~motoca

motoca
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Nome: ∂øn'т cαrε
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Nao-Me-Toque, Rio Grande do Sul, Brasil
Aniversário: 23 de Maio
Idade: 13
Cadastro:

N+o //n;m_e


Postado

I'll be the queen
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Never knew lving could hurt th!s [/go+od]
And it drives/+me » w.i.l.d. «
Nᴏᴍᴇ
Beatriz Martorell Chermont Martinez
eatriz é um nome de origem latina, que significa "feliz". No original, o nome é escrito como Beatrice, de beare, que significa "a que traz felicidade" ou "aquela que faz os outros felizes". O nome condiz muito com sua personalidade, já que a menina é puramente feita de alegria. Este seu jeito de ser contamina todos ao seu redor.
— Martorell e Martinez são sobrenomes espanhois & Chermont é francês

Aᴘᴇʟɪᴅᴏ
ℬ𝒆𝓪 Ganhou este apelido com dias de nascida. Não se passa de um "encurtamento" de seu nome, porém, acha um modo fofo de ser chamada, então, gosta bastante do apelido.

ℬ𝒆𝒆 Com cinco anos, no halloween, Beatriz decidiu sair com uma fantasia de abelha para pegar doces, porém, a menina amou tanto a roupa, que sempre a vestia. Desde então, Bee virou outro de seus apelidos, porém, são apenas os íntimos que sabem desta história e apenas eles que a chamam assim.

𝓣𝓻𝓲𝔃 Outra diminuição de seu nome, porém, muito menos usada. Não acha que seja um apelido tão legal, mas não se importa se a chamarem assim.


Iᴅᴀᴅᴇ
𝓟ossui 𝓭𝒆𝔃𝒆𝓷𝓸𝓿𝒆 anos, e nasceu dia 20 de Junho, logo, é do signo de 𝓰𝒆̂𝓶𝒆𝓸𝓼.

Aᴘᴀʀᴇ̂ɴᴄɪᴀ

𝓞s deuses foram extremamente bondosos quando proveram a beleza da menina. Beatriz possui algo diferente da maioria: sua pele parda. O bronzeado de praia já é natural em si, e isso pode causar inveja em muitas pessoas, já que sua beleza não precisa de transformações para ser realmente relevante. Voltando aos detalhes que formam a pequena boneca, seus olhos são grandes, porém, itens importantes para o certo humor que há na mesma. As duas bolas de gude em seus olhos são castanhas, tão escuras quanto carvão. Em dias mais ensolarados, é possível vê-los em sua "real cor". Os cabelos medianos também são de destaque. Cheios e volumosos, esbanjam de cachos desgrenhados e extremamente belos. Diferente de cabelos cacheados comuns, os cachos são grandes e abertos.


𝓞 rosto possui outros traços muito marcantes, como as finas e desenhadas sobrancelhas, mas falemos do importante ponto no mesmo: seu sorriso. Os dentes são brancos e alinhados, devido a frequentes tratamentos dentários, mas isso não a impediu de ser um tanto quanto dentuça. Não se incomoda com isso, e até acha um pouco fofo. O corpo não é algo de muito destaque, mas, ainda assim, é algo formoso. Seus seios não são pequenos, mas são medianos. O bastante para não a tornar uma tábua, e, ao mesmo tempo, o bastante para para não acharem que a mesma é uma siliconada. A baixa estatura – possui um metro e sessenta – lhe dá uma aparência um tanto quanto frágil, mas não se deixe enganar. A menina tem sua força, que não é pouca, por mais que não tenha músculos. O quadril é um tanto quanto largo, e os glúteos avantajados. Certamente não tem um corpo de modelo, por não ser tão magra, ou até mesmo a altura, mas Beatriz não se importa com isso, pois acredita que cada um tem sua própria beleza, e assim, ela ama cada uma de suas características.



Nᴀᴄɪᴏɴᴀʟɪᴅᴀᴅᴇ
𝓝asceu em Barcelona, na Espanha


Cᴀsᴛᴀ
𝓒asta três. Tenta seguir alguma coisa no ramo musical


Pᴇʀsᴏɴᴀʟɪᴅᴀᴅᴇ

Beatriz é o ser mais bondoso que se pode conhecer. a menina não é capaz de ser má com ninguém, ou de dizer palavras rudes à ninguém. Sua infância foi sofrida, e, desde então, a menina é uma pessoa delicada e gentil com todos que passam por seus caminhos. A aura carismática acaba tornando-a um ser totalmente extrovertido, aberta a novas amizades a todos os instantes, porém, é uma menina totalmente acanhada de conversar com novas pessoas, por sua maldita timidez. Tirando este seu terrível fardo, Bea é uma menina carinhosa com todos aqueles que gosta, e protege muito aqueles que ama. Leal até seu último fio de cabelo, usando garras e dentes não literalmente para defender estes.
Uma sonhadora de primeira. É o tipo de pessoa que sonha com príncipes encantados, grandes castelos, passeios em carruagens com cavalos brancos, todos esses tipos de coisa. Prefere acreditar no imaginário do que viver do intenso choque real que a vida lhe dá, porém, sabe reconhecer quando suas asas precisam ser cortadas. O otimismo a leva longe, juntamente com sua enorme mente aberta. Acredita que tudo e todos possuem seu lado bom, e que apenas precisam de um pouquinho de esforço para que mostrem o mesmo, por isso, não desiste tão facilmente daqueles que sente algo que valha a pena lutar.
Suas artes esbanjam do lago de criatividade que a mesma tem na cabeça. Consegue arrumar ideias nos momentos mais inusitados possíveis, transmitindo seu pequeno ápice de loucura em uma simples folha de papel. O talento nunca a abandonou, e, mesclado com sua vasta criatividade, a menina é capaz de criar coisas inimagináveis, como belas canções regidas por seu velho violão. A pequena prodígio consegue aprender músicas de ouvido, tocando-as sem problemas nenhum, assim como consegue usar as palavras para ajudar em suas melodias.
Por mais que seja uma menina super elétrica para tudo aquilo que faça, tem seus momentos de preguiça, e quando estes acontecem, não há nada que a faça pensar o contrário de ficar deitada em uma macia cama apenas uma farta xícara de café. Sua indecisão a faz ser um pouco chata, porém, o pontualismo a bota em pressão e faz com que ela largue tudo isso de mão e apenas se apronte de último instante. É extremamente exigente consigo mesma, e não funciona no oito ou oitenta, apenas no cem por cento. Se algo estiver com um mínimo detalhe fora do lugar, é provável que ela se frustre e acabe se achando inútil por seu erro tão pequeno. Isto a torna um pouco (talvez muito) insegura com tudo o que faz, sempre com o medo de falhar ou passar uma má impressão, e, pela comum teimosia, demora a acreditar que não está inteiramente errada.
Seu pequeno problema a fez ser muito distraída com as coisas, e, mesmo com os remédios, isto não passou, mas, por sua grande exigência consigo mesma, o conhecimento não parou de crescer um segundo sequer. A menina fez questão de ser basicamente excelente em tudo o que faz, porém, não é o tipo de pessoa que tira um nove e meio e pira porque não tirou dez, ela aceita o seu erro e aprende com o mesmo para não repeti-lo. A lerdeza pode fazê-la demorar um pouco para entender algumas coisas, porém, com certo esforço, sempre acaba entendendo.
Dias ruins acontecem, mas os de Beatriz são raros. A menina é entusiasmada, alegre e determinada. Tende a não acreditar que dias bons sempre estarão em sua maioria, e, por isso, tenta não se decepcionar tanto com as coisas que acontecem em sua vida. Basicamente, todos que andam com Bee tendem a pegar a sua aura amigável. A pequena tagarela faz questão de não deixar as pessoas ao seu redor ficarem triste, sempre dispondo suas falas engraçadas ou contando histórias desengonçadas. Adere para si mesma o pensamento de: "Eu posso estar triste, mas ninguém ao meu redor não". Por isso, acaba sendo uma ótima mentirosa. A menina esconde muito bem seus sentimentos, e se controla muito muito para não desabar na frente de alheios. É extremamente sensível, e se magoa muito facilmente, mas o ar de durona predomina quanto a isso.
A timidez a abandona quando o assunto é fazer discursos. Como já citado, a menina é extremamente boa com palavras, e sabe usa-las como ninguém. Não gagueja e tem confiança no que fala, como se tivesse extrema certeza do que está falando. Isto era um dos principais motivos para sempre ser a representante de sua turma. O discurso só ganha mais força quando se trata de injustiças. Abomina todas as possíveis formas de injustiças, e, por mais que seja uma pessoa extremamente pacífica, é capaz de vê-la muito puta quando vê algo do tipo ou se encontra com um injusto.
Entre o difícil e o prático, Beatriz escolherá o prático. A preguiça lhe faz pensar em métodos mais fáceis para executar tarefas diárias. Algumas vezes isso a torna um tanto quanto desleixada, mas apenas tenta não ligar tanto e continuar tudo com normalidade. Talvez a praticidade venha de seu jeito multi tarefa de ser. A hiperatividade a fez não conseguir se concentrar apenas em uma coisa, o que significa que Beatriz nunca estará fazendo apenas uma coisa. Pode parecer que está apenas escrevendo, mas há algum membro de seu copo se mexendo, nem que seja os dedos do pé se movendo dentro do sapato.
É até mesmo uma ótima mentirosa, porém, prefere não usufruir do artifício e ser o mais sincera que pode, mas, entre ser sincera ou ser gentil, a gentileza sempre virá em primeiro lugar. O senso geográfico de Bee é horrível. A menina é totalmente desorientada, e quase sempre está perdida. Seus melhores amigos serão os guardas, pois ela não hesitará em perguntar onde está. Por crer muito na bondade dos outros, provavelmente contará mais na bondade de meros militares desconhecidos, como guardas, do que meninas loucas por homens que não conhecem realmente.
Livre, curiosa e independente. Palavras perfeitas para definir a pequena Smurfette. Não consegue ficar presa a algo por muito tempo, está em constantes mudanças, então a liberdade em si está acima de tudo. Não gosta de depender de ninguém para cuidar de seus assuntos. É uma menina romântica, mas não é aquela que apoiará toda sua felicidade em seu parceiro, sabe os limites de não confundir sua vida com um conto de fadas, por que acredite nas mesmas. Uma menina medrosa, e é fácil de assusta-la por isso. Toma susto até com sua própria sombra, então, acaba sendo uma figura engraçada. O mais importante de tudo é apenas lembrar que Beatriz faz o bem sem olhar a quem, e por nada no mundo abandonaria isto.



Hɪsᴛᴏ́ʀɪᴀ

A história de Beatriz é simples, mas, ao mesmo tempo, há um toque de conturbação em si. Deborah, uma simples mulher da casta três, trabalhava tranquilamente em mais um dia comum de trabalho, quando lhe apareceram com uma oferta irrecusável de trabalho: ir trabalhar na ala médica de um centro direcionado à guerra. O salário seria melhor e os turnos seriam os mesmos, então, não pensou duas vezes em aceitar o trabalho. Meses de treinamento foram necessários para que a mulher tratasse o seu primeiro paciente real. Semanas depois, conheceu o seu futuro marido e pai de seus filhos. Um novo soltado no local, transferido da França, totalmente desastrado. Todas as semanas o homem estava na enfermaria com algum tipo de machucado, e Deborah começava a virar sua enfermeira particular.
Felix e Deborah foram se tornando amigos, e, com o tempo, essa amizade crescendo. Demorou, aproximadamente, um ano e meio para que o primeiro beijo acontecesse mais seis meses para o relacionamento realmente se "firmar". O casamento dos dois ocorreu três anos depois de realmente admitirem que estavam namorando. Ou seja, todo o processo de relacionamento dos mesmos demorou anos, porém, eram felizes juntos, e isso era a única coisa que importava. Foi com os vinte e seis anos em que teve seu primeiro filho, o qual nomeou de Chase. A criança era perfeita. Saudável, bonito para uma cara de joelho, e o importante, esperto para um bebê. A vida dos Chermont estava financeiramente estável e a felicidade tomava conta de seus dias, porém, mais um pequeno ponto de alegria floresceu em suas vidas: Deborah estava grávida novamente.


A notícia foi aceita com muita alegria. Até mesmo festejada entre os amigos mais próximos, mas logo o primeiro desastre acontecera. Invadiram o campo de treinamento de Felix, rebeldes armados, porém, em defesa, uma pequena troca de tiros começou a acontecer, e, como tragédias seguem a história de Bea, seu pai morreu. A notícia impactou Deborah de um modo avassalador, porém, tinha duas crianças para cuidar, e não poderia desistir de tudo agora.
Foi com seus quatro meses, dois meses dois da morte de seu ex-marido, que conheceu Charlie, um engraçado produtor musical, que estava andando pelas ruas a procura de um talento musical. O homem observou a moça apoiada em uma parede, com uma expressão nada boa no rosto, e então resolveu saber se tudo estava bem. Apenas um enjoo matinal. Charlie insistiu para que ele a seguisse e tomassem um café juntos. O homem tinha uma grande lábia e parecia realmente apenas querer ajudá-la, então, não hesitou em segui-lo.
A escolha foi extremamente bela, já que, ali mesmo, começaram a criar uma amizade.
diferente do outro relacionamento da mulher, as coisas foram evoluindo rapidamente, e Charlie tinha mais atitude que o ex-marido, então, tudo fluiu mais facilmente. Quando Beatriz nasceu, os adultos já estavam namorando assumidamente, como um verdadeiro casal. Charlie acompanhou a gravidez de perto, como se fosse o verdadeiro pai da menina, e, por isso, Beatriz ganhou o sobrenome "Martinez" em seu nome.


As primeiras confusões na vida da criança começaram minutos depois de nascer, quando foram a examinar e a batida de seu coração, perceberam que o barulho estava do lado errado do tórax. Beatriz é possuinte de uma rara condição congênita chamada Situs Inversus Totalis, onde todos os órgãos de seu tórax e abdômen se encontram em posição opostas de onde eles estariam normalmente, como uma imagem de um espelho. Este era o único problema físico, porém, muitas pessoas com a condição tem a expectativa de vida diminuída.
Isto claramente preocupou seus pais, mas apenas acreditaram que Bee seria um dos casos raros que sobreviveria como uma pessoa normal. Não estavam errados, pois a menina não apresentava mais nenhuma dificuldade, era uma criança normal. Isso continuou até os quatro anos, quando já sabia falar e andar perfeitamente. Quando completou a idade, começou a apresentar sinais estranhos, com a dificuldade de se concentrar, impulsividade, inquietude, movimentos compulsivos e afins. Preocupados com o psicológico da pequena, levaram-a a um psicólogo, e a criança foi diagnosticada com hiperatividade. De início, não contaram para a pequena, já que era bastante chorona e não aceitava muito bem ser diferente. Felizmente, sua hiperatividade tinha uma "cura", que era o uso constante de medicamentos para amenizar os sintomas.


Beatriz não entendia o porquê de ter que tomar aqueles remédios, ou ter que ir constantemente visitar o seu "amigo", um psicólogo chamado Joshua. A criança não entendia o motivo de ter que conversar com o homem, ou ter que ir todas as semanas ao local apenas para brincar, mas, ao mesmo tempo, não achava as conversas ruins. Joshua se tornou um de seus grandes amigos, pois podia conversar de tudo com o homem e ele não a julgava, apenas a divertia.
Conforme os anos se passavam, o dinheiro gasto no tratamento de Beatriz pesava mais na conta bancária da família. Os remédios não eram tão baratos e a consulta era uma das mais baratas, mas, ainda assim, cara. Foi então que Chase, apenas com seus nove anos, se determinou a ser um guarda real, pois sabia que eles ganhavam bem, e assim poderia ajudar sua família.
Bea tinha seus doze anos quando decidiu parar de tomar seus comprimidos. Sua mãe, todo dia de manhã, lhe dava os remédios e ela, por conta própria, os tomava. Passou a guardá-los em um saco plástico e esconde-los no fundo de seu armário, e esperava que nada mudasse, porém, foi algo trágico. Os remédios eram fortes, e acabaram causando sérias mudanças no emocional de Bee. Sentia-se mais vulnerável, qualquer coisa era motivo para um forte chororô, além de mais ansiosa com tudo. A menina, que não era boba, acreditava que aquilo era só um efeito colateral imediato, e que passaria rápido, mas as coisas só pioraram.
As pessoas de sua escola começaram a julga-la, pois não conseguia se concentrar em nada, e moscava na maioria das vezes que lhe perguntavam algo. Outro dos problemas foi a dificuldade de continuar quieta, então, começaram a chamá-la de maluca a todos os cantos. Beatriz ainda não sabia das "doenças" que tinha, e isso acarretava para uma forte depressão. Junto a esses fatores, se encontrava o da beleza, no qual todas as meninas de sua escola eram tremendamente magras e tinham um espetacular cabelo liso. Bee sentia-se pressionada a chegar nesse padrão e começou a adotar medidas extremas para alcança-lo. Parou de comer, e, quando comia, eram pequenas refeições, como barrinhas de cereais. Hidratação era algo que também não se passava por sua mente. Com tudo isso ligado, a menina foi enfraquecendo, e, com os quinze, já estava anêmica. O ápice de seu corpo se deu ao dia vinte e nove de setembro, onde seu organismo parou de funcionar e quase todos os órgãos foram à falência.


Levaram-a imediatamente para o hospital, onde foi internada. A situação era caótica, mas não podiam fazer muita coisa além de tentar. Vários meses foram necessários para que a menina voltasse a seu corpo respondesse aos medicamentos e voltasse ao "normal". A intensificação dos remédios aumentaram, sempre com o cuidado de não lhe causar úlceras, assim como o tratamento psicológico surgira por mais dias, Finalmente decidiram contar para a garota todos os seus problemas, e isto foi um real choque de realidade.
Finalmente Beatriz entendeu o porquê de ser diferente de todos, de sempre ser tratada como "a esquisita". Isso não dependia dela, mas sim dos problemas psicológicos que ela tinha. Pela primeira vez em anos, Bee sentia-se feliz por não ser normal.
Tudo decorria bem, até que, como o desejado sonho do irmão mais velho, Chase fora chamado para o treinamento de ser um membro da guarda real. Beatriz ficou tremendamente triste pela notícia, porém, não podia fazer nada além de aceitar com a cabeça baixa. Depois que o menino foi para o castelo, a condição financeira da menina realmente melhorou, e assim, nenhuma dificuldade era enfrentada com tanta frequência.


Uma vez, quando estava na escola, Bee decidiu invadir o auditório da escola e pegar um dos violões. Sentou-se no meio do palco, começou a tocar alguns acordes e cantar ao mesmo tempo. A menina já sabia tocar perfeitamente violão e estava aprendendo a tocar piano, tudo isso por seu pai. Um grupinho de garotos observavam o seu pequeno show, e, quando Bea terminou a cantoria, aplaudiram a menina. Um sorriso tímido brotou em seu rosto, mas sentia-se gratificada por ser reconhecida por seu pequeno talento.
Desde então, saía escondida, falando que estudaria, mas na verdade, ia para bares fazer alguns bicos e ganhar alguns trocados. Sua voz era melodiosa, e tinha um grande fôlego para fazer longas notas. O plano de Bee estava indo muito bem, até que, um dia, o seu pai apareceu em um dos bares. Chegou em seu ouvido que uma jovem muito talentosa estava indo de bar em bar por alguns trocados, e como um bom produtor, não poderia perder a chance de conhecer a garota. Ficou realmente impressionado quando descobriu que a tal jovem era sua filha. Assistiu o seu pequeno show inteiro, e, no final, chegou perto da mesma, abraçou-a apenas com um braço e falou "Agora é hora de ir para casa". Diferente do esperado, Charlie não brigou com a menina, apenas a elogiou, e pediu para que nunca mais fizesse nada escondido.


As visitas de Chase eram raras, quase inexistentes, mas isso não diminuía o amor que Beatriz tinha pelo mesmo. A menina fazia questão de, todas as semanas, mandar uma carta para ele. Contava-lhe como foi a semana e até mesmo lhe enviava coisas que achou interessantes, como folhas caídas de uma árvore. Em sua maioria, se aventurava com rabiscos, fazendo lindos desenhos representando algo que ela gostava. Bee nunca foi a garota com muitos amigos, sempre teve os mesmos amigos por um longo tempo. Os seus melhores amigos foram aqueles que a aplaudiram na primeira vez que cantou algo para escola, e os mesmos que também a influenciaram para entrar na Seleção.
Tirando este fato, Beatriz aprendeu a não ligar mais para comentários alheios, pois haviam pessoas que gostavam da mesma e apenas aquelas contavam. Desde sua quase morte, aprendeu muito a valorizar o simples, e a amar o que se tem em mãos agora, pois pode ser que, em uma fração de segundos, não a tenha mais.
Por fim de sua longa trajetória aos dias atuais, a menina estava, certamente receosa de participar do grande concurso, pois, por mais que se achasse uma pessoa bela, tanto por sua personalidade ou por seu exterior, mas também sabia que haviam pessoas manipuladoras e maldosas demais no mesmo espaço que ela. Por mais que todos garantiam que ela seria aceita, o pequeno demônio em seu ombro a dizia que não. De uma vez por todas, venceu seu próprio medo e, assim, assinar toda a papelada para participar da famigerada Seleção.



Pᴏʀ ϙᴜᴇ sᴇ ɪɴsᴄʀᴇᴠᴇᴜ ɴᴀ Sᴇʟᴇçᴀ̃ᴏ?
Há diversos motivos, mas o primeiro deles é para reencontrar com seu irmão. A saudade do rapaz é enorme, e sente a necessidade de poder ficar ao seu lado mais do que algumas míseras horas. Entrando para a Seleção, a menina simplesmente esqueceria que teria que "lutar" por seu logar ali e, basicamente, ficaria o tempo inteiro ao lado do mesmo.
O segundo motivo, seria para provar para todos aqueles que a julgaram que a menina que antes era a feiosa, agora está concorrendo para ser a nova princesa de seu pais.
O terceiro, bem... explicarei por MP.


Fᴀᴍɪ́ʟɪᴀ
[Deborah Martorell – 49 anos – Casta 3 – Enfermeira – Mãe – Rosario Dawson]

As duas são bastante amigas. Beatriz poderia considerar não apenas sua mãe, mas como sua melhor amiga. Desde a quase morte, as duas se aproximaram muito, e Bee conta tudo para sua mãe, sem exceção de nada. Tem um relacionamento super saudável, e realmente se amam. Da família, Deborah e Bea são as que mais se confiam, mas, se fosse para escolher o preferido, Deborah estaria em último.


[Chase Chermont – 23 anos – Casta 2 – Membro da Guarda Real – Irmão – Theo James]

Verdadeiros irmãos inseparáveis. Possuem um verdadeiro elo, e sabem quando um está mal ou não. É algo instintivo de um defender o outro, e não aceitam que o outro seja insultado. Quando juntos, não há tempo ruins, sempre há algum jeito de se animarem. Piadas internas, brincadeiras bobas, tudo isso faz parte do relacionamento deles. Juntos, são uma perfeita companhia para uma tarde imensamente divertida.


[Charlie Martinez – 42 anos – Casta 3 – Produtor musical – "Pai" – Oelando Bloom]

O maior apoiador das ideias de Bee. Charlie apoia exatamente tudo que Beatriz faz, e, quando é algo de errado, o homem a repreende, mas de algo que ela aprenda com o erro, não que a faça ficar triste ou algo do tipo. Ensinou boa parte das coisas que a menina sabe hoje, e não se arrepende de nada que a ensinou. Se amam intensamente, e sempre que podem, estão juntos, trocando ideias sobre assuntos aleatórios.


Mᴀɴɪᴀs/ Fᴏʙɪᴀs/ Mᴇᴅᴏs/ Tʀᴀᴜᴍᴀs
[ℳ𝓪𝓷𝓲𝓪𝓼]
∴ Mexer no cabelo quando distraída ∴
∴ Arrancar pele dos lábios e tremer a perna quando nervosa ∴
∴ Cantar em seu banho ∴
∴ Cantar quando muito concentrada em algo ∴
∴ Mexer no lóbulo de sua orelha ∴

[ℱ𝓸𝓫𝓲𝓪𝓼]
Coulrofobia Fobia de palhaços. Tudo isso começou quando a menina ainda era muito pequena, com seus cinco anos de idade. A família decidiu ir a um circo, porém, quando o primeiro palhaço apareceu, Beatriz entrou em desespero e começou a chorar. Desde então, este é um dos maiores medos da menina.
Acrofobia Fobia de altura. Talvez por sua baixa estatura, mas nunca se soube ao certo o porquê de ter tanto medo de altura. Sente-se desorientada, enjoada e nervosa quando percebe que está em altura muito altas. Prefere ficar longe de janelas quando está em lugares assim.
Aicmofobia Fobia de agulhas, injeções ou objetos pontudos. Como toda fobia, isto é um medo irracional. Tirar sangue sempre podia ser considerado um dos piores dias do ano para a garota. Sempre fica nervosa quando um dos objetos chega perto de si.
Claustrofobia Fobia de espaços fechados. Mais um dos medos irracionais. Não ataca com a mesma agressão que as outras fobias, porém, ainda assim, é uma fobia. O medo só piora quando está no meio de uma multidão e o local abafado. O máximo de seu medo seria ficar trancada em algum local sem janelas.


[ℳ𝒆𝓭𝓸𝓼]
Aranhas ∴ Desmaiar ∴ Trovões ∴ Sentir dor ∴ Levar choque ∴ Insetos ∴ Apaixonar-se

Qᴜᴀʟɪᴅᴀᴅᴇs ᴇ Dᴇғᴇɪᴛᴏs
[𝓠𝓾𝓪𝓵𝓲𝓭𝓪𝓭𝒆𝓼]
Extrovertida ∴ Sociável ∴ Inteligente ∴ Otimista ∴ Sonhadora ∴ Leal ∴ Criativa ∴ Gentil

[𝓓𝒆𝒇𝒆𝓲𝓽𝓸𝓼]
Preguiçosa ∴ Sensível ∴ Distraída ∴ Indecisa ∴ Tímida ∴ Medrosa ∴ Insegura ∴ Desleixada

Gᴏsᴛᴏs ᴇ Dᴇsɢᴏsᴛᴏs
[𝓖𝓸𝓼𝓽𝓸𝓼]
Frio ∴ Cantar ∴ Desenhar ∴ Instrumentos ∴ Animais ∴ Café ∴ Rir ∴ A cor vermelha ∴ Aprender

[𝓓𝒆𝓼𝓰𝓸𝓼𝓽𝓸𝓼]
Chá ∴ Coisas saudáveis ∴ Esportes ∴ Calor ∴ Ficar parada ∴ Sentir desespero ∴ Ser pressionada

Hᴏʙʙɪᴇs
[𝓒𝓪𝓷𝓽𝓪𝓻]
Sua voz é incrivelmente bela. Consegue controlar o seu tom de voz, além de sempre ser algo realmente melodioso aos ouvidos de todos ao seu redor. Todas as músicas possíveis ficam bonitas em sua voz, exceto por óperas. Nunca tentou cantá-las, apenas por brincadeira, mas não acha o estilo de música muito a sua cara.


[𝓒𝓸𝓶𝓹𝓸𝓻 𝒆 𝓽𝓸𝓬𝓪𝓻 𝓿𝓲𝓸𝓵𝓪̃𝓸]
Uma das coisas favoritas de sua vida. Adora pegar seu violão e inventar ritmos aleatórios, ou até compor musiquinhas engraçadas nessas horas. É uma ótima compositora, e, normalmente, as músicas saem de experiências próprias ou histórias que amigos lhe contaram.


[𝓓𝒆𝓼𝒆𝓷𝓱𝓪𝓻]
Gosta muito de desenhar. Criava historinhas quando criança, e acabou por continuar a aprimorar este pequeno talento. Hoje em dia consegue perfeitamente desenhar formas humanas, flores, e animais com realismo, mas, algumas vezes, prefere seguir pelo abstrato.


Tᴀʟᴇɴᴛᴏ
Seu amor pela música sempre foi grande, que só crescia conforme passava mais tempo ao lado de seu pai. A menina cresceu com música ao seu redor, e, como era de se esperar, tornou-se um de seus grandes talentos. Hoje em dia, a garota sabe tocar perfeitamente violão e piano. Qualquer música que lhe surja pela frente, Beatriz consegue aprender de ouvido. Compondo a maestria com instrumentos, está sua voz, que foi provida por anjos com muita bondade. Tais artifícios combinados são capazes de encantar qualquer um que os ouça.



Pʀɪ́ɴᴄɪᴘᴇ, ᴄᴏʀᴏᴀ ᴏᴜ ᴏᴜᴛʀᴏ?
O real motivo de ter se inscrito para a Seleção foi seu irmão, no entanto, não se vê com uma coroa em sua cabeça, governando o país. Os motivos de sua inscrição são os mais puros possíveis, tanto que é raro ver Beatriz na companhia de outras garotas ou príncipes. Porém, se chegassem a ela e perguntassem o motivo de se candidatar, ela diria que foi para ganhar o coração do príncipe.


Pʀɪ́ɴᴄɪᴘᴇ ᴇsᴄᴏʟʜɪᴅᴏ
Tomás Castellanos


Rᴇʟᴀçᴀ̃ᴏ ᴄᴏᴍ

𝑅𝑒𝒾𝓈

Beatriz pode ser a pessoa mais lerda que conhecerá em sua vida, porém, se tem uma coisa que não lhe falta é respeito. Sente-se como uma pequena criança quando está perto dos reis. A grande pressão de que sempre tem que estar impecável quando os encontra é muita para sua pequena mente, mas tenta manter a pose de uma verdadeira princesa. Quando os vê pelos corredores e há algum jeito de escapar do encontrão, ela o faz, nem mesmo que seja se fingir de guarda. Além dos poréns, a menina continua com o enorme carisma, e tenta conversar com os mesmos como se fossem um de seus professores.


𝑅𝒶𝒾𝓃𝒽𝒶𝓈

Grandes mães. Essas seriam as palavras perfeitas para dizer o que Beatriz sente em relação as rainhas, porém, intimidação ainda é um ponto que terá que vencer. As vê como grande figuras responsáveis, tais quais são responsáveis por prover a próxima geração real de seu país. Todos que não conhece, acaba julgando bastante por seus movimentos e aparências, e, por isso, acaba tendo medo de algumas rainhas, como é o caso de Caterina, mas tenta se convencer que isso é apenas coisa de sua cabeça. Assim como os reis, não será de grande contato, porém, comparado aos mesmos, será mais presente nas relações com as mulheres.


𝒫𝓇𝒾́𝓃𝒸𝒾𝓅𝑒 𝑒𝓈𝒸𝑜𝓁𝒽𝒾𝒹𝑜

Talvez metade de sua relação com Tomás se deva ao fato de se conheceram antes de toda a Seleção acontecer, porém, ambos tentam não deixar esvair que esta é a verdade. Acima de tudo, se veem como velhos amigos em busca de uma ótima discussão sobre os mais variados assuntos. Talvez esse seja um motivo de inveja entre as demais garotas, pois não há timidez entre os dois pelo menos vinda da parte do menino. Se apaixonar pelo menino será algo muito árduo para Beatriz, pois ela não sabe agir quando está gostando de alguém. A menina tentará se manter longe, tentando colocar em sua cabeça que a suposta paixão é algo imaginário. Fora isso, serão, talvez, os mais íntimos em questão de príncipe e selecionada.


𝒪𝓊𝓉𝓇𝑜𝓈 𝓅𝓇𝒾́𝓃𝒸𝒾𝓅𝑒𝓈
Noah Heckmann

O menino é na dele assim como a menina, então, não se falam muito. Sabe muito bem de todos os boatos em cima de Noah, mas acredita que nem um deles seja verdade. Conhece a grande educação do garoto, e acha fascinante como o mesmo não é nem um pouco desvirtuado como os outros garotos. Identifica-se um pouco pelo modo como o garoto age, sempre fechado, mas isso lhe causa um pouco de medo, pois não dá chance a ninguém de o conhecer melhor e, finalmente, saber quem é o verdadeiro Noah. Beatriz tem curiosidade para saber como o garoto é.



Bernard Seydoux

Considera Bernard o amigão do bairro. Para todos, pode ser o homem dos sonhos, porém, para Beatriz, não se passa de um melhor amigo dos sonhos. Admira o senso de humor do rapaz, assim como os outros atributos que o fazem ser desejado por muitos, mas acredita que não há só bom no garoto. Todos tem o seu lado ruim, e Ben apenas não mostrou o seu ainda. Tirando este fato, Beatriz acha que seria uma grande amiga do francês, pelo fato que ambos são extremamente apaixonados por animais. Ao mesmo tempo, tentaria se manter um pouco afastada do mesmo, pois, por ser o homem perfeito, atrairia muitas garotas, e nunca se sabe o nível de loucura de uma garota apaixonada.



Markus Santini

Tinha total confiança que Markus seria outra príncipe com muitas garotas em cima de suas asas, pelo que a mídia transmitia sobre o mesmo, porém, ao o conhecer, adquiriu nojo do garoto. Acha o menino um fútil e realmente se mantém o mais distante dele o possível. Não sabe se idiotice é transmissível e prefere não descobrir com o mesmo. Não sente ódio por ele, apenas uma incomum raiva, porém, se for necessário que o trate bem para continuar na seleção, ela o fará.



Christopher Samiotou

Talvez, e apenas talvez, os mesmos sejam amigos. Beatriz odeia o jeito mulherengo do rapaz, e, se um dia chegarem a ter um relacionamento amigável, será a primeira a o repreender. A amizade se deverá pela parte de Tomás, que, por sempre andar com o garoto, talvez desperte curiosidade na menina. Beatriz realmente será como uma mãe para o menino, pois não hesitará em puxar sua orelha para que o menino se torne uma pessoa melhor. Christopher pode acabar perdendo a paciência com Bee, e dizer todos os defeitos na cara dura, mas a garota apenas se afastará, fingindo que não se importou. Se alguém ali dentro for capaz de desvirtuar a menina, esse será Christopher, pois, querendo se enturmar, acabará sendo influenciada pelo grego e fazendo coisas que ela abomina.



Richard Andersen

Bernard Seydoux mais velho. É assim que Beatriz o enxerga. Sem sombra de dúvidas é o que mais obtêm respeito vindo da menina, devido a idade avançada, digamos assim, mas isso não é justificativa para que Bea não solte suas comuns piadinhas sem graça perto do príncipe. Cairia na lábia do dinamarquês muito facilmente, visto que o menino não é capaz de fazer mal nem a uma mosca. Entre Bernard e Richard, o que ela escolheria para ser seu melhor amigo seria Richard, pois se sente segura ao lado mesmo. Talvez pelo semblante de rei que o menino já possui, ou a responsabilidade que exala de seu ser.



𝒢𝓊𝒶𝓇𝒹𝒶𝓈

De todas as pessoas do castelo, estes, definitivamente, são os mais íntimos de Beatriz. Não só por seu irmão fazer parte da guarda, mas sim porque a menina é uma completa desorientada, e sempre está perdida pelos corredores do grande castelo. Sempre que passa pelos mesmos, é possível ouvir um "bom dia" acompanhado de um tímido sorriso no rosto. É bem capaz que a menina decore o nome de todos os guardas, mas não o nome das Selecionadas.


𝒪𝓊𝓉𝓇𝒶𝓈 𝒸𝒶𝓃𝒹𝒾𝒹𝒶𝓉𝒶𝓈

Beatriz não as dará confiança nem que a ofereçam a coroa logo de cara. Sabe que existe muita gente falsa se candidatando apenas por ganancia, ou até mesmo motivos piores, então, prefere ficar longe do mar de cobras. Não será a pessoa a começar uma amizade ou uma conversa, e prefere comer no chão do que pedir para se sentar em uma mesa com outras meninas. Para se tornar amiga de alguém ali dentro, a pessoa terá que ser muito persistente e querer muito a amizade com a menina, pois não será fácil de se tirar Beatriz de dentro de seu casulo. Todo esse afastamento não a impedirá de sempre ter o seu enorme carisma quando lhe perguntarem alguma coisa. O seu lema de vida é "Ser gentil acima de tudo" e não o quebraria por nada no mundo.


𝒥𝑜𝓇𝓃𝒶𝓁𝒾𝓈𝓉𝒶𝓈

A câmera ama Beatriz, assim como os jornalistas. A menina é carismática, sabe manter uma conversa sem perder o rumo ou parecer forçado, além de ter um lindo sorriso. Os jornalistas ficam impressionados com a enorme postura e educação que a pequena tem, e adoram pois sempre possui respostas rápidas e objetivas na ponta da língua. A menina não consegue deixar de lado toda a timidez que sente, mas consegue disfarçar isso rapidamente. Solta-se facilmente quando percebe que está indo bem. A relação dos mesmos não se passa disso, pois Bea não sabe o quanto fofoqueiros jornalistas podem ser, espalhando boatos errados sobre a mesma.


Cʀɪᴀᴅᴀs
[Melanie Eliasson – 19 anos – Estilista e horários – Hailee Steinfeld]

Personalidade: Engraçada, exigente, organizada
As duas se entendem bastante. Talvez isso se deva a mesma idade, mas são muito parecidas, psicologicamente falando. Entram em discussões aleatórias sobre os assuntos mais diversos possíveis. Se não fosse por Melanie, Beatriz sempre estaria atrasada para seus compromissos. A menina é a responsável por sempre interromper as longas conversas idiotas entre Bea e a outra criada, dando um rumo para Bee.


[Lara Mikkelsen – 36 anos – Cabeleireira e concelheira – Zooey Deschanel]

Personalidade: Divertida, desorganizada, festeira, atrapalhada
É a responsável por sempre deixar o humor em primeiro lugar quando conversam. Pode ser a mais velha entre as três meninas super poderosas, se podemos as chamar assim, mas tem um espirito jovem. A mulher é totalmente atrapalhada quando o assunto é organização, e isso irrita um pouco Bea, mas nada que atrapalhe o relacionamento das duas. Depois de todos os apesares, por ser mais velha, e logo, mais vivida, é a maior concelheira que Beatriz poderia ter dentro do do castelo. Lara é uma grande responsável por não deixar a mais nova pirar de vez.


O ϙᴜᴇ ᴀᴄʜᴀ ᴅᴀ Sᴇʟᴇçᴀ̃ᴏ?
Em sua concepção, as garotas não se passavam de objetos quais o príncipe teria que escolher o seu preferido para brincar. Esta é sua realidade sobre a Seleção. Claro que, em raros casos, pode acontecer do príncipe realmente se apaixonar por alguém, mas, em sua maioria, o príncipe apenas está usando essas meninas para se divertir.


Cᴏᴍᴏ ʀᴇᴀɢɪʀɪᴀ ᴀ ᴜᴍ ᴀᴛᴀϙᴜᴇ ʀᴇʙᴇʟᴅᴇ?
Beatriz congelaria. Ela não saberia o que fazer e, provavelmente, tentaria se esconder em algum local. Nestes casos, sua claustrofobia iria em seu ataque máximo, pois não importa o espaço em que ela se esconder, sentirá uma incomum falta de ar até que alguém a acalme. Longe dela ser a pessoa calma e concelheira que saberá o que fazer em momentos de nervosismo.


Pʀᴇᴊᴜᴅɪᴄᴀʀɪᴀ ᴀʟɢᴜᴍᴀ ᴏᴜᴛʀᴀ sᴇʟᴇᴄɪᴏɴᴀᴅᴀ ᴘᴀʀᴀ sᴇᴜ ʙᴇɴᴇғɪ́ᴄɪᴏ?
Nunca. A menina não é capaz de machucar nem uma mosca.

Sᴜᴀ ᴘᴇʀsᴏɴᴀɢᴇᴍ ᴊᴀ́ ɴᴀᴍᴏʀᴏᴜ ᴀɴᴛᴇs? É ᴠɪʀɢᴇᴍ?
Não e sim

Bᴇʙᴇ ᴄᴏɪsᴀs ᴀʟᴄᴏᴏ́ʟɪᴄᴀs? Sᴇ sɪᴍ, ᴀᴘᴇɴᴀs sᴏᴄɪᴀʟᴍᴇɴᴛᴇ? Aᴏ ᴘᴏɴᴛᴏ ᴅᴇ ғɪᴄᴀʀ ʙᴇ̂ʙᴀᴅᴀ?
Nunca bebeu nada alcoólico, e também não tem curiosidade de experimentar, mas seria facilmente influenciada a fazer o ato.

Dᴜᴀs ᴍᴜ́sɪᴄᴀs ϙᴜᴇ ᴅᴇғɪɴᴇᴍ ᴀ ʀᴇʟᴀçᴀ̃ᴏ ᴄᴏᴍ ᴏ ᴘᴀʀ
[Nervous – Gavin James]

Cause we lived at the carnival in summer
We scared ourselves to death on a ghost train
And just like every ferris wheel stops turning
Oh I guess we had an expiration date
So I won't say I love you, it's too late
Cause every time I saw you I got nervous
Shivering and shaking at the knees


[Style – Taylor Swift]

You got that long hair slicked back
White T-shirt
And I got that good girl faith
And a tight little skirt
And when we go crashing down
We come back every time
'Cause we never go out of style


[Tell Her You Love Her – Echosmith]

Tell her a story. Tell her the honest truth
You treat her better. Make sure to see it through
Don't be just everything she wants
Be everything she needs
When she says she loves you
Tell her you love her too


[Collide – Howie Day]

Even the best fall down sometimes
Even the stars refuse to shine
Out of the back you fall in time
I somehow find, you and I collide
Don't stop here
I've lost my place
I'm close behind
Even the best fall down sometimes
Even the wrong words seem to rhyme
Out of the doubt that fills your mind
You finally find, you and I collide


[Say You Won't Let Go – James Arthur]

Then you smiled over your shoulder
For a minute, I was stone cold sober
I pulled you closer to my chest
And you asked me to stay over
I said, I already told ya
I think that you should get some rest
I knew I loved you then
But you'd never know
Cause I played it cool when I
Was scared of letting go
I knew I needed you
But I never showed
But I wanna stay with you
Until we're grey and old
Just say you won't let go



Oʙᴊᴇᴛᴏ ᴇsᴘᴇᴄɪᴀʟ?
[Pelúcia de baleia]

Em uma época de sua vida, mais especificamente dos três aos cinco anos, Beatriz tinha total certeza que baleias tinham chifres e eram rosas ou verdes. Todos tentavam convencer que a menina estava errada, porém, quanto mais falavam, mais convicta ela ficava de que isto era verdade. O irmão, vendo que a menina ficava triste a cada comentário que falavam que isto não era verdade, comprou uma baleia de pelúcia verde (um pouco mais clara que as dos desenhos da irmã) e pediu para que a mãe costurasse um chifre na mesma. Desde então, a menina sempre dorme com o objeto.


[Anel de compromisso]

Diferente do que todos acham, o anel não pertence, originalmente, a Beatriz, e sim de sua mãe. Charlie deu o anel para Deborah alguns meses depois de Bee nascer e firmar realmente o relacionamento. A mulher usou o anel por boa parte de sua vida, porém, enquanto a filha crescia, se tornava cada vez mais fascinada pelo anel. Acreditava que era um anel de casamento, e sempre colocava em seu pequeno dedo, falando que um dia aquele anel seria o presente de seu marido. Como um presente nos quinze anos, Deborah deu o anel para menina, que não fez muita falta, já que o anel de compromisso foi substituído por uma verdadeira aliança.


Rᴏᴜᴘᴀs

Tem um estilo um tanto quanto peculiar. Ela não é uma menina com um estilo de menininha. Pode ser uma garota delicada, que usa muitos acessórios bonitinhos, mas quando se trata se seu estilo normal, parece uma típica adolescente revoltada com a vida. Usa flanelas quase o tempo inteiro, pois acha que o estilo nunca sai da moda. Prefere, definitivamente, tênis a um salto, mas não acha impossível usá-los. Quando não está usando suas comuns flanelas, geralmente usa uma camisa qualquer com uma frase aleatória e uma calça jeans de cor escura. É raro de vê-la usando um short, pois não acha suas pernas tão bonitas o quanto deveria. Quando o assunto são vestidos, Beatriz é mais menininha, digamos assim. Gosta de coisas delicadas e rendadas. Se o vestido tiver flores em sua estampa, já é um passo a mais para que a menina goste do mesmo. A cor mais presente em suas roupas são o preto, o vermelho e o azul.



Aʟɢᴏ ᴀ ᴍᴀɪs?
Além de todos os problemas que a menina tem, ela é sonâmbula, e, no seu caso, pode ir de criar diálogos até mesmo ir andando por lugares inconsequentemente.


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