~teagukkie

teagukkie
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Nome: 𝓋𝒾𝒸𝓀𝓎 * , ☽ ̵c̵̵u̵̵t̵̵i̵̵e̵̵ ̵̵b̵̵u̵̵t̵̵ ̵̵c̵̵r̵̵e̵̵e̵̵p̵y̵ ❣ .
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: São Paulo, São Paulo, Brasil
Aniversário: 12 de Fevereiro
Idade: 5
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Ficha - ( Fallen Angels )


Postado






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【 ❝ Eu torturo você
Pegue minha mão entre as chamas
Eu torturo você
Sou um escravo dos seus jogos
Eu sou apenas um masoquista
Eu quero te acorrentar
Eu quero te amarrar
Eu sou apenas um masoquista... ❞ 】


Ɲσмє Ƈσмρℓєтσ

Annelise O'dor Hastings.

nnelise Significa "Mensageiro" e "Anjo". Este nome lhe foi dado por causa da aparência angelical, e pelo fato de Annelise não ter chorado quase nada em seu parto, tanto que acharam que a mesma estava morta.

astings Foi um nome de uma Guerra ocorrida dia 14 de Outubro de 1066, perto de uma cidade com o mesmo nome. Annelise tem a explicação de seu sobrenome gravado na cabeça, pois seu pai a fizera memorizar tal coisa quando a mesma tinha apenas 4 anos.



Aρєℓι∂σ

Lise, Anne, Crybaby.

ise Este apelido lhe foi dado pelo seu pai. Ele vivia a chamando assim, desde que ela era pequenina, então após ele morrer, Annelise nunca deixou ninguém a chamar deste jeito, pois só seu pai tinha este direito.

nne A azulada conseguiu este apelido a partir de uma das noivas, e gostou muito dele. Deixa que qualquer pessoa íntima dela a chame assim, mas ainda prefere seu nome normal. A garota não vai muito com apelidos.

ryBaby Quem lhe deu este apelido foi Subaru, e ela realmente o odeia. Um dia ele flagrou ela chorando e decidiu usar isto contra ela caso começasse a irrita-lo. No caso, ele sempre usa isto contra ela, e todos os irmãos se perguntam porque. Até seu par fica confuso com este apelido, Annelise tem vergonha-lo de contar tal coisa para ele.



ǀɗαɗє

Dezessete anos e oito meses. Annelise nasceu dia 12 de Fevereiro, sendo assim uma aquariana fiel ().



Ɲαcισηαℓι∂α∂є

Annelise na verdade nasceu em Annecy, França, mas mudou-se tão rapidamente para a Inglaterra, em Londres, que acabou fazendo uma mistura com o sotaque francês e britânico, que acabou como um de seus charmes.



Aραяє̂ηcια













Annelise é uma moça muito bela.

Suas madeixas são em um maravilhoso tom de azul bebê, e cada fio combina perfeitamente com o formato de seu rosto. O cabelo está em um corte reto, mas sua franja possuí um toque rebelde repicado, que só a da mais charme. Ela possuí uma fina trança em cima de sua cabeça representando uma tiara, e isto a faz parecer com toda certeza uma princesa, e você facilmente confundiria Annelise com uma. A azulada depende totalmente do cabelo, seu cabelo tem que estar perfeito para ela estar com auto-confiança. Por isto, ela não perde tempo e compra variados produtos para se tratar.

Os olhos são cinzentos, e conseguem atrair a atenção de qualquer um para Annelise. Seus cíliso são longos e curvados, normalmente preenchidos por um simples rímel, nada demais. Annelise é uma moça vaidosa que gosta de se cuidar, como já dito. O nariz é fino e empinado, como se Anne estivesse sempre estivesse julgando as pessoas em sua volta, como uma juíza de um concurso. Os lábios perfeitamente bem moldados, finos e pequenos, que dão uma certa vontade de ser beijados. São avermelhados, e naturalmente um pouco destruídos, pois Lise costuma morder eles diariamente. As sobrancelhas são finas e bem penteadas, semelhante a cor de seu cabelo.

Sua pele é macia e delicada, pálida. Annelise possuí a estatura sendo realmente muito magra. Ela é mediamente alta, tendo de altura 1,65. Na verdade, é até bem baixa, mas isso realmente não importa muito para ela, mas Yuma e Subaru costumam zombar de sua altura, o que a irrita. Ela é graciosa, e sempre anda de uma maneira digna de uma rainha, sempre com o queixo empinado. Annelise pode passar como uma fresca e irritante para quem não a conhece, mas na verdade é bem ao contrário.

Seus dedos são finos, a orelha sem imperfeições e os seios fartos, assim como os glúteos que são empinados e duros. Annelise com um biquíni certamente daria inveja a muitas garotas, por causa de seu corpo deslumbrante. Ela nega se importar, com sua aparência, mas é bem vaidosa. Acha que a maneira como agimos em público é tudo, então tenta possuir uma boa imagem.



Hιѕтσ́яια

Certamente, a história de Annelise não é nem um pouco "normal" ou "cliche".

Kewin, um jovem anjo totalmente puro, certamente vagava pelo céu, observando abaixo todos os humanos. Seu rosto se contorcia em desaprovação, pois o que via era mortes, roubos, assaltos e outras coisas bem típicas da espécie humana. Ele se desapontava com os humanos intensamente, mas de certo que mesmo assim, cuidava dos que precisavam, como teu pai o pedia. Então, em um dia qualquer de trabalho, Kewin viu algo muito interessante que o tirou até mesmo de seu ambiente normal.

Um homem cruel levantava sua mão contra uma inocente criança, pequenina menina, que deveria ter uns 6 anos. Era uma noite fria e escura, e eles estavam em um beco abandonado . Quando Kewin estava quase pronto para poder cometer algo estúpido, uma jovem mulher, bela como nunca, que deveria estar voltando para sua casa, aproximou-se do homem, segurando seu pulso.

"Não a machuque!" gritara, mas o homem a empurrara para baixo, onde caira no chão. E agora o foco dele, seria ela. Quando um sorriso malicioso sorriu no rosto já enrugado do homem cruel, e ele observou a jovem de cima para baixo, Kewin soube que tinha de agir. E assim, desceu até a Terra dos Humanos, acertando o homem freneticamente.

A doce mortal o agradeceu loucamente, e a criança já havia corrido dali e estava novamente nos braços da sua mãe, que chorava. Kewin sabia ter feito algo errado quando olhou para suas mãos ensanguentadas, pois a mortal fugiu dele. Nisto, o jovem anjo agora havia sido expulso do céu.

Depois de Anne nascer.

Basicamente, Kewin fora expulso do céu permanentemente por ter matado um mortal, e acabou se casando com uma mortal que fora a irmã da mulher que ele salvara naquele dia. Ele estava feliz, e não guardava rancor de ninguém. Acabou que a mulher, Victorie, acabou ficando grávida, e deu a luz a uma azulada que conhecemos como Annelise.

Lise não passou dificuldade alguma. Kewin sempre fou muito trabalhador. Ele costumava dizer ser francês, para a família inteira, até mesmo para sua mulher, que não sabia de suas habilidades. Ninguém sabia, e Kewin não pretendia contar tal coisa tão cedo. Estava feliz com sua vida, e pretendia continaur daquele jeito por muito tempo.

A azulada cresceu saudável. Teve ótimos estudos e ótimos amigos, mas uma coisa que sempre a perturbara era a solidão. Annelise era psicologicamente diagnosticada com Autofobia, e com surtos de ansiedade, e por esta razão, Annelise costumava passar a noite em claro todos os dias, e isto afetava muito suas notas na escola. Percebendo isto, Kewin começou a ficar paranoico, pensando na possibilidade de teu pai ter lançado uma maldição em sua família. Ele passou a andar com a família toda hora, xingando até mesmo as pessoas que as olhavam. A mãe de Anne começava a ficar assustada com as atitudes paranoicas de seu marido, e foi obrigada a pedir divorcio.

Quando isto aconteceu, Anne sentiu como se o mundo desmoronasse. Ela não aguentaria a dor de seus pais separados. Ela funcionava só com sua "família perfeita", e parecia que haviam tirado um parafuso da mente de Annelise. Isso quando ela tinha apenas 8 anos, e ela já entendia bastante coisa que não deveria saber. Já conseguia cozinhar para si mesma, cuidar de si mesma, já era independente. Anne nunca precisou de ninguém para cuidar dela, na opinião de seu pai, ela não precisava nem mesmo da família, e era isto que o assustava. Eles eram mais dependentes dela do que ela deles.

A azulada decidira ficar com seu pai por questão de princípios, lá na França, enquanto sua mãe estava na Inglaterra. Sua mãe era oficialmente uma alcoólatra, e voltava sendo bêbada para casa, completamente fora de si. Com a separação, ela começara a trabalhar como stripper em uma boate, e voltava sempre aos choros, lamentando-se, com machucados abusivos por todo o corpo. Com toda a certeza, Annelise preferia ficar com seu pai paranoico.

Com a filha por perto, Kewin decidiu abaixar a rega. Ele sabia que aquilo não era uma maldição, e agora encontrava-se muito mais tranquilo. Buscava e levava a sua filha na escola todos os dias sem fica-la vigiando, e isto já era um bom avanço.

Mas, certo dia, quando Annelise já tinha 11 anos, Kewin decidiu ficar no carro para poder trabalhar assinando alguns papéis ali mesmo, e assim o fez. Enquanto fazia isto, notou a presença de algo maligno e cruel. Virou-se, e observando sua filha, estava um homem pálido, de óculos e olhos avermelhados, que denunciavam sua sanidade completamente perdida e o seu jeito sádico. Ele vestia-se formalmente e escondia-se entre pilhares, observando a pequenina que saia da escola junto com alguns amigos do seu lado. Ao ver esta cena, Kewin não resistiu. Saiu aos pulos de seu carro, aos gritos, e correu até a criatura pálida, começando a da-la socos. Annelise tentava controlar o pai ao choros, segurando seus pulsos, mas não funcionava. Seus amigos fugiam de um lado para o outro, e as autoridades foram chamadas. Na verdade, Tougo estava só a brincar com o jovem anjo, que na verdade, socava um puro e jovem mortal até a morte. É claro que nisto, Kewin foi preso em um hospício, pelas falas de sua ex-mulher que o descrevera como paranoico enquanto fumava alguma droga qualquer e enchia a cara de bebidas. Annelise tentou protestar, mas é claro que os policiais acreditaram na mulher embriagada em vez na pobre criança que chorava.

Na prisão, Kewin teve várias visões de Tougo e seus filhos abusando de sua pobre criança. Ele estava ficando louco com aquilo, estava perdendo a sanidade aos poucos, Tougo fazia isto com ele. Então, depois de alguns anos, finalmente quando ele seria libertado, pois a fiança foi paga... Kewin suicidou-se enfiando uma faca no seu olho que atravessou o cérebro. Todos ficaram chocados, Annelise ficou chocada, e sua mãe, entrou em depressão.

É claro que Anne teria entrado também, mas ela se segurou como nunca para poder cuidar de sua mãe. Então, ela começara a tomar anti-depressivos e fazer tipos de terapias muito exigentes. Ela queria apenas manter-se firme para sua mãe, mas tomava tantos anti-depressivos, remédios e entre outras coisas do tipo, que acabou ficando viciada e dependente. Esta época realmente não foi muito agradável. Anne passava os dias trancada em seu quarto, e quando sua mãe, aos choros tentava abri-la, ela a socava e fechava a porta novamente. Depois disto tudo passar, Annelise perdera a conta de quantas desculpas pedira silenciosamente para sua mãe.

Com 17 anos, Anne ainda vivia em um reino de mágoas, e tornara-se completamente, uma pedra de gelo. Tentava fazer de sua aparência a melhor possível, pois pessoas passavam por ela e murmuravam "Olhe, a pobre que perdeu o pai insano". Annelise só estava farta disso. Seus amigos só faziam piadas de seu estado familiar, faziam tantas, que Annelise começara a entrar em brigas para defender sua mãe, que era chamada de vagabunda, e seu pai, que era chamado de louco de pedra. Por esta razão, suas notas voltavam a piorar, ela voltava com vários hematomas para casa, e sua mãe já estava cansada disto. Ela queria formar uma nova família e simplesmente esquecer Kewin, então mandou Annelise para moirar com os tios, de volta para a França.

Ela foi sem reclamar, já esperava por isso. Pegou suas coisas, de nariz empinado, e sai casa afora. Sua mãe conteu as malditas lágrimas que queriam de seu rosto descer, e entrou para casa, junto com seu novo marido. Ela esquecera completamente sua filha, mas Annelise nunca se esquecera dela.

Anne passou a frequentar uma escola onde não era bullynada, mas mesmo assim, zoavam muito ela por causa de suas roupas e jeitos. Tinha quem apreciasse, mas também tinha os invejosos e irritantes de sempre. Annelise os ignorava, mas normalmente sempre levava tapa no rosto de outras garotas, o que era uma coisa bem diária. Ela era abatida, virava-se para a garota, e continuava andando, como se nada tivesse acontecido. As garotas caiam na gargalhada, e ela, segurava as lágrimas, pois sempre achava que chorar era seu maior defeito.

Seus tios não eram queridos. Eles viviam gritando e brigando, típico de italianos, achava Annelise, que simplesmente fechava a porta de seu horrível quarto no porão e começava a estudar. Ela não dava a mínima para os gritos deles, mas quando vizinhos vinham reclamar, Lise inventava uma desculpa esfarrapada que seus tios ensinaram, fechava a porta e voltava a estudar. Ela era muito quieta e calma, sempre mantendo a paciência, e por isso, er axingada de "Muda", por falar baixo, quase em um sussurro. Ela não se importava com isto também, era algo normal e Annelise não se prendia em coias "normais".

Quando completou 17 anos e nove meses, viu que a campainha estranhamente tocava. Ela ignorou e esperou seus tios a atenderem, enquanto terminava de cozinhar o almoço para eles. Ao atender, a azulada ao ouvir o grito de sua tia, largou a comida na cozinha e correu para ver o que acontecia, de coração acelerado. Ela deu cara com um alto homem, de roupa formal, óculos, olhos vermelhos frios e sádicos, e cabelos levemente esbranquiçados. Ele sorria, mas sua tia só conseguia gritar, junto ao seu tio, que tentava socar o homem que nem sequer reagia.

"Olá, Annelise Hastings" falara o nome. Sua tia colocou a mão sobre ao boca ao ouvir a voz do homem, e finalmente reconhece-lo. Era Tougo Sakamaki. E ela sabia disto porque? Pois Kewin confiara a ela seu segredo, e mencionara este homem como uma grande raiz do mal. Neste instante, a mulher segurou o seu terço e começou a rezar, o que apenas arrancou risadas do grande homem, que começou a falar na maior calma com a mulher, falando que seria melhor ela entregar Annelise para ele, pois ela deveria viver com espécies não mortais, quase como ela. Sua tia acabou por convencer-se e Annelise ficou indignada, assim como seu tio, que de primeira, não deixou a garota ir. Mas Tougo simplesmente a segurou pelo pulso e a levou. Ela nem reação teve, apenas ficou paralisada, de olhos esbugalhados e lacrimejando. Sua tia havia acabado de vende-la.


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