~Joker_Doll

Joker_Doll
Nome: Yuki
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Indisponivel
Aniversário: Indisponivel
Idade: Indisponivel
Cadastro:

ღFicha - No Happy Endღ


Postado

ღFicha - No Happy Endღ

❝No happy ending for me❞


Sorrir, sorrir, quero sorrir com alguém
Só quero que alguém me dê valor
Desisti disso e daquilo
O outro lado do cenário começa a embaçar.




♛Nome Completo:
❦Kiyomi (清見):Significa "beleza pura."

❦Mochizuki (望月): Significa “lua cheia”

♛Signo: Câncer ♋
Aniversário: 29 de Junho

♛Personalidade: Kiyomi é uma garota normal, tendo seu lado calmo e muitas vezes sorridente como principal característica. Ela dificilmente se irrita, sendo paciente em todas as situações. Discutir com alguém é uma das coisas que mais detesta, então evita como pode desentendimentos. Das vezes que realmente não consegue se conter -isto é, quando envolve pessoas queridas como suas amigas ou seu par, ou até mesmo o seu passado- fala tudo o que pensa e defende-se e aos outros. Porém, não deixa de querer estar sempre com a razão, mesmo quando está errada.
Ela pensa muito antes de agir, principalmente em quais consequências isso pode trazer. Exceto quando suas emoções naquele momento são realmente fortes, não teme que suas palavras ofendam outra pessoa ou que pode se arrepender logo depois. Mas sabe a hora em que realmente tem que ficar calada e ouvir, por mais que esteja explodindo por dentro.
Está sorrindo na maioria das vezes, exceto em situações sérias ou de conflito. Mesmo quando está triste, esconde tudo por trás da velha máscara sorridente. Inúmeras vezes evitou mágoas maiores deixando de falar do que a aflige, raramente falando de seu passado e sorrindo, como sempre. Ela se mantém positiva perto dos outros, dizendo que vai ficar tudo bem, mas quando está só, se torna pessimista com relação a tudo. Então, sempre que falam algo mau de si mesma, ela costuma concordar.

♛Passado:
Ela era órfã, não lembrava de quase nada sobre si ou de suas origens. Não fazia ideia de suas perdas, talvez fosse sorte, assim não sofreria tanto com a dor. Vivia nas ruas, já que em sua cidade não havia um orfanato sequer. Sua sorte é que alguns poucos moradores ainda ofereciam comida e água, mesmo pouco, ela sobrevivia. A única coisa que tinha que não fora lhe dada por “caridade”, era um cachecol vermelho, que o tem desde sempre. Não importava o que acontecesse, ela fazia de tudo para manter aquele cachecol inteiro e evitar o máximo de sujeira. Por razões desconhecidas, queria preservar aquele simples pedaço de tecido que tanto significava para a pequena de apenas 5 anos. Tudo que mais lhe importava, tudo que possuía.

Dois anos mais tarde, um casal a viu dormindo na calçada. No mesmo momento que a viram, ficaram preocupados, pois ela tremia como nunca pelo frio. Logo, a acordaram, a levaram pra casa e cuidaram dela. Sem opção, e com nada a perder, aceitou ser levada. Levou semanas para melhorar e ser considerada mais “saudável”, graças a todo tratamento que recebeu. Ainda sim, dizia, sem a intenção de ofender, que queria melhorar logo porque não queria mais incomodá-los.
Logo, inevitavelmente, o casal quis adotar a pequenina. Apegaram-se a criança, que tinham tanto cuidado e consideravam mais uma de suas filhas. Como eram ambos médicos e sua condição era mais do que o suficiente para sustentá-la, o pedido de adoção logo foi aceito. A menina não se recordava de seu nome, então sua nova “mãe” resolveu chamar-lhe de Kiyomi, juntamente com seu novo sobrenome, Mochizuki. Kiyomi tinha uma família agora, um lar, uma vida digna, tudo que alguém como ela era desejaria.

Não era somente o Sr. e Sra. Mochizuki agora, tinha também mais dois irmãos e irmãs. Todos filhos de sangue, apenas ela era adotada. Ao mesmo tempo, na hora das refeições, onde todos estavam juntos, que tinha atenção dos pais, era odiada por seus irmãos postiços. Especialmente Megumi, a irmã mais velha de 9 anos, que a desprezava. Afinal, desde que chegara a aquele lugar, tinha todo o carinho dos pais, enquanto os outros pareciam ser esquecidos. Contudo, Kiyomi conseguia ser gentil e alegre como sempre com todos, exceto a mais velha que queria que não chegasse nem perto.

Aos 14 anos, quando já fazia um bom tempo que estava na escola, as coisas não melhoraram de certo modo. Por ser muito inteligente e tirar boas notas, era mais sucedida que seus irmãos. Também por ser bonita, era bastante elogiada pelos rapazes. Por esta razão, e entre várias outras, ganho muita atenção dos alunos de sua escola, mesmo não querendo. Não gostava de tudo aquilo, era o centro das atenções até demais. Tal coisa deixava ainda mais Megumi com inveja e ódio, já que observava cada passo da irmã, isso não era bom para Kiyomi.

No ano seguinte, seus pais estavam muito ocupados com o trabalho. Naquela época, várias doenças estavam se propagando na região e os hospitais estavam ficando cheios. Passavam dias sem voltar para casa, e dificilmente falavam com os filhos durante esse tempo. Foi em um dia tempestuoso daquele mesmo ano, em que quase todos estavam fora, que aconteceu algo que marcaria a vida de Kiyomi para sempre. Estava apenas ela e Megumi dentro da casa, enquanto a tempestade só aumentava e os trovões também. A mais velha entrou no quarto da caçula, que estava centrada em seus estudos e deitada na cama.


-O que aconteceu Megumi Nee-chan?- Perguntou, meio desacreditada da mais velha estar ali. Porém, não obteve resposta, enquanto a outra apenas se aproximava, estava ficando assustada.-Megumi... Nee...chan...? Está tudo bem?

No momento seguinte, não conseguiu ver mais nada, simplesmente apagou. E quando retomou a consciência, viu-se em uma sala escura, cheia de agulhas, vidros de remédios e lâminas, semelhantes as usadas nos hospitais. Começou a entrar em pânico, principalmente vendo sua irmã sorrir de forma ameaçadora enquanto se aproximava com uma das facas. Seus braços e pernas estavam presos por cordas, era inútil sair, não podia se defender, mas continuava a se debater. “Ela está louca!!” Foi o que pensou.

-Calma Kiyomi... Vai ficar tudo bem.- Disse Megumi de forma calma.

-Você vai me matar?-A questionou com lágrimas já caindo.

-Oh, não, não vou te matar... Eu só vou te machucar... Muito mesmo...

Com a faca em mãos, começou a cortar pele de seu braço direito lentamente, enquanto vários gritos eram ouvidos vindos da mais nova. Megumi estava muito feliz, parecia que a dor daquela que odiava estava aliviando toda raiva reprimida. Para aumentar a dor de Kiyomi, levantou a blusa da mesma e fez um enorme corte em sua barriga, o que fez sangra muito na mesma hora.

-Feliz, princesinha? Agora Papai e Mamãe não estão aqui para te dar atenção... Desde que você chegou aqui, os tomou de nós... Os tomou de mim! Agora sinta dor que eu e meus irmãos sentimos desde sempre!- Praticamente gritou todas aquelas palavras. - Você sempre foi apenas um rostinho bonito Kiyomi, fora isso, não tem nada de bom. Não tem corpo, é apenas uma magricela fraca. Não consegue nem se defender!

Aquelas palavras eram dolorosas, mas a última parte foi o limite. Ela podia se defender, sabia que sim. Foi quando as cordas de seus braços soltaram, libertando-a. No mesmo instante, retirou a faca das mãos de Megumi e a perfurou com a lâmina no estômago.

-Nunca pedi toda aquela atenção, nunca quis causar dor a ninguém! Não desejei essa vida! Eu sei que não sou bonita, mas ainda sou eu! Ainda sou eu mesma! Eu nunca mudei!- Gritou todas aquelas palavras de olhos fechados, chorando muito.

Quando terminou, viu o erro que estava cometendo. Viu que a faca matava aos poucos sua agressora e que muito sangue escorria do local atingido. Aquele olhar, antes cheio de ira, parecia perder a alma, mesmo que algumas lágrimas caíssem dali. Não acreditava que tinha feito aquilo.

Me desculpe...” foram as únicas palavras que conseguia ter dito naquele momento. E não fora somente neste, houve outro...

Depois de ter matado Megumi, Kiyomi foi mandada ao hospital para cuidar de seus ferimentos. Seus pais não acreditavam em tudo que tinha acontecido, e ela tinha medo da garota que se tornou e das consequências que aquilo poderia ter. Então, no meio da noite chuvosa, fugiu. Estava apenas com suas roupas manchadas de sangue e molhadas pela chuva, além de seu velho cachecol vermelho, que a esquentava o pouco que podia, mesmo assim, ainda tinha frio.

Foi naquela noite, tremendo cada vez mais pelo frio e ainda sentindo as dores dos cortes, apareceu-lhe alguém. Um homem alto, e de longos cabelos, que estava com um guarda-chuva para proteger a si mesmo. Não podia ver seu rosto, mas a presença dele a amedrontava. Ele contou que sabia que Kiyomi havia feito, e que isso foi algo muito errado, e que por ela ser de menor, seus pais é que seriam presos pelo crime. Entretanto, ele disse-lhe que se viesse com ele, eles não iriam sofrer por nada que a garota havia feito. A proposta lhe era interessante, e não tinha nada a perder. Acabou aceitando e indo morar na mansão Sakamaki, onde o verdadeiro terror acontecia.

Ouvia, por várias noites, os gemidos de dor e gritos vindo das outras noivas. Mesmo conhecendo por pouco tempo, ela queria fazer algo para impedir. Detestava saber que sofriam, ainda mais quando tornou-se amigas de todas e ouvia o que passavam. Porém, não podia impedir, apenas podia ajudar algumas vezes as animando, já que estava sofrendo nas mãos de Subaru. Aquele vampiro, de cabelos brancos e de olhos vermelhos... Olhos tão vermelhos que diversas vezes se encontrava com os castanhos de Kiyomi, e fazia que, inconscientemente, sempre encontrar com ele, mandando-a para os braços dele e deixando sua pele ser perfurada por suas presas e seu sangue ser sugado sem piedade.

Depois de um tempo, ele passou a pegar mais leve com ela, e ela percebeu. Não sabia o motivo, e questionava-se diariamente, mas nunca teve coragem de perguntar. Quando ele lhe deu sua adaga prateada, a mente da morena ficou uma bagunça. Mas ao ver a lâmina, lembrou-se de seu erro. Aquele olhar sem vida de Megumi veio a cabeça, junto a culpa que sentiu. Algumas lágrimas já molhavam seu rosto e outras caíram na arma. Ela logo fingiu que nada aconteceu,sorriu, como sempre, fingindo, escondendo o seu abalo, e guardou a adaga.

Quando já não aguentava mais, e nem mesmo suas amigas, depois de um longo tempo, viu-se forçada a participar do plano. Por mais que quisesse fugir, não queria matar alguém outra vez com suas próprias mãos. Não teve escolha, quando foi na hora, não exitou. Estava decidida, e com o rosto frio que raramente demonstra, o matou. Mas em seguida, as lágrimas caíram, e o velho “Me desculpe...” foi ouvido.

Quando voltou para casa, seus pais estavam bem e seus irmãos a abraçaram no momento em que chegou. Ela não contou o que passou na mansão, e mentiu dizendo que passou a morar na casa de um colega de escola. Mas explicou corretamente tudo que tinha acontecido, e seus pais entenderam, porém não a perdoaram. Mesmo sua vida tendo voltado ao normal, ainda sentia medo. Chegava até sonhar com Subaru, acordar e imaginar seu rosto, e sentir sua presença ali. Estava se sentindo uma louca. Querendo provar para si mesma que estava tudo bem, e que ele não estava vivo, voltou para a mansão Sakamaki, nem imaginando pelo que a esperava.

♛Aparência:























[ Personagem – Ayano Tateyama ]

Seus cabelos castanhos são muito longos, passando de sua cintura. Seus olhos são de mesma cor, mas não deixam de ser bonitos. Ela não se orgulha muito de sua altura, pois é um tanto baixa, tendo apenas 1,63. Também não é feliz com seu corpo, ,mesmo de corpo mediano, ela pesa apenas 60 kg. “Uma magricela com nada a oferecer, apenas um rostinho bonito.”, é o que sempre diz. Sua pele é branca e tem poucos machucados visíveis, estes são escondidos por ela andar sempre com roupas compridas para esconder seus vários ferimentos perto dos outros.

♛Gosta:
❦Observar a noite;
❦Fazer os outros felizes;
❦Comidas salgadas;
❦Ficar perto dos outros;
❦Roupas leves e confortáveis;
❦ Flores (especialmente a rosa vermelha);
❦ Dormir um pouco mais;

♛Desgosta:
❦Discutir;
❦Roupas muito curtas;
❦Sentir medo;
❦Sentir-se solitária por muito tempo;
❦Falar de si mesma;

♛Vícios\Manias:
Antes de ir para a mansão, ela era viciada em seu celular. Não conseguia passar vinte minutos sem ver se tinha alguma notificação.
Ela tem a mania de roer as unhas quando está muito nervosa.

♛Medos/Fobias:
Monofobia – O medo de ficar sozinho.

Astrofobia – O medo de trovões e relâmpagos.

♛Trauma:

Machucar as pessoas – Ela tem medo de machucar as pessoas fisicamente, devido ao que fez a sua irmã. Por causa desse trauma, antes ela ficou meio receosa em matar seu par. Mas logo ficou decida na hora -como é dito na história.

♔Par: Subaru Sakamaki



♛Relação com as garotas: No inicio, preferia se afastar das garotas e ficava muito quieta, já que não sabia fazer amizades. Mas com o tempo, ficou mais próxima delas. Tenta, quando pode, ficar perto delas, já que detesta ficar só. As considera como irmãs muito queridas, sempre disposta a ajudar pra qualquer coisa, e faz o máximo para agradá-las. Porém, muitas vezes, fica meio envergonhada, pensando que o que falou ou fez foi vergonhoso.

♛Música tema:




As músicas populares falam que
“Uma vida é insubstituível”
Mas ninguém se importaria
Se me trocassem por outra pessoa

Nesses dias que não mudam
Nós, meros objetos emprestados procuramos um lugar ficar
E assim sem se tornarmos alguma coisa
Nossos corações vão parando

Eu volto a arranhar e abrir a minha ferida
Que já estava se fechando
E uma segunda palavra começa a escorrer
Quero tanto ouvir uma música triste

Qual é a sua música prefira?
Qual é a sua comida preferida?
Quem é a pessoa que você mais gosta?
Tudo bem, não me importo se não for eu

Gritei tapando os meus ouvidos
Que as pessoas nunca vão se entender
A verdade é que eu queria ser amada
Mesmo que seja superficialmente

Se não vou me tornar nada
Pelo menos criarei uma boa imagem
Fingindo que realizei algo na vida
Estou sempre sorrindo

O que será que está faltando?
De qualquer forma está bom do jeito que está
Uma manhã melancólica antes da 7h
Ah, me deixe dormir mais

Qual seu filme preferido?
Qual sua palavra preferida?
Tem alguém que deseja encontrar agora?
Bom, com certeza essa pessoa não sou eu

Não há, não há, não há futuro algum
Não vou, não vou, não vou criar expectativas
Não há, não há, não há ninguém
Não há mais ninguém ao meu lado

Sorrir, sorrir, quero sorrir com alguém
Só quero que alguém me dê valor
Desisti disso e daquilo
O outro lado do cenário começa a embaçar

Qual a sua música prefira?
Qual a sua comida preferida?
Quem é a pessoa que você mais gosta?
“Com certeza não sou eu”, seria algo que eu diria.

Eu desistia de tudo egocentricamente
E me feria com minha própria vaidade
Com o passar dos anos finalmente percebi isso
Né, será que, será que ainda dá tempo?

Não há, não há, não há futuro algum.
Não vou, não vou, não vou criar expectativas.
Não há, não há,, não há ninguém.
Não há mais ninguém ao meu lado.

Não há, não há, não há futuro algum.
Não vou, não vou, não vou criar expectativas.
Não há, não há,, não há ninguém.
Não há mais ninguém ao meu lado
.



♛Reação ao...

❦Saber que o par está vivo: Se veria sem chão. Não conseguiria sentir nada além de culpa e tristeza. Sentimentos fortes ao ponto de chorar como nunca antes chorou, por saber que nunca ficará em paz por causa dele e medo do que poderia fazer a ela. Porém, se estivesse perto de outras pessoas, tentaria colocar um sorriso para fingir que está tudo bem, mesmo acabada por dentro.

❦Saber que irá voltar para a mansão: Ela não se importaria muito. Mesmo assustada em voltar para lá, não questionaria nada. Sabendo que iria sofrer ainda mais por tudo que fez, acreditaria que merecia tal punição por seus erros.

❦Que se apaixonou pelo par: Ela não gostaria, pois ainda tem medo dele. Entendia como era esse sentimento, e sabia o quão mau poderia fazer-lhe. Pensaria que, por mais que ele soubesse que ela tinha sentimentos por ele, ainda a machucaria como nunca, não teria piedade consigo e nem mesmo retribuiria o seu amor.


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