História Amor ou Poder? - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Maxon Calix Schreave
Tags América, America Singer, Amexon, Maxon, Maxon Schreave
Exibições 74
Palavras 2.233
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi amores me perdoem se eu demorei! Me desculpem por esse capítulo meio chatinho.
Bom, eu quero dizer algumas coisas sobre essa fanfic. Primeiramente, ela não será focada só no Maxon e na América, alguns dos outros também irão aparecer. Principalmente, Aspen, Lucy, Marlee e Carter. Eles serão os personagens secundários, cada um com o seu determinado problema. Eu sempre faço fanfics focada apenas nos personagens principais, e nessa eu quis mudar um pouco. Então espero que gostem. Eu já fiz todo o enredo dela, e incluir a aparição de alguns outros personagens. Amor ou Poder?, já é uma história que eu tenho pronta a muito tempo, então espero mesmo que gostem e não deixem de comentar, isso me incentiva muito a continuar.
Bom, leiam as notas finais! É muito importante.
Boa Leitura!

Capítulo 3 - Capítulo 3


Sua mão se encaixa na minha
Como se tivesse sido feita só pra mim
Mas coloque isso na cabeça
Era para ser assim
E estou ligando os pontos
Junto das as sardas em sua bochecha
E tudo faz sentido para mim
Sei que você nunca amou
As rugas nos seus olhos
Quando você sorri
Você nunca amou
Sua barriga ou suas coxas
As covinhas nas suas costas
No final da sua espinha
Mas eu as amo para sempre
Não vou deixar essas pequenas coisas
Saírem da minha boca
Mas, se eu deixar
É você
Oh, é você
Que elas formam
Eu estou apaixonado por você
E todas essas pequenas coisas

Little Things - One Direction

P.O.V América

Um mês depois...

Olhava-me no espelho, enquanto admirava meu próprio vestido. Eu estava me arrumando para me encontrar com Maxon – de novo. Durante esse mês que se passou, estamos fazendo muito isso. Ele sempre me convida e eu, educadamente, aceito. Claro que não é nenhum sacrifício ir me encontrar com ele. Até parece que foi ontem que nos conhecemos, ontem que ele me salvou, ontem que nós saímos pela primeira vez. Sem falar que é maravilhoso sair com ele. Eu sei que estou sentindo algo por ele. Bom, é claro que eu não estou apaixonada por ele. É muito cedo para isso. Sinto apenas um afeto. Nada mais que isso.

Tem certeza? No fundo você apenas tem medo que ele apenas faça a mesma coisa que seu ex fez com você. – meu subconsciente disse. Revirei os olhos para ele pelo espelho. Maxon não como aquele babaca. Suspirei tentando me acalmar, não deveria pensar nisso. Maxon não era desse jeito. Ele não mentiria e nem esconderia coisas de mim. Pensando bem, ele é apenas um amigo. Então, nada haver.

Termino de me arrumar e vou para sala, ficando a sua espera. Pego o meu celular e vejo a hora. Já eram quase oito, e hoje minha mãe ficava de plantão. Passaram-se alguns minutos, então comecei a balançar o pé, em sinal de nervosismo. Levantei e comecei a andar pelo apartamento. Por que será que ele não chega? Será que não vem mais? Não, claro que ele vinha. América pare de ser paranoica. Fui até a cozinha, e peguei água. Bebi, sentindo o liquido descer pela a minha garganta, me refrescando.

Batidas a porta me fazem dá um pequeno pulo de susto. Coloco o copo em cima da pia, e percebo que um pouco do meu batom ficou na borda do mesmo. Vou para sala, em direção à porta. Respiro fundo, antes de abrir a porta, me deparando com Maxon. Ele sorri ao me ver, e confesso que me derreti vendo aquele sorriso, ele ficava mais bonito quando sorria. Por um instante, me desliguei do mundo e apenas o fiquei olhando, com um sorriso bobo brincando em meus lábios. Ok América, acorda para a vida! Maxon é apenas seu amigo!

– América? – sua voz me desperta, juntamente com um estalar de dedos. Limpei a garganta e desviei o olhar, na tentativa de me recompor. Perguntei-me com cara estava agora, deveria está parecendo um idiota. – Tudo bem? – perguntou, me olhando levemente preocupado.

– Estou ótima. – respondi sorrindo. Não, não está, rebateu meu subconsciente, mas apenas o ignorei. – Vamos? – ele retribuiu meu sorriso e me pegou pela mão. Senti um pequeno choque percorrer meu corpo, com esse gesto. Controle-se América! Gritei para mim mesma. Fechei a porta e o segui, enquanto ele me levava, ainda segurando minha mão, em direção ao elevador.

– Como tem passado? – perguntou gentilmente para mim, quando entramos no elevador. Sorri, logo respondendo que bem. O elevador parou e saímos do mesmo. O carro que ele usava, estava estacionado na frente do hotel. Ele abriu a porta para eu entrar, e sorri em agradecimento. Maxon sempre cavalheiro! Ele parou o carro em uma rua deserta. Olhei para ele meio que desconfiada.

– Por que parou o carro aqui? – perguntei olhando para ele. O mesmo sorriu malicioso.

 – Você confia em mim? – perguntou ainda sorrindo. Assenti positivamente. Então ele me puxou para sentar em seu colo, e ferozmente me beijou. Um ruído de surpresa escapou de minha garganta, mas retribuí o seu beijo. – Você não sabe o efeito que causa em mim, América. – disse ofegante, perto do meu pescoço, me arrepiando. – Acho que me apaixonei por você. – sua declaração fez meu coração perder o compasso. Sorri em resposta e o beijei.

Um mês depois...

Sorri ao lembrar-me disso. Esse dia foi muito especial para mim. Não posso dizer que estamos namorando. Mas estamos ficando. Nos conhecemos á dois meses. Parece que foi ontem. Sorri ao sentir beijos em minha nuca, me arrepiando inteira com esse ato.Me virei para ele, e os beijos que antes eram em minha nuca, foram para a minha boca. Estávamos no apartamento dele, no quarto dele, na cama dele. Sim, o que vocês estão pensando já aconteceu. Muitas vezes. A primeira vez foi um mês atrás. Eu sei tudo aconteceu muito rápido, mas para o amor, não existe tempo. Ele subiu em cima de mim e continuamos a nos beijar.

Enquanto isso...

P.O.V Lucy

Penteava meus cabelos, para dormir. Já estava de camisola e sentada em frente a uma penteadeira, quando a porta do quarto se abriu abruptamente, e foi fechada com um estrondo. Olhei para trás, ligeiramente assustada, e me deparei com Aspen, ele bufava e parecia irritado e nervoso. Ele passou as mãos pelos cabelos e ignorou a minha presença – como sempre. Foi para o banheiro e bateu a força. Tenho certeza que as portas dessa casa, ainda vão quebrar com a força com que Aspen as bate quando está irritado.

Suspirei e fui me deitar. Tirei meu robe e me meti embaixo das cobertas. E fiquei esperando meu querido marido voltar, para perguntar o que tinha acontecido para ele está nervoso. Apesar de tudo o que ele me faz, eu o amo, e me preocupo com ele. Ele saiu do banheiro e estava apenas de cueca. Ele veio até a cama e se deitou ao meu lado. Ficou olhando para o teto, em completo silêncio e eu fiquei o encarando. Ele, percebendo que eu o olhava fixamente, se virou para me olhar. Seus olhos verdes irradiavam irritação e curiosidade.

– O que foi? – perguntou rude. Eu abaixei o olhar, pensando no que falar.

– Está tudo bem com você? – perguntei, voltando a olhar para ele. 

Ele estreitou os olhos para mim, e se aproximou deixando seu rosto a centímetros do meu.

– Por que a pergunta? – seu hálito bateu em meu rosto, de tão próximo de mim que ele estava. Tentei me afastar, pois aquela proximidade estava me deixando um pouco desnorteada, mas Aspen me segurou fortemente pela cintura, me trazendo para mais perto. – Não se afaste de mim. – ordenou, olhando em meus olhos. – E responda a minha pergunta. – mais uma vez ordenou.

– Você chegou um pouco nervoso. E eu só queria saber o por que. – disse abaixando o olhar.

– E por quê? – perguntou. Levantei o olhar e Aspen tinha um sorriso frio em seu rosto, me causando arrepios.

– Por que me preocupo com você. – respondi. Aspen aumentou o sorriso e se aproximou, roçando seus lábios nos meus levemente. Meu coração quase pulou pela boca. A tanto não tínhamos qualquer tipo de intimidade. Nem sequer um beijo. Mas de repente ele se afastou e me soltou. O Olhei confusa.

– Não preciso da sua preocupação. O que acontece ou deixa de acontecer comigo não é da sua conta. – responde grosso. Se vira para o outro lado. Eu fico olhando para o nada com os olhos marejados, me perguntando o que eu fiz para merecer isso. 

P.O.V América

Deito a cabeça em seu peito, enquanto espero minha respiração se normalizar. Ele começa a fazer carinho em meu cabelo, e sorrio internamente com isso. Ergo e a minha cabeça para olha-lo e percebo que ele está quase pegando no sono. Passo a mão por seu cabelo sentindo a maciez dos fios loiros, entre os dedos. Logo ele dorme, e eu sorrio, ele dormindo parece um anjo. Volto a deitar em seu peito e logo também pego no sono.

Acordo, escutando um barulho um pouco irritante. Se tratava do meu querido celular. Levanto e  o celular para de tocar. Bufo e me visto. Termino de me vestir e o celular começa a tocar novamente. Ele deve está na sala. Vou até a mesma, e pego o celular, que estava em cima do sofá. Era o meu pai. Atendo rapidamente. Vou para a sacada, para não fazer muito barulho e acabar acordando Maxon.

– Oi, pai! – digo assim que atendo. Eu amava a minha mãe, mas confesso que tinha algo especial com o meu pai. Eu sempre fui muito mais próxima dele, mas nos afastamos bastante depois que eu me mudei para Madrid com a minha mãe.

– Oi, filha! – pelo seu tom de voz, pude perceber que estava sorrindo. – Estava ocupada? – pergunta um pouco mais sério. Balanço a cabeça negativamente para sua pergunta, até lembrar de que ele não podia me ver.

– Não pai! – respondi sorrindo. – Pode falar. Aconteceu algo? – perguntei, repentinamente preocupada. 

– Não querida. – diz me tranquilizando. – É que você mais ligou. Estou com saudade. – fechei os olhos, me sentindo culpada. Era verdade já fazia tempo que eu não ligava para o meu pai, é que eu estava tão entretida com o Maxon, que me esqueci de ligar. Claro, que Maxon não tem culpa. Mas eu deveria dar mais atenção ao meu pai, afinal ele mora a quilômetros de distância, e uma ligação é o mínimo que eu devo fazer.

– Me desculpe por não ter ligado, pai. – digo sincera. Suspiro internamente. – Estava meio... Ocupada ultimamente. – não era exatamente mentira, assim como não era exatamente verdade. Estava ocupada com o Maxon, mas isso não significava que eu não poderia tirar dez minutos para falar com o meu pai.

– Tudo bem filha! – responde meu pai, compreensivo como sempre. – Eu também estava um pouco ocupado com a minha campanha e tudo mais. – diz fazendo-me recordar que ele era candidato á presidência de Iléa.

– Ah é mesmo, a sua campanha. Ainda é contra aquele... – tentei me lembrar do nome de um homem. Ele era um rival político do meu pai. Ele já tinha o mencionado só que eu não estava me lembrando do nome do homem.

– Clarkson Schreave! – respondeu o meu pai.

 – Ele mesmo. Ainda é contra ele que o vai disputar a presidência? – perguntei, me sentando em uma cadeira que tinha na sacada. 

– Não ele não pode mais. Agora ele colocou o filho dele! – meu pai responde, fazendo-me revirar os olhos. Esses homens ambiciosos, sempre querendo mais e mais poder.

– Tudo isso para continuar no poder! – digo, não conseguindo disfarçar o nojo em minha voz.

– Pois é. Mas o filho dele ainda nem começou a campanha. Ele nem está em Iléa. – disse. O filho deve ser tão hipócrita e ambicioso quanto o pai.

– E quem é esse homem, pai? – não conhecia esse homem, nem fazia questão, mas a minha curiosidade falou mais alto. – Como é o nome dele?

– Maxon Schreave. – responde, fazendo meu coração dar um salto. Não podia ser... Tinha que ser um engano, uma simples coincidência. Lembrei-me que o meu pai disse que ele não estava em Iléa no momento, isso só podia ser outra coincidência. Mas por via das dúvidas...

– E para onde ele foi pai? O senhor sabe? – falei e esperei ansiosa a resposta do meu pai. Ele podia dizer qualquer cidade, menos Madrid.

– Ao que parece... Madrid! – Não. Não pode ser.

– Pai, eu tenho que desligar. Depois conversamos. Tchau. – desliguei o telefone. Maxon mentiu, ele... Mas talvez ele não soubesse. É talvez não. Senti duas mãos em meus ombros. E uma voz ligeiramente rouca falou atrás de mim.

– Estava falando com quem? – me afastei dele e virei para olhá-lo. Ele sorria.

– Posso te fazer uma pergunta? – falei ignorando sua pergunta. Ele parou de sorrir e franziu o cenho parecendo preocupado. Ele assentiu. – Você sabia que eu era filha de Shalom Singer? – perguntei. Uma expressão de total surpresa passou por seu rosto e ele abaixou o olhar, evitando me olhar nos olhos.

– América... – o interrompi antes que ele pudesse falar.

– Responda. Sabia ou não? – ele suspirou e então balançou a cabeça positivamente, afirmando que sabia. Sinto meus olhos marejarem e olho para ele com decepção. – Então foi por isso. Por isso que ficou com comigo. Mentiu dizendo que estava apaixonado por mim, mas na verdade só estava comigo por causa do meu pai. – disse. Maxon balançou a cabeça negativamente.

– Claro que não, América. – começou.

– Nem tente me convencer do contrário. Você brincou com os meus sentimentos. Eu realmente me apaixonei por você. – uma lágrima solitária escorrer por meu rosto, mas a limpei rapidamente, não iria chorar, pelo menos não na frente dele. Passei por ele, ele tentou segurar meu braço, mas me desvencilhei.

 – Não é nada disso que você está pensando América. Deixa-me explicar. – disse, enquanto eu pegava as minhas coisas, me preparando para sair daquele apartamento. 

– Não quero ouvir nada. – disse inflexível. – Não quero mais saber de você. – disse e sair dali o mais rápido possível. Entrei no elevador, e finalmente pude me permitir chorar. Eu sabia. Sempre que eu me apaixono eu acabo com o meu coração partido. O amor machuca. Eu pretendo ir para Illéa, passar um tempo com o meu pai. Vai ser melhor para mim. Maxon por que você tinha que me magoar dessa maneira.  Por quê?                                                       


Notas Finais


Bom, eu quero explicar esse capítulo. Vocês podem ter achado que as coisas aconteceram rápido demais, e sim aconteceram. Mas se eu fosse escrever tudo o que aconteceu, até eles se apaixonarem e etc., ia ser enrolação demais. Então, como puderam perceber, eu pulei logo alguns meses, para o enredo da fanfic começar de verdade. Esse primeiros três capítulos, foram como uma introdução. Então espero que gostem de verdade.
Bom, é isso, vou deixar uns links de outras fanfics minhas para vocês darem um olhadinha.

https://spiritfanfics.com/historia/fanfiction-a-selecao-remember-me-5930939 - A seleção.
https://spiritfanfics.com/historia/my-sin-of-love-7004796 - Zayn Malik
https://spiritfanfics.com/historia/edom-reino-infernal-5498351 - Os Instrumentos Mortais.
Bjss


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