~StarblueG

StarblueG
/;star.
Nome: 》 You can call me S.T.A.R. 《
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Aniversário: 20 de Setembro
Idade: 16
Cadastro:

— Victoria Fletcher


Postado


Can't believe I could not see it all this time
All this time
It was always you
— It Was Always You by Maroon5

❀『Nome & sobrenome』❀
Victoria "Tori" Fletcher Jones

❀『Idade & data de nascimento』❀
18 anos. Nascida dia 19 de Agosto. Pertencente ao signo de leão.

❀『Casta』❀
Casta 3 — Trabalha como bibliotecária


❀『Aparência』❀
[Grace Phipps]

A jovem, de fato, é possuinte de tamanha beleza. Uma verdadeira obra prima. Tira proveito de toda sua grandiosa venustidade para marcar presença em todos os locais que vai, algumas das vezes, sendo o centro das atenções. De fato a beleza em si provém de seus vívidos olhos azuis. Os seus olhos não possuem uma resquício se quer de verde ou até mesmo castanho, é inteiramente azul claro, como um céu em dia ensolarado e sem nuvens. Perfeição não é uma palavra nada equivocada para suas madeixas pretas. A menina não as tinge, nasceu com essa cor em seu cabelo. O corte é alongado até seus seios, não sendo inteiramente liso, e sim possuindo algumas ondulações em seu decorrer. Compondo mais sua beleza, está uma franja lateral, que normalmente a irrita quando corre e o cabelo cai em seus olhos. Seu rosto compõe toda a estrutura para que Tori seja chamada de Barbiezinha.
Seu nariz é fino e arrebitado, dando-a um ar metido quando seu rosto possui uma expressão séria. As sobrancelhas são finas e perfeitamente delineadas, sempre feitas e com nenhum fio fora de seu devido lugar. Os lábios, finos e rosados. O rosa de sua boca é de grande destaque graças a sua pele que é praticamente pálida. Isso facilita bastante suas bochechas a chegarem em um completo rubor. O corpo de Victoria também não escapa da perfeição. A garota é baixa, possuindo seus um metro e cinquenta e sete de altura. Passa por algumas dificuldades, como alcançar objetos em prateleiras altas, mas não permite que ninguém faça piada com sua altura. Magra, mas não esquelética. Seus braços e pernas são finos e delicados, relembrando-a de uma boneca. Não possui uma cintura marcada ou até mesmo um quadril largo, pode ser considerada reta, nessa parte, porém, não se importa. É muito satisfeita com seu corpo. Os seios, assim como os glúteos, não são de tamanha vantagem. São medianos e, para alguns, sem graça, mas isso não tira a imensa beleza que a garota possui. Alguns a chamam de anjo caído, ou uma Afrodite que descera do olimpo. A harmonia acompanha cada centímetro de seu pequeno corpo.


❀『Personalidade』❀
Não deixe a aparência inocente e gentil de Tori lhe enganar, a menina pode não ser uma flor que se cheire. É errado dizer que ela é uma menina sem coração e fria, porém, prefere não gastar suas preciosas lágrimas com um qualquer. De fato durona e muito fechada. Não é o tipo de garota fácil de se conquistar, muito menos a confiança. Prefere se afastar de pessoas alegres demais com o mundo pois tem noção que perfeição não existe. Isso a fez ser muito realista, e também pé no chão. Victoria pode ser o tipo de pessoa a se manter distância, pois falará a verdade nua e crua sem ao menos exitar. Sua verdade pode doer e até ofender, mas, ela prefere falar a verdade do que remoer uma mentira sem sentido dentro de si. Ser fechada não a torna antissocial, muito pelo contrário, a menina é muito extrovertida. Sempre está fazendo amizades distintas, porém, é muito desconfiada, e prefere se afastar dos outros por isso. A jovem é um poço de inteligência. Boa parte disso veio de seu tempo gasto lendo livros. É uma traça de livros. Lê qualquer coisa que venha na sua frente, não importando o gênero ou até mesmo o conteúdo. Se tem letras, ela lê. Pode ser um pouco sabichona por isso. Sempre está interferindo em conversas que sabe dos assuntos. Muito tagarela. Sempre está falando de um lado para o outro, até mesmo sozinha, pensando alto, porém, pode ser ousada com suas palavras, tornando-se um tanto quanto ácida. Irônica e sarcástica. Sempre usa destes seus artifícios quando acha algo idiota, ou até mesmo quando não gosta de certa pessoa. Menina teimosa, só aceita que está errada quando lhe provam com provas reais. Não fica de boca fechada quando vê injustiças ou coisas que, para ela, estão erradas. Não tem medo de expor sua opinião. Tori é irritadinha e bastante temperamental. Por mais que tente ser paciente, não é uma coisa que consiga. Algumas pessoas são apenas idiotas em seu ponto de vista, irritando-a muito rápido. Pode parecer uma daquelas típicas meninas mimadas que não liga para nada, porém, se importa demais com que os outros falam de si. Por ser muito sentimental, palavras acabam a afetando mais do que tudo. Muito exigente com tudo que faz, sendo perfeccionista, porém, sua mente avoada acaba lhe afetando. É muito distraída e geralmente está no mundo da lua, esbarrando nas coisas e, no pior dos casos, até mesmo quebrando-as. Quase nunca é possível ver a menina triste com as coisas, sempre foi muito bem humorada, e tenta se manter assim. Incrivelmente carismática e humilde. Nunca passou por dificuldades financeiras, porém sabe que existem pessoas que lutam muito por cada alimento posto na mesa. É educada, porém, impulsiva. Tenta não deixar sua língua afiada se esvair quando está na frente de alguém importante, o que geralmente acontece, já que sua mãe lhe ensinou muito bem, mas é muito impulsiva com quase tudo. Normalmente toma essas decisões muito rapidamente, já que é uma garota decidida e bastante comprometida. A melhor coisa que ela tem é sua independência. Não gosta de depender de ninguém além de si mesma. É vaidosa, confiante e muito organizada consigo mesma. Conhece o seu corpo e sabe exatamente como destacar suas poucas curvas. Muito curiosa e não tem vergonha de aparecer em lugares indevidos. Normalmente se mete em furadas com isso, mas não tem papas na língua para inventar uma mentira qualquer. Definitivamente, Victoria causa mais do que pode ou deve.


❀『História』❀
Tori definitivamente não teve uma infância trágica ou difícil, como a maioria das pessoas. Nasceu em uma casta consideravelmente alta, e seus pais não passavam por dificuldades financeiras quando a pequena nasceu. Maggie e Jamie eram jovens, porém, se amavam incondicionalmente e já tentavam começar a família há um certo tempo. Victoria foi como uma benção em suas vidas. Cuidaram da menina com maior apreço, como se fosse o seu pequeno tesouro, o que não deixava de ser verdade.
Devido a sua mãe, que era professora de uma pequena escola, aprendeu muito cedo a falar. Maggie sempre lia histórias para a garota, além de ser muito tagarela e conversar com o bebê que mal conseguia ficar sentado sozinho. Jamie, um psicólogo, ficava um pouco fora de foco. Ele preferia observar as duas, sempre com um sorriso orgulhoso no rosto. Realmente não foi muito presente nos primeiros um ano e meio da garota, porém, Tori se apegou rapidamente ao homem e sempre perguntava onde ele estava. Maggie chegou a ficar com um pouco de ciúme da relação dos dois, mas nada que afetasse em seu dia a dia. Victoria sempre foi uma menina amável com todos ao seu redor, distribuindo lindos sorrisos e abraços confortantes.
Sua inocência, de fato, atrapalhou muito em sua infância. Era uma menina sonhadora. Vivia no mundo da lua e acreditava que tudo era um conto de fadas. Era boa e acreditava que ninguém tinha maldade em seu coração. A realidade veio a tona quando completou seus sete anos. A garota era uma boa aluna, uma das maiores notas, sempre, e isso com certeza causava inveja em alguns. Estava sozinha na escola, brincando com uma velha boneca de pano, quando umas meninas chegaram a sua frente. De início, Victoria apenas pensou que elas queriam um espaço na brincadeira, porém, elas chutaram a sua boneca para longe e começaram a falar coisas maldosas. Pela primeira vez, Tori sentiu a raiva dominar seu corpo. Apenas levantou-se e empurrou a garota mais velha. Um grande erro. A garota mais velha era mais forte que ela, e tinha o dobro de seu tamanho. Se não fosse um dos inspetores que estava por perto, Victoria voltaria para casa com enormes roxos no rosto, porém, apenas seu lábio inferior foi ferido. Esse foi o primeiro acontecimento em sua vida que a marcou. O acidente a fez perceber que o mundo nem sempre é feito de rosas. Se tornou mais fechada com todos e procurava não ficar em locais com muitas pessoas. Dedicou mais o seu tempo a leitura, ao invés de fantasiar em seu mundo com bonecas. Também foi a época em que ganhou o seu primeiro diário. Seu pai, como um bom psicólogo, achou que seria melhor para a menina desabafar, porém, ela não queria desabafar sobre o acontecimento, então, ele a comprou um diário. Escrevia tudo de seu dia a dia ali, desde o clima que estava fazendo a acontecimentos pequenos em seu cotidiano.
Depois de um ano escrevendo em seu diário, foi quando percebeu o seu verdadeiro amor pela escrita. Em seu aniversário, em vez de pedir um brinquedo, como uma criança comum, pediu um caderno e canetas. Não desperdiçou nenhuma das folhas. Criou uma história com início, meio e fim, muito bem elaborada para uma menina de oito anos. Sua escrita não era lá essas coisas, porém, a criatividade realmente estava ao seu lado. Seus pais, admirados com sua capacidade, investiram muito em sua escrita. Sua mãe dedicava mais tempo em lhe ensinar como desenvolver melhor sua escrita.
A curiosidade sempre lhe atingiu de um jeito magnifico. Muitas das vezes que estava no recreio de sua escola, corria aos arredores enquanto os professores não olhavam. Procurava por pequenos animais, pedras de formatos estranhos, plantas com cores diferentes. O novo sempre a atraiu de um jeito inimaginável. Geralmente levava broncas por sempre se afastar dos limites da escola, mas não se importava, era sozinha que conseguia se libertar. Seus olhos azuis brilhavam quando não havia ninguém a observando. Anotava tudo em seu caderno, além de dar nome as coisas. Não as tirava do lugar, muito pelo contrário, deixava-as exatamente onde as achou. Não conseguia roubar a beleza de um lugar de jeito tão grotesco. Sempre apreciou os pequenos detalhes. A beleza de uma borboleta ao bater suas chamativas asas. O jeito em como o pequeno inseto pode ser magnifico. Tudo a maravilhava.
A segunda tragédia em sua vida aconteceu em seus doze anos. Sua mãe não foi lhe buscar como sempre. Já havia se passado uma hora desde o horário combinado, então resolveu se arriscar e voltar para casa sozinha. Seus olhos transmitiam medo. Nunca voltou para casa sozinha, porém, tentava se manter em lugares com muitas pessoas, assim, se algo acontecesse, provavelmente alguém veria. Felizmente, nada aconteceu... até chegar em casa. Sua mãe estava debruçada na mesa, com rosto inchado e olhos vermelhos. As lágrimas que desciam por seu rosto realmente demonstravam sua angustia. Tori tentou se aproximar, preocupada com o que acontecera. Seu pai está morto. Jamie havia sido atacado por um de seus clientes que tomava tarjas pretas para depressão. O homem garantiu que o remédio não funcionava e que Jamie não prestava para nada. Assim que matou o homem, cometeu suicídio. Estas palavras foram cruéis aos seus ouvidos. A pasta em sua mão caiu, espalhando todas suas folhas, enquanto a dor tomava conta de seu peito e as lágimas de seu rosto. Este foi o ponto crucial de sua vida.
Tori começou a ser ácida e rude com todos ao seu redor. Sua mãe estava perdida em pensamentos dolorosos e como sobreviveria sem o seu amado. Certamente esquecera de sua filha, assim como se esquecera de tudo ao seu redor. Victoria teve que aprender a se virar sozinha. Cuidava de sua mãe, que só sabia sentar e chorar em um canto. Tori não se passava de uma boba criança com seus doze anos, porém, a vida lhe ensinou a ser dura com pouca idade. Com o passar dos anos, sua mãe foi melhorando de sua imensa depressão, enquanto a mágoa cada vez ficava mais reguardada em seu peito. Foi com seus quinze anos que deixou tudo esvair, tudo o que sentia. Sua mãe se irritou com ela, chamando-a de inútil. Não queria dizer palavras tão cruéis, porém, uma parte de seu ser dizia que isso era verdade. Victoria explodiu. Falou tudo o que sentia, todas as verdades que estavam presas em seu peito desde o dia em que seu pai morreu. Isso separou mais do que devia as duas. Maggie ficou magoada com as verdades ouvidas, ainda mais por saber que eram verdades e que não podia fazer absolutamente nada para mudar isso.
Depois do grande show de verdades, as duas, de certa forma, começaram a se ajudar em casa, e foi quando Tori procurou um emprego, tanto para deixar seus pensamentos ocupados e também para ajudar a renda de sua mãe. Arrumou um emprego numa pequena biblioteca perto de sua casa. Seu trabalho despertou um sentimento que estava adormecido há muito tempo, sua vontade de escrever, o jeito único de ver o mundo novamente. Enquanto não havia ninguém para pegar livros, a garota traçava um seção inteira, escrevendo também, quando ideias floresciam em sua pequena cabeça. Passava boa parte de seu dia lendo livros esquecidos em prateleiras empoeiradas. Esses eram os que mais a encantavam. Enquanto isso, o pensamento que Victoria seria uma inútil na vida ainda tomava conta de sua mãe, e a garota tinha noção disso. Tentava de todo jeito agradar a mãe, porém, tudo o que recebia eram sorrisos falsos e, provavelmente, os elogios vinham do mesmo lugar. Foi então quando o anúncio da Seleção foi feito. De jeito nenhum a garota queria se inscrever. A ideia de se casar com alguém forçadamente a dava ruins sentimentos porém, quem não teria orgulho de uma filha que seria uma futura rainha?


❀『Gostos & Desgostos』❀
[G]
Ler ∴ Escrever ∴ Frio ∴ Doces ∴ Frutas cítricas ∴ Organização ∴ Estar sempre bem arrumada ∴ Música
Coisas antigas (Como história, vasos antigos, vestidos, etc.) ∴ Conversar ∴ Fotografia

[D]
Silêncio ∴ Ficar quieta por muito tempo ∴ Injustiças ∴ Mentiras ∴ Calor ∴ Ser encarada por muito tempo ∴ Café ∴ Chá
Ficar calada ∴ Que falem mentiras sobre si

❀『Hobbies』❀
[Escrever]


[Ler]


❀『Medos/Fobias』❀
[M]
Palhaços ∴ Insetos ∴ Aranhas ∴ Que algo aconteça com sua mãe

[F]
Acrofobia ∴ Fobia de altura

✖ OPINIÕES ✖

❀『O que ela pensa sobre o príncipe e a seleção?』❀
[Príncipe]
Acha o príncipe extremamente bonito, pois de fato o garoto não é casca de banana para se jogar fora, e por isso mesmo fica um pouco envergonhada perto do mesmo. Normalmente sabe muito bem o que falar para todos, mas, quando perto do príncipe, tenta escolher suas palavras muito bem. Admira o jeito corajoso do rapaz.


[Seleção]
Acha um tanto desnecessário a coisa toda de um casamento com uma pessoa que pode não amar, mas respeita as pessoas que participam. Tem quase toda certeza que o evento sempre é feito para distrair todos das situações críticas que o país passa. Por si, ela nunca participaria de uma coisa dessas, porém, às vezes a necessidade fala mais alto.


❀『Está pela coroa ou o príncipe?』❀
Coroa

✖ RELAÇÕES ✖

❀『Com as outras selecionadas』❀
Tori é uma garota fechada, e isso não seria diferente com garotas que não faz a mínima ideia de quem são. Com certeza não será a primeira a chegar para fazer amizades, mas, se alguma das garotas falar com ela, não a espantará, tentará algo. Sabe que pode ser a primeira a sair, mas também sabe que pode ficar por muito tempo, então prefere não ficar sozinha nestas situações. É sempre bom ter um ombro amigo para compartilhar o dia a dia.


❀『Com o príncipe』❀
Sua relação com Archie pode ser bem indiferente. O garoto pode se incomodar um pouco com o lado fechado da menina, e, ao mesmo tempo, ela pode se irritar um pouco com seu jeito inseguro.


❀『Chave』❀
❝If this is love then love is easy❞

❀『Algo mais?』❀
[Colar]

Não tira este colar para nada, é o seu bem mais precioso. Foi dado por seu pai alguns dias antes de falecer. Guarda-o com todo o seu apreço, e, por mais que não seja algo extravagante, para ela, é importante. Toda vez que está em situações difíceis, aperta o pingente e fecha os olhos, relembrando de seu velho. Isso a traz tranquilidade.


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