~Taifu-no-me

Taifu-no-me
O Fabuloso filho de Apolo
Nome: Eddie Marck, the Writter //Joshua de Vine, the son of Apollo // Luka di Alois, the Mahonin
Status: Usuário
Sexo: Masculino
Localização: Tobias Barreto, Sergipe, Brasil
Aniversário: 11 de Maio
Idade: 19
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Personagens de AFC - As Sombras - I - O Feiticeiro Louco


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Personagens de AFC - As Sombras - I - O Feiticeiro Louco

Nome: Vertigal "Vertigo" McFinnigan
Idade: Dezenove
Parente divino: Hécate (Mãe divina), deusa da magia, das encruzilhadas e da névoa.

Vertigal já foi um garoto canadense normal.

Ele vivia em Québec com seus avós, que o criaram desde a morte de sua mãe mortal, Ophelia McFinnigan, a garota rebelde que se desvencilhara de seus pais fanáticos religiosos para viver em um convento neopagão de bruxas-irmãs. Neste convento, a mesma entrara em contato com a deusa grega da magia em pessoa: Hécate.

Hécate respeitava o poder e talento de Ophelia, ela lhe impressionava como ninguém havia feito anteriormente. Para uma mortal, ela tinha muito mais talento para artes mágicas do que a média dos semideuses. Impressionada e, até mesmo, apaixonada, a deusa obscura concederia quaisquer desejos àquela mortal. E do desejo feito nasceu Vertigal, cujo sangue corria com a benção de Hécate, meio-deus, meio-homem, ele fora apresentado aos seus avós tão rápido quanto nascera - Mesmo sendo uma forte mortal e uma excelente bruxa, Ophelia não sobrevivera ao parto, graças a inveja de uma de suas bruxas-irmãs, que a amaldiçoara em segredo.

Visto como uma abominação por seus avós desde cedo, o garoto sofrera em um lar repressor e temeroso de suas estranhas habilidades. Conforme crescia, Vertigal sentia-se cada vez mais distônico de sua realidade, odiava o colégio católico onde estudava, odiava como os avós dele o forçavam a ir para a missa contra a sua vontade e odiava ter que ser algo que ele não queria.

Isso só piorou com a descoberta de sua sexualidade, que abalou sua vida dentro e fora de casa. Rebelde, o garoto pintou seus loiros cabelos, assumiu-se homossexual e confrontou a tudo e a todos - seus avós, a sociedade, os garotos que o maltratavam no colégio, os professores - seu jeito afeminado e irreverente, sua postura ácida e sarcástica para o conservadorismo ridículo daqueles que o cercavam, tudo isso era desprezado pelo garoto. Por consequência, ele sofria agressões piores a cada dia, punições de seus próprios parentes e olhares tortos de todos os que os cercavam.

A solidão, o ódio e a raiva daquele garoto só cresciam, atingindo o ápice aos quinze anos de idade, onde demônios conhecidos como empousai atacaram sua escola sob a forma de alunas novas. O garoto as confrontou em um ato de coragem, despertando seus poderes no meio da luta por consequência. Com seus recém-descobertos dons, o filho da deusa da magia conseguira domar e enfeitiçar as criaturas ao seu bel prazer. Assustado e encantado com suas próprias habilidades, o garoto ria ao ver que salvara a sua escola da morte certa - mais importante, ele vira que os demônios estavam prestes a trucidar seus agressores.

Então, ele parou para olhar aqueles que o encaravam em sua classe, os olhares já não eram de desprezo, mas sim, de medo. Vertigal encarou, trêmulo, seus bullies cercados pelas empousai de garras prontas para dilacerá-los.
Eles também o temiam, e eles o odiavam. O poder intoxicante que inundava suas veias quebrou seus pensamentos em uma raiva cega - O filho de Hécate recordava-se de tudo, todos os momentos, agressões, xingamentos, todo o ódio destilado contra ele durante toda a sua vida. Em um aceno de mão, os demônios dilaceraram todos os que fizeram mal a Vertigal, um a um, eles caíram, incluindo seus odiados avós, que imploravam enquanto ele conjurava uma onda de poder que os enfraquecia e fazia suas mentes se desmantelarem em mares de vertigem, só para terem seus corpos destruídos pela fúria das vampiras que o serviam agora.

Vertigal adotou o nome de Vertigo, então, para que sempre lembrasse do que fizera com aqueles que o maltrataram
.
Por anos, Vertigo se foi sob a tutela daquele bando de demônios, que - sem escolha - o ensinaram as artes e magias mais obscuras, de línguas já esquecidas no vento e nos livros. Em quatro anos, Vertigo já era um mestre na arte mágica, um temível feiticeiro. Sentindo-se solitário, por advento de já ter aprendido tudo o que as empousai tinham para lhe ensinar e ter matado cada uma delas, o garoto rumou para a Legião Romana na Califórnia. Agora já dotado de poder, Lupa reconhecera sua força claramente e imediatamente, no entanto, a mesma sentia a escuridão que o circundava e alertara a própria Reyna do semideus que viria a se juntar à Décima Segunda Legião Fulminata.

Não demorou muito para que o garoto fosse acolhido na Quinta Coorte, cuja centuriã era Hazel Levesque. Mas tão rápido ele fora aceito, fora expulso. Em um acesso de fúria após reparar que um garoto da Terceira Coorte fazia comentários a respeito de sua sexualidade, Vertigo, em risadas maníacas, o enfeitiçou e quebrou sua mente, fazendo-o desfilar nu pela Via Principalis, ter um ataque de vertigem e depois, se esfaquear com uma adaga.

Horrorizados, a Terceira Coorte avançou contra o garoto, que ao conjurar sua poderosa feitiçaria, conseguiu derrubar dezenas dos mais poderosos semideuses romanos. Apenas, é claro, para ser contido por um esforço em conjunto de Hazel, Reyna e Frank, que o trancafiaram com a ajuda dos melhores feiticeiros nas profundezas da ala psiquiátrica de Alcatraz.

Imerso em uma fúria psicopática, o Feiticeiro Louco destruirá tudo em seu caminho, mortal, imortal ou meio-mortal. A criança conturbada se confirmou como a abominação que era, ele daria razão para o desprezarem, ele daria motivos para que seu nome fosse temido.

Vertigo aniquilará tudo.


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