~Taatyz

Taatyz
Nome: Thais Malaquias
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Valparaiso de Goias, Goiás, Brasil
Aniversário: 14 de Novembro
Idade: 23
Cadastro:

Ficha Westland - Nahimana


Postado



Hi-Yo Silver!

Pra entrar no clima:













Negra de pele escura, bem retinta. Cabelos crespos 4c escuros e usa dreadlocks, com variações de penteados.
Nariz fino, boca de lábios grandes.
Sua pele tem uma cor tão linda que reflete na luz com nuances douradas/cobre.
Corpo proporcional, não é extremamente magra. Tem o corpo definido. Seios pequenos, ombros largos, cintura um pouco fina e quadris médios. (Corpo violão mas não exagerado).
Pele macia, mãos pequenas e seus pés miúdos possuem rachaduras nos calcanhares.









Nahimana cresceu de forma livre e saudável, criada sob os incentivos, encorajamentos e amor de seus pais e uma forte noção de coletividade e união desenvolvida pela convivência na tribo. Alegre, extrovertida e tagarela, era querida por todos. Seu jeito solar encantava e enchia de felicidade os corações daqueles com quem parava para conversar e brincar.

Já muito nova, foi iniciada nos rituais de passagem para se tornar uma guerreira, se destacando rapidamente por suas habilidades de luta.

Paralelo aos treinos físicos, Nahimana aprendeu a desenvolver seu lado intuitivo e criativo com a mãe. Aprendeu que seus sentidos - visão, olfato, tato, paladar e audição - dariam a ela o necessário para ver o mundo ao seu redor por inteiro para só então, decidir o melhor tempo de agir. Seus sonho era se tornar tão valorosa e boa lutadora como seu pai, por isso, sempre que podia, observava seus movimentos enquanto ele treinava.

Ela cresceu em contato com cada metro quadrado de Westland. Curiosa e aventureira, gastava horas explorando os locais ao seu redor, buscando qualquer novidade. Algumas vezes ia com os caçadores apenas para escapulir do grupo e poder perambular pelas veredas, chapadões e canyons mais distantes. Analisava o solo, mergulhava nas águas, degustava com cautela os frutos que nasciam no meio da vastidão avermelhada e quente em que vivia. Suas pequenas empreitadas resultaram no vasto conhecimento da região que tem hoje. Hoje ela conhece as extensões do Velho Oeste como as linhas das palmas das mãos.

Tinha quase treze anos quando recebeu a notícia de que o grupo de caçadores em que seu pai estava havia sido emboscado por um grupo de forasteiros brancos na estreita passagem de um desfiladeiro antigo.Incrédula, pegou seu cavalo Talutah e partiu para procurá-lo.

Cavalgou por três dias direto sem parar para comer ou descansar, enfrentando o calor escaldante do dia e o frio intenso da noite. Ao fim do terceiro dia, encontrou o lugar da emboscada. Trêmula, entrou e viu os corpos de seus irmãos de sangue espalhados por todo o lugar. O cheiro forte de sangue e decomposição quase a fez vomitar. Percorreu com os olhinhos e logo encontrou o corpo de seu pai estirado, segurando uma machadinha. Morrera lutando até o fim. Ficou sentada entre os corpos em completo silêncio por dois dias antes de voltar para a tribo. Durante o caminho de volta, desfaleceu sobre o cavalo.

Quando acordou estava na sua tenda sendo cuidada pela mãe, seus mestres e amigos. Todos estavam ao seu redor orando pela sua melhora. Depois descobriu que a haviam encontrado desfalecida 5 dias atrás, junto ao seu animal, nas redondezas da aldeia, com sinais graves de insolação e desidratação.
A recuperação física foi rápida, mas a de seu espírito não. Toda a comunidade havia notado que algo mudará no jeito de ser de Nahimana. Agora passava boa parte do tempo sozinha, andando até tarde da noite. Mesmo que ainda fosse comunicativa e expressiva, sentiam que um pedaço dela se tinha ido. A única pessoa com quem ela se sentia mais à vontade e conseguia até ser como era antes da perda do pai, fora a mãe, era Lysandre. E ainda assim, ela guardava suas angústias e temores pra si.

Já quase em idade adulta, Nahimana se dedica a finco para ser tão boa guerreira quanto o pai, para honrar a memória dele. Como resultado, ela acaba se destacando por sua postura combativa, seu espírito corajoso e seus golpes precisos e mortais. Então, aos 17 anos, passa a participar dos treinos de novos guerreiros e cuidar dos cavalos de combate.

Mas ela nunca esqueceu a vontade de se vingar dos brancos. Pelo menos uma vez ao dia ia até a cidade dos brancos observa-los e aprender mais sobre o inimigo.

Logo percebeu que os tempos eram outros e a população branca tinha mudado as regras do jogo. Notou que eles só aumentavam em número enquanto o seus sobreviviam à duras penas. Aprendeu sobre os hábitos cruéis e mundanos dos brancos e o enorme desrespeito que tinham pela terra e pelas outras vidas. A cada nova visita que fazia, Nahimana conheceu o pior lado deles. A predisposição branca para o extermínio de tudo o que ela mais amava a enojava.

Tudo é posto em dúvida quando seu destino cruza o caminho de um jovem xerife.






Nahimana é de mergulhos profundos em tudo que faz, em tudo que sente e vê. Para ela não existe o nadar na superfície, nem submergir alguns metros. Existe só a cabeçada no fundo e o caminho da subida. Não existe o meio. O meio é onde ela se perde e se atrapalha. É o seu desafio: ser comedida.

Ela é a garota da morte. Das mortes. Ela precisa morrer uma, duas, três vezes. Ir ate o fim, vomitar tudo, sangrar até a última gota pra só então voltar, renascer, ressurgir inteiramente nova. Da ordem ao caos, do caos à ordem é como ela vive. Abraça todos os seus medos pois sabe que é na dor e no horror que consegue encontrar a saída pros seus problemas e dilemas.

Estrategista, calculista, fria e cirúrgica quando precisar solucionar grandes crises e conflitos, não importa se seus ou dos outros. Em campo, é excelente líder. Perspicaz, é dotada de sabedoria ímpar, vê muito além do que está posto. Analisa tudo com olhos de águia sempre atentos. Nada passa despercebido por ela. Nunca.

Amorosa, atenciosa, preocupada com aqueles próximos ao seu coração. Ultra protetora e conselheira, sabe a hora de falar e calar para ajudar quem precisa. Ama tudo que possui mas não possui tudo que ama, pois é incapaz de enclausurar. Sabe que amar é também deixar ir, deixar ser livre. Eles são pra sempre dela mesmo quando partem, mesmo quando não voltam. Uma vez dela, sempre dela. Bem cravado no peito.

Nahimana ama com a intensidade de uma grande fogueira em chamas. Mulher de senso de humor ácido e irônico. Muitas vezes solta frases sem pretensão de fazer graça, mas acaba sendo. Nas ocasiões descontraídas que se permite ter, quando desata a rir, todos podem sentir a chama de vida que há dentro dela.





Mas ela também é mordaz, afiada e certeira como a ponta de uma flecha. É teimosa quando sabe que está certa e impõe sua opinião, na medida do possivel, de forma respeitosa. Dissimulada quando convém. Avassaladora e mortífera quando precisa. É desconfiada e não crê facilmente em tudo que lhe dizem. Língua-chicote, bate sem dó, rasga a pele sem piedade e desnuda o pior do outro sem remorso algum quando decide ser sincera. Lida muito melhor com aqueles que mostrem , mesmo que sutilmente, o seu lado falho.

Se despertado seu ódio, pode ser incontrolável, uma verdadeira força da natureza. Perseguirá o inimigo até o fim dos tempos se for preciso para dar a moeda de revide. Se trair sua confiança, esteja preparado para as consequências. Nunca minta pra ela. Jamais. É paciente e observadora. Guarda tudo feito contra ela na mente como uma grande biblioteca. Detesta ter seu espaço pessoal invadido por terceiros, mesmo os familiares e pessoas próximas. Poucos podem se aproximar tanto de seu espírito.

Sua alma é fixa e forte como rocha, mas adaptável e moldável como argila. A preservação do seu ego, o pensamento egocentrado é que mantém sólida sua essência. Não é egoísta apesar de prezar pela dinâmica “eu no centro”. Visionária, quer fazer tudo o possível, ser útil para preservar seu povo e sua cultura do extermínio.
Vive por e para seu povo. Não se permite ser nada menos que perfeita quando se trata de proteger os Sioux.






















Apenas pai e mãe, seus nomes: .Angpetu e Anpaytoo Mahkan

O pai foi quem treinou as habilidades físicas dela, trabalhou sua resistência e concentração no campo de batalha e as melhores posições para manter o equilíbrio sobre o cavalo caso viesse a entrar numa batalha. Ensinou os principais pontos fracos para derrubar o inimigo antes mesmo que ele se desse conta do golpe.

Sua relação com o pai era maravilhosa. Ele era carinhoso e atencioso com a filha, sempre interessado nas histórias que tinha para contar. Andavam juntos a cavalo nas horas vagas. Nahimana adorava ouvi-lo cantar na hora de dormir e o beijo de boa noite que recebia.

A mãe foi sua principal mestra de arco e flecha. Ao lado dos anciãos, teve papel fundamental na melhora de Nahimana após a morte do pai enquanto ela crescia cheia de dúvidas, angústias e tristeza. Foi quem acompanhou de perto os caminhos e transformações que a tornaram a mulher que é.
Sempre deu liberdade para que ela saísse mundo afora em suas peregrinações, nunca desconfiou que a menina poderia abandoná-la

Foi quem a ensinou como se enfeitar para os festejos, como realçar a beleza de sua pele negra, como cuidar dos cabelos, fazer as pinturas tradicionais, como tocar e fazer instrumentos de sopro, etc.

As duas foram a fonte de força uma da outra nos momentos de luto. Possuem uma relação muito forte e sempre sabem o que se passa com a outra pois conversam muito. Quando não falam, sabem notar que algo está errado e trabalham juntas para acalmar seus espíritos.














Existe um magnetismo pela figura um do outro quase imediata. De início, resistem ao máximo se render a essa conexão e aproximação existente entre eles, mas acabam cedendo.
Possui uma comunicação silenciosa. Um olhar, um movimento sutil dado, a linguagem corporal. Isso também é um problema pois costumam manter muita coisa na mente, inseguros se devem ou não falar e resolver as coisas.
Nahimana acha que sabe tudo, vê tudo de Nathaniel só confiando em seus olhos de águia, mas não percebe que o espírito dele é etéreo, sempre escapa algo, sempre escorre pelas suas mãos, olhos e alma. Ele é imprevisível como a água, muda de estado, de identidade, aberto a ser alguém diferente e melhor em todos os sentidos no amanhã. É despretensioso da própria identidade, mas não de sua essência.

Ele nota que Nahimana quer ser ar, quer alçar vôo. Percebe o quanto ela trabalha duro para ter um espírito livre de verdade, mas ele também vê a âncora presa em seus pés, vê como Nahimana é rocha, como ela aprecia a dureza e passeia no caos. Mas que sofre, sofre demais. Ele se preocupa em vê-la se debater em silêncio tentando se reerguer, como ela fica perdida quando não sabe para onde ir..l
Aesar da frustração de não ver por completo o que se passa em seu interior, Nathaniel nota as ondulações dos conflitos em na superfície de Nahimana. Está sempre disposto a ouvir ou compartilhar seu silêncio. Sem julgamentos. Nessas horas, ele se permite ser preso. Só por ela.

Nahimana se angustia sempre que sente Nathaniel “ausente”. Ela sabe que ele está ali, física e mentalmente, mas ainda assim se apavora com o jeito escorregadio dele. Tem medo de falar demais, expor demais e ele sair correndo, deixa-la. Mas ele fica. Toda vez fica. Ela enxerga a inquietude e os impulsos dele em silêncio e, de mansinho sem assustar, põe os pés dele no chão por uns instantes antes de deixa-lo subir aos céus. Ela é o chão que ele teme mas sabe que precisa. Ele é o céu que ela tanto almeja tocar.

Estão sempre aprendendo um com o outro, na sutileza, no miúdo. Sabem se ouvir e, mesmo que se desentendam e agem com orgulho, acabam cedendo. Eles fazem bem um ao outro, tentam sabem caminhar lado a lado.

Precisam e tentam ser ponderados em momentos de crise, pois seus temperamentos podem destruir e implodir tudo o que construíram juntos. É esse o segredo da relação deles: é a ideia de construir todo dia um relacionamento bom. Etapa por etapa. Momento a momento.







Essa é uma fanfic +18, portanto, terão cenas com sexo explícito. Você compreende que ao participar, seu personagem poderá ter cenas hentai?

Sim. Posso falar? Não vou mentir...Adoro!




Escutando: meu coração saltando pela boca
Lendo: nothing
Assistindo: nothing
Jogando: nada tbm
Comendo: cachorro-quente
Bebendo: Chá Matte

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