História Tears Are Falling - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Drama, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Namjin, Vhope
Exibições 62
Palavras 3.228
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Musical (Songfic), Romance e Novela, Slash, Yaoi
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 19 - Capítulo 19


Fanfic / Fanfiction Tears Are Falling - Capítulo 19 - Capítulo 19


 

Jimin terminava seu banho, não precisava nem se olhar no espelho, sabia perfeitamente o quanto estava horrível, mesmo que a água tenha diminuído o inchaço e vermelhão nos olhos e no rosto, ainda tenha rastros de tristeza em si.  

–– Por que não podemos ser felizes? –– sussurrou ao entrar no quarto do moreno e ver a cama vazia.   

Nesse momento JungKook estaria deitado em sua macia e aconchegante cama, assistindo 49 Days, e chamando Jimin para assistir junto.

A caixinha de veludo cor de vinho ainda se encontrava na escrivania. Pegou-a e abriu, uma dor se instalou no seu coração. Suspirou. Um buraco no peito e dor só aumentavam. Ele estava planejando um dia maravilhoso com Jeon. Queria levar o mais novo para um lugar especial. Queria pedi-lo em namoro.

Deveria ter sido ele no lugar do JungKook, ele não tinha que pagar pelo Jimin. Ele queria consolar Kwang, Tae e Jin, mas não conseguia nem se consolar. Assim que entrou no quarto do mais novo desabou em lágrimas. Só de saber que JungKook não estaria deitado naquela cama de casal pedindo manhosamente pra Jimin um beijo seu. Ele caia ainda mais no pranto, secou as recentes lágrimas e fechou a porta do quarto. Vestiu-se e pegou seu celular. Vai que Shin tinha alguma novidade.    

Quase deixou o aparelho cair ao ver mensagens de Jeon. A uma hora atrás. Novas lágrimas brotaram em seus olhos. Leu todas, com a visão turva, mas leu. Seu coração doía fortemente, suas pernas falharam e caiu com tudo no chão. O áudio fez com que seu coração se apertasse tanto. Ele estava com tanto medo.   

O coração de Park quase saiu pela boca ao sentir seu celular vibrando mostrando que mais uma mensagem de texto havia chegado... Número desconhecido. "Talvez seja o Kookie." pensou esperançoso. "Um vídeo?"  

Suas mãos tremiam assim como suas pernas, as poucas lágrimas que lhe restavam caíram. Ver o mais novo sendo espancando e escutá-lo gritando seu nome foi a gota d'água, sentou na cama desacreditado. Gritou enquanto socava diversas vezes o travesseiro.   

–– Jimin? –– indagou Yoongi e Jin ao entrarem no quarto.  

–– O K-Kookie...  

–– O que? –– disse Jin secando as novas lágrimas que insistiam em formar em seus olhos.  

––  E-ele m-mandou uma mensagem. Ele tá em Jungnang-gu. Precisamos ir pra lá.   

–– Vamos falar com SHin. –– opinou Jin.  

–– Ele é um bundão. –– disse Yoongi.   

–– É melhor irmos lá! –– disse não dando bola pro segundo mais velho.   

Saíram correndo do apartamento sendo seguidos pelos outros, exceto NamJoon e Ka.   
  

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–– Precisamos urgentemente falar com Shin! Meu nome... –– dizia Jimin até ser interrompido.  

–– No momento ele está ocupado. –– disse um policial.  

–– Mas precisamos dele. AGORA! –– insistiu novamente.  

–– Senhor, é melhor você se acalmar. Você não quer ser preso, não é?  

–– Olha, policial, eu temos um assunto muito importante pra falar com ele. –– Yoongi disse ríspido, batendo com força no balcão da recepção.  

–– E é por isso que você irá esperar.  

–– Você não pode chamá-lo? –– perguntou o ruivo já perdendo a paciência. Numa tentativa falha, passava a mão pelo cabelo tentando se acalmar.  

–– Não. –– disse seco e direto. Quando o homem voltou a olhar o computador, sem hesitar, Jimin correu em direção a sala do delegado. Alguns policiais tentaram o impedir, todavia não conseguiram.  

–– SHIN! –– gritou abrindo a porta ligeiramente.   

–– Jimin?  

–– JungKook... –– e, antes que terminasse a frase, fora interrompido por policias que o pegaram.  

–– Soltem ele! –– ordenou o delegado.  

–– Mas...  

–– Sem mais! Podem sair da sala! Seus amigos estão juntos a você, Park?  

–– Sim.  

–– Chamem os amigos deles! –– mais uma vez ordenou e viu os outros quatro entrarem na sala –– Sentem-se. Pode continuar, Jimin.  

–– O JungKook, ele me mandou algumas mensagens. Faz algumas horas, mas eu só vi agora. –– contou, e entrou no aplicativo onde as mensagens foram enviadas, entregando o celular pro delegado.  

–– Iremos verificar. Agora, vocês precisam voltar pra casa.  

–– Só? –– perguntou Hoseok indignado.  

–– É tudo que vocês podem fazer.  

–– Senhor, não diga que isso tudo é só o que podemos fazer, porque não é! O senhor pode muito bem ler e escutar as mensagens e rastrear o exato lugar de onde ele tá! –– rebateu Hobi.  

–– Vamos fazer o seguinte. Amanhã eu irei passar na casa de Kim TaeHyung, e, já com tudo pronto, vamos atrás de Jeon. No momento é isso que podemos fazer. –– disse pegou um cabo e conectou ao celular de Jimin e no computador e salvou as mensagens. –– Irei ficar com seu celular e eu mesmo irei olhar as mensagens. É melhor voltarem pra casa. –– aconselhou e, sem escolhas, voltaram pra casa.  
 

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Dia seguinte, 06:55  
  

2º Dia  
  

Chutes, mais chutes e mais chutes. Foi assim que Jeon acordara. Apanhou por ter usado celular, este fora capturado por Min Ho. O mais novo torcia para que Jimin entregasse pra Shin as mensagens e seguisse o rastreador do seu celular.  

No momento, JungKook estava puxando carroças cheias de pedras, o coitado não podia parar um segundo, que já era chicoteado. Trabalhava sem camisa, só pra piorar mais. Frio e fome. Se continuasse assim ele iria morrer em três dias. Só não estava com tanta sede porque conseguiu despistar os homens que o vigiavam e achou um rio, não hesitou em beber aquela água doce. Não parecia estar suja, e, de qualquer maneira, era: beber ou morrer de sede.  

Quando voltou ao cômodo, fora seguido por três homens, e mais uma vez o medo se fazia presente, não que este estivesse ausente. O empurraram para o canto do quarto e JungKook teve certeza que seus dias iriam de ruim a pior, o viraram de costas prendendo suas mãos nas correntes. 

Engoliu em seco ao ver Min Ho entrando no local. Os olhos marejados mostrava que o garoto tinha total consciência do que iria acontecer.  

–– Eu não pego leve com os meus "sacos de bancadas", mas, como eu sou uma boa pessoa, eu deixarei vcê fazer as milhares de perguntas que você tem nesse cérebro oco. –– falou dando um sorriso falso.  

–– Por que está fazendo isso?  

–– Simplesmente porque eu ODEIO viados. –– respondeu como se fosse a coisa mais normal, Jeon nem se surpreendera com a resposta, revirou os olhos, e, pelo ato, ganhou um chute que o fez bater com as costas na parede.  

E mais uma vez, Min Ho partiu para cima do mais novo o enchendo de novos hematomas. E Jeon gritava para parar, mas era ignorado, num ato rápido, o homem pegou a corrente e rodou-a pelo pescoço do moreno, estava o enforcando.  

–– Você poderia ter se separado da JiHyun se não queria ter um enteado gay. E além do mais o que homossexuais tem a ver? –– JungKook disse com dificuldade.  

–– E foi o que eu fiz, mas eu iria perder a riqueza. Eu queria dinheiro, a empresa da JiHyun apenas iria a falência quando descobrissem que o herdeiro da tão famosa Park's Advogacy é gay. Eu não iria deixar que galinha dos meus ovos de ouro fosse à falência. Então eu ameacei e obriguei os Parks passar a empresa ao meu nome. –– falou e apertou ainda mais a corrente –– Eu sei eles fizeram tudo que eu pedi, mas eu ficaria com uma imagem ruim. Então, eu finjo que sou casado, e a mídia não se importam se JiHyun está ou não comigo nas reuniões.   

–– Você f-fez isso tudo por u-uma coisa tão fútil. V-você é um estúpido. –– JungKook soltou sem pensar. JungKook não deveria ter respondido isso. Se arrependimento matasse ele já estaria morto.   

Os olhos de Min Ho foram de verdes para vermelhos. Jeon brincou com fogo, agora vai ter que sofrer as consequências... Se antes o ar já lhe fazia um pouco de falta por causa das correntes, imagine agora. Sem dó e perdão, o loiro apertou forte as correntes na pescoço do jovem.  

O roxeado em seu rosto mostrava que não iria aguentar por muito tempo. Choi queria ele vivo, então, com puro desgosto, soltou as correntes, que afrouxaram no pescoço do moreno. O local estava vermelho com alguns cortes pequenos.  

E, com um último soco, Choi deixou o cômodo.   

–– Você vai se arrepender do que disse, Jeon!  
  

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2 dias depois  
  

4º Dia  
  

–– Rapazes, boa tarde! O senhor Jeon realmente está Jungnang-gu. Eu fiz uma seleção de policias. Pedi para cercarem cada esquina e os aeroportos estão fechados. Iremos amanhã procurar JungKook.  

–– O que? E por que não agora?  

–– Por que amanhã tem uma movimentação maior, eu mais os policias que estarem comigo iremos com roupas normais, para não dar muito na cara. Os outros policiais irão com uniforme. Deixaremos um segurança e um policial e uma policial aqui, pra cuidar de Kwang. Vocês precisam estar preparados. Precisam ser fortes. Não sabemos o que iremos encontrar. –– disse direto –– Sairemos as 04:00 da manhã. Sigam nossos carros, se necessário. Peguem essas escutas, quando estivermos lá, e tiver alguma coisa de anormal, não hesite em nos chamar.  
  

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–– Annyeong, JungKook! –– cumprimentou Choi "agradavelmente". Estava com as mãos pra trás, escondendo-as –– Tenho uma surpresinha pra você. –– disse e mostrou suas mãos. Uma vela e isqueiro. –– Você está muito gelado, um pouco de fogo irá te esquentar, não é?! –– fingiu uma voz inocente e ascendeu a vela.  

–– Por favor Choi, já está bom, eu já aprendi a lição! Por fa- AHH! –– gritou ao sentir a cera entrar em contado com sua pele.   

Quando a queimação fora se dissipando, suspirou em alivio. Porém não demorou para sentir mais pingos em sua barriga. A cera escorrendo por seu abdômen era uma tortura, ele não podia passar a mão no local. Mais e mais pingos foram escorrendo. Cortes e mais alguns cortes foram feitos em diversos lugares de seu corpo. A cera quente escorria por sua pele e entravam nos cortes, fazendo o moreno gritar e se contorcer.   

Choi pegou uma corrente de ferro e bateu nas costas de Jeon, que desabou no chão. O homem de olhos verdes aproximou e abaixou ao lado do outro, que tentou corre pro lado oposto, sendo interrompido pelas correntes que o puxaram pra trás.  

Ele estava preso, sem saída. Ainda queria pensar que era apenas um de seus pesadelos, mas estava bem difícil de manter esse pensamento.  

–– Você não vai conseguir fugir de mim, criança tola. Trate de secar essas lágrimas logo.   

–– Você ainda vai pagar caro! –– agora, JungKook pouco se importava se iria apanhar de novo, era como se nesses dias que estava apanhando já estava se acostumando. 

–– Não. VOCÊ vai pagar caro! Tenho uma surpresinha pra você amanhã. Melhor, duas! –– falou chutando o garoto e indo em direção a porta. JungKook estava receoso, boa coisa não seria.  

Antes que Choi pudesse se afastar mais, Jeon, com sua pouca força, levantou-se e fez o que pode para alcançar o homem rápido e sem que percebesse. Puxou Min Ho tentando o enforcar, estava conseguindo. O loiro estava ficando roxo. O moreno conseguiria fazer com que o outro desmaiasse se não fosse pelos comparsas de Choi, que separaram o mesmo de Jeon. Sem nem esperar recuperar o fôlego, o homem de olhos verdes pegou seu revólver e atirou na direção de JungKook. 

Pegou de raspão no braço do mais novo. Aquilo estava ardendo mais que a cera quente em sua pele. É como se estivesse pegando fogo por inteiro. Ardia como o inferno, os sangue vermelho vivo escorria por seu braço, queria botar a mão, mas iria infectar, ele precisava tampar aquilo. Olhou para o homem a sua frente. Choi o olhava com raiva e vingança. O moreno virou pra trás e viu um cara com sangue em seu peitoral. Ele foi atingido.  

–– Saiam daqui. –– mandou vendo seus "empregados" fazendo o que fora mandado. Saiu do quarto sem mais nem menos. Deixando um de seus comparsas, já morto, no cômodo. 

Jeon sem se importar tirou o casaco do homem. Este que continha o nome da peça de roupa. Stefan.

Sem se importar muito com tal detalhe, Jeon tirou a camisa fina do homem. Rasgou um pedaço do tecido, o envolvendo ao redor do braço, no local onde fora acertado. Dando um nó por fim. 

Seus olhos tentavam não cair sobre o cara ensanguentado. Tateava os bolsos da calça na esperança de encontrar um celular. Mas nada. Seu braço ardia, mas precisava dormir. 
 

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Dia seguinte, 03:38
 

5º Dia 
 

Estava cansado. Talvez a palavra "morto" o definiria agora. A noite foi torturosa, e seu pesadelo mais ainda. Tão ruim que o fez acordar. Ainda era madrugada. Bem pelo menos sua comida – lê-se: gororoba – estava um pouco quente. Geralmente serviam o moreno na madrugada. A comida era terrível, mas era melhor do que passar fome. 

–– JungKook, meu caro amigo. –– Min Ho disse com um falsidade. "Estúpido!" Pensou Jeon. –– Você foi muito mau ontem. –– um tapa fora desferido no rosto pálido do garoto.

–– Filho da puta. –– murmurou entre dentes. Aquilo saiu sem querer e, com toda a sorte do mundo, Choi havia escutado. Não tardou em empurra o garoto contra a parede, fechou o punho se preparando para distribuir socos pelo rosto do moreno. Todavia, não o fez, apenas saiu do cômodo. Porém foi possível escutar o homem gritando: Tragam Jongin! 

Depois de uns dez minutos, Jeon, que estava com os olhos fechados, escutou a porta sendo aberta, Revelando Choi, seguido de um homem musculoso, olhos escuros, pele branca, cabelo castanho claro, deveria ser o tal do Jongin. Estava com um roupão. 

–– Você é apenas um viado, Jeon. Ou você é puta ou um homem de verdade. –– empurrou levemente o Jongin, para que o mesmo ficasse na sua frente, destrancou JungKook, que tentou fugir, porém foi impedido por uma ardência. Um chicote. Este que estava na mão do cara desconhecido –– Faça o que veio fazer aqui. –– falou e, sem mais nem menos, saiu do cômodo, trancando o mesmo.  

–– Então, a belezura está com medo?! –– indagou vendo Jeon se afastar a cada passo que ele dava. 

Sem nenhuma vergonha na cara, o homem tirou o roupão, ficando completamente nu. Aquilo só piorou o desespero do moreno, que se encolhia ainda mais. 

–– Hey, delicia. Não fica assim. Sei que você tá doido pra ser fodido com força. –– disse segurando o garoto pelo braço –– E bem fundo, não é?! –– completou maliciosamente, chicoteando o garoto. 

Jogou violentamente o garoto na cama. Jeon tentava se levantar, todavia JongIn, com toda sua força, segurou seus braço. Aquilo estava doendo um pouco.  

–– Você gosta disso, né, sua puta?! –– indagou passando sua outra mão – que não estava ocupada – pelo tronco do garoto. 

JungKook se debatia mais o aperto era mais forte. Tentou até dar um chute no das pernas do homem, todavia fora impedido e, em troca, ganhou uma chicotada na bochecha. Estava se sentindo tão sujo. 

–– JIMIN! –– berrava –– SOCORRO! POR FAVOR –– qualquer pessoa que tivesse piedade estaria chorando – assim como JungKook – ao ver essa cena, mas JongIn não era esse tipo de pessoa –– JIM... –– foi cortado pela boca do homem. Este que pedia passagem com a língua, entretando não fora concebida. Irritado apertou o membro do moreno, que gruniu, aproveitando assim para invadir a cavidade bucal do mais novo. Que gritava sendo abafado pela boca do outro. 

O castanho abaixou a calça jeans de JungKook com brutalidade que segurava seu choro tentando impedir as mãos de Jong tocar seu membro. O homem mordia e marcava JungKook, que tentava o impedir. Ele gritava e chorava. Queria perder sua virgindade com Jimin. Conseguia dar uns tapas naquele sujeito tão nojento, mas isso não era o bastante. Antes que pudesse fazer alguma coisa, o homem abaixou sua cueca. Quando o pênis do castanho estava quase encostando na entrada no mais novo, a porta foi aberta rapidamente. Fazendo com que os dois congelassem. 

Um cara alto, apareceu com afeição assustada. Estava tremendo, até.  

–– O chefe... A policia... A policia tá aqui. O chefe mandou levar a criança, pro penhasco, ele vai esta  lá com o helicóptero. –– o homem alto se aproximou do moreno, amarrando suas mãos. O puxando com toda força. O estuprador rapidamente vestiu seu roupão e pôs-se a fugir junto com o maior. 

–– Não! SOCORRO! JIMIN! –– JungKook gritava novamente. –– SOCOR... –– sua fala foi cortada pelo pano em sua boca e amarrando suas mãos. 

JongIn pegou Jeon no colo, subindo apressadamente o morro. Estava quase perto, todavia acabou caindo, levando o moreno junto, que tentou escapar mas fora impedido por outro cara. 

–– Parados aí! –– falou alto um policial apontando a arma pro bandido. JungKook não sabia se ficava aliviado ou aflito.  

E se o policial acertasse Jeon ao invés do bandido? Um tiro disparado. O policial foi acertado. E assim começou um confronto entre os policiais e os bandidos. JungKook correu morro a baixo. Todavia fora impedido por Min Ho. Qualquer lado que Jeon olhava apenas via sangue e homens caidos. Tanto policiais quanto os comparsas de Choi. 

–– SE CONTINUAREM A ATIRAR, EU IREI MATAR O GAROTO! 

–– Por favor, não Choi! –– pediu Jimin. Até aquele momento Jeon não tinha visto o ruivo. 

E foi assim que, depois e cinco dias, Jimin e JungKook se reviram. Eles queriam se beijar, mas não podiam, pelo menos não agora. Mais um tiro foi disparado por Choi. Acertou Yoongi de raspão. 

–– YOONGIE! –– gritou Tae. 

–– Eu estou bem. –– e, de fato, estava – mais ou menos – bem, tirando um pouco da ardência. Não atingira-o em cheio. O tiro encostou levemente em sua pele.  

Enquanto estavam distraídos ajudando Yoongi, Choi corria, arrastando Jeon junto, este que caia ou tentava impedir de ser levado. Estavam perto do penhasco, ou seja, estacam perto do helicóptero.  

Shin corria sorrateiramente atrás dos dois, tentando não chamar atenção. Num golpe incrivelmente rápido, o delegado bateu na cabeça do loiro, que caiu, puxando o moreno junto. Jimin rapidamente desarmou o homem de olhos verdes e puxou o seu amor pra si, desamarrou-o e, por fim, o abraçou apertado.  

–– CONSEGUIMOS! –– gritou um dos policiais, levantando os braços pra cima.  

Uma gritaria de alegria e vitória se fez presente. Finalmente! Alguns policiais, que ainda estava apontada até então, amarraram* levando-o a uma viatura policial. 

–– Eu estava com tanta saudade. Tanto medo! Eu te amo, Kookie! 

–– Eu sei. Eu também estava. Eu te amo ma... –– foi interrompido. 

–– Ai que fofinhos! –– disse Sook debochadamente, batendo palmas –– Pena que vão morrer.  

–– Sook? –– disseram Jung e Jimin em coro. 

–– Eu mesmo. –– apontou para Jeon.  

"De onde ela saiu? " Pensou JungKook.  

–– Devem estar se perguntando de onde eu sai, não?! –– indagou como se tivesse lido os pensamentos de Jeon. –– Vocês realmente acham que eu não estava aqui? Eu estava vendo vocês mantando uns aos outros. Eu não consigo acreditar que vocês conseguiram botar Choi a baixo. É um fraco mesmo. Mas, bem, que pena vocês só terem menos que um minuto de felicidade... Parece que vocês não serão felizes... 

–– Por que você tá fazendo isso? –– perguntou JungKook.  

–– CALA A BOCA! –– gritou apontando a arma, que antes estava para JungKook, pra Jimin. –– Se eu não posso tê-lo vocês também não terá! ABAIXEM ESSAS ARMAS. SE ATIRAREM EM MIM EU ATIRO NELES!

–– Por favor, Sook, você é uma boa pessoa. Iremos tirar o seu nome na denuncia! –– Jimin tentou amenizar. 

–– Cala a boca, babaca! –– revisava a arma entre Park e Jeon, que agarrava fortemente a cintura do ruivo –– Eu posso até ser presa, mas pelo menos você não ficará com o MEU Jimin! Se eu não posso ficar com ele, você também não pode. Vamos acabar com isso logo de uma vez!

Bang. 

 

Um tiro foi disparado. 

 

 


Notas Finais


Em quem que Sook atirou?? Será que ela acertou o alvo??
Vocês estão com raiva de mim?? Sim ou claro??
Oq será que vai acontecer no próximo cap??

Bem, Tears Are Falling já está quase chegando ao final *chorando* TALVEZ tenha mais uns 5 capítulos, talvez mais ou menos, pra falar a verdade eu não tenho uma quantidade já formulada, mas resumindo já está chegando ao final. Eu não um texto de "tchau" agora (óbvio), mas bem eu realmente quero agradecer muito - muito mesmo - a todos os leitores e comentários, vcs realmente são muito especiais para mim

Eu preciso compartilhar uma coisa que realmente está me deixando extremamente boba de tanta felicidade. Hj a diretora da minha escola falou pra mim que eu fiquei em primeiro lugar nos simulados que eu fiz, e quem conseguisse ficar em primeiro lugar na maioria dessas provas ganharia o material, vulgo apostilas, de graça!! E eu consegui!!!! Eu fiquei em primeiro em todos os simulados!!! Eu to MUITOO feliz, tanto que eu tive que compartilhar pra vcs!!!

Outras fanfics minhas:
I Love You, But You Don't Love Me
https://spiritfanfics.com/historia/i-love-you-but-you-dont-love-me-6881410

Hurts Like Hell
https://spiritfanfics.com/historia/hurts-like-hell-6610854


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