História Falling Inside The Black - Capítulo 9


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Categorias Alan Ferreira (EDGE), Felipe Z. "Felps", Flavia Sayuri, Mariana "Satty" Ferreira (Pense Geek), Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes, TazerCraft
Personagens Alan Ferreira, Felps, Flavia Sayuri, Mariana "Satty" Ferreira, Mike, Pac, Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes
Tags Aloid, Cellbit, Cellps, Felps, Mike, Mitw, Pac, Rafael Lange, Satty, Sayu, Tazercraft
Exibições 72
Palavras 1.299
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Fantasia, Lemon, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá amigos <3 Como estão? Tranquilos?
Nossa, hoje a net tá bala
Tá pistola.
Hoje vai ter WTS também :D
Leiam as notas finais, sério.
Vamos ao capítulo!

Capítulo 9 - People Go, But the Memories Remain.


[†Point Of View: Desconhecido (?)†]

Em meio às chamas, a única coisa no qual eu desejava era minha morte definitiva. Eu deveria ter dito para que desistisse daquela ideia, que aquilo era uma completa idiotice e ter dito a verdade, ele nunca conseguiria conquistar aquele maldito garoto. Se aquele filho da puta tivesse notado seus sentimentos e acabado com isso de uma vez nada disso teria acontecido, a culpa é toda dele... Toda dele.

Cai de joelhos ao lado do corpo quase sem vida jogado ao chão, como se não fosse nada. As labaredas do fogo subiam pelas paredes, puxei-o para meu colo e me curvei, o abraçando enquanto as lágrimas teimavam em descer pelo meu rosto. Seus olhos agora opacos viraram em minha direção, então eu perguntei a única coisa que eu gostaria de saber, que eu não havia visto.

— Quem fez isso com você, meu pequeno?

Abriu sua boca com dificuldade, uma raiva enorme me subia à cabeça conforme eu entendia o que estava acontecendo, abaixei-me um pouco e depositei um beijo em seus lábios, sussurrando que eu o amava. Um sorriso fraco surgiu em seu rosto enquanto fechava os olhos lentamente.

— Eu queria ter descoberto isso antes... — Suas últimas palavras me fizeram cair no choro.

Mas aos poucos eu sentia qualquer sentimento humano que ainda me restava se esvaindo, um sorriso macabro surgiu em meu rosto enquanto deixava seu corpo deitado ali, sendo coberto pelas chamas. Sequei as últimas lágrimas que cruzavam meu rosto, me virando e saindo daquele galpão.

Eu era um demônio, não precisava usar portas afinal. E a partir daquele momento eu jurei vingança contra aqueles que atentaram contra a vida do meu Rafael, todos aqueles que ousaram maltrata-lo e desprezar sua companhia.

Isso vai ser por você, meu amor.

[Point Of View: Alan Ferreira (Alan)]

No dia seguinte era perceptível a indiferença em Lucas, se levantou como se nada tivesse acontecido, tomou um banho e voltou para a cama, se deitando ao meu lado e circulando minha cintura com seus braços. Havia acordado graças a essa ação sua, abri minimamente os olhos, me espantando ao notar que o mesmo me encarava. Em um ato surpresa, Void se abaixou e depositou um selinho em minha boca, repetindo a ação várias vezes seguidas.

Meu rosto esquentou quando notei que eu estava vestindo apenas uma camisa branca e uma boxer vermelha, sua mão desceu por meu corpo, apertando de leve meu membro ainda coberto. Acabei por deixando escapar um gemido manhoso, tampando minha boca com minha mão direita rapidamente ao notar o que havia feito, ato que não passou despercebido.

Lucas puxou delicadamente minha mão, puxando-me para um beijo após isso. Sua língua invadiu minha boca sem pedir passagem, batalhando por mais espaço contra a minha.

— Por que tirou minha calça enquanto eu dormia? — Questionei mordendo o lóbulo de sua orelha, ouvindo-o arfar baixo.

— Por nada, você fica mais sexy assim, com uma blusa minha.

Arquei minhas sobrancelhas, notando apenas agora que estava com uma blusa sua e que a mesma estava enorme para mim. Suas mãos apertavam minhas nádegas com força, mordi meu lábio inferior e semicerrei os olhos, sentindo uma de suas mãos subir até meus cabelos, puxando alguns fios fracamente.

— Você é sadomasoquista? — Deixei que aquela pergunta finalmente saísse de meus lábios, estava curioso em relação a isso desde que havia o conhecido.

— Depende muito, se o meu parceiro gostar desses tipos de coisas... Então me diz, você gosta desse tipo de brincadeira na hora do sexo?

Arregalei levemente os olhos e não pude deixar de sorrir, mas ao contrário do que pensava decidi provocar um pouco, não respondendo tal pergunta.

— Desde quando eu sou o seu parceiro? — Provoquei, seus olhos perderam um pouco do brilho e seu sorriso se desfez. — Não que eu não esteja gostando, mas não sei se você sabe... No mundo “moderno” nós pedimos a pessoa no qual gostamos em namoro.

Lucas se curvou de modo que eu sentisse sua respiração próxima ao meu rosto, em um movimento ágil o mesmo deixou uma mordida forte sobre meu ombro, em seguida outra sobre meu pescoço. Arqueei minhas costas e cravei minhas unhas — Ainda curtas —, sobre suas costas. Void semicerrou os olhos e um sorriso sacana surgiu em seu rosto, acabei por perceber que havia caído em sua pegadinha.

— Isso responde a minha pergunta. — Passou a ponta de sua língua sobre meu lábio inferior, se sentando e me puxando para seu colo. — Mundo “moderno”? Heh, não sei se você notou o que acabou de falar, mas pedimos em namoro pessoas que realmente gostamos, caso o contrário apenas ficamos.

O olhei indignado, minha mão se ergueu e o mesmo arregalou os olhos, colocando a mão sobre o lugar onde eu havia acertado o tapa. Nos encaramos durante alguns segundos, antes de eu sair de seu colo e ir até meu guarda-roupa, me trocando e jogando a camisa no qual havia me emprestado sobre si.

— Sendo assim, não sou homem de ficar. — Afirmei me virando e saindo do quarto, fazendo questão de bater a porta assim que fui encosta-la.

— Espera! — Escutei a voz de Void ainda abafada no quarto, poucos segundos depois uma mão sobre meu ombro, me virando em sua direção. — Você... Está chorando?

— Vai se foder, me esquece.

Tirei sua mão de mim, descendo as escadas e o deixando para trás.

— Espera, por favor! Vamos conversar, deixe-me esclarecer!

[Point Of View: Rafael Lange (Cellbit)]

— F-Felipe, eu p-preciso te f-falar algo... — Gaguejei me mexendo de modo nervoso na cadeira, o olhar de Felipe sobre eu deixava tudo ainda mais tenso.

Às vezes quando menos esperamos acabamos nos apaixonando por alguém, ninguém nunca espera passar pela situação clichê de chamar a pessoa amada para ir até uma sorveteria e no final de tudo se declarar. Eu tinha medo de ser rejeitado, e se ele não me amasse como eu amo ele? Agora que estávamos aqui não teria volta.

Meu rosto estava completamente corado, mexia meus dedos de modo nervoso, simplesmente não conseguia o olhar nos olhos. Felps perguntou se estava tudo bem na hora que saímos do hotel, mas não estava tudo bem, eu não estava bem com essa situação.

Seu olhar demonstrava preocupação, tudo apenas piorou quando sua mão pousou sobre a minha, pedindo para que eu me acalmasse e contasse o que estava acontecendo.

— É que há alguns dias eu estou me sentindo diferente em relação a uma pessoa... Sinto como se tivesse borboletas em meu estômago, meu rosto queima quando estou perto dele e me sinto estranhamente abobado. — Desabafei, Felipe pareceu se entristecer, mas logo sorriu falsamente. — Eu não sei o que fazer, é muito complexo sentir isso... É difícil, não poder abraça-lo como eu realmente quero, nem sentir o gosto de seus lábios.

— É o Alan? O Tarik? — Sua voz saiu baixa, parecia se controlar para não chorar. — Oras Rafael, se declare. Eles estão com você há um bom tempo e vão entender os seus-...

— Essa pessoa é você, Felipe.

Fechei meus olhos com força, sentindo que havia tomado a pior ação possível. Um silêncio perturbador tomou o ambiente durante vários segundos, pareciam ser horas, até que senti algo macio contra meus lábios. Abri meus olhos assustado, encontrando Felipe curvado sobre a mesa me beijando.

Segurei sua nuca retribuindo o beijo, sorrindo entre o ato.

— Eu achei que esse dia nunca fosse chegar. — Felps sorriu voltando a se sentar. — Rafael Lange, aceita namorar comigo?

— Sim, mil vezes sim! — Levantei-me de onde estava sentado, Felipe repetiu a ação e eu me joguei em seus braços, o abraçando. — Eu te amo, Felps!

— Eu também te amo, meu loiro! Agora vamos dar a notícia para os outros.

Concordei com a cabeça, segurando sua mão. Eu finalmente havia me declarado para Felps, e o melhor de tudo... Meu amor era retribuído. 


Notas Finais


Então...
Como já dito, é algo importante.
Ontem a noite eu entrei aqui e vi algo maravilhous, li algo super bom na verdade -w-
Eu geralmente recomendo as fanfics no qual considero boas, maravilhosas...
Então aqui está a recomendação ( Se eu to feliz em recomendar essa One para vocês? LÓGICO QUE SIM)
https://spiritfanfics.com/historia/os-tres-bruxos-de-hemwick-7133060 ~ Autor: Tio_Vlady
*Seca as lágrimas* Essas crianças crescem tão rápido...
Cellbit: (???)
QUE
~Um beijo, um queijo e fui!~
x Capítulo não revisado, qualquer erro avisar.


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