História Mission 2.9 - Capítulo 47


Escrita por: ~ e ~Analuu

Postado
Categorias Justin Bieber, Sophie Turner
Exibições 178
Palavras 9.077
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Festa, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


--------------------------------LEIA POR FAVOR--------------------------
AFFFFFFFFFFS Desculpem a demora mas dessa fez tem ate uma boa justificativa gente. Esse capitulo foi escrito por mim e por uma super amiga, por isso a demora por que tínhamos que juntar as ideia, pensar qual ficaria melhor qual se encaixaria decidi varias coisinhas que parecem fácil mais meu povo acreditem não é.
MAAAAAAAAAAAAS! A melhor parte disso tudo e que na fic dela também tem esse cap, e vocês vão poder ver os dois lados de tudo que esta acontecendo aqui. Mais informações nas nota final e lá também vai ter o link da fic dela. Pronto vão ler logo que estou ansiosa pra saber o que acharam.
PS: Não me matem.
---------NOTAS FINAIS POR FAVOR MINHAS/MEUS AGENTES----------

Capítulo 47 - O Fim.


Fanfic / Fanfiction Mission 2.9 - Capítulo 47 - O Fim.


POV Eadlyn


Avistei o prédio que estava interditado e fala serio! Por que eles não colocavam um outdoor falando que tinha acontecido um sequestro ali? Era por esse motivo que eu morria de preguiça da policia, eu gostava de agir em silêncio ou pelo menos não tão na cara assim. 
Estacionei meu carro descendo com o Brendon, Spencer e o Nicolas, os dois já tiravam o nó da gravata que usavam enquanto eu achava um jeito de tirar aquele vestido azul.
- não podem passar, aria interditada. - olhei pra cara do policial revirando os olhos.
- sai da minha frente. - Nicolas levantou o distintivo puto e o policia tirou a faixa dando espaço pra gente passar com os olhos arregalados. Assim que adentramos o local um monte de agentes me cercaram, já tinham colocado todas as pessoas que podiam me dar alguma informação numa sala e estávamos indo exatamente pra lá.
O elevador se abriu e começamos andar ate a sala mais eu não precisava chegar ate lá para fazer essas baratas tontas começarem a trabalhar. 
- relatório. - num piscar de olhos tinha uma pasta na minha mão das informações que eles tinham colido, ouvir abrirem a porta mais eu so entrei sem olhar por que estava lendo.
- quero a pericia do local do sequestro. - folheei pra próxima folha.
- já fizemos é a primeira folha. - olhei pra cara do cara que me respondeu e soltei um risada debochada.
- essa merda aqui? - ele fechou a cara me fazendo revirar os olho.
- quero saber qual arma ele usou pra atirar, quero saber que marcas de pneus foram deixadas no chão, que tipo de carro utiliza esses pneus. - arranquei a folha das demais entregando pra ele que respirou fundo pegando a folha e saindo. Bom garoto.
- quero uma equipe 24 horas encima do Derek. - arranquei a folha seguinte entregando para a mulher na minha frente.
- não podemos, não temos mandado da policia pra isso. - passei a mão no rosto ouvindo Nicolas e Brendon rirem.
- minha querida você é uma agente do FBI você não precisa de mandado da policia, você precisa somente que eu mande e é isso que estou fazendo agora, se você perde esse filha da puta de vista você vai entrar na mira da minha arma invés dele. - a mulher engoliu em seco pegando o papel e sumindo da minha frente.
- quero todas as senhas das câmera de segurança desse prédio e ... - Nicolas olhou pra mim e eu entendi o recado. Pedi que trouxessem o notebook dele no carro, porem ele queria que eu pedisse por que sabia que em menos de um segundo estaria na mão dele.
- o notebook do agente Grenw esta aonde pelo amor de Deus? - bufei irritada vendo uma menina correr na direção dele com o mesmo. Ele passou por mim colocando sua gravata no meu ombro e em seguida Brendon fez o mesmo.
- to indo supervisionar a pericia se não já já eles chegam com a marda do pneu tradicional de uma lamborghini dizendo que o carro deles eram um camaro. - segurei um risada ouvindo Nicolas soltar outra.
- o que você quer que eu faça? - olhei pra Spencer suspirando.
- pelo amor de Deus, faz eles desmancharem aquele circo la fora e troca de roupa. - ela assentiu rindo e se retirou.
Olhei ao redor pela primeira vez notando todos os parentes e amigos das garotas.
- quero um dossiê completo da vida dessas meninas, aonde estudaram, que cidade moraram ate o tipo sanguíneo quero saber. - os dois caras do meu lado assentiram e quando estavam saindo os chamei.
- me tragam um vestido vermelho. - eles assentiram novamente saindo da sala. Passei a mão no rosto completamente cansada, já eram quase três da manhã e a noite estava longe de acabar.
- sou a agente Turner e estou a frente do caso das duas garotas desaparecidas, minha meta? Achar elas, farei de tudo pra acha-las vivas, mais caso não aconteça podem ter certeza que Derek vai queima no fogo do inferno pelas minhas próprias mãos. -  notei algumas meninas passarem as mão no cabelo e outras fitarem o chão perdidas.
- não me leve a mal mais quantos anos você tem? - um loirinho perguntou curioso.
- idade o suficiente pra ter metade do mundo querendo minha cabeça em uma bandeja de prata. - o garoto engoliu em seco e uma agente chegou do meu lado com um vestido de manga comprida vermelho, parecia um daqueles vestidos do filme star trek. 
- Nícolas interrogatório é com você. - ele so mexeu a cabeça enquanto eu me retirava da sala pra trocar de roupa. 
Entrei em um banheiro do corredor trocando de roupa e soltando meus cabelos que caíram em perfeitas ondas pelas minhas costas, apoiei as mão na pia olhando meu reflexo no espelho. Como as coisas tinham mudado, no últimos cinco meses minha vida era motivo de virar um filme, meu celular começou a tocar e eu sem nem querer ver quem era atendi.
- estou prestes a embarca nesse avião e me dão a noticia que vou ter que ficar um mês lá. - a voz do Justin saiu fria. Abaixei a cabeça olhando pra pia. - e que a Sophi terá que ir comigo. - meu coração deu um aperto. Ficaria um mês longe dos dois.
- motivo? - olhei para a janela vendo a chuva começar a cair. A noite não poderia esta pior.
- o FBI joga pesado. - ouvir uma risada seca do outro lado. O FBI esta o chantageando com algo, eu conhecia esse lado da lei.
- qual foi a chantagem? - ouvir ele suspirar. - ela inclui você não me contar? - o silencio tomou o lugar das nossa vozes. 
- Justin eu não era assim. - reprimir a vontade de chorar encostando as consta na parede.
- assim como? - eu podia jurar que ele estaria sorrindo agora.
- eu...eu..eu. - parei quando notei que frase nenhuma sairia.
- você não sentia? - fitei meus saltos sem responder.
- o que você fez comigo? Eu fui criada pra ser fria e calculista e...
- e sem sentimentos, to sabendo. - ele me interrompeu e novamente eu podia ver um sorriso nos seus lábios.
- eu virei uma fraca. - encarei a chuva que já estava forte.
- você virou uma pessoa. - ele debateu do outro lado da linha.
- se eu morrer a culpa é sua. - ele soltou uma risada.
- não é tão fácil te matar assim não. - foi minha vez de soltar uma risada.
- te odeio Bieber. - suspirei olhando pra cima.
- por que você me odeia. - sua voz agora estava mais calma.
- por que você me faz te amar tanto, ao ponto de me fazer sentir vulnerável. - ouvi um grande silencio e um trovão.
- se você soube-se os efeitos colaterais que tem sobre mim. - ele deu uma pausa soltando uma risada. - vulnerabilidade seria o menos dos seus problemas. - ouvir gritarem o nome dele de longe e sabia que era hora de desligar.
- um mês sem você e sem minha princesa. - algum dia, não sei como eu ainda me livraria do FBI.
- vou recompensar cada segundo quando voltar. - meu peito já estava apertado de saudade.
- cuida da nossa filha. - minha voz saiu como um sussurro. Acabei de conseguir ela e já iria a ter longe de mim novamente.
- eu enfrentarei o céu e o inferno para proteger as mulheres da minha vida. - um sorriso bobo nasceu nos meus lábios.
- eu te amo. - soltei o ar de forma alta ouvindo ele fazer o mesmo.  
- eu te amo. - e depois disso ouvir que a chamada tinha sido finalizada. Primeiro Derek, depois Diogo em seguida Martin, todos iriam cair, um depois o outro, e saberiam o por que meu nome ser Eadlyn Turner.
Sai do banheiro caminhando em direção a mesma sala de antes, desta vez a sala estava mais vazia, só restava dois homens.
- o mais novo é o namorado e do lado dele é o tio, ele é um gente 3.0. - Spencer chegou do meu lado esclarecendo.
- se ele é um agente o que estamos fazendo aqui mesmo? - ela soltou um risada negando com a cabeça.
- ele pediu reforço para o FBI, e como o Derek tem ligação com o Diogo e pode ter com o Martin sobrou pra gente. - revirei os olho analisando os dois e notei a arma na cintura do cara.
- Nicolas já interrogou todo mundo? - ela assentiu.
- o que ele ainda fazendo aqui? - apontei com a cabeça na direção do namorado desolado.
- o amor é a coisa mais linda que já vi. - e me deixando com um cara de interrogação ela se afastou sentando do lado do Nicolas que parecia um robô na frente do notebook ele nem piscava. Respirei fundo caminhando ate os dois caras que estavam no canto da sala.   
- boa noite. - os dois me olharam se levantando.
- agente Turner obrigado por ter vindo, sou o agente Jensen - o tio disse estendendo a mão pra mim que peguei o cumprimentando.
- você podem ir pra casa, qualquer informação por mais pequena que seja eu avisarei. - disse ao namorado que estava nos encarando.
- senhorita por favor deixe-me ficar. - eu tinha um ótimo não pra dizer pra ele mais ele nem deixou eu termina de pensar. - A mulher que vocês estão procurando é a mulher da minha vida, eu já a perdi uma vez e não posso perde-la novamente, eu a amo mais que tudo e farei qualquer coisa pra salva-la, seguirei qualquer ordem que você der sem exitar ou pensar duas vezes. Mais por favor me deixei ficar aqui o tempo todo. - sera que se eu manda-se ele pular de um prédio ele pularia? Brincadeiras a parte, eu ainda sim iria dizer não, ele era um simples civil no que me ajudaria? So me atrapalharia.
- também existem pessoas que daríamos a vida pra salvar. - Spencer apareceu do meu lado com os braços cruzados. Passei a mão no cabelo olhando pra cima, virei as costa vendo Nicolas super concentrado e Brendon que carregava algumas arma so mexeu com o ombro.  
- na primeira vez que você me atrapalhar esta fora desse prédio. - ele soltou um suspiro de alivio.
- isso não vai acontecer. - me virei caminhando sem responder. 
- pega leve com eles, imagina se fosse a nossa Elizabeth. - franzi a testa pro Brendon sem entender.
- você sabe pelo menos o nome das meninas que estamos procurando? - neguei com a cabeça fazendo ele rir.
- Elizabeth e Juliene. - ele rio desviando o olhar para a Spencer.
- você gosta dela. - meu tom de voz saiu como uma irmã encantada.
- cala boca Turner. - soltei uma risada vendo o namorado desolado se aproxima com cafés pra gente.
- obrigada. - disse pegando o meu copo.
- valeu. - Brendon respondeu em seguida e so com um aceno ele se afastou indo levar para a Spencer e o Nicolas.
- você não gosta de café. - Brendon alertou enquanto eu levava o copo na boca.
- sim mais ja são cinco horas e so Deus sabe que horas vou ir dormi. - ele concordou com a cabeça levando seu copo ate a boca e olhando novamente pra Spencer.
-  você deveria ler o interrogatório dela. - Brendon tinha a fase sombrinha.
- o que aconteceu? - ele trincou o maxilar e fechou a mão em punho.
- depois de conseguimos as informações com o Derek eu mesmo vou dar um tiro na testa dele, ninguém além de mim. - ele virou as costa saindo da sala e eu fiquei que nem uma pateta. - algo tinha acontecido de muito grave com a Spencer e eu já ia descobrir.
- tem o arquivo de interrogatório da Spencer no seu computador? - cheguei interrompendo a conversa do Nicolas com o namorado desolado.
- tenho sim. - ele abriu o arquivo me mostrado.
- tem como imprimir? - ele assentiu imprimindo e m entregando e eu sair deixando os dois lá. 


[...]


Depois de ler e reler umas cinco vezes todas aquelas informações sobre a vida da Spencer eu sai da sala indo atrás do Brendon e depois de rodar aquele prédio todo um agente me disse que ele estava no telhado e fui ate lá. Ele estava encostado no parapeito olhando pra toda a cidade.
- vou te fazer uma pergunta e quero que você seja bem sincero, não enrole e nem tente mentir para mim. - ele sorriu e assentiu sem tirar os olhos da grande Atlanta.
- o que você sentiu quando descobriu que a Spencer foi estrupada pelo Derek e pelo Diogo? - ele apertou as mão no ferro com tanta força que seus dedos ficaram brancos .
- foi uma mistura de ódio com desespero, eu fui o único homem que tocou ela por que ela quis. - Ela era virgem quando foi estrupada, eu sabia por que estava na ficha.
- eu me senti um lixo, fiquei sentindo que eu era culpado por aquilo. - o olhei boquiaberta.
- Brendon você nem a conhecia! Não tinha como você fazer nada. - ele continuou em silencio.
- mais eu te conhecia, e eu não impedi o cara de te estrupa. - eu odiava lembrar daquilo.
- eu não fui estrupada, você chegou a tempo. - me aproximei mais dele.
- o fato dele não ter... - ele parou um pouco respirando fundo. - penetrado tudo não significa que você não foi. - abracei ele pela lateral me encolhendo ali. Aquele acontecimento era um pesadelo constante na mete de todos nós.
- por que você não consegue admitir que quer ela. - ele me abraçou de volta dando um beijo na minha testa.
- por que ela merece paz agora sabe? Ela merece um cara direito e não mais um vagabundo pra destruir a vida dela. - ele me abraçou mais forte. Aquelas palavras doía nele, era nítido isso.
- muda então. - ele soltou um risada me passando pra frente dele e em abraçando por trás.
- bem que eu queria maninha, bem que eu queria. - acabamos que vendo o amanhecer antes de voltarmo pra dentro e os trabalhos começarem de verdade. 


2 semanas depois

Sera que eu estava louca e estressada? Imagina! Nada! Eu não tinha exatamente nada, o filha da puta do Derek continuava solto por ai traficando milhares de mulheres e eu não tinha PORRA NENHUMA CONTRA ELE.
- toma isso. - Nicolas jogou uma garrafinha de água com um comprimido na minha direção. Estava morrendo de dor de cabeça.
- NÃO! NÃO E NÃO, EU NÃO VOU MANTER A CALMA A ELIZABETH JÁ ESTA SUMIDA A DUAS SEMANAS NÃO SABEMOS NEM SE ELA ESTA VIVA. - as amigas das garota entraram na sala gritando e eu tive que respirar fundo umas quinze vezes.
- meninas por favor façam silencio. - o namorado desolado pediu com toda a calma enquanto eu massageava minhas têmporas na esperança de fazer a dor diminuir.
- SILÊNCIO? A SUA NAMORADA ESTAR SUMIDA A DUAS SEMANAS! NOSSA AMIGA ESTA SUMIDA A DUAS SEMANAS! - a garota começou a chorar e eu a massagear minha têmporas com mais força. 
- amor não adianta nada você ficar desesperada, temos que manter a calma. - depois disso todos resolveram começar a falar ao mesmo tempo.
- CHEGA! QUE PORRA! - todos calaram a boca e me olharam. - cansei. - peguei minha jaqueta da cadeira e comecei a sair da sala.
- aonde você vai? - Brendon levantou da cadeira em um pulo.
- no escritório do Derek. - parada que não ia ficar.
- fazer? - Nicolas se levantou também. Coitado, ele tava mais acabado pra do que eu, sua barba estava enorme e seus olhos por debaixo do óculos estavam mais que vermelhos por conta de não sair da frente do computador.
- seduzir ele. - Brendon e Nicolas se entreolharam.
- ta falando serio? - Brendon sentou de novo.
- mais que serio, eu vou arrancara alguma coisa daquele filho da puta. - virei as costa mas o Nicolas me segurou. 
- equipamento. - revirei os olhos mais voltei deixando ele colocar esculta da minha roupa e me entregar as lentes de contato que eram como câmeras que possibilitava ele de ver tudo o que eu via. 
- você não vai poder ir aramada então todo cuidado é pouco. - assenti pro Brendon e depois de pronta, ter pegado meu carro eu corria pelas ruas de Atlanta. Não ter informações estava me matando, não demorei pra chegar na empresa do Derek, falei com a secretaria que eu era uma estudante de reportagem e tinha marcado uma hora com ele, a idiota cai e me levou pra um sala de espera.


[...]


Já fazia uns vinte minutos que eu estava esperando e definitivamente eu não fui criada pra esperar.
- boa noite. - olhei pra entrando vendo Derek se aproximar me olhando de cima a baixo.
- olá, senhor Bullock - sorrir simpática estendendo minha mão para ele que a recebeu de bom grado.
- me falaram que tínhamos uma entrevista marcada, mas não me lembro disso senhorita? - ele franzi-o a testa enquanto sorria tímida.
- Katharine. - ele deu mais uma olhada de cima a baixo antes de assenti. - esta com sorte por que tenho tempo agora, me acompanhe. - ele caminhou ate a porta tirando uma chave do palito e destrancando a mesma. 
O escritório não tinha nada de mais e eu também não estava lá pra ficar analisando a decoração.
- de qual universidade você é Katharine? - ele afastou a cadeira da mesa se sentando e apontando pra uma das duas cadeiras que tinha na frente da mesa sua mesa.
- Universidade do Estado da Geórgia. - respondi caminhando ate a cadeira que ele apontou retirando meu casaco fazendo ele abrir um sorriso. Derek não era feio, na verdade era mais bonito do que eu gostaria de admitir.
Ele sabia ser charmoso e eu estava notando cada gesto que ele fazia com sutileza pra me encantar e me levar para cama, mas ele não era o único que sabia truques de sedução. Eu tentava mostra o máximo de sutileza possível, mas apesar de ser uma boa atriz eu queria da um tiro no meio da testa daquele filha da puta. 
- então senh...
-Só Derek. - ele me cortou colocando sua mão encima da minha que estava na mesa. Sorri timidamente abaixando os olhos. Eu não tinha muita paciência pra bancar tímida indefesa. 
- Derek, como é pode comandar uma das maiores empresas de Atlanta? - ele se ajeitou na cadeira abrindo um grande sorriso. Sentir meu celular vibra mais ignorei. 
- Eu comando só metade das indústrias, acho que melhor que isso, só podendo comandar tudo. - ele soltou uma risada mostrando que falava em tom de brincadeira. Sorri com ele fingindo anotar o que ele dizia sentindo meu celular vibrar novamente. 
- Se pudesse ser qualquer outra coisa, o que seria? - era um jogo psicológico que eu estava fazendo. Meu celular vibrou novamente e já sem paciência eu peguei ele.
- Acho que me daria bem como mafioso. - ele rio e mesmo sabendo que aquilo não tinha nada de engraçado eu rir também. Dei uma olhava rápida não meu celular e tinha três mensagens do Nicolas e acabava de chegar mais uma. Todas era de urgência pedindo pra mim voltar correndo que tínhamos uma pista, Derek tinha mandando algo pro Jensen. 
- Algum problema querida? - segurei a vontade de revirar os olhos e olhei pro Derek.
- Minha mãe está no hospital, preciso ir. - me levantei de uma vez e ele fez o mesmo. 
- qual hospital? Eu te levo! - segurei qualquer reação de desespero que pudesse brotar no meu rosto.
- Não vou importuna-lo com isso, o senhor é um homem ocupado. - peguei meu casaco que tinha tirado o colocando novamente. 
- Claro que não incomodara em nada. - ele pegou as chaves do carro e a carteiras.
- Provavelmente foi só uma queda de pressão, não precisa. - tentei mais uma vez convencê-lo.
- Faço questão. - merda! O que eu ia fazer. Ouvir dois toques na porta e logo ela foi aberta pela secretaria. 
- Senhor Bullock temos um problema com um dos cliente e ele requisita sua presença ou a do senhor Jered e como ele não está sobrou pro senhor. - salva pelo gongo. Derek bufou jogando as coisas que tinha pego de novo na mesa. 
- Me desculpe. - dei um sorriso que parecia forçado. Mais ele era de puro alívio na verdade. Assenti pra ele saindo de lá as pressas com mais quatro mensagens do Nicolas me seguindo.
O que poderia ser tão urgente? Eu estava com o Derek na minha frente e ainda não tinha conseguido nada além de brincadeiras dele, e como dizem toda brincadeira tem um pouco de verdade. Com a mesma velocidade que usei pra chegar na empresa de Derek usei pra voltar, talvez um pouco mais. Passei voando por todos que encontrava na frente sem parar uma única vez para ouvir o que eles diziam e quando finalmente abrir a porta do escritório notei o clima tão tenso que os pelos do meu corpo se arrepiaram. 
Dei uma boa olhada em cada um que estava naquela sala. O namorado desolado estava em pé na frente da grande televisão que tinha ali deixo lágrimas uma após a outra escorrem pelos seus olhos sem se importa que todos estavam vendo, a menina que tinha entrado gritando horas atrás estava sentada em um chão abraçando as pernas enquanto era consolada. As outras meninas também estavam sendo consoladas pelos outros garotos, olhei pro Brendon que devolveu o olhar frio, seu maxilar estava travado e uma das suas mãos estava fechada enquanto eu notava que ele abraçava a Spencer com o outro braço, ela estava tremendo mas tentava manter a postura, afinal ela era uma agente mais o que tinha acontecido pra todos estarem naquela situação. Será que elas tinham morrido? Olhei pro Nicolas que pegou um controle apontando pra TV e eu segui olhando para a TV.
- Olá a todos os reunidos. - Derek aparece na televisão em um cômodo escuro que só tinha uma lâmpada pendurada. - eu gostaria de dizer que tenho boas e mas notícias para vocês. - ele deu um passo pro lado mostrando a Elizabeth sentada em uma cadeira bem embaixo da lâmpada. - a boa noticia é que vamos ter um bebê! - Ele disse alegre olhando pra Elizabeth que tinha a cabeça baixa. Franzi a testa sem entender muito bem.
- Bom, quando digo vamos, quero dizer a linda da Elizabeth.- ele levantou o rosto dela bruscamente fazendo ela olhar para ele. - e o querido amiguinho de você ai. - olhei pro namorado desolado no mesmo instante. Ele não olhava pra TV, estava com a cabeça baixa. - Como eu sei disso? Bom! - ele respondia as próprias perguntas e isso estava me irritando queria saber ate onde isso iria. - essa última semana essa garotinha me deu muito trabalho e como não da pra vender um garota que não para de vomitar que não come e vivia caindo pelos cantos, resolvi chamar um medico e ele me deu a grande noticia. - cruzei os braços analisando outras coisas daquele vídeo. Ficar ouvindo a ladainha do Derek não ia me ajudar em nada. - A má noticia? Eu vou matar ele ou ela, afinal não da pra vender uma garota gravida não é mesmo. - voltei minha atenção na hora pros dois. - Elizabeth manteve os olhos frios, ela estava com medo mais eu entendia muito bem aquele olhar. Um olhar de uma mãe que não deixaria nada acontecer com seu filho, eu sabia como era e no mesmo momento meu coração teve um aperto, como estaria a minha filha? Sera que tinham alguém nesse momento tentando matar minha princesinha? Tudo que eu tive dela nessas semanas foram fotos que a Hannah sempre me enviava dela arrumada. Sempre arrumada como uma princesa.
- so por cima do meu cadáver. - Elizabeth respondeu trincando os dentes e recebeu um tava na cara tão grande que caiu da cadeira.
- não docinho, eu já vou matar sua irmã, termina o serviço que comecei. -  ele deu um chute quase certeiro na barriga dela, mas vi ela colocando os braços na frente pra receber. Parei minha respiração quando ouvir o grito dela, se não tivesse quebrado o braço dela tinha chegado bem perto. Os momentos seguinte não foram nada melhores, ele começou a espancar ela e sempre que possível ela se defendia, ou virava o corpo sempre livrando de ser acertada na barriga, mas teve uma hora que ela não aguentou mais e desmaiou. Derek ainda estava ofegante por conta da surra e de costas.
- Nicolas quantos lugares abandonados tem em Atlanta hoje em dia? - olhei pro Nicolas que levantou os ombros.
- sei lá, muitos. - olhei pra tela de novo.
- Lugares próximos a empresa do Derek? - ele franzi-o a testa e começou a mexer no computador.
- como é saber que é pai e logo em seguida não ser mais moleque? - Derek soltou uma risada ou melhor uma gargalhada. Olhei pro namorado da garota e notei cada lagrima sendo derramada com muita dor. 
- ele não mandaria um vídeo desse para o Jensen se tivesse tão perto assim da gente. - Brendon rebateu. Ele estava com raiva e não estava pensando como eu.
- Jensen quantas pessoas no mundo sabem que você é agente. - ele me encarou, secou as lagrimas do rosto e retomou uma postura de agente.
- duas delas estão na mão desse filha da puta, uma esta morta que é minha mulher e o resto estão todos nessa sala. - ele disse firme e eu abrir um sorriso.
- creio que nenhum de vocês tiveram cabeça pra comentar pra alguém algo tão fútil como o tio de suas amigas é um agente certo? - vi aos poucos todos assentirem. 
- existe exatamente 150 locais abandonados em Atlanta. - olhei pro Nicolas e porra era muita coisa. Eu precisava de mais informações.
- deixa o vídeo continuar a rodar. - Nicolas tinha dado pause mais logo ele voltou. Derek usava as mesmas roupa que ele esta hoje. Eu fiquei vinte minutos esperando ele mais isso não significa nada.
- sabem qual é o maior erro de um mafioso? - não dei muito atenção pro resto do vídeo. Olhei pro Nicolas e pro Brendon e eles soltaram uma risada falha.
- eles nunca acham que vão ser descobertos. - ele faram juntos e eu assenti.
- Nick me da a lista com o endereço de todos os lugares, Derek fez esse vídeo hoje, elas estão aqui em Atlanta e ainda estão vivas, pelo menos espero que sim.  - os dedos do Nicolas começaram a se mover de forma rápida.
- Brendon e Spencer, se armem, vamos em cada um desses lugares enquanto Nicolas tenta descobrir alguma coisa que diminua a quantidade de lugares. - eles assentiram. - cada um escolhe mais um agente pra acompanhar, são muitos lugares vamos nos dividir, três equipes, entram, conferem e saiam pra próxima, vidas estão em jogo. - ele assentiram. Brendon pegou uma maleta do chão a abrindo, ela estava cheia de armamento.
- nos vamos também. -olhei pra trás vendo o namorado e os trés amigos posicionados mas o agente Jensen.
- agente Jensen escolhe mais um agente também, quatro equipe e pros outros não. - me virei mais sentir meu corpo ser virado de uma vez.
- eu sou atirador. - olhei pro loiro dos olhos azuis e franzia a testa.
- dés de quando? - a ruiva arregalou os olhos totalmente assutada. O loiro tirou da carteira um carteirinha e me entregou, ele tinha porte de arma e foi treinado pelo exercito.
- você quer ele ou um agente? - olhei pro Brendon que rio.
- já viu os otário que mandaram pra gente? - soltei uma risada. - sempre quando é pessoal as pessoas se dedicam mais, quero ele. - assentir e voltei a olhar pro loiro na minha frente.
- se tocar em mim de novo eu te dou um tiro. - ele arregalou os olhos assentiu.
- se você vai eu também vou. - a ruiva cruzou os braços decidida.
- de forma nenhuma ta louca? - ele olhou puto pra ela.
- briga de casal la fora! - apontei pra porta e os dois saíram.
- agora a não ser que você também tenham alguma carta na manga é não. - virei as costa, eu iria sozinha logicamente.
- espera! - virei pra trás e os três se entreolharam.
- so falta me farem agora que vocês são agentes da CIA. - a morena disse cruzando os braços e eu revirei os olhos.
- sem tempo pra enrola. - vi o casal voltar e o loiro foi na direção do Brendon que começou a arrumar ele.
- não temos nenhuma carta na manga, mais o agente Brendon mesmo disse que quando é pessoal fazemos melhor e acredite, ta muito pessoa pra mim. - o namorado desolado secou as ultima lagrimas fechando a mão.
- não vou levar nenhum de vocês se não provarem que podem se defender. - senti alguém passar a mão na minha cintura e me assustei.
- sou eu. - relaxei quando ouvir a voz do Nicolas, ele estava conferir as balas das minhas armas, depositando novas, colocando escutas e tudo mais. 
- vocês são namorados? - olhei pra ruiva que estava emburrada no canto.
- irmãos. - Nick respondeu antes de mim. Ela assentiu e eu voltei a olhar para os meninos que se entreolharam. Me virei pra sair de la e começar os trabalhos.
- espera! - olhei pra trás vendo o outro loiro bufa. - Elas vão nos matar. - ele disse tirando algo da carteira seguido dos outros e me entregando.
- isso vale? - peguei a carteirinha dele e era de policial inativo. Ele tinha porte de arma e treinamento de defesa pessoal. Peguei as outros e eram a mesma coisa, a única que ainda estava ativa tinha sido a do primeiro.
- por que inativa? - não perguntei pra ninguém em especifico. Entreguei pro Nicolas ele conhecia falsificação a metros de distasia.  
- o tio do cabeçudo ali é policial, e dês que eramos criança ele contava varias aventuras de como era legal, então acabamos crescendo querendo ser policiais, mais depois que fizemos a prova os teste e passamos vimos que não levamos jeito pra isso, ficamos ativos por menos de um ano, menos ele. - o loiro apontou pro outro que estava do lado do Brendon. - ele continuou, foi pro exercito e virou atirador e depois voltou pra gente. - entreguei as carteirinhas de volta.
- por que nunca contaram isso pra gente? - a morena de voz doce perguntou com os olhos marejados.
- depois explicaremos tudo. - o outro garoto respondeu. 
- espero não me arrepender de deixar vocês irem. - disse contra vontade. Eu não queria deixar ele irem, mas o Brendon tinha razão em uma coisa, entre esse otário que o FBI mandou e eles eu também apostava mais neles.  
- Dois de vocês vão com a Spencer e o outro com o Jensen. - me virei mais fui virada de novo.
- um vai com você. - Nicolas disse serio e eu franzia  testa.
- pra que? Eu resolvo as coisas melhor sozinha. - disse entediada. Lá vinha a preocupação. 
- eu sei, mais e mais rápido vasculhar um local com dois, invés de um. - revirei os olhos e olhei pro namorado desolado. - vem. - ele so assentiu e veio na minha direção.
Todos saímos para o estacionamento,  depois dos garotos se despedirem das meninas entramos nos carros, cada dupla no seu e saímos cantado pneu de lá.
- Todos estão me escultando? - todos foram confirmando pro Nicolas.
- Turner diminuí a porra da velocidade. - revirei os olho pro comentário do Nicolas.
- que medo é esse. - perguntei rindo.
- de tu morre. - ele respondeu ríspido.
- como se eu fosse morrer de uma forma tão humilhante, metade do mundo querendo minha cabeça e a Dama da Lei morre de acidente de carro. - comecei a rir ouvindo Brendon me xingando pra diminuir a velocidade também. Porra, que povo chato, diminuir seguindo pra aria norte da cidade com o namorado desolado do meu lado sem dar um pio. 


[...]

A minha primeira parada foi em uma fábrica abandonada no norte da cidade, me deu um arrepio ao ver aquele lugar. Descemos do carro e junto com uma lanterna entramos, posicionei minha mão esquerda que estava com a lanterna encima da mão direita que estava com a arma, olhei pro lado vendo que o namorado desolado estava com a lanterna e a arma nas mesmas mãos que as minhas mais se ele precisar atirar estaria morto. 
- assim. - disse arrumando sua mão. 
- Obrigado. - mexi com os ombros continuando a vasculhar o local. 


[...]


Eu já sabia que não seria fácil, mais depois de ter indo em oito lugares diferentes eu estava morta e mais uma vez via o dia amanhecer. Os lugares eram longe um dos outros o que reduzia nossas buscas, já estava quase cochilando no volante quando recebi uma mensagem e uma tela saiu de dentro do porta luvas assustando o desolado. 
- tá com saudade de quem? - ouvir aquela voz e um aperto cresceu no meu peito.
- Mama, mama papai. - aí meu Deus ela tinha aprendido a falar papai direito. Justin tinha mandado uma mensagem de vídeos dele e da Sophi. 
- Fala mamãe te amo. - Justin estava deitado no chão de barriga pra baixo enquanto a Sophi estava na sua frente estapeando o ar. 
- Ama, ama mama. - meus olhos se encheram de água. 
- TURNER! - o desolado do lado gritou me fazendo olhar pra frente e desvia de um caminhão que vinha na minha direção e derrapar o carro quase o capotando por causa da velocidade. Parei o carro no encostamento tentando controlar a respiração que acelerou por conta do susto.
- Ei amor, eu sei que as coisas estão difícil aí, mas aqui estão indo cada vez melhor. Temos várias informações que variam você surta, mas ainda não posso te conta. - ele suspirou. Como eu estava com saudade dele, não estávamos nem nos falando mas.  - to com saudade, to cuidado da nossa princesa e como você pode ver ela tá mais tagarela que nunca. - ele soltou uma risada. Meu coração ainda estava a mil por eu te quase capotado o carro e batido no caminhão.  - te amo e ja ja voltamos pra você, se cuida ainda temos uma filha pra criar. - ele soltou outra risada. - dá tchau pra mamãe Sophi. - ela olhou pra câmera soltando uma risada mais que gostosa fazendo meu coração parar. 
- Tá mama. - Justin mandou um beijos pra câmera e ela tentou imitar. Assim o vídeo acabou e com a respiração ainda falha eu encostei a cabeça no volante. 
- qual é a sensação? - continuei com a cabeça enterrada no volante sem entender a pergunta dele. 
- De quase morrer? - meu tom de voz saiu mais irônico do que pretendia.
- De ter um filho. - levantei a cabeça o fitando.
- É a coisa mais maravilhosa e terrível do mundo. - ele me olhou meio confuso. - Você finalmente acha um motivo pra lutar todos os dias e ser cada vez melhor, eles tiram o melhor de você sempre, mas ao mesmo tempo você tem medo de falhar e não ser bom ou boa o suficiente e isso e horrível. - ele soltou um risada triste.
- Espero ainda ter a oportunidade de descobrir. - eu odiava quando as pessoas me deixavam sentimental.
- E vai, vamos encontrá-la. - sorrir pra ele e ele franzi-o a testa. - o que foi? - perguntei confusa.
- É a primeira vez que vejo você sorrir. - olhei pro porta luvas que já não mostrava mais a tela.
- É o efeitos que eles têm sobre mim. - ele assentiu e voltamos a estrada. Iríamos a mais um lugar antes de encerra as busca por hora. 
Já estávamos quase chegando quando novamente a pequena tela saiu de dentro do porta luvas, mas dessa vez os olhos azuis que ela mostrou me fizeram perceber que não era o Justin.
- o que você acharia se eu disse-se que reduzir as busca. - Nicolas tinha aquele grande ar de vencendo.
- contanto que você tenha reduzido pra menos da metade eu já to feliz. - disse completamente cansada. Quatro horas da manhã, ia fazer 38 horas que estava acordada.
-  E se eu tiver reduzido pra unicamente uma? - olhei de uma vez para tela.
- você é simplesmente foda. - soltei de uma vez. Como ele tinha conseguido? Não tinha como, ninguém era melhor que o Nicolas.
- Adoro quando consigo de impressionar. - ele soltou uma risada cansada. - venham pra cá, nos prepararemos, você dormira no minimo oito horas e vamos invadir. - franzi a testa.
- dormi? Jura que você quer que eu durma? - dei uma olhada rápida na pista pra evitar outros susto.
- Seus reflexos estão lentos, seu corpo esta detonado, acha mesmo que vou deixar você invadir uma casa que deve esta escoltada ate o telhado desse jeito? - derrapei o carro mudando o trajeto para o escritório.
- não tenho tempo pra dormi. - minha voz saiu seca.
- problema, você ainda tem que criar minha sobrinha. - e com a voz tão seca como a minha ele desligou a vídeo conferencia. 
Voltei pra escritório e assim que cheguei notei que todos já estavam ali. 
- eai como fez a magica? - perguntei emburrada.
- fácil. - Nicolas colocou o vídeo que o Dereke mandou novamente mas deu pausa no exato momento que ele deu um tapa na cara da Elizabeth e ela caiu no chão. - estão vendo isso? - ele deu zoom em algo que estava muito embaçada. 
- não! - ele me olhou revirando os olhos e mexeu no computador melhorando a imagem mostrando que era uma placa de ferro com um sequencia de números e letras. 
- e isso é... - Brendon perguntou confuso.
- depois de horas pesquisando descobrir que isso era o numero de uma cela. - franzia a testa e ele continuou. - depois de um pouquinho de mais pesquisa descobrir que essa numeração era de uma determinada penitenciaria aqui em Atlanta e adivinhem? - ele perguntou sorrindo.
- ela esta abandonada e é perto da empresa do Derek? - chutei fazendo ele assentir.
- como você viu isso, ou pensou nisso? - Brendon pergunto pasmo.
- você é os músculos e eu o cérebro mano. - ele se jogou na cadeira mostrando o quanto ele também estava acabado.
- você é muito nerd, porra. - Brendon levantou fazendo um toque com o Nicolas.  
- valeu. - levei minha mão ate minha cabeça massageando minhas têmporas. Minha cabeça tinha voltado a doer e pra valer dessa vez.
- caso vocês queiram participar da invasão estejam aqui amanhã as cinco da manhã. - Brendon disse olhando para os meninos. 
- amanhã? Agora que são cinco da manhã, por que não vamos logo agora? - o atiradorzinho disse pasmo. Bom eu estava com ele.
- pelo simples fato que vocês estão acordados no máximo a o que 20 horas? - o tom dele era completamente arrogante. - estamos acordados a a exatas 39 horas, quase 40, estamos o dobro de horas acordados, trabalhando que nem loucos sem pregar os olhos e não vamos entra naquela penitenciaria pra levar um tiro no meio na testa. - todos ficaram completamente em silencio. Eu não ia dizer nada por que os dois me dariam um tiro se eu descorda-se de algo. - os interessados estejam aqui amanhã as cinco. - Brendon pegou sua mochila com suas coisas, uma maleta de armamento e ainda a mochila da Spencer. Nicolas vez o mesmo guardando suas coisa e pegando as minhas, me levantei e acompanhei eles ate um hotel literalmente do lado escritório que estávamos hospedados. Nossas casas eram do outro lado da cidade, perdíamos muito tempo indo pra la e voltando então alugamos logo quartos e ficamos perto de tudo e de todos. 
Gostaria de dizer que fiquei a madrugada toda estudando a planta da penitenciária e formas de entrar, mas assim que cheguei no hotel tomei um banho eu capotei e acordei só as cinco horas da tarde daquele mesmo dia. Ainda teria dez horas até a hora marcada e como tinha sido a primeira a corda foi tomar um banho relaxante que durou uma hora e meia, quando sai todos já estava acordado e começaram a se revezar para tomar banho e/ou relaxar também. 
Vesti uma calça preta colada, uma blusa de mangas compridas que mostrava a barriga vermelha e um par de botas com saltos. Muitas agente não usavam saltos em missões, mal elas sabiam que um chute bem dados com saltos vazia um belo estrago, mas não era fácil confesso. Spencer saiu do banheiro uma hora depois também e se vestiu exatamente igual a mim, incluindo os saltos. E Brendon logo tomou o rumo do banheiro.
- aderi seu conselho. - comentou quando notou que eu a olhava. Sorrir em respostas indo secava os cabelos. Muitos a essa hora estariam aflitos, a Spencer estava era visível a inquietação dela, mas eu, Brendon e Nicolas estávamos mais calmos do que nunca. 
Terminei de secar meu cabelos fazendo um rabo de cavalo como tio Jeremy sempre exigiu e fazendo uma maquiagem básica, afinal não é por que eu iria invadir uma penitenciária que tinha que está feia. Quando estava pronta vi Brendon sair do banheiro só com a toalha enrolada na cintura com gotas de água escorrendo por seu corpo bem definido chamando a atenção da Spencer contra a vontade dela. Neguei com a cabeça soltando uma risada e indo estudar a planta do local e planejar um plano.


[...]


Já tinha decorado a planta do local quase toda, e o que eu não tinha conseguido o Nicolas ajudaria pela escuta. Seguimos para o escritório do namorado desolado três horas antes do combinado pra organizar tudo. 
Pouco tempo depois que chegamos o namorado desolado chegou e a Spencer foi receber ele.
- deixe a Spencer aqui. - olhei pro Brendon confusa.
- vai ser muito perigoso, olhei só o quanto de capangas. - Brendon apostou para a planta encima da mesa. 
- Brendon você sabe que o fato dela está participando de missões com a gente tá fazendo ela subir de nível mais rápido do que nós mesmo subimos né? - ele apertou as mão olhando fixamente pra planta.
- não importa, deixe ela aqui Dlyn. - ele me olhou com súplica.
- por que Brendon? - fitei ele que desviou o olhar do meu.
- bom dia. - o namorado desolado apareceu interrompendo nossa conversa e nos forçando a começando outra até os outros chegarem. 
Brendon já tinha ajeitado tudo, enquanto uns ainda ajeitavam os equipamentos no corpo, eu era uma desses, odiava com todas as minhas forças usar colete ante-balas, ele atrapalhava horrores combate corpo a corpo.  
- Ok, prestem atenção. - Brendon falou sério. - Como todos sabem sobre a penitenciaria, ela é enorme tanto fora quanto dentro mas dentro é ainda pior porque parece um labirinto, por isso, todos estão com o mapa de lá. Teremos uma equipe de reforço para nos ajudar porque não sabemos como estará lá -Ele suspira e olha para mim. Seu olha era claro, queria que eu deixasse a Spence na empresa ajudando o Nicolas. - Turner tem uma ideia que seria de fazer uma distração lá fora para chamar atenção enquanto nos espalhamos e mandamos uma equipe para dentro pra fazer o resgate, a nossa ideia é deixar eles sem saída. Cercaremos tudo. - aquilo não tinha sido só ideia minha. Tinha sido dele também, até por que eu não sabia trabalhar com equipe.
- Você sabe que essa penitenciaria tem um túnel, não é? - o loiro dos olhos azuis perguntou arqueando a sobrancelha.
- Não sabia disso. - Nicolas fala franzindo o cenho. Ele tava puto por ter deixado algo passar, ele odiava não ser perfeito. Eu era do mesmo jeito.
- É algo muito antigo, um detento até tentou fugir por ele mas não deu muito certo, mais como vamos saber se ele não modificou alguma coisa com os anos? - Ele levanta os ombros- tem que ter uma equipe lá também.
- Beleza -falei me pronunciando- Vamos logo. - Brendon me deu uma última olhada com esperança mas neguei com a cabeça. Ele passou por mim puto tomando a frente do grupo.
- o que ele tem? - Spence perguntou chegando do meu lado.
- preocupado com sua segurança. - disse simples.
- minha segurança? - perguntou pasma. Só sorrir seguindo o miss putinho da vida.
 
[...]


Como toda penitenciaria, era grande e tinha aquele ar medonho. Tivemos que refazer o plano sendo de fazer uma distração e tentar achar alguma entrada para usarmos o túnel já que ele ficava próximo da cela onde elas estavam ou melhor onde achávamos que elas estariam. Por um aparelho que capta camadas de calor, tínhamos base de quantas pessoas tinham por ali que apontava ser um menor número que a entrada.
Saímos dos carros abaixados nos aproximamos de onde seria nossa entrada, outras equipes também tinham ido para onde tinha maior números de guardas, nos preparamos e com Brendon e eu na frente seguimos como havíamos pedido, apontamos e atiramos nos guardas de tocaia ao mesmo tempo para não ter como avisar de algo, vi os corpos caírem no chão e corremos em direção aonde se encontravam 
Usamos o aparelho para ver além da porta mais não tinha nada. 
 - Pessoal podem entrar, já estou monitorando as câmeras –Nicolas fala pela escuta- Estão com a mesma imagem de segundos atrás. - completou ele. 
Seguimos com a ajudinha do filha da puta do guarda que tinha as chaves na cintura. Entramos e vimos um corredor meio escuro e longo daqui para a cela da Elizabeth era pelo menos 5 minutos porque o túnel era mais como “saída de emergência”
Caminhamos por uns três minutos até que chegamos em eu uma divisa, o túnel continuava pra direita e pra esquerda. 
- Nicolas? - chamei mas não obtive resposta. 
- Nicolas? - Brendon tentou de novo mais nada. Nos entreolhamos e já sabendo o pensamento um do outro assentíamos.
- Spencer e namorado venham comigo. - os dois assentiram e tomamos o túnel da esquerda enquanto os outros tomavam o da direita. Com mais alguns minutos de caminhada saímos na hall da prisão.
- Dlyn? - ouvir Nicolas na esculta.
- fale? - olhei pros lados vendo se tinham alguém, mas assim que o primeiro indivíduo apareceu o namoradinho o apagou. 
- terceiro andar, a distração levou quase todos os capangas para a entrada. - assenti e começamos a correr as escadas, aquele lugar era enorme. 
- Nicolas, manda um mandado de prisão para o Derek. - não obtiver resposta mas só pelo barulho das teclas eu sabia que ele tinha escutado. 
Seguimos correndo até a entrada do terceiro andar, assim que entrei dei de cara com duas armas apontadas para mim e minha sorte foi meu reflexo, empurrei a Spencer e o namorado desolado a tempo de receber uma bala no braço esquerdo. Porra! Aquilo doía. 
- tem dois guardas armado no terceiro andar. - bufei sentido a dor. Spencer e o namorado derrubou os dois em seguida.
- e tem uma bala no meu braço, obrigada por avisar. - grunhir de dor ouvindo a respiração do Nicolas falhar. Sabia que aquele tiro estava doendo tanto nele quanto em mim.
- TURNER! - o namorado correu na minha direção junto com a Spencer. 
- não temos tempo pra isso, vamos. - me apoiei na Spencer e mesmo com o olhar preocupado dos dois continuamos. 
- virem à direita no fim do corredor. - seguimos as instruções do Nicolas até chegar em um corredor só de celas.  - saímos no segundo andar. - ouvir a voz do Brendon na escuta em seguida o Nicolas passando as instruções. Meu braço estava doendo mais do que eu sinceramente poderia aguentar. 
De longe eu vi dois capangas e parei os meninos apontando, no mesmo segundo os dois atiraram e os corpos caíram sem vida. Eu não sabia matar, então era sempre melhor outro fazer isso no meu lugar. O namorado saiu correndo depois de ouvir um grito feminino e eu tive que me encosta na parede. 
- você tá mais branca que o normal Dlyn. - Spencer me olhou assustada.
- ele achou elas né? - Spencer olhou pra frente e assentiu. - então vamos. - ela bufou mais me ajudou a levantar e caminhamos até lá. O namorado desolado estava jogado no chão chorando junto com sua amada que estava do outro lado da cela e a irmã estava na cela do lado bem machucada também. 
- aí meu Deus o seu braço? - a voz de Juliane vez todos os olhares caírem sobre mim. Ouvir barulho no corredor e me virei de uma vez vendo que era os meninos. Suspirei aliviada voltando a olhar pra celas.
- cai fora. - empurrei com a perna o namoradinho que caiu sentado do lado. A dor e a perda de sangue não estavam me deixando pensar direito mais se estava certa aquilo era um dispositivos que avisava toda vez que a cela era aberta ou fechada e era a prova de bala. Puta merda, fiquei tonta tendo que me apoia nas grades, sentir alguém me vira e ficar de frente, era o Brendon que puxava minhas pálpebra para baixo me analisando, ele estava desesperado.
- CARALHO, O QUE VOCÊ DOIS TEM NA CABEÇA? TEM NOÇÃO DO RASTRO DE SANGUE QUE ELA TÁ DEIXANDO POR ONDE PASSAR? NENHUM DOS DOIS GÊNIOS TIVERA A IDEIA DE TENTAR ESTACAR O SANGUE PRA ELA NÃO MORRER NÃO? - Brendon gritou revessado o olhar entre Spencer e o namorado enquanto rasgava a manga da minha blusa e amarrava mais apertado do que eu gostaria a cima do ferimento. 
- Brendon...
- CALA A BOCA SPENCER! - Brendon a lançou um olhar feroz e eu fiz o mesmo com ele. Ela não tinha culpa, mas sempre era a mesma coisa quando eu me machucava, Brendon e Nicolas perdiam o controle. Voltei a olhar para a tranca da cela, não tínhamos tempo, muito menos eu, tirei um grampo do cabelo e o encarei.  Eu fazia maravilhas com aquela coisinha mais será que seria possível abrir a trança de uma cela? Juntei toda a minha força e me concentrei, em dois minutos eu conseguir abrir, e fui pra da irmã dela, abrir e um minuto e agora eu sabia por que os detendo vivem fugindo da cadeia. 
- abraços depois. - Brendon foi frio e me puxou pra mim subir nas costas dele.
- você não pode perde sangue. - isso era um pequeno detalhe. Depois que quase morri com cinco tiros eu virei uma pessoas que tinha menos sangue produzido no corpo que uma pessoa normal então caso eu perde-se mais sangue eu poderia ter sério problemas. Brendon me jogou nas costa e começamos a sair por onde tínhamos entrado, as coisas lá fora estavam feias, eu já tinha perdido metade dos sentido quando chegamos do lado de fora.
- o Derek sumiu, não achamos ele em lugar nenhum. - ouvir Nicolas falando e pelas reações dos outros ele tinha bloqueado as escutas deles e só eu, Brendon e Spencer estávamos ouvindo.
- como assim Nicolas? - Spencer foi a primeira a pergunta. 
- dá conta de ficar em pé? - já estávamos do lado dos carros. Assenti pro Brendon e ele me colocou no chão, meu corpo estava quente e aquele colete estava me deixando louca, arranquei usando o braço direito já que o esquerdo estava baleado, mas infelizmente isso não me impediu de sentir uma do dos infernos. A fraqueza estava tanta que não estava mais sentido a dor do tiro. Nicolas começou a falar um monte de coisas mas eu dispersei e acabei parando no casal feliz que não parava de chorar, estava um de frente pro outro e ele beijava a mão dela, eu sentia que desmaiaria a qualquer momento, olhei um pouco mais pro lado e vi um homem todo de preto com capuz na cabeça, ele estava com uma arma nas mão e apontada pra barriga da Elizabeth, não sei como, mais eu corri, eu estava fraca mas foi o tempo suficiente pra mim chegar e empurrar ela fazendo ela cair de bunda no chão. Ouvir vários disparos seguidos, não sabia em qual direção, sentir algo úmido na minha barriga e levei minha mão até la  vendo o sangue jorrar, de longe ouvir um grito. 
- KATHARINE! - olhei pra Elizabeth que estava na minha frente com a mão na boca e os olhos cheios de lágrimas. 
- Seu bebê ainda esta ai, cuide bem dele. - eu não sabia dizer como eu sabia daquilo. Mas eu sabia, e o bebê dela estava a salvo como eu sabia que a minha princesinha estaria. Com um sorriso falho eu cai de joelhos e depois tudo se apagou. 


E aquele tinha sido o fim, não tão grandioso mas mesmo assim muito nobre, o fim da Dama da Lei. 
 


Notas Finais


link: https://spiritfanfics.com/historia/the-hope-3816987/capitulo42

ENTÃO NÃO ME MATEM, esse é o link da fic dela e se quiserem ler pelo ponto de vida do Namorado desolado corram lá, deu muito trabalho fazer esse capitulo e espero que vocês tenham gostado, outra coisa como já tinha avisado antes eu estou trabalhando e estou sem tempo, então se os cap, demorarem tenha paciência comigo e a Luh também não poderá me ajudar por um tempo então desculpem os erros e a demora e dobre a Dlyn.... Nada a dizer so esperem o próximo capitulo e confiem em mim. amor vocês meus agentes><


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