~yourgrace

yourgrace
.+just kidding
Nome: .¸¸.*♡*.yourgrace.*♡*.¸¸.
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Andradina, São Paulo, Brasil
Aniversário: 18 de Maio
Idade: 15
Cadastro:

And if you break my lil' heart, it'd be an honour


Postado


That girl thinks she's the queen of the neighborhood
She's got the hottest trike in town
That girl she holds her head up so high
I think I wanna be her best friend yeah
— Rebel Girl by Bikini Kill.

『Nome & sobrenome』

Eveline Maia Miller.
O apelido para Eveline é Lily.
Não gosta do primeiro nome, por isso apresenta-se como Maia Miller.
『Idade & data de nascimento』

18 anos.
Nascida no dia 15 de maio, sendo taurina.
『Casta』

Pertencia a casta três, agora não possui uma casta em si. Porém, ainda tem o título de casta três.
『Aparência』


[Shelley Hennig]
Não é difícil de notar e admitir tamanha beleza que Eveline possui. Os cabelos são originalmente castanhos, porém, quando fez 13 anos, decidiu mudar a coloração para o loiro em uma tentativa de afastar qualquer semelhança que ela poderia vir a ter com o pai, entretanto as sobrancelhas mantiveram a mesma coloração escura de antes. O rosto é magro e um tanto oval, com traços bem desenhados. O nariz não é o mais fino e atraente de todos, mas não deixa de ser uma das características mais importantes em Maia, pois é por meio dele que as pessoas identificam se a garota está ou não contando uma mentira. Os lábios possuem um tamanho mediana, quase sempre feridos por mordidas que se escodem na densa camada de batom vermelho usado como um dos únicos sinais de vaidade da garota; por trás dos lábios encontram-se dentes perfeitamente brancos e alinhados, uma tarefa até que difícil, já que compartilho banheiro com mais de trinta pessoas durante a sua infância, seria muito fácil relaxar com a sua higiene bucal. Com exceção da boca, os cílios são os que recebem uma boa quantia de maquiagem todas as manhãs e, embora já sejam grandes por natureza, não deixam de dar um ar mais "sexy" aos olhos escuros e brilhantes da menina.
O tom de sua pele fica entre branco, moreno e pardo, já que, quando exposta ao sol ganha cor com facilidade. O corpo parece ter sido esculpido por anos, sua massa de 57 kg distribui-se perfeitamente pelo seus um metro e setenta e três centímetros, com as coxas pouco grossa, barriga até então "chapada", os braços finos e com uma leve musculatura, seios com um tamanho suficiente e nádegas até que grandes. Por mais que possua muitas curvas, estas muitas vezes escondem-se no meio de suas "roupas de moleque".

『Personalidade 』

Diferente da maioria das garotas que têm a sua idade, Lily não se importa apenas com a aparência, na verdade ela sente-se satisfeita apenas com um mero batom, as coisas que faz não são cheias de detalhes ou purpurina, e com certeza os seus movimentos são os menos delicados possíveis. Ela é uma pessoa temperamental, em um momento, está calma como uma pena, sentada no seu canto, lendo seu livro, escrevendo as suas histórias e em outro, é uma pessoa, agitada, inquieta e até mesmo irritante.
Uma das coisa das que adquiriu com a partida do melhor amigo foi o ciúmes, Eveline sente ciúmes de todos aqueles que estão perto, que são seus amigos e que fazem parte do seu ciclo social. É a personificação da teimosia, se coloca algo em sua mente, ela faz de tudo, mas não desiste, quando que algo, ela tem. O sarcasmo é como se fosse o seu melhor amigo, suas frases estão cheias dele, quem convive com ela não se surpreende quando ela solta um "Você quer um prêmio ou o que? Anda, mexa-se" para uma criança sentada no sofá, porém um pouco do seu sarcasmo é por conta do ambiente que vive, pois se torna muito comum ouvir coisas estúpidas e sem-noção. Maliciosa, está sempre com um sorriso travesso nos lábios e fazendo trocadilhos de duplo sentido.Possui pavio curto, por isso é melhor não tentar discutir com ela se não quiser sair ferido, nem que seja verbalmente. De vez enquanto ela age com maldade em seus atos, mas isso não quer dizer que seja maldosa em tudo o que faz, além de as vezes soar até mesmo arrogante. É uma garota sensata, ela está plenamente ciente de seus atos e tenta agir ao máximo com bom-senso.
Apesar do seu bom-senso, ela não perde a ousadia e o charme, sendo quase sempre seduzente, mas não porque quer ir pra cama com todos, mas sim porque faz isso por diversão. Em relação a ousadia em si, Lily é muito audaciosa, não há desafio que a pare, com a coragem parece ser infinita, assim como a determinação que a faz conquistar todos os objetivos que tem. Tem espírito aventureiro como ninguém, gostaria de poder viajar o mundo para poder ver quão amplo e bonito ele é, o que a faz curiosa e ter vontade em saber de tudo.
Nos seus dias mais calmos, ela gosta de estar em ambientes tranquilos, como a biblioteca ou o jardim, onde pode aproveitar a tranquilidade, ler um livro ou escrever um texto, mas não gosta de ser interrompida, responde quem a interrompe sendo curta e grossa. Com os amigos chega a ser até mesmo engraçada. O terapeuta do orfanato já analisou essa mudança de comportamento de Eveline, ele acredita ser por conta de seu passado com o pai.
Uma das características que nunca muda em Lily, mesmo ela estando brava, é a sua lealdade, ela é leal até o fim, faz de tudo para proteger os que ama.

『História 』


Lily não tem a melhor história de vida, mas esta é repleta de altos e baixos. Sua mãe morrera assim que dera a luz, deixando a pequena criança apenas com o pai, o pai era muito jovem e não sabia lidar com o bebê, só pensava no futuro que teria como cientista, por isso Eveline viveu até os cinco anos com a avó materna. Infelizmente, Georgia (sua avó) faleceu e Eve fico sob a responsabilidade do pai.
Embora tivesse apenas seis anos, ela conseguia compreender tudo o que as pessoas diziam sobre seu pai, as difamações em respeito de sua falta de faculdade mental e, defendia com os dentes e as unhas que o pai era completamente normal e que meras palavras não mudariam isso. No entanto, Daniel Miller não era o melhor exemplo de paternidade que a garota necessitaria ter.
O homem buscava por soluções científicas que poderiam vir a lhe dar sucesso na carreira, por isso, ao invés de focar-se em desenvolver apenas os remédios farmacêuticos, ele aventurou-se no mundo das drogas medicinais mais fortes. Na época, ele não continha qualquer laço amoroso com a criança que convivia na casa assim, por uma ideia que viria a desgraçar a vida de Lily, ele a utilizou para fazer testes de laboratório. A dor de ter seringas perfurando a sua pele, o pavor de ver o ar quase acabar por causa das reações alérgicas faziam a pobre garotinha chorar, implorando para que tudo acabasse, fora assim até que ela completasse seus oito anos, passou dois anos sofrendo na mão de um cientista louco e, se não fosse por um vizinho novo no bairro que notara os gritos, ela provavelmente já estaria morta.
O vizinho, identificado como Andrew Felton, tratou logo de chamar a polícia e, com essa atitude resultou no resgate de Eveline e na prisão de Daniel. Por mais que Andrew quisesse ficar com a garotinha, ele não tinha capacidade financeira, muito menos maturidade para cuidar dela, já que era muito novo, com apenas 25 anos. No fim, o cruel destino de Lily fora o orfanato ironicamente chamado de Raio de Sol.
Utilizo o termo ironicamente porque o local era totalmente o contrário do que deveria ser. Escuro e um pouco isolado da cidade, com um forte cheiro de mofo e repleto de crianças birrentas e mau-educadas, onde você deveria ser atento se quisesse comer um pedaço de pizza, alimento não muito favorável a saúde infantil, não seria mais estranho se as crianças de lá já não fossem brutamontes, grandes e até mesmo obesas. Por vários meses Eveline isolou-se no que eles chamavam de quarto, comeu frutas de pomares e as poucas sobras, viveu longe de qualquer contato humano.
Enfim algo de bom acontecera em sua vida, todavia, a história começa um pouco mal. Era uma noite tempestuosa, choviam o que o pessoal do orfanato apelidava de canivetes, trovões soavam insuscetivamente, todos dormiam. Na última beliche do quarto, estava Lily, pequena e encolhida, com um pouco de fome, mas em um profundo sonho, ou melhor dizendo, pesadelo. Ela era capaz de sentir o odor asqueroso que o corpo de Daniel exalava, ela era capaz de escutá-lo gritando para que calasse a boca, também era capaz de enxergar os borrões da dor dos soros penetrando em sua pele. Então ela fez o que podia e gritou, acordando todos com um berro unido a um trovão.
A inspetora do local, Anastásia, entrou brava, já gritando pela garotinha. Como era muito pequena, ao contar os sonhos, todos pensaram que fossem apenas asneiras contadas como uma maneira de chamar atenção, Anastásia xingou a garota de todos os tipos de nomes, não se importando se ela deveria ou não escutar as palavras de tão baixo calão. Como castigo por todo o alvoroço, Eveline fora colocada em um quarto, mais uma vez, isolada de todos.
Como se o destino tivesse com dó da garota, uma bolinha colorida rolou em bateu em seus pés, curiosa, ela a pegou e jogou de volta. A bolinha voltou novamente.
" —Quem está aí?- perguntou com a sua curiosidade infantil, jogando a bolinha de volta.
—Eu estou aqui- ela conseguia reconhecer uma voz masculina.
—E quem é exatamente "eu"?- a bolinha rolou mais uma vez.
—Um amigo, quem sabe?- o colorido fora avistado novamente.
—Apareça! Se quiser me zoar, pode ir fazendo isto logo. E não se esconda! Quem se esconde é covarde- alertou.
—Eu não sou covarde! - cabelos castanhos cacheados surgiram, um menino com cara emburrada olhou para Lily. —Sou a criança mais corajosa no mundo todo.
"

E então, assim surgira a melhor amizade da vida de Eveline, a melhor história que ela poderia vir a contar. O menino que se identificara como "eu" era Thomas, ele tinha onze anos e era a criança mais animada e extrovertida no mundo todo. Com Thomas, Lily aprendera a enxergar o mundo de uma nova forma, ele a ensinou as passagens secretas do orfanato, auxilou-a nos estudos e, por causa do menino, ela aprendeu a gostar de ler.
A dupla era tão sapeca que deixava Anastásia de cabelos em pé, essa fora, sem sombra de dúvidas, a melhor fase da vida de Eveline.Thomas era sonhador, animado, a esperança de Lily no orfanato, era sempre ele que estava ali para ajudá-la quando ela tinha suas crises de claustrofobia, quando ela tinha os pesadelos. Eles cresceram juntos, apenas com dois anos de diferença na idade, cresceram como irmãos.
Quando a menina fizera 13 anos, fora Thomas que lhe dera a ideia de pintar o cabelo de loiro, algo que ela amou. Com os novos cabelos, Tommy —agora com 15 anos— não parava de elogiá-la, deixando-a até mesmo constrangida. Nessa época a amizade deu um passo a mais e, como presente de aniversário Thomas lhe deu um beijo. No início, ela ficou confusa, mas logo depois respondeu ao beijo com paixão.
Thomas era sonhador, a estrela guia de Eveline. Ele vivia dizendo que seria um renomado general e que eles construiriam um futuro juntos.

"— Você não acha que está sonhando alto demais, Tommy?- ela perguntou, cruzando as pernas e sentando-se no tapete.
—Não estou sonhando alto, Line, estou prevendo o nosso futuro - ele falou, com total certeza. — Quando eu for mais velho, vou me tornar um general, trabalhar nas tropas do palácio, você vai realizar o seu sonho de ser escritora e nós iremos morar em uma casa simples, mas com bastante espaço para as visitas e para os nossos filhos.
—Filhos? - perguntou, assustada.
—É, filhos. Quando eu te pedir em casamento e nós fizermos a família mais feliz de todas.
—Pois bem, você sonha alto demais, Thomas- Eveline balançou a cabeça, afirmando o dito.
Thomas arqueou as sobrancelhas e foi para cima da garota, em um ataque de cócegas.
"
Mas, parece que a vida não se contenta em ver a garota feliz. Alguns meses depois do aniversário de Lily, um casal apareceu no orfanato, procurando por alguém para adotar. Eles queriam alguém mais velho, entre 10 e 16 anos. Quando você acha que esse será o momento de glória da garota, puxam-lhe o tapete. Mesmo que a dupla tivesse feito de tudo para ficarem juntos, o casal decidiu adotar Thomas por terem adorado o seu jeito e como a diretora falou bem do garoto.
Então, quando o carrou deixou Raio de Sol para trás, os olhos de Line estavam vermelhos de tanto chorar. Ela nunca mais o viu, eles não trocaram cartas. Ela nunca soube se ele conseguiu seguir se sonho e se tornar um guarda, mas torce fortemente para que ele tenha.
Agora Eveline Maia Miller havia voltado à estaca zero, era hora de recomeçar. Ou ela isolava-se com antes, ou ela sobrevivia no orfanato como os mais fortes. Para começar, deixou de lado o nome Eveline, já não era muito fã, agora que não tinha mais Tommy, então... Passou a ser conhecida como Maia Miller. Maia só anda com os "barras pesadas" do orfanato, formando a personalidade atual que possui, mas, no fundo ainda tem a alegria de quando criança.
Com os seus dezoito anos, ficou louca para deixar o orfanato, porém, como precisaria ter uma profissão e os sonhos de ser escritora encontravam-se trancados na gaveta, Eveline usou A Seleção como forma de sair do orfanato.

『Gostos & Desgostos 』

Gosta de ler e escrever, é como uma terapia | É fã de chocolate, sempre se sente mais animada quando come um pedaço | Suas frutas favoritas tem cores rosadas : melancia, morango e cereja | Perfumes com cheiros florais | Fazer piadas e brincadeiras.
Detesta qualquer tipo de droga, seja ela medicinal ou não | Não gosta que a chamem de Line, pois era assim que Thomas a chamava | Tem pavor a agulhas | Detesta que lhe deem ordens ou que julguem seus atos | Não gosta de maçã do amor, pois era o doce favorito de Tommy e ela tenta esquecer de tudo sobre ele | Não gosta que falem de seu pai | Não gosta de cavalos, não que os odeie, mas apenas não sabe montar.

『Hobbies 』

Gosta de escrever e ler | As vezes compõe letras de músicas, embora nunca faça as melodias.

『Medos/Fobias 』

Claustrofobia - Fobia a lugares apertados, originada na infância, por causa das reações alérgicas que lhe causavam falta de ar.
Tem medo de reencontrar o pai.


『OPINIÕES』


『O que ela pensa sobre o príncipe e a seleção?』

Não é nem contra, nem a favor. Tem dias que pensa que a seleção não passa de ser algo sensacionalista, uma forma de alienar a população, em outros sente que é apenas um reality show bobo. Em relação ao príncipe, ela tem uma sensação de que ele não se diverte muito, que deveria ser mais animado e sevar a vida mais na aventura, menos na responsabilidade.

『Está pela coroa ou o príncipe?』

Na verdade, não está ali por nenhum dos dois, apenas usa a Seleção como um pretexto para sair do orfanato.


『RELAÇÕES』


『Com as outras selecionadas』

Ela fica na dela, não é o tipo de garota que vai até a outra com o intuito de fazer amizade, se a selecionada der sorte de vir falar com ela e Lily estiver de bom humor, vão ter uma conversa mais do que boa. Se não der sorte, ela vai levar um belo fora enquanto Eveline se afasta. O relacionamento é o seguinte: ela fica na dela, elas ficam na delas e tudo está bem.

『Com o príncipe』

Embora não esteja ali pelo príncipe, ela não pode negar que ele é atraente, mas, como tem respeito ao garoto não o seduz ou joga charme como costumaria a fazer. Porém, não perde a sua audácia, sem deixar de lado a curiosidade e vontade de saber tudo sobre o príncipe, adicionando suas piadinhas maliciosas e sarcásticas, sempre indagando se ele já bebeu álcool, já se aventurou sem ter um guarda nas costas ou coisa do tipo.


『Chave』

If this is love then love is easy.
McFly <3
『Algo mais?』

Por mais que negue qualquer vontade de reencontrar o pai, ela é curiosa em saber por onde ele anda, porque mesmo sendo quem é, ele continua sendo o homem que ela chamou de papai.
Os pesadelos continuam a atormentar a garota, embora sejam mais leves e aconteçam em um intervalo maior de tempo.


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