~ThaliaStocker

ThaliaStocker
*.(star)light•
Nome: ❀ Thalia ✿
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Indisponivel
Aniversário: 9 de Abril
Idade: 5
Cadastro:

Ficha -- Corrupted


Postado



Blood, Sweat & Tears

Se a sua opinião mudasse alguma coisa em minha vida, talvez eu me importasse com ela.







난 빌어 먹을 최고 마담
I’m the mother fucking top madam


D A D O S

NOME:

Park Minah - 공원 미나 || 樸敏啊 || パーク・ミナ. Fora um nome escolhido por sua falecida tia, a mesma morreu quando Minah tinha seus treze anos de idade, e foi a partir daí que ela descobriu a sua capacidade sobre ser médium. O nome Park é o sobrenome da família de seu pai, já que o da mãe é Kim. Minah significa amargo, algumas pessoas até dizem que seu nome combina com a sua personalidade, mesmo ela não sendo amarga, e sim reservada. O que acaba por dar a impressão de que ela é uma pessoa que é indiferente com as outras.

Afetuosamente, é chamada de pirralha ou Park por seus familiares e amigos, e por quase qualquer um que tenha intimidade ou coragem o bastante para usar tal nomenclatura que apesar de algumas vezes acabar soando pejorativa, é apreciada e querida pela menina, porém, não julgue que por ela aceitar o título de pirralha, ela vá gostar de ter os cabelos bagunçados ou de ser tratada como uma criança, isso é o mesmo que pedir um convite formal para que a garota o trate com falta de respeito.


CODINOME:

Murphy;o que para ela soou como uma brincadeira de péssimo gosto por algum tempo. O nome Murphy foi por muito tempo, alvo de ódio da garota e atualmente é apenas um motivo para fazer da vida dos chefes, um verdadeiro inferno, já que tal nomenclatura surgiu graças a Lei de Murphy que diz “Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível”, quando descobriu sobre a tal lei da física, não demorou para atribuir a chefia o peso da ‘brincadeira de mal gosto’ e tomou isso como um impulso necessário para fazer o que quisesse sem se importar com as consequências, atribuindo toda a culpa de seus atos ao “Karma” que seus superiores lhe deram graças ao nome;

IDADE:

2O anos,sendo 21 na Coréia do Sul; Nasceu no dia 22 (vinte e dois) de Agosto, participando então do vasto grupo de leoninos que habitam a Terra, porém, a natureza da menina não bate realmente com seu signo, e isso deixa-a um tanto descrente quanto a astrologia, apesar de que sempre que encontra alguma semelhança entre seu comportamento e as palavras em colunas de horóscopos, age como se realmente acreditasse em tudo que está ali.

NACIONALIDADE&LOCAL:

Daegu, sul-coreana. Daegu ou Taegu é uma cidade da Coreia do Sul situada no sudeste do país. Constitui uma cidade metropolitana, pelo que o seu nome completo é Cidade Metropolitana de Daegu. O nome Taegu vem da anterior forma de transliteração: Taegu Kwangyŏksi.

TIPO SANGUÍNEO:

Sangue tipo B -- Pessoas do grupo B são particularmente brilhantes e empreendedoras, não muito confiáveis e um pouco egocêntricas. Cheias de energia e autoconfiança, muitas vezes são líderes que assumem altas posições em seus trabalhos porque confiam muito na própria intuição e pouco em outras pessoas. São pessoas entusiastas, alegres, comunicativas, sociáveis, não se preocupam muito com os riscos e desdenham das regras. Elas também são menos leais do que as pessoas do grupo A, as quais se pode dizer que são o seu exato oposto em tudo.

PERSONALIDADE:


Existe uma quantidade razoável de adjetivos que conseguem denominar a pequena Minah com certa precisão, dentre eles estão: desapegada, independente, determinada, corajosa, despudorada, liberal, impetuosa, impulsiva, língua afiada, autoconfiante, narcisista, egocêntrica e aí segue-se a lista quase infinita de qualidades —já que ela se recusa a acreditar que pode de algum modo, ter algum defeito; porém, podemos ficar apenas com a dupla de palavras que melhor caem em sua personalidade um tanto contraditória: Sem Noção.

Desligada da moral e tabus sociais, a morena pode ser considerada alguém com um temperamento desafiador que não aceita calada o que não é de seu agrado, demonstrando força de vontade ao agir e impaciência ao ter de esperar resultados do que plantou, sendo movida por nada além do mais puro e turbulento instinto, Minah acaba por tornar-se alguém desapegada sentimentalmente das pessoas que lhe cercam, esperando que em algum momento ela pise na bola e não identifique seu erro —o que acontece com mais frequência que o imaginado; e assim acabe não pedindo desculpas —algo que também não é de sua natureza, já que o ato de desculpar-se é visto quase como uma fraqueza e evitado ao extremo; e perdendo a amizade ou companheirismo de outrem, sendo assim, aprendeu a lidar com as pessoas ao seu modo: Não se apegando.

O fato de não ser sentimentalmente apegada a quase nada nem ninguém, não significa que a garota não sente, seria uma mentira completa dizer que ela não tem sentimentos, sendo que esses borbulham em seu interior e em geral são expostos sem medo de que alguém possa aproveitar-se da situação para usa-los contra si, vendo a liberdade de sentir e expor isso como um grande feito e sabendo que qualquer tentativa de reprimir o que quer que seja dentro de seu peito, servirá apenas para lhe machucar e que eventualmente, isso venha a sair do pior modo possível, sendo assim, é impossível de dizer que ela é boa com segredos, sendo um livro aberto, o que muitas vezes trás a impressão de que é apenas uma tentativa para aparecer, quando na realidade é apenas o seu jeito indelicado de levar a vida.

Não porta nenhum resquício de dependência física ou sentimental de qualquer indivíduo que seja e carrega certo gosto em apontar-se como dona do próprio nariz, recusando-se a receber ordens de qualquer um que seja. O que leva-a a não se abater por qualquer obstáculo que aparece a sua frente, perdendo o resquício tímido de juízo que tem guardado consigo e mantenha a sua vida no mesmo ritmo desenfreado e já costumeiro, de todo modo, tentar ditar-lhe regras e lhe colocar em rédeas curtas, serve apenas para que ela lhe dê uma prévia do que pode ser o verdadeiro inferno, então façamos um favor a humanidade: tente freá-la, e caso ela decida que quer algo, não vai parar de tentar até quebrar a cara vezes o suficiente para perceber por si só que isso ou aquilo não dará certo.

O único problema é que em geral a determinação para o “Eu quero. Eu tenho.” pode ser voltada tanto para coisas quanto para pessoas, e ao ter certo alguém em sua mira, é normal que ela torne-se insuportável até conseguir o que quer, sendo extremamente sensual e sabendo manipular bem as situações a seu favor e levando qualquer um ao estado de insanidade caso não consiga ter o que quer, considerando como uma afronta e isso servindo apenas para motiva-la e leva-la ao extremo do inconveniente, e por mais que Minah não se considere uma pessoa apaixonante e saiba que acabar caindo de amores por quem quer que seja é uma tarefa difícil, ainda tem certa noção de que o pobre coitado que acabar tomando seus sentimentos bonitinhos e amorosos para si, tomará também a possessividade e falta de bom senso da morena.


GOSTOS&DESGOSTOS:
- Lutas corpo a corpo
- Manusear armas
- Outono
- Bebidas alcoólicas em geral
- Doces
- Dançar
- Cantar
- Animais
- Armar estratégias
- Fazer compras

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- Pessoas metidas e mimadas
- Julguem pessoas a primeira vista
- Preconceitos
- Maltratem os animais
- Mentiras
- Receber ordens
- Ser interrompida
- Ser ignorada
- Depender dos outros
- Perder


HISTÓRIA:

"Eu sempre pensei que fossem só faróis."

Os gritos se espalharam pelo local, se grudavam nas paredes, a mulher apertava a mão do marido, que filmava o momento com um sorriso formado nos lábios. O médico tinha filetes de suor escorrendo pelas laterais da cabeça, e ele não era o único; os enfermeiros ao seu redor estavam na mesma situação, tanto como a mulher. O suor escorria dos cabelos, das axilas, do corpo todo, empapava as roupas e até os lençóis da cama do hospital, as paredes pareciam ter ouvidos, tanto que aquela sala apertada estremeceu aos gritos da mulher. Pediam-lhe para que fizesse força, e ela fazia. Fechou os olhos e deu o seu grito final, sentindo até a alma sair pelo suor. Ouviu um choro então, a criança enfim tinha nascido. E ela permitiu-se desmaiar. Total escuro. Ouvia as vozes embaixo d'água, o apito do aparelho que media seus batimentos ao seu lado, o grito do marido, então, de repente não sentia mais nada. Tinha sido demais para ela. Ela partiu dessa vida para outra melhor. Morta.

[...]


"Papai." A garota chamou-o, sentada no tapete com uma miniatura de alguma princesa,na qual não conseguia identificar. O homem estava sentado no sofá, lendo seu jornal, o casaco do terno jogado em algum lugar que não conseguiria informar nem se quisesse qual era. Dobrou o jornal e depositou-o delicadamente no sofá, voltando a atenção para a criança. Feição infantil, bochechas enormes, face levemente corada, olhos ligeiramente puxados, uma pequena asiática. Tentou sorrir, mas não conseguiu. A falta que ela fazia era colossal. Olhava para sua filha e não conseguia fazer nada além de gravar a imagem dela na memória, se parecia tanto com a mãe. Ele não poderia perdê-la também, não conseguiria viver mais se ela também partisse, teria que protegê-la de qualquer jeito. Esboçou um sorriso, acenando com a cabeça para espantar aqueles pensamentos. "Sim, Minah ?" Perguntou, tombando a cabeça. A pequena garota deixou o brinquedo de lado e fez a pergunta mais sem sentido no mundo, que para ela fez mais sentido do que tudo. "Para que serve o sol?" O homem refletiu sobre aquela pergunta por longos segundos, que mais pareceram-lhe horas. "Eu realmente não sei. Eu apenas poderia dizer que o sol seria sua mãe. Importante demais, quente demais, acabando por queimar quem quer que estivesse perto demais, e congelando quem estivesse longe demais. As pessoas vivem em função dele, e eu seria todos os astros que existem nesse universo. Vivendo em função dela." Sentia as lágrimas inundando seus olhos, mas apenas ergueu a cabeça para impedi-las. "Você seria a lua. Você não a conheceu, Minah. Mas mesmo assim, você por um momento precisou dela, mas agora não precisa mais." E era a verdade. Como Park Minah poderia viver em função da sua mãe, sem ter conhecido ela? Essa era a mais crua verdade, mesmo sendo cruel.

"É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou."

"Você gosta de flores?" O homem lhe pergunta, isso porque vira que a garota observava um canteiro de rosas atentamente. Revirou os olhos, sem olhar para o rosto do estranho. "Até que gosto. Gosto do modo como são tão delicadas e precisam de cuidado. Gosto da cor delas, são bonitas." O homem colocara uma mão sob a cabeça da criança, bagunçando seus cabelos. A governanta da sua casa ficaria extremamente estressada ao ver o estado da menina ao voltar para casa: suja. "Eu também gosto de flores, mesmo que não tenha tempo para pensar sobre elas. São tão insignificantes em meio aos problemas do dia-a-dia." O homem replicou, embora Park Minah não pudesse ver o estranho, poderia chutar que ele estaria sorrindo. Esquisito. Não respondeu-o também, dando os ombros. "Eu não sou uma ladra. Não me julgue assim. Não irei fazer o que você quer que eu faça. Não vou sujar minhas mãos por você. Não."[/centro] O homem pareceu surpreso, e por hora parou de falar, dando as costas e rumando a uma direção qualquer, Minah não se importava com ele, que morresse para lá. Ao menos ela teria um pouco de paz, para apreciar as suas flores.

Carros. Uma das coisas que não a agradava provavelmente seria estes. Precisava de carros, mas bem que carregava certo trauma pelo fato de muitas pessoas morrerem em acidentes de trânsito. O carro poderia ser mais chamado de arma letal. Mas aos oito anos, quando o pai falou que no futuro compraria um porsche para a menina, não deixou de se empolgar. Seria legal ter um carro. Até o acidente. Ela não poderia perder o pai também, certo? Mas ela perdeu. O universo não colaborava em nada consigo, e a mesma continuava com essa paixão por ele. Droga de vida.

[...]


"Você está bem?" O irmão adotivo da sua mãe, 14 anos mais novo que a mãe da menina perguntava. Minah desferiu-lhe um olhar um olhar carrancudo. "Isso é sério?" Perguntou, sem conter o deboche na voz. "Como é que você acha que eu estou?" E deu de ombros, voltou a se arrumar para o enterro dela. Tinham lhe tirado uma parte do coração e o outro vinha lhe perguntar como ela estava. Ótimo, bebendo um drink em uma praia do caribe, viu, coisinha? "Eu acho que você está mal." Respondeu, fazendo com que a mesma erguesse uma sobrancelha e contasse até 1.000 pra não sair gritando por aí. Paciência tem limite também, viu, coisinha? "Parabéns, você acertou, mil reais para você." Festejou parada, voltando com a carranca e o encarando. "Agora, se me dá licença, estou ocupada me afogando nas lágrimas." E ele saiu, embora Minah achasse que ele ficaria, voltaria e a pertubaria pelo resto da vida. Afinal, ela precisava só disso, não de ficar só. Mas ela ficou, a lua, o sol, os astros, os pais e até os tios tinham a abandonado. Ela estava sozinho naquele quarto frio, com os pés descalços tocando o assoalho frio. Ela estava pagando os pecados que ainda ia cometer. Nessa e em outras mil vidas. Deus não existia para ela, porque se existisse, daria-o uma luz de como sair daquilo tudo. Mas não deu, lixava-se para uma garota como ela. Provavelmente quando morresse ia pro inferno. As freiras chatas da igreja estavam certas, pior que estavam.
Mas o fato era: ela não poderia odiar carros só porque um tinha tido alguma falha e levara o pai para outra vida Mesmo que quisesse, Minah não podia, o mundo era cruel consigo. Até demais.

[...]


"Você não pode ficar na cama pelo resto do dia,Minah." O tio a chamava, balançando seu corpo até a menina acordar. Ou se levantar e caçar outro canto para ficar escondida e morrer. "Me deixa. Não quero acordar hoje." Murmurou, virando-se para o lado e fechando os olhos novamente. "Você anda muito deprimida ultimamente." Murmurou, agora pegando a menina pelos braços e a guiando para fora da cama. Fora difícil mas ao menos um trabalho concluído. "Será que você poderia deixar de ser burro pelo menos um pouco?" Pediu, bufando e se soltando dos braços dele. "Eu perdi meu pai, não posso nem ao menos ter a merda do meu momento gótico?" O tom de voz agora era um pouco mais alto, visto que ela começava a se estressar com o mais velho; o rosto adquirira um pouco mais de cor enquanto ela gritava com o outro.
Talvez estivesse sendo rude demais, mas aquele belo mentiroso merecia receber a sua ira.

"E nós estamos queimando todas as pontes agora. Porque era afundar ou nadar e eu fui para baixo, para baixo, para baixo."

A puberdade nunca é uma fase boa da vida para se enfrentar. Ainda mais quando não se tem apoio de ninguém, porque eles simplesmente não estão lá. Os pais podem estar no céu ou no inferno, levitando no espaço, ou sendo apenas cadáveres embaixo da terra. Ele prefere ser queimado quando morrer.
O garoto loiro que se sentava ao seu lado nas aulas de biologia dividia um segredo macabro consigo, nunca tinham se falado de fato, mas sabia algumas coisas relacionadas a ele; seu nome (este sendo Bon-Hwa), idade, aonde ele morava, coisas que apenas fanáticos por alguém deveria saber, ou até coisas a mais, elabera novo no ramo de "vamos stalkear o garoto que se senta do meu lado naquela bosta de aula."
Trocava alguns olhares cúmplices com ele enquanto se ocupavam em escrever alguma coisa nos seus cadernos, sentia que se conheciam a anos, ou ao menos tinham os mesmos pensamentos psicóticos, tirando o fato de que sabia que ele gostava de cervos. Nunca tivera interesse por animais, aliás, quem se interessa pela natureza enquanto tem os pais mortos, seus tios a ignoram e a tratam como a escrava Isaura, e além do mais; uma paixão por estrelas e uma estranha atração por fogo?

[...]


De fato, a puberdade não era a melhor fase da vida, hormônios a flor da pele, sujeita a se apaixonar da pior forma, e ela acabou por ser uma vítima do cupido, mesmo não querendo. Os olhos do rapaz com qual dividia a casa era tão misteriosos, ele era tão adorável ao seu modo de ser, ela tinha caído na lábia do seu tio. E por fim, ela tinha se relacionado com um garoto qualquer, e por fim estava com ele. Isso significava que ela não nutria qualquer sentimento por Minah, e o mesmo já começava a nutrir desprezo pela mesma, apenas isso.
"Por que você está chorando?" O menino soltou, e ela pôde sentir o sarcasmo na sua voz. Pode sentir a sua presença também porque teve a audácia de tocar o seu ombro descoberto. A brisa que vinha do oceano tocava seus fios e os bagunçava, como se tivesse uma mão invisível. Ela permanecia imóvel. "E garotas não podem chorar?" Replicou, com certo ódio concentrado na voz. "Responda." Falou, autoritário, agora se sentando ao seu lado, um pouco perto demais, o que a fez o empurrar. "Não há resposta. Você não vai querer saber." Respondeu, olhando para o horizonte, qual era apenas um azul de certa forma bonito. "Dói muito falar isso. Por favor não,cara." Ele era um enxerdo, isso sim. Mas abriu os braços, para acolhe-la, mesmo que por alguns minutos, aquele estranho seria o porto seguro de Minah. Ergueu uma sobrancelha, voltando a atenção para ele, meio duvidosa em relação a aquilo. Mas por fim abriu os braços, abraçando-o um pouco forte demais. O cheiro de nozes misturado ao da maré atingiu seu nariz, de certa forma era bom. Como uma ceia de natal na praia. "Meu nome é Bon-Hwa. Garota" Respondeu-lhe, falando como se fosse a sua mãe ou algo parecido, mas o fato era que ela era mais nova, ele deveria ter apenas uns dois centímetros a menos de altura do que ela. "É. Eu sei." Replicou, esboçando um mínimo sorriso para ele. Eles seriam amigos, mesmo que fosse a força.


APARÊNCIA:


Park JungHwa

Dotada de uma beleza um tanto singular e sendo uma completa narcisista quanto a sua aparência, Park Minah conta com 1,65cm (um e sessenta e cinco) de altura e 47kg (quarenta e sete quilos) que são distribuídos em curvas delicadas e atraentes, sendo o seu maior atrativo a combinação de uma cintura fina e o quadril largo, seguido por coxas grossas e firmes graças a prática rotineira de exercícios físicos. A pele é marcada por uma pequena e razoável quantidade de pintinhas marrons,sendo que estas,encontram-se em maior quantidade em sua clavícula e um pouco sob suas bochechas,de todo modo, é quase provável que você consiga fazer um jogo de ligar pontos com elas. Em sua mão esquerda, encontra-se a única tatuagem que possui, representando o outono, sendo que esta é a sua época do ano favorito e é comum ver Minah esfregando o desenho quando nervosa. Os cabelos castanhos e sempre bem alinhados, portam um cheiro adocicado de baunilha.

MINAH MOODBOARD













CURIOSIDADES:

É boa de copo. O álcool entrou em sua vida quando a morena completou seus 13 (treze) anos, durante a festa de aniversário de alguma colega de sala que hoje não importa o nome, desde então, a bebida é cada vez mais presente na vida da Park , deixando-a com uma resistência invejável quanto ao álcool, o que somado a dependência junto ao seu extremo gosto por ele, acaba gerando alguém que não se importa com quantos copos já virou, ela continuará bebendo até que encontre algo mais divertido ou simplesmente caia de tão bêbada.

Desde os doze anos pratica boxe, não abandonando o esporte por nenhum motivo e apesar de ter enorme apresso pela aprendizagem de diferentes tipos de lutas corporais é o boxe que a deixa confortável e que rendeu-lhe em maior conhecimento, deixando-a longe de ser uma donzela indefesa.

Considera o ato de comprar, a sua terapia particular. Consumista assumida e capitalista extrema, a loira nega-se acreditar que nasceu no país que um dia foi socialista, acreditando que não existe nada melhor que comprar e comprar mais um pouco quando ansiosa ou nervosa, podendo contar nos dedos de uma única mão, as vezes que saiu de casa com o intuito de comprar determinado item e que voltou apenas com ele, enquanto as vezes que mal conseguiu carregar as sacolas, são intermináveis e incontáveis.

É apaixonada por calçados, de todos os tipos, tamanhos, com saltos ou sem eles, sendo que já perdeu a conta de quantos pares tem em seu armário, os sapatos são seus eternos xodós e são tratados quase como se fossem um pedaço dela, levando-a a nutrir um sentimento irracional de ciúmes e afeto pelos calçados.

Existem poucas coisas no mundo que são menos saudáveis que entrar num carro com Minah sentada atrás do volante. Apaixonada por velocidade desde a infância e induzida pelo pai para o caminho das pistas de corridas ilegais, a Park encontra-se num caso sério de amor platônico por qualquer motor que vibre no mesmo ritmo que seus batimentos cardíacos e ainda que tenha uma preferência óbvia e assumida pelos carros, também tem o seu gosto por motos.


I N F O

OQUE A FEZ ACEITAR :

Para ser sincera ela não iria aceitar,inclusive ficou longos minutos pensando até ter uma resposta concreta e decisiva. Por outro lado, também pensou no dinheiro e tinha plena consciência de que ele fazia muita falta em sua vida … não queria mais viver naquele inferno. Em sua mente era também uma maneira de vingar sua família e todo o sofrimento que a pequena Minah havia passado por todos esses anos,afinal,não é sempre que perdemos uma pessoa tão importante,além de sermos ignorados por pessoas que nunca imaginaríamos, nos momentos em que mais precisamos de apoio. ”Porque não fazer essas pessoas sentirem a mesma dor que eu senti por anos?” Essa é a teoria da garota,fazer elas sofrerem do mesmo jeito.


OQUE ACHA EM RELAÇÃO AO QUE FAZ :

Minah acha que oque faz não seja algo certo,mas também não seja algo errado,afinal,tudo possui suas vantagens e desvantagens e com o mesmo não seria diferente. Assim como ela,todos os que fazem parte dessa gangue (ou pelo menos a maioria),se pudessem não estariam lá,ou seja,tem os seus motivos para estar seguindo essa profissão,seja por dinheiro,vingança ou apenas por prazer. Mas com um tempo, a garota acabou se acostumando e achou até divertido causar um pouco de caos pelas ruas de Seoul.

QUAL SEUS OBJETIVOS PARA O FUTURO :

Diferentemente de muitos outros, Minah pretende abandonar essa vida de crimes e tornar-se alguém no futuro. Assim que suas condições financeiras estiverem melhores, ela irá mudar-se para outro país, achar um amor ,casar e,quem sabe,ter filhos. Criar uma bela família, além de focar mais em seus estudos e ter uma vida sossegada.

POSIÇÕES :

[X] Lutadora
[X] Atiradora


ESPECIALIDADES :

Uma coisa que realmente não devemos discordar,é que Minah é uma excelente lutadora,tanto,que a mesma faz parte do grupo principais lutadoras de luta corpo-a-corpo da gangue_por isso,minha dica é que você não fique abusando de sua paciência, quer dizer…algo que ela não tem,pois você pode acabar se dando muito mal_Dentro do local aprende muitos tipos de lutas,entre seus preferidos estão o Boxe- Os socos mais poderosos, uma das AM mais completas e eficientes,os braços têm mais força de tanto trabalhar os musculos além de muita agilidade; Mauy Tay- o ponto extra da luta são as variadas técnicas de joelhos e os golpes de canela;Taekwondo- o bônus do Taekwondo é a agilidade, velocidade movimentação e sequências de chutes, contra ataques, também possui seus pontos fortes. Acredita que um de seus preferidos seja o primeiro e último citado,já que são os mais violentos. Além disso, Minah é ótima em manuseamento de armas,desde as mais simples até as mais complexas.Sua atividade predileta na gangue é com certeza ”Tiro ao Alvo”,depois da luta,claro,sendo a arma de fogo perfeita para essas situações, a garota raramente irá errar um alvo.

Possui grandes habilidades mentais,portanto,é ela quem arma todas as estratégias feitas nos Assaltos, além de criar as armadilhas deixadas no caminho com ajuda das integrantes.


ARMAS :
Pistola PT-360 / Soco Inglês


Facas de Arremesso



Colt Python


HK-416


C O U P L E

COUPLE :
Jung Ilhoon {BTOB}


Secundário -- Oh SeHun {EXO}


Reserva -- Wang Yibo {UNIQ}



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