~BiiahXD

BiiahXD
Loli <3
Nome: Beatriz
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Indisponivel
Aniversário: 8 de Fevereiro
Idade: 14
Cadastro:

Ficha- 50 Tons Diabólicos... Sakamaki Reiji <3


Postado

[centro]Toda a atenção em mim no centro do picadeiro
Como num circo (Uh, uh, uh, uh, uh-huh)
Quando eu estalo o chicote, todo mundo vai a loucura
Como num circo (Uh, uh, uh, uh, uh-huh)
Não fique aí parado me assistindo, me siga
Me mostre o que pode fazer
Todo mundo se soltando, podemos fazer uma pista de dança
Como num circo (Uh, uh, uh, uh, uh-huh)


Nome Completo


Marina Lily Allen

Marina significa “aquela que vem do mar, menina marítima, marinho”. Tem origem na palavra em latim Marinus, que signifca “do mar”, “marítimo”. O substantivo comum Marina também pode significar estacionamento de barcos de pequeno porte ou médio porte dentro de um porto. Também pode ser escrito “Maryna” ou “Marine”, derivados, respectivamente, do russo e do Alemão.

Lily significa, literalmente, “Flor de Lírio”. É uma palavra derivada do americano/inglês, e é seu sobrenome do meio, herdado por sua mãe, Violet Lily Darkness.

Allen é uma palavra que tem uma origem desconhecida, que pode ser tanto germânica como americana, e, respectivamente, nos dois idiomas significa “Rocha, pedregulho” e “Alma abençoada”, “Alma divina”. Herdado por ela de seu pai, Victor Allen.




Idade

May nasceu dia 25 de outubro de 1999, tendo dezessete anos. Seu signo é Escorpião, o signo dos ciumentos, seu ascendente é Touro e seu signo Lunar é Leão. Nasceu exatamente às 3 horas e 03 minutos da manhã.



Apelidos


MariApelido simples usado por todos que a conhecem, uma forma de abreviar seu nome para assim ficar mais fácil a pronúncia. Ela gosta sim do apelido, e certamente não liga de ouvi-lo, pois quando alguém diz: MARINA! Ela presume que a pessoa está brava.

Nina- Apelido íntimo, normalmente acompanhado pelo “chan”. Usado apenas por suas amigas e pessoas que ela confia. Se qualquer um resolver tentar chamá-la assim sem nem a conhecê-la direito, provavelmente estaria morto se olhar matasse.

Blue Ocean/ Sea/ Pequena Sereia- Referentes ao mar, todos zoam com ela pelo fato de que “Marina” significa aquela que veio do mar, o que é uma ironia, já que Mari adora o mar, passa horas dentro de piscinas ou lagoas. Normalmente, ao ouvir algum desses, já sabe que é um código, assim todos a reconhecem e ela reconhece quem a chamou assim.

Athena- Se refere ao seu incrível talento com espadas, a incrível agilidade que ela tem e lógico, suas habilidades de formar planos de fuga, ou seja, sua inteligência. Athena, em grego, é a deusa da inteligência e da guerra, o que torna o apelido muito querido por Marina.

May- um único apelido, que ela mesmo inventou, usado para assinar bilhetes, um modo de dizer que ela esteve ali.

Ilusionista- Apelido referente à sua história e por suas habilidades em enganar alguém com simples truques de ilusionismo, até mesmo os mais perceptivos. Esse talento provém de sua infância.

*Não pus os normais do anime, porque isso você escolhe :3 (Tipo bitch-chan, sem educação...)*



Aparência /Tipo de corpo

Marina é considerada bela pelos padrões da sociedade. Cabelos tingidos (A cor original é castanho) lisos da cor de violetas (Um roxo misturado com lilás) na altura de seus quadris que sempre ficam para trás soltos, com algumas pequenas mechas menores na frente de seu rosto. São bem cuidados, macios e cheirosos, possuindo um leve cheiro de limão misturado com o cheiro de flores recém-colhidas, graças às flores que usa sempre. Gosta muito de seus cabelos, e passava horas do seu dia (Quando podia) tentando arrumá-lo de um jeito legal, mas acabava desistindo e deixando solto mesmo.

Seus olhos são azuis-claros, que podem se transformar com a luz, passando de violeta para azul escuro, do azul escuro para o claro, do azul claro para o cinza... Com os cílios pequenos, se amaldiçoa por não ter levado um rímel com ela, pois odeia essa sua própria característica, e com certeza isso mudaria em si mesma. Sua pele alva é muitas vezes castigada pelo Sol, o que a faz ter uma pele sensível e ressecada, que precisa sim de cuidados especiais. Cremes, hidratantes e protetores solares vivem em seu cotidiano, e Marine não sai sem eles. Mãos macias e pequenas, chamadas mãos de fada, pelo fato de que qualquer planta, animal ou ser vivo fique curado em suas mãos com seus cuidados; unhas pequenas, cortadas porque costumava tocar violão, sem cor alguma porque Mari simplesmente não gosta. Pernas bem torneadas, com coxas durinhas e medianas. A única coisa que ela tem de demais no corpo são seus seios: São fartos. Cintura média, quadris largos (Outra coisa que ela não gosta, pois chama a atenção), bumbum arrebitado e mediano, lábios rosados e carnudos, nariz reto e empinadinho.

Nina tem traços delicados, o que a faz parecer uma boneca. Ela mede 1,64 de altura, e pesa 63 quilos, algo que considera normal e saudável. Se acha bonita e se gosta naturalmente, tendo bastante auto-estima, mas no comparativo com outras meninas e mulheres se sente “ameaçada”, por algumas terem um corpo mais escultural que o dela. Quando arrumada devidamente, sabe chamar a atenção. Baseada em Caitlyn, de League of Legends.












Personalidade

Marina Allen é sincera, engraçada, inteligente, bondosa, gentil, amiga e encantadora. É o tipo de pessoa que todos querem ao redor, pois sempre se preocupa com o bem estar de todos e não tem medo de se jogar de cabeça em alguma situação para salvar uma vida, o que faz a mesma se meter em vários problemas. Altruísta e gentil, mesmo sabendo que pode se machucar ela vai te ajudar com todas as forças, May acaba colocando as necessidades das outras pessoas acima das suas, muitas vezes ela nem conhece direito o ser humano, mas orienta mesmo assim. Sempre tem uma explicação para tudo, seja ela lógica ou tirada de um argumento nada a ver que ela mesmo inventou. Determinada e teimosa, Mari arrisca tudo o que tem para conseguir algo, e não desiste até ter o que precisa. Não gosta de modo algum ser subordinada a alguém ou ser obrigada a ficar presa em algum lugar, quer ser independente, e precisa que os outros entendam seus motivos de às vezes querer ir embora e ficar sozinha por um tempo. Odeia quando alguém tenta pegar seus problemas para si, ela sofre sozinha até o que não consegue suportar, mas sofre calada e sem “incomodar ninguém”. Mesmo triste, seu sorriso nunca sai de seu rosto e não quer que ninguém se machuque por ela.

Ela é o tipo de pessoa que “apanha e esquece” ou seja, não importa o tanto de vezes que a pessoa a evitar ou a afastar, ela vai continuar insistentemente tentando se aproximar do ser e entender seus motivos de querer ficar sozinho, caso ela não querer mais falar com você ou não tentar se aproximar, significa que ela finalmente cansou, e você vai sentir falta de seus mimos. Curiosa, explora tudo e todos, e sempre quer saber mais do que sabe, sendo às vezes rotulada como intrometida, mas não, ela só quer ajudar. Adora conhecer novas casas ou lugares, sempre tem muita coisa para descobrir que nem imaginamos. Esperta, capta pequenos detalhes em todas as situações, o que é muito importante caso quiser juntar as peças de um quebra cabeça ou de alguma coisa que está investigando. Sabe identificar uma mentira a distância: Odeia ter que mentir ou enganar alguém, ela se sente culpada e até passa mal por isso, ficando com sérias dores de cabeça e estresse. Ela pode ter duas opções, ou mentir ou morrer, ela prefere morrer. Não percebe o sarcasmo e até fica com fama de bobinha, mas não se engane: Mesmo com sua aparência delicada, não subestime sua força e sua inteligência, ela pode te surpreender de muitos modos. Gosta de estar sozinha de vez em quando, e não liga.

Sua maior habilidade é fazer com que as pessoas acreditem em algo que não é real, ou seja: o ilusionismo. Sempre enganando a todos com seus truques, pequenos, mas essenciais e precisos... Ela engana até a vampiros, escapando por pouco do fim do “jogo”. Com Marina, nem tudo o que você vê é real, e precisa sempre desconfiar de tudo o que acontece, afinal, esse é seu trabalho desde que nasceu. O ilusionismo usado por ela são pequenos e baratos“truques de mágica”, de acordo com as pessoas que conseguem distorcer a realidade ao menos um pouquinho, para que então a menina consiga tudo o que quer sem problemas. Sabe um pouco de hipnose e também aprendeu a usar a persuasão quando estava no circo com seus pais. Trapaceira, não mede esforços para vencer, mesmo tendo que jogar sujo para isso. Isso a ajuda quando ela está em uma situação de perigo, graças a esse seu talento sempre consegue achar uma saída, alguma brecha. Com ela a vida é uma caixinha de surpresas, muito boas, ou ruins.
Tem um grande senso de liderança, ou seja, é ela quem consegue organizar um grupo para que possam trabalhar em equipe, unidas. Por mais que tenha uma menina desligada do mundo, sádica, que não se importe com ninguém Marina vai tentar conversar com elas, e vai conseguir uni-las nem que seja por quarenta segundos, mas vai. Isso porque ela sabe que ficar sozinho na maioria das vezes é algo extremamente horrível. Sabe usar bem as palavras, afinal, a magia e as palavras andam unidas, e consegue convencer qualquer um de que ela está correta e que algo deve ser feito rapidamente. Nunca foi a favor da violência, sempre foi uma menina muito pacífica, mas para salvar alguém... Ela simplesmente consegue arranjar forças de onde ela nem sabia que tinha para realizar o que precisa. Por mais que pareça frágil, nunca a subestime: Se você estiver em sua lista negra, não há como escapar, ela vai te causar o maior mal possível até você simplesmente pedir por perdão

Jogos de estratégia, como damas, xadrez e outros do mesmo tipo são os seus preferidos. Competitiva, não aceita perder de modo algum, mesmo se for uma pequena aposta de quem vai ganhar o jogo de dardos, por exemplo. Imprevisível, gosta sempre de estar um passo a frente de todos em seus planos, dificuldade que vai encontrar com Reiji, que é igualmente inteligente e observador. Não gosta de se sentir encurralada ou desafiada, ela aceita sem pensar e revida na hora o desafio, mesmo que isso seja uma grande burrice. Também odeia que alguém tente descobrir o que está pensando ou de fato adivinhar o que ela está pensando, às vezes prefere deixar seus problemas e pensamentos apenas para si. Quando está de mau humor, o que é extremamente raro, briga por absolutamente qualquer coisinha, e vira um pequeno demônio, e quando isso acontece, May do nada tem um amplo vocabulário de ofensas e indiretas para atacar em qualquer um que passar.

É dominada por um senso de justiça fortíssimo. Sempre defende as coisas quando acha que está certa, se algo está errado, injusto ou prejudicial para uma outra vida, ela vai lá e conserta da sua maneira “Marina”, sem medo do que possa acontecer com ela.Acha injusto e cruel os mais fortes que humilham os mais fracos apenas para se sentirem bem, as pessoas que fazem isso não são dignas de receber seu respeito e muito menos viver junto a outros. . É o tipo de pessoa que só “filma” suas atitudes por algum tempo, para depois jogar na sua tudo o que sabe, todos os seus podres. Inteligente, por mais que Mari seja alegre e encantadora, não queira tê-la como inimiga, se arrependerá. Toda a maldade que ela guarda a sete chaves, algo que ela não se orgulha nem um pouquinho de ter, se revela, mostrando uma pessoa fria e sem coração. Não iria parar de te humilhar e de te encurralar até você pedir perdão de joelhos. Sente a pressão de ser a “responsável pelas encrencas de suas amigas, já que está com Reiji, o ditador da casa, e protetora do jeito que é não pensa duas vezes antes de bater de frente com ele, o que resulta muitas vezes em sua punição, normalmente bem severa. Não gosta nem um pouquinho de ficar presa a um lugar só, gosta de sair e conhecer o mundo a seus modos, quer liberdade.

Uma boa ouvinte, conselhos é o que Marina faz de melhor para as pessoas que gosta. É super protetora e ciumenta, algo que ela coloca toda a culpa em seu signo, Escorpião. Não aceita de jeito nenhum vê-los desconfortáveis ou em perigo. Se algum infeliz ousar tentar mexer com eles ou elas, vai despertar um demônio dentro de Marina Lily Allen, e não sairá impune da situação, ela provavelmente vai querer quebrar seus ossos até virarem poeira. Odeia ser trocada, se sente sozinha, traída e abandonada. Ela é fiel, dedicada e protetora, e quer que os outros sejam assim com ela também. Acredita bastante no carma, aquilo de “tudo o que você fizer vai chegar até você novamente”. Pacífica, sempre que briga com alguém, mesmo ela estando certa Marina vai pedir desculpas para a pessoa, para evitar mais brigas e mais confusões, coisa que ela odeia, e muito. Se ela não for pedir desculpas a você, ou é porque ela te odeia ou você fez alguma coisa muito séria para Mari, algo que não merece perdão. Quando está levando bronca ou até brigando por algo desnecessário, ela simplesmente abaixa a cabeça e desliga do mundo até a pessoa parar de falar besteira. Um tanto preguiçosa, não gosta de levantar cedo e levantar para pegar objetos, sendo que ela não come por pura preguiça de levantar para ir fazer algo. “Deixa para depois, consigo aguentar” é o dilema dela... Acredita que as plantas são seres vivos e que podem escutá-la, e que ficam felizes de conversar com as pessoas, até crescem mais rápido. Com mãos de fada, qualquer planta, árvore ou flor que estiver morrendo ela faz de tudo para salvar, conseguindo na maioria das vezes.

Resumindo, se fôssemos apenas pegar alguns adjetivos para descrevê-la, esses seriam: Inteligente, gentil, bondosa, um pouco trapaceira e simplesmente encantadora.




É ciumenta? Se sim, o quão pode chegar esse ciúmes?


MUITO CIUMENTA, isso é algo que nem Marina pode negar: Seu ciúmes.

Por mais que ela até sabe lidar com esse tipo de sentimento, não esconderia sua cara de ódio pela pessoa em específico, tentaria de todas as maneiras matar a infeliz ou até mesmo fazer planos para isso, porém, pacífica e gentil do jeito que é, não conseguiria matar nada, e somente discutiria o tempo inteiro com ela. Seria fria com seu par, deixando de lado a Marina “do bem”, vamos dizer assim. Mari é o tipo de pessoa que deixa na cara que está com ciúmes, e manda indiretas a todo tempo, na esperança de alguém notar. “Vai lá com a sua amiguinha!” é um exemplo bem clássico das frases normalmente faladas por ela. Brigas ocorreriam a toda hora e momento, sem descanso. Ficaria de pirraça conversando com Shuu, para causar uma leve briga...

Porém, ela não admitiria tão fácil assim, negaria até a morte, o que seria inútil, já que todos e metade do Japão já sabiam do ciúmes descontrolado. Isso faria suas amigas sorrirem debochadamente e dizerem: “Ok Little Ilusionist, acreditamos em você ok? Ninguém está com ciúmes aqui, imagine!”’

“Ciumenta? Eu? Isso é coisa da sua cabeça, eu estou totalmente ótima...”




Orgulhosa?

Não, nunca foi, apenas com seus sentimentos, aí ela não admite e esconde até não poder mais.



Virgem? Tem experiência sobre o assunto?

Bom, Marina não é virgem, perdeu com seus dezesseis anos de idade, e não se arrepende de nada, pois amava seu namorado da época. Contanto, ainda é tímida neste assunto, e se envergonha fácil de tudo: Desde tirar suas roupas até fazer coisas mais obscenas, vamos dizer assim, o que faz com que seu par precise tomar a iniciativa para que May se solte mais facilmente. É difícil vê-la tomando iniciativa, mas quando toma, é porque realmente se sente à vontade o bastante para isso. Resumindo: Até sabe de muitas coisas, porém é tímida e tem vergonha de assumir seu conhecimento. (Deu para entender?)



Par






Relação com os outros vampiros




Marina tem uma relação tranquila com ele. Não entende o motivo dele ser tão desligado do mundo, e prometeu a si mesma que iria descobrir mais sobre o passado do loiro, ele querendo ou não, a ignorando ou não. Sempre cora quando ele fala algo de duplo sentido para sua pessoa, e não entende o ciúmes que Reiji tem quando vê May falando com Shu. Se sente, apesar de tudo, um pouquinho desconfortável ao vê-lo, ele a intimida. Curiosa do jeito que é, sempre quis saber o que ele tanto escuta.





Pensa em um ringue de luta livre, agora coloca esses dois lá dentro... Pronto! É essa sua relação com Ayato. Marine odeia seu jeito superior e mandão de ser, acha que o ruivo é um tremendo babaca e idiota se acha que ela vai o obedecer. Brigam o tempo inteirinho, sendo necessário que o par de Ayato vá separar os dois. É a única pessoa da Mansão que não tenta se aproximar, para evitar confusões.





Ela o ama de paixão. Além de o achar fofo mesmo com seus ataques infantis de bipolaridade, May também sonha em um dia pegar o Teddy no colo, graças ao seu fascínio por brinquedos de criança. Se identificam pelos doces, eu ambos gostam, o que faz Marina dividir seja lá o que for que fez, seja um bolo ou brigadeiro com ele, se não fica com remorso. Acha que Kanato é o irmão mais novo (Mesmo que bipolar, infantil e, acima de tudo, vampiro) que ela nunca teve. A única coisa que ela odeia nele é sua risada psicótica, ela morre de medo quando ele ri sadicamente, tendo tendência a fugir.





Não sabe se gosta dele ou não. Quando o lado pervertido de Laito ataca e ele resolve importunar alguma menina que é sua amiga ela simplesmente vira o demônio e parte para cima dele com todas as forças, sem ligar para as conseqüências que isso traria. Mas do outro lado ela sente pena de Laito por conta de seu passado, quando o par do ruivo contou para ela, Marina ficou arrasada e começou a ajudá-lo e tentar entendê-lo, mesmo sendo difícil para ela. Ele acha graça em ser enganado por ela com seus truques, e sempre pede para que ela os faça de novo, mas May simplesmente sorri e diz: “É a mágica, Só farei o truque apenas uma vez, então preste atenção, vampirinho”





Por ele ser fechado e talvez um pouco descontrolado com sua raiva, ela tem medo de Subaru. Sempre que tenta se aproximar ele a repele, fazendo com que ela tente cada vez mais. Gosta de ajudá-lo no campo de rosas e conversa com todas elas, para tentar arrancar ao menos um sorriso de Subaru. Com certeza é o irmão favorito dela além de Reiji. Curiosa, tenta saber mais sobre ele, mas na maioria das vezes acaba fugindo e ficando com medo do albino.




História

Marina Lily Allen nasceu em Tokio, no Japão, e desde pequena tinha uma vida destinada ao mundo da mágica e do circo. Seu pai, Victor Allen, era o melhor mágico do Japão, talvez um dos melhores do mundo, especialista nas técnicas do escapismo (Quando o mágico escapa de algum lugar, como uma camisa de força ou uma cúpula de água), do ilusionismo (Quando o mágico ilude a todos com algo que não é real) e do transformismo (Quando o mágico transforma coisas em outras), e sua mãe, Violet, era sua assistente e especialista na levitação. Desde pequena Marina foi induzida nesse mundo, sendo ajudante de seu pai ou até mesmo apresentando o show, então adquiriu uma paixão especial pelo mundo mágico.

Sua família na época tinha um circo próprio, o World of Magic, que era uma enorme tenda que viajava indo do sul até o norte de todo o país, sempre atraindo muitos visitantes. Também aceitavam contratos para eventos e grandes festas. Foi em uma dessas festas que Marina, com seus sete anos, fez seu primeiro truque, totalmente improvisado, pois seu pai havia passado mal e, como dizem, o Show tem que continuar. Ela fez tanto sucesso, e se deu tão bem nessa área da mágica que todos os shows ela era aclamada pelo público, os que a viam e presenciaram seu talento passaram a apelidá-la de Little Ilusionist, ou em português, A Pequena Ilusionista. Desde esse dia passou a se apresentar junto aos pais e aprendeu também a técnica da família, em aulas exaustivas dadas pela mãe, Violet. Com treze anos já realizava mágicas difíceis, arriscadas e impressionantes até mesmo para os mais experientes, que viviam tentando e não conseguiam por medo de morrer. Foi ganhando fãs ao longo da vida, e sempre estava se mudando, de lá para cá, de modo que não conseguia ir a escola, então estudava em casa sozinha na companhia dos pais, que sempre estiveram presentes em sua vida.

Apesar de toda essa correria a família Allen era bem unida. Seus pais eram sempre vistos por Mari se beijando, se abraçando, de mãos dadas... Ela gostava daquele carinho, Sempre achavam um tempinho para ficar com a filha, e sempre a ensinaram o que era o certo e o que era errado: Gentil e bondosa, em tempos de inverno saía com suas roupas de criança e cobertores velhos para distribuir na rua para os necessitados, distribuía alimentos... Efim, fazia um monte de boas ações. Também adorava brincar com sua prima Ally, que era filha da irmã de sua mãe, Ruby Lily Darkness, que morreu em um incêndio provocado por ela mesma sem querer, fazendo a pequena menina se tornar órfã com apenas dois anos. Era como sua irmã de sangue, alguém que sempre podia contar e faria de tudo para protegê-la. Entre magias, eventos, mudanças e muito amor, a vida foi seguindo, e Marina era grata por tudo o que tinha: Não poderia reclamar e não queria reclamar de nada...

Mas, um dia, tudo isso mudou.

Dois dias antes de eles chegarem ao seu destino final, Osaka, eles pararam um pouco para descansar próximo a uma floresta: Estavam em uma carruagem (Aquelas bem antigas mesmo, de trupes circenses) e ali ficaram, para poderem dormir um pouco e continuarem a viagem no dia seguinte. Mas acontecia que um morador de um povoado que ficava ali perto acabou os achando, e, na tradição deles, qualquer um que estivesse em um circo, fizesse parte de um circo ou admirasse o circo eram bruxos, pecadores e maldosos, coisa totalmente preconceituosa, mas era o que acharam. Então, esse morador, mais precisamente Suzuki Hatsu e metade dos moradores foram até a pequena carruagem e ateou fogo na mesma, usando álcool e um isqueiro. Todos acordaram assustados e sem saber o que fazer, Ally começou a chorar em desespero, e Marina, com então seus dezoito anos, pegou a menina no colo, enrolou-a em alguns cobertores e, a pedido dos pais, saiu em disparada na direção da floresta, ouvindo apenas uma fala de Victor e Violet, a que seria sua última fala escutada por ela: “VAI! ALCANÇAMOS VOCÊS DEPOIS!”

As duas correram. Quando chegaram em uma área bem próxima à floresta, Mari escondeu Ally em um pequeno buraco e a cobriu com os cobertores, deixando a pequena segura e escondida, sempre cantando uma música para tentar acalmar a menina. “Shiiiu! Vai ficar tudo bem...” ela dizia, enquanto pegava pequenos frutos para Ally poder se alimentar “Fique aqui até o amanhecer, caso for necessário vá até o povoado e peça ajuda, ninguém vai te reconhecer ok? Precisa prometer que não v-“

“Olha! A bruxa fugitiva! PEGA ELA!”

“Promete para mim que vai ficar aqui e sem fazer barulho?”

“Prometo...”

Marina colocou dois dedos na testa da menina, encostando-os levemente, e depois falou baixinho “Ashiteru”, para depois deixá-la sozinha pela primeira vez. E assim Marina Lily Allen entrou dentro da floresta, para procurar um abrigo contra os moradores do povoado. Mal sabia ela que aquilo era apenas o começo de sua dor e sofrimento... Ela encontrou a Mansão Sakamaki, e, não tendo outra escolha, bateu na porta, sendo recebida pelo segundo mais velho daquela família estranha.




* Sinal que ela fazia com Ally*




Traumas? Se sim, como iniciou esse trauma?

Apenas o fogo, por causa de sua história, onde a carruagem onde estava junto com sua família incendiou-se graças aos moradores da vila.




Algum hobbie?

Mágica

Jogos- qualquer um, desde damas ou xadrez até os de celular mesmo, como Candy Crush.

Ler- absolutamente tudo! Ela devora qualquer livro que vê pela frente.




Gostos


Música- AMA música, qualquer gênero, mas em especial música clássica, pop e paródias. Acredita que tudo vira música, então vive cantarolando coisas sem sentido.




Literatura- Qualquer tipo de livro, e às vezes Marina escreve algumas histórias, porém não as mostra para ninguém




Mágica- explicado na história. Se especializou no ilusionismo.




Comida italiana- Qualquer tipo de massa entra em seu cardápio, ela realmente gosta muito.




Brincar- Por mais que digam que está velha para isso, ou que é inadequado para alguém da sua idade, ela adora brincar, de qualquer coisa, principalmente esconde-esconde.




Estar junto de quem ela ama- Seja um amante, seja suas amigas, ela prefere mil vezes estar com eles do que fazer outra coisa além disso.






Sorvetes em geral- É gelado? Doce? Então pode ter certeza que Marina vai adorar! Não tem preferência a nenhum sabor, apenas AMA de paixão sorvete, e o come quando está triste, deprimida, com raiva, alegre...




Mistérios – Quem não gosta de uma boa aventura? May adora desvendar mistérios, e investigar tudo que tem ao seu redor, desde pessoas até lugares. (Gato de Cheshire pq ele é muito misterioso e eu o amo <3)




Melancia -Especialmente o suco.




Café- Por mais que ame coisas doces, ela adora café. Desde o Expresso até Capuccinos, contanto que seja cafeína ela tá bem, pois ajuda a ficar “acordada”.




Passarinhos- Se identifica com eles, e os adora pelo simples fato deles voarem, um sonho de Mari desde pequena.




Cães e gatos- Tem alguém que não gosta de algum deles?




A natureza – May se sente feliz e livre, além de adorar plantas!




Balas e chicletes- Paraíso! May sempre tem ums no bolso, para casos de stress. Mascar chicletes e chupar balas ajudam Marina a se concentrar no que está fazendo, por algum motivo desconhecido...




Lasanha- Sua comida preferida.




Correr- O único exercício que ela gosta de fazer, por ser preguiçosa até demais. Mesmo quando não precisa ela corre, deixando Reiji irritado, afinal, não é nada “educado” correr pelos corredores da Mansão.




Joias- As adora, juntamente com qualquer coisa relacionada a pedras preciosas. Seu tipo preferido são colares.




As cores azul, rosa e amarelo
*Não achei imagem*



Amoras- Sua fruta predileta, por ser doce e azeda ao mesmo tempo.




Flores- Marina as acha belas e coloridas, enfeitam o mundo deixando ele mais bonito. Seu tipo preferido são margaridas e girassóis.




Planejar algo- Marina sempre quer que tudo saia perfeito, então é algo que ela gosta de fazer, para evitar erros idiotas ou estúpidos.
*Não achei imagem, sorry*



Jogar jogos -Todos os tipos! É viciada...




O outono- É uma estação de transformação para Marina, pois as folhas caem secas no chão par novas surgirem no lugar. É tempo de mudar, e isso é lindo na opinião dela.






Não Gosta



Barulhos muito altos – Duvido achar alguém que goste.
*Não achei imagem*




Calor – Além de não gostar de suar, Marina odeia estar passando calor, acha horrível e prefere passar frio, pois pelo menos tem um jeito de se esquentar...





Comidas sem tempero – Acho que ninguém gosta
*Não achei imagem*




Lugares cheio de pessoas – se sente presa, apertada, e não consegue respirar.





Não poder fazer nada para ajudar alguém – Acho que nenhuma pessoa gentil gosta disso, não é?
*Não achei imagem*



Não saber do que está acontecendo – acho que ninguém gosta





Geleia – Marina não gosta da consistência, acha estranho e gosmento.





Nutella – A julguem. May simplesmente não gosta.





Roupas apertadas – May se sente presa, prefere coisas mais soltinhas, digamos assim.
*Não achei imagem boa para isso :/*




Lugares sem vida , abandonados– Acho eu que ninguém normal gosta desses lugares, são assustadores.





Ficar triste- Ninguém gosta, não é?





Mentiras- Nenhuma pessoa gosta, em sã consciência...





Roupas casuais










Roupas de inverno










Roupa de dormir










Roupa para compromissos




*Aqui para encontros, saídas, do tipo ir ao shopping ou algo mais simples*




*Festas mais formais, bailes, esse tipo de coisa*




*Vale para tudo, escolha uma para mim? Não consegui escolher, sorry :/*



Alguma especialidade (talento)?

Truques de mágica, mais precisamente o ilusionismo. É boa no que faz, e adora enganar as pessoas com eles, é, afinal de contas, uma forma de entretenimento.



Como é o seu sangue?

Seu tipo sanguíneo é AB positivo. Nem doce nem amargo, perfeitamente harmônico, uma combinação estranha que ninguém sabe explicar qual é ou o que lembra, mas a salva de outros vampiros que preferem o sangue “doce”. Não é enjoativo de jeito nenhum, e é viciante a quem gosta do sabor.




O que faria se...



Soubesse que o seu par é vampiro?

“Ah claro, isso precisa acontecer comigo, normal. Até porque tudo que é estranho ou diferente precisa ser com quem? Com a Angelina Jolie? Talvez com Cinderella? Nããão, comigo mesmo. Da continuação de: Coisas bizarras que aconteceram comigo, vem aí: “Estou noiva de um vampiro!”

Marina não acreditaria no que estava acontecendo, e simplesmente daria de ombros, sentando-se no sofá calmamente. Haviam acontecido tantas coisas estranhas com ela que isso não a afetaria de modo algum, era quase que normal. Estaria morrendo de medo no fundo, é lógico, mas tentaria deixar sua máscara de indiferença predominar, para assim escapar da situação. Foi uma das coisas que chamou a atenção em Reiji, sua indiferença ao saber que eram vampiros.




Encontrasse o seu par com outra?

Antes de se darem bem May não ligaria, apenas suspiraria e perguntaria o nome da azarada, afinal, Reiji Sakamaki já ligou ou se apegou por alguma humana antes? Lógico que não, são apenas sacos de sangue sem valor, que burrice a menina pensar que seria especial para ele! Se nem ela era, porque uma humana seria? Que absurdo! Ela ficaria mais preocupada com o destino dessa pobre menina, provavelmente a morte, do que com o fato de seu par estar com outra.

Depois de finalmente se dar bem com Reiji, Marina ficaria brava demais ao ver a cena, e sairia correndo para se trancar em seu quarto para chorar. “Como fui trouxa” ela iria pensar, e chorar, de preferência ouvindo Adele, porque não precisa estar triste, precisa ouvir música depressiva...
Até depois, quando passasse, ignoraria por um tempinho, tipo alguns dias, seu par, não ligaria para nada do que ele falasse, e de pirraça tentaria se aproximar de Shuu, para algum ciúme acontecer.



Se soubesse que irá morrer futuramente?


Apenas tentaria de todos os modos fugir de seu destino, porque de acordo com Marina ninguém precisa seguir seu destino, basta criar outro! Então, dessa forma tentaria fugir trezentas vezes seguidas, e por mais que fosse punida, não aprenderia a lição. Depois que se conformasse com a situação apenas aproveitaria ao máximo sua vida, tentando realizar tudo o que pretende até sua morte.




Como imagina a sua primeira vez

Com certeza, ela imaginava sua primeira vez com Reiji bem... Selvagem, sádico do jeito que é, com certeza ela seria a submissa e ele o mestre. Algo intenso e luxurioso, e bem quente, com algumas provocações vindas dela depois que se acostumasse com a ideia de ter relações com o vampiros.



Como reagiria ao saber que irá ser punida?


Marina seria forte, e agüentaria até o que não pode aguentar sem dar um piu. Isso mesmo, ela não daria o gosto de chorar, gritar, gemer ou seja lá o que ele pretendia escutar dela, jamais o deixaria se aproveitar de sua dor. Reiji poderia bater nela com chicote, madeira, com as mãos, mas não arrancaria nem um suspiro de Marina.



Qual seria sua reação ao ter sua primeira mordida?

De confusão. Lerda do jeito que é, não entenderia muito bem o que estava acontecendo, mas ao sentir a dor insuportável começaria a gritar por ajuda, mesmo sabendo que ninguém a ajudaria.



O que faria se alguma das outras noivas tivesse uma rivalidade com você?

Primeiro que Marina é muito sensível, então ela ficaria bem magoada e tentaria entender o que ela havia feito para que a outra a odiasse. Depois, tentaria a todo custo fazer isso parar, com conversas, parcerias...

Se não desse jeito, aí May ficaria brava e começaria a jogar sujo, sendo grossa, arrumando qualquer motivo para criticar a outra, brigar a todo instante, esconder as coisas da outra noiva, investigaria a fundo a menina para descobrir seus medos, seus segredos, seus desejos... Ela seria um verdadeiro demônio, pois se tem algo que ela sabe é que palavras machucam mais que agressões, e segredos intimidam muito mais que ameaças.




E se soubesse que está se apaixonando pelo o seu par?

Não conseguiria esconder, nem mesmo que tentasse. Ficaria vermelha igual um pimentão toda vez que deixasse escapar alguma frase de duplo sentido, e começaria a gaguejar. Seu coração bateria forte e rapidamente, e May sentiria uma estúpida vontade de abrir um buraco no chão e se esconder para sempre, se amaldiçoando por ter cometido o estúpido erro de ter se apaixonado por alguém como Reiji!

“O que eu fiz para mecerer isso, me apaixonei por um sádico... Já virou um hobbie seu me foder, não é vida? O que
eu fiz? Na boa? É oficial, fiz alguma merda e Deus não me perdoou...”

Também passaria horas olhando para o céu sorrindo bobamente, e quando fosse dormir, pensaria com carinho na pessoa amada. Quando conseguisse mostrar seu carinho para o par, seria totalmente fiel, dedicada, submissa e protetora, para fazer ele a notar. Adoraria entregar sua vida ou outra coisa igualmente importante para ela se fosse salvar ou melhorar a vida do par. Também passaria a ser mais solta, mais pervertida, e mais sádica do que o normal.




Quando souber que apenas está sendo usada para o sexo? Se importaria? Tentaria mudar a situação? Se sim, como?

Se sentiria mal demais, se trancaria em um quarto por alguns dias de tão deprimida, afinal, ela estava ficando apaixonada pelo maldito quatro olhos certinho! E então, depois do choque inicial, tentaria de tudo para reverter a situação, se preocuparia mais com Reiji, pararia de lutar quando ele quisesse seu sangue, se comportaria de uma forma mais “Lady like”, e o mais importante: Não desistiria do que quer.



O que faria se descobrisse sobre Yui Komori, a antiga noiva?

Nada, afinal, ela já morreu mesmo...



E por fim, o que faria se descobrisse que o seu par teve alguma relação com Yui? E se fosse assombrada pela a garota?

Como dito anteriormente, ela não poderia fazer nada a respeito, então apenas se concentraria em fazer Reiji esquecê-la. Se fosse assombrada pela garota ficaria brava demais, e com certeza discutiria com o maldito espírito:
“Me deixe em paz vadia, não te fiz nada! Nem te conhecer eu conhecia! Por acaso quer ser enterrada novamente? Por que de onde eu vim a regra era clara: Vadias são enterradas.”




Enfim, foi isso! Espero que tenha gostado, desculpe por qualquer erro e me diga o que preciso mudar, caso houver algo! Até logo <3

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Escutando: Vai taca taca taca~ Tá na cabeça, não me julga!
Lendo: Um amor Para Um Sádico
Assistindo: Vídeos do Youtube
Jogando: Nadinha!
Comendo: Macarrão
Bebendo: Coca cola!

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