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Simplesmente, sonha!
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Amigos, Inimigos, Interesses.


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Amigos, Inimigos, Interesses.

Bom dia, pessoas!

Nem acredito que com este jornal vamos falar do vigésimo capítulo da história Star Wars, A Criação da Luz.

Pois é mesmo verdade, caras leitoras e caros leitores, hoje falaremos do capítulo XX, chamado Na Antiga Base Imperial. Teremos revelações para quem não leu os capítulos anteriores, ou o mais prosaico Spoilers Alert!

A floresta de Luyta, na sua perpétua noite, é um lugar muito perigoso que quase derrubou a Cleo, mas ela é uma mulher forte e também tem a fortuna do seu lado. Conseguiu arranjar uma espécie de aliado e agora dirigem-se os dois para a antiga base imperial desse planeta que está abandonada, para que ela consiga enviar uma mensagem a Coruscant e avisar a senadora Leia e Han Solo de que Luke Skywalker está em perigo. As aventuras vão continuar para a Cleo, ainda por cima com um grave ferimento na perna direita...

"Uma ferroada na perna fez-me abrandar. Passei a mão pela ligadura molhada. Ele franzia a testa, analisando o meu estado, parado mais adiante no corredor. Endireitei-me, apagando do meu rosto qualquer indício de sofrimento apesar de o ferimento me estar a causar dores insuportáveis. Era-me impossível continuar a apoiar o pé no chão.
Morva agarrou em mim ao colo, soltei um grito.
- Ah, podes espernear à vontade! – exclamou irritado.
- Larga-me!
- Nem penses! Continuas a ser o meu investimento, miúda!
Cruzei os braços. Zangada, bufava e rangia os dentes, mas Morva Senthy prosseguiu inabalável a carregar comigo por aquele corredor afora. O gesto seria nobre se não tivesse por detrás um propósito prático e se eu não me sentisse tão vulnerável. Nem mesmo quando estivera a ser cuidada pelo cavaleiro Jedi sentira algo semelhante. A impressão de que, a qualquer momento, o estado de graça acabava e seríamos inimigos mortais. Ele haveria de me caçar, eu haveria de lutar pela sobrevivência. O contrabandista estava a ser prestável, simpático, atencioso, mas era tão perigoso como os animais da floresta de Luyta.
Ele disse, dobrando uma esquina:
- Vamos conhecer um amigo meu. Quero que te portes bem, ou ele não te vai ajudar.
- Um amigo teu? Está aqui na base? Pensava que não tinhas outros sócios.
- E não tenho. Conheço este tipo há muito tempo, é tudo. Provou ser leal e confio nele. Também vais ter de confiar, pois é ele quem opera os computadores da sala de transmissões da base."

O Morva está a ter muitas liberdades com a Cleo, mas ela já percebeu que a sua amizade é um engano e que nunca poderá baixar as suas defesas ou pode ser surpreendida por um inesperado inimigo. Estamos na área dos interesses, nesta parte da história, e ela não se vai importar de usar quem se julga estar a usar-se dela, para alcançar os seus objetivos. A Cleo também sabe ser mortífera...

E como este pequeno texto revela, seremos apresentados a outro personagem.

Até quarta-feira. Que a Força esteja convosco.

Imagem por AnthonyFoti em http://anthonyfoti.deviantart.com/.


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