Fichenha


Postado


Ficha Masculina.

Mostrar Spoiler: Pawel Blythe
Nome Completo:

Pawel Blythe — O nome Pawel fica entre uma origem russa e uma origem portuguesa, no final, não tem uma origem muito certa, mas quando Pawel nasceu o seu nome era um dos mais populares de Portugal, e tal que aconteceu que ele não foi uma exceção; o seu nome significa “alegria”, o que sua mãe leva em consideração apesar de ele não se importar muito com o significado. O sobrenome pode não se encaixar muito bem com o nome, pois como um português muitos estranham o “Blythe”. Blythe é um sobrenome de origem americana e inglesa, que é o sobrenome de toda a linhagem paterna, não tem um significado correto, mas pode se dizer que significa “oceano” ou derivados. Não possui patronímico da família materna. Como apelidos, geralmente, quando está em família é chamado por “nervosinho”, uma espécie de trocadilho por causa do gênio forte de Blythe, também já foi muito chamado por Frankstein, por ser um fã de O Prometeu Moderno e de outras obras de Mary Shelley, apesar disso, não possui outros apelidos, pelo menos que ele saiba. Sempre é chamado por Pawel, pois costumam dizer que a pronuncia é mais fácil.

Sexo:

Masculino, varonil.

Idade:

Vinte e quatro anos — pela aparência costumam dizer que Pawel aparenta ter alguns anos a mais, já sua mãe, diz que ele tem “o mesmo rostinho de quando ele tinha doze anos”, bem, isso é bem contraditório. Mentalmente tem a mesma idade física, e a personalidade e maturidade deixa isso bem claro. Nasceu no dia vinte e um de janeiro de 1992 (21/01/1992), em um hospital de Cascais, uma cidade de Portugal, por causa da data ele é de capricórnio, entretanto, Pawel não tem muito interesse por signos ou horóscopo, mas por causa da mãe ele sabe muito sobre tal coisa.

Personalidade:

Pawel é um garoto tranqüilo, entretanto, não o irrite. É bastante calmo quando se trata de assuntos banais, não se aborrece facilmente com alguns assuntos, mas, ele mantém isso com pessoas que não é muito próximo ou íntimo, aliás, não é chamado por “nervosinho” à toa, na verdade, quando se está na presença de familiares Pawel se aborrece facilmente, ele não sabe explicar, apenas se aborrece, em outros casos quando é aborrecido. É maturo, apesar de não ter passado por muitas experiências em especial, entretanto, ainda se recorda que quando fez intercâmbio (aos dezessete anos) para os Estados Unidos, foi a experiência que realmente o amadureceu, antes disso, Pawel se resumia em um garoto mimado pelos pais, após isso, se percebeu uma pessoa mais matura, e ainda desenvolve isso mesmo com vinte e quatro anos. Por muito tempo, Pawel absorveu muita cultura de diversos países, clássicos da literatura e do cinema, entre diversas coisas, então, já é de se esperar que é o tipo de pessoa que sabe falar de tudo um pouco, apesar disso, não é exatamente denominado por “culto”. O principal problema na sua vida por perca de objetos é a sua falta de organização, além de desorganizado é esquecido, o que faz com que ele se esqueça em que lugar colocou algum tipo de coisa. Muito orgulhoso; nunca espere desculpas de Pawel, também nunca espere que ele vá se redimir por causa de algum erro, não, ele é muito orgulhoso e isso pode ser um dos seus restos da imaturidade, aliás, até atualmente ele é assim. Em certas vezes, ele mesmo sabe que está errado, mas nunca admite, principalmente se for alguém com que ele desgoste, então, já se sabe. Apesar de não ser exatamente sério, Pawel não tem muito senso-de-humor, o mínimo que ele pode ter é um misto de humor político com humor machista, pois sim, ele é machista. Não consegue rir ou se entreter com coisas que saiam dessas duas categorias; também não faz muitas piadas tampouco é divertido, com uma feição séria e um semblante demonstrando falta de interesse ele se torna uma pessoa séria, em certos momentos. É distante e compenetrado, são poucas as vezes que ele tenta falar com alguém que não seja pedindo uma informação ou por obrigação, e sim é você quem tem que falar com ele. Não é arrogante a ponto de ignorar uma pessoa, caso alguém tente iniciar uma conversa Pawel será bastante simpático e convidativo para prolongar uma conversa. Como amante de arte e, ainda quando jovem praticava muitas aulas de desenho com uma professora perfeccionista, acabou tornando-se exigente e rigoroso consigo mesmo e com os demais. Não são coisas pequenas que agradam a Pawel, ou coisas com falta de perfeição e muito simplórias, então, se fizer algo para ele ou ele fizer para si próprio, tudo tem que estar em perfeição, se não; lixo. Sempre viveu em uma família de classe mediana, não era rico, mas também não estava nas últimas classes, apesar de que as pessoas com quem ele conversava sempre eram crianças de pais ricos ou de classe média alta. No que resultou? Uma pessoa sem humildade, com muitos preconceitos (apesar de nessa parte ser algo de si mesmo) e certa arrogância. Não espere que ele seja humilde, ou que admita que você faça algo melhor ou bom, para Pawel ele sempre é o número um e se esforça para ser, se pessoas tem um dilema o de Pawel é “ser o melhor que nós mesmos e que os outros podem ser”, egoísta? De fato. Não aparenta ser arrogante, pelo contrário, ser arrogante não é ser grosso, é muito educado, entretanto, quando se trata sobre arrogância ele é, gosta muito de julgar as pessoas e as colocar para baixo. Percebe-se que é calado e não se expõe muito, considera-se que ele é uma pessoa muito reservada e que se sabe pouco de sua vida, pelo menos para os que não são íntimos ou familiares. Apesar de ser calado quando em público, em meio de amigos e da família Pawel fala bastante e de forma detalhada; já em outros lugares é monossílaba. Por não olhar nos olhos de alguém quando se está conversando, pode aparentar estar desinteressado, e esse é o seu perigo; ele não fala, apenas observa e isso é o bastante para ele.

Medos/Fobias:

Pawel não sabe se esse medo pode ser chamado por fobia, aliás, é um medo que ele não tinha e teve em um dia com seu pai. Quando Pawel tinha sete anos, estava ele e sua família em uma casa de praia em Lisboa. Nela, tinha uma piscina profunda, e claro, Pawel ficou entusiasmado com a ideia de aprender a nadar, chamou seu pai para ensinar e o mesmo o empurrou direto na piscina funda. Pawel estava quase se afogando, a sua sorte foi que sua mãe e seu pai perceberam e o tiraram de lá. Mais tarde, todos chamaram o pai dele de louco, entretanto, o mesmo havia aprendido a nadar quase se afogando; não foi por maldade. Atualmente Pawel se desagrada com a ideia de entrar em uma piscina muito funda, mas não nega, apenas tem um pouco de receio e não se atreve a sair da borda. Tem medo de sair muito tarde da noite, pois, quando morava em Portugal e isso era restrito pela sua família, mas, quando foi fazer o intercâmbio nos Estados Unidos a situação mudou; ele foi aceito por uma família do Brooklyn, bastante humilde. Já Pawel se viu livre; saía diversas vezes de noite pensando que a situação seria a mesma de Portugal, pelo contrário, havia muitos ladrões pelo Brooklyn, e em uma noite levaram todo o dinheiro dele e alguns pertences (como um relógio que era uma herança de família), assim, Pawel não se atreveu a sair novamente de casa quando está de tarde, já se lembrando de ser roubado. Também tem medo de ser uma figura explícita.

Gostos/Desgostos:

Gostos: climas amenos; café; doces com cafeína; comida italiana; arte na religião; política; assuntos gerais; debates sobre religião/política; cães de porte grande; culturas de países variados; história inglesa; livros clássicos; filmes clássicos; leitura medieval; história medieval francesa; livros de épocas vitorianas; livros de direito penal, civil; música clássica; rock; scream-emo; POP-rock; break dance; dança clássica; peças teatrais. Mary Shelley; O Prometeu Moderno; a cidade natal; conversar com familiares; visitar a família; fotografia; debater sobre política; labradores; filmes antigos; discutir sobre a constituição; língua inglesa; língua portuguesa; redação; visitar Lisboa; neve; doces amargos; Marilyn Monroe; atrizes antigas; filmes de Oscars.

Desgostos: dias quentes; dias ensolarados; verão; primavera; inverno; música nacional; desabrigados; feminismo; leitura contemporânea; livros de romance; comédia romântica; a época do mestrado; natal; páscoa; teorias de alienígenas; cultura indígena; alemães/alemãs; cultura alemã; admitir um erro; gastar tempo com coisas fúteis; saber que estar errado; culpa; documentários; lugares muito amplos; vestir fantasias; olhar fotos de quando era pequeno; os mimos da mãe; os seus avôs; super-heróis; piscinas fundas; dias muito frios; festas; lugares muito barulhentos; seu pai conversando sobre a época em que ele era militar; música contemporânea; cantores contemporâneos; cantoras de POP; espinhas; ficar gripado; ver álbum de família; cachorros de porte pequeno; gatos.

Aparência:


Possui um rosto de formato oblongo, fazendo com que as medidas dele sejam as mesmas; a testa é curta e estreita, sendo pouco vista por causa do cabelo, ao descer ter as mesmas medidas nas laterais, que são longas – obviamente, já que o rosto é longo por completo – e retas, apenas entrando centralmente no rosto quando vai de encontro ao queixo, que é um pouco amplo e puxado para cima de formato oval, mas não é de forma exagerada. Seu nariz é caucasiano, não chega a ser muito fino na ponta, mas é bastante fino pelo corpo que é estreito, ao chegar na ponta encontra-se esta em formato oval e levemente arrebitado, mas não de forma exagerado, sendo as narinas quase totalmente escondidas, quando em lugares frios, a ponta deste fica levemente avermelhada. O olho a pupila é normalmente preta, quase nunca dilatada, mas Pawel sinceramente nunca se importou com isso; a Iris é facilmente confundida com a pupila, já que a Iris é em um castanho extremamente escuro; ao chegar no limbo esclerocorneal, assim como a pupila, é preta, sendo que com a Iris e a pupila terem quase a mesma cor, o completo parece que é totalmente a mesma coisa. O modelo dos olhos é afastado, mas continuam em pé e as pálpebras são sempre levantadas, abaixo com leves olheiras. A boca é fina, sendo que o lábio inferior é um pouco mais carnudo que o superior, mas nada muito exagerado já que ambos são finos; são rochosos por causa do tempo e tem um tom puxado para um avermelhado exageradamente claro, mas não chega a ser pálido. Seus cabelos são lisos, mas pouco se percebe, sendo eles curtos; o tom é mesclado, varia de castanho mediano para escuro em diversos fios, sendo esse tom natural, e sinceramente Pawel não pensa em pintá-lo ou coisa do tipo, tendo a franja aparada deixando a testa e os olhos a mostra. O corpo é ectomorfo, isso faz com que ele seja magro e alto, que é o caso de Pawel, sendo bastante magro e alto, com ombros não muito largos que ficam na medida da cintura. Tem a pele exageradamente pálida, provavelmente por sair pouco de casa e por seus parentes serem todos pálidos.

Opção Sexual:

Heterossexual, monogâmico, demissexual. Sendo mais específica, quando se trata sobre sua monogamia e sua demissexualidade estamos tratando de que fica com apenas uma pessoa, que, por muitas vezes acaba ele ficando com ela sem que cometa “traições”, muitas vezes pelo simples fato de fazer algo errado e outras é por ele ver outra forma de terminar as coisas, aliás, Pawel abomina o ato de adultério, e como um monogâmico os seus relacionamentos, se depender dele, duram por mais de três ou anos, ou seja, são relacionamentos muito longos, apesar de que todos acabam em um término de namoro sem muitos problemas; muitas vezes, em sua demissexualidade, só possui essa característica por ser monogâmico, entretanto, Pawel não se preocupa muito em desejo físico, geralmente namora alguém pelos seus valores mentais e sua personalidade, sem muita lascividade.

Habilidades:

Quando se trata de habilidades físicas, sejamos sinceros, Pawel não tem muitas. Entretanto, ele é muito bom em moldagem, quando mais jovem, ele e sua mãe tinham como hobbie fazerem moldagem com barro e também massa fria, mas, quando Pawel foi crescendo ele começou a deixar de fazer isso. Quando cresceu, maior, começou a trabalhar com jardinagem por causa da tia, que era dona de uma floricultura, e assim, ele teve que aprender diversas coisas sobre tal. Em habilidades que trabalham mais com o físico, Pawel é bastante flexível, entretanto, nos demais ele é desajeitado, além de ser péssimo.

Família:


Mãe:

Aurora Morais — Aurora é um nome português do qual tem o significado de “delicada”, já Morais significa “amoreira”, entretanto, como em casa o ex-marido a chama sempre por “querida” e Pawel a chama sempre por “mãe”, acaba que o seu nome fica por extinto e quase nunca é dito. Aurora é uma portuguesa que foi criada no interior de Cascais, no meio de um pai fazendeiro que apesar de rico, ignorante, e acabou perdendo metade do dinheiro e a própria fazenda em jogos. Por outro lado, esse vício do pai e a perca do dinheiro nunca afetou a relação de ambos. A mãe era uma mulher dócil, mãe de dois meninos e três meninas, por isso, a maior parte do tempo era cuidar dos filhos e trabalhar dando comida aos animais. Quando Aurora fez dezoito anos ela cansou-se da vida no interior, queria descobrir mais, saber mais, viajar mais e ter mais do que já tinha no interior, então, foi fazer faculdade de direito no centro de Cascais e logo mais tarde mudou-se para Lisboa, tudo isso, pago por um tio político e corrupto, um promotor mais tarde vereador de Cascais; por isso, facilmente ela conseguia um apartamento pago pelo tio, que enviava dinheiro para ela de Cascais para Lisboa. Em Lisboa, ela conheceu Bennet Blythe, um filho de um empresário dos Estados Unidos que estava fazendo uma viagem por ali perto. No mesmo momento, Aurora ficou apaixonada, mais tarde, ficou grávida do mesmo ainda no primeiro encontro, e o problema, era que Bennet, assim como ela, apesar de ambos terem dezoito anos, ainda eram imaturos para criar um filho. Aurora desistiu da faculdade, voltou a morar no interior junto ao pai, a mãe, e aos cinco irmãos, já Bennet, o estadunidense, voltou para os Estados Unidos com a promessa para Aurora que iria se casar assim que pudesse voltar para Portugal. Já em Cascais, onde eles se casaram e Pawel nasceu. Quinze anos mais tarde, ambos se separam, com Pawel já com quinze anos fazendo intercâmbio. Aurora é uma mulher dócil, amável, e muito carinhosa, principalmente com o filho, mas quando se tratava da educação dele e de suas manias e defeitos, Aurora era bastante rígida, principalmente por ser conservadora, sendo o resultado de uma família do interior muito rígida e antiquada. Atualmente tem quarenta anos, e, mesmo com essa idade pretende terminar a faculdade de direito.

Pai:

Bennet Blythe — o nome Bennet é de origem sueca e americana, do qual significa “pendente de internauta”, já o sobrenome, de origem americana significa “oceano”, e derivados. Bennet diferente de Aurora, não teve uma infância tão normal e alegre. O pai de Bennet era alfaiate e a mãe havia falecido quando tinha dado a luz ao filho, então, já cedo Bennet tinha como figura materna as duas tias e a empregada da casa; o pai, ocupava-se fazendo planos e planejamentos para a futura empresa que ele queria abrir de tecidos, trabalhar com ternos e camisas sociais. Mas havia um problema quando ele começou a abrir a empresa; eram muitos pedidos e poucos funcionários, assim, Bennet virou um dos funcionários do pai ainda quando tinha onze anos, fazendo entregas e ajudando com os tecidos. Atualmente, ele diz que o trabalho que teve quando ainda era jovem o fez mais maturo. Continuando, não era só Bennet que trabalhava na micro-empresa do pai (Suit Blythe), era um conjunto de familiares paterno que ali estavam, e um deles, era o tio de Bennet, um homem de trinta e oito anos que além de ajudar na empresa do irmão trabalhava como advogado, o que influenciou na escolha da profissão de Bennet (por isso que, atualmente Pawel gosta tanto de política e derivados, aliás, o dois pais também gostavam). Não só isso, o tio como poliglota também influenciou e ajudou a Bennet a aprender português e a mais tarde o mesmo ir para Portugal. Quando o tio morreu, com quarenta e oito anos por causa de câncer no pâncreas, Bennet ficou transtornando. Foi com essa idade, que pegou metade do dinheiro do pai que antes a micro empresa virou uma grande empresa havia arrecado, e viajou para Portugal, onde teve um filho com Aurora, e assim, ele tinha dois problemas; se explicar para o pai quando chegasse e ainda criar o filho. Quando chegou de volta à Nova Jersey, após a briga com o pai, Bennet preferiu esconder o fato que teve um filho com uma portuguesa, assim, ainda trabalhando na empresa do pai e juntando o dinheiro, ele mudou para Portugal com vinte anos, onde casou-se com Aurora e fez a faculdade de direito pública. Como advogado já formado comprou uma casa afastada do interior de Portugal e foi para o centro da cidade onde viveu por quinze anos. Ensinou inglês ao filho em casa e o incentivou a fazer intercâmbio para os Estados Unidos para que ele conhecesse a família paterna. Mais tarde, algumas meses depois, Bennet e Aurora se separaram e ele voltou para Nova Jersey. Atualmente mora em Nova Jersey tem a mesma idade que a ex-esposa, faz constantes visitas à Aurora. Quando se conhece Bennet, já sabem que quem ele puxou na personalidade.


Total de palavras: 2990.

OBS: O meu trema não quer sair :S. Então o ignore please.


Gostou da Jornal? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...