~amorasilvestre

amorasilvestre
Apenas outra fruta
Nome: Amora Silvestre
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Indisponivel
Aniversário: 9 de Fevereiro
Idade: 19
Cadastro:

FALLING LOVE - KEANA MARIE SAINT/ST. JOHN


Postado

FALLING LOVE - KEANA MARIE SAINT/ST. JOHN

I'll be the next queen.


◣Ficha◥


『Nome & Sobrenome Completo』
Keana Marie St. John

Keana: é um nome Cherokee e significa, literalmente, "poder mágico";

Marie: é a versão francesa do nome hebraico "Maria" que significa "aquela que ocupa o primeiro lugar"


『Apelido → opcional』
Por ter um nome pequeno, Keana nunca teve muitos apelidos relacionados á ele, mas seus irmãos costumam chamá-la por vezes de "Key";
Devido aos fortes traços nativo-americanos, seu pai a chama de Pocahontas, como a princesa indígena que é contada nos livros antigos.




『Idade & Data & Signo → 17 à 21 anos』
18 anos | 23 de maio | Gêmeos


『Sexualidade』


Keana não define sua sexualidade. É um bom exemplo daquela frase " quem se define, se limita". Keana não quer se limitar.
Ainda assim, talvez possa ser classificada como heterossexual por nunca ter se apaixonado por uma garota. Talvez possa ser considerada bissexual por ter beijado a filha mais velha da vizinha algumas vezes (e gostado). Talvez a sexualidade seja mesmo algo que não se deve classificar.

『Casta & Trabalho』
Pertence á casta 6. Trabalha como limpadora de piscinas durante a maior parte do tempo, porém costuma usar seu talento com truques de mágica para conseguir algumas gorjetas na rua. É claro, escondida de guardas, fugindo toda vez que um de seus irmãos — que ficam de olho nos guardas — sinalizam.


『Província』
Whites


『Aparência & Descrição』
















Quando se olha para uma mulher, quase de imediato você consegue dizer se lhe parece bela ou não, correto? Com Keana, esse tipo de julgamento apressado quase sempre resulta em erro. Você não pode a definir apenas vendo, você precisa olhar com atenção e encontrar a beleza em seu emaranhado de cabelos castanhos.

Keana tem contornos fortes em seu rosto com formato oval herdados de um povo que o governo de Iléa tenta esconder: os Cherokee, uma tribo de nativos americanos famosa por seus contos e sua coragem; coragem que Keana traz nos olhos e na audácia que há dentro deles, como se cada pequena célula que os forma desafiasse o mundo a lhe dar um desafio que não pudesse transpor.
Seus olhos são escuros e amendoados, o fim das pequenas fendas é alongado devido á sua etnia — Aliás, vou citar bastante a etnia dela nessa descrição visto que, ao menos assim vejo, que é seu grande diferencial quanto a aparência, é sua característica mais marcante — lhes fazendo parecer um pouco mais arredondados "no meio"; olhos tão expressivos em um rosto com o formato do seu talvez pudesse lhe dar um ar meio tolo, porém a verdade, a intensidade, de seus olhos castanhos, quase negros, era inquestionável: havia beleza em sua íris ladeada por longos e volumosos cílios negros.
Suas sobrancelhas são levemente arqueadas acentuando seu olhar, tornam suas expressões e caretas ainda mais expressivos pois acompanham o movimento de seus olhos.
Sua pele é morena rosada e clara, não apresenta imperfeições aparentes, apenas algumas sardas disfarçadas pelo tom de pele que foram ganhas por trabalhar tanto no sol. O cabelo é castanho escuro tendendo quase ao preto, combina perfeitamente com a cor de seus olhos e o tom caramelado de sua pele; quase sempre solto, a teia de fios castanhos alcança a área abaixo de sua cintura com facilidade. Seu cabelo é liso, porém, quando está despenteada — o que seria uma grande parte do tempo — tendem a ondular e formar algumas áreas mais volumosas que outras. Os lábios, um dos grandes atrativos da morena, são carnudos e bem desenhados com uma curva natural para cima, lhe dando um constante ar travesso, petulante e ainda assim sensual. Quando sorri, as maçãs do rosto acompanham a curva que seus lábios desenham. É correto dizer que Keana sorri com o rosto inteiro; Não há como negar o seu sorriso. Aquele sorriso é capaz de pôr fim as guerras e curar o câncer. Quando Keana sorri para você, faz você querer acreditar, te faz sentir uma pequena chama crescendo e corando-lhe o rosto. É impossível de ignorar.
O nariz é pequeno e arrebitado e as bochechas levemente salientes lhe dão um ar infantil destacando o queixo delicado. Keana tem um rosto tão interessante quanto bonito.















Keana possui um corpo esbelto com 56,2 kg distribuídos em 1,68m de altura.
A morena alta possui pernas longas e bem torneadas, porém quase sempre escondidas por seus jeans surrados de Seis; seu quadril é estreito — suas medidas são: 34 - bustos/24 - cintura/ 33 - quadril.
É esbelta; possui braços finos porém torneados por alguns pouquíssimos músculos evidentes. Costumava pousar seu braço ao lado do do irmão, Kaleb, e fingir que tinha tantos músculos quanto ele.
Tem poucos pêlos no corpo.
Seus seios são medianos, redondinhos e satisfatórios para seu tipo físico. Não atrairiam a atenção de imediato mas Keana não tem do que reclamar; ela não desejaria a atenção de alguém que falasse com seus seios e não com ela.
Seu bumbum é empinado e, como os seios, mediano, encaixa-se bem em seu tipo físico.
As mãos, marcadas pelo trabalho braçal, possuíam vários calos antes da seleção mas, após o "trato" que recebeu antes de entrar de fato na competição, agora parecem mais macias que nunca. Keana tem unhas limpas porém curtas.

As curvas acentuadas no corpo da morena são lindas mas muito discretas, quase sempre estavam escondidas entre as roupas simples e velhas que usava, a cintura fina é o toque de delicadeza final da selecionada. É bastante sensual, ainda que não tenha sido avisada sobre isso. O corpo equilibrado da jovem Seis é o que muitas mulheres da Dois buscam.
Entre o cabelo bagunçado, as roupas simples e surradas e as marcas do trabalho árduo, há uma jovem mulher muito bonita. Quem sabe olhar poderá ver.
Keana é uma boa representação do que é o diamante bruto. Seu processo de lapidação se chama "A Seleção". Outrora a jovem nunca foi vaidosa.



『Personalidade』


Se você quer decifrá-la recomendo ter bom fôlego, meu amigo, porque ela vai te roubar a respiração muitas vezes. A maioria delas, de propósito. O impressionante mesmo é como ela consegue deixar a gente em apneia mesmo sem ter a intenção. Só que também é ela que vai te fazer respirar aliviado ao perceber que, a despeito de todos os seus problemas, é ela que está ali por você no fim do dia. Mesmo se você não for religioso, ela vai fazer você se pegar agradecendo por tê-la ao seu lado.

Em alguns dias, ela vai fazer você questionar suas escolhas. Da camisa que você escolheu até a carreira escrita no diploma. Você vai se perguntar o que é que está fazendo com a sua vida até aquele momento, só pra depois vê-la mexer no cabelo daquele jeito e perceber que você não se importa com o que está fazendo, contanto que esteja fazendo com ela.

Independente da idade, você sempre vai se sentir um adolescente ao lado dela. Não é nada com a sua maturidade, é que ela já viveu muito e conhece de tudo um pouco. Ela tem gana de saber, e se você ficar um tempo com ela, vai perceber que isso é tão hipnotizante quanto a curva dos lábios que ela tem.

Ela só exige uma coisa: liberdade. Você até pode ser importante para ela, mas nunca será maior que a sua liberdade. Dê a ela espaço, deixe-a respirar. Ela é só dela. Mas se mesmo com toda essa liberdade ela quiser ficar, considere-se um cara de sorte, meu amigo. Poucas pessoas conhecem um amor como o dela.

Você vai imaginar como é o seu beijo um sem contar de vezes, e se tiver sorte, vai descobrir que sua imaginação pode ser bem limitada perto da realidade. Você não precisa esperar os lábios se encontrarem para sentir o beijo dela, rapaz. Ela começa no jeito de te olhar. Cria uma atmosfera que parece pertencer a um universo paralelo, onde ela é o sol.

Mas devo te alertar, se você der a chance, ela vai ser tão necessária quanto alguma função vital, então cuidado. Não espere dela rotinas calculadas e esqueça os pequenos rituais. Com ela não existe monotonia, nem insegurança.

Ao lado dela, você vai se sentir rolando os dados um jogo de azar onde as probabilidades de sucesso são muito pequenas. Ela é um campo minado.

Ela é forte. Ah, se tem uma coisa que ela é, é forte. Ela ainda não sabe. Se sabe, descobriu a pouco tempo. Ela não sabia o quão era forte até a que a única opção dela era ser. Ela é uma pétala, só que de ferro. Delicada, mas forte, muito forte. Não duvide.

Não se intimida com a opinião dos outros, mas sofre profundamente quando é ferida por aqueles que ama. E aí o ferimento é profundo. Dura o bastante para não ser mais esquecido. A generosidade transborda quando se pede algo. Ordenar nunca. Cobrar também não. Tentar dobrar seu orgulho, testar sua força, expor suas inseguranças é a receita para afastá-la. Ela não se curva facilmente a ninguém que não admire; nada tem de submissa. Seu talento como observadora faz o alvo de seu olhar instigante se sentir completamente nu.

Esperta, ágil, ela consegue resolver todos os problemas do mundo, mas com os dela...demora mas vai. O importante é ir, não é? E se tem uma coisa que essa garota faz, é ir. De cabeça erguida não importa quantas pedras existam no seu caminho.

Estar com ela vai ser como estiver em um eterno jogo de sorte e azar em que você pode ter tudo ou nada ao mesmo tempo. Se ela te der uma chance de contrapartida, investe todo o seu dinheiro e suas cartas na manga porque ela adora um desafio. Ela é um eterno enigma, a carta coringa que vai bagunçar todas as suas jogadas de propósito e você não vai entender o “porque”, mas nem precisa, porque ela é apenas ela. E não há explicação para uma garota como ela.

É inteligente e questiona tudo e todos. Se há algo para saber, ela quer aprender. Suas palavras são cheias de sabedoria, faz você realmente querer acreditar em cada uma delas. A segurança e a paixão com que diz cada sílaba de suas palavras consegue inspirar até o mais cético dos homens; talvez este seja o "poder mágico" escondido em seu nome.

É exatamente generosa e raramente consegue ser egoísta. Keana pensa no mundo como um grande organismo coletivo onde cada um desempenha um papel; a moça sonha com a letra cantada de Lennon, um mundo utópico. Ela é o que a música diz: uma grande sonhadora, mas não se engane, não tem nada de ingênua. Teimosa, tem um radar interno incrível e é determinada como ninguém. É impossível manipular sua cabeça selvagem e sua vontade irrefreável.

Misteriosa porque não aceita a ideia de ser desvendada, gosta de ter um truque na manga, de se revelar aos poucos, mas também muito honesta, muito leal aos seus ideais. É divertida. É engraçada, seu humor tem várias faces mas é divertida sem nunca ser má. Sabe se defender e defender quem ama com unhas e dentes, seus argumentos são sempre fortes e bem construídos.

Ela é sempre reservada. Nunca é aquela que chega chamando atenção, ao menos não intencionalmente. É um furacão, mas um furacão brando. Para poder enxergar a jovem indígena, é necessário abrir todos os olhos que tenha. Keana tem um sério problema com regras impostas: as questiona e as segue apenas se achar que realmente deve fazê-lo. Jamais verá a morena sendo submissa as ordens de uma colega selecionada; é mais fácil que a enfrente de cabeça erguida que atender uma ordem de alguém que discorda. Por outro lado, se ela encontrar em alguém o verdadeiro valor, vai ser leal até o último minuto.

Keana tem uma rebeldia e uma determinação muito particulares. É muito sincera e é dona de si.
Se está procurando alguém que acate ordens sem pensar ou que sorria e acene, veio ao lugar errado. A jovem de personalidade forte questiona, debate, é quase impossível lhe fazer frente. Respeita aqueles que, segundo ela, são merecedores de respeito, e isso não é questão de coroa, mas de caráter. Não aceita ser dominada. Tem um espírito livre e guerreiro, ela jamais desiste do que quer ou do que é.

Tem muitas virtudes admiráveis, mas não se engane: Keana é um poço de defeitos, a começar por sua teimosia e rebeldia. A morena é extremamente leal aos seus ideais e àqueles que ama, isso pode vir a se tornar um grande problema. É orgulhosa; Keana sempre acha que pode fazer tudo sozinha e, quando finalmente descobre que não consegue, erra de novo tentando consertar tudo sozinha. Carrega nas costas todo o peso do mundo, tende a trazer para si os erros alheios. É petulante. É cabeça dura.

Ela é Keana, e eu não faço ideia do que isso possa significar, mas tenho certeza que o sol e todas as estrelas conspiram pra transcrever isso nas linhas subentendidas do seu dia a dia.

『Família → nome, idade, parentesco, relação, trabalho e aparência』

Seline Ramírez-Arellano: Mãe biológica — Seline era amada por todos que a conheciam, especialmente pelo marido e o filho mais velho. Podia ser definida pela beleza de uma orquídea e a graça de uma onda do mar. Foi mãe muito jovem, faleceu mais jovem ainda aos 32 anos vítima de uma tristeza incurável após ter os três filhos tirados de seu seio.
Era uma rebelde nortista, fazia parte da grande cúpula organizadora dos rebeldes, porém não participava dos ataques. Seline era doce e gentil demais para tanta barbárie, se restringia a cuidar dos feridos. Tinha a pele clara, levemente tocada pelo dourado devido sua exposição ao sol; os cabelos eram castanhos e lhe cobriam as costas, o rosto fino tinha traços latinos e sensuais que constrastavam com sua personalidade amável. Amava profundamente os três filhos e o marido, porém não suportou a perda das crianças: a tristeza a consumiu.




Mikael Arellano: Pai biológico — É um "homem de ferro" por assim dizer. Não há nada que abale o líder dos rebeldes suliistas, seu único foco é seu objetivo: o conhecimento, a mudança.
Guiou os rebeldes através de Iléa em segurança durante muitos anos até que, por um descuido, os levou a uma armadilha onde perdeu os três filhos e consequentemente a esposa. Não conseguiu deixar de culpar a monarquia pela dor que lhe foi causada. Mikael anseia o dia em que o reino de Iléa se tornará satisfatório de fato e os rebeldes já não sejam mais conhecidos assim; se considera um tipo de herói. Orgulhoso de seus atos, o líder jamais dá o braço a torcer e não aceita um não como resposta. É imponente, suas palavras cortam mais que uma navalha afiada e suas ordens são sempre acatadas. Após a perda de Seline, não constituiu família novamente.
É um homem alto e bastante musculoso, apesar de já estar em seus 40 e tantos anos, tem traços marcados por suas raízes indígenas e os passou a todos os filhos. Usa uma barba rala que acentua o formato quadrado de seu rosto e lhe marca o queixo. Os olhos são escuros e fundos, olheira e bolsas presentes, rodeados por grossas sobrancelhas e longos cílios. É um homem bastante bonito, de aspecto forte e alma livre, bastante arrogante por vezes mandão. Não aceita a crença de mudança pacífica, sem violência de Keana. Tenta a todo custo lhe impor seus ideais gerando conflitos entre pai e filha.




Andrea St. John: Andrea era uma mãe exemplar e uma esposa carinhosa; trabalhou a vida inteira como costureira para ajudar seus pais, depois para sustentar sua própria família. Apesar da condição precária de vida, Andrea sempre sonhou em ter uma casa cheia de filhos e realizou seu sonho, primeiro com seu próprio rebento, Lucas, depois com os irmãos Arellano, e dando à luz mais uma vez a Cami e Blanket. Morreu aos 43 anos em decorrência de uma doença que não teve condições de tratar. Era uma mulher de beleza velada, seu rosto possuía fortes traços dos povos nativos, o que sustentou a história de que os três pequenos rebeldes eram, de fato, seus filhos; era baixa, tinha cerca de 1.59 e meio gorducha. Andrea amou até o último segundo de vida.




Augustus "Guto" Olaf St. John:
Grande patriarca da família St. John, Augustus foi o responsável por trazer Keana para a família após encontrar as três crianças perdidas. Membro da casta Seis, "Guto" trabalhou como motorista a vida inteira para uma única família de Três que depositava no funcionário toda a confiança. Um homem honesto e de bom coração: jamais via motivos para responder o mal com o mal. Após a morte da esposa criou os filhos com muito esforço, alimentar uma família de oito pessoas não era fácil, depois de perder sua "âncora preciosa" — como ele chamava a esposa — as coisas pareceram ficar quase impossíveis, mas Augustus sempre deu um jeito. É um homem gorducho e baixinho, tem a pele muito clara, cabelo ralo e liso, um nariz adunco e anguloso e a face gentil. É um grande pai, um grande homem e apoiador da humanidade — mesmo que as vezes contrarie o que impões a monarquia. Manteu em segredo da esposa a verdade sobre os pais dos irmãos Arellano por medo que Andrea entrasse em desespero por preocupação.
É bastante protetor, o que vemos logo que Keana foi selecionada e o pai protestou contra sua ida ao palácio. Costuma brincar dizendo que está aprendendo artes marciais para lidar com o "pobre coitado que tentar se engraçar com suas filhas". É bem humorado, porém bastante teimoso e excessivamente leal.




Lucas St. John: Lucas é perfeito; é o filho que todos rezam para ter, o irmão mais carinhoso de todos, um protetor leal, um verdadeiro cavalheiro, um provedor esforçado e um homem de uma beleza notável. Tem 26 anos e é soldado. Vive os perigos da guerra desde que se alistou e se orgulha de cada dia vivido.
Entrou no exército não por vocação — naquela época nem se imaginava que tinha talento para a coisa — mas por necessidade. A família precisava do dinheiro e já era hora de agir em retribuição a tudo o que havia recebido ao longo dos anos.
É bastante carinhoso com os irmãos menores e um tanto quanto protetor demais com os maiores, corajoso, prestativo, está sempre disposto a ouvir e compreender. Tem olhos gentis em um tom verde meio cinzento, sorriso fácil, cabelos escuros bem cortados e a pele clara que herdou do pai. É alto, tem músculos bem definidos pelo corpo, apesar de quase sempre resolver seus problemas com diálogos e não punhos, é um jovem muito bonito.
Enquanto que ele e Tália nutrem uma paixão um pelo outro, Kaleb o vê como uma espécie de concorrente em uma disputa que só existe em sua cabeça. Lucas jamais lhe deu motivos para o enxergar assim.




Kaleb George Arellano/Kaleb George St. John: Kaleb foi constantemente motivo de lágrimas na casa dos St. John, sua rebeldia preocupava sua mãe e provocava a insônia de seu pai. Ao contrário das irmãs mais novas, Kaleb lembra de como é ser criado por seus pais, de como é viver entre os rebeldes e de quanto amor havia ali. Muito protetor, logo que foi encontrado junto das irmãs por Guto, o garoto de apenas 7 anos estava encharcado, na chuva, enquanto tentava a todo custo proteger as crianças da chuva com um amontoado de folhas secas. Kaleb jamais se conformou com sua vida.
Aos 18 anos se alistou no exército de Iléa como forma de demonstrar sua gratidão aos St. John, porém desertou no ano seguinte ao reencontrar o pai e se juntar aos rebeldes nortistas. Tentou convencer as gêmeas a entrar para a causa, porém não conseguiu. Para manter a família unida, Mikael entregou ao filho uma espécie de flauta artesanal para que ele entregasse as meninas. Sempre que precisam vê-lo, ambas seguem a trilha secreta e tocam, então ele sabe que é seguro vir.
É extremamente inteligente porém muito arrogante, tem o físico perfeito, traços indígenas bem marcados e virtudes exarcebadas. Seu coração é bom, porém o rapaz de 25 anos está cego por seus novos ideais, está tentando impressionar o pai. Keana e Tália, em suas próprias palavras, são tudo o que mais ama na vida logo seguidas pela família St. John que lhe adotou com o laço mais forte que o sangue: o amor., porém, mesmo com todo o amor que tem pela irmã, Kaleb a magoou profundamente com a proposta que quase lhe forçou a aceitar antes de partir. Keana se foi extremamente magoada com ele deixando para trás um Kaleb arrependido e culpado.




Tália Denise St. John: É a irmã gêmea de Keana, mais que isso, é sua metade.
A relação das duas não pode ser descrita por palavras, como se descreve algo que vai além delas?
Dizem que os gêmeos compartilham dores, sentimentos e podem sentir quanto o outro está em perigo, quanto se trata das irmãs St. John, isso é extremamente verdadeiro. Tália e Keana têm um mundo próprio.
Tália nasceu 47m:39s antes de Keana, o que lhe rende o cargo de irmã mais velha durona e responsável. A morena é apaixonada por Lucas, filho dos St. John, porém não seu irmão.
É uma moça rígida, costuma achar que todos devem "se colocar em seus lugares" e repetir por vezes coisas como "não é coisa para o meu/seu bico". Diferente da irmã, Tália parece não ostentar muitas ambições ou sonhos fora de órbita. É bastante amorosa apesar de tudo, Tália herdou o instinto maternal de suas duas mães. A moça foi chamada ao palácio aos 17 anos, até hoje continua trabalhando lá como cozinheira. São raras as vezes em que pode vir para a casa.
Quanto a aparência é fácil: ela e a irmã são idênticas, exceto por dois ou três detalhes...
1- Tália possui uma pequena, porém visível, cicatriz logo abaixo do olho esquerdo;
2- O cabelo de Tália é bem mais claro nas pontas enquanto o de Keana é uma imensidão castanha;
3- Keana tem dois pequenos sinais no pescoço que Tália não tem.




Camille "Cami" Louisa St. John: Cami é uma menina doce que está prestes a completar seus 10 anos de idade e tudo que mais a ouvimos falar é que está "se tornando uma moça". E de fato está.
Apesar da pouca idade, Cami já teve que lidar com muita coisa, porém está sempre sorrindo, distribuindo sua alegria e encantando a todos com seu jeito simples de ser. É bastante desastrada, se não tiver alguém de olho pode acabar tropeçando nos próprios pés. Seu sonho é ter um "vestido de princesa" como os da princesa Ashley. Vê na irmã um exemplo a seguir; a chama de Pocahontas por vezes. Se pudesse, Cami apostaria todas as fichas em Keana. Não são raras as vezes em que a menina foi vista avisando a Keana da chegada dos guardas enquanto a mais velha se apresentava por trocados.




Blanket Robert St. John: O caçula da família St. John, Blanket é um garotinho muito travesso que está sempre procurando coisas novas para planejar uma boa travessura. Tem risada fácil e coração mole, é muito fácil convencê-lo de qualquer coisa. Cede a novas amizades rápido, costuma ver o mundo como "uma grande bola de gente pra ver". É apaixonado por tênis, porém, por ser um esporte de elite e de fora de sua casta, Blanket quase nunca pode jogar. Quando pode, é com Keana que conta para ser sua dupla ou adversária. Blanket significa literalmente cobertor, em inglês. Keana o chama de "meu pequeno cobertor". Blanket é, sem dúvidas, a pessoa favorita de Keana.





『História』

É possível encontrar a felicidade nas horas mais sombrias, se a pessoa se lembrar de acender a luz.
— Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban

Keana nasceu em um pequeno acampamento rebelde no extremo sul de Iléa. Tália veio primeiro e Keana, que se encontrava em uma posição difícil, nasceu logo em seguida chorando alto e gritando a quem pudesse ouvir que havia chegado ao mundo. Seu primeiro colo foi o de Kaleb, seu irmão mais velho, que não passava de uma criança quando a pegou nos pequenos braços gordinhos de criança.
Os pais, Seline e Mikael, importantes líderes do movimento rebelde, comemoram o nascimento das gêmeas por três dias sem intervalo. Por um curto período os rebeldes deixaram de lado seus objetivos e se permitiram se alegrar com seu líder; havia paz e felicidade por todo o acampamento: Tália e Keana haviam chegado em boa hora.
Pelo estilo de vida que levavam, a família Arellano jamais passava mais de duas semanas no mesmo local. "Rebeldes um povo errante. Permanecer no mesmo local é o mesmo que entregar um mapa com a nossa posição aos soldados", dizia Mikael repetidas vezes quando questionado sobre o assunto.
Sempre que desfaziam suas tendas e recolhiam seus poucos pertences, os rebeldes partiam para outro lugar; tentavam se aproximar de forma segura das províncias de Iléa enquanto as gêmeas, mais seguras que nunca, dormiam desfrutando da quietude do colo da mãe.
No entanto, as desventuras não esperaram sequer um ano para cair sobre a família de rebeldes.
Por um descuido, uma delação ou injustiça do destino, a localização dos rebeldes foi entregue ao capitão dos soldados enquanto acampavam nas redondezas da província de Whites, território ocupado em sua maioria por Seis e Sete, e em menor número — visto que a maioria dos membros daquele grupo em especial eram idosos, mulheres e crianças que Mikael jamais mandaria à luta — a única solução lógica era fugir. E assim fizeram ou ao menos tentaram no pouco tempo que tinham.
Em meio aos gritos de ordem, passos apressados e desespero, o tempo acabou e vários soldados atacaram as tendas dos rebeldes menos afortunados sem ao menos lhes olhar nos olhos. Mikael, como líder, precisou tomar à frente da resistência enquanto a esposa, que havia escondido os filhos em uma tenda, cuidava dos feridos mais graves. Porém a segurança que Seline acreditava ter se foi em um mínimo segundo, enquanto curava um peito aberto: ao longe, na tenda que havia armado para as três crianças, subia fumaça negra e densa. Haviam ateado fogo a cabana com seus filhos dentro.
Seline gritou tão alto que sua voz se perdeu no vento. Quando a batalha acabou e seu grupo finalmente pôde prosseguir, mesmo que em um número muito menor, o coração de Seline havia sido queimado no campo de batalha. Não havia nem mesmo corpos pelos quais ela pudesse chorar; tudo era cinza. A jovem mulher definhou de tristeza e morreu um ano depois do incidente vítima da culpa. Mikael jamais conseguiu ser o mesmo.
Só que o que o casal não lembrava era que Kaleb havia prometido ao pai cuidar das irmãs e se manter em segurança enquanto não retornassem, e o menino, um exímio cumpridor de promessas, assim fez: quando a batalha começou a se aproximar, Kaleb pegou as duas irmãs pequenas e abriu caminho correndo sozinho adentrando na floresta, se aproximando cada vez mais da província.
Após alguns dias de fuga, Kaleb estava ferido e faminto, mal conseguia se manter de pé e suas irmãs não estavam em melhor situação. O menino fechava os olhos e rezava para que um deus ouvisse o choro dos três e guiasse seus pais até lá, porém deus parecia surdo. No décimo dia de fuga, ele ouviu; uma forte chuva caiu e Kaleb tentava a todo custo proteger as irmãs da chuva enquanto dormiam. Ao menos Tália dormia. Keana gritava. A menina não parava de chorar, não importava o que o irmão fizesse.
Do outro lado da mata, um homem Seis, Augustus, voltava do trabalho para jantar com a esposa e o filho pequeno quando ouviu um som distante. E então, a vida de Keana ganhou um novo começo.
Augustus conta a história com os olhos marejados: "Eu estava voltando pra casa e lá estavam eles: feridos, principalmente Kaleb, sujos e famintos. Usavam roupas bem esfarrapadas mas diferentes das nossas, eu soube na hora que eram rebeldes, mas, santo Deus, eu não podia deixá-los ali! Eram meus! Kaleb não queria deixar que eu me aproximasse; foi difícil de convencer que eu queria ajudar. Tália estava tão quieta... Por um segundo achei que estivesse morta. Keana não. Keana não tinha lágrimas nos olhos, ela não estava chorando, estava gritando. Parecia estar pedindo socorro, parecia saber que eu estava vindo ajudar. Ela não parou até receber ajuda, a voz dela me guiou até aquele lugarzinho no meio do mato. Só parou de chorar quando eu a peguei nos braços. Eu disse que ficaríamos bem; ela sorriu. E eu a amava. Amava todos os três."
O motorista levou as três crianças para casa onde foram acolhidos por sua esposa, Andrea, que aceitou de bom grado cuidar das três crianças junto de seu filho, Lucas. Apesar das dificuldades, os St. John jamais abandonariam três crianças na floresta. Naquela casa sobrava amor. Anos depois, nasceram Camille e Blanket respectivamente. A família estava completa, mas era impossível ignorar a dificuldade financeira enfrentada ali. A casta Seis era muito pobre, era difícil sustentar um casal com apenas um filho, mesmo com dois provedores, sustentar um casal e seis crianças parecia algo impossível. Várias foram as vezes em que Andrea e Augustus precisaram deixar de comer e repartir a comida que sobrava para que pudessem alimentar todas as seis bocas; em dias ainda piores, Lucas e Kaleb precisavam jejuar junto dos pais para oferecer o mínimo para os mais novos. Keana não podia deixar de pensar que, se não tivessem ficado com ela e com seus irmãos, talvez os St. John tivessem a vida confortável que mereciam. Sempre que a dúvida saia de sua cabeça e saía em suas palavras, Andrea sorria, abraçava a filha de criação da forma que só ela sabia fazer e dizia que todos os dias que havia passado com fome não eram nada comparados aos anos de amor que recebia e dava aos três; as dúvidas iam embora e Keana podia dormir em paz sabendo que eles ficariam bem. Que se amavam. Andrea e Augustus faziam questão que todos estudassem ao menos o básico para subir de casta, apenas os dois trabalhavam, mas exigiam total dedicação aos estudos. Nenhum de seus filhos cresceu analfabeto e todos falam ao menos 3 idiomas — No caso de Keana: inglês, espanhol e alemão — fluentemente. Porém, quando fez 11 anos foi inevitável que Keana e sua irmã trabalhassem para ajudar a família. Andrea ficou doente, tudo começou com uma febre, mas, para um Seis, até a mais simples doença gera medo. Como tratariam a doença se não conseguiam nem se alimentar adequadamente?
Tália trabalhava como diarista e Keana, que não era tão caprichosa nos serviços domésticos, começou a trabalhar limpando piscinas.
Andrea piorava a cada dia. Após muito esforço, a família conseguiu reunir o dinheiro necessário para levá-la ao médico, mas em um estado avançado da doença, Andrea precisava de um remédio caro, equivalente ao dinheiro que Keana receberia se trabalhasse todos os dias sem parar durante um ano. A situação era grave e não havia mais como adiar, se não fosse tratada com o remédio, Andrea morreria.
Todos faziam o que podiam. Lucas, que já estava com 19 anos, alistou-se no exército apenas para mandar algum dinheiro para casa; Kaleb, o mais apegado de todos à mãe, trabalhava sem descanso por dias para tentar juntar algum dinheiro; Augustus estava desesperado.
Então, em uma noite quente de maio, Andrea faleceu enquanto dormia de mãos dadas com seu marido.
Faltava apenas mais cinqüenta para comprar seu remédio.
A tragédia abalou a família, a casa parecia ter perdido a vida. Por algum tempo foi assim, a única coisa que os manteve de pé foi o amor que Andrea havia semeado em cada um. Keana não conseguia acreditar. Sua mãe havia morrido por umas moedas.
No ano seguinte Kaleb alistou-se no exército onde passou apenas dois anos antes de desertar e se juntar à causa rebelde por motivos misteriosos.
Augustus quase enlouqueceu de preocupação. Soldados vinham bater em sua porta todos os dias, estavam caçando seu filho. Keana e Tália mal conseguiam fechar os olhos a noite achando que Kaleb havia fugido em busca de seus pais, que estava ferido ou pior... Foi numa dessas noites que Kaleb apareceu.
O rapaz vestia vestes diferentes das da casta Seis e as guiou dentro da floresta prometendo lhes explicar tudo quando chegassem. Deu à Keana uma misteriosa flauta indígena. Quando chegaram ao local marcado, Kaleb finalmente lhes disse tudo: havia encontrado seu pai biológico, Mikael, e agora vivia com ele lutando pela causa que o pai defendia. O rapaz então apresentou o pai as irmãs para comprovar a verdade em sua história. Quando Mikael surgiu, Keana o avaliou da cabeça aos pés tentando encontrar alguma semelhança com Augustus, que havia sido seu pai nos últimos 14 anos, mas achou algo diferente disso: semelhanças com ela. Tinham os mesmos olhos, a mesma intensidade no olhar, a mesma pele e os mesmos traços indígenas fortes. No entanto, por mais que gostasse de Mikael, ele ainda não era o seu pai. Mikael tentou convencê-las a irem com ele, mas as gêmeas recusaram afirmando que seria demais para Augustus aguentar sozinho. As gêmeas acertaram com Kaleb e Mikael: dois encontros ao mês, no fim da trilha da floresta. Keana tocaria a flauta e os dois saberiam que era seguro aparecer.
Ao chegar em casa, Tália e Keana contaram ao pai sobre seu encontro com Kaleb e Mikael alegando que ele, Guto St. John, sempre seria seu pai. Apesar de preocupado com o filho, Guto respirou aliviado por saber que ele estava seguro.
Dois anos depois Tália havia ido para o palácio da família real trabalhar como camareira, Keana havia ficado e continuava a se encontrar com Mikael e Kaleb — havia pegado gosto pela leitura dos livros antigos — e a trabalhar como limpadora de piscinas, mas essa não era sua principal renda: Keana aprendeu a arte dos mágicos/ilusionistas em um dos livros velhos de Mikael e logo viu nisso uma forma de ajudar em casa. Keana, após o trabalho nas piscinas, ia ao menos três vezes por semana ao parque onde fazia truques de mágica e recebia boas gorjetas ou trocava segredos: revelava um de seus truques secretos em troca de um segredo de alguém. Sua forma nova de ganhar dinheiro era rápida e eficiente, mas infelizmente não era serviço de um Seis. Se os soldados a vissem, estaria encrencada. É aí que entram Blanket e Camille, que vigiavam fielmente enquanto a irmã trabalhava sinalizando assim que um guarda se aproximava. Keana corria realmente rápido. Nunca foi pega.
A carta da Seleção chegou à casa dos St. John enquanto Keana estava nas ruas com Blanket e foi recebida por Cami e seu pai. Quando chegou em casa, teve uma longa conversa com seu pai onde ele lhe explicou, muito gentil, que não era sua obrigação, que não precisava se expor àquilo se não fosse a sua vontade. Ficaram decididos que não participaria. Keana não tinha como ambição vender-se como um boi ao príncipe, mas era inegável que o dinheiro ajudaria a família. Talvez até comprasse um título de 4 ou até mesmo de 3 para Blanket e Camille. Era um segredo, mas Keana ainda acordava todas as noites com fome e medo. Mais medo que fome. Medo de que, quando amanhecesse, aparecesse alguém para lhes tomar a casa, medo de que seus irmãos tivessem que dormir com fome como ela na próxima noite, medo de que fosse pega nas ruas e o pai ficasse sozinho como provedor... Quando o medo a consumia, Keana chorava silenciosamente e prometia a si mesma que trabalharia o triplo no outro dia. Quando o corpo exausto deitava na cama no fim do outro dia e ainda assim acordava pertubado, nem mesmo suas promessas à si mesma a faziam conseguir dormir de novo.
Naquela tarde, Blanket tossiu sangue e Keana enviou na mesma hora sua inscrição. Jamais permitiria que a história se repetisse.

Comprou o remédio para o irmão assim que teve em mãos o dinheiro da Seleção. Blanket logo ficou mais saudável que nunca, mas agora Keana estava comprometida com o concurso. A notícia se espalhou rápido pela província; a surpresa era inevitável: haviam famílias 4 e 5 em Whites, escolha de uma Seis era peculiar. No entanto, não havia sequer uma boca que se abrisse para dizer que a moça não merecia. Estavam todos muito empolgados, para todo canto que olhava Keana recebia um conselho diferente.
Em sua última visita ao pai e ao irmão biológico antes de partir, Keana brigou com os dois após se ofender com a proposta do pai: Mikael pediu que lhes mantivesse informados a respeito da segurança do castelo. Keana se recusou. Jamais trairia seus valores honestos, nem mesmo a pedido do pai.
Ao se despedir do povo de sua província, Keana, com um sorriso no rosto, jogou o resto do dinheiro (uma quantia que a jovem nunca havia imaginado que teria em mãos) que a Seleção havia lhe dado para o povo, em sua maioria muito pobre, da província de Whites. Entre aplausos a menina partiu após fazer uma reverência exagerada ao povo.
No castelo, uma de suas maiores inseguranças e ver sua irmã como camareira de uma das selecionadas. Para Keana é difícil estar em um vestido refinado comendo tortas e dançando enquanto sua irmã, seu reflexo, sua metade, limpa os sapatos de suas concorrentes e o chão do palácio onde pisa. Olhar para o rosto de Tália enquanto trabalha é como ver a si mesma; é como ver quem é e o porquê de não fazer parte dali.


『Gostos & Desgostos』

— Gostos:


— Gosta de como o sol ganha um brilho novo quando é refletido pela água limpa das piscinas;

— Gosta dos segundos silenciosos antes da música começar;

— Gosta de fechar os olhos quando tudo está completamente escuro e se fazer adivinhar se está de olhos fechados ou abertos;

— Gosta de ler os livros antigos, principalmente seus contos de fadas e livros de filosofia;

— Gosta de ler sobre seu povo ancestral, os Cherokee. Sabe várias lendas dos indígenas de cor e salteado;

— Gosta do cheiro do desinfetante que usa quando limpa a piscina dos Robinson;

— Gosta de bares. Sempre diz que se reunir em um bar é bem melhor que em um café;

— Gosta de pessoas inteligentes; que a prendam em uma conversa sem que perceba;

— Gosta de sotaques;

— Gosta de cães de grande porte. Quanto maior e mais bobão melhor;

— Gosta de ver como as rugas surgem no rosto de alguém quando a pessoa exibe uma expressão nítida;

— Gosta de se sentir livre, sua liberdade é essencial;

— Gosta de se sentir útil a uma causa que lhe pareça justa;

— Gosta de sentir a respiração quente de alguém;

— Gosta dos sorrisos que arranca ao tirar moedas de orelhas ou fazer coelhos desaparecer;

— Gosta de dormir;

— Adora comida apimentada;

— Adora tudo que lhe parece antigo. O passado lhe fascina;

— Gosta de coisas intensas, reais;

— Gosta de pequenas coisas e gosta de como elas passam despercebidas a tanta gente.

¶ Desgostos:

— Odeia qualquer forma de preconceito. Acredita em um mundo igualitário;

— Odeia ser vista como inferior ou inútil;

— Odeia falsa modéstia e falso moralismo;

— Odeia estar no meio de multidões barulhentas;

— Não gosta de calças com "a boca larga";

— Odeia que não aceitem sua palavra final. Odeia quando tentam lhe impor algo;

— Segue uma dica: se quer destruir o coração da morena, minta. Minta sobre tudo e a faca descobrir por outra pessoa;

— Odeia toda necessidade da maioria das selecionadas de tentar provar que é diferente das " garotas comuns";

— Odeia ser avaliada como uma mercadoria;

— Odeia quem vai com sede demais ao pote;

— Odeia se sentir impotente;

— Odeia quando vê alguém que ama sofrendo por algo que fez ou que alguém tenha feito;

— Odeia hipocrisia, egoísmo. Odeia ver como existe gente superficial no mundo;

— Odeia a forma como o governo de Iléa tornou o sofrimento das castas inferiores uma coisa aceita, algo banal pelos olhos dos outros.

— Keana aceita qualquer tipo de crítica se a criticarem por suas atitudes ou ideais, mas JAMAIS a julgue por ser mulher, por ser descendente de indígenas, por ser Seis ou por ser pobre. Isso já aconteceu muito. Não é nada bonito quando a jovem precisa colocar alguém em seu lugar.


『 Qualidades & Defeitos』

∆ Qualidades:


— Tem palavra. Ela não descumpre suas promessas;
— É original, autêntica, sua essência é cativante, é fácil perceber que Keana jamais posa: a garota sempre é ela mesma, com toda sua gama de virtudes e defeitos;
— É inteligente, esperta, perspicaz. A morena tem muita facilidade para perceber as coisas antes das outras pessoas e acaba prevendo certos acontecimentos;
— É leal;
— Keana nunca esquece de onde vêm. É fiel as suas origens e a sua família, seu sangue é mais denso que água;
— É corajosa, audaciosa, ela ousa, ela enfrenta. Tem peito, como dizem;
— Justa, Keana sabe ceder quando está errada e ouvir a verdade quando é preciso;
— É uma grande líder. Inspira quem a segue e quem lhe segue o faz por mais amor que obrigações;
— Está disposta a ajudar;
— Tem muita empatia, consegue ver mais que dois lados em uma mesma moeda;
— É divertida, consegue tirar risadas até de uma pedra de gelo e torna situações complicadas mais leves;
— É parceira, companheira;
— É honesta;
— Tem compaixão por aqueles que a merecem;
— Consegue lidar com emoções fortes sem entrar em desespero, reage bem sob pressão;
— Dança bem para quem nunca teve aulas;
— É forte. Se tem uma coisa que Keana Marie é, é forte;
— É muito persuasiva, consegue convencer as pessoas com base em seus argumentos.
— Conhece várias lendas indígenas e adora contar suas histórias.

∆ Defeitos

— É insegura como todo ser humano é;
— Quando cisma com alguma coisa, nada lhe faz mudar de idéia;
— É extremamente leal. Isso, como qualquer coisa, se torna um defeito em excesso;
— É orgulhosa. Jamais chora em público e também é difícil a ver pedindo consolo à alguém;
— Quando está muito nervosa costuma gaguejar um pouco;
— É uma PÉSSIMA cantora apesar de ter uma voz boa de se ouvir. Quando acerta a letra da música, perde o ritmo. Quando acerta o ritmo, esquece a letra. As únicas coisas que consegue cantar são canções cherokee que, por serem desconhecidas de Iléa, não têm ritmo definido;
— Ela se magoa fácil e normalmente é difícil perceber que a magoou;
— Tem um péssimo senso de direção em lugares desconhecidos. Na floresta se guiava muito bem sozinha, mas no enorme e desconhecido palácio pode acabar confundindo as rotas;
— É indecisa e cheia de faces;
— Sonha alto demais;
— Por ser sempre ela mesma, Keana espera que os outros também sejam;
— Reservada, as vezes demais;
— Não aceita injustiças calada;
— Não é boa em seguir ordens, principalmente quando não concorda com elas;
— É muito responsável. Quando algo dá errado acaba culpando apenas a si mesma;
— Apesar de honesta, Keana mente. Suas mentiras têm fundo bom, mas ainda assim são mentiras. Por exemplo, a jovem quase nunca é sincera a respeito do que sente.

『Manias』[/b]

— Keana, quando está brincando ou simulando, usa várias vezes estatísticas para fazer com que seus argumentos soem verdadeiros e usa (sempre) o número 83.
— Quando está ansiosa ou entediada, costuma balançar sem parar uma de suas pernas ou dar "palmadinhas" com a mão espalmada em algum lugar;
— Keana aceita desafios que ela mesmo cria ou que não foram propostos;
— Gesticula para falar quando se empolga;
— Verificar mais de uma vez se fechou portas, desligou chuveiros e etc...
— Keana adora a palavra AWESOME (incrível);
— Por conhecer muitas lendas indígenas, que normalmente são contadas em metáforas, Keana as vezes também fala por metáforas. Principalmente quando o assunto são seus sentimentos;
— Normalmente quando abraça fica da ponta dos pés, mesmo sendo alta;
— Morder a almofada do polegar;
— Tem orgulho de seus antepassados e quase sempre usa algo que remeta aos antigos cherokee;
— Estalar os dedos de ambas as mãos;

『Objeto especial e o porquê de ser especial → opcional』



Uma autêntica flauta indígena nativo americana feita pelo pai, Mikael, e dada por Kaleb para que Keana pudesse chamar por eles na floresta. O intuito era só de avisar que estava por perto, mas Keana se afeiçoou ao objeto e aprendeu a tocar algumas canções antigas. É o único objeto que sabe tocar.

『Hobbies』



Dançar. Keana é uma boa dançarina, mesmo nunca tendo tido aulas. Gosta da sensualidade da coisa, da graça no ar e, principalmente, gosta de sentir seu corpo se movendo no embalo da música como se o som fosse uma sequência de códigos que ativassem movimentos específicos em seu corpo. Não é tão boa quando precisa dançar com um par.



Aprendeu a nadar aos 11 anos para vencer seu medo de se afogar. Costumava praticar escondida nas piscinas que limpava.



Truques de mágica. Além de durante muito tempo terem colocado comida na mesa de sua família, Keana adora mágica. Tem um amor especial pelo ilusionismo.


『Medos/Fobias/Traumas

— Keana aprendeu a nadar para enfrentar e superar seu medo de se afogar aos 11 anos;
— Astrofobia ou astrapofobia — medo de trovões e relâmpagos. Em tempestades, Keana costuma segurar a mão do primeiro ser vivente que encontre. É estranho vê-la com medo;
— Como todo ser humano tem, por mais corajoso que seja, por mais que negue, o subconsciente de Keana tem medo de morrer, de perder alguém que ama...
— Ainda em casa, Keana acordava com medo de madrugada após seus pesadelos. Em seus sonhos, a família passava fome;
— Tem medo que descubram sobre seu pai e irmão rebeldes, teme que descubram que ela mantém contato com eles, por mais que não vaze informações;
— Tem medo que suas atitudes no concurso causem algo à sua família.

◤O P I N I Õ E S -|- P E R G U N T A S◥

➽ O que ela pensa sobre a Seleção?


Keana entende a Seleção como ela é: um calmante para os nervos de um povo agitado. Não é nada mais que uma jogada política da coroa e uma boa oportunidade para mandar dinheiro pra casa, talvez até comprar um status de três ou quatro para Cami e Blanket. Não há o que temer. Ainda assim, ela teme.
Keana não sabe o que lhe aguarda no castelo com a família real, com o príncipe, as selecionadas, guardas e criadas. Nunca esteve tão longe de casa ou em um lugar em que seu segredo é tão delicado. Se sente deslocada ali; como se a qualquer momento pudesse pisar forte demais e ver o chão cedendo. Conquistar ou não o príncipe é um detalhe em meio a tantos dentro da competição, uma competição com base no charme e na sedução. Nos dois quesitos, Keana sente-se completamente despreparada, nua.

➽ O que ela pensa sobre o príncipe?

"Complicou. Quer dizer que além de ser o segundo homem mais poderoso e rico de Iléa, o desgraçado ainda é gosto... atraente?!"

Para Key, Alex é um rapaz de 20 anos que vez ou outra veste sua capa de super príncipe, a versão monárquica do super homem.
Em sua primeira impressão do que é o príncipe, Keana fica no mínimo agitada. O príncipe... Cavalheiro demais, formal demais, rico demais... É coisa demais para uma limpadora de piscinas. Outra complicação: sobre o que iriam conversar? Alex sempre teve tudo o que quis, nunca precisou trabalhar enquanto que Keana passou boa parte da vida trabalhando. Na melhor das hipóteses ficariam sem assunto, na pior, Keana o acusaria de se acomodar enquanto gente como ela morre de fome.
A jovem tem uma curiosidade velada sobre o príncipe. Deseja ver o que há por baixo daquela plumagem perfeita de perfeito cavalheiro. Alex, de perto, talvez não lhe pareça o burguês mimado que Kaleb e seu pai descrevem.
Nada torna um rosto mais impenetrável do que a máscara da bondade e nada mascara melhor o cheiro da podridão que o perfume da realeza.

➽ O que ela pensa sobre o governo da Família Real?

O sangue rebelde que corre em suas veias não a deixa mentir: o governo de Iléa lhe causa náuseas.
O sistema de castas e toda a indiferença do rei para com os menos favoritos lhe causa repulsa. Nada pessoal contra o Rei, Keana leu o bastante para saber que o seu possível futuro sogro é apenas uma página da grande história de Iléa, mas a falta de políticas públicas de incentivo à população e a obsessão do rei pela política de pão e circo a deixam em conflito. O governo governa para o povo, não seria justo que eles soubessem o que está acontecendo?
Para Keana, já está mais do que na hora que a monarquia pare de buscar a adoração do povo e passe a merecer a sua aprovação.

➽ Como reagiria em um ataque rebelde?
"Você é minha irmã! Que se dane o que vão dizer, você é a minha metade! Eles não podem me salvar pela metade, não vou entrar lá sem você. Somos pra sempre, lembra? Eu e você. Juntas."

Keana está acostumada a passear entre rebeldes, beber de seus copos e ler seus livros, mas não está acima do medo. Provavelmente Keana faria de tudo para estar com a irmã. A morena não é do tipo que grita e chora quando está com medo; quando sob pressão, Keana se torna bastante silenciosa. Costuma se concentrar em outras coisas, mas, quando a poeira baixa e o sangue esfria, a morena finalmente se permite externar seu medo.
Ajudaria quem pudesse e se pudesse. Keana não é uma heroína, mas não deixaria ninguém se ferir se pudesse ajudar. E, se tratando de Keana, ela sempre acha que pode ajudar.

➽ Se ela se tornar a rainha, que benefícios/mudanças faria para o país?

Diferente do que pensam as castas mais altas, Keana não vai exaltar as castas baixas sobre todas as outras. Inclusão. Essa é a palavra que definiria Keana como rainha. A morena lutará e dará o seu máximo para tornar Iléa um país justo, que define seu povo por caráter, por quem são, e não por número de casta. Keana lutará para que a época em que governou seja contada aos bisnetos como um período harmonioso e de cooperação.
A jovem tem muitos planos para o país, alguns deles expostos em seu discurso de filantropia, outros, ainda mais ousados, guardados dentro de sua cabecinha.
Tendo Keana como rainha, Iléa veria acontecendo cada palavra prometida pela moça. Keana Marie não descumpre suas promessas. Abraçaria o povo e cuidaria de sua nação pelo que são: seu povo.
Em alguns anos de um governo estável, Keana aboliria o sistema de castas encontrando uma nova forma de organizar a sociedade de Iléa.

➽ Está pelo príncipe ou pela coroa?

Inicialmente está para comprar um remédio para Blanket, depois para não ver os irmãos como Seis para sempre... O príncipe ou a coroa será decidido ao longo da história. Ambas as coisas, um marido ou uma tiara, não estavam em suas motivações quando se inscreveu. Talvez uma das duas acabe entrando em seu coração.

➽ Trairia o príncipe com alguém? Se sim, com quem?

Se estivesse apaixonada, se o amasse, mesmo que não estivessem em um relacionamento, Keana não olharia para outra pessoa sabendo que o que sente é recíproco. É honesta demais para enganá-lo assim.
Se já estivesse claro que nada iria acontecer entre ela e o príncipe Alex, talvez Keana viesse a se envolver com alguém. Provavelmente Caster, por terem uma relação mais próxima disso, ou até mesmo a princesa, talvez um dos guardas lhe agradasse... Se envolver com alguém que não o príncipe é algo muito arriscado durante a Seleção, Keana só cederia se a paixão não coubesse em seu peito.

◤R E L A Ç Õ E S◥

➽ Com as outras Selecionadas:




"Eu não sei se você está aqui porque está apaixonada pelo príncipe ou porque sempre quis ser rainha, eu sei que eu nunca quis! Estou aqui porque meus irmãos estavam com fome, eu estava com fome! Não vim até aqui pra me meter entre você e seu desejo incontrolável de enfiar uma coroa na cabeça, não estou aqui para fazer inimizades ou atrapalhar qualquer pessoa, droga, não tenho nada a ver com isso! Agora, só não me peça para desistir. Eu não quero lidar com intrigas aqui dentro, mas se o que espera de mim é que eu desista da Seleção ou que desista dele para evitar que você se irrite, é melhor preparar os nervos. Eu estou no meu lugar e você não vai me assustar."

Apesar de estar em uma competição, Keana não as vê como rivais. Em momento algum será grosseira ou hostil sem motivo para isso, porém não sairá se autoproclamando melhor amiga de todas. É cuidadosa, sabe que muitas ali não vêem garotas e sim concorrentes, sabe que muitas estariam dispostas a lhe enfiar uma faca nas costas se isso lhes desse a coroa, mas não se deixa levar por isso. Continua as tratando com a simpatia e educação necessárias para manter uma boa convivência. Se sente desconfortável com os olhares tortos de algumas delas, mas não se deixa abalar.
Talvez Keana se aproxime de uma ou duas e passe a tê-las como amigas, pessoas com quem tem mais afinidade e que se tornaram merecedoras de seu respeito e afeto.
Agora, se qualquer uma delas resolver a prejudicar, Keana mostrará que também tem sangue quente.

➽ Com o príncipe:

➽ Com o rei e a rainha:

A morena sente os olhares do Rei a percorrendo descaradamente nas ocasiões onde o Rei se junta as selecionadas. Para Gaspard, Keana é a irmã da camareira, a irmã do soldado desertor. Os traços indígenas de Keana trazem à tona a verdadeira história de Iléa, aquela que o Rei tenta a todo custo esconder. É aí que o sangue quente de Keana ferve mais forte: enquanto o Rei a avalia e tenta a pôr para baixo fazendo perguntas que só alguém de castas superiores poderia responder, questionando seus modos, por mais bem educada que seja, questionando suas propostas, Keana mantém a cabeça erguida e sustenta corajosamente os olhares do Rei, por mais carregados que venham. Está disposta a mostrar ao Rei do que é capaz. Talvez, em algum momento da história, o Rei Gaspard finalmente entenda que há na casta Seis muito mais que serviçais e, talvez, Keana possa abrir mão do que lhe foi ensinado do rei e passe a ver Gaspard com outros olhos, como seu possível futuro sogro.
Com a Rainha é tão ou mais difícil que com o Rei: Magda tem ares de superioridade, como as antigas patroas de Keana, é uma mulher elegante e extremamente sofisticada, a garota não está acostumada à tanto refinamento. A presença da Rainha lhe deixa nervosa, porém consegue disfarçar com um ou dois sorrisos de lado e, em seus melhores dias, pode levar uma conversa civilizada com a rainha.
Keana respeita a mulher, mãe e Rainha que é Magda, embora existam muitas divergências comportamentais entre as duas.

➽ Com a princesa:

A princesa Ashley é o estereótipo de "garota de luxo" que Keana sempre evitou. Vaidosa e de língua afiada, Ashley normalmente fala muito enquanto Keana apenas ouve e dá uma reposta ali outra acolá; é a forma das duas de se entenderem. Após alguns eventos durante a Seleção e uma série de longos desentendimentos (visto que Keana se recusa a atender todas as vontades da princesa ou tampouco aceitar todo o seu veneno calada) as duas mantém uma relação de amizade e respeito mútuo. Enquanto Keana descobriu que, por baixo da armadura, havia uma menina quase da sua idade que precisava de mais que serviçais e fama, Ashley viu que Keana era muito mais do que o olho pode ver. Não são melhores amigas, apenas amigas. Que se alfinetam sempre que podem, mas amigas.
Tália é a criada da princesa.

➽ Com Caster →

【É virgem?】





Keana ainda é virgem. Manteve um relacionamento enrolado, porém sério ao menos para ela, com um jovem da casta Dois, sobrinho de um de seus patrões, Ben. Terminaram justamente por isso: a jovem se recusava a transar com ele no quarto dos fundos da casa dos tios do rapaz. Ele se zangou, ela terminou. Jamais se deixaria forçar. Por muito tempo o rapaz ainda a perseguiu.

【Tentaria ter relações com o príncipe?】

【Como seria o encontro perfeito?】

【Como age nos encontros? → desde como seria o primeiro, até quando ela já estiver mais a vontade com o príncipe】

【Qual seria a proposta da Selecionada no projeto de filantropia?】


1- Sobre o reaproveitamento da mão de obra Oito:
A casta Oito normalmente abriga indigentes, deficientes, viciados e pessoas que cometeram crimes contra a coroa, certo? Pessoas que, por algum motivo, foram exiladas e tratadas como poeira por Iléa. Um número enorme de pessoas padecendo por fome ou entrando na vida criminosa por não ter outra perspectiva de vida. Keana vê.
Com o trabalho mútuo da coroa e das demais castas, principalmente das quatro primeiras, é possível converter a mão de obra ociosa em trabalho.
O governo incentivaria a criação de centros educacionais dedicados à casta Oito onde seria oferecido estudo gratuito e bem assistido a crianças, jovens e adultos sem antecedentes criminais — ou com sua dívida paga diante da sociedade de Iléa como falaremos a seguir — além de cursos que lhes dariam ofícios para trabalharem servindo diretamente nas áreas de maior necessidade da Coroa. Todo Oito que estudasse mantendo boas notas e freqüência de no mínimo 85% receberia um valor para que suprir suas despesas com alimentação e etc...
A saúde seria administrada pela casta de onde vêm os médicos; atenderiam gratuitamente e duas vezes por mês dedicariam consultas à população da casta Oito com tratamentos realmente necessários. Clínicas de reabilitação para viciados e o melhoramento da vida de deficientes físicos: o primeiro passo.
Em um prazo de dez anos do início do projeto, Iléa teria recebido de volta tudo que gastou com o início dele em forma de trabalho. Deficientes, viciados e mendigos são pessoas com total capacidade de realização se assim forem vistas e tratadas, só precisam do incentivo e da inspiração da Coroa.
Diminuição do ócio e do crime, taxas de mortalidade reduzidas em grande escala, geração de emprego e renda... Iléa só teria a ganhar se olhasse para o mais baixo do povo.

2- Sobre a reorganização das castas:
Todo trabalhador das castas 5, 6, 7 e 8 terá direito a um plano de saúde. Consultas e medicamentos gratuitos em casos urgentes e acessíveis o bastante para seu padrão de vida em casos estáveis;
Crianças e adolescentes destas castas com média acima de 8 terão direito a uma bolsa em dinheiro paga à família mensalmente, visto que a maioria dos jovens abandona a escola para ajudar a família;
As universidades serão OBRIGADAS a aceitar jovens nascidos destas castas como seus alunos após uma prova de conhecimentos acadêmicos aplicada ao candidato. Após a formação, o candidato se torna membro da casta que exerce a profissão que escolheu estudar;
Estará proibido em toda a Iléa a exploração do trabalho infantil;
A Coroa fará um levantamento mensal de famílias em situação de risco e lhes fornecerá soluções e alimento por um mês para que se estabilizem ao encontrar emprego para os jovens e adultos disponíveis para trabalhar da família;
Após a aposentadoria, aos 65 anos, os trabalhadores das castas mais baixas subiriam uma casta para terem direito a mais conforto e assistência. Uma forma de agradecer por seus anos servindo;
As famílias de soldados mortos na guerra subiriam uma casta e receberiam eternamente uma pensão do governo de Iléa;
Cada casta votará e escolherá um representante do povo para trabalhar gratuitamente diretamente com a família real, duas vezes por mês, levando ao palácio queixas e sugestões de sua casta. A voz do rei com o povo;
A descriminalização do ensino da história do mundo antes da terceira guerra mundial nas escolas e a VERDADEIRA história do país sendo contada ao povo;
A desconstrução do preconceito começando de dentro para fora, seja qual preconceito for.

Keana poderia trabalhar diretamente na organização do plano e em sua implantação.


【Como seria o discurso de filantropia → opcional, mas ajudaria muito】

1- Sobre o reaproveitamento da mão de obra Oito:
A casta Oito normalmente abriga indigentes, deficientes, viciados e pessoas que
(Keana trará em sua mão direita um cheque de 50 dives — o equivalente à 100 reais — e o exibirá diante das câmeras para que toda Iléa o veja. Em seguida, vai pousar o cheque em alguma superfície próxima e iniciar seu discurso.)

Em toda a minha vida, que se resume nos últimos 18 anos, jamais tive em mãos algo tão pesado quanto esse cheque. A massa desses 50 dives é relativa.
Em minhas mãos estava o dinheiro que um Dois dá ao filho para que compre doces no fim da rua. O dinheiro que um três ou quatro usa para comprar o almoço...
O mesmo dinheiro, o dinheiro das balas ou do almoço, precisa durar uma semana para o casal de Cinco com seu filho pequeno, para que possam comer todos os dias da semana.
Uma semana com 50 dives, para os outros, para nós, 6 e 7, é uma semana de festa. É um luxo.
Um único dia com esses 50 dives teria salvado a vida de Andrea Saint John, minha mãe.

Minha mãe nasceu e morreu Seis, trabalhou desde os doze anos como costureira. Contribuiu com a Coroa, assistiu as seleções, saudou o rei, a rainha e quem mais lhe fosse ordenado saudar. Nunca cometeu um crime. Seu único crime foi nascer na casta errada, foi adoecer, foi não ter como pagar por um mísero frasco de remédio. Nesse exato momento, tenho certeza que muitos que nos assistiram semana passada cometeram o mesmo erro e já não estão nos assistindo agora. Falo por eles e por aqueles que foram forçados a deixar para trás. Presenciei várias histórias como essa em minha província, Whites.

O que eu quero, cidadãos de Iléa, não é acusar as castas superiores pela morte de minha mãe. Tampouco quero as isentar da responsabilidade.

Temos um sistema de castas que divide o país em oito (Nesse momento ela vai tirar de algum lugar um quadro com um desenho do país dividido por castas e províncias) castas onde cada uma tem sua carga de responsabilidades profissionais restritas. O sistema de castas imposto por Gregory Iléa continua o mesmo desde que foi criado; continua a ser àquele que construiu o país e aquele que revoltou seus filhos, que os chama de rebeldes e envia seus outros filhos aos campos de batalha, para morrerem defendendo o sistema que os matará de dentro para fora.

Eu, uma jovem criada em Iléa, casta Seis, discurso hoje para todo o país para pedir por seu apoio. Minhas palavras podem ser desconexas, mas, veja você, sou a quarta filha de uma família com seis crianças na casta Seis. Nenhum de nós estudou direito. Meu irmão mais velho se alistou no exército ainda um menino para nos mandar dinheiro para ter o que comer, meu irmão caçula, um menino de oito anos, falou comigo sobre arrumar um trabalho semanas antes que eu viesse até aqui. E minha irmã, uma mocinha de 10... Sabe qual seu maior sonho? Ter um vestido. Como aqueles que sua filha veste nas bonecas. Até os sonhos mais baixos são inalcançáveis quando se está sob os pés de alguém.

As três castas inferiores devem ter igualdade de direito, de oportunidades, em todos os lugares. Se você crescer como um jovem sete, sabendo que não tem as mesmas oportunidades que todo mundo, você se sente vítima e prejudica a si mesmo.

A primeira sensação que experimento ao encontrar-me na presença de uma criatura humana, por humilde que seja a sua condição, é da igualdade originária da espécie. Meus ancestrais foram donos do mundo antes de ele ser mundo. Os índios, minha tribo-mãe, os Cherokee, acreditavam na liberdade, na empatia, na coragem de lutar pelos outros e em fortalecer o povo antes das armas. Você podia ver o cacique morrer de fome antes que seu povo passasse a mínima necessidade.

Não irei lhes propor o fim da monarquia ou a abolição do sistema de castas, mesmo que, para mim, este soe bem. Uma proposta desse tipo levaria décadas para se tornar real e o dobro para se estabilizar. O povo não pode esperar. Lhes proponho uma reorganização das castas e reaproveitamento da mão de obra ociosa da casta Oito. Foi pelo trabalho que nosso país vem diminuindo a distância que nos separava dos países desenvolvidos, por isso creio fielmente que somente o trabalho, o trabalho justo, poderá garantir-lhes uma independência concreta.

(Dito isto, Keana irá apresentar os tópicos de suas propostas e exemplificar a aplicação de cada estágio de seu plano de ação)


Não luto por integração ou por separação. Luto para que todos sejamos reconhecidos como àqueles que pertencem as castas superiores. Falamos a mesma língua e nunca conseguimos compreender o grito de socorro um do outro... Nosso povo precisa do povo. E o povo precisa da Coroa.



(Por favor, se puder melhorar esse discurso eu adoraria. Sou uma péssima diplomata, não quero que a Key se prejudique pela minha falta de jeito com as palavras)


【Local preferido no castelo】

【Presentes que gostaria de ganhar → opcional】

【Poemas? → opcional】

【Música que define a personagem → opcional】

【Playlist da personagem com o príncipe】

➺ Sabe que pode não ser Selecionada?

É, eu sei. Torço para que seja rs

➺ Sabe que pode ser eliminada?

Entendo perfeitamente os riscos e assumo cada um deles

➺ Como a personagem lidaria com isso?

➺ Por que ela deveria ser selecionada ou a Escolhida? → opcional

➺ Sabe que pode não ser a Escolhida?

Sei. Uma história não é feita só de seus eventos finais, acho que valerá a pena.

➺ Caso chegue a Elite e não ganhar, qual rumo a personagem tomaria?

『Algo mais & Curiosidades → opcional』





Gostou da Jornal? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...