~ThaliaStocker

ThaliaStocker
Nome: Thalia Stocker
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Indisponivel
Aniversário: Indisponivel
Idade: Indisponivel
Cadastro:

Ficha -- Gang vs Police


Postado



I am Crazy

”- Fui uma garota má, eu sei que sou
E eu sou tão quente, preciso de um abanador
Eu não quero um garoto, eu preciso de um homem.-”
--Boombayah - BlackPink

Girl of Weapons






난 빌어 먹을 최고 마담
I’m the mother fucking top madam


NOME:

Park Minah - 공원 미나. Fora um nome escolhido por sua falecida tia, a mesma morreu quando Minah tinha seus treze anos de idade, e foi a partir daí que ela descobriu a sua capacidade sobre ser médium. O nome Park é o sobrenome da família de seu pai, já que o da mãe é Kim. Minah significa amargo, algumas pessoas até dizem que seu nome combina com a sua personalidade, mesmo ela não sendo amarga, e sim reservada. O que acaba por dar a impressão de que ela é uma pessoa que é indiferente com as outras.

Afetuosamente, é chamada de pirralha ou Park pelas irmãs mais velhas (integrantes da gangue) e por quase qualquer um que tenha intimidade ou coragem o bastante para usar tal nomenclatura que apesar de algumas vezes acabar soando pejorativa, é apreciada e querida pela menina, porém, não julgue que por ela aceitar o título de pirralha, ela vá gostar de ter os cabelos bagunçados ou de ser tratada como uma criança, isso é o mesmo que pedir um convite formal para que a garota o trate com falta de respeito.


IDADE:

18 anos,sendo 19 na Coréia;Nasceu no dia 22 (vinte e dois) de Agosto, participando então do vasto grupo de leoninos que habitam a Terra, porém, a natureza da menina não bate realmente com seu signo, e isso deixa-a um tanto descrente quanto a astrologia, apesar de que sempre que encontra alguma semelhança entre seu comportamento e as palavras em colunas de horóscopos, age como se realmente acreditasse em tudo que está ali.

ALTURA&PESO:
Park Minah atualmente está com um metro e sessenta e sete de altura _1,67_ (a mesma acredita que é uma altura razoável para uma garota de sua idade).Seu peso é nada mais,nada menos que cinquenta quilos _5O kg_ bem distribuídos em cada espessura de seu corpo.


NACIONALIDADE:

Daegu, sul-coreana. Daegu ou Taegu é uma cidade da Coreia do Sul situada no sudeste do país. Constitui uma cidade metropolitana, pelo que o seu nome completo é Cidade Metropolitana de Daegu. O nome Taegu vem da anterior forma de transliteração: Taegu Kwangyŏksi.

PREFERÊNCIA:

Heterossexual;Heterossexualidade refere-se a atração sexual e/ou romântica entre indivíduos de sexos opostos, e é considerada a mais comum orientação sexual nos seres humanos.Dentre seus dezenove anos aqui na Terra,Minah nunca sequer apaixonou-se por pessoas do mesmo gênero.Porém,não possui preconceito com quaisquer outra orientação.

TIPO SANGUÍNEO:

Sangue tipo A; Pessoas sérias, criativas, sensíveis, reservadas, pacientes e responsáveis, mas ao mesmo tempo teimosas, são aquelas em cujas veias corre o sangue tipo A. São indivíduos gentis não no caso de Minah_, aqueles que muitas vezes colocam os interesses dos outros na frente de seus próprios interesses. Embora possam parecer exteriormente calmos, na verdade, por dentro são muito agitados e podem sofrer de ansiedade, por isso devem ficar algum tempo sozinhos para poderem descansar. As pessoas do grupo A são bons ouvintes e bons amigos; podem ser artistas, mas também podem desempenhar bem qualquer trabalho em que devam estar em contato com outras pessoas.


APARÊNCIA:

Kim Ji-Soo {BlackPink}Em 1,67m (um e sessenta e sete) de altura estão distribuídos 5O kg (cinquenta). Uma boa estatura para uma garota de dezenove anos que come como se não houvesse amanhã e queima as calorias nos treinos. Park Minah é consideravelmente bonita, e certamente, ela sabe disso. Sem curvas chamativas ou coisa assim, a menina lida com pernas medianas e resistentes, o quadril largo e cintura fina são sem sombras de dúvidas o contraste mais bonito que ela encontra em seu corpo, como as coxas e quase todo o resto de suas medidas, o busto é mediano, e é nesta região que se encontra uma maior concentração de sardas. As mãos bem cuidadas abrigam as únicas tatuagens de seu corpo, os olhos desenhados nas costas de suas mãos, não carregam nenhum significado específico, tendo em vista que foram feitos apenas pela curiosidade de ter alguma tatuagem.
X X X


PERSONALIDADE :

De uma natureza que beira o insuportável, Minah não é dada a ponderações, não pensando duas vezes antes de agir e arrependendo-se depois do caos estar feito. Impulsiva, corajosa e determinada, a menina se joga em busca de seus desejos e anseios sem pensar duas vezes, transformando a palavra refletir algo desconhecido em seu dicionário. A falta de temor não permite que em algum momento, a Park procure medir as consequências de seus atos, deixando-se consumir pela impaciência e afobação já característica da pirralha, fazendo com que a expressão “Quebrar a cara” seja familiar e quase um pedaço de si, e mesmo que ela já tenha decorado de cor e salteado o discurso feito pela maioria quando seus planos dão errado, ela não terá o menor problema em jogar as mãos para o alto e tentar novamente, afinal, desistir não é uma opção, trocando em miúdos: Martelar na mesma tecla e repetir o mesmo erro é algo comum quando se trata de Minah , e esperar que a garota vá por algum motivo aprender a lição é algo que deve ser feito com a paciência divina.

Impaciente e apressada, tende a sofrer com a urgência de querer tudo para ontem, trazendo a característica de agir com estupid*** quando se sente preocupada ou acuada, e caso não consiga agir nessas situações, a tendência é agredir terceiros. Irritadiça e sem a capacidade de guardar ressentimentos ou mágoas, procura resolver seus problemas quando eles surgem, e na maioria das vezes, isso significa uma troca afetuosa de socos e pontapés, e quando não existe a possibilidade de deixar o peso de sua mão cair no rosto de outrem, a sua saída é afiar sua língua como uma faca venenosa e de lâmina cortante. Do mesmo modo que não aceita levar desaforos para casa, não lida bem com a derrota, mostrando-se competitiva e apesar disso, a Park não vê nenhum glamour no cargo de liderança, negando-se a colocar-se num cargo que não seja o de escoro, sempre que a tarefa de controlar alguma coisa se aproxima, ela a empurra para longe, deixando claro o seu desgosto com a possibilidade de atuar no comando.

Mostrando-nos uma franqueza até mesmo dolorosa que vem camuflada em sarcasmo e humor negro, a língua solta e afiada da morena nunca encontra problemas para destilar seu veneno ácido e corrosivo, dizendo o que lhe vem na cabeça sem filtrar uma única palavra e sorrindo satisfeita quando a troça é bem feita. Muitos podem vê-la como alguém agressiva e um pouco ríspida, a realidade é que o humor parcamente apreciado, ainda não foi lapidado e possivelmente continuará assim pelos próximos anos: Espontâneo e dolorido. Apesar da falta de papas, consegue usar palavras delicadas e forçar-se a dar algum conselho quando lhe procuram para isso, posto que a sua sincera preferência é reagir com violência aos incômodos que levaram terceiros a lhe pedirem ajuda com palavras que ela certamente não sabe usar do modo correto, ela realmente terá de se esforçar para dar bons conselhos, mas vale lembrar, que desabafar com a morena , não é uma das tarefas mais saudáveis, afinal, Minah claramente não sabe lidar nem com as suas frustrações, visto que a tendência é que ela exploda em uma fúria passageira, descontando sua raiva em quem estiver perto ou simplesmente cruze com o seu caminho, sendo assim, o melhor a se fazer nessas situações, é aprender a não esperar o melhor da menina e afastar-se quando necessário, deixando-a descarregar os sentimentos negativos em qualquer coisa até que ela volte ao normal. Então, quando a raiva entra em combustão pela insatisfação de algo que aconteceu com um amigo próximo —Ou na pior das hipóteses, com as irmãs; a sua reação não poderá ser medida ou calculada, tornando o simples ato de desabafar com a Park, algo imprevisível e comparável a um tiro no escuro, a única coisa a se fazer nesses casos, é sentar e esperar para ver o quão ruim será a sua reação depois de forçar-se a oferecer algumas palavras calorosas para aquele que recorreu a ela.

Independente do gênio difícil e da cabeça teimosa, o comportamento se ameniza quando ela ganha espaço e pode escancarar as portas e janelas da alma, deixando-a tranquila e mais agradável para contato com terceiros. Toda a irritação e a falta de papas pode ser dobrada quando se conhece Minah acaba por ganhar o afeto da pirralha, o que não é realmente uma tarefa difícil, já que ela tende a gostar fácil e se apegar mais facilmente ainda, o grande problema da equação é encontrar alguém que lhe suporte por tempo o suficiente para conseguir chegar até o núcleo do coração preocupado e agitado que parece sempre ter espaço para mais um.

Carente de afeto e de atenção paternal, a Park tende a se aproximar de figuras que se passem por algo semelhante a um pai e nem mesmo percebe seus atos quanto a isso. O que não é do agrado das irmãs mais velhas que tendem a acreditar que são o suficiente para tomar conta de Minah , o que passa longe de ser uma mentira, mas também não é nenhuma verdade, até porque ela não age como um completo ogro —Embora tenha os momentos que tal afirmação é duvidável; contudo, não é preciso cavar muito fundo para ver que uma figura de maior autoridade e responsabilidade fez/faz falta sim e muito. No entanto, não ache que o carinho ganho pelas meninas poderá ser substituído, acreditar que esse amor que os envolve em uma bolha imperfurável pode ser substituído é uma grande tolice. As dores delas são tomadas para si, os quereres das irmãs também são os seus e os seus problemas também lhe pertencem, tentar separa-las é um gesto de estupid***.

A carência de atenção não é demonstrada e isso não é exatamente algo que a morena deseja, já que ela acredita que quem pede por atenção ganha atenção, diferente de quem esconde esse anseio, o problema é que a maior parte de seu tempo é gasto em encrencas ou em tentativas de acertos que quase sempre terminam em erros, que a insuficiência de afeto passa despercebida pela maioria, trazendo-nos uma visão um tanto endurecida da pirralha que é maleável como jujuba.


HISTÓRIA COMPLETA:

"Eu sempre pensei que fossem só faróis."

Os gritos se espalharam pelo local, se grudavam nas paredes, a mulher apertava a mão do marido, que filmava o momento com um sorriso formado nos lábios. O médico tinha filetes de suor escorrendo pelas laterais da cabeça, e ele não era o único; os enfermeiros ao seu redor estavam na mesma situação, tanto como a mulher. O suor escorria dos cabelos, das axilas, do corpo todo, empapava as roupas e até os lençóis da cama do hospital, as paredes pareciam ter ouvidos, tanto que aquela sala apertada estremeceu aos gritos da mulher. Pediam-lhe para que fizesse força, e ela fazia. Fechou os olhos e deu o seu grito final, sentindo até a alma sair pelo suor. Ouviu um choro então, a criança enfim tinha nascido. E ela permitiu-se desmaiar. Total escuro. Ouvia as vozes embaixo d'água, o apito do aparelho que media seus batimentos ao seu lado, o grito do marido, então, de repente não sentia mais nada. Tinha sido demais para ela. Ela partiu dessa vida para outra melhor. Morta.

[...]


"Papai." A garota chamou-o, sentada no tapete com uma miniatura de alguma princesa,na qual não conseguia identificar. O homem estava sentado no sofá, lendo seu jornal, o casaco do terno jogado em algum lugar que não conseguiria informar nem se quisesse qual era. Dobrou o jornal e depositou-o delicadamente no sofá, voltando a atenção para a criança. Feição infantil, bochechas enormes, face levemente corada, olhos ligeiramente puxados, uma pequena asiática. Tentou sorrir, mas não conseguiu. A falta que ela fazia era colossal. Olhava para sua filha e não conseguia fazer nada além de gravar a imagem dela na memória, se parecia tanto com a mãe. Ele não poderia perdê-la também, não conseguiria viver mais se ela também partisse, teria que protegê-la de qualquer jeito. Esboçou um sorriso, acenando com a cabeça para espantar aqueles pensamentos. "Sim, Minah ?" Perguntou, tombando a cabeça. A pequena garota deixou o brinquedo de lado e fez a pergunta mais sem sentido no mundo, que para ela fez mais sentido do que tudo. "Para que serve o sol?" O homem refletiu sobre aquela pergunta por longos segundos, que mais pareceram-lhe horas. "Eu realmente não sei. Eu apenas poderia dizer que o sol seria sua mãe. Importante demais, quente demais, acabando por queimar quem quer que estivesse perto demais, e congelando quem estivesse longe demais. As pessoas vivem em função dele, e eu seria todos os astros que existem nesse universo. Vivendo em função dela." Sentia as lágrimas inundando seus olhos, mas apenas ergueu a cabeça para impedi-las. "Você seria a lua. Você não a conheceu, Minah. Mas mesmo assim, você por um momento precisou dela, mas agora não precisa mais." E era a verdade. Como Park Minah poderia viver em função da sua mãe, sem ter conhecido ela? Essa era a mais crua verdade, mesmo sendo cruel.

"É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou."

"Você gosta de flores?" O homem lhe pergunta, isso porque vira que a garota observava um canteiro de rosas atentamente. Revirou os olhos, sem olhar para o rosto do estranho. "Até que gosto. Gosto do modo como são tão delicadas e precisam de cuidado. Gosto da cor delas, são bonitas." O homem colocara uma mão sob a cabeça da criança, bagunçando seus cabelos. A governanta da sua casa ficaria extremamente estressada ao ver o estado da menina ao voltar para casa: suja. "Eu também gosto de flores, mesmo que não tenha tempo para pensar sobre elas. São tão insignificantes em meio aos problemas do dia-a-dia." O homem replicou, embora Park Minah não pudesse ver o estranho, poderia chutar que ele estaria sorrindo. Esquisito. Não respondeu-o também, já que não era obrigada, continuou a observar o canteiro, tentando decifrar todos os seus segredos. "Por que você não pega uma?" Replicou, tentando capturar a atenção da menina. "Porque não são minhas." Respondeu, dando os ombros. "Eu não sou uma ladra. Não me julgue assim. Não irei fazer o que você quer que eu faça. Não vou sujar minhas mãos por você. Não." O homem pareceu surpreso, e por hora parou de falar, dando as costas e rumando a uma direção qualquer, Minah não se importava com ele, que morresse para lá. Ao menos ela teria um pouco de paz, para apreciar as suas flores.

Carros. Uma das coisas que não a agradava provavelmente seria estes. Precisava de carros, mas bem que carregava certo trauma pelo fato de muitas pessoas morrerem em acidentes de trânsito. O carro poderia ser mais chamado de arma letal. Mas aos oito anos, quando o pai falou que no futuro compraria um porsche para a menina, não deixou de se empolgar. Seria legal ter um carro. Até o acidente. Ela não poderia perder o pai também, certo? Mas ela perdeu. O universo não colaborava em nada consigo, e a mesma continuava com essa paixão por ele. Droga de vida.

[...]


"Você está bem?" O irmão adotivo da sua mãe, 14 anos mais novo que a mãe da menina perguntava. Minah desferiu-lhe um olhar um olhar carrancudo. "Isso é sério?" Perguntou, sem conter o deboche na voz. "Como é que você acha que eu estou?" E deu de ombros, voltou a se arrumar para o enterro dela. Tinham lhe tirado uma parte do coração e o outro vinha lhe perguntar como ela estava. Ótimo, bebendo um drink em uma praia do caribe, viu, coisinha? "Eu acho que você está mal." Respondeu, fazendo com que a mesma erguesse uma sobrancelha e contasse até 1.000 pra não sair gritando por aí. Paciência tem limite também, viu, coisinha? "Parabéns, você acertou, mil reais para você." Festejou parada, voltando com a carranca e o encarando. "Agora, se me dá licença, estou ocupada me afogando nas lágrimas." E ele saiu, embora Minah achasse que ele ficaria, voltaria e a pertubaria pelo resto da vida. Afinal, ela precisava só disso, não de ficar só. Mas ela ficou, a lua, o sol, os astros, os pais e até os tios tinham a abandonado. Ela estava sozinho naquele quarto frio, com os pés descalços tocando o assoalho frio. Ela estava pagando os pecados que ainda ia cometer. Nessa e em outras mil vidas. Deus não existia para ela, porque se existisse, daria-o uma luz de como sair daquilo tudo. Mas não deu, lixava-se para uma garota como ela. Provavelmente quando morresse ia pro inferno. As freiras chatas da igreja estavam certas, pior que estavam.
Mas o fato era: ela não poderia odiar carros só porque um tinha tido alguma falha e levara o pai para outra vida. Mesmo que quisesse, Minah não podia, o mundo era cruel consigo. Até demais.

[...]


"Você não pode ficar na cama pelo resto do dia,Minah." O tio a chamava, balançando seu corpo até a menina acordar. Ou se levantar e caçar outro canto para ficar escondida e morrer. "Me deixa. Não quero acordar hoje." Murmurou, virando-se para o lado e fechando os olhos novamente. "Você anda muito deprimida ultimamente." Murmurou, agora pegando a menina pelos braços e a guiando para fora da cama. Fora difícil mas ao menos um trabalho concluído. "Será que você poderia deixar de ser burro pelo menos um pouco?" Pediu, bufando e se soltando dos braços dele. "Eu perdi meu pai, não posso nem ao menos ter a merda do meu momento gótico?" O tom de voz agora era um pouco mais alto, visto que ela começava a se estressar com o mais velho; o rosto adquirira um pouco mais de cor enquanto ela gritava com o outro.
Talvez estivesse sendo rude demais, mas aquele belo mentiroso merecia receber a sua ira.

"E nós estamos queimando todas as pontes agora. Porque era afundar ou nadar e eu fui para baixo, para baixo, para baixo."

A puberdade nunca é uma fase boa da vida para se enfrentar. Ainda mais quando não se tem apoio de ninguém, porque eles simplesmente não estão lá. Os pais podem estar no céu ou no inferno, levitando no espaço, ou sendo apenas cadáveres embaixo da terra. Ele prefere ser queimado quando morrer.
O garoto loiro que se sentava ao seu lado nas aulas de biologia dividia um segredo macabro consigo, nunca tinham se falado de fato, mas sabia algumas coisas relacionadas a ele; seu nome (este sendo Bon-Hwa), idade, aonde ele morava, coisas que apenas fanáticos por alguém deveria saber, ou até coisas a mais, elabera novo no ramo de "vamos stalkear o garoto que se senta do meu lado naquela bosta de aula."
Trocava alguns olhares cúmplices com ele enquanto se ocupavam em escrever alguma coisa nos seus cadernos, sentia que se conheciam a anos, ou ao menos tinham os mesmos pensamentos psicóticos, tirando o fato de que sabia que ele gostava de cervos. Nunca tivera interesse por animais, aliás, quem se interessa pela natureza enquanto tem os pais mortos, seus tios a ignoram e a tratam como a escrava Isaura, e além do mais; uma paixão por estrelas e uma estranha atração por fogo?

[...]


De fato, a puberdade não era a melhor fase da vida, hormônios a flor da pele, sujeita a se apaixonar da pior forma, e ela acabou por ser uma vítima do cupido, mesmo não querendo. Os olhos do rapaz com qual dividia a casa era tão misteriosos, ele era tão adorável ao seu modo de ser, ela tinha caído na lábia do seu tio. E por fim, ela tinha se relacionado com um garoto qualquer, e por fim estava com ele. Isso significava que ela não nutria qualquer sentimento por Minah, e o mesmo já começava a nutrir desprezo pela mesma, apenas isso.
"Por que você está chorando?" O menino soltou, e ela pôde sentir o sarcasmo na sua voz. Pode sentir a sua presença também porque teve a audácia de tocar o seu ombro descoberto. A brisa que vinha do oceano tocava seus fios e os bagunçava, como se tivesse uma mão invisível. Ela permanecia imóvel. "E garotas não podem chorar?" Replicou, com certo ódio concentrado na voz. "Responda." Falou, autoritário, agora se sentando ao seu lado, um pouco perto demais, o que a fez o empurrar. "Não há resposta. Você não vai querer saber." Respondeu, olhando para o horizonte, qual era apenas um azul de certa forma bonito. "Dói muito falar isso. Por favor não,cara." Ele era um enxerido, isso sim. Mas abriu os braços, para acolhe-la, mesmo que por alguns minutos, aquele estranho seria o porto seguro de Minah. Ergueu uma sobrancelha, voltando a atenção para ele, meio duvidosa em relação a aquilo. Mas por fim abriu os braços, abraçando-o um pouco forte demais. O cheiro de nozes misturado ao da maré atingiu seu nariz, de certa forma era bom. Como uma ceia de natal na praia. "Meu nome é Bon-Hwa. Garota" Respondeu-lhe, falando como se fosse a sua mãe ou algo parecido, mas o fato era que ela era mais nova, ele deveria ter apenas uns dois centímetros a menos de altura do que ela. "É. Eu sei." Replicou, esboçando um mínimo sorriso para ele. Eles seriam amigos, mesmo que fosse a força.


GOSTOS&DESGOSTOS :
*Irritar as outras integrantes da Gangue
*Lutas corpo a corpo
*Armas
*Dirigir sua moto

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*Perder
*Fazer algo errado
*Receber ordens
*Ser ignorada



HOBBIES:

*Uma coisa que realmente não devemos discordar,é que Minah é uma exelente lutadora,tanto,que a mesma faz parte das principais lutadoras de luta corpo-a-corpo da gangue_por isso,minha dica é que você não fique abusando de sua paciência, quer dizer…algo que ela não tem,pois você pode acabar se dando muito mal_Dentro do local aprender muitos tipos de lutas,entre seus preferidos estão o Boxe- Os socos mais poderosos, uma das AM mais completas e eficientes,os braços têm mais força de tanto trabalhar os musculos
além de muita agilidade;
Mauy Tay- o ponto extra da luta são as variadas técnicas de joelhos e os golpes de canela;Taekwondo- o bônus do Taekwondo é a agilidade, velocidade movimentação e sequências de chutes, contra ataques, também possui seus pontos fortes. Acredita que um de seus preferidos seja o primeiro e último citado,já que são mais violentos.

*Como dito antes,a morena é muito boa em esportes e um de seus preferidos é o UFC. É realmente fissurada em vale-tudo,sendo capaz de ficar horas e horas em frente a televisão assistindo os outros levarem porrada,além de rir muito da desgraça alheia.

*Minah é ótima em manuseamento de armas,desde as mais simples até as mais complexas.Sua atividade predileta na Gangue é com certeza ”Tiro ao Alvo”,depois da luta claro,sendo a arma de fogo perfeita para essas situações, a garota raramente irá errar um alvo.

*Possui grandes habilidades mentais,portanto,é ela quem arma todas as estratégias feitas nos Assaltos, além de criar as armadilhas deixadas no caminho com ajuda das integrantes.Resumidamente,é a ”Cabeça do Grupo”.


FOBIAS:

Claustrofobia-
A claustrofobia é a fobia que se caracteriza pela aversão ao confinamento. Pessoas com claustrofobia costumam evitar elevadores, trens ou comboios e aviões. A claustrofobia também pode se manifestar no meio de multidões.

Acrofobia- A acrofobia, o mesmo que "larofobia", é o medo irracional de lugares altos. As Pessoas que sofrem de acrofobia podem-se habituar com determinados lugares altos em particular, isto é, perder o medo desses lugares, mas a sensação de medo voltará quando o indivíduo for a algum outro lugar alto. Uma quantidade surpreendente de alpinistas têm acessos intermitentes de acrofobia.


COMIDAS&BEBIDAS:

Kimbap- Kimbap é um prato coreano popular que é geralmente servido em piqueniques ou qualquer atividades ao ar livre. Kimbap literalmente significa “Alga Arroz”. Como o nome sugere, alga e arroz são os componentes principais do kimbap. Normalmente, peixe, carne, ovos e vegetais são usados como recheio.

Bebidas Alcoólicas em geral.

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Japchae- Japchae é um prato coreano feito com macarrão de batata doce, frito em óleo de gergelim com uma variedade de carnes e vegetais. Japchae é um prato tradicional servido em ocasiões especiais, como festas e reuniões, e é um favorito de muitos coreanos_tirando a Minah_.

Suco de limão (mais conhecido como “limonada”).


ROUPAS:
Casual --


Dormir --


Festas --


Banho --


Assaltos --


QUANTO TEMPO ESTÁ NA GANGUE:
Não a muito tempo,acredito que uns três anos anos e meio,mais ou menos…


PORQUE ENTROU:
Existe uma palavra que é capaz de resumir tudo,na qual nomeia-se por vingança.Realmente a vida de Minah nunca foi fácil,e isso devemos concordar.Não é sempre que perdemos uma pessoa tão importante,além de sermos ignorados por pessoas que nunca imaginaríamos, nos momentos em que mais precisamos de apoio. ”Porque não fazer as pessoas sentirem a dor que eu senti por anos?” Essa é a teoria da garota,fazer elas sofrerem do mesmo jeito.


COMO É O SEU COMPORTAMENTO:

Normal,dependo de como irá interpretar a palavra.Torna-se uma garota mais fria e arrogante. Se considerando acima de toda regra e conduta, vendo todos como obstáculos que devem ser retirados do caminho. Passa por cima das pessoas sem importar-se com nada, só em conseguir o que deseja, na certa ela pensa que os fins justificam os meios.Com sua língua mais afiada do que faca amolada,acaba por falar muitas coisas feias e se mete em muitas brigas por conta disso.Tirando esses fatores,ela é super dedicada em seus treinos,sempre prestando a devida atenção para não cometer erros.



RELAÇÕES:

Quando trata-se de seus amigos,a garota é extremamente meiga e acaba por tornar-se mais sensível e carinhosa.Se apega com mais facilidade e consequentemente se dedica mais às pessoas e preza corresponder às amizades.. e ela diz que não se deve desperdiçar uma amizade dedicada.A mesma fala por experiência própria,já sofreu muito por causa disso, de pessoas que não dão o mínimo valor nem tem consideração com a sua amizade.Além disso,por ela ser uma médium,sempre fica brincado com as integrantes dizendo que a uma alma penada atrás delas,somente para deixa-las irritadas ou com medo.

Minah considera os Policiais seus piores inimigos,portanto trata ambos do mesmo jeito,com muito nojo e desgosto .É incrível a capacidade que ela tem de ficar fazendo eles de bestas...adora provoca-los seja mostrando o dedo do meio ou usando xingamentos e falando palavras de baixo calão,porém,tenta ao máximo afastar-se pois todo cuidadoé pouco e qualquer vacilo seria fatal.Uma coisa que Park Minah não poupa para eles é a agressão física,e sempre quando tem oportunidade,estará lá quebrando seus braços e pernas,e cuspindo naquele indivíduo imundo.

Quanto a Chefia da Gangue, Minah os trata com muito respeito,além de sempre estar presente nas diversas situações que ela estará envolvida. Vai dar muitas ideias e socializar com todo mundo,porém não é daquelas que ficam puxando o saco só para ganhar reputação. Apesar disso,não pensem que a garota gosta deles...como dito antes, Minah odeia receber ordens mesmo sendo obrigada,e se pudesse os mandaria tomar no meio daquele lugar.


POSSUI ALGUMA TATTOO:
Sim,possui algumas espalhadas por seus dedos.Na verdade,Minah nunca teve intenção nenhuma de fazer uma tatuagem,com exceção dessas que fez apenas por curiosidade.Apesar de a mesma não trazer nenhum significado importante para para a garota,continua sendo muito querida por ela.





ALGUM VÍCIO :
Bebidas Alcoólicas.Tudo começou quando Minah tinha seus quinze anos.A mesma após a perda do pai,acabou por encher a cara muitas vezes,pois para ela isso era uma maneira de esquecer todos os acontecimentos em sua vida.O mesmo ainda é consumido quando a pirralha está com muita raiva de algo ou apenas por diversão.


MÚSICAS:
Música da Personagem


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Música com o Couple


FRASE QUE REPRESENTA:
Se a sua opinião mudasse alguma coisa em minha vida,talvez eu me importasse com ela."


ARMAS:
Armas/Materiais utilizados nos Assaltos --
X X


CURIOSIDADES:


Apesar de viver com cheiro de cigarro impregnado em suas roupas e cabelos, a menina não é fumante assídua e ainda que fume vez ou outra, não tem realmente gosto por cigarros, o odor do tabaco que parece ter se prendido nela, vem na realidade, dos cigarros fumados pelas pessoas da gangue, e é claro, as integrantes que também fumam com alguma frequência, e então, é impossível livrar-se do maldi** cheiro.

As roupas são em grande maioria, peças das integrantes que foram pegas emprestadas sem a devida autorização, o que não é um grande problema, considerando que as mais velhas também tem a sua tendência a pegar suas roupas sem pedir. A única coisa que não é dividida, é uma jaqueta de couro, esta, é a única roupa realmente quente que a menina tem dentro de suas malas, o que acaba não permitindo que ela seja dividida.

Encontra-se constantemente suja de graxa, já que Raspadinha parece sempre precisar de algum reparo para conseguir sobreviver mais alguns quilômetros, e como algumas das garotas negam-se a aprender ao menos um pouquinho da mecânica de motos e o restante são pessoas impensáveis para se enfiar debaixo do carro, a tarefa de consertar o Raspadinha quando necessário, fica nas mãos de Minah .

Não é preciso ser dotado de grande esperteza e sabedoria para perceber que é Minah quem toma conta das irmãs mais velhas, sendo ela a mais matura e responsável, mesmo que aos olhos da maioria, ela não seja exemplo disso, entretanto, quando se tem uma mente que funciona com os punhos, alguém que lida melhor com uma lixa de unha que os próprios sentimentos e uma pirralha de língua solta, a melhor opção é a última, essa no caso: Park Minah. Sendo assim, procura-la para resolver os assuntos de família é algo muito mais saudável que tentar abordar as outras integrantes.

Minah não é considerada medrosa, uma vez que não teme o escuro, cobras, aranhas,buracos, agulhas, palhaços, água e as fobias mais comuns que se arrastam numa lista interminável, porém, a agonia corrói o seu corpo por inteiro quando tem de lidar com brinquedos, a levando a manter distância de bonecas e de qualquer outro tipo de brinquedo, deixando-a com a sensação de que seria mais fácil temer a falta de claridade ou o mar.

Tem um hábito que para muitos, pode ser considerado insuportável: O de assoviar o tempo todo. A menina que geralmente mantém a boca ocupada com conversas aleatórias, quando vê-se sem assunto ou alguém para conversar, acaba por começar a assoviar no ritmo de alguma música que gosta.


RESPOSTAS:
O1-Esta ciente que seu personagem está em minhas mãos, certo ?
R:Certo ^-^


O2-Esta ciente que seu personagem pode ser morto, estuprado e etc. Certo ?
R:Sim (menos a parte do estrupado ‘-’).

O3-Esta ciente que seu personagem pode ser recusado, certo ?
R:Certo ^-^


O4-Favoritou a Fanfic ? Saiba que sua ficha será aceita só se tiver!
R:Sim,já favoritei ;)


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