História The Hope - Capítulo 42


Escrita por: ~

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Palavras 6.127
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OOOOOI! Gente demorei mas cheguei, como podem ver o capítulo está gigaaaante.
Fiz esse cap com uma graaande amiga, deixarei mais explicadinho nas notas finais e o link também (NA FIC DELA TAMBÉM TEM ESSE CAPÍTULO).

Obs: NOTAS FINAAAAIS.

Capítulo 42 - Sequestro


Elizabeth Cortese



Minha cabeça e meu corpo doíam, parecia que tinha sido espancada a noite toda, acordo desesperada ao relembrar de tudo que havia acontecido. Minha vista estava meio turva então só via o cômodo todo embaçado, meu estômago se embola ao ver um bicho no canto do quarto e vomito, sinto duas mãos envolverem meus cabelos enquanto falto colocar para fora o que
tinha e não tinha no estômago, passo a mão na boca afim de limpar ou só com que eu conseguisse respirar fundo, já conseguindo enxergar direito então vejo a Ju.


- Ah meu bem -Sua voz ecoa baixa e calma, como ela conseguia ficar calma?- venha aqui -Ela me puxa para seus braços.


- Eu apaguei por muito tempo? -Sussurro ainda me sentindo meio zonza- Não estou me sentindo muito bem.


- Não, acordei pouco antes que você -Ouço sua respiração ficar mais rápida- temos que dar um jeito de sair daqui.


- Mas como? -Pergunto olhando ao redor já que o colchão era no chão- aqui não tem nenhuma janela...


- Vamos dar um jeito -Ela fala novamente agora mais convencida, balanço a cabeça concordando mas, logo meus olhos se fecham. NÃO.



Justin Bieber


Jensen tentou nos acalmar apesar de até mesmo ele estar nervoso, várias equipes de polícia tinham chegado e cercado toda minha empresa o que estava chamando muito atenção formando um pequeno grupo de curiosos de longe. Entramos novamente na empresa e subimos com instruções de outro agente, entramos em uma sala de reuniões e eu soltei o ar que nem sabia que estava segurando. 

- Justin? -Caitlin coloca a mão em meu ombro e eu levanto a cabeça para olha-la- Você quer um café ou uma água talvez?


- Eu quero a Liza, Cait -Sussurro e sinto a Eadlyn me abraçar, o que era uma raridade.



- Nós sentimos muito por tudo que aconteceu, sabemos que ninguém tem culpa mas é tão ruim sentir como se tivéssemos -Ela funga se afastando e me olhando.


- Está tudo bem -Tento dar um sorriso e o Jensen entra novamente.


- Olha pessoal eu sei que é um momento difícil, mas devo avisar que chamei uma outra equipe para nos ajudar vou logo avisando que a chefe da equipe é nova mas muito capacitada, não duvidem. -Ele respira fundo- Eles já estão no prédio, vão querer fazer umas perguntas para todos quanto mais informação, melhor.


- Ok -Falo exausto, vejo ele sentar em uma das cadeiras e logo vejo uma ruiva se aproximar acompanhada de outros agentes.


Todos observamos a cena que ela fazia colocando os agentes em seus devidos lugares, exigindo o melhor trabalho de todos e mandando fazerem ainda melhor o que já estava em mãos, a cara de quem saia de perto dela não era muito boa. Vi os outros que estavam ao seu lado sair cada um para o lado também e seu olhar pairar sobre nós, ouvi quando pediu um dossiê das duas e respirei fundo, espero que não demore tanto para acha-las.


- Sou a agente Turner e estou a frente do caso das duas garotas desaparecidas, minha meta? Achar elas, fareis de tudo para acha-las vivas mas, caso não aconteça podem ter certeza que o Derek vai queimar no fogo do inferno pelas minhas próprias mãos -Engulo em seco ao ouvi-la, preciso de café.



- Não me leve a mal mais quantos anos você tem? -Ouço a voz do Chris soar baixa.


- Idade suficiente pra ter metade do mundo querendo minha cabeça em uma bandeja de prata -Ela fala com um ar de superioridade e vejo o Chris engolir em seco, ouço a agente pedir para outro começar a nos interrogar e ele explica que primeiro chamará as meninas que acompanhou tudo e depois seria nós.



...



Nicolas o agente me pediu para sentar em sua frente e começou a fazer perguntas do tipo "Quando nos conhecemos" "Se notei algo estranho na empresa hoje" "Se tinha visto a placa do carro" e aquilo tudo durou uns 20 minutos, ao voltar para a sala o agente acompanhado de outros dois se aproximaram.


- Vocês podem ir para suas casas vamos a segurar que vão ficar bem e qualquer notícia avisaremos -Ele informou, vejo a agente ao lado dar um sorriso solidário e todos se apressam para ir embora e eu não me mecho- Você não vai?


- A minha mulher foi sequestrada, você acha que eu vou ficar em casa enquanto posso estar aqui? -Falo olhando eles- não estou querendo fazer confusão mas, eu não saio daqui.


Vejo eles concordarem com a cabeça e se retirarem da sala, sento novamente ao perceber que estava em pé olho pra o Jensen ao meu lado e suspiro, passo uma mão em meu rosto.


- Boa noite -Levanto a cabeça ao ouvir a voz da agente e fico de pé.


- Agente Turner, obrigado por ter vindo, sou o agente Jensen -Olho ele esticar a mão falando com ela que nos observava.



- Você podem ir pra casa, qualquer informação por mais pequena que seja eu avisarei. -Ouço sua voz ser direcionada pra mim, respiro fundo.



- Senhorita por favor deixe-me ficar -Ela tinha um olhar sem um pingo de paciência então continuei- A mulher que vocês estão procurando é a mulher da minha vida, eu já a perdi uma vez e não posso perde-la novamente, eu a amo mais que tudo e farei qualquer coisa pra salva-la, seguirei qualquer ordem que você der sem hesitar ou pensar duas vezes. Mais por favor me deixe ficar aqui o tempo todo. -Vejo ela franzir o cenho e meu olhar no mínimo era mais de suplica do que de triste.



- Também existem pessoas que daríamos a vida pra salvar. -Ouço a agente do sorriso solidário falar e concordo com a cabeça, vejo a ruiva olhar para os olhos enquanto passa as mãos no cabelo.



- Na primeira vez que você me atrapalhar esta fora desse prédio -Solto o ar que nem percebi estar prendendo, fecho os olhos brevemente.



- Isso não vai acontecer -Solto olhando ela me dar as costas.




...




Elizabeth Cortese 


Acordei no colo da Ju, me levantei devagar ficando um pouco tonta.


- Você não está ficando tonta nem nada? -Pergunto levantando tentando ficar em pé.


- Não, você está? Ai meu Deus -Ela levanta junto me segurando pelos braços- temos que dar nosso jeito, você deve ter pegado alguma bactéria.


- Vamos tentar algo quando alguém vir -Olho para ela e quando me calo ouço a porta sendo destrancada, respiro fundo tentando afastar qualquer dor ou incômodo. Temos que tentar.


Um homem de quase dois metros entra com duas bandejas de comida, ele nos olha enquanto abaixa devagar com as mesmas observo sua cintura atrás de uma arma e não vejo. Então corro em sua direção tentando colocar em prática o que já havia aprendido quando pequena, subo em cima dele ficando em seus ombros e aperto em um dos pontos que faz a pessoa desmaiar, sinto seu corpo cair para trás e me afasto do seu corpo.


- Você ainda sabe fazer isso? -Ela arqueia as sobrancelhas e sorrio, levanto caminho rapidamente até a porta olhando os lados não vendo ninguém então pego na mão dela e corro em uma direção mas, assim que passamos por outra porta vejo todos eles no final do corredor nos esperando. Fodeu.


Após nos pegarem a força e jogarem em nosso maravilhoso cômodo, sinto o pior enjoo de toda minha vida o que me faz vomitar em qualquer canto dali sinto segurarem meus cabelos e logo eu sei quem é.


- Ela precisa de um médico -Julianne rosna para eles e os ouço saírem dali- Tenho certeza que foram buscar ajuda.




...


Depois de um médico vir e me consultar, observei seus olhos se arregalarem e seu medo arrepiarem sua pele.


- O que foi porra? -Derek grita perdendo a paciência.


- Ela está grávida de 3 meses -O médico fala olhando em meus olhos, minha voz some mas sinto meus olhos encherem de lágrimas. Grávida? Eu...meu Deus, não acredito.

- Como é? -Uma risada ecoa, limpo meu rosto ficando séria. Eu preciso sair daqui- Ora ora então temos aqui as filhas e o tão desejado neto ou neta -Reviro os olhos.


- Como você é observador, Bullock -Murmuro, ele fica quieto por uns minutos como se estivesse pensando em algo.


- Amarrem ela em uma cadeira e levem a outra para outra cela -Ele da um sorriso de lado, ah claro um detalhe: onde estávamos parecia uma prisão pois o "cômodo" eram simplesmente celas.


- Não vou sair daqui -Julianne grita enquanto homens do Dereck tentam segurá-la, me sentia tão fraca que não conseguia fala nada nem mesmo brigar com aquele idiota.



Justin Bieber



Olhei no espelho do banheiro e minhas olheiras eram fundas, estava um lixo mas iria ficar ali custe o que custasse. Conversei um pouco com Nicolas depois de entregar um café para eles, falávamos sobre ele e o FBI, agente Turner até nos interrompeu por um momento pedindo o interrogatório de alguém mas não liguei até porque logo ele voltou a se sentar e falar sobre o que estávamos conversando.




2 semanas depois.



Minha barba estava por fazer era como se estivesse sujo e as olheiras só tinham piorado, tinha acabado de chegar na empresa de novo onde havia virado uma base do FBI.


-  NÃO! NÃO E NÃO, EU NÃO VOU MANTER A CALMA A ELIZABETH JÁ ESTA SUMIDA A DUAS SEMANAS NÃO SABEMOS NEM SE ELA ESTA VIVA. -Me assusto ao ouvir as garotas entrarem na sala gritando, isso não ia dar certo.


- Meninas por favor façam silêncio. -Peço após suspirar, olho para cada uma delas com o olhar de suplica. 


- SILÊNCIO JUSTIN? A SUA NAMORADA ESTAR SUMIDA, A DUAS SEMANAS! NOSSA AMIGA ESTA SUMIDA A DUAS SEMANAS! -Eadlyn berra e desaba em lágrimas.



- Amor não adianta nada você ficar desesperada, temos que manter a calma. -Vejo Ryan tentar consolar em um abraço mas, tudo parece piorar todas começar a falar ao mesmo tempo e eles tentam mostrar que estão certo.


- CHEGA! QUE PORRA! -Falto pular da cadeira com o grito da Turner, suspiro observando todos calados olhando para ela- Cansei. -A vejo pegar sua jaqueta e sair dali acompanha de seus amigos que corriam para alcança-la.


- Viu Justin, como ela está preocupada com a...-Foi minha vez de explodir.


- JÁ CHEGA. Estou farto de ouvir você falando baboseiras Eadlyn, acha que não estou faltando me matar de angustia por não saber de nada? Eu sinto sua dor na verdade, sinto a dor de todos aqui e nem por isso estou gritando sabe por que? Porque não seria uma coisa que Elizabeth e Julianne gostariam assim só ficamos separados quando na verdade temos que nos unir. Não fique duvidando dos agentes, se eles trabalham nisso é porque são capazes então não grite -Desabafo sentando novamente, passo uma mão em meus cabelos e encosto minha testa na mesa fechando os olhos.


- Desculpa -Ouço ela sussurrar, levanto o rosto abrindo os olhos e concordo com a cabeça, tomo meu café.


- Já se acalmaram? -Brendon aparece na sala acho eu que preocupado, vejo as meninas balançarem a cabeça concordando- Ótimo a agente Turner foi até a empresa do Derek ver se consegue alguma coisa -Ele fala e sai da sala.




...


Eu tinha acabado de assistir o pior vídeo de toda a minha vida, meu coração se apertou quando ao mesmo tempo cresceu uma felicidade dentro de mim. Eu vou ser pai mas, ao mesmo tempo não sei se realmente serei.


A agente Turner chegou e foi só quando voltei o olhar a Tv que percebi que estava chorando e muito, Eadlyn estava no chão chorando desesperada sendo consolada pelo Ryan e as outras estavam do mesmo jeito. Eu realmente não estava disposto ver aquilo de novo mas, era necessário já que a agente tinha que ver também.



- Olá a todos os reunidos. - Derek aparece na televisão em um cômodo escuro que só tinha uma lâmpada pendurada. - eu gostaria de dizer que tenho boas e más notícias pra vocês -Ele deu um passo pro lado mostrando a Elizabeth sentada em uma cadeira bem embaixo da lâmpada- a boa noticia é que vamos ter um bebê! -Ele disse alegre olhando pra Elizabeth que tinha a cabeça baixa. Ah meu amor, como estou com saudades..- Bom, quando digo vamos, que dizer a linda da Elizabeth -Ele levantou o rosto dela bruscamente fazendo ela olhar para ele- e o querido amiguinho de você ai -Abaixei a cabeça segurando as lágrimas, eu ainda não acredito que vou ser pai- Como eu sei disso? Bom, essa última semana essa garotinha me deu muito trabalho e como não da pra vender um garota que não para de vomitar que não come e vivia caindo pelos cantos, resolvi chamar um medico e ele me deu  grande noticia. A má noticia? Eu vou matar ele ou ela, afinal não da pra vender uma garota gravida não é mesmo. 



- Só por cima do meu cadáver. - Elizabeth respondeu trincando os dentes e recebeu um tava na cara tão forte que caiu da cadeira, meu coração se despedaçou ao ver tudo aquilo novamente. 



- Não docinho, eu já vou matar sua irmã, terminar o serviço que comecei. -  ele deu um chute quase certeiro na barriga dela, mas a vi colocar o braço na frente. Fechei os olhos ao ouvir seu grito em seguida suas sequências de murros e chutes, eu estava chorando em silencio ouvindo seus gemidos de dor e não podia fazer nada. Ouço aquilo parar e abro os olhos novamente, ela tinha desmaiado e ele estava ofegante de costas para a câmera.



- Nicolas quantas lugares abandonados tem em Atlanta hoje em dia? -Ouço a agente questionar.



- Sei lá, muitos -Levanto a cabeça enquanto suspiro.



- Lugares próximos a empresa do Derek? -Ela murmura novamente enquanto observa ele.



- Como é saber que é pai e logo em seguida não ser mais moleque? - Derek soltou uma gargalhada, travo o maxilar sentindo uma lágrima descer pelo meu rosto involuntariamente.



- Ele não mandaria um vídeo desse para o Jensen se tivesse tão perto assim da gente. - Brendon rebateu, senti uma pontada de raiva em sua voz.



- Jensen quantas pessoas no mundo sabem que você é agente? -A agente volta seu olhar para ele.


- Duas delas estão na mão desse filha da puta, uma esta morta que é minha mulher e o resto esta todos nessa sala.



- Creio que nenhum de vocês tiveram cabeça pra comentar com alguém algo tão fútil como o tio de suas amigas é um agente certo? -Todos assentimos.



- Existe exatamente 150 locais abandonados em Atlanta -Nicolas fala e sinto que todo mundo o olha como se perguntasse: o que?



- Deixa o vídeo continuar a rodar -Respiro fundo tentando me controlar.



- Sabem qual é o maior erro de um mafioso? -Observo a conversa deles enquanto me encosto na mesa de braços cruzados.



- Eles nunca acham que vão ser descobertos. -Ele falam juntos.



- Nick me da a lista com o endereço de todos os lugares, Derek fez esse vídeo foi feito hoje, elas estão aqui em Atlanta e ainda estão vivas, pelo menos espero que sim.  -Vejo Nicolas obedecer se concentrando no computador em sua frente.



- Brendon e Spencer, se armem, vamos em cada um desses lugares enquanto Nicolas tenta descobrir alguma coisa que diminua a quantidade de lugares -Ela fala séria enquanto olha para os dois que assentem- cada um escolhe mais um agente pra acompanhar, são muitos lugares vamos nos dividir, três equipes, entram, conferem e saiam pra próxima, vidas estão em jogo. - ele assentiram. Brendon pegou uma maleta do chão a abrindo ela estava cheia de armamento.



-Nós vamos também -Falo acompanhado dos caras e do Jensen.



- Agente Jensen escolhe mais um agente também, quatro equipe e pros outros não -Ryan pega no braço dela a virando.



- Eu sou atirador -Ela olha com cara de tanto faz para ele.



- Desde quando? -Eadlyn fala gritar assustada enquanto Ryan tira sua carteirinha que confirma o que ele tinha falado, na verdade não era só ele que tinha...



- Você quer ele ou um agente? -Ela pergunta olhando para o amigo Brendon que solta uma risada.



- Já viu os otário que mandaram pra gente? -Ele responde- sempre quando é pessoal as pessoas se dedicam mais, quero ele. -Vejo ela assentir e voltar a olhar para o Ryan.


- Se tocar em mim de novo eu te dou um tiro -Se a situação não fosse tão desesperadora, iria rir pela cara que ele fez.



- Se você vai eu também vou -Eadlyn como sempre marrenta.



- De forma nenhuma, está louca? -Ryan olhou puto pra ela.



- Briga de casal la fora! -A agente fala logo avisando e os dois saí.



- Agora a não ser que você também tenham alguma carta na manga é não -Ela deu as costas para a gente



- Espera! -Falo revirando os olhos.



- Só falta me farem agora que vocês são agentes da CIA -Caitlin disse cruzando os braços e eu revirei os olhos.



- Sem tempo pra enrola. -Ela murmura.



- Não temos nenhuma carta na manga, mais o agente Brendon mesmo disse que quando é pessoal fazemos melhor e acredite, ta muito pessoal pra mim -Digo secando meu rosto- afinal todos passamos por um treinamento só não levamos a diante como o Ryan.



- Não vou levar nenhum de vocês se não provarem que podem se defender -Vejo Nicolas se aproximar e pegar em sua cintura o que a faz arregalar os olhos.



- Sou eu -Ele fala ajeitando os equipamentos.



- Vocês são namorados? -Eadlyn pergunta fitando eles, essa não perde uma.



- Irmãos - Nicolas responde e ela confirma com a cabeça, Dlyn dá de ombros levando sua atenção em outra coisa e logo a agente volta a nos olhar.


- Espera -Chris fala ao ver que ela iria se virar novamente- Elas vão nos matar -Ele disse tirando algo da carteira acompanhado de nós.


- Isso vale? -Perguntando enquanto lia a nossa carteirinha que era de policial inativo. Tinhamos porte de arma e treinamento de defesa pessoal. A única que ainda estava ativa tinha sido a do Ryan.


- Por que inativa? -Ela perguntou esperando uma resposta de qualquer um de nós, passando a carteirinha ao amigo, acho eu que para avaliar.  


- O tio do cabeçudo ali é policial e desde que eramos criança ele contava várias aventuras de como era legal, então acabamos crescendo querendo ser policiais mas, depois que fizemos a prova os teste e passamos vimos que não levamos jeito pra isso. Ficamos ativos por menos de um ano, menos ele -O Chris explicou e apontou para o Ryan que terminava de se preparar- ele continuou, foi pro exercito e virou atirador e depois voltou pra gente -Ela nos entregou de volta as carteirinhas e guardamos.


- Por que nunca contaram isso pra gente? -Belinda com uma voz calma perguntou com os olhos marejados.


- Depois explicaremos tudo. -Chaz responde olhando nos olhos dela.


- Espero não me arrepender de deixar vocês irem -Disse contra vontade.


- Dois de vocês vão com a Spencer e o outro com o Jensen -Ela fala se virando e novamente alguém a impedi.


- Um vai com você -Nicolas disse serio e ela franze a testa.


- Pra que? Eu resolvo as coisas melhor sozinha -disse dando de ombros.


- Eu sei, mais e mais rápido vasculhar um local com dois, invés de um -Ela revira os olhos, me ajeitava com os equipamentos enquanto olhava de longe, ela me olha e me chama- Vem - Assinto e caminho na direção dela.


Todos saímos para o estacionamento,  me despedi das meninas que nos desejava sorte e entramos nos carros cada dupla no seu e saímos cantado pneu de lá.


- Todos estão me escultando? -Todos foram confirmando pro Nicolas.


- Turner diminuí a porra da velocidade -Ela revira os olho pro comentário do Nicolas.


- Que medo é esse -Pergunta rindo.


- De tu morre -Ele respondeu ríspido.


- Como se eu fosse morrer de uma forma tão humilhante, metade do mundo querendo minha cabeça e a Dama da Lei morre de acidente de carro -Ouço sua risada enquanto o outro amigo também a xinga pedindo a mesma coisa, balanço a cabeça negando enquanto observo o caminho, ela diminui seguindo para área norte da cidade. 



[...]



Nossa primeira parada foi em uma fábrica abandonada, o lugar era medonho. Descemos do carro e junto com uma lanterna entramos, tentei posicionar as mãos como fazia quando treinávamos. 



- Assim -A agente falou arrumando minhas mãos. 


- Obrigado -Falo olhando ela que da de ombros, voltamos a vasculhar o lugar.



[...]



Já passamos por oito lugares diferentes, as mesmas coisas e nada, o dia já estava amanhecendo e novamente eu estava virado. Os lugares eram longe uns dos outros o que reduzia nossas buscas, observava o caminho quando me assusto com uma tela saindo do porta luvas



- Está com saudade de quem? -Ouço um cara perguntando para uma neném.


- Mama, mama papai -Ela reponde muito fofa e vejo a agente com os olhos brilhando.


- Fala mamãe te amo -O cara que era loiro estava deitado no chão de barriga pra baixo enquanto a neném estava na sua frente estapeando o ar, ela era muito linda com aquele olhar inocente e de quem apronta.

- Ama, ama mama -Ela fala, desvio o olhar do vídeo para a pista e grito.


- TURNER! -Minha voz sai alta a fazendo olhar pra frente e desvia de um caminhão que vinha na nossa direção e derrapar o carro quase o capotando por causa da velocidade. Sinto o carro parar no acostamento, aos poucos vou saltando o banco do carro e respiro fundo.


- Ei amor, eu sei que as coisas estão difícil aí mas, aqui estão indo cada vez melhor. Temos várias informações que iriam fazer você surta mas, ainda não posso te contar. -Ele suspira dando uma pausa- Estou com saudade, estou cuidado da nossa princesa e como você pode ver ela está mais tagarela que nunca -O cara solta uma risada- te amo e já já voltamos pra você, se cuida ainda temos uma filha pra criar -Ele soltou outra risada- dá tchau pra mamãe Sophi -Ela olhou pra câmera soltando uma risada muito meiga.


- Tá mama -Ele mandou um beijos pra câmera e ela tentou imitar, tento imaginar como seria os três e sorrio levemente.


- Qual é a sensação? -Pergunto suspirando logo em seguida. 


- De quase morrer? -O tom dela era irônico e claro que notei, Liza usava muito esse tom antes de namorarmos.


- De ter um filho -Puxei o ar e soltei a pergunta.


- É a coisa mais maravilhosa e terrível do mundo -Franzi o cenho olhando pra ela- Você finalmente acha um motivo pra lutar todos os dias e ser cada vez melhor, eles tiram o melhor de você sempre mas, ao mesmo tempo você tem medo de falhar e não ser bom ou boa o suficiente e isso e horrível -Quando ela falou tudo isso me imaginei em uma casa grande com Liza e o nosso filho ou filha, solto uma risada triste.


- Espero ainda ter a oportunidade de descobrir -Falo e nem eu sabia porque estava me abrindo com ela mas, senti vontade.


- E vai, vamos encontrá-la -Ela sorri e eu franzo a testa- O que foi? -Ela pergunta confusa.


- É a primeira vez que vejo você sorrir -Falo rindo e ela já olhava para qualquer lugar acho eu que tentando achar um motivo também para aquilo.


- É o efeito que eles têm sobre mim -Assinto e logo voltamos para a estrada, iriamos passar em um lugar antes de acabar as buscar por hora.


Já estávamos quase chegando quando novamente a pequena tela saiu de dentro do porta luvas, mas dessa vez mostrou que era o agente.


- O que você acharia se eu disse-se que reduzir as busca -Nicolas tinha aquela voz de quem tinha feito a maior descoberta e eu me ajeitei no banco curioso.


- Contanto que você tenha reduzido pra menos da metade, eu já ficaria feliz -A agente fala cansada.


-  E se eu tiver reduzido pra unicamente uma? -Arregalo os olhos olhando para a tela.


- Você é simplesmente de foda -Ela fala elogiando-o. 


- Adoro quando consigo te impressionar -Ele soltou uma risada cansada- venham pra cá, nos prepararemos, você dormirá no minimo oito horas e vamos invadir -Olho para a agente que não gosta muito do que ele fala.


- Dormi? Jura que você quer que eu durma? -A voz dela soa ríspida.


- Seus reflexos estão lentos, seu corpo esta detonado, acha mesmo que vou deixar você invadir um lugar que deve esta escoltada até o telhado desse jeito? -Ele fala como um mandão e ela derrapa o carro mudando de trajeto.


- Não tenho tempo pra dormir -Ela fala seca enquanto dirigi.


- Problema, você ainda tem que criar minha sobrinha -E com a voz tão seca como a dela,desligou a vídeo conferência.


Voltamos para o escritório, encontrando todos ali menos as meninas que já deviam ter ido embora por estar muito tarde ou melhor, cedo.


- E aí como fez a magica? -Ela pergunta mais como um resmungo. 


- Fácil -Nicolas colocou o vídeo que o Dereck mandou novamente mas, deu pausa no exato momento que ele deu um tapa na cara da Elizabeth e ela caiu no chão. Travei o maxilar- estão vendo isso? -Ele deu zoom em algo que estava muito embaçado. 


- Não -Eles responderam e Nicolas olhou revirando os olhos para eles e mexeu no computador melhorando a imagem mostrando que era uma placa de ferro com um sequência de números e letras. 


- E isso é... -Brendon perguntou confuso.


- Depois de horas pesquisando descobrir que isso era o numero de uma cela -Franzia a testa e ele continuou- depois de um pouquinho de mais pesquisa descobrir que essa numeração era de uma determinada penitenciaria aqui em Atnta e adivinhem? -Ele perguntou sorrindo.


- Ela esta abandonada e é perto da empresa do Derek? -Chutei fazendo ele assentir.


- Como você viu isso, ou pensou nisso? -Brendon pergunto pasmo.


- Você é os músculos e eu o cérebro mano -Ele se jogou na cadeira mostrando o quanto ele também estava acabado.


- Você é muito nerd, porra -Brendon levantou fazendo um toque com o Nicolas.  


- Valeu -Levei minha mão ate minha cabeça


- Caso você queiram participar da invasão estejam aqui amanhã as cinco da manhã. -Brendon disse olhando para os meninos. 


- Amanhã? Agora que são cinco da manhã por quê não vamos logo agora? -Ryan fala pasmo como se fosse algo óbvio.


- Pelo simples fato que vocês estão acordados no máximo a o que 20 horas? -Brendon falou arrogante- estamos acordados há exatas 39 horas, quase 40, estamos o dobro de horas acordados trabalhando que nem loucos sem pregar os olhos e não vamos entra naquela penitenciaria pra levar um tiro no meio na tiro no meio da testa -Ficamos calados. Ele tinha razão, estávamos com os corpos cansados- os interessados estejam aqui amanhã as cinco -Dito isso, ele pegou suas coisas e saiu acompanhado dos outros agentes.



Pela primeira vez consegui dormir bem mas, só porque tinha passado horas acordado e porque finalmente o cheiro da Liz estava no travesseiro e me acalmou, acordei disposto e fui para o escritório cedo, na verdade adiantado do horário que Brendon tinha marcado. 


- Caiu da cama? -A agente mais simpática pergunta ao me ver- Bom dia.


- Não consegui esperar até o horário -Levanto os ombros- Bom dia, mais alguém chegou? 


- Ah não, só nós mas pode ir se preparando ali com o Brendon -Ela aponta para o lugar, balanço a cabeça agradecendo e me caminho para o lugar, chego lá cumprimentado-os e já vou logo me preparando assim como no outro dia aproveiro até para ver o plano para entrar na penitenciaria.





Elizabeth Cortese 



Meu corpo todo doía e eu desde que tinha acordado que estava chorando pensando se meu bebê estava bem.


- Mana precisamos sair daqui -Julianne fala nervosa, ela ainda estava presa em um canto e pelo seu rosto inchado já tinha chorado também- Eu ouvi eles falando que hoje será o dia que nós levaram embora do país.


- Desiste disso -Suspiro falando cansada- é difícil acreditar mas, não a saída e nem como fugir.


- Você não pode desistir -Ela fala como uma súplica e eu balanço a cabeça- pelo menos vocês dois tem que sair vivos daqui.


- Não saio daqui sem você -Falo seca- para com isso, não consigo mexer minhas mãos e você esta presa.


Tenho certeza que o olhar dela refletia o meu e o que notava era: Medo.




Justin Bieber 




Brendon já tinha ajeitado tudo na tv, uns ainda ajeitavam os equipamentos no corpo.


- Ok, prestem atenção -Ele fala sério- Como todos sabem sobre a penitenciaria, ela é enorme tanto for por como por dentro mas dentro é ainda pior porque parece um labirinto, por isso, todos estão com o mapa de lá de dentro. Teremos uma equipe de reforço para nos ajudar porque não sabemos como estará lá -Ele suspira e olha para a Agente Turner- Turner tem uma ideia que seria de fazer uma distração lá fora para chamar atenção enquanto nos espalhamos e mandamos uma equipe para dentro pra fazer o resgate, a nossa ideia é deixar eles sem saída. Cercaremos tudo.


- Você sabe que essa penitenciaria tem um túnel, não é? -Ryan pergunta arqueando a sobrancelha.


- Não sabia disso -Nicolas fala franzindo o cenho como se estivesse com raiva por não ter visto isso.


- É algo muito antigo, um detento até tentou fugir por ele mas não deu muito certo mais como não sabemos se ele não modificou alguma coisa -Ele levanta os ombros- tem que ter uma equipe lá também.


- Beleza -Turner fala se pronunciando- Vamos logo.




Quando chegamos no lugar meu corpo se arrepiou com a cena, era enorme e por mais que já tivesse visto milhares de fotos não achei que fosse me surpreender quando visse pessoalmente mas me enganei. Como toda penitenciaria, era grande e tinha aquele ar medonho. Tivemos que refazer o plano sendo de fazer uma distração e tentar achar alguma entrada para usarmos o tunel já que ele ficava próximo da cela onde elas estavam e porque por um aparelho que capta quantas pessoas tinham por ali que apontava ser menor número que a entrada.


Saímos dos carros e abaixados nos aproximamos de onde seria nossa entrada, outras equipes também tinham ido para onde tinha maior números de guardas, nos preparamos e com Brendon e Turner na frente seguimos como haviam pedido, apontamos e atiramos nos guardas de tocaia ao mesmo tempo para não ter como avisar de algo, vi os corpos caírem no chão e corremos em direção aonde se encontravam 





 

Usamos o aparelho para ver além da porta mais não tinha nenhum guarda.

 

 

 

- Pessoal podem entrar, já estou com monitorando as câmeras –Nicolas fala pela escuta- Estão com a mesma imagem de segundos atrás.

 

 

 

 

Seguimos com a ajudinha do amigo guarda que tinha as chaves, entramos e vimos um corredor meio escuro e longo daqui para a cela da Elizabeth era pelo menos 5 minutos porque o túnel era mais como “saída de emergência”.Caminhamos por uns três minutos até que chegamos em eu uma divisa, o túnel continuava pra direita e pra esquerda. Tentaram chamar o Nick pela escuta mas não recebemos resposta, no mínimo estamos em um lugar que não tem sinal.




- Spencer e namorado venham comigo - Turner fala e concordamos, caminhando logo atrás dela e entramos na esquerda enquanto os outros tomavam o da direita. Com mais alguns minutos de caminhada saímos na hall da prisão.

- Turner? - Ouvi Nicolas na esculta.

- Fale? - Ela responde, olhando atento e digamos que nervoso o primeiro cara que resolve aparecer, aperto o gatilho rapidamente. 

- Terceiro andar, a distração levou quase todos os capangas para a entrada -Assentimos, nos apressamos correndo para as escadas não deixando de observar o lugar que era realmente enorme. 

- Nicolas, prepara um mandado de prisão para o Derek - Ouço ela falar enquanto caminhamos.

Seguimos correndo até a entrada do terceiro andar, sempre com a agente Turner na frente até que sinto me empurrarem, ouço um tiro ser disparado e vejo que acerta o braço dela. 

- Tem dois guardas armado no terceiro andar - Nick tenta avisar já atrasado, Spencer e eu derrubamos os dois em seguida.


- E tem uma bala no meu braço, obrigada por avisar - A ouço falar em meio a um grunhido, arregalo os olhos.


- TURNER! - Falo e corro na direção dela junto com a Spencer. 


- Não temos tempo pra isso, vamos - Ela tenta ser forte, se apoiando na Spence. Suspiro fundo mas logo continuamos, agora mais atento.



- Virem à direita no fim do corredor - seguimos as instruções do Nicolas até chegar em um corredor só de celas.  - saímos no segundo andar. - ouvir a voz do Brendon na escuta em seguida o Nicolas passando as instruções.  


De longe eu vi dois capangas e como já estava com a arma apontada, só mirei e atirei. Quando treinei não tinha em mente matar alguém mas, eles pediram quando sequestraram a minha mulher. Ouço um grito que tenho certeza que é da Elizabeth então corro na direção, entrando e dando de cara com ela atrás das grades junto com Julianne, faço um sinal para Spence, entro ali e me ajoelho já sentindo as lágrimas rolarem pelo meu rosto, suas mãos tremulas seguram as minhas. Meu Deus, eu a achei. Obrigado.



- Aí meu Deus o seu braço - a voz de Juliane fez olharmos para o mesmo. Ouvimos um barulho e logo aponto minha arma mas, vejo que são os outros.



- Cai fora - Antes mesmo de pensar em alguma coisa, ela me empurra fazendo cair sentado, merda. Sua pele estava mais pálida que o normal, estava ficando assustado já até que ela quase cai se não fosse pelo Brendon que a segura.


- CARALHO, O QUE VOCÊS DOIS TEM NA CABEÇA? TEM NOÇÃO DO RASTRO DE SANGUE QUE ELA TÁ DEIXANDO POR ONDE PASSAR? NENHUM DOS DOIS GÊNIOS TIVERAM A IDEIA DE TENTAR ESTACAR O SANGUE PRA ELA NÃO MORRER NÃO? - Brendon gritou intercalando o olhar em mim e na Spencer, me senti mal porque realmente não pensei nisso.


- Brendon...- Spencer tenta intervir mas ele logo grita interrompendo ela que arregala os olhos.


- CALA A BOCA SPENCER! - Brendon a lançou um olhar feroz, ela não tinha culpa. Volto meu olhar para a agente que mesmo não muito bem, tirou um grampo e em pouco tempo conseguiu abrir a cela e logo depois a outra em que se encontrava Julianne. Não conseguia raciocinar já que tomei Liza em meus braços, passando as mãos em todo lugar para ver se ela estava bem e então vi sua barriga saliente de grávida já perceptível. Meu outro amor. 

- Abraços depois - Brendon fala ríspido, puxando Turner para ficar em suas costas - Você não pode perder sangue - A voz dele é preocupada, na verdade todos estávamos preocupados, caminhamos assim que ele arrumou ela em suas costas e começamos a ir de onde tínhamos entrado.




- Dá conta de ficar em pé? - Brendon pergunta assim que ficamos ao lado dos carros logo em seguida já no chão novamente, Turner tira o colete fazendo careta. Volto a olhar para Liza que ainda não tinha parado de chora e estava em minha frente, pego suas mãos e distribuo beijos pela mesmo enquanto choro aliviado por tê-la achado, fico perdido quando vejo a agente empurrar Liza e quando ouço os disparos fico ofegante. Filho da puta. Vejo Ryan atirar na perna dele e se aproximar, tirando sua arma e o imobilizando.



- KATHARINE! - Alguém grita mas o meu olhar logo se volta para a Elizabeth que mesmo sem ter levado tiro chorava e estava com a mão na boca.

- Seu bebê ainda esta ai, cuide bem dele -Ela sussurra enquanto lentamente fecha os olhos sorrindo, e sei que aquele sorriso é porque no mínimo ela está pensando na filha e no amor da vida.Elizabeth Cortese

 


Notas Finais


Galera espero que não me matem pela demora mas, era por um bem MUITO MAIOR que foi esse capítulo super louco que como disse nas inicias fiz junto com minha amora, Lari. GENTE ESSE MESMO CAPÍTULO TEM NA FIC DELA, só que óbvio é o do ponto de vista dela. Fic dela é maravilhosa como já tinha divulgado, deixarei aqui o link novamente caso queiram ler e ler novamente esse capítulo por lá.

https://spiritfanfics.com/historia/mission-29-4648210/capitulo47

https://spiritfanfics.com/historia/mission-29-4648210/capitulo47

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BEIJOCAS...


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