralhas de uma fortaleza, mas não é a total verdade. Ela gosta de enfrentar seus próprios medos e ultrapassar o que chama de limite, contudo não demonstra nada disto, uma vez sabendo que o melhor é esconder certas coisas para não serem utilizadas contra si. As pessoas a veem como uma jovem sábia e humana (de um jeito benévolo), que passou por muitas experiência para formar uma opinião própria. Dani é de uma mente sagaz, e percebe mentiras e ilusões com facilidade, isso talvez se dê ao fato dos constantes transes e crises existenciais em que entra por causa do chá de cogumelos. Ela é realista, e ao ver que algo dará errado, nem se dá o luxo de tentar, e acaba passando uma visão pessimista das coisas para os outros. Aparenta ser ingênua pela forma com que age perto do mundo, mas não é alguém tão maleável e frágil, sempre irá impôr sua visão, mas não de modo radical ou escandaloso. Draenei ficou conhecida pelos seus enigmas, frases filosóficas que ela fala com o intuito de ensinar lições, mas é algo irritante quando não se entende por culpa das palavras misteriosas e confusas. É comum vê-la portando um sorriso mesmo quando estiver triste, porque não deseja infelicidade para os outros, por outro lado acaba caindo nas graças de uma parte obscura da alma que carrega, e luta para manter o monstro dentro si, o completo contrário do que é. Não é uma pessoa que tomará a frente da batalha e lutará com bravura pelos amigos, porém incentivará-os e será valente para não abandoná-los. Muito perfeccionista, fica agoniada com coisas sujas e desorganizadas, sentindo grande vontade de consertar os erros do ambiente, geralmente, isto se aplica apenas à meios urbanos. Quando fica envergonhada, tenta ignorar as sensações causadas no corpo, e segue como se nada houvesse acontecido.


✘ Poderes:
Materialização - Esse poder permite com que Dani materialize qualquer coisa, indo do mais simples ao mais complicado, basta concentração e silêncio para isso, e seu poder não delimita-se à apenas objetos, porém é a utilização mais comum deste. Basta ter imaginação e fazer seus desejos se realizarem. Obs: se, no caso, for materializar um ser vivo, deve ter em mente que o mesmo não terá vontade própria, sendo preciso sempre estar controlando-o antes de mandá-lo desaparecer.


✘ História:
Nascida sob o equinócio de outono no hemisfério norte, não foi muito aceita pelos seus familiares, levando em conta que não fora concebida de forma planejada. Sua mãe sempre tratou-a de um jeito gentil e, quando podia, mimava a filha, mas mesmo recebendo presentes e sorrisos de sua mãe, Dani percebia o olhar triste que tomava seu rosto enquanto acariciava os cabelos da pequena, assim como via com clareza o terror estampado nas expressões da mãe no momento cujo o pai chegava em casa. Ela ainda era pueril, e não entendia direito o medo da mãe, pois não via maldade no mundo e nem em seu pai. Ele podia passar boa parte dos dias no trabalho e ao voltar não dar muita atenção para Dani, mas ela se esforçava para ver um lado positivo e uma explicação a qual acalmasse o seu coração e condissesse com os fatos.
Todos os dias, durante todas as manhãs, Dani saia para os fundos da casa e colhia rosas brancas para sua mãe, e esta ficava feliz em ver que os mimos não surtiam efeitos na consciência da filha, ainda mais feliz por ver que alguém se preocupava com ela. Mas houve um dia, que não foi comum. O pai de Dani não saiu para trabalhar, ficou em casa, e mãe dela chorava e gemia dentro do quarto cujo dividia junto ao marido. Draenei retornou do jardim e carregava nas mãos um belo buquê de rosas brancas, o quintal era grande e as flores pareciam infinitas. Ela parou na frente da porta do quarto de seus pais, hesitando por um momento quando escutou os lamentos chorosos da mãe. Lentamente aproximou a mão livre da tranca e abriu. Foi chocante. Lá estava o pai, com um pedaço de madeira nas mãos, encurralando a esposa num canto do quarto, e ela ferida, como se estivesse sido espancada, sangue por todo seu corpo e pelo corpo do gigante à sua frente. Ele estava de costas para a porta, e a pequena Dani viu uma chance de parar com aquela cena perturbadora. Segurando o buquê, ela tomou impulso e correu para cima do pai, agarrando em seu pescoço e lhe batendo com os cabos espinhosos das rosas, provocando grandes cortes no lado esquerdo do rosto e um em especial no olho. O homem se debateu, livrando-se do aperto que a menina causava e virou-se, encarando-a com um olho cheio de ódio, pensou sobre qual punição faria com ela.
Deixou a esposa de lado e voltou a atenção para a menina caída no chão. Estava decidido, o pai deu tapa na têmpora direita de Dani, fazendo-a sangrar e delirar pela força usada no golpe. A debilidade da menina se mostrou um benefício quanto ao próximo ato do brucutu enraivecido. Fez-a sangrar mais, não machucando outra vez seu rosto, mas sim ferindo-a entre as pernas, manchando as rosas brancas de vermelho. Um acontecimento brutal para ambas, mãe e filha. A esposa levantou-se com dificuldade e retirou das mãos do marido a estaca de madeira, com ela bateu-lhe na cabeça, não foi grave, apenas provocou um corte e um rápido desmaio, Dani desvencilhou-se do gigante com ajuda da mãe e as duas fugiram somente portando as roupas do corpo para nunca mais voltar.
O evento foi traumatizante para Draenei, mas ela conseguiu perdoar o ser que chamara de pai, com certa dificuldade, porém conseguiu, tudo graças ao seu temperamento puro e à sua doutrina de que todos merecem uma segunda chance, no entanto, não a mesma confiança. A vida passou a ser calma, as rosas colhidas agora eram róseas e alvas, tão belas quanto as brancas do antigo jardim, com o detalhe de que este não era imenso como o de outrora, todavia, era maravilhoso. A mãe começou a trabalhar o dobro desde a sua fuga para campo junto à filha, não havia em quem se sustentar e teve de sair de casa e trabalhar em fazendas por longos períodos, assim, Dani ficava sozinha e se alimentava daquilo que a mãe deixava preparado no dia anterior, e certo dia havia um bolo, deixado especialmente para ela, era pouco e delicioso, feito de chocolate e coberto por morangos e glacê. Acabou logo e Dani se arrependeu de ter comido tudo sem deixar nada para a mãe, era saboroso e a mãe também poderia querer apreciar tal doçura, e ficou relembrando todos os detalhes do bolo. Sua textura sutil e macia, o gosto do chocolate tão doce tomando conta de seu paladar, o azedo do morango balanceando com o doce da massa, o glacê derretendo em sua boca e o cheiro de tudo aquilo invadindo suas narinas. Foi o suficiente para visualizar mentalmente o bolo e vê-lo aparecer do nada em sua frente. Estranho, mágico, confuso, mas ela gostou. Divertido, e Dani praticou isso com o bolo durante o dia inteiro, logo depois partiu para outras coisas, objetos e então flores. Uma lembrança magnífica.
Dani e a mãe nunca tiveram segredos entre si, ela contou tudo e até demonstrou para sua mãe. Ambas estavam encantadas com as possibilidades ilimitadas. Não durou muito tempo. As coisas mudaram quando Dani materializou uma vida nova e exuberante para si e para a mãe. Draenei passou a ser ignorada pela mãe, o importante àquela mulher era a elegância mostrada aos outros, contudo, Dani ainda tinha de uma personalidade calma e compreendedora, e pensou na transformação da mãe por causa das atuais condições vividas, pois Dani agora poderia cuidar-se. Era de noite, a chuva caia com raiva do céu, rugia e se revoltava com trovões e raios, Draenei chegara de uma caminhada pela cidade e distinguiu a porta do seu apartamento aberta, a mãe não saia mais de casa, então não havia sentido naquela cena. O dilema a assustava, algo ocorreu com sua mãe? Não, mas iria ocorrer com ela. Dani entrou em casa e encontrou a mãe num perfeito bem-estar, assim como mais três homens juntos dela. Eles se levantaram do sofá e seguiram na direção da jovem, a mãe não mexia um único músculo, mostrava-se indiferente, encarando o chão e tragando leves goles de chá em uma xícara de porcelana. Dani recuou e esperou por alguma ação da mãe, e nada, ela foi agarrada pelos braços, se debatia, gritava, dessa maneira precisaram sedá-la e então foi levada para a academia. Lá, tudo foi-lhe explicado, apenas não motivo de sua mãe aceitar as coisas sem protestar.


✘ A quantos anos está na escola?
5 anos


✘ Sexualidade:
Assexual (tenha em mente de que sendo assexuada não significa "não se apaixonar", mas sim que o indíviduo não tem atração nenhuma pelo sexo, ou seja, é uma relação mais afetiva do que conjugal, e, se Dani se apaixonar, provavelmente será por uma garota)


✘ Relacionamentos:
♥ Amigos:
Se sente mais relaxada perto deles, e consequentemente fica demasiado distraída, se deixando levar por uma diversão que não envolvia-a há anos.
♥ Inimigos:
Está pronta para fazê-los se tornarem seus amigos, mas se não for possível, ainda assim tratara-os como trataria um conhecido, sendo educada, na pior da hipóteses, ignorando-os.
♥ Madison:
Mantém uma relação estável e amigável com a mesma, geralmente troca palavras com ela por pura cortesia ou simplesmente fazendo algum comentário banal.
♥ O Conselho:
Mais do que tudo, as respeita, admira e teme. Não de seu fetio conversar com elas, e quando conversa, não é um assunto longo.
♥ O Mordomo:
Mantém-se afastada dele por conta de sua fobia, mas sentindo-se segura conseguirá não evitá-lo/ignorá-lo/fugir dele.
♥ Outras bruxas:
Costuma ser doce, tratando-as como parte de uma família nunca tida, não é um hábito puxar assunto com elas, assim permanece calada, ouvindo atentamente uma conversa qualquer. Apenas lhe desagrada ouvir uma mentira e ser esperado ela crer nisto.
♥ Suprema Atual:
Respeita-a com toda a sua existência.


✘ Bebe?
(X) Sim ( ) Não

✘ Fuma?
( ) Sim (X) Não

✘ Usa alguma droga?
( ) Sim (X) Não


✘ Mataria:
☆Uma garota suspeita de ser a Suprema?
Não cabe à ela decidir a morte de alguém, além disso é apenas uma suspeita.
☆Um inimigo?
Somente se for preciso.
☆Uma pessoa que lhe fez algum mal?
Não, todos merecem um perdão e uma segunda chance de redenção.
☆A Suprema?
Não, ela não ousaria.


✘ Gostos:
- Sentir o perfume adocicado de rosas brancas e admirá-las.
- Buscar inspiração nas plantas para desenhar paisagens.
- Inovar suas técnicas de pintura.
- Bombas de chocolate, pães de mel, alfajores, bombons.
- Frutas vermelhas.
- Lugares calmos.
- Ouvir a natureza.
- Água.
- Gatos.
- Conseguir ajudar e ser verdadeira.
- A religião budista.
- Filosofia.


✘ Desgostos:
- Frutos do mar e comidas apimentadas.
- Cereja.
- Mentiras.
- Decepcionar e ser decepcionada.
- Insetos rastejantes e que estes se aproximem do seu corpo.
- Óperas.
- Locais lotados e barulhentos.
- Sentir dor-de-cabeça.
- Precisar mentir, matar alguém.
- Fanatismo.
- Que levem um conselho "ao pé da letra".
- Pessoas dramáticas (de um jeito ruim).


✘ Medos/Fobias:
- Acrofobia - medo de altura
- Androfobia - medo de homens
- Agrafobia- medo de abuso sexual
- Coitofobia- aversão ao sexo
- Coulrofobia - medo de palhaços
- Cremnofobia - medo de precipícios
- Escolecifobia - medo de vermes
- Escopofobia - medo de estar sendo vigiado
- Hematofobia - aversão à sangue
- Tripofobia - aversão de objetos com padrões irregulares de furos


✘ Estilo musical:Prefere escutar música clássica e instrumental, constantemente à procura de concertos ou orquestras, sendo todos os tipos de instrumentos bem-vindos aos seus apreciadores ouvidos. Tem um apreço especial por violinistas, considerando o violino como o mais bonito instrumento musical. Não existe uma música clássica que não goste, porém adora ouvir "covers" de Ayako Ishikawa, um grande talento (na sua opinião) em violino.


✘ Presta atenção nas aulas de Madison?
Na maioria das vezes, pois, por mais que tente ficar focada nas explicações, sua mente se torna distante e ela entra em transe, durante isso, o que houve na realidade, não é lembrado.


✘ Roupas:

Dia a dia:










Festas:








Formal:







Roupa preta:












✘ Está ciente de que pode não ser a Suprema?
Sim.

✘ Está ciente de que pode morrer?
Sim.

✘ Algo mais?
- Tem a mania de comer primeiro as bordas de qualquer alimento.
- Costuma andar descalça por aí.
- O apelido Haven vem de Refúgio, uma designação que costumam ter sobre a personalidade de Dani.
- Bebe chá de cogumelos, são cogumelos específicos, alucinógenos, os quais criam imagens surreais que embaralham a sua consciência. Estes fungos possuem a psilocibina, que é a substância responsável por criar todo o efeito, podendo criar um estado mental semelhante a sinestesia, ou seja, a mistura dos sentidos já comuns (sentir o sabor de um som, conhecer cores novas e por aí vai). Só não sei se isso se encaixa como drogas >_< qualquer coisa, eu edito.
- O chá de cogumelos provoca uma projeção de consciência para fora de seu corpo, mesmo quando está acordada, e só ocorre após o uso desse alucinógeno.
- Ela criou o costume de conversar consigo mesma, e falar sozinha, mas apenas quando está realmente só.
- Gosta de pintar, e suas pinturas são dedicadas restritamente às paisagens naturais. Para ela, linhas não existem e por isso apenas captura cores, luzes e sombras, não colocando-as em linhas, então não faz desenhos, vai direto para a pintura em tinta à óleo.
- Acha que está sendo vigiada, por isso olha para os lados loucamente a procura de um suposto indivíduo inexistente.
- Dani é seguidora de inúmeras correntes filosóficas, tais como: budismo, relativismo, platonismo, mobilismo, iluminismo, existencialismo, idealismo, angostinismo, taoísmo e aristotelismo.
- Eu não citei o nome dos pais dela porque depois de ser sedada, ela esqueceu isso e coincidentemente nunca citaram seus pais pelos próprios nomes >_<

✘ Está de acordo com todas as regras?
Sim, com toda certeza.


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