~BiiahXD

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D-O-L-L-H-O-U-S-E
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Demons- Reiji Sakamaki


Postado

Demons- Reiji Sakamaki

"Sou à prova de balas, não tenho nada a perder
Atire, atire
Ricocheteia, mire
Atire, atire
Você atira em mim, mas eu não caio
Sou feita de titânio
Você atira em mim, mas eu não caio
Sou feita de titânio


►Nome


Emily Synful Di Angelo

Emily é um nome orignado do Latim, e significa “a rival” ou “aquela que fala agradavelmente, que possui uma fala mansa e bela”. Um nome bastante comum na em países da Europa, como a França, Portugal e Espanha, e em países da América do Norte, como os Estados Unidos. Sua variante brasileira é Emília.

Synful é uma palavra de origem também inglesa/americana, e significa “ a pecadora”, “pecaminoso” ou até mesmo “pecado”. Aqui ele possui uma variante dessa palavra, com o “y” ao invés do “i”. Seu sobrenome do meio, ele foi herdado de sua mãe, Marina Synful.

Di Angelo é de origem italiana, e significa, literalmente “dos anjos”. Herdado por seu pai, Nico Di Angelo e de sua tia, Bianca di Angelo. Por ironia do destino, o Synful e o Di Angelo meio que se contrariam um ao outro, o que torna o nome de Emily bem interessante, e um tanto contraditório.



►Apelidos

Emy- Apelido simples utilizado por toda pessoa que se chama Emília, Emily ou seja lá o que for, para ficar mais fácil a pronúncia. É chamada assim por todos que a conhecem, e não liga. Pra ser sincera, ela gosta mais do apelido do que do seu nome em si, para ela, quando as pessoas falam “Emily!’ significa que ela fez algo de errado...

Rose ou Lírio- Vem de sua paixão por plantas. Emily ama botânica, e adora tudo que se relaciona a natureza. Gosta do apelido, diz que ele é como que estivessem chamando parte de sua alma, que é ligada à natureza.

Ly- Usado por suas amigas ou até pelos BEM íntimos de si, ela não gosta que qualquer pessoa o use. Quando, sei lá, um cara do nada a chama de Ly, ela o olha mortalmente e deseja que a pessoa morra queimada e suas cinzas sejam jogadas no espaço.

Little Princess- Um apelido debochado, normalmente é usado pela simples razão: Emily se preocupa (E muito!) com sua aparência, e detesta estar desarrumada ou feia em sua visão. Quando o escuta, revira os olhos e continua se arrumando, ainda que com um sorriso no rosto.

Angel- O único apelido que ela mesma inventou. Uma abreviação de Di Angelo, usado por sua família e por pessoas próximas, além dela assinar os bilhetes escritos por ela com esse apelido, para ficar mais reconhecido!


►Idade

Emily nasceu dia 25 de outubro de 1999, tendo dezessete anos. Seu signo é Escorpião, o signo dos ciumentos, seu ascendente é Touro e seu signo Lunar é Leão. Nasceu exatamente às 3 horas e 03 minutos da manhã.


►Aparência

Emily é considerada bonita nos padrões da sociedade. Cabelos ondulados/ lisos da cor de ferrugem (Um castanho claro misturado com vermelho) na altura de seu quadris que sempre ficam para trás soltos, com algumas mechas que ficam na frente de seu rosto. São bem cuidados, macios e sedosos, possuindo um leve cheiro de maresia com as flores tropicais que vive usando, o que dá um ar angelical para a moça. Gosta muito de seu cabelo, e passa horas apenas para deixá-lo de um jeito legal, mas na maioria das vezes desiste e o deixa solto mesmo. Está sempre com um girassol natural em ambos os lados do rosto, ela colhe um todos os dias apenas para colocar no cabelo.

Seus olhos são da cor do mel, com alguns traços dourados e negros. São eles que dão o destaque para Emily, e brilham de acordo com a luz. Com os cílios pequenos, passa rímel todos os dias, junto com uma leve sombra marrom, para dar um ar mais “natural” que ela já tem. Sua pele bronzeada é ressecada pelos anos de jardinagem, então Emy precisa cuidar bastante dela se quiser ficar com ela macia e bonita. Cremes, bases, protetores solares são o que não faltam em sua vida. Odeia isso em seu corpo, e com certeza seria algo que mudaria em si mesma. Suas mãos, pequenas, macias (Graças a tecnologia dos cremes hidratantes) e delicadas, estão sempre com as unhas feitas, apesar dela sujar todos os dias. Normalmente as pinta com esmalte amarelo ou rosa-claro, cores que ela gosta e se identifica. Suas pernas são torneadas, suas coxas são medianas e durinhas. Seus seios são a única coisa que ela tem de demais no corpo: São fartos. Cintura relativamente fina para seu corpo, quadris largos (Outra coisa que ela já não gosta muito, pois chama a atenção). Bumbum arrebitado e mediano, lábio rosados e carnudos, nariz arrebitado.

Emily tem traços delicados e belos, parece uma pequena boneca. Ela mede 1,75 cm de altura e pesa 55 quilos, algo que ela considera normal e saudável. Se acha bonita e se gosta naturalmente, mas no comparativo se sente “ameaçada” por outras mulheres mais esculturais que ela. Outra coisa interessante é que Emy adora se cuidar e está sempre tentando ficar bonita, sendo assim muito vaidosa, mas sem exagerar. Seu estilo de roupas é mais “praiano”, com vestidos rodados, blusas e shorts mais largos, flores em todos os lugares, sapatos baixos e com brilhos. Não gosta muito de chamar a atenção, mas sabe como roubar a cena às vezes. Baseada em Leona, de League of Legends.










<3 Ela criança <3




►Personalidade

Emily é sincera, engraçada, inteligente, amiga e simplesmente encantadora. É o tipo de pessoa que todos querem ao redor, pois sempre se preocupa com o bem estar de todos e não tem medo de se jogar de cabeça em alguma situação para salvar uma vida, o que faz a mesma se meter em vários problemas. Altruísta e gentil, mesmo sabendo que pode se machucar ela vai te ajudar com todas as forças, Emy acaba colocando as necessidades das outras pessoas acima das suas, muitas vezes ela nem conhece direito o ser humano, mas orienta mesmo assim. Sempre tem uma explicação para tudo, seja ela lógica ou tirada de um argumento nada a ver que ela mesmo inventou. Determinada e teimosa, Emy arrisca tudo o que tem para conseguir algo, e não desiste até ter o que precisa. Não gosta de modo algum ser subordinada a alguém ou ser obrigada a ficar presa em algum lugar, quer ser independente, e precisa que os outros entendam seus motivos de às vezes querer ir embora e ficar sozinha por um tempo. Odeia quando alguém tenta pegar seus problemas para si, ela sofre sozinha até o que não consegue suportar, mas sofre calada e sem “incomodar ninguém”. Mesmo triste, seu sorriso nunca sai de seu rosto e não quer que ninguém se machuque por ela.

Um tanto ingênua, parece que Emy nunca perde a paciência com nada e nem com ninguém. Ela é o tipo de pessoa que “apanha e esquece” ou seja, não importa o tanto de vezes que a pessoa a evitar ou a afastar, ela vai continuar insistentemente tentando se aproximar do ser e entender seus motivos de querer ficar sozinho, caso ela não querer mais falar com você ou não tentar se aproximar, significa que ela finalmente cansou, e você vai sentir falta de seus mimos. Curiosa, explora tudo e todos, e sempre quer saber mais do que sabe, sendo às vezes rotulada como intrometida, mas não, ela só quer ajudar. Adora conhecer novas casas ou lugares, sempre tem muita coisa para descobrir que nem imaginamos. Esperta, capta pequenos detalhes em todas as situações, o que é muito importante caso quiser juntar as peças de um quebra cabeça ou de alguma coisa que está investigando. Sabe identificar uma mentira a distância: Odeia ter que mentir ou enganar alguém, ela se sente culpada e até passa mal por isso, ficando com sérias dores de cabeça e estresse. Ela pode ter duas opções, ou mentir ou morrer, ela prefere morrer. Não percebe o sarcasmo e até fica com fama de bobinha, mas não se engane: Mesmo com sua aparência delicada, não subestime sua força e sua inteligência, ela pode te surpreender de muitos modos. Gosta de estar sozinha de vez em quando, e não liga.

Jogos de estratégia, como damas, xadrez e outros do mesmo tipo são os seus preferidos. Competitiva, não aceita perder de modo algum, mesmo se for uma pequena aposta de quem vai ganhar o jogo de dardos, por exemplo. Imprevisível, gosta sempre de estar um passo a frente de todos em seus planos, dificuldade que vai encontrar com Reiji, que é igualmente inteligente e observador. Não gosta de se sentir encurralada ou desafiada, ela aceita sem pensar e revida na hora o desafio, mesmo que isso seja uma grande burrice. Também odeia que alguém tente descobrir o que está pensando ou de fato adivinhar o que ela está pensando, às vezes prefere deixar seus problemas e pensamentos apenas para si. Quando está de mau humor, o que é extremamente raro, briga por absolutamente qualquer coisinha, e vira um pequeno demônio, e quando isso acontece, Emily do nada tem um amplo vocabulário de ofensas e indiretas para atacar em qualquer um que passar.

É dominada por um senso de justiça fortíssimo. Sempre defende as coisas quando acha que está certa, se algo está errado, injusto ou prejudicial para uma outra vida, ela vai lá e conserta da sua maneira “Emily”, sem medo do que possa acontecer com ela.Acha injusto e cruel os mais fortes que humilham os mais fracos apenas para se sentirem bem, as pessoas que fazem isso não são dignas de receber seu respeito e muito menos viver junto a outros. . É o tipo de pessoa que só “filma” suas atitudes por algum tempo, para depois jogar na sua tudo o que sabe, todos os seus podres. Inteligente, por mais que Emy seja alegre e encantadora, não queira tê-la como inimiga, se arrependerá. Toda a maldade que ela guarda a sete chaves, algo que Emy não se orgulha nem um pouquinho de ter, se revela, mostrando uma pessoa fria e sem coração. Não iria parar de te humilhar e de te encurralar até você pedir perdão de joelhos. Sente a pressão de ser a “responsável pelas encrencas de suas amigas, já que está com Reiji, o ditador da casa, e protetora do jeito que é não pensa duas vezes antes de bater de frente com ele, o que resulta muitas vezes em sua punição, normalmente bem severa. Não gosta nem um pouquinho de ficar presa a um lugar só, gosta de sair e conhecer o mundo a seus modos, quer liberdade.

Uma boa ouvinte, conselhos é o que Emily faz de melhor para as pessoas que gosta. É super protetora e ciumenta, fato que Emy coloca a culpa em seu signo, Escorpião, mas não aceita de jeito nenhum vê-los desconfortáveis ou em perigo. Se algum infeliz ousar tentar mexer com eles ou elas, vai despertar um demônio dentro de Emily Synful, e não sairá impune da situação, ela provavelmente vai querer quebrar seus ossos até virarem poeira. Odeia ser trocada, se sente sozinha, traída e abandonada. Ela é fiel, dedicada e protetora, e quer que os outros sejam assim com ela também. Acredita bastante no carma, aquilo de “tudo o que você fizer vai chegar até você novamente”. Pacífica, sempre que briga com alguém, mesmo ela estando certa Emily vai pedir desculpas para a pessoa, para evitar mais brigas e mais confusões, coisa que ela odeia, e muito. Se ela não for pedir desculpas a você, ou é porque ela te odeia ou você fez alguma coisa muito séria para Emily, algo que não merece perdão. Quando está levando bronca ou até brigando por algo desnecessário, Emy simplesmente abaixa a cabeça e desliga do mundo até a pessoa parar de falar besteira. Um tanto preguiçosa, não gosta de levantar cedo e levantar para pegar objetos, sendo que ela não come por pura preguiça de levantar para ir fazer algo. “Deixa para depois, consigo aguentar” é o dilema dela. Parece uma criança quando se trata de doces, brinquedos (Ela tem um fascínio imenso pelo Teddy, e não tem medo de levar uma surra do Kanato apenas para tocá-lo) e até mesmo horários, fazendo um fofo bico quando é contrariada. Jamais foi violenta, ou favor da violência, pelo contrário, sempre acreditou que as coisas se resolviam na conversa, e para tudo tinha um jeito. Não gosta de jeito nenhum de ver machucados em pessoas, ela faz de tudo para ajudá-las...

Conhece todo tipo de planta medicinal e outros tipo de plantas, sendo uma grande “bióloga” amistosa, seu sonho é fazer uma faculdade de Biologia e viajar pelo mundo inteiro para estudar, para produzir novos medicamentos e assim ajudar as outras pessoas que tem doenças sem cura ou aquelas que depois de um tempo não tem mais volta. Ela acredita que o melhor presente dado a alguém é a oportunidade de viver. Costuma conversar com as plantas que cuida sobre assuntos variados, como foi seu dia, seus segredos, suas paixões, o que pode ser um pouco estranho para as outras pessoas, mas é totalmente normal para Emily. Ela acredita que as plantas são seres vivos e que podem escutá-la, e que ficam felizes de conversar com as pessoas, até crescem mais rápido. Com mãos de fada, qualquer planta, árvore ou flor que estiver morrendo ela faz de tudo para salvar, conseguindo na maioria das vezes. Tem uma paixão especial por flores, e sempre carrega um girassol em seus cabelos.

Se fôssemos resumir sua personalidade em alguns adjetivos, eles seriam: Inteligente, delicada, bondosa, ciumenta e encantadora.



►História

Os Di Angelo eram uma rica família de Southampton, na Inglaterra. Nico di Angelo, o pai dos irmãos e de Emily, era dono de uma loja de relógios e de instrumentos musicais, a TimeMusic, conhecida no mundo inteiro acompanhado de Marina Synful, sua bela e querida esposa. Emily desde pequena foi criada com mordomia e luxo, tendo aulas de etiqueta todos os dias, brinquedos caros, tudo do bom e do melhor, mas nunca deixou de ter seu espírito bondoso, que era incentivado pela mãe. Gentil e bondosa, em tempos de inverno saía com suas pequenas roupinhas de criança e cobertores para distribuir na rua para os necessitados. Também adorava brincar com seus irmãos mais velhos: Filiphe, Matteo e Lily, quem ela confiava e sempre ajudava a escapar das enrascadas que se metiam, como uma vez que quase colocaram fogo no armário da cozinha. Emy era muito querida por todos e vivia feliz, não podendo e nem querendo reclamar de nada

Até que um dia, Marina Synful ficou gravemente doente. Era uma doença misteriosa, ninguém sabia a cura, médicos de todo o mundo tentavam inutilmente saber o que era, e nada dava certo: Parecia que quanto mais remédios a mulher tomava, mais doente e frágil ela ficava, tendo uma época em que não podia nem levantar da cama. O que era uma casa feliz e acolhedora acabou tendo uma atmosfera sombria e sem vida. Nico não se preocupava com mais nada a não ser a esposa, quem amava tanto, chegando inclusive a deixar a empresa nas mãos do jovem Matteo, que contava com treze anos na época e não entendia nada de administração. A amizade dos irmãos passou e ficar mais distante, quase não falavam uns com os outros, totalmente perdido em suas novas vidas. Emily, determinada, não desistiu, e passou a pesquisar todos os tipos de plantas, para, quem sabe, conseguir algo que salvasse sua mãe. Horas e horas de seu dia eram dedicados a um grande bosque que ficava no fim da cidade, onde a morena ficava coletando plantas, catalogando espécies e fazendo remédios. A única companhia que ela tinha era Lucy, uma empregada doméstica que tinha um filho com a mesma idade que ela: Sete anos. Lucy era uma amiga, parceira e estava ali para ajudar Emy. Por mais que a vida estivesse difícil, Marina e Emily mantinham um sorriso no rosto, e compartilhavam do mesmo sentimento: Esperança.

Até que um estranho homem bateu na porta de sua casa, e Emy atendeu. Ele possuía longos cabelos brancos, e seus olhos eram vermelhos como o sangue. Seu nome era KarlHeinz. Ele disse ter a cura para a doença de Marina, algo totalmente impossível para os médicos humanos, e estava disposto a dá-la a eles, mas pagariam um preço caro: teriam que lhe dar algo muito especial para eles: A segunda menina da família, ou seja, Emily Synful di Angelo. Marina protestou. De jeito nenhum, abriria com certeza mão de sua vida, mas não daria sua filha para um desconhecido, que no caso queria apenas o que estava dentro dela. Seu instinto mãe ativou-se na hora, e imediatamente mandou o homem ir embora: Se fosse para morrer ou dar Emily para ele, ela preferia morrer.

Mas Nico não pensava assim, pelo contrário, abriria mão de tudo apenas para ficar com sua amada esposa, quem ele se dedicara tantos anos a amava mais que tudo. Assim que o homem saiu, sem pensar duas vezes mandou sua irmã, Bianca di Angelo, atrás dele, para mandar o recado de que ele aceitava o acordo, se ele quisesse, Emily seria sua.
E lá foi ele fazer o acordo com Karl, que lhe deu uma pequena poção, e disse para que o moreno a colocasse na comida de Marina, e que dali a exatos dez anos voltaria para pegar sua menina, que já seria quase uma mulher. E assim foi feito: Marina não ficou sabendo de nada e se curou completamente, um verdadeiro milagre para todos, nem ninguém. Aquilo era um segredo dos irmãos Di Angelo, e de Karl.

Seus pais sempre eram vistos por Emily depois do dia em que sua mãe foi curada sorrindo, de mãos dadas e se beijando, ela gostava daquele carinho. Inocente, era educada em casa e aprendia tudo o que uma herdeira de um negócio deveria aprender: Como se sentar, como se comportar, como falar em público, como comer... Enfim, aquela coisa chata de boas maneiras. Mas o problema é que Emy simplesmente não parava quieta de jeito nenhum. Hiperativa, curiosa e doida para desbravar o mundo, não queria ficar parada tentando se sentar sem deixar a coluna encurvar enquanto via por sua janela crianças de sua idade brincando nos arredores do castelo. Queria brincar de esconde-esconde, de boneca, de pega-pega, queria conhecer a vila, a floresta que havia lá, enfim, ela queria ser normal por algum dia, ter um tempo só para ela, sem ter aulas, almoço, tarefas, sem ouvir quando poderia ler, cantar, comer... Ia só viver. Sempre que podia escapava das aulas e ia brincar, mesmo sabendo do castigo que iria receber. . Sempre que voltava para casa, é óbvio, recebia uma bronca e ficava de castigo, mas sua teimosia fazia a menina nunca aprender a lição que seus pais queriam e ficar indignada. Porque elas, crianças iguaizinhas a ela, poderiam brincar e a castanha não? “Filha, você é uma menina rica e futura dona de um negócio, não uma camponesa. Precisa entender que tem responsabilidades e precisa saber como lidar com isso no futuro, e não é fugindo que isso acontece” Isso sempre era dito nos sermões que ela recebia. Seu pai, Nico, entendia o que a filha sentia, sabia exatamente, mas ela precisava se conformar. Eles queriam que ela fosse a garota amada por todos, sempre bem-vista na sociedade, não queriam problemas...

Quando Marina descobriu, por meio de Bianca, que estava profundamente arrependida de ter ajudado Nico, já que se aproximou muito de Emily nesses últimos anos, o que havia realmente acontecido para ela se curar. De repente, tudo mudou. Seus pais do nada ficaram mais distantes um do outro, o amor que os dois sentiam um pelo outro já não era o mesmo, viviam brigando e estavam mais intolerantes do que o normal, e chegaram a ficar agressivos. Não queriam falhas da filha, que estava cada vez mais assustada. Eles sempre se amaram tanto, porque brigariam depois de tanto tempo? Ela não sabia.
Logo a resposta veio: Um homem de cabelos brancos entrou pela sala quando seus pais brigavam e sorriu para a menina que estava escondida atrás da porta ouvindo a discussão. Assim que Nico o viu, sua expressão endureceu e ele perguntou o que acontecera com o trato deles, e o que estava fazendo ali, já que não fora convidado. Karl sorriu ainda mais e disse que estava ali para cumprir o trato: Em troca da saúde de Marina, ele teria Emily para si. A garota ficou chocada demais, e começou a chorar descontroladamente, assim como a bela mãe dela, que implorava para Karl tirar sua vida, mas não levasse sua pequena menina. Karl poderia escolher qualquer outra coisa se não fosse a menina.

“Sabia que quando se promete algo para um vampiro não tem mais volta, não sabia? Ainda mais quando há magia no meio... A menina é minha, e você sabe disso. Te dou dois meses para pensar, até lá, Di Angelo’s”

Desde esse dia, quando o vampiro foi embora da mesma forma esquisita que havia entrado, a família Di Angelo vivia se mudando de um lado para o outro, dando a desculpa para Emily que eram os negócios, mas a pequena menina sabia de tudo, e muitas vezes chorava escondido dos pais, que estavam juntos apenas por Emy, não havia mais amor ali na relação. Alerta, qualquer um que a olhava por mais de seis segundos e fosse estranho a castanha já tremia e fugia para outro lugar, para perto da mãe e do pai, que estava pensando em tudo que fizera no passado. Agora a filha, sua pequena filha, estava destinada a ir para uma casa cheia de vampiros, sua amada esposa louca e furiosa com ele, Karl Heinz provavelmente rindo de sua cara... Literalmente pagara o preço alto que ele o alertara no dia de pegar a cura.

Até que, exatos dois meses depois do encontro, quando Marina alertou Emy para não sair de casa, a loira não obedeceu e saiu para explorar a nova vila, encantada com tudo que via. Quando estava bem longe de casa mesmo, avistou um familiar homem de cabelos brancos e olhos vermelhos, que a encarava. Estranhamente, Emy não sentiu medo dele e se aproximou inocentemente, vendo que nas mãos do mesmo haviam rosas. Na verdade era Karl Heinz, que olhou e reconheceu Emily na hora.

“Bom dia, o que está fazendo aqui mocinha? Não deveria estar em casa? É mais seguro...”

“Na verdade não, quis sair um pouco. Onde achou essa rosa? Ela é bonita... Nunca vi uma rosa azul antes!- Emy se aproximava cada vez mais do homem, encantada pela bondade e beleza dele e da graciosidade da rosa azul. Mas
quem era ele? Ela sabia que o conhecia! De algum lugar, ela tinha certeza!

“-É rara sim Emy, quer vê-la com os próprios olhos? Tem um perfume maravilhoso...- Uma parte de seu cérebro estava querendo fazer isso, mas a outra dizia para ela fugir, se esconder. Algo não estava certo com ele, ela, ou pelo menos uma parte dela, sabia disso. Ela nunca havia dito seu nome para ele, como ele sabia? Algo estava muito errado!

-Ok... Eu quero!- Eve pegou a rosa e cheirou-a, tentando sentir o cheiro, mas logo se sentiu tonta e, consequentemente, se lembrou da identidade do homem, era o tal Karl Heinz, o que entrara na sua casa de um modo misterioso e havia dito aquelas coisas assustadoras. O vampiro havia colocado um sonífero poderoso na rosa, fazendo assim Emily desmaiar e ficar indefesa e sem como pedir ajuda. Sua mãe ficara desesperada ao não ver a menina em casa e a janela aberta, e ouvia de longe a risada do vampiro, debochando de Nico por tentar sabotá-lo. Desde então, Emily Synful Di Angelo nunca mais foi vista na Inglaterra.

“Até que enfim peguei você, pequeno demônio”



►Personagens que fazem parte da história


Nico Di Angelo

O pai de Emily. Um homem de trinta e três anos, com cabelos negros como a noite e olhos verdes-água. Parece ter dez anos a menos, e é muito bom em negociações, contratos e administração de empresas. Ama muito sua esposa e faria absolutamente tudo por ela sem pensar duas vezes. É ele que faz o acordo com Karl para a cura de Marina. Não queria ter filhos no começo, e por isso fez a troca tão fácil, mas ao ver Emily crescendo e se tornando a menina que é hoje ele se arrependeu profundamente, e se culpa até hoje de nunca mais terem visto a filha. Atualmente tem seus trinta e oito anos.




Marina Synful

A mãe de Emily. Uma bela mulher de vinte e nove anos, que possui longos cabelos brancos ondulados e olhos cinzas. É gentil e doce, faria tudo por seus filhos e seu sonho sempre foi ser mãe. Tem uma personalidade igual a da filha, gentil e altruísta, sempre se sacrificando por pessoas que nem ela conhece direito. Ficou gravemente doente, mas foi “curada milagrosamente” depois de alguns meses. Ao saber do que Nico havia feito, Mari ficou amargurada e com raiva, tudo o que passara para depois perder a filha era chocante demais. Sabe-se que ficou totalmente deprimida, e só não se matou por causa dos outros três filhos. Atualmente tem trinta e quatro anos.




Bianca di Angelo

Tia de Emy, irmã de Nico, possui vinte e oito anos, sendo um ano mais nova que Marina. É igual a seu irmão na aparência, com a única diferença sendo a cor de seus olhos, que são de um verde-esmeralda e o mesmo cabelo. Braço direito de Nico, tudo o que ele fizer ela vai apoiar, mesmo de má vontade. É inteligente e desconfiada, muito próxima de Emily. É ela que faz realmente o trato com Karl Heinz, e se arrepende depois, já que se encantou pela sobrinha. Atualmente tem trinta e três anos.




Matteo Synful Di Angelo

Irmão mais velho de Emily, com cerca de 25 anos na época que ela desapareceu da Inglaterra. Tem os olhos rosados, e seus cabelos são negros como a noite igual os de seu pai. Responsável e inteligente, adorava Emily, mas por conta de ter a empresa em suas mãos quando ele tinha 13 anos acabou se afastando. Está vivo, e conseguiu com dificuldade por a empresa de volta no posto de maior do mundo, e se esqueceu que tinha uma irmã mais nova. Emily diz que ele lembra muito Reiji nos modos de agir. Atualmente tem 28 anos, e prefere manter essa história sobre a pequena caçula Di Angelo em segredo.




Filiphe Synful Di Angelo

Segundo irmão, que possuía 21 anos quando Emily foi “seqüestrada”. Não sendo parecido com nenhum dos pais, tinhas os cabelos loiros e os olhos azuis safira, sendo incrivelmente parecido com Shu Sakamaki, o que faz Emy se sentir desconfortável quando olha o vampiro. Divertido e brincalhão, sempre defendeu a irmã em brigas por ser mais fraca, ainda que ela não gostasse. Compartilha vários segredos com Emily, e se lembra até hoje do trato que fez com a sua pequena “princesa”, de nunca deixá-la sozinha. Atualmente é o braço direito de seu irmão na empresa, e, diferente de Matteo, nunca deixou de procurar Emily, tendo realizado diversas investigações em toda a Inglaterra. Tem hoje em dia 24 anos, e continua doce, sábio e carinhoso.




Lilian/ Lily Synful Di Angelo

Irmã mais próxima de Emily na idade, com dezessete anos. Tinha longos e lisos cabelos negros e olhos azuis, puxados da avó. Indecisa, não sabe quais atitudes tomar e nem o que fazer com a vida, diferente da irmã. Medrosa, não consegue ficar quieta e caso tiver que morrer ou contar onde a irmã está, ela vai contar para se salvar, sendo assim um pouco egoísta. Apesar disso realmente amava a irmã, e como seus irmãos, ela não sabia que Emily havia sido “Prometida” a um cara desconhecido. Chorou muito quando Emy desapareceu, e assim como a mãe, perdeu-se em seus sentimentos, e ajuda Filiphe a procurar sua irmãzinha, onde quer que ela esteja. Atualmente tem dezenove anos.




Lucy Hinna

Empregada doméstica, amiga e companheira de Emily. Possui curtos cabelos azuis escuros e olhos azuis, e é mãe de Natsu Hinna, amigo de Emy na infância. Tem um ar infantil, mas tinha, na época, trinta e dois anos quando ajudou Emy. Bondosa, ainda procura Emily pela Inglaterra, ajudando seu irmão do meio, Filiphe, e sente falta da menina correndo pela casa dos Di Angelo.




Natsu Hinna

Filho de Lucy. Tem os cabelos azuis/brancos, e tinha quinze anos quando Emy o viu pela última vez. Bondoso e simpático, não media esforços para ajudá-la e para fazê-la feliz. Ele ainda nutre um sentimento forte por ela, e nunca, jamais desistiu de procurá-la para finalmente confessar seu amor por ela. Tímido e belo, hoje tem 18 anos.




►Gostos

Biologia/ tudo que envolva a área biológica
Sorvetes em geral
Fotografias
Livros de botânica e mistérios
Explorar coisas novas
A natureza
Comida Italiana
Chocolate meio amargo
Café
Esmaltes
Vestidos florais
Brinquedos em geral
As cores: Dourado, azul e amarelo
Estar sozinha
Cuidar das pessoas, quem elas sejam
Primavera
Passarinhos
Borboletas
Música
Ser livre para fazer o que bem entender
Coelhinhos
Cachorros
Comidas apimentadas
Jardinagem
Comida brasileira
Lealdade



►Desgostos

Barulhos muito altos
Calor
Frio em excesso
Comidas sem tempero
Lugares cheio de pessoas
Não poder fazer nada para ajudar alguém
Não saber do que está acontecendo
Geleia
Sarcasmo
Nutella (Sim, a julguem)
Roupas apertadas
Lugares sem vida
Músicas paradas
Lugares cheios de pessoas
Filmes de Terror



► Hobbies

Jardinagem (Principal hobbie)
Tocar piano
Fotografar


►Manias

Morder o canudinho das coisas que está bebendo
Descascar o esmalte das unhas quando não tem nada para fazer
Jogar o cabelo no rosto quando está envergonhada, para cobrir o vermelho
Franzir a testa enquanto pensa
Bagunçar os cabelos das pessoas mais baixas que ela (No caso, com menos de 1,75)
Cantarolar enquanto está fazendo alguma coisa
Tombar a cabeça para o lado quando está querendo algo.



►Obsessões

Jardinagem
Livros
Jogos (Qualquer tipo, desde os de azar até os de celular mesmo)



►Habilidades


Luta esgrima,
Sabe lutar karatê
Desvia de coisas atacadas com facilidade (Uma bola, por exemplo)
Joga futebol como ninguém
É boa na natação, apesar de nunca ter precisado dela



►Qualidades


É movida por emoções, elas dão a força necessária para Emily
Determinada/ insistente
Gentil/ altruísta
Justa
Emily “apanha e esquece” muito fácil (Ela perdoa, resumindo)
Protetora com as pessoas que ama



►Medos/Fobias/Trauma


Medos

Machucar alguém propositalmente
Perder pessoas importantes
Não conseguir fazer nada para salvar alguém
Ser acertada por raios (Minha personagem é neurótica com isso, chega a ser pessimista quando está chovendo)
Medo de seu passado vir à tona.


Fobias

Astrofobia- medo de raios (É horrível, Emily chora, grita e se esconde debaixo de cobertas)


►Frases

“O forte não é aquele que ganha e humilha o perdedor, mas sim aquele que, mesmo sabendo que não tem chance, não desiste e vai até o fim”

“Ninguém precisa aguentar tudo sozinho. Seus amigos podem te ajudar. E eu estou aqui”

"Não se preocupe, vou ajudar!”

“Você é feliz ou apenas sorri?”

“Se joga, e se der medo, vai com medo mesmo!”

“Apenas o plano A não deu certo, lembre-se de que o alfabeto tem mais vinte e cinco letras!”

“Espere pelo melhor, prepare-se para o pior e seja muito feliz com o que vier”

“O que faz as flores serem tão belas é a diferença entre elas”

“Mexeu com minhas amigas mexeu comigo! QUEM FOI O DESGRAÇADO?!”

“Olha a ironia, acontecia uma guerra dentro dela e ela sorria”



►Par

Reiji Sakamaki





►Relação com o par

Conturbada, pelo menos no começo. Ele, educado, polido, indiferente, sádico. Ela, gentil, amorosa, inocente, altruísta. Personalidades totalmente diferentes, o que poderia dar? Confusões, é óbvio! Reiji cansou de tentar ensiná-la a se comportar adequadamente, como uma dama, e Emily não gostava nem um pouco de ser mandada ou pressionada para agir corretamente, como uma dama, ainda mais por alguém que nem conhecia. Competiam direto para ver quem era o mais inteligente, e uma partida de xadrez virava uma verdadeira batalha. Sempre que ela dava alguma brechinha ou batia de frente com ele a punia com o chicote e outros objetos como facas, ferro, madeira, mas nunca funcionava, afinal, Emy não daria o gostinho de ele vê-la chorar ou implorar por sua vida. Para ela, melhor sofrer do que deixar pessoas importantes sofrerem por ela.

Apesar de tudo, a Di Angelo sempre tentou se aproximar dele e agradá-lo de alguma forma: Seja com massas feitas por ela, com novos livros, qualquer coisa para chamar sua atenção para si, mas o moreno sempre recuava ou a ofendia, e isso fazia Emy se esconder em seu quarto nos casos mais sérios, e chorasse escondido para aliviar sua dor. Só queria entendê-lo, isso era um problema? Mesmo triste, seu sorriso não saía de seu rosto, ainda que fosse bem falso, e sua preocupação com ele continuava. Quando ele não comia Emy ia lá apenas para tentar alimentá-lo, mesmo que fosse com seu sangue, quando ele tinha pesadelos ela estava lá para ajudá-lo, cuidava dele, ainda que com protestos, quando Reiji ficava doente... Até que ela, depois de algumas ofensas bem pesadas e de muito maus tratos, resolveu não desperdiçar mais suas forças e seu tempo com o Sakamaki, desistindo de conseguir, ou tentar, ter pelo menos um pouquinho de seu carinho. A bela flor havia cansado de ser ingênua. “Se ele não liga para mim enquanto estou com ele, porque ligaria se eu fosse embora e parasse de me importar com ele?” Era a frase que estava em todos seus pensamentos.

Só que o vampiro, depois de alguns dias, sentiu falta de algo, e finalmente descobriu o que: Os carinhos, a atenção de Emily sobre si havia feito uma diferença enorme em sua vida. Sentiu falta dos “Bom dia!” que ela lhe dava, sentiu falta da atenção que ele nunca teve, e ficou profundamente... Ele não sabia dizer ao certo. Estava arrependido? Com saudades? Apaixonado? Foi ficando cada dia mais sentido com a falta da castanha em sua vida, e sua raiva aumentou ainda mais quando descobriu que ela conversava frequentemente com Shuu, e por isso parou de ir até ele. Aí Reiji perdeu a cabeça e foi diretamente até a menina, puxando-a pelo braço e levando-a consigo para longe do loiro, com a raiva nítida em seu rosto, fazendo Emily não entender absolutamente nada do que estava acontecendo. O moreno apenas trancou-a em seu laboratório junto consigo e ficou abraçado com ela, deixando finalmente seu passado vir à tona para Emily, que o abraçou de volta, totalmente arrependida de ter o deixado.

Desde esse dia em que ambos se sentiram à vontade um com o outro, foram descobrindo pontos em comum, e foram se apaixonando lentamente, mesmo com teimosia dos dois lados em acreditar nisso.




Relações com os Sakamakis




Emily tem uma relação tranquila com ele. Não entende o motivo dele ser tão desligado do mundo, e prometeu a si mesma que iria descobrir mais sobre o passado do loiro, ele querendo ou não, a ignorando ou não. Sempre cora quando ele fala algo de duplo sentido para sua pessoa, e não entende o ciúmes que Reiji tem quando vê Emy falando com Shu. Se sente, apesar de tudo, um pouquinho desconfortável ao vê-lo, pois lembra muito seu irmão mais velho, Filiphe Di Angelo em sua aparência. Curiosa do jeito que é, quer muito saber o que ele tanto escuta.






Pensa em um ringue de luta livre, agora coloca esses dois lá dentro... Pronto! É essa sua relação com Ayato. Emily odeia seu jeito superior e mandão de ser, acha que o ruivo é um tremendo babaca e idiota se acha que ela vai o obedecer. Brigam o tempo inteirinho, sendo necessário que o par de Ayato vá separar os dois. É a única pessoa da Mansão que ela não tenta se aproximar, e foge a cada vez que o vê, para evitar confusões.






Ela o ama de paixão. Além de o achar fofo mesmo com seus ataques infantis de bipolaridade, Emy também sonha em um dia pegar o Teddy no colo, graças ao seu fascínio por brinquedos de criança. Se identificam pelos doces, eu ambos gostam, o que faz Emily dividir seja lá o que for que fez, seja um bolo ou brigadeiro com ele, se não fica com remorso. Acha que Kanato é o irmão mais novo (Mesmo que bipolar, infantil e, acima de tudo, vampiro) que ela nunca teve.






Não sabe se gosta dele ou não. Quando o lado pervertido de Laito ataca e ele resolve importunar alguma menina que é sua amiga ela simplesmente vira o demônio e parte para cima dele com todas as forças, sem ligar para as conseqüências que isso traria. Mas do outro lado ela sente pena de Laito por conta de seu passado, quando o par do ruivo contou para ela, Emy ficou arrasada e começou a ajudá-lo e tentar entendê-lo, mesmo sendo difícil para ela.






Por ele ser fechado e talvez um pouco descontrolado com sua raiva, Emily tem medo de Subaru. Sempre que tenta se aproximar ele a repele, fazendo com que ela tente cada vez mais. Gosta de ajudá-lo no campo de rosas e conversa com todas elas, para tentar arrancar ao menos um sorriso de Subaru. Com certeza é o irmão favorito dela além de Reiji. Curiosa, tenta saber mais sobre ele, mas na maioria das vezes acaba fugindo e ficando com medo do albino.



Mukamis




Intelectual e sério como Reiji, Emy se identifica com ele e gosta de conversar com ele, apesar de sua semelhança também com Ayato. Não gosta dos apelidos que ele dá às noivas, e sente aquela raivinha quando ele as chama assim. Gosta de falar com ele sobre equitação e também tenta ajudá-lo para que assim ela saiba mais sobre ele.






É o que ela tem mais afinidade, como amigo. Os dois se identificam bastante pela jardinagem e pelo gosto por comidas doces, em geral o açúcar. Emily adora ajudá-lo em sua horta, e Yuma dá risada da afinidade que ela tem com as plantas, como ela conversa com elas. Está sempre sendo bondosa com ele, mesmo sabendo que Yuma pode não retribuir o favor. Ela geralmente cozinha (Obrigatóriamente) para ele, e revira os olhos quando ele a chama por apelidos ruins.





É como o Ayato Sakamaki, ela não gosta dele, pelo simples fato de que ela não foi com sua cara. O loiro tem suas duas faces, a face bondosa e a maldosa, e Emy percebeu isso logo de cara. Como ela não aceita pessoas manipuladoras ou mentirosas, é totalmente contra ficar sozinha com ele, prefere ficar com Ayato. Tem um certo medo dele a atacar, mas geralmente não mostra isso em público, normalmente gagueja e corre para longe. Tenta tolerá-lo, mas simplesmente não consegue.





Sinceramente? Ela MORRE de medo de Azusa. Não acha normal ele gostar de sentir dor e se cortar por absolutamente nada, apenas para sentir aquela sensação desagradável chamada dor. Tem medo de sua coleção de facas, e franziu a testa quando ele falou o nome de suas cicatrizes para ela. Apesar de tudo, está sempre cuidando de suas feridas e dizendo para não se machucar mais, mesmo sabendo que será inútil. “Dá para falar mais rápido?” É a frase mais usada por Emy com o Mukami.


►Relação com as Oc’s
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[i]Uma relação no início desconfiada. Emily falava com todas, mas não se sentia segura o bastante para conversar, como amigas fazem., mas depois que se conheceram melhor...Adora estar com elas e dar conselhos, seja eles amorosos ou de qualquer outro assunto. Super protetora, caso encostar um dedo nelas com segundas intenções ou com o objetivo de machucá-las... Saia da frente, corra! Ela vira um demônio, literalmente, e parte para cima de você com o objetivo de quebrar todos os seus ossos. Ciumenta, odeia ser trocada por garotos e/ou namoradinhos. Determinada, mesmo quando uma delas é desligada do mundo, ou não se importa as outras é Emy que tenta aproximá-la de si, sabe que é ruim ficar sozinha em alguns momentos. É quem junta todas elas em momentos de dificuldades, quem consegue fazê-las falarem entre si por mais de quarenta segundos, por isso está sempre sendo gentil com elas. Não hesita em ajudá-las e quando brigam, ela é a primeira a pedir perdão, para acabar logo com tudo.



►Reação/Ação, quando


• Descobrir que criaturas místicas existem e que você é noiva de um vampiro


“Ah claro, isso precisa acontecer comigo, normal. Até porque tudo que é estranho ou diferente precisa ser com quem? Com a Angelina Jolie? Nããão, comigo mesmo. Da continuação de: Coisas bizarras que aconteceram comigo, vem aí: “Estou noiva de um vampiro!”

[i]Emily não acreditaria no que estava acontecendo, e simplesmente daria de ombros, sentando-se no sofá calmamente. Haviam acontecido tantas coisas estranhas com ela que isso não a afetaria de modo algum, era quase que normal. Estaria morrendo de medo no fundo, mas tentaria deixar sua máscara de indiferença predominar, para assim escapar da situação. Foi uma das coisas que chamou a atenção em Reiji, sua indiferença ao saber que eram vampiros.



• Descobrir que você tem um Demônio selado em sí, e que era um Anjo Caído

“Mais uma para lista. Dessa vez estou realmente surpresa... Me superei, estou de parabéns!”

Emily ficaria surpresa demais ao saber disso, e dessa vez não esconderia seus sentimentos de espanto. Como assim tinha um demônio dentro dela? Isso era possível? O que ele faria com ela? Emy iria direto para a biblioteca pesquisar mais, e assim acalmar a todas que estavam com medo ou confusas.


• Ao ver o seu par com outra menina


Antes de se darem bem

Emily não ligaria, apenas suspiraria e perguntaria o nome da azarada, afinal, Reiji Sakamaki já ligou ou se apegou por alguma humana antes? Lógico que não, são apenas sacos de sangue sem valor, que burrice a menina pensar que seria especial para ele! Se nem ela era, porque uma humana seria? Que absurdo! Emy ficaria mais preocupada com o destino dessa pobre menina, provavelmente a morte, do que com o fato de seu par estar com outra.



Depois de se darem Bem

Por mais que ela até sabe lidar com esse tipo de sentimento, não esconderia sua cara de ódio pela pessoa em específico e seria fria com seu par, deixando de lado a Emily “do bem”, vamos dizer assim. Emy é o tipo de pessoa que deixa na cara que está com ciúmes, e manda indiretas a todo tempo, na esperança de alguém notar. “Vai lá com a sua amiguinha!” é um exemplo bem clássico das frases normalmente faladas por ela. Brigas ocorreriam a toda hora e momento, sem descanso. Ficaria de pirraça conversando com Shuu, para causar uma leve treta entre toda a mansão, mesmo sabendo que seria punida por isso.

Porém, ela não admitiria tão fácil assim, negaria até a morte, o que seria inútil, já que todos e metade do Japão já sabiam do ciúmes descontrolado. Isso faria suas amigas sorrirem debochadamente e dizerem: “Ok Emily, acreditamos em você ok? Ninguém está com ciúmes aqui, imagine!””

“Ciumenta? Eu? Isso é coisa da sua cabeça, eu estou totalmente ótima...”



• Descobrir o passado de seu par

Ficaria totalmente em choque e espantada, para depois ligar as peças e se amaldiçoar. “Como fui tão burra a ponto de não perceber?” Seria o que mais falaria para si mesma. Depois, começaria a tratá-lo com delicadeza, e estaria morrendo de vontade de tocar no assunto. Como sabe que Reiji não é dos melhores para se conversar sobre assuntos delicados, Emy esperaria o momento certo para falar sobre isso. Sabe a dor de ser ignorada, e não desejaria isso para ninguém.[i]


[i]• Estivesse apaixonada

[i]Não conseguiria esconder, nem mesmo que tentasse. Ficaria vermelha igual um pimentão toda vez que deixasse escapar alguma frase de duplo sentido, e começaria a gaguejar. Seu coração bateria forte e rapidamente, e Emily sentiria uma estúpida vontade de abrir um buraco no chão e se esconder para sempre, se amaldiçoando por ter cometido o estúpido erro de ter se apaixonado por alguém como Reiji! Também passaria horas olhando para o teto sorrindo bobamente, e quando fosse dormir, pensaria com carinho na pessoa amada. Quando conseguisse mostrar seu carinho para o par, seria totalmente fiel, dedicada e protetora, para fazer ele a notar. Adoraria entregar sua vida ou outra coisa igualmente importante para ela se fosse salvar ou melhorar a vida do par. Perderia a concentração e não pararia de falar sobre isso para as plantas, suas companheiras.



• Descobrisse que seu par gosta de você


“Isso não pode ser verdade, eu não acredito nisso! É um sonho, uma ilusão, tudo menos verdade!”

Emy não acreditaria nem um pouquinho. Franziria a testa e pensaria por alguns segundos após descobrir isso, meio que processaria a informação por algum tempo, e depois arregalaria os olhos assustada e coraria bruscamente, engasgando a cada palavra que soltasse. Seria difícil para ela, depois de tanto tempo não sendo correspondida e sendo magoada dia e noite por Reiji, aceitar que ele gostava dela.


►Hentai?

Com certeza :3


►Sabe que sua personagem está sobre o meu controle e que ela vai reagir de acordo com o andar da fanfic? -mas sem alteração da oc original-

Claro! E não vejo problemas!


►Algo mais?

Sim, aqui vão pequenas curiosidades sobre ela, que couberam em nenhum lugar da ficha!

Emily escreve algumas histórias fantásticas e contos baseados em sua vida, mas na maioria das vezes não está inspirada a continuar, tampouco os mostra para as pessoas, por vergonha;
Adora filmes de mistério, mas não aqueles que a pessoa já descobre o assassino no meio do filme, aquele que surpreende você no final;
Emily é canhota;
Ela adora cozinhar, especialmente salgados;
Apesar de ter alergia, Emy adora coelhos;
Adora os livros Alice no País das Maravilhas e Harry Potter;
Ela coleciona conchas;
Sabe fazer guirlandas de flores, e sempre está com uma na cabeça;
Por mais que se esforce, não é boa em matemática;
Sabe tocar violão muito bem;
Ela não sabe costurar, apesar de se esforçar;
Seu tipo sanguíneo é AB positivo. Nem doce nem amargo, uma combinação estranha que ninguém sabe explicar qual é, mas a salva de outros vampiros que preferem o sangue “doce”.

Escutando: Vem logo para a porra da sala!- Minha amiga
Lendo: O jornal
Assistindo: Pretty Little Liars
Jogando: Just Dance
Comendo: Chocolate
Bebendo: Refrigerante

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