~WonderlandHater

WonderlandHater
I'm the Queen Bitchess
Nome: ❦ C.h.a.r.l.i.e ❦
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Indisponivel
Aniversário: 11 de Junho
Idade: 22
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『 Ficha - Away From Home 』


Postado

『 Ficha - Away From Home 』

“Comer era difícil.
Respirar era difícil.
Viver era o mais difícil.”


“Cansei de me esconder.

❖ Nome Completo ❖

Charlotte Joseph Morgan

❖ Apelido ❖

Morgan – Apesar de Charlotte ser um nome relativamente curto, Morgan é um apelido comum entre seu círculo familiar, todos usam, sem a mínima exceção, aparente seu sobrenome. Um tanto sem falta de criatividade para inventarem outro. De princípio, era apenas usado por seu pai, no entretanto tornou-se o oficial de Charlotte.

Charlie – Apenas Gus usava esse apelido, Charlie. Ousou desafiar, inovar e quebrar regras. Entretanto, logo após o ocorrido ele parou instantaneamente de ser pronunciado novamente. Trás lembranças à tona, coisa que Charlotte queria esquecer, menos quem as fez.

Lentilha – Pura zueira. Por seu tamanho e, por ser menor que seus amigos, lhe chamam assim. Surgiu em uma brincadeira boba, daí passaram a usar constantemente.

❖ Idade ❖

17 – Nascida às 00:00 – 11 de Junho
Pertence ao signo Gêmeos.

Mas parcialmente para Charlie, seu aniversário não existe. Não quer lembrar-se dele. Seu irmão faleceu no dia 11 de Junho.

❖ Aparência ❖

A garota possui relativamente uma beleza atraente, mesmo que não saiba. Uma aparência enigmática ao mesmo tempo expondo seu sorriso espontâneo. Lábios rosados e carnudos, quando a garota sorri expõe suas covinhas ao lado de seu sorriso travesso. Sardas imperceptíveis ao redor de seu nariz. Sobrancelhas bem-feitas, penetrando de certa forma seu olhar. Olhos azuis tão tempestuosos quanto o céu em dia de chuva, quem os olha profundamente vê o quão intensa é sua alma. Corpo de estética “modelo”. Braços, pernas torneados e barriga ligeiramente lisa. A garota mede 1,67, baixa de certa forma, no entretanto menor que Arthur.















❖ Personalidade ❖

“Ela é totalmente maluca, pirada, perdeu um parafuso. Mas vou te contar um segredo: As melhores pessoas são assim.” – (Alice no País das Maravilhas)

Espontânea, divertida, brincalhona, excêntrica. São as principais características de Charlotte. A garota possui um humor contagiante, que encanta a todos com apenas um sorriso. Charlie é sincera, prefere pôr tudo para fora do que ficar remoendo a mentira dentro de si. Charlie possui um QI consideravelmente alto, podemos considerá-la uma ‘sabichona’. Impulsiva, às vezes age ligeiramente sem pensar, tendo as meras consequências depois. Extrovertida, uma piadista nata. Sempre a garota possui um trocadilho na ponta da língua, e é quase impossível ficar ao seu lado sem no mínimo rir por muito tempo, a garota se diverte até nos tempos difíceis. Charlotte é mais que determinada, consegue enfrentar diversos obstáculos para conseguir o que quer. Mas abmina traições e trapaças, está fora de sua lista.

A garota possui o dom de dar cores, um arco-íris na verdade, ao mundo totalmente cinzento de alguém. Um mistério ambulante. Charlotte é enigmática, um verdadeiro quebra-cabeça. Consegue passar horas conversando com alguém sem ao menos saber seu nome. Charlotte é mente aberta, porém, consegue levar coisas ao duplo sentido, envergonhando alguém. Ela não possui um pingo de timidez, não abaixando a cabeça diante de provocações, protegendo com unhas e dentes quem ama, mesmo sendo certo ou errado. Tornando-se protetora de certa forma, porém sabe-se controlar, contanto que não mexam no assunto que envolva quem goste, principalmente seu irmão. Garota teimosa, só cede quando lhe mostram provas reais, não poderá ver algo fora do lugar que irá inspecionar. É uma máquina da criatividade, ela trabalha em sua mente as ideias mais loucas e divertidas, embora algumas sejam quase impossíveis de existir, a imaginação é a principal ferramenta para a ampla criatividade de Charlotte. Winter relativamente não nasceu para seguir regras. Pois para ela, de vez em quando regras devem ser quebradas. Porém, segue. Demora. Mas segue.

Charlie é o tipo de pessoa que nunca passa despercebida, mas não porque é conhecida por todos, mas sim porque é uma completa desastrada e, quando tenta fazer as coisas em silêncio esbarra e derruba objetos, atraindo toda atenção para ela. Também é um pouco desajeita, por isso é muito fácil de encontrá-la no chão, tendo tropeçado ou simplesmente caído no chão; esses traços dificultam um pouco o seu trabalho e o processo da sua curiosidade, já que ela é extremamente curiosa e as pessoas quase nunca conseguem esconder-lhe segredos. Porém, ser desajeitada e curiosa não é a melhor combinação do mundo. Charlie confia na sua intuição, apesar de ser lógica. Desinibida, Charlotte não se deixa intimidar por qualquer título. Quando obtém uma opinião formada sobre o assunto, apesar das meras consequências, não tem medo de expôr. Porém, a vida lhe ensinou a ser madura com pouca idade.

Embora seja curiosa, ela é uma das pessoas mais confiáveis que você pode conhecer, sendo uma boa amiga e uma Boa conselheira, uma pessoa em que realmente se pode confiar. Por mais inocente que pareça, a garota pode ser provocativa quando quer, usando de seu sarcasmo e bom humor para esconder qualquer sentimento, a garota pode deixar qualquer um beirando a insanidade, surpreendendo a muitos. Explosiva e a garota não possui papas na língua, fala o que pensa e muitas vezes entra em brigas sem nem mesmo saber o motivo. Charlie não têm medo do perigo ou se arriscar, mesmo que venha um arrependimento logo em seguida, o que é raro. Um verdadeiro imã para confusões, Charlotte sempre enfrenta os mais diversos problemas e em certas ocasiões torna-se difícil, acreditar que uma ser tão pequeno tenha passado por tudo que a garota já passou, isso na maioria das vezes deve-se por ela está no lugar errado na hora errada, o que a torna sem sorte. Charlie não possui sequer um pingo de paciência: Não consegue ficar nem numa fila sem ao menos começar a bater o pé e cruzar os braços. Sabe que tem que mudar, porém isso é algo natural da garota. Winter não é uma verdadeira parede impenetrável. Para ela, a verdade dói, mas a ilusão machuca.

❖Sexualidade ❖

Heterossexual

❖ História ❖

❝Você vive apenas uma vez. É sua obrigação vivê-la da melhor forma possível.❞

Nicholas batucava a caneta azul enquanto explicava o texto famoso de um estupendo poético, algo improvável e irracional, porém meramente fantástico e bem elaborado. Alunos que optavam por fazer piadas sem graças e de duplo sentido, enquanto outros interessados no assunto. Mas algo chamou-lhe a atenção, Megan era seu nome, uma professora substituta que estava prestes a tomar seu lugar. Porém, isso certamente não iria acontecer.



❝As coisas incríveis da vida, acontece quando você não as planeja.❞

Uma interligação, como se fosse o destino. Porém, não bastou curtos olhares para compreenderem que não dariam certo. Mas o destino prega peças, não é mesmo? Uma competição para professor de idioma na Universidade, cada um com sua linguística diferente e cada um de seu jeito. Brigas à toas nos corredores, apostas feitas e um sorriso falso para uma comemoração benéfica dentro da Universidade.



❝Quando o mistério é muito impressionante, a gente não ousa desobedecer.❞

Beijos quentes, palavras ao pé do ouvido e a bebida relativamente pairava pelo ar. Não custou muito para essas duas forças imprevidentes acabassem parando em uma cama de motel. No mês seguinte, Meg pôs a dar a vaga de substituta para Nicholas, deixando-o completamente desconfiado. Seguiu-a até seu carro, perguntando o quê havia acontecido. Porém, ela apenas respondeu com lágrimas nos olhos ‘Eu estou grávida!’



❝O problema é que, às vezes, as palavras são como flechas. Depois que a gente dispara, não tem como voltar atrás.❞

O casamento fora três meses depois, não dando visíveis sinais na barriga. Nicholas comparecia naquela enormemente perfeita festa, porém não sentia que aquela festa era sua, era apenas de Megan. Sete meses passaram-se rápido, talvez rápidos demais. Nicholas não estava preparado para ser pai, porém a vida não prepara. Exatamente naquele dia, a bolsa estourou (...) Augustus Joseph Morgan, era seu nome.



❝Quanto tempo dura o eterno? Às vezes apenas um segundo.❞

Um garoto espontaneamente, relativamente um pequeno tesouro. Gus, um garoto travesso. Poderia cair, bater a cabeça numa árvore que sorriria do mesmo jeito. Logo Meg descobriu uma nova gravidez, que chamava-se Charlotte Joseph Morgan. A garota chegou cedo, a bolsa estourou com apenas sete meses e as complicações de morte no parto seriam enormemente grandes. Corriam um grande risco. Megan perdeu uma grande percentagem de seu sangue.



❝Um irmão não pode ser um amigo, mas um amigo será sempre seu irmão.❞

Charlie, uma garota totalmente oposta do irmão. Cão e gato. Pegadinhas, brigas, apostas e dança do vencedor. Morgan sempre fora mais travessa e, Augustus sempre andara reto na linha. Provocações, Charlie era especialista nisso quando o assunto era tirar Augustus do sério. Porém, na maioria das brincadeiras de Gus, Charlotte era o principal alvo. Essa dupla relativamente poderia alegrar o dia de qualquer um, já que era impossível passar um hora sem rir com eles. Enquanto isso, Nicholas observava com um sorriso orgulhoso no rosto.





❝Irmão. A única pessoa com quem você briga e faz as pazes sem perceber. ❞

Mas algo fez algo abalar a família Morgan. Principalmente Winter. As datas comemorativas não eram mais as mesmas, a rotina havia mudado e Megan havia mudado (...) Um momento, poderá mudar uma vida. Beijos quentes, bebidas alcoólicas e uma mísera festa besta de Universidade. Um garoto com as mãos no volante, o pé estabilizado, parcialmente bêbado e uma ponto em construção. Augustus sofrerá um gravíssimo acidente, deixando-o em coma por exatos 4 semanas. Quando acordara, apenas movia seus olhos cheios de lágrimas, pois estava tetraplégico. Gus odiou depender dos outros, além de não mover um músculo sequer. Até que não suportou mais. Ele se deparava encima de algo que parecia uma mesa, gélida e cinza. Charlie demonstrava sua expressão tensa, enquanto Augustus assentiu. Apenas isso. Assentiu. Charlie com a injeção em seu mão, passava pelo braço do irmão despejando o líquido no próprio, quebrando os únicos fios que ali mantinham vivo. Ela repetira ‘Tudo ficará bem’ com lágrimas nos olhos. Rapidamente o brilho nos olhos do garoto foram sumindo enquanto o próprio fechava os olhos.

❝E mais um vez ele se foi. Mas dessa vez ele foi para nunca mais voltar.❞



❝Todos somos capazes de dominar a dor, exceto quem a sente.❞



Essa tragédia abalara a família Morgan. Algo que fez Charlotte ter seu mundo sendo totalmente desmoronando, algo que fez a garota cair de uma corda bamba em um princípio sem fim, e a garota precisa de uma luz no fim do túnel. Mesmo que seja minúscula.

❝ Escrevo para desabafar. Choro para aliviar. Sorrio para disfarçar. ❞

❖ Família ❖

Megam Montgomery Morgan – 35 anos – Psicóloga – Mãe





“Megan e Charlie não possuem diálogos normais como mãe e filha, apenas diálogos como se não possuíssem parentesco nenhum. Conversas monótonas, não há nada de algo para dizer de novo. Com palavras mentirosas, sorrisos falsos e um abraço que apunhala pelas costas são certamente ótimas palavras para descrever Megan, Charlie sente isso visível no seu olhar. Morgan tentara esculpir essa relação diversas vezes, entretanto o que Recebe em troca são apenas palavras sem sentidos e gestos manipuladores da mãe.”

Nicholas Montgomery Morgan – 41 anos – Professor de idiomas – Pai





“Um homem um tanto simpático. Um homem humilde e honesto de berço. Tem uma personalidade tranquila, totalmente o oposto de sua filha, talvez por isso eles sejam tão próximos. Os dois sempre foram próximos, diferente de Charlie e sua mãe. Ele sempre fez questão de ser presente na vida de sua filha e fez isso perfeitamente. Apesar de a moça não ter seu gênio, ele entende que isso possa ser uma forma de ela se proteger do mundo e afastar a falta de sua mãe. Os dois não Conseguem passar um dia separados, e se passarem, se abraçam como se não se vissem há anos.”

Augustus Montgomery Morgan – 20 anos – Cursava a faculdade de Medicina – Irmão





“Os abraços, a intensidade e os olhares travessos de Gus completavam o mundo de Charlie. Apenas uma palavra para se encantar com o rapaz, Augustus era cativante e transbordava alegria por onde passava. Além de travessuras. Charlotte e Gus seriam pegadinha na certa, planejando façanhas. Além de irmãos, melhores amigos. Um era o confidente, porto seguro do outro. Apesar da relação “cão e gato.” guarda com todo apreço seu colar, Seu item mais valioso de seu irmão.”

❖ Motivo de querer sair de casa ❖

Relativamente quem ouvirá poderá cair na gargalhada por ser apenas um motivo bobo e totalmente desnecessário, porém para Charlie não era. Há quem diga que poderia ignorar e, ela ignorou, apenas não aguentou mais. O julgamento de sua família em relação ao irmão, chamando-lhe até de prováveis maneiras assassina. O clima permanecia na casa, os sorrisos e palavras meramentes falsas. E foi isso que ela fez, saiu de casa.

❖ Relação com ❖

➣ Amigos

“A best friend isn't someone who's just always there for you. It's someone who understands you a bit more than you understand yourself.” Charlie certamente seria a encarregada de soltar inúmeras gargalhadas de seus amigos, tanto por ser desajeitada quanto por sempre possuir um trocadilho na ponta da língua. Leal, um dos maiores adjetivos para descrevê-la, os protegeria com unhas e garras. Eles seriam sua segunda família. Porém, não possuiria nenhum tipo quaisquer de máscara que a cubra quem a própria é, sendo apenas ela mesma. Charlie seria brincalhona e às vezes, ousadas, se metendo em inúmeras com eles. Porém não é bastante fã de ouvir problemas alheios desnecessários, mas relativamente é alguém em que realmente pode ser confiar, consegue dar belos conselhos, mesmo contragosto. A relação seria intensa, os momentos seriam vividos como se fossem os últimos.

“Talvez a loucura, seja um dos melhores remédios contra a tristeza.”

“Talvez eu não tenha muitos amigos... Mas os que tenho são os melhores que alguém poderia ter.”

➣Autoridades

Os respeitaria de tal forma assim como espera que seja também. Porém, detesta receber ordens, principalmente desnecessárias. Não suportaria alguém lhe julgando por seus atos, Charlie não se deixaria intimidar por quaisquer cargo que a pessoa possua.

❖ Gostos/Desgostos ❖

❖ Gostos ❖

– Adrenalina
– Noites parcialmente frias
– Ler
– Música
– Café
– Filmes de ação e terror
– Cor azul e preto, suas preferidas

❖ Desgostos ❖

– Detesta que lhe deem ordens e/ou julguem seus atos
– Pessoas falsas e/ou traições
– Seguir regras
– Abacaxi, é bobo, porém nunca se deu bem.

❖ Manias ❖

– Quando Charlie está meramente entediada com o assunto ou não gosta visivelmente da pessoa, coça sua bochecha esquerda, quem a conhece sabe muito bem disso. Gesticular com as mãos quando está frustada ou zangada e, apesar de não admitir, seus gestos mostram. Franzir o cenho antes de falar ou sorrir falso. Morder o lábio inferior quando está aflita ou algo está prestes a acontecer. Olhar para diversos lugares quando não está confortável. Descontar a raiva e/ou outros sentimentos em uma pessoa que não possui nada há ver com o assunto.

❖ Medos/Traumas/Fobias ❖

❖ Medos ❖

Atrás de sua capa de “difícil”, Charlie possui um minúsculo medo de perder quem ama novamente. Definitivamente, seu irmão já fora demais.

❖ Traumas ❖

Durante uma viagem de negociação de Nicholas, Megan estava rezando em seu quarto e Gus inventou de fazer uma simples janta no micro-ondas, pois já estava anoitecendo. Porém, Charlie aos 04 anos dormia no quarto, quando o micro-ondas explodiu e a casa pegou fogo. Ela começou a se desfazer aos poucos, caindo o teto e os estavam meramente se destruindo. Charlotte inalara fumaça e andava desorientada pela casa, enquanto Gus procurava-a. A pequena foi encontrada debaixo de um pedaço de madeira e estava totalmente inconsciente. Ela possui uma pequena marca na sua perna esquerda devido à esse pequeno acidente. No entretanto, Charlie não acha isso um trauma ou um medo para entrar em pânico quando ver um fogo.



❖ Fobias ❖

Claustrofobia - Fobia de lugares pequenos e apertados;

Coulrofobia – Medo de palhaços e qualquer tipo de coisa relacionado ao mesmo; Charlie sabe que são pessoas fantasiadas e maquiadas, mas não quer se aproximar.

❖ Se automutila? Bebe? Fuma? Se droga? ❖

❖ Se automutila? ❖
Sim, mas em apenas em casos gravíssimos. Já se automutilou na época da falência de seu irmão constantemente, quando seu mundo desabou sobre sua cabeça, quando a garota caiu de um precipício sem fim e o mísero julgamento de sua família. Não podemos dizer que a garota não irá se automutilar novamente, afinal, o futuro é incerto.



❝ Eu não sei se choro, se sumo ou se finjo que está tudo bem. ❞

❖ Bebe? ❖

Sim. Não é um vício, apenas bebe em casos que definitivamente não lhe agradam. Às vezes por motivos bobos, outros vezes por motivo de importância. Porém, ela não é alcoólatra. O álcool lhe faz esquecer.



❖ Fuma? ❖

Sim. Também não é vício, apenas o cigarro tornou-se parte de sua vida. Quando morava em casa, fumava constantemente após uma mísera discussão.



❖ Se droga? ❖

Não, mas respeita quem se droga. Sabe que todos possuem um motivo para estarem naquela situação. Não pensa em se drogar.

❖ Roupas Habituais ❖

❖ Casuais ❖













❖ Festas ❖







❖ Pijama ❖







❖ Banho ❖







❖ Itens que levou quando fugiu ❖

– Não levou muita coisa, não quer nada que lhe lembre sua casa. O básico para o dia-a-dia. Seu celular juntamente aos acessórios equivalentes ao mesmo. Uma câmera fotográfica que Gus dê-lhe no dia de seu aniversário de exatos 15 anos, dentro há inúmeras imagens. Muda de roupas, juntamente a acessórios. Uma foto sua e de seu irmão, algo que relativamente valha a pena levar consigo daquela casa.



❖ Algo a mais? ❖



– A garota possui esta tatuagem que fez ao completar seus dezesseis anos.



Essa fora o colar que Gus dê-lhe no dia de sua morte. Dentro há uma foto em quê mostra os dois abraçados, Charlie não o tira para nada. Atrás está escrito a frase em latim “Amor Verus Numquam monitor”, “que significa “Amor verdadeiro nunca morre”

Charlie é quase alérgica a pó compacto. Poderá usar, porém em excesso poderá prejudicar enormemente.


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