Boy Program


Postado


Nome: Bernardo Roberth Stward (Apelido : Benny)

Idade: 18

História:
- Oi eu sou Benny, e essa é a minha história.

-Devem achar que conhecem monstros. Estupradores, Assassinos, Homofóbicos e até os Racistas.
Essa é a história de um garoto (eu), um garoto humilde que não sabia com quem vivia, os monstros que habitavam a “sua” moradia.

-Eu cresci bem, fui bem cuidado, andava arrumado e ia pra escolar. Tirar notas boas eram mais que obrigação para que no futuro eu pudesse retribuir tudo o que meus pais gastaram comigo. (essa é a parte que eu choro, me desculpem).



Aos meus oito anos de idade, eu havia acabado de chegar em casa, entediado do dia de escola e das tarefas que tinha que fazer.

-Mãe? – chamei chegando em casa

-Ela não está – meu pai diz, vejo que anda cambaleante, não sabia na época o que significava, mas ele estava bêbado. –Papai quer te mostrar uma coisa

Aquele monstro, ele me enganou. Estendeu a mão pra mim e eu apeguei. Ele me levou pro quarto de cima e trancou a porta.

-Por que trancou a porta papai? – perguntei inocente
-Xiii – ele disse colocando o dedo indicador da mão direita em meus lábios pequenos, e em seguida abriu a calça.

Eu observava sem saber o que fazer, e o que ele queria.

-Papai, o que está fazendo?

-Cala a boca merda –diz e me segura com certa brutalidade pelo pescoço. Tenho vontade de chorar, mas ele me joga na cama e diz pra mim não chorar, ou vai ser pior.

-Por que está fazendo isso? – pergunto e ele me acerta outro tapa

-Já mandei ficar quieto – ele segura novamente meu pescoço e prendendo o choro com todas as minhas forças ele direciona a minha cabeça em seu falo.

Quero gritar mais aquela coisa nojenta impede que minha voz saia. Começo a chorar enquanto aquilo machuca a minha garganta. Ele gemia tendo prazer em meu sofrimento. Ele começou a fazer vai e vem com minha cabeça e aquilo machucava cada vez mais. E então ele começou a tremer, em seguida senti algo quente em minha boca.

-Se contar pra sua mãe eu te mato – diz levantando a calça e saindo do quarto.

Corro pro banheiro e cuspo aquela coisa nojenta que estava em minha boca. Me sinto sujo, com apenas 8 anos eu havia sido abusado. Isso não era o pior. Eu escondi de minha mãe por que eu amava, mas ela não pensava o mesmo.

Com 14 anos, meu pai trabalhava. Minha mãe estava em casa, e eu não sabia o que fazia, até ouvir ela chamar o meu nome.



-Bernardo vem cá –ela me chamou e inocente eu fui.

Ela estava nua e com roupas intimas. Aquela visão fez meu corpo tremer, eu fiquei paralisado. Me virei pra trás e tentei correr, mas ela me segurou com brutalidade nos braços.

-Faça carinho na mamãe filho – ela fala arrancando minhas roupas com forças e colocando meu falo em sua boca sem me deixar protestar.

Tento empurrar, a chuto e ela finca as unhas em minha perna, seu olhar assassino e sádico me perfura

-Fica quieto ou eu arranco seu saco pivete – o que me resta é chorar enquanto ela abusa de meu corpo.

Finjo estar bem, e quando ela relaxa acerto uma joelhada em seu nariz. Corro até a cozinha enquanto ela me grita, e pego o dinheiro que estava sendo economizado em um pote. Quando ela chega na cozinha, me armo com uma faca.

-Vai fazer o que? Me matar? – diz avançando e taco a faca nela que se joga no chão pra esquivar.

Corro pro meu quarto pegando minha mochila da escola. Ela chuta a porta, e antes que a quebre coloco a minha cadeira de estudo.

-QUANDO EU TE PEGAR EU TE MATO – grita

Pego quatro peças de roupa qualquer e pulo a janela, ajeitando a roupa bagunçada. Eu já não aguentava mais, quem eu achava que era meu porto seguro era só outra que queria me ter como divertimento. Os pensamentos me fazem chorar enquanto corro pra rodoviária. Entro no primeiro ônibus que vejo, eu tinha apenas 200 dolares e não tinha rumo. Eu estava perdido. Comecei a trabalhar em um bar de stripper, como barman. Fazia as bebidas e os drinques que me eram pedidos e agradecia quando me davam gorjeta.

-Ei garoto, deveria subir lá – disse o dono do bar segurando em meu braço, me fazendo tremer –Você é muito bonito –ele se aproxima cada vez mais, e o acerto uma joelhada na parte intima. Saindo correndo em seguida.

Mas ele tinha razão, eu tinha um corpo e teria que aprender a usar. Havia conseguido uma casa com o dinheiro que ganhava. Fiquei vendo vários vídeos de como seduzir e enganar as pessoas. Quanto mais eu via, mais interessado eu ficava.



Com dezoito anos de vida, eu estava bem de vida. Enganava qualquer pessoa que me olhasse com desejo e vontade. Não me permitia ser tocado é claro. Os induzia com conversa a me levar pra um quarto, e no mesmo fazia um dança sexy tirando a minha roupa e quando os deixava satisfeitos os dava algo pra beber, um remédio sonífero.
Eu sabia que era errado, mas, mas errado que isso seria sujar meu corpo com pessoas tão fúteis. A minha maior clientela era o povo masculino que sempre caiam não importava quantas vezes eu fizesse.
Um dia, me preparando pra mais um bote, ouvi falarem do convento. Onde as pessoas buscavam se ajustar na vida. E assim eu cheguei nele.

Aparência: Olhos azuis, cabelos castanhos, pesa 74 e tem 176 de altura. (Inventado a parte do peso e altura)








Personalidade: Benny virou um garoto verbórico que fala o que pensa sem medo das respostas ou das ações, sua beleza e sua melhor amar. Conseguindo seduzir quase a todos com sua teia venenosa. Sim, ele era um cara venenoso, cauteloso ele observava qual vítima ele daria o golpe. Mas por dentro onde ninguém se importava ele era um garoto gentil e meigo, que teve que aprender a sobreviver com 8 anos de idade. Só precisa de alguém que se interesse em quebrar seu coração lacrado a sete chaves dentro de um baú. Encimentado e jogado dentro do mar nórdico pra que congele. E conseguiram ver um sorriso que é verdadeiro e não falso, que demonstre que ele pode ser feliz.

Como foi parar no convento: Expliquei na história.


Gostou da Jornal? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...