~POYNTER_

POYNTER_
Trá lá lá lá
Nome: ᓰ'ᗰ ᗷᗩ†ᗰᗩᘉ ϟ 𝓡𝓪𝓷𝓰𝒆𝓻 V̶e̶r̶m̶e̶l̶h̶o̶ ϟ ⒼⒶⓁⒶⓍⓎ ⒹⒺⒻⒺⓃⒹⒺⓇ
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A eles.


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A eles.

Eu estava esperando o momento certo pra fazer esse jornal, falando sobre as pessoas importantes pra mim. O momento chegou depois da última conversa que eu tive com a Nanda, há algumas horas, então, é agora.
Eu relacionei cada um de vocês aos meus países favoritos, não sei porque, só fiz e pronto.





Se o Pedrão fosse um país, ele seria a Inglaterra...



Eu ia colocar o Alasca, juro que ia, mas pensei bem e vi que o Alasca sou eu, e eu quero te arrastar pra lá.

Eu queria começar dizendo que entre Star Wars e Star Trek, eu queria mesmo era Star com você. Essa cantada foi boa? Foi a melhor que eu consegui achar hoje, depois da última da tabela periódica.

Pedrão bobão, eu sei que o que eu mais tenho feito ultimamente é reclamar da minha vida, e tu não precisa ouvir nada disso, eu não sei por que ainda ouve, mas obrigada por estar aqui. Eu já disse em outras oportunidades, que queria que tu morasse mais perto de mim, e mesmo sabendo que não ia ter a mesma graça, eu pensei nisso várias vezes, o que resultou em mais um motivo para eu escrever esse jornal idiota.

Eu lembrei outro dia, daquela nossa conversa sobre reciprocidade, e tu disse que um dia tudo ia dar certo pra nós dois e cada um dos nossos amores não correspondidos. Isso mostrou pra mim que a gente é bem parecido, mesmo que tu não concorde com isso. Às vezes eu queria ter a tua positividade e ver o lado bom em todas as coisas, nessa parte a gente é completamente diferente, o que resulta em discussões sobre “tentar/não tentar” algumas coisas. Eu não consigo tentar nada, de jeito nenhum.

Eu não me lembro sobre o que a gente conversava antes, mas agora é como se eu te conhecesse há anos, e faz só alguns meses, e talvez dure só mais alguns meses, e ainda assim vai ter feito muita diferença pra mim, tu não tem ideia, nem uma mínima ideia, do quanto faz diferença pra mim. E eu espero que não faça mesmo.

Eu sei que às vezes, ou o tempo todo, eu fico dizendo que sou a melhor pessoa do mundo. Eu não sou assim, nem de longe, nem um pouquinho mesmo, nem me sinto assim. Acho que eu nunca disse isso, não que importe, é só pra mandar uma real.

Essa minha pequena parte sobre ti tá ficando meio sem sentido, é que eu tenho coisa demais pra dizer, e eu não consigo escrever elas, então vai ficar faltando uma parte grande.

Tu me perguntou uma vez, qual seria a primeira coisa que eu iria fazer caso a gente se conhecesse de verdade. Eu disse que nunca tinha pensado nisso porque nunca ia acontecer. Eu ainda acho que não vai, mas andei pensando e, acho que se eu te conhecesse de verdade, eu ia só pensar no quanto eu queria que isso acontecesse.

Eu não tenho mais o que dizer, talvez tenha, eu não sei.





Se a Jade fosse um país, ela seria a Itália...



Não há palavras suficientes para descrever uma pessoa que chega falando contigo sobre McFly, não mesmo, senão uma pessoinha maravilhosa.

Eu nunca tive uma amiga virtual, nunca mesmo, eu tinha meus poucos amigos aqui na volta mesmo e me contentava com isso, e amizade virtual é uma coisa tão incrível que tu fica extremamente apegado a uma pessoa que tu nunca viu, que tu provavelmente nunca vai ver, e que ainda assim tu se importa com ela como se ela morasse ao lado da tua casa.

Eu me sinto assim agora, eu me importo contigo, e me sinto mal quando tu tá mal, e fico felizona quando tu chega falando comigo animada. Tu foi a primeira pessoa que leu as drogas que eu escrevo, sempre é a primeira pessoa na verdade, e tu me incentivou tanto, que eu me sinto mal por talvez não fazer tanto por ti quanto tu faz por mim.

Eu espero, de verdade, que um dia a gente se veja sabe, pessoalmente e tal, porque a gente ainda precisa gritar juntas vendo as fotos do Danny e do Dougie, e adotar toda a família Fletcher como nossos bebês, e Pudd? Precisamos shippar até morrer, porque esse é o melhor shipp que nós respeitamos.

E precisamos falar sobre a vida, sobre as coisas bobas, sobre as fanfics ruins e os amores idiotas, e ainda assim sempre vai ter o que falar, porque nós sempre temos o que falar, quando a gente começa a conversar é assunto pra todo lado, e isso é tão bom Jade, me faz tão bem.

Como eu disse lá em cima, vocês aqui me mantém feliz, animada e com a cabeça ocupada, porque meus problemas bobos se tornam gigantes na minha cabeça e me deixam doida, eu sei que eu sempre posso contar contigo, a qualquer hora do dia tu vai me responder e me dar um conselho, e tu pode contar comigo também, sempre, em todas as horas, em todos os lugares, sobre qualquer coisa, eu não sei se sempre vou estar aqui, mas vou fazer o possível pra que isso aconteça. Eu te amo, tu sabe disso.






Se a Nanda fosse um país, ela seria a França...



É difícil pensar que uma das pessoas que mais se importa comigo mora no “outro Rio Grande”.

Tu já ouviu tanta coisa que eu falei, coisa ruim mesmo, e ainda está aqui ouvindo meus problemas pequenos e me dando conselhos, e eu não sei como agradecer por isso, porque tu não tem a menor obrigação de ouvir sobre a minha vida ruim, e fica aqui comigo como se fosse o melhor do teu dia.

Eu vou ficar aqui, eu vou te ouvir, mais do que já ouço, vou melhorar meus conselhos razoáveis e vou ser o melhor possível, porque ultimamente eu não tenho sido. Tenho tanta coisa para agradecer, mas acho que a maior delas é por ter me chamado na timeline em um dia que eu não lembro qual é, mas que ainda assim é especial para mim, e por ter dado risada comigo, por te falado comigo sobre coisas inúteis que talvez não sejam tão boas agora.

Desculpa por aquele dia, aquele dia idiota que nós conversamos sobre a nossa morte e eu saí sem dizer tchau, tu ficou preocupada e eu me pego pensando se alguma outra pessoa teria ficado tão preocupada assim, depois tu me fez um monte de perguntas e me xingou até eu dizer que estava tudo bem e que eu morreria dormindo com oitenta anos. E eu prometi, mesmo sabendo que talvez eu não cumpra.

E então às vezes, só às vezes, eu penso em como seria nascer no “outro Rio Grande” e penso se a nossa amizade teria a mesma graça. Não sei se um dia eu vou te ver de verdade, talvez não, e mesmo assim eu vou me lembrar de quando conversou comigo sobre amor, vidas ruins, problemas pequenos e coisas inúteis, e eu vou gostar de me lembrar disso. Eu te amo Maria Fernanda, não esquece disso.





Se a Kay fosse um país, ela seria a Holanda...



Não foi só porque tu me falou agora a pouco, que eu coloquei esse país, sério, eu já tinha a foto separada e a primeira coisa que veio na cabeça quando pensei em ti, foi a Holanda.

Eu te conheço há tão pouco tempo Kay, acho que nem faz um mês ainda, e a gente já conversou sobre tantas coisas, boas, ruins, complicadas e esquisitas, como só a gente consegue ser. Tu me falou dos teus problemas e eu te falei dos meus, e no meio disso tudo a gente se viu ligadas por problemas que parecem grandes.

Não pensa que é só por causa dos problemas, por favor. Nós gostamos de quase as mesmas coisas, músicas e livros, e filosofias idiotas sobre as pessoas idiotas, e nisso a gente conversa por horas. E eu te conto sobre os meus amores, e tu me conta sobre os teus, e até nisso a gente se parece.

Talvez eu não tenha estado muito presente ultimamente, não é?

Mas eu tô aqui, eu sempre tô, me chama a qualquer hora, de manhã, de noite, às quatro da manhã, uma hora eu vou te responder e a gente vai conversar pelo tempo que for. Tu me ouve, eu te ouço, e assim a gente vai.

A primeira coisa que tu me falou, na timeline, foi que Lana Del Rey te dava vontade de chorar bêbada, e eu disse que Jake Bugg causava quase que o mesmo efeito em mim, e tu disse que gostava de Jake Bugg, e eu quase surtei, porque nunca encontro alguém que goste de Jake Bugg. E nós conversamos e conversamos, e a gente mal se conhecia, e parecia que fazia tempo. E falamos sobre Broken e A Song About Love, e séries e a vida boa/ruim que levamos, e nisso eu descobri uma pessoa quase igual a mim, que eu deveria ter descoberto antes.

Tu é importante pra mim Kay, tu sabe disso, eu acho, e se não sabia, bem, tu é muito importante pra mim.


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