História I am you, you are me - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Block B, Crush, DEAN
Personagens B-Bomb, Jaehyo, Kyung, P.O., Personagens Originais, Taeil, U-Kwon, Zico
Tags Block B, Delinquentes, Kpop, Taepyo, U-bomb, Yaoi, Zikyung
Exibições 101
Palavras 2.972
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente, Eu demorei tanto né?
Mas aqui o nosso último capitulo <3
Obrigada por todo o amor que enviaram e essa fic, Obrigada por cada comentário e por cada favorito <3 Tenho uma nova U-Bomb, quem estiver interessado por favor dê uma chance pra ela <3

Capítulo 14 - Loved - Woo Jiho


Fanfic / Fanfiction I am you, you are me - Capítulo 14 - Loved - Woo Jiho

Eu não sei exatamente quando tudo isso começou ou porque tudo isso se tornou possível. Quando tentamos entender os fatos um por um, tudo parece meio vago e ridículo de se acreditar, mas realmente era nossa história, realmente nos fez. Mesmo que eu quisesse muito entender como e porque, não tinha nenhuma explicação plausível ou mesmo outra pessoa que entendesse isso junto comigo e Kyung. Sim, estou novamente no meu corpo. Sim, eu sei que ele é meu, mas porque tudo parece tão irreal? Como se depois de entrar e sair eu me sentisse meio flutuante. Como se eu não pertencesse a lugar nenhum. Kyung estava cantando na frente de tantas pessoas com um sorriso no rosto e geralmente deveria me preocupar mais com Dok Ho e minha vontade de mata-lo com minhas próprias mãos. Mas minha agressividade parecia estar paralisada, enquanto meus olhos só enxergavam-no na minha frente. Como se cada palavra que saia da sua boca fosse o meu mundo. Toquei minha mão no meu peito e ele batia feito louco, ameaçando explodir minha caixa torácica. Eu apenas não entendia porque diabos sentia exatamente o que Kyung sentia e ao mesmo tempo sentia o que eu mesmo sentia. Como se essa mistura toda tivesse bagunçado a gente, como se de fato agora, nós fossemos um só.  

-"Eu realmente consegui Zico! Eu realmente consegui!"- Kyung gritava contra meu ombro, enquanto me abraçava com força. Sorri e o afastei o bastante para conseguirmos nos olhar.  

-"Eu sempre soube que conseguiria!"- Falei sorrindo e toquei seu cabelo gentilmente. 

-"Porque sinto que você está estranho?"- Perguntou franzindo o cenho.  

-"Apenas sinto coisas diferentes agora... Me sinto meio alheio a tudo... Eu acho que estou apenas confuso!"- Comentei rapidamente, tentando deixar isso não parecer tão grave, não queria preocupa-lo.  

-"Na verdade me sinto da mesma forma! Me sinto tão feliz, sinto que poderia me apresentar em dez palcos hoje mesmo! Meu corpo todo está feliz!"- Kyung falou com um sorriso grande e apertei os olhos estranhando, quando na vida, Kyung estaria mais animado que eu sobre alguma coisa? Quando no mundo Kyung estaria displicentemente sorrindo assim?  

... 

Finalmente em casa eu respirei melhor, sem toda aquela confusão de sentimentos meu corpo estava relaxado e minha mente tranquila. Kyung cantarolava enquanto se olhava no espelho.  

-"Eu ainda não entendo porque justo agora nós trocamos de volta! Mas no final isso foi realmente legal... Apesar de louco!"- Comentava enquanto continuava encarando o espelho, quase como se estivesse estranhando sua própria carne. Como se não achasse lugar no próprio corpo.  

-"Eu também não... Não faz sentido nenhuma parte disso tudo... Kyung... Onde estão os anéis?"- Perguntei lembrando disso quando vi minha mão sem ele. Kyung olhou pra própria mão e depois pra mim com calma. Ele pareceu pensar sobre isso por um segundo e então voltou a me encarar com força.  

-"Acho que sumiram..."- Ele deu de ombros como se isso fosse o mais normal daquilo tudo. Realmente, depois de tudo aquilo, isso era o de menos.  

Me peguei olhando ao redor, lembrando de tudo que aconteceu desde que seu corpo se tornou tão meu quanto dele. Parecia uma enxurrada de lembranças bagunçadas. Como depois de tantas coisas estávamos nós dois aqui de novo. Melhores amigos. 

-"Kyung..."- Chamei baixinho e ele virou pra mim notando a tom sério na minha voz. Fiz um gesto pra que ele se aproximasse e o mais baixo obedeceu sentando ao meu lado contra a cama. Seus olhos grandes me encaravam com cautela e eu não sabia que sentia tanta saudade disso.  

-"O que foi Ziacow?"- Falou meu apelido lentamente, como se tentasse suavizar a tensão que empurrei sobre ele. Mas impedi que desfizesse a importância daquele momento, pegando sua mão com carinho e apertando-a entre meus dedos.  

-"Preciso te dizer uma coisa, agora que estou de volta no meu próprio corpo... Uma coisa que nunca te disse com todas as letras e com todo o meu corpo e alma..."- Falei intensamente, Kyung engoliu seco visivelmente ansioso. -"Eu amo você. O seu toque, sua pele, seus olhos, sua voz, suas cicatrizes... Eu amo você inteiro..."- Assumi completamente transparente. A mercê dele. Entregue e vulnerável.  

-"Eu sempre amei..."- Correspondeu sorrindo de um jeito bonito e pousando a mão que não estava entrelaçada com a minha sobre minha bochecha. Acariciando-a levemente como se tentasse me acalmar.  

-"Você é tudo que eu tenho..."- Falei devagar, externando a pequena insegurança que cresceu no meu peito, quando estava finalmente no meu próprio corpo miserável e abandonado. Sem poder me apoiar na certeza de que ele não deixaria seu corpo pra trás e consequentemente não me deixaria.  

-"Eu amo você."- Repetiu sincero e não soube como conter o sorriso que cresceu nos meus lábios.  

Aproximei meu rosto do seu, sentindo seu cheiro. Beijei sua boca com devoção e carinho. Eu tinha tanto pra dizer, tanto pra pedir... Eu tinha tanto pra viver daqui pra frente. Mesmo que parecesse irreal, pela primeira vez em tanto tempo eu não sentia nada ruim no meu coração. Tudo estava tranquilo. Me sentia em casa nos seus braços quentinhos. Como se ele sempre fosse me acolher. Ele virou minha família de um jeito que ninguém nunca foi.  

... 

-"Tia o que aconteceu... Porque nos chamou aqui?"- Perguntei curioso. Tinha acabado de chegar do trabalho, fazia pouquinho tempo que comecei e ainda era extremamente cansativo me deparar com tantas responsabilidades. Eu só queria chegar em casa e me perder nos abraços de Kyung, mas ela nos fez sentar na sala, dizendo que precisávamos conversar.  

-"Meninos... Eu preciso falar sério com vocês... É sobre sua família Zico."- Travei por um momento, um arrepio passando por minha espinha. Até demorei para entender a qual família ela se referia. Mas antes que a insegurança e o temor enchessem meu coração com medo, a mão pequena de Kyung alcançou a minha e seus dedos apertaram minha mão como se estivesse passando todo o amor que sentia por mim naquele pequeno toque. Respirei fundo tomando coragem. 

-"Pode dizer tia..."- Falei devagar.  

-"Eu te disse que era bem vindo aqui e realmente é. Em nenhum momento quero que pense que aceitei conversar com seu pai porque queria que você se afasta-se de nós... Seu pai veio me procurar, na verdade ele pediu desculpas pelo incomodo e disse-me que sua intenção nunca foi fazer mal ao seu filho... Bem Zico, mesmo que eu entenda completamente sua tristeza, pai é pai e nunca teria nada nesse mundo para suprir a falta que seu pai fará. Então por eu amar você como genro e como parte da família a tanto tempo, eu escutei o que ele tinha a dizer. Tentei ser intermediadora das dores de vocês dois. Bem, ele me disse que queria te dar uma casa e na verdade ele me entregou a chave e o endereço... Eu sei que você deve estar pensando... Isso não é como se pede perdão, mas você precisa entender que é tudo que ele sabe e você precisa perdoa-lo algum dia. Eu vi isso como uma boa oportunidade. Sei que a intenção do seu pai foi apenas te tirar da casa de outra pessoa, pensando ser um incomodo, mas quero que encare essa casa, como a chance de começar de novo. Como a chance de seguir sua vida com mais calma..."- Ela falou levemente e concordei silenciosamente com suas palavras, 

Era verdade, eu já estava pensando nisso. Era como se todo esse tempo eu estivesse tão magoado por ter sido machucado que continuava machucando-o como vingança. Sem deixar que sua ferida sare e consequentemente sem deixar que a minha sare. Ele era meu pai. Ele era a pessoa que sinceramente tentou conseguir meu perdão todo esse tempo. Suspirei cansado, Kung estava calado e tranquilo olhando pras próprias coxas. Eu nem precisava perguntar para saber que meu pai também tinha falado com ela sobre dinheiro. Já era a hora de tentar pegar tudo com as próprias mãos e construir meu próprio lar amoroso no final das contas.  

-"Tia... Depois que vim morar aqui e assumi meu relacionamento com Kyung... Eu sinto que tudo isso que falou é verdade. Eu quero parar de depender um pouco do amor deles dois ou de qualquer um. Eu quero fazer a minha própria família... Eu quero apenas Kyung..."- Falei e a mulher sorriu um pouco olhando o próprio filho com um ar orgulhoso, meus olhos também penderam pra ele. Mesmo com sua pele amorenada ele estava rubro e seus olhos já enormes estavam arregalados.  

-"Então está dizendo que vai tentar... E que quer que eu permita que Kyung vá junto com você?"- Perguntou serena. Kyung olhou pra mim por um momento curioso e sorri pra ele, apertando nossas mãos juntas. 

-"Isso mesmo... Eu sei que somos jovens e que ainda estaremos tão dependentes de todos vocês em tantos sentidos, mas eu realmente pretendo fazer isso ser completamente apenas nosso problema o mais rápido possível..."- Prometi ficando um pouco mais reto no sofá enquanto falava.  

-"O que você acha disso Kyung?"- O homem mais velho finalmente falou alguma coisa se dirigindo ao filho e todos olhamos pra ele. Kyung se remexeu meio ansioso no sofá. 

-"E-Eu vou arrumar um trabalho... Eu farei qualquer coisa pra ficar com ele."- Disse rápido e baixo e eu sorri grande, em conter a felicidade. Achando-o fofo demais. Como poderia ama-lo menos? 

-"Nada disso! Quero que comece sua faculdade!"- A mãe de Kyung falou atrapalhando seus planos de trabalhar e ele fez um bico nos lábios. 

-"Tia... Eu vou primeiro. Vou ficar na casa e tentar me arrumar por lá, vai ser pouco tempo. Kyung precisa que eu deixe ele em paz enquanto estuda e quando ele finalmente entrar numa faculdade pública, vamos ficar juntos."- Ofereci essa opção sorrindo e Kyung se remexeu no sofá. 

-"Zico... Vamos ficar longe..."- Reclamou. 

-"É só por alguns meses, só para que faça a sua prova..."- Falei devagar e os dois pais riram do nosso momento. 

-"Ele sempre morou na casa dele e você aqui, que apego é esse?"- A mãe dele reclamou e Kyung não conseguiu segurar o riso.  

-"Na verdade, ele morava mais comigo do que lá..."- Falou manhoso e eu ri soprado. 

-"Vou continuar invadindo a sua casa mais do que a nossa."- Falei encorajando-o e ele sorriu ao ouvir me referir a casa como nossa.  

Eu sabia que mesmo depois de tanto tempo ainda tínhamos muitas coisas a aprender e quando nos deparássemos com uma vida sozinhos seria diferente. Nosso amor estaria a prova e teríamos provas constantes para os nossos sentimentos. Mas eu tinha certeza que ele me faria feliz com toda a certeza. Tinha certeza que ele era e sempre seria minha casa, minha família. Eu enfrentaria qualquer coisa para esse laço ser cada vez mais forte e aceitaria a ajuda de todos para zelar por nosso amor pra sempre. 

... 

Bati na porta três vezes com um sorriso no rosto e esperei pacientemente que atendessem. Meu coração estava tranquilo. Quando a porta finalmente abriu, sorri gentilmente olhando nos olhos do meu pai. Ele sorriu de volta pra mim confuso e me olhou como se sentisse falta da minha presença. 

-"Filho... Já se instalou na casa nova? Precisa de ajuda?"- Falou rápido como se quisesse adivinhar meus motivos para aparecer ali. Sorri-lhe de volta e olhei o pacote nas minhas mãos, pensei por um momento e finalmente estendi na sua direção, querendo que ele pegasse. Seus olhos me fizeram mil perguntas, mas ele resolveu apenas pegar a caixa. 

Era apenas um pedaço de bolo de chocolate com uma cereja em cima. Mesmo assim meu pai olhou aquilo com uma imensa surpresa, capaz de avermelhar os olhos já cansados de tanta dor.  

Foi no meu aniversário de 15 anos, quando ele tentou pedir desculpas com um pedaço de bolo e eu gritei que um bolo nunca recuperaria meu amor por ele. Eu sempre me lembrava daquele momento e eu sabia que ele também lembrava, porque foi naquele dia a primeira vez que disse com todas as letras que nunca seria capaz de ama-lo de novo. Pra mim aquele bolo era como o mesmo pedido de desculpas. Como se eu estivesse dando outra chance para ele calmamente me pedir perdão. Ele me encarou por um momento, seu queixo tremendo.  

Pelos próximos minutos que sentamos na mesa da cozinha, nós criamos uma bela memória sobre como comi metade do bolo e ele comeu a outra metade. Não tiveram palavras ditas entre nós e nem mesmo pedidos de perdão. Apenas sabíamos que já tinha sido mais que o suficiente.   

Quando eu voltei pra minha casa eu me sentia mais leve. Como se nada mais me segurasse com pensamentos ruins. Era apenas um lugar tão vazio que ecoava, já que não dava pra comprar muitos moveis ainda, mas sem dúvida aquele lugar estava cheio com meus sonhos e esperanças. Eu construiria calmamente cada parte da nossa felicidade dentro daquelas paredes. Eu mostraria a Kyung todo o amor que sentia em relação a ele e o quanto eu desejava sua felicidade a cima de qualquer outra coisa. Porque isso que significa família. Amar apesar de tudo e por causa de tudo.  

... 

-"Você tem certeza que seus pais não vou ficar meio putos com a gente?"- Perguntei receoso e Kyung sorriu de um jeito tranquilizador, mostrando sua mão para que eu segurasse. Ele parecia tão lindo deitado naquela maca. Meu pulso ainda estava um pouco dolorido e coberto por plástico filme. O tatuador tirava o papel no pulso dele deixando a pele levemente marcada, para poder passar a maquina com precisão, eternizando o desenho.  

-"Eu só preciso fazer aquela maldita prova e vamos morar juntos, eles não podem mais reclamar de nada sobre mim."- Avisou sorrindo. E na mesma hora o tatuador ligou a maquina ainda longe da pele dele, apenas testando. Kyung olhou pra ele como se já estivesse sentindo a dor.  

Eu segurei sua outra mão enquanto o símbolo YingYang ficava marcado no seu pulso, assim como tinha acabado de marcar em mim mesmo. Aquele lugar era estratégico para cobrir suas cicatrizes e aquele símbolo era uma lembrança do que nos fez ficar juntos.  

Quando finalmente estava pronto e coberto por plástico filme, encostei nossos pulsos, deixando os desenhos pertinho um do outro. Meu estomago dava voltas numa sensação estranha. Não parecia que tínhamos feito uma tatuagem e sim nos casado.  

-"Adoro essa coisa legal sobre a tatuagem... Isso de que nunca sai... Meio que combina perfeitamente nesse momento..."- Comentei sorrindo bobo e meu menino fez uma careta envergonhada.  

-"Nós estamos apenas começando o nosso pra sempre... Eu sempre serei quem você é e você sempre será quem eu sou..."- Essa declaração soou como um voto matrimonial nos meus ouvidos e foi o bastante para que o meu coração ficasse completamente extasiado. Eu queria ir logo pra sua casa fazer a última parte desse casamento que existia apenas na minha cabeça. A lua de mel.  

............. 

-"Que droga Minhyuk, será que você não poderia ter limpado tudo no dia certo?"- Reclamou enquanto empinava sua bunda bonita pra cima e pegava alguns copos de plástico do chão.  

-"Olha aqui Kwon... Eu nunca pensei que depois de quase dois meses a escola ia me incomodar pra arrumar isso aqui!"- Reclamei colocando como sempre a culpa em qualquer um menos nele. -"Eles disseram que não tiveram como pedir ninguém que arrumasse tamanha bagunça antes e as novas aulas vão começar próxima semana. Sendo assim alguém precisava arrumar o auditório para os novatos. "- Continuei pautando o porque de estarmos ali. 

-"Tinha tanta gente no universo para chamar aqui. Tinha o Dean, o Zico, o Crush, sei la o Kyung... Porque só nós dois?"- Reclamou balançando aquela bunda que eu só conseguia ficar olhando toda hora. Eu sorri travesso pegando mais alguns papeis. Eles me chamaram primeiro e mandaram chamar todos, mas claro que não perderia uma ótima oportunidade de rever YuKwon e seu rostinho lindo. Ainda mais levando em conta que ele simplesmente fingia não me conhecer depois que a escola acabou.  

Continuamos daquele jeito silencioso arrumando tudo. Kwon apenas murmurava reclamações sozinho na parte da plateia enquanto eu tentava recolher tudo no palco. Finalmente uma coisa me chamou atenção. Toquei levemente os dois anéis e coloquei sobre minha palma meia suja por causa da limpeza. Observei. Eram dois anéis prata com um Ying yang desenhado. 

-"Hey Kwon, venha ver algo realmente interessante!"- Gritei sorrindo. O loiro olhou pra mim e correu percebendo meu entusiasmo, quando ele se aproximou seu sorriso cresceu. 

-"Não me diga que o casal 2000 perdeu as alianças aqui..."- Brincou, era fácil reconhecer as alianças de Zico e Kyung. Eles nunca tiravam aqueles anéis. Era até estranho que eles tivessem esquecido ali no chão da escola. Kwon pegou o anel menor pra olhar de perto.  

Sorri brincalhão e empurrei o outro anel no meu dedo, então fiz uma cara séria para Kwon. 

-"Oh Kyung, eu te amo tanto. Por favor não chore, apenas deite sobre meu peito e esqueça do universo!"- Falei tocando seu rosto e dramatizando como uma piada a relação extremamente gay de Kyung e Zico. Kwon riu alto e então entrou na brincadeira fazendo careta. 

-"Por favor Zico, eu não consigo viver sem você perto de mim!"- Ele falou alto demais segurando meus ombros e me chacoalhando, como se imitasse alguém desesperado.  

-"Case-se comigo!"- Gritei, puxando o anel que ele segurava e pegando sua mão. 

-"Oh Zico, eu aceito!"- Ele brincou empurrando um pouco a mão, então como uma continuação daquela brincadeira eu empurrei o anel contra seu dedo completamente. 

Minha visão ficou meio turva e tudo perdeu a graça por um momento, parecia que estava completamente dormente de repente, Kwon olhou pra mim meio confuso e a única coisa que consegui fazer foi fechar os olhos e cair pesadamente contra o piso de madeira.  

Continua...


Notas Finais


Pronto gente e foi isso <3
AVISOS:
Gente eu voltei a escrever porque finalmente terminei meu TCC *aleluia*
Mas tem uma coisa, eu estou viciada em escrever a novo fic U-bomb, a MOVA. Então não vou dizer que a parte U-bomb dessa fic vais air agora. Eu vou terminar mova primeiro. <3 Por favor deem uma olhadinha nela por enquanto. <3
https://spiritfanfics.com/historia/mova-7000734


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